terça-feira, abril 21, 2026

Política & Agro

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Safra de milho apresenta boas condições nos Estados Unidos


Colheita de milho segue avançando no país





Foto: Divulgação

De acordo com o boletim “Weekly Weather and Crop Bulletin”, divulgado nesta quarta-feira (16) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), a colheita de milho segue avançando de forma positiva nos Estados Unidos. Cerca de 94% da área plantada do milho do país já estava madura até o dia 13 de outubro. Um ponto percentual acima do mesmo período do ano passado e 5 pontos à frente da média dos últimos cinco anos.

Segundo o boletim, 47% da área plantada de milho para a safra de 2024 foi colhida até o final da última semana, 5 pontos percentuais à frente do ano passado e 8 pontos acima da média histórica. Em 15 dos 18 estados estimados, a colheita de milho avançou 10 pontos percentuais ou mais durante a semana.

No que diz respeito à qualidade, em 13 de outubro, 64% da área plantada nos Estados Unidos foi classificada em boas ou excelentes condições, mantendo os mesmos índices da semana anterior e superando em 11 pontos percentuais a classificação do ano passado. No maior estado produtor de milho do país, o estado de Iowa, 76% da safra do cereal foi avaliada como de boa a excelente qualidade, conforme os dados do USDA.





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Como está o progresso das lavouras de sorgo nos Estados Unidos?


Colheita de sorgo no Texas chega a 95%, superando a média de cinco anos





Foto: Pixabay

O boletim “Weekly Weather and Crop Bulletin”, divulgado nesta quarta-feira (16) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), trouxe atualizações sobre o andamento da safra norte-americana de sorgo. Até o dia 13 de outubro, 89% da área plantada já havia atingido a maturidade, igual ao registrado no mesmo período do ano passado e 2 pontos percentuais à frente da média dos últimos cinco anos.

Segundo o boletim, quanto à colheita, 53% da área de sorgo foi colhida até o momento, 3 pontos à frente do ano anterior e da média histórica. O progresso da colheita de sorgo avançou 22 e 20 pontos percentuais, respectivamente, ao longo da semana nos estados da Nebraska e Dakota do Sul. Já no Texas, 95% da área plantada de sorgo foi colhida, superando em 4 pontos percentuais tanto os números do ano passado quanto a média de cinco anos.

Em termos de qualidade, 44% da área plantada de sorgo foi classificada em boas a excelentes condições até 13 de outubro, o que representa uma leve queda de 1 ponto percentual em relação à semana anterior, mas 2 pontos à frente dos resultados obtidos no ano passado, conforme os dados do USDA.





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“Boi China”, fêmea e boi gordo registram nova alta


Mercado de bovinos registra forte alta nas cotações





Foto: Canva

Segundo dados do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, a primeira quinzena de outubro foi marcada por expressivas elevações nos preços da arroba bovina em diversas praças pecuárias paulistas, com o movimento de alta permaneceu nesta quinta-feira (17). O mercado abriu o dia com ofertas maiores para todas as categorias destinadas ao abate. A arroba do “boi China” e do boi gordo registrou um aumento de R$ 5,00, enquanto a arroba das fêmeas subiu R$ 3,00.

No Mato Grosso, as cotações também seguiram em alta em todas as regiões monitoradas, impulsionadas por escalas de abate mais curtas. No Nortão do estado, a valorização foi de R$ 10,00 por arroba para o boi gordo, vaca e novilha. Situação semelhante foi observada na região Sudeste, com o boi gordo e a novilha registrando alta de R$ 10,00 por arroba, enquanto a vaca teve aumento de R$ 5,00, conforme aponta o Informativo.

Em Cuiabá, o boi gordo também subiu R$ 10,00 por arroba, e a vaca, R$ 5,00, com a novilha mantendo os preços estáveis. No Sudoeste do estado, as cotações permaneceram inalteradas. A arroba do “boi China” acompanhou a tendência de alta, com aumento de R$ 5,00. No Acre, os preços permaneceram estáveis em comparação ao dia anterior.





