quarta-feira, março 25, 2026

Política & Agro

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Soja fecha junho com queda em Chicago


Os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago encerraram a sessão desta segunda-feira de forma mista, pressionados por estoques elevados e sinais de demanda enfraquecida. Segundo análise da TF Agroeconômica, os contratos de julho e agosto da oleaginosa recuaram 0,34%, fechando em US\$ 1.024,25 e US\$ 1.029,75 por bushel, respectivamente.

A divulgação dos relatórios do USDA sobre estoques trimestrais e área plantada impactou diretamente as cotações. Embora a área semeada tenha ficado em linha com as expectativas — 33,74 milhões de hectares, quase igual aos 33,79 milhões previstos em março —, os estoques em 1º de junho surpreenderam negativamente: 27,43 milhões de toneladas, 3,9% acima do ano anterior e acima da média projetada pelo mercado (26,67 milhões). A fraca demanda em junho, especialmente pela China, reforçou o viés de baixa.

Apesar disso, o óleo de soja foi destaque positivo no mês. Impulsionado por fatores como o aumento do mandato de biodiesel nos EUA e tensões no Oriente Médio, o produto acumulou valorização de quase 12% em junho. No fechamento do dia, o contrato de óleo para julho subiu 0,11%, cotado a US\$ 52,51 por libra-peso. Já o farelo teve leve alta de 0,07%, encerrando a US\$ 271,30 por tonelada curta.

Condições climáticas favoráveis no cinturão agrícola dos EUA também pesaram sobre os preços, com boas chuvas registradas nesta segunda-feira. O cenário climático positivo para o milho e a soja, somado ao desinteresse chinês pela nova safra americana, mantém o mercado em alerta para os próximos movimentos.

Dois fatores deram suporte altista ao mercado da soja: o iminente aumento das tarifas de exportação (retenciones) na Argentina, que pode desacelerar as vendas do complexo soja no país, e a valorização do real frente ao dólar, que reduz a competitividade da soja brasileira. Além disso, o USDA confirmou a venda de 204 mil toneladas de farelo de soja dos EUA para destinos desconhecidos na safra 2025/26, o que também contribuiu positivamente para o mercado.

 





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Confira como a soja iniciou a semana


Desafios logísticos e comerciais marcam o cenário da soja no Rio Grande do Sul, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “A precificação mudou para o julho, e os preços foram R$ 137,00 para 30/07 (entregas de 15/07 a 30/07). Melhores preços estão para o agosto, que marcou R$ 140,00 entrega agosto cheio e pagamento em 29/08. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 130,00 Cruz Alta – Pgto. 15/08 – para fábrica R$ 130,00 Passo Fundo – Pgto. agosto R$ 130,00 Ijuí – Pgto. 15/08 – para fábrica R$ 130,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 15/08 Preços de pedra em Panambi caíram para R$ 119,00 a saca ao produtor”, comenta.

Logística e armazenagem exigem atenção no mercado de soja em Santa Catarina. “Com a infraestrutura atual já sob pressão, o crescimento da produção no Planalto Norte e em outras regiões exige atenção redobrada para evitar gargalos, garantir qualidade dos grãos e dar suporte à construção de políticas públicas que fortaleçam a competitividade catarinense no agronegócio. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 134,56 (-0,70%)”, completa.

No Paraná, o mercado de soja segue sob cautela, mesmo com projeções comerciais positivas. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 134,76. Em Cascavel, o preço foi 120,34 (+0,28%). Em Maringá, o preço foi de R$ 121,22. Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 123,85 por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$134,56 (+0,70%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

Logística instável desafia comercialização no Mato Grosso do Sul. “A armazenagem segue como ponto crítico no estado, dado o alto volume colhido e a limitação de estruturas disponíveis para estocar os grãos, o que impacta diretamente o poder de negociação no mercado. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 118,37, Campo Grande em R$ 118,37, Maracaju em R$ 119,92 (+1,80%), Chapadão do Sul a R$ 108,69 (-1,82%), Sidrolândia a em R$ 119,92 (+1,80%)”, informa.

