segunda-feira, abril 6, 2026

Política & Agro

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Cotação do “boi China” cai R$ 2,00/@ em São Paulo



Boi gordo tem queda de preço




Foto: Divulgação

De acordo com dados do informativo “Tem Boi na Linha”, a boa oferta de boiadas, especialmente de fêmeas de descarte, aliada ao baixo escoamento da carne bovina, resultou em uma pressão sobre os preços do mercado pecuário em São Paulo.

A cotação do boi gordo caiu R$ 1,00/@, enquanto o “boi China”, a vaca e a novilha registraram queda de R$ 2,00/@. As escalas de abate estão atendendo, em média, sete dias.

Mato Grosso

  • Região Norte: Oferta elevada de fêmeas para descarte, mas com baixa demanda. O preço do boi gordo caiu R$ 2,00/@, enquanto o valor da vaca e da novilha permaneceu estável.
  • Região Sudoeste: O mercado manteve estabilidade em todas as categorias.
  • Região de Cuiabá: Nenhuma variação nos preços foi registrada.
  • Região Sudeste: Com menor oferta de boiadas, mas escoamento lento, o mercado permaneceu equilibrado. O boi gordo e a vaca mantiveram os preços, enquanto a novilha caiu R$ 2,00/@.


Santa Catarina

O mercado manteve-se estável, com oferta moderada de bovinos e demanda pouco aquecida. Não houve variação de preços em nenhuma categoria. As escalas de abate na região atendem, em média, seis dias.





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Brasil fortalece comércio agropecuário com o Vietnã



Comércio Brasil-Vietnã pode chegar a US$ 10 bi até 2030




Foto: Divulgação

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) concluiu com êxito uma missão oficial ao Vietnã, realizada entre os dias 13 e 15 de março, para fortalecer laços comerciais e ampliar oportunidades para o agronegócio brasileiro.

A delegação foi liderada pelo secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Marcel Moreira Pinto, e contou com a presença de representantes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e de exportadores brasileiros.

Durante a estadia na capital Hanói, a equipe participou de reuniões estratégicas com autoridades vietnamitas, incluindo o primeiro-ministro Pham Minh Chính e representantes dos ministérios do Planejamento e Investimentos e da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MARD). Os encontros abordaram investimentos no setor agropecuário e avanços na abertura do mercado vietnamita para carnes bovina, suína e de frango do Brasil.

Além disso, a delegação teve encontros com representantes do setor privado, como a Associação Vietnamita de Varejistas (AVR), importadores e distribuidores, ampliando as oportunidades de negócios entre os dois países.

Nos últimos anos, as relações comerciais entre Brasil e Vietnã têm se fortalecido. Em 2023, o fluxo comercial alcançou US$ 6,8 bilhões, com a expectativa de atingir US$ 10 bilhões até 2030. O Vietnã já figura entre os cinco principais mercados do agronegócio brasileiro.

Outro avanço importante foi a recente autorização do governo vietnamita para a importação de alimentos para cães e gatos contendo ingredientes de origem animal brasileiros, impulsionando a expansão do setor de pet food no mercado asiático.

A missão ao Vietnã reforça a estratégia do Mapa de abrir novos mercados e consolidar a competitividade do agronegócio brasileiro, garantindo novas oportunidades para produtores e exportadores do país.





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Semeadura do feijão-caupi avança no Maranhão



Falta de sementes pode afetar feijão-caupi




Foto: Canva

O 5º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta que a semeadura do feijão-caupi no Maranhão está em fase avançada, se aproximando de dois terços da área total prevista.

As lavouras já implantadas encontram-se entre as fases de emergência, desenvolvimento vegetativo e floração, apresentando boas condições fitossanitárias. A primeira safra do feijão-caupi no estado é tradicionalmente cultivada por agricultores familiares, que utilizam baixa tecnologia e adotam sistemas consorciados com arroz, milho e mandioca. Esse modelo produtivo, no entanto, costuma resultar em baixos rendimentos.

Grande parte dos produtores utiliza sementes adquiridas por meio de programas de doação do governo estadual ou reaproveitadas de safras anteriores. Entretanto, para o atual ciclo, não há previsão de distribuição de sementes pelo governo, o que pode impactar a área total plantada nesta temporada.

A expectativa é de que a produtividade seja influenciada pela disponibilidade de insumos e pelas condições climáticas, fatores essenciais para a manutenção da produção do feijão-caupi, cultura de grande importância para a segurança alimentar e a economia da agricultura familiar no Maranhão.