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Mercado de açúcar fecha em queda semanal


Ao fim da sessão, o contrato H25 foi precificado a US¢ 22,24/lb




Assim, o mercado de açúcar e etanol segue influenciado por fatores climáticos e especulativos
Assim, o mercado de açúcar e etanol segue influenciado por fatores climáticos e especulativos – Foto: Pixabay

De acordo com a StoneX, a semana foi marcada por um direcionamento pouco claro para o mercado futuro de açúcar. Nesta sexta-feira (11), o açúcar bruto em Nova York registrou uma alta moderada pelo terceiro pregão consecutivo, porém insuficiente para evitar que o contrato de março/25 fechasse em queda em relação à semana anterior. 

Ao fim da sessão, o contrato H25 foi precificado a US¢ 22,24/lb, apresentando uma queda de 3,3% em comparação com a semana passada, quando os preços ainda superavam o nível de US¢ 23,00/lb. O relatório da UNICA, que trouxe dados alinhados às expectativas, contribuiu para os ajustes observados ao longo da semana. Até terça-feira, a queda acumulada em quatro pregões chegou a atingir níveis abaixo de US¢ 22,00/lb, alcançando US¢ 21,80/lb, mas com recuperação posterior.

No setor de etanol hidratado, o indicador da StoneX para Ribeirão Preto (SP), incluindo impostos, fechou a semana em R$ 3,02/litro, refletindo uma alta semanal de 2%. Esse aumento pode estar relacionado ao retorno das compras das usinas ao mercado doméstico, especialmente na segunda quinzena de setembro, diferente do cenário observado no início daquele mês, quando a demanda caiu, pressionando os preços para baixo. Atualmente, a normalização dos estoques nas usinas sugere que outubro poderá registrar um pico de estocagem no Centro-Sul e, eventualmente, uma queda do indicador a partir deste ponto.

Assim, o mercado de açúcar e etanol segue influenciado por fatores climáticos e especulativos. A atenção às condições no Centro-Sul e aos estoques das usinas será essencial para determinar a direção dos preços nas próximas semanas, acompanhando possíveis ajustes e oportunidades.
 





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soja supera a média de 5 anos; Plantio de trigo de inverno atrasa


USDA aponta progresso das colheita de soja e trigo





Foto: Canva

O boletim “Weekly Weather and Crop Bulletin”, divulgado nesta quarta-feira (16) pela NOAA e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), destacou o avanço da colheita de soja e o progresso do plantio de trigo de inverno em todo o país. No caso da soja, 95% das áreas plantadas já registraram a queda das folhas até 13 de outubro, número ligeiramente inferior ao do ano passado, mas 3 pontos percentuais à frente da média de 5 anos. A colheita de soja está 67% concluída, superando em 10 pontos percentuais o resultado do mesmo período do ano passado e 16 pontos à frente da média de 5 anos.

O ritmo da colheita de soja foi especialmente acelerado em 11 dos 18 estados monitorados, com avanços de 20 pontos percentuais ou mais em uma semana.

Já o plantio do trigo de inverno de 2025 atingiu 64% da área prevista até o dia 13 de outubro, ligeiramente atrás do desempenho do ano passado e da média histórica de 5 anos. Apesar disso, 12 estados registraram um progresso no plantio, com aumentos de 10 pontos percentuais ou mais, conforme os dados do USDA.

De acordo com o “Weekly Weather and Crop Bulletin”, quanto à emergência do trigo de inverno, 35% das áreas plantadas já apresentam brotos, ritmo que também ficou atrás do registrado no ano passado e da média de 5 anos. Nos estados de Idaho e Nebraska, o progresso foi ainda mais notável, com avanço de 25 e 32 pontos percentuais, respectivamente, na última semana.





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Produtores semearam 30% do arroz no RS, diz Irga


A Fronteira Oeste (FO), a regional mais adiantada





Foto: USDA

ORio Grande do Sul semeou até agora 29,97% do arroz da safra 2024/2025. Foram registrados nesta semana 284.235 hectares dos 948.356 ha previstos pelo Irga para o Estado.