Armazenagem e logística concentram atenções no Mato Grosso do Sul após colheita da

soja. “Para os próximos ciclos, o planejamento de armazenagem ganha ainda mais relevância, principalmente diante dos custos elevados de insumos e da necessidade de mitigar riscos de perdas e avarias. Campo Verde: R$ 113,09. Lucas do Rio Verde: R$ 108,82 (+0,72), Nova Mutum: R$ 108,82. Primavera do Leste: R$ 113,09. Rondonópolis: R$ 113,09. Sorriso: R$ 108,82”, conclui.

 





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Milho recua na B3, mas mantém leve alta no mês


O mercado futuro do milho na B3 encerrou a última sessão de junho com queda nos principais contratos, pressionado pelo avanço da colheita da segunda safra no Brasil e pela forte desvalorização do dólar no dia. Segundo análise da TF Agroeconômica, mesmo com a baixa diária, os preços ainda encerraram o mês com leve valorização, confirmando a tendência de canal lateral.

A variação mensal foi positiva em 0,78%, apesar da retração de 0,16% registrada nesta segunda-feira. A diferença entre a abertura e o fechamento do mês foi de apenas R\$ 0,49, o que reforça a análise técnica de estabilidade dos preços. Já os dados do Cepea destacam que o atraso na colheita da safrinha tem limitado maiores quedas em algumas regiões, especialmente onde há mais demanda por milho padronizado. Até 21 de junho, a colheita avançou para apenas 10,3% da área nacional — ritmo bem inferior aos 28% do ano passado e à média de 17,5% dos últimos cinco anos, conforme levantamento da Conab.

Nos fechamentos do dia, o contrato julho/25 foi negociado a R\$ 63,54, queda de R\$ 0,10 no dia e de R\$ 0,34 na semana. O vencimento setembro/25 encerrou a R\$ 66,25, com recuo de R\$ 0,20 no dia e R\$ 0,95 na semana, refletindo a pressão da oferta crescente.

Em Chicago (CBOT), o milho teve desempenho misto na segunda-feira, mas com saldo mensal negativo. O contrato julho fechou em alta de 0,72%, a US\$ 4,2050/bushel, enquanto setembro caiu 0,55%, a US\$ 4,0925/bushel. A combinação entre bom clima, expectativa de área plantada elevada e projeções de safra acima de 400 milhões de toneladas nos EUA segue pressionando os preços no mercado internacional.

 





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Produtividade da cana no Centro-Sul cai 12% em maio, aponta CTC – Centro de…


Safra na região Centro-Sul registra 80,8 toneladas por hectare em média

As chuvas irregulares reduziram a média da produtividade dos canaviais em maio no Centro-Sul, de 91 para 80,8 toneladas por hectare (THC), uma queda de 12% em relação ao mesmo mês de 2024.

A maior queda (21,6%) foi registrada na região de Ribeirão Preto (SP), onde a produtividade teve redução de 102,5 toneladas por hectare para 80,4 TCH. Assis foi o destaque positivo, com crescimento de 7,4% (de 88,3 para 89,4 TCH).

As informações são do Boletim De Olho na Safra, produzido com dados da Plataforma de Benchmarking do CTC.

A qualidade da matéria-prima em maio teve uma ligeira redução de 2,1%, de 123,4 quilos por tonelada de cana (kg/tc) para 120,8 kg/tc.

No acumulado abril-maio, a produtividade da cana no Centro-Sul registrou queda de 12% em relação ao mesmo período da safra anterior (de 89,6 toneladas de cana por hectare para 78,8 toneladas de cana por hectare). No acumulado até maio, o ATR caiu 2% (de 120,7 kg/tc para 118,3 kg/tc).

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Mercado do milho segue estável: Entenda


O mercado de milho segue estável, mas sem fôlego no Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “As cotações seguem inalteradas nas principais regiões produtoras: R$ 66,00 em Santa Rosa e Ijuí, R$ 67,00 em Não-Me-Toque, R$ 68,00 em Marau e Gaurama, R$ 69,00 em Seberi e R$ 70,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro”, comenta.