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riscos e medidas de prevenção


A gripe aviária, causada pelo vírus H5N1, tem preocupado especialistas devido ao seu avanço global desde 2021. Nos EUA, o vírus já infectou quase mil rebanhos leiteiros e levou ao sacrifício de mais de 130 milhões de aves. Recentemente, a Califórnia declarou emergência sanitária após a detecção do vírus em 70% das fazendas leiteiras. Embora infecções humanas sejam raras, mutações recentes sugerem um risco crescente de adaptação do vírus aos humanos.  

“O vírus da gripe aviária H5N1, particularmente uma variante chamada 2.3.4.4b, vem se espalhando progressivamente pelo mundo, desde 2021. O vírus evoluiu para se tornar capaz de infectar uma diversidade de espécies de aves, mamíferos marinhos, gado e até mesmo, ocasionalmente, humanos”, explica Décio Luiz Gazzoni, engenheiro agrônomo, membro do Conselho Científico Agro Sustentável e da Academia Brasileira de Ciência Agronômica.

Casos de infecção ocorrem principalmente por contato direto com aves contaminadas ou ambientes infectados. No entanto, registros de pacientes sem exposição conhecida a animais aumentam o temor de uma possível transmissão entre humanos. Estudos indicam que uma única mutação pode facilitar essa adaptação, tornando o vírus ainda mais perigoso.  

Os sintomas variam de leves a graves, incluindo febre, tosse, pneumonia e dificuldades respiratórias. Para minimizar os riscos, especialistas recomendam evitar contato direto com aves doentes, consumir apenas produtos lácteos pasteurizados e adotar medidas de higiene rigorosas. O monitoramento constante da evolução do vírus e investimentos em pesquisa são essenciais para prevenir uma nova pandemia.  

A experiência com a Covid-19 reforça a necessidade de vigilância e ação rápida. A redução da exposição ao H5N1 pode diminuir as chances de mutações que tornem a transmissão entre humanos mais eficiente. A adoção de políticas públicas eficazes e a disseminação de informações confiáveis são cruciais para conter a ameaça da gripe aviária.

“O risco potencial do H5N1 inclui-se no contexto de que as pandemias são raras, mas não impossíveis. Cada mutação traz o vírus um passo mais perto do limite, mas predizer se um vírus vai vencer esta barreira é um evento imponderável e imprevisível. De toda a maneira, a história recente com a Covid 19 mostrou o quanto uma pandemia pode ser devastadora”, comenta.

 





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Brasil avança na tokenização de ativos ambientais



A tecnologia blockchain é um dos pilares da proposta



A tecnologia blockchain é um dos pilares da proposta
A tecnologia blockchain é um dos pilares da proposta – Foto: Divulgação

A tokenização de ativos ambientais tem ganhado destaque como ferramenta para impulsionar a economia sustentável e aprimorar a comercialização de créditos de carbono. Para regulamentar esse mercado, o Projeto de Lei n.º 3.434/2024, do senador Fernando Dueire (MDB/PE), propõe um marco regulatório que visa garantir transparência, rastreabilidade e segurança nas transações. 

Segundo a advogada Luciana Simões Rebello Horta, da ABToken, a medida estabelece critérios de governança e assegura que os tokens tenham lastro em ativos ambientais reais. “O PL 3.434/2024 representa um grande avanço ao definir critérios de governança e transparência, garantindo que os tokens tenham lastro em ativos ambientais reais e verificáveis”, afirma.

A tecnologia blockchain é um dos pilares da proposta, permitindo auditorias independentes e evitando fraudes, como a dupla contagem de créditos. Além disso, a regulamentação busca atrair investimentos para projetos sustentáveis, como reflorestamento e conservação de biomas, tornando o setor mais seguro para investidores.

Apesar do avanço, desafios persistem, como a adaptação às normas internacionais e a capacitação dos agentes do setor. O Grupo de Trabalho de Ativos Verdes da ABToken, coordenado por Luciana Horta, acompanha de perto a tramitação do PL para garantir um equilíbrio entre inovação e segurança jurídica. Se aprovado, o PL 3.434/2024 poderá posicionar o Brasil como referência global na tokenização de ativos ambientais. 

“Com a tramitação do PL 3.434/2024, o Brasil se aproxima de uma nova era na regulamentação de ativos digitais sustentáveis. Se aprovado, o projeto poderá consolidar o país como líder global na tokenização de ativos ambientais, atraindo investimentos e fortalecendo seu compromisso com a sustentabilidade e inovação tecnológica”, finaliza Luciana.

