sábado, abril 11, 2026

Política & Agro

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Aliada no plantio direto de soja



O manejo adequado da palhada no plantio direto é uma estratégia indispensável



No contexto abordado, a palhada protege o solo contra erosão
No contexto abordado, a palhada protege o solo contra erosão – Foto: USDA

A utilização de palhada, resíduo vegetal deixado no solo após colheitas anteriores, oferece inúmeras vantagens para o cultivo de soja em sistemas de plantio direto, como destaca Bruno Lorran Rechia, Representante Comercial na Boa Safra Sementes, em seu perfil no linkedIn. Esses benefícios abrangem desde a conservação do solo até a sustentabilidade agrícola, sendo fundamentais para a produtividade e a preservação dos recursos naturais.

No contexto abordado, a palhada protege o solo contra erosão, melhorando sua estrutura e promovendo maior infiltração de água. Além disso, reduz a evaporação, mantendo a umidade em períodos de estiagem e regulando a temperatura do solo, o que favorece o desenvolvimento das raízes e de microrganismos benéficos. Também contribui para o controle de plantas daninhas, atuando como barreira física e química, e libera gradualmente nutrientes essenciais como nitrogênio, fósforo e potássio durante sua decomposição.

Sendo assim, o manejo adequado da palhada no plantio direto é uma estratégia indispensável para melhorar a produtividade e a qualidade do cultivo de soja, alinhando resultados econômicos e ambientais de forma sustentável. “Culturas como milho, milheto, sorgo, braquiária e até mesmo trigo são frequentemente usadas como precursoras para formar palhada no sistema de plantio direto da soja. A escolha da cultura de cobertura depende do clima, tipo de solo e manejo desejado. O uso de palhada é essencial para o manejo sustentável e eficiente do cultivo da soja, garantindo produtividade e preservação dos recursos naturais”, comenta.





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Arroz irrigado lidera expansão da produção



A safra atual reflete o otimismo do setor



No Rio Grande do Sul, estado líder na produção de arroz irrigado, 97% da área já foi plantada
No Rio Grande do Sul, estado líder na produção de arroz irrigado, 97% da área já foi plantada – Foto: José Luis da Silva Nunes

De acordo com a Equipe FieldCrops, o arroz irrigado será o principal responsável pelo crescimento de 13,9% na produção brasileira de arroz na safra 2024/25, que deve alcançar 12,06 milhões de toneladas. Com uma área estimada em 1,39 milhão de hectares (+8,5%), o cultivo irrigado se destaca especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde mais de 90% da semeadura já foi concluída. A produtividade média para essa modalidade é projetada em 6.828 kg/ha, refletindo um aumento de 3,5% em relação à safra anterior.  

No Rio Grande do Sul, estado líder na produção de arroz irrigado, 97% da área já foi plantada, apesar de alguns desafios causados por chuvas irregulares. Em Santa Catarina, o plantio praticamente foi finalizado, com as lavouras apresentando bom desenvolvimento até o momento. Outros estados produtores, como Tocantins e Mato Grosso, também avançaram na semeadura graças às condições climáticas favoráveis e à regularidade das chuvas.  

O arroz de sequeiro, que representa uma parcela menor da produção, também registrou expansão significativa. A área cultivada nesta modalidade cresceu 15,3%, alcançando 374,4 mil hectares, com destaque para os estados de Mato Grosso e Maranhão. O bom desempenho do arroz de sequeiro é atribuído à valorização dos preços no mercado e ao aumento da rentabilidade, fatores que motivaram os produtores a investir na cultura.  

A safra atual reflete o otimismo do setor, impulsionado não apenas pelos bons preços e pela rentabilidade, mas também pelas condições climáticas favoráveis em grande parte das regiões produtoras. 

 





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Como está o mercado da soja?