O mercado segue travado em Santa Catarina. “No Planalto Norte, as pedidas seguem elevadas em R$ 82,00 por saca, enquanto as ofertas não passam de R$ 79,00. Em Campos Novos, o descompasso é ainda mais acentuado, com pedidos de R$ 83,00 a R$ 85,00 frente a ofertas CIF de até R$ 80,00, o que impede qualquer avanço nas tratativas”, completa.

Além disso, os negócios estagnados e clima em alerta no Paraná. “O impasse entre produtores, que resistem a reduzir as pedidas, e compradores ainda reticentes mantém as negociações praticamente travadas. Nos Campos Gerais, o milho disponível é ofertado a R$ 76,00/saca FOB, com registros pontuais a R$ 80,00, enquanto as ofertas CIF para junho seguem em R$ 73,00, voltadas à indústria de rações”, indica.

Segundo a consultoria, o mercado segue em espera com pressão nos preços e colheita lenta no Mato Grosso do Sul. “O mercado de milho em Mato Grosso do Sul segue com pouca movimentação e negociações esporádicas, sem sinais firmes de retomada. As cotações recentes mostram quedas, com preços em torno de R$ 48,00 em Dourados, R$ 49,00 em Campo Grande, R$ 48,00 em Maracaju, R$ 50,00 em Sidrolândia e R$ 47,00 em Chapadão do Sul, praça que tenta se recuperar após fortes perdas anteriores”, conclui.

 





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Temperaturas despencam no RS e sensação térmica pode chegar a -5°C nos próximos dias


O Rio Grande do Sul entra em um novo período climático marcado por frio severo e tempo mais estável, conforme atualização divulgada pela Defesa Civil estadual. Após dias de precipitações intensas, a tendência para os próximos dias é de trégua nas chuvas e queda acentuada nas temperaturas, com previsão de geadas amplas e mínimas que podem chegar a -5°C em algumas regiões.

De acordo com informações divulgadas pelo Centro de Monitoramento da Defesa Civil, a formação de um ciclone extratropical no oceano contribuiu, ainda no domingo (29), para chuvas fracas a moderadas, especialmente nas regiões Norte, Nordeste e Sul. No entanto, o avanço de uma massa de ar polar já vinha promovendo a diminuição gradual da instabilidade, favorecendo a retomada do tempo firme a partir da segunda-feira (30).

Com a atuação de um sistema de alta pressão, o frio se intensificou sobre o território gaúcho. As mínimas já começaram a registrar valores negativos, especialmente no Oeste, Campanha, Serra e Centro-Norte. Na terça-feira (1º), os termômetros chegaram a marcar entre -5°C e 6°C nas primeiras horas do dia, com geada generalizada. As máximas, por sua vez, não ultrapassaram os 11°C em nenhuma região, mantendo o padrão de frio rigoroso que deve se estender até o fim da semana.

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Além do frio extremo, os ventos seguem fortes no Litoral, com rajadas que variam entre 40 e 60 km/h, mantendo o mar agitado. A previsão é de que o padrão climático se mantenha nos próximos dias, com geada recorrente e temperaturas que não devem ultrapassar os 14°C nem mesmo durante as tardes. A quarta-feira (2) seguirá sob influência da mesma massa de ar frio, mantendo o cenário de geadas amplas e temperaturas próximas de 0°C na maioria das regiões.

No cenário hidrológico, apesar da trégua nas chuvas, os efeitos das precipitações acumuladas nos últimos dias ainda são sentidos. Rios como o Taquari, Caí, Jacuí e Guaíba seguem com níveis elevados, em alguns casos acima das cotas de alerta. A Defesa Civil monitora possíveis elevações do Guaíba, impulsionadas pela mudança dos ventos e pelas cheias que se deslocam das bacias do interior do estado. A Lagoa dos Patos também apresenta elevação gradual, reflexo do escoamento das águas da Região Metropolitana e da Serra.