A Fronteira Oeste (FO), a regional mais adiantada, está com 155.442 hectares semeados (55,21% dos 281.542 ha estimados). A Planície Costeira Interna é a segunda mais avançada, com 46.383 ha (32,25% dos 143.825 ha projetados).

O gerente da Extensão Rural (Dater) do Irga, Luiz Fernando Siqueira, destaca o avanço na FO, que já ultrapassou os 50%. “Alguns municípios já estão bem adiantados na Fronteira Oeste. As demais regiões também avançaram em relação ao último levantamento, mas o grande destaque continua sendo a FO. Nas próximas semanas, pela previsão do clima, possivelmente tenhamos mais janelas, possibilitando que no mês de outubro o Estado inteiro atinja um percentual bem satisfatório da semeadura”, acrescenta.

O levantamento da semeadura de arroz no RS é coordenado pela Dater, a partir de informações fornecidas pelos produtores para os núcleos da autarquia localizados no interior do Estado.





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HF Brasil/Cepea: Balança comercial de frutas e hortaliças está negativa, mas…


A balança comercial brasileira de frutas e hortaliças frescas de 2024 está negativa na parcial de 2024 (até agosto), resultado bastante atípico, conforme avaliação da equipe da revista Hortifruti Brasil, publicação do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.

Para as frutas, dados do Comex Stat compilados e avaliados pela equipe do Cepea mostram que as exportações deste ano de boa parte delas apresentam bom desempenho, mas as importações estão ainda mais intensas – mesmo diante do dólar valorizado frente ao Real –, contexto que vem resultando em um déficit significativo. Esse cenário é distinto, tendo em vista que, quando analisada a série histórica do Comex Stat, iniciada em 1997, foram poucos os anos em que a balança comercial foi negativa – houve déficit apenas em 1997, 1998 e 2014 (considerando-se o código SH08, que inclui frutas, cascas de frutos cítricos e de melões).

Segundo a equipe da revista Hortifruti Brasil, o impulso às importações vem das grandes aquisições externas de frutas que não são muito produzidas no Brasil, como pera, kiwi e frutas de caroço (ameixa, pêssego e nectarina), mas também das compras de algumas que já são fortemente produzidas por aqui, como maçã, uvas e laranja. Nestes casos, as importações aconteceram como forma de complementar a reduzida produção doméstica.

Quanto às hortaliças, segundo o Comex Stat (considerando-se o código SH07, que inclui produtos hortícolas, plantas, raízes e tubérculos, comestíveis), a balança continua deficitária, já que o Brasil é “importador líquido” desses produtos, ou seja, o País comumente compra mais fora do que exporta.

O CENÁRIO PODE MUDAR – Considerando-se o desempenho da parcial deste ano (de janeiro a agosto) e uma média dos resultados dos últimos cinco anos para os meses restantes (setembro a dezembro), espera-se que a balança comercial de frutas frescas feche 2024 positiva, sustentada pelas boas perspectivas com as exportações de manga, melão, melancia e lima ácida tahiti. Ainda assim, o possível superávit de 2024 deve ser baixo. Os gastos com as importações estão aumentando de forma expressiva, e os volumes adquiridos devem seguir intensos até o fim do ano.

 

Você também encontra nesta edição:

ALFACE – Clima desafia planejamento de produtores; consumo está limitado

BATATA – Calor acelera colheita em setembro

CEBOLA – Produtividade em alta mantém preço em queda

TOMATE – Preços reagem, mas seguem em baixos patamares

CENOURA – Custos seguem acima dos preços em setembro

CITROS – Preço da pera in natura renova recorde

MELANCIA – Oferta elevada impede aumento de preços em setembro

MELÃO – Oferta intensa restrita eleva preços

UVA – Colheita aumenta no Vale, mas em menor proporção que em anos anteriores

MANGA – Alta oferta de tommy pressiona cotações em setembro

MAÇÃ – Fruta importada tem boa qualidade e preço atrativo; importações crescem

BANANA – Apesar da queda em setembro, valor da prata avança em um ano

MAMÃO – Volume colhido de havaí aumenta, e preços caem





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Chuvas aliviam seca e beneficiam solos para grãos de inverno na Europa