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, giram preços em torno de R$ 141,00 para entrega em novembro, e pagamento 27/12, no porto, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,00 Cruz Alta – Pagamento em 30/01. R$ 134,00 Passo Fundo – Pagamento em 30/01. R$ 134,00 Ijuí – Pagamento em 30/01. R$ 133,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 30/01. Preços de pedra, em Panambi, manteve em para R$ 125,00 a saca, para o produtor”, comenta.

No aspecto comercial, as cotações da soja no mercado catarinense registraram alta de 2,4% em novembro, mas apresentaram recuo de 0,5% nos primeiros 10 dias de dezembro, em comparação ao preço médio do mês anterior. Hoje, o preço da soja foi cotado a R$ 142,00 no porto e R$ 135,50 em Chapecó, refletindo as oscilações recentes do mercado.

No Paraná, o mercado está de olho no encerramento do plantio. “No porto, em Campinas (SP), o mercado também mostrou pouca movimentação, com preços CIF para o Porto de Paranaguá (PR) entre R$ 138 e R$ 138,50 por saca, para entrega imediata e pagamento em janeiro, enquanto os vendedores pediam R$ 140 a R$ 142. No spot da soja em Cascavel (PR), indústrias propunham entre R$ 137 e R$ 139/saca FOB, com embarque imediato e pagamento em janeiro, sem contraofertas. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 133,00”, completa.

Chuva libera áreas ainda paradas para o fim do plantio no Mato Grosso do Sul. “No spot da soja em Dourados, as indicações de compra ficaram em R$ 133 por saca FOB para embarque imediato, com pagamento em janeiro, enquanto os vendedores pediam R$ 136 a R$ 137, sem acordos”, indica.

Negócios parados no estado do Mato Grosso. “Em Sorriso, o spot tem liquidez limitada, com indicações a R$ 136 FOB para entrega em dezembro e pagamento em janeiro, sem interesse de venda. Campo Verde: R$ 134,00, Lucas do Rio Verde: R$ 134,50. Nova Mutum: R$ 133,50. Primavera do Leste: R$ 134,50. Rondonópolis: R$ 138,50. Sorriso:

R$ 136,00”, conclui.

 





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Dólar em alta impulsiona preços do milho na B3



A valorização do dólar frente ao real é um dos principais fatores



Nesse contexto, os contratos futuros de milho na B3 fecharam o dia em alta
Nesse contexto, os contratos futuros de milho na B3 fecharam o dia em alta – Foto: Pixabay

De acordo com informações da TF Agroeconômica, os principais contratos de milho encerraram a terça-feira (17) com valorização, apesar de um cenário internacional negativo. Na Bolsa de Chicago, o contrato para dezembro/24 foi cotado a US$ 4,43, registrando queda de 1,5 pontos. Contudo, o dólar teve uma alta expressiva, alcançando a máxima de R$ 6,207 e fechando o dia em R$ 6,096. Esse movimento garantiu melhores margens aos exportadores no porto, impactando positivamente os preços futuros do cereal no mercado interno.  

Nesse contexto, os contratos futuros de milho na B3 fecharam o dia em alta. O vencimento janeiro/25 subiu R$ 0,56, encerrando a R$ 74,56, embora acumule baixa de R$ 1,36 na semana. O contrato março/25 teve alta de R$ 0,54, finalizando em R$ 73,70, mas ainda registra perda semanal de R$ 0,47. Já o vencimento maio/25 também avançou R$ 0,54 no dia, sendo cotado a R$ 73,07, com uma leve queda semanal de R$ 0,06.  

A valorização do dólar frente ao real é um dos principais fatores que sustentaram as cotações na B3, mesmo em um dia de queda nos preços internacionais. Essa alta cambial favorece a competitividade do milho brasileiro no mercado externo, elevando as margens dos exportadores e influenciando diretamente o mercado interno.  

O desempenho do dólar e sua relação com o mercado internacional reforçam a importância de monitorar as variáveis cambiais. Para os players do setor, especialmente em um momento de volatilidade, o câmbio segue como um elemento decisivo para a formação de preços e para estratégias comerciais no agronegócio brasileiro.