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Aprenda a fazer o manejo da lagarta-preta da soja



Essa lagarta possui marcas específicas para sua identificação



Essa lagarta possui marcas específicas para sua identificação
Essa lagarta possui marcas específicas para sua identificação – Foto: Nadia Borges

A Spodoptera cosmioides, popularmente conhecida como lagarta-preta da soja, vem se destacando como uma das pragas mais agressivas para as culturas de soja, milho e algodão no Brasil. Segundo Gabriel Barros, Professor Licenciado em Ciências Agrárias, conhecer suas características é fundamental para o controle eficiente e a redução de danos nas plantações.

Essa lagarta possui marcas específicas para sua identificação. Apresenta listras alaranjadas e uma linha médio-dorsal fina e amarela ao longo do corpo. Um dos sinais mais evidentes é o “Y” invertido na cabeça, que facilita o reconhecimento no campo. Os adultos têm coloração marrom, com diferenças entre machos e fêmeas, e a postura dos ovos é feita em massa, protegida por escamas produzidas pela fêmea.

O perigo da lagarta-preta reside na sua agressividade superior às outras espécies do gênero Spodoptera. Ela ataca diversas partes da planta, como folhas, hastes e vagens, podendo causar grandes prejuízos à produtividade se o manejo não for realizado a tempo. Por isso, o monitoramento constante é essencial para identificar o início da infestação.

Para controlar essa praga, Barros recomenda o Manejo Integrado de Pragas (MIP), que combina o monitoramento, o uso de armadilhas, o controle biológico e a aplicação seletiva de inseticidas. Essa estratégia promove o controle eficiente da lagarta-preta, reduzindo a necessidade de produtos químicos e minimizando impactos ambientais, além de proteger a saúde da lavoura e do produtor.

O uso do MIP também contribui para a sustentabilidade da agricultura, garantindo que as plantas possam se desenvolver com menos estresse e proporcionando colheitas mais produtivas e de qualidade. Dessa forma, o manejo adequado da lagarta-preta da soja é um passo fundamental para o sucesso das culturas no Brasil.

 





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Preços do feijão oscilam e assustam produtores



Para o Ibrafe, essa volatilidade já era esperada



Para o Ibrafe, essa volatilidade já era esperada
Para o Ibrafe, essa volatilidade já era esperada – Foto: Canva

O mercado de feijão vive uma verdadeira montanha-russa, com preços que oscilam entre o glamour e o desespero. Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (Ibrafe), o feijão-carioca tipo top (nota 9+) atingiu impressionantes R\$ 239,62/sc em Goiás, enquanto o feijão-preto Tipo 1 caiu para R\$ 142,23/sc em Curitiba, de acordo com dados do CEPEA. A instabilidade segue como protagonista, confundindo produtores e afastando compradores.

No Centro/Noroeste Goiano, o Feijão-carioca nota 8/8,5, considerado intermediário, teve alta de +4,07% e está cotado a R\$ 190,67/sc. Mesmo com sinais pontuais de recuperação, o clima geral do mercado é de apreensão. Muitos se perguntam se devem estocar o produto à espera de dias melhores ou vender agora e evitar prejuízos maiores. O dilema segue sem resposta clara, enquanto os agentes de mercado observam atentos os próximos movimentos.

Para o Ibrafe, essa volatilidade já era esperada. A entidade reforça que vem alertando os produtores há meses, especialmente aos que participam do Clube Premier, sobre os riscos e a imprevisibilidade dessa fase do mercado. A análise divulgada com bom humor reflete o sentimento de muitos: o espetáculo de preços parece ter descido ao fundo do poço, e a plateia (os compradores) simplesmente sumiu.

A expectativa para o período entre julho e setembro é de continuidade na instabilidade, com possibilidade de ainda menos glamour e mais sustos. Diante disso, o recado do Ibrafe é claro: compartilhe, discuta, troque experiências — pois informação e união são as melhores ferramentas para enfrentar esse cenário desafiador.