Antigo furacão Kirk causa chuvas intensas e alívio parcial da seca na Europa





Foto: Divulgação

De acordo com o boletim “Weekly Weather and Crop Bulletin”, divulgado nesta quarta-feira (16) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), chuvas generalizadas continuam em grande parte da Europa, embora áreas de seca persistam nas regiões agrícolas do sudeste. As precipitações variaram de 15 a 100 mm, atingindo desde a Inglaterra e França até a Europa central, trazendo alívio para os solos destinados aos grãos de inverno, especialmente em Portugal e Espanha.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

A umidade do solo nessas regiões melhorou após semanas de tempo chuvoso, com parte das precipitações resultantes dos remanescentes do antigo furacão Kirk, que trouxe chuvas fortes e ventos intensos para a Península Ibérica e partes da França. Algumas áreas, como o norte da Itália, registraram volumes de chuva entre 50 e 170 mm, causando inundações localizadas e atrasando o trabalho de campo, conforme os dados do USDA.

De acordo com o “Weekly Weather and Crop Bulletin”, apesar das chuvas abundantes, algumas áreas agrícolas, como a Polônia e os Estados Bálticos, tiveram condições mais secas e favoráveis, com precipitações de 2 a 15 mm, favorecendo o plantio das safras de inverno e outros trabalhos sazonais. No entanto, bolsões de seca voltaram a preocupar o Vale do Rio Danúbio, principalmente na Hungria e, em menor escala, no sudoeste da Romênia.

As temperaturas também variaram, com registros de até 4°C acima do normal no sudeste europeu, substituindo a recente onda de frio que havia atingido a região.





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Seca ameaça colheitas de trigo na Rússia e Ucrânia


Metade ocidental da Ucrânia e Rússia se recupera com chuvas





Foto: Canva

Segundo o boletim “Weekly Weather and Crop Bulletin”, divulgado nesta quarta-feira (16) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), um bloqueio atmosférico de alta pressão, que havia persistido por semanas no oeste da Rússia, começou a se deslocar para o leste, mantendo a seca em áreas orientais, mas permitindo que chuvas atingissem a metade ocidental da região. Pouca ou nenhuma precipitação foi observada no leste da Ucrânia e no oeste da Rússia, exceto por leves chuvas de 2 a 12 mm ao longo da costa russa do Mar Negro, no final do período de monitoramento.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

A seca severa e extrema continua a impactar as principais áreas de cultivo de trigo de inverno no oeste da Rússia e no leste da Ucrânia, onde as precipitações dos últimos 90 dias somam menos de 25% do esperado. O trigo de inverno, normalmente plantado entre o final de agosto e setembro, tem sido severamente afetado, com muitos produtores optando por pulverizar as safras ou adiar o plantio para a primavera, mudando para cultivos de verão.

De acordo com o “Weekly Weather and Crop Bulletin”, por outro lado, as chuvas se intensificaram e se expandiram nas regiões ocidentais, com volumes variando de 10 a 100 mm, beneficiando a Moldávia, o sudoeste da Ucrânia e o noroeste da Rússia. Com isso, as perspectivas para as colheitas de inverno são mais otimistas nessas áreas.

Ainda assim, o Índice de Saúde da Vegetação (VHI), obtido por satélite, continua mostrando condições ruins a péssimas no leste da Ucrânia e em grande parte da Rússia. Já na Moldávia e no oeste da Ucrânia, as recentes e contínuas chuvas contribuíram para uma recuperação no vigor das culturas, conforme os dados do USDA.





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Bioinsumo com vespa parasitoide pode controlar percevejo da soja


A cultura da soja vem expandido ao longo dos anos, e a projeção é de que a área plantada deve  crescer 3%, para históricos 47,4 milhões de hectares, de acordo com os dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Assim como a cultura, a utilização de defensivos biológicos acompanha a evolução, hoje o Brasil possui 36% de áreas cultivadas com algum tipo de insumo biológico, que além de suustentável são aliados no combate a  doenças foliares e pragas, como os percevejos. 