 





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Dólar atinge R$ 6,09 e fecha em novo recorde histórico após intervenção do Banco Central



Banco Central (BC), que vendeu mais de US$ 4,6 bilhões em dois leilões




Foto: Pixabay

O dólar encerrou a segunda-feira (16) com alta expressiva, cotado a R$ 6,09, alcançando o maior valor de fechamento desde a implantação do Plano Real, em 1994. Mesmo com a intervenção do Banco Central (BC), que vendeu mais de US$ 4,6 bilhões em dois leilões realizados durante a manhã, o mercado seguiu pressionado, refletindo preocupações fiscais e o aumento dos prêmios de risco no Brasil.

Na B3, o contrato de dólar futuro com vencimento mais próximo também registrou alta. Às 17h03, a cotação subia 0,86%, sendo negociada a R$ 6,10. Essa movimentação representa o terceiro dia consecutivo de intervenção no mercado cambial por parte do BC, em uma tentativa de conter a escalada da moeda.

A atuação desta segunda-feira é considerada a maior intervenção cambial desde março de 2020, quando o Banco Central vendeu US$ 2 bilhões em leilões semelhantes. Ainda assim, o esforço não foi suficiente para reverter o movimento de alta, impulsionado pelo receio crescente dos investidores quanto à situação fiscal do país e o aumento da aversão ao risco global.

 





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Setor de fertilizantes enfrenta cenário desafiador



“O câmbio elevado é um dos principais desafios”



A baixa nos preços das commodities agrícolas reduziu significativamente o poder de investiment
A baixa nos preços das commodities agrícolas reduziu significativamente o poder de investiment – Foto: Divulgação

O setor de fertilizantes atravessa um dos períodos mais difíceis da última década, segundo análise de Anderson Nacaxe. A combinação de preços reduzidos para commodities agrícolas, como soja e milho, com a escalada do câmbio em mercados emergentes, como o Brasil, tem comprimido margens, elevado custos operacionais e revelado fragilidades estruturais nas grandes empresas do setor. 

A baixa nos preços das commodities agrícolas reduziu significativamente o poder de investimento dos produtores rurais, afetando diretamente a receita de grandes players do setor. A Mosaic, por exemplo, registrou queda de 21% em suas receitas no terceiro trimestre de 2024, enquanto Yara e Nutrien tiveram reduções de 6% e 5%, respectivamente. Além disso, a Nutrien anunciou cortes drásticos, incluindo o fechamento de unidades no Brasil, ilustrando os desafios enfrentados mesmo por líderes do mercado.

“O câmbio elevado é um dos principais desafios, especialmente em mercados emergentes como o Brasil. Para empresas que dependem de insumos dolarizados, como gás natural, ou têm operações em moedas locais mais voláteis, o impacto é brutal. O caso da Nutrien, que sofreu perdas de US$ 220 milhões em derivativos cambiais não autorizados no Brasil, é emblemático. Mostra como a gestão de riscos financeiros é essencial em um cenário de volatilidade global”, comenta.

Apesar das adversidades, algumas empresas têm se destacado. A CF Industries apresentou uma margem EBITDA de 43,2% e o maior ROIC do setor (12,2%), impulsionada por sua diversificação em produtos de maior valor agregado, como amônia e ureia. Já empresas como Yara e Mosaic ainda enfrentam dificuldades em recuperar margens operacionais, com resultados ajustados de EBITDA muito abaixo dos melhores momentos anteriores.

 





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Indústria arrozeira portuguesa enfrenta crise



Além da queda nos preços, o setor sofre com estoques remanescentes



Além da queda nos preços, o setor sofre com estoques remanescentes
Além da queda nos preços, o setor sofre com estoques remanescentes – Foto: coniferconifer

A indústria de arroz em Portugal atravessa uma grave crise, com perdas estimadas em cerca de 40 milhões de euros, conforme divulgado pela agência Lusa. Apesar da boa qualidade da safra deste ano, os preços de venda despencaram de 550 euros por tonelada na campanha anterior para 350 euros nesta safra, tornando o cultivo economicamente inviável. João Reis Mendes, presidente da Aparroz, associação de produtores de arroz, alertou que o setor enfrenta condições críticas: “Estamos a produzir abaixo dos custos, o que compromete a sustentabilidade de cerca de 1.500 agricultores.”  