 





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Broca e bicho-mineiro exigem controle eficiente


O manejo de pragas e doenças é fundamental para garantir a qualidade e produtividade do café, segundo o engenheiro agrônomo e CEO da Experimental Agrícola/illycaffè, Dr. Aldir Alves Teixeira. Entre os desafios enfrentados pelos cafeicultores, duas ameaças se destacam: a broca-do-café (Hypothenemus hampei) e o bicho-mineiro (Leucoptera coffeella).

A broca-do-café é uma praga bastante prejudicial ao cafeeiro e ataca os frutos em qualquer estágio de maturação. As infestações da broca-do-café podem ser influenciadas por diversos fatores, tais como o clima, a colheita, o sombreamento, o espaçamento e a altitude. Níveis a partir de 30% de infestação são prejudiciais à produtividade e qualidade do café. Os machos da broca-do-café apresentam as mesmas características morfológicas das fêmeas, porém são menores com asas rudimentares e possuem o comportamento de não saírem dos frutos onde se originam. As fêmeas, após o acasalamento, perfuram a região da coroa, e ovipositam em câmaras feitas nas sementes. Após 4 a 10 dias da postura, nascem as larvas que passam a broquear as sementes degradando o interior dos frutos de café. O período larval é de 14 dias, o período de pupa é de 7 dias em média, sendo que o desenvolvimento completo dura de 27 a 30 dias. Os prejuízos causados pela broca-do-café afetam a classificação e o beneficiamento do mesmo, comprometendo a bebida do ponto de vista comercial.

“A forma mais adequada para acompanhar a infestação da broca-do-café e para a tomada de decisão dos métodos de controle a serem utilizados é fazer a amostragem mensal dessa praga no cafezal, principalmente até cerca de 70 dias antes da colheita. Outra sugestão é iniciar a amostragem quando os frutos estiverem na fase de chumbo e chumbões, período em que as sementes já estão formadas e, portanto, fase em que a broca perfura o fruto, podendo ovipositar no fruto”, explica o engenheiro agrônomo.

Já a mariposa do bicho-mineiro é bem pequena, apresentando 6,5 mm de envergadura, asas brancas na parte dorsal. Sua postura ocorre durante a noite, com média de 7 ovos, colocando um ovo por folha, e durante o dia permanece na parte inferior das folhas. Nas infestações, a lagarta penetra na folha e aloja-se entre as duas epidermes, começando a alimentar-se e a construir minas, daí o nome bicho-mineiro. A ocorrência do bicho-mineiro está condicionada a diversos fatores. Entre esses fatores destacam-se as condições climáticas, sendo que a precipitação pluvial e a umidade relativa do ar influenciam negativamente na população da praga, ao contrário da temperatura, que exerce influência positiva; também a presença ou ausência de inimigos naturais como parasitoides, predadores e patógenos e diferenças de espaçamentos favorecem as infestações dessa praga. As larvas do bicho-mineiro eclodem de 5 a 21 dias após a postura, e penetram nas folhas, ficando entre as duas epidermes e causando a destruição do parênquima, consequentemente causam diminuição da área fotossintética e provocam queda das folhas. O período larval desta praga dura de 9 a 40 dias, formando um casulo em forma de X, no baixeiro do cafeeiro. Já o período de pupa dura de 5 a 26 dias e os adultos sobrevivem em média cerca de 15 dias.

“A amostragem de bicho-mineiro em cafeeiros de até 3 anos de idade deve ser realizada quinzenalmente no início, quando os primeiros danos aparecem nas folhas. Neste caso, o controle do bicho-mineiro deve ser iniciado quando forem encontradas 30% ou mais de folhas minadas nos terços médio e superior das plantas de café”, orienta Dr. Aldir Alves Teixeira.





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Complexo portuário de Itajaí tem aumento em todos os índices em janeiro


Presidente da APS considera envolvimento com a comunidade portuária local, além de muito trabalho, como fatores que geraram bom desempenho

O Complexo Portuário de Itajaí registrou aumento em todos os índices de movimentação de cargas em janeiro de 2025, comparado ao mesmo mês do ano anterior. No total, somando área pública e terminais de uso privado, o aumento foi de 26%, com 1,27 milhão de toneladas em 2025 ante pouco mais de um milhão em janeiro de 2024.