Os percevejos podem causar danos severos na cultura da soja. O estrago pode ser direto ou indireto e tudo depende do período Da fase vegetativa à maturação, o percevejo afeta a qualidade das sementes, além do rendimento. O sugador consegue reduzir o potencial germinativo e de vigor. A época mais crítica e que precisa da atenção do sojicultor é a reprodutiva. Como os percevejos atacam as vagens, os insetos podem comprometer todo o resultado da safra Há perda de produtividade por conta do abortamento dos grãos, que perdem massa e teor de óleo. Os danos na lavoura podem ser severos e podem reduzir de 30 a 40% a produtividade da soja em grão e, se o plantio for para multiplicação da semente (sementeiras) esse número aumenta para a queda de até 50% da produção.

A utilização de insumos biológicos podem minimizar os impactos, como reduzir as perdas em até 30% na produtividade, além de trazer benefícios como o controle dos ovos, manejo da população resistente, perda de vagem e redução da quantidade de adultos da praga no final do ciclo da soja, como explica a CEO da Life Biological Control, Cristiane Tibola. 

“As microvespas parasitam os ovos dos percevejos no campo, sendo um dos únicos produtos que controlam os ovos, isso é um diferencial muito importante, pois não deixa que esses novos percevejos eclodam e causem danos, evitando assim que a praga se instale nas plantas, ou seja, ao invés de nascer percevejo, nasce uma microvespa que vai continuar o ciclo de controle biológico na lavoura”, afirma a especialista em controle biológico de pragas.

No Brasil, apenas 0,3% do controle de percevejos é realizado com ferramenta biológica, o que causa resistência a inseticida químico e aumenta o custo de controle, pois traz a necessidade de mais aplicações no ciclo. Para auxiliar no controle desta praga de fácil propagação e muito resistente aos inseticidas químicos, a Life Biological Control acaba de lançar no mercado o Defender Soy, produzido a base da vespa parasitoide (Telenomus podisi).

A aplicação de insumos biológicos com o Defender Soy, pode reduzir as perdas em até 30% na produtividade, além de trazer benefícios como o controle dos ovos, manejo da população resistente, perda de vagem e redução da quantidade de adultos da praga no final do ciclo da soja, como explica a CEO da Life Biological Control, Cristiane Tibola

“As microvespas parasitam os ovos dos percevejos no campo, sendo um dos únicos produtos que controlam os ovos, isso é um diferencial muito importante, pois não deixa que esses novos percevejos eclodam e causem danos, evitando assim que a praga se instale nas plantas, ou seja, ao invés de nascer percevejo, nasce uma microvespa que vai continuar o ciclo de controle biológico na lavoura”, afirma a especialista em controle biológico de pragas.

Segundo pesquisa feita pela Embrapa Soja, as espécies de percevejos encontradas com mais frequência na cultura da soja são o percevejo-marrom e o percevejo-verde-pequeno, sendo o principal alvo na aplicação de inseticida químico. Estima-se que para o controle do percevejo na soja sejam realizadas, em média, de quatro a oito pulverizações de inseticidas por ciclo da cultura. Porém, o uso frequente de inseticidas tem favorecido a seleção de indivíduos resistentes, e falhas de controle no campo têm sido reportadas com frequência. Diante desse cenário, o uso da microvespa Telenomus podisi como um defensivo biológico tem se mostrado, cada vez mais, uma estratégia eficaz no controle de pragas, especialmente do percevejos-marrom, ressalta a pesquisadora.

“O Defender Soy apresenta controle acima dos 95% na cultura da soja. É o único produto no mercado que elimina o ovo do percevejo. O resultado é um grão com melhor qualidade e peso, melhorando muito o vigor da semente”, enfatiza Cristiane. Apresentado ao mercado para a safra 2024/2025, o Defender Soy possui registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e está à disposição dos agricultores nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso do Sul, num raio próximo à fábrica que fica no município de Piracicaba, interior paulista.





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