Além da queda nos preços, o setor sofre com estoques remanescentes do ano anterior que não foram vendidos e com a redução nas exportações para o Oriente Médio, região que tem sido dominada pelo arroz dos Estados Unidos e da Austrália. Embora o preço do arroz nos supermercados não tenha diminuído, os produtores não conseguem negociar valores que cubram os custos de produção, colocando em risco os 28 mil hectares cultivados no país e a subsistência de milhares de famílias.  

Diante dessa realidade, representantes do setor se reunirão para avaliar os impactos financeiros e traçar um plano de ação que fortaleça a cadeia produtiva. A busca por mercados alternativos e políticas que garantam preços mínimos para os produtores são algumas das possíveis medidas a serem discutidas.  A situação evidencia a necessidade de soluções rápidas para evitar o colapso do setor arrozeiro português, que desempenha um papel crucial na agricultura nacional e na preservação de paisagens rurais únicas.

 





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Mecanização otimiza produção de hortaliças



Produtor tem percebido que a orimização gera lucro



A Agritech, referência nacional em equipamentos para agricultura familiar, destaca-se nesse cenário
A Agritech, referência nacional em equipamentos para agricultura familiar, destaca-se nesse cenário – Foto: Pixabay

O verão é uma época intensa para a agricultura familiar no Brasil, especialmente na olericultura, que representa mais da metade da produção de hortaliças no país. Para otimizar o manejo no campo e aumentar a produtividade, muitos produtores têm apostado na tecnificação da lavoura, como demonstram os avanços registrados pelo Censo Agropecuário do IBGE de 2023, que apontou uma taxa de mecanização de 25% nesse segmento.

A Agritech, referência nacional em equipamentos para agricultura familiar, destaca-se nesse cenário com a linha de tratores 1155, projetada para pequenas propriedades. Com características como o menor raio de giro do mercado (2.250 mm) e sistema Autolift, o modelo facilita manobras em espaços reduzidos e melhora a eficiência do trabalho. Equipado com motor Yanmar de 42 CV, o trator combina potência, baixo consumo de combustível e compatibilidade com Biodiesel B8, alinhando tecnologia à sustentabilidade.

O modelo Super Estreito, também da Agritech, é outra solução versátil para diferentes cultivos, com apenas 1,18 metros de largura externa e excelente desempenho em terrenos compactos. Segundo o coordenador de Vendas da empresa, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira, esses equipamentos oferecem um custo-benefício vantajoso, retornando o investimento com maior rentabilidade ao agricultor.

“O agricultor hoje percebe que a otimização do manejo no campo, aumento de produtividade e consequente rentabilidade são essenciais para que ele tenha lucro nos negócios. Por isso, ele busca no mercado equipamentos adequados a sua propriedade com preços atrativos”, comenta o coordenador de Vendas/Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira. “A linha 1155 é indicada para diferentes culturas e realiza várias funções na lavoura, atendendo às necessidades da agricultura familiar, principalmente nas propriedades onde é preciso otimizar a mão de obra, garantindo aumento de produtividade. É um investimento que retorna ao agricultor em forma de rentabilidade”, conclui Oliveira.

 





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Água magnetizada chama a atenção na horticultura colombiana



Um efeito importante é a aceleração da germinação de sementes



Um efeito importante é a aceleração da germinação de sementes
Um efeito importante é a aceleração da germinação de sementes – Foto: Pixabay

A água magnetizada tem ganhado destaque na agricultura e horticultura da Colômbia, mostrando-se uma alternativa promissora para o aumento da produtividade e a sustentabilidade. Segundo Luis Medrano, representante da Quantum BioTek Global no país, essa tecnologia altera a estrutura molecular da água, reduzindo sua tensão superficial. Isso facilita a penetração no solo e nas raízes, promovendo uma absorção mais eficiente de nutrientes essenciais, como Nitrogênio, Fósforo e Potássio. Como resultado, as plantas apresentam crescimento mais vigoroso, com caules fortes e folhas maiores, além de maior produção de biomassa.  