 





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Trigo entre oliveiras melhora fertilização



Outro ponto de destaque é o controle de plantas daninhas



Outro ponto de destaque é o controle de plantas daninhas
Outro ponto de destaque é o controle de plantas daninhas – Foto: Canva

A prática de cultivar trigo ou leguminosas entre as fileiras de oliveiras tem ganhado destaque como estratégia sustentável nas regiões olivícolas. Segundo Francisco Escribano Hinojosa, técnico de laboratório espanhol, essa técnica conhecida como agricultura intercalada ou agrosilvicultura oferece ganhos agronômicos, ecológicos e econômicos relevantes.

Um dos principais benefícios está na melhoria do solo. As leguminosas, como favas, lentilhas e veza, fixam nitrogênio atmosférico, aumentando a fertilidade de forma natural e reduzindo a dependência de fertilizantes químicos. Além disso, tanto o trigo quanto as leguminosas contribuem para a estrutura do solo, elevam os níveis de matéria orgânica e ajudam no controle da erosão, fator essencial em terrenos inclinados.

Outro ponto de destaque é o controle de plantas daninhas. O cultivo intercalado age como cobertura vegetal, dificultando o desenvolvimento de ervas espontâneas por competir com elas por luz, nutrientes e espaço. Com isso, diminui-se a necessidade de herbicidas, tornando o manejo mais sustentável e menos agressivo ao meio ambiente.

A biodiversidade também é favorecida. A introdução de diferentes culturas entre as oliveiras atrai polinizadores, predadores naturais de pragas e promove o equilíbrio ecológico do sistema agrícola. E não menos importante, essa prática pode gerar uma fonte extra de renda, já que trigo e leguminosas são colhidos sem prejudicar a produção de azeitonas, ajudando a mitigar perdas em safras menos produtivas.

“A integração de culturas como trigo ou leguminosas entre oliveiras é uma escolha inteligente para quem procura uma agricultura mais sustentável, rentável e resiliente. Contribui não só para a saúde do solo e do ecossistema, mas também para a sustentabilidade económica do olival a longo prazo”, conclui.

 





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Sementes resistentes potencializam o algodão



A nova fase do algodão em Catuti é viabilizada por uma rede de colaboração



A nova fase do algodão em Catuti é viabilizada por uma rede de colaboração
A nova fase do algodão em Catuti é viabilizada por uma rede de colaboração – Foto: Pixabay

O cultivo de algodão está sendo retomado com força no Norte de Minas Gerais, especialmente na região de Catuti, graças ao uso de sementes transgênicas, técnicas modernas de irrigação e biotecnologia. Segundo informações divulgadas pela Santiago Cotton, esse renascimento da cotonicultura na região é resultado direto de parcerias estratégicas e investimentos em inovação agrícola.

A produção, que chegou a ocupar cerca de 130 mil hectares no passado, foi reduzida drasticamente ao longo dos anos, mas agora volta a ganhar espaço: já são cerca de 300 hectares plantados, com projeções otimistas de expansão. A produtividade também impressiona: produtores locais têm colhido até 400 arrobas por hectare, acima da média estadual de 333 arrobas/ha, impulsionados por sementes resistentes a pragas e tecnologias de manejo de alta eficiência. 

A nova fase do algodão em Catuti é viabilizada por uma rede de colaboração entre a Coopercat, Bayer, Amipa, Governo de Minas Gerais e AgFeed. Além do apoio técnico, esses parceiros contribuíram para a instalação de uma usina de beneficiamento na região, que já está em fase de testes. Com capacidade de processar quatro fardos de 200 kg por hora, a estrutura poderá atender até 800 hectares de lavouras, dando suporte ao crescimento sustentável da cadeia produtiva. 

Esse avanço representa mais que números: sinaliza a revitalização econômica de uma região marcada pela escassez de recursos hídricos, que agora encontra na biotecnologia e na irrigação uma nova esperança de renda, desenvolvimento e permanência das famílias no campo.

  





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