De acordo com o presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), gestora da infraestrutura pública do Porto de Itajaí, os resultados refletem a integração entre a boa gestão pública e a eficiência do setor privado: “o crescimento em janeiro é resultado do bom entendimento entre a comunidade portuária de Itajaí e Navegantes, suas administrações municipais e a gestão pública técnica da APS-Itajaí”, destacou. “Nós abrimos a gestão à participação local, inclusive aproveitando os empregados que já estavam na casa, e isso vem permitindo grandes avanços na retomada da grandeza do Porto”, afirmou Pomini.

No cais público do Porto de Itajaí, o destaque foi a atracação de navios de cruzeiros. De 17 atracações em janeiro, 13 foram de navios de passageiros, duas de carga geral, uma de contêineres e uma de ro-ro (carga de veículos). Por isso é relevante a decisão da APS-Itajaí de permitir a movimentação terrestre de carga geral, visando ampliar o embarque e desembarque de cargueiros, sem deixar de atender os cruzeiros.

No cais público, a movimentação foi de 47,9 mil toneladas, aumento de 28% em relação a 2024, quando a movimentação foi de 37,4 mil toneladas. Diferentemente do complexo como um todo, o Porto de Itajaí tem maior movimentação de exportação que de importação. Somando área arrendada com área de uso comum, são 185,4 mil toneladas de carga exportadas contra 174,5 mil desembarcadas.

Totais do complexo

Dos 1,27 milhão de toneladas movimentadas em janeiro no complexo portuário, 54% foram do fluxo de desembarque (690,7 mil) e 46% de desembarque (581,6 mil). O aumento em relação a 2024 nos dois fluxos foi de cerca de 26%.

Na movimentação de contêineres, o aumento foi de 21%, com 117,8 mil TEU este ano ante 97 mil no primeiro mês do ano passado.

O Porto de Itajaí teve movimento de 359,9 mil toneladas e os terminais de uso privado 912,4 mil toneladas. O total de atracações em janeiro no complexo portuário foi de 102, aumento de 28% em relação a 2024, quando foram 80 atracações. Metade daquele número (51 atracações) foram de navios de longo curso.





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Semeadoras de alta velocidade otimizam plantio do trigo



O avanço tecnológico no setor tem permitido maior eficiência no plantio do trigo


Foto: Canva

O avanço tecnológico no setor agrícola tem permitido maior eficiência no plantio do trigo. As semeadoras de alta velocidade, equipadas com sistemas de precisão e automação, reduzem significativamente o tempo necessário para a semeadura, garantindo melhor aproveitamento das janelas climáticas e maior uniformidade na distribuição das sementes.

Com o uso dessas máquinas, os produtores podem aumentar a produtividade e reduzir custos operacionais, já que o desempenho aprimorado permite cobrir grandes áreas em menos tempo, otimizando os recursos utilizados no plantio.

Os modelos mais modernos apresentam controle eletrônico de profundidade, sensores para ajuste automático da taxa de semeadura e menor compactação do solo, fatores que contribuem para o desenvolvimento uniforme das lavouras.

A adoção de semeadoras de última geração tem sido destaque em feiras do setor, onde fabricantes apresentam novos lançamentos com foco na agilidade e eficiência da semeadura. O investimento nessas máquinas pode representar um diferencial competitivo para produtores que buscam maior rentabilidade e sustentabilidade na produção de trigo.





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Tecnologia verde reduz impacto ambiental na lavoura



Máquinas com menor emissão de CO2


Foto: Divulgação

A busca por soluções sustentáveis no agronegócio tem levado ao desenvolvimento de máquinas agrícolas movidas a energia solar ou com menor emissão de carbono, proporcionando benefícios ambientais e econômicos para os produtores de feijão.

Fabricantes inovadores têm investido em implementos que reduzem o consumo de combustíveis fósseis, diminuindo a pegada de carbono e promovendo um cultivo mais sustentável. Entre as novidades estão tratores elétricos, semeadoras solares e pulverizadores com baixo consumo energético, que garantem eficiência sem comprometer o meio ambiente.

Além da redução de impactos ambientais, essas máquinas possibilitam economia significativa nos custos operacionais, já que a utilização de fontes renováveis reduz gastos com diesel e manutenção. Projetos de incentivo e parcerias com ONGs agrícolas também têm facilitado o acesso de pequenos e médios produtores a essas tecnologias.

A adoção dessas inovações no cultivo de feijão fortalece a sustentabilidade na agricultura, promovendo maior eficiência produtiva e preservação dos recursos naturais. O setor segue avançando com soluções que