Outro efeito importante é a aceleração da germinação de sementes, que ocorre de maneira mais rápida e uniforme. Estudos sugerem que a melhor hidratação e o equilíbrio iônico promovidos pela água magnetizada ativam enzimas fundamentais para o processo germinativo. Em culturas como milho, tomate e trigo, foram observados aumentos significativos no rendimento final. Além disso, a maior eficiência na nutrição das plantas reduz a necessidade de fertilizantes e pesticidas, diminuindo custos e os impactos ambientais. Há também indícios de que a tecnologia pode fortalecer as plantas contra pragas e doenças, embora isso ainda precise de maior validação científica.  

A água magnetizada melhora a gestão hídrica, otimizando a irrigação ao penetrar mais profundamente no solo e reduzindo desperdícios, o que é essencial em regiões com escassez de água. Outro benefício relatado é sua capacidade de dessalinizar solos, dissolvendo sais acumulados e melhorando a qualidade do solo para cultivo. No entanto, os resultados variam conforme o tipo de planta, as condições do solo e a intensidade do tratamento magnético. Além disso, o custo inicial dos sistemas de magnetização pode representar um desafio para pequenos produtores.  

Embora mais estudos sejam necessários para entender totalmente os mecanismos dessa tecnologia, seus benefícios já apontam para um futuro promissor. A água magnetizada pode se tornar uma aliada crucial para o fortalecimento da agricultura colombiana, promovendo maior produtividade e sustentabilidade no uso dos recursos naturais.

 





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Como tratar a estria vermelha na cana-de-açúcar?



“A estria vermelha é um desafio para a cultura da cana-de-açúcar”



A  prevenção e o controle eficazes da estria vermelha passam pela utilização de biofungicidas
A prevenção e o controle eficazes da estria vermelha passam pela utilização de biofungicidas – Foto: Canva

A estria vermelha é um desafio significativo para a cana-de-açúcar, especialmente em regiões com condições climáticas favoráveis, como nas primeiras chuvas, quando a cultura está em seu estágio de maior desenvolvimento. Essa doença pode comprometer a produtividade e a qualidade do canavial, resultando em grandes perdas para os produtores.

De acordo com Jhenyfer Ferreira, engenheira agrônoma da Agrivalle Brasil, a prevenção e o controle eficazes da estria vermelha passam pela utilização de biofungicidas como o TWIXX-A. Este produto é composto por duas bactérias que atuam de forma complementar, oferecendo um controle eficiente das doenças foliares que afetam a cana-de-açúcar.

O TWIXX-A é um biofungicida multissítio, ou seja, age em diferentes locais do patógeno, potencializando seu efeito no controle da estria vermelha. Além disso, por ser biológico, oferece menores impactos ambientais e maior segurança para os trabalhadores.

Jhenyfer destaca a importância de aplicar o TWIXX-A nas primeiras chuvas, garantindo proteção à cultura durante seu ciclo de desenvolvimento. O uso desse produto representa uma solução sustentável e eficiente para o manejo de doenças foliares, ajudando a proteger a produtividade do canavial.

“A estria vermelha é um desafio para a cultura da cana-de-açúcar principalmente em áreas com condições climáticas favoráveis, como no período de maior desenvolvimento da cultura que inicia nas primeiras chuvas. Para evitar perdas de produtividade e qualidade no canavial o posicionamento do biofungicida como o TWIXX-A é essencial para a prevenção e controle da doença e entre outras doenças foliares que agridem a cultura. Twixx-A um produto multissítio com duas bactérias que atuam de forma complementar para o controle das doenças foliares”, escreveu, em seu perfil no LinkedIn.

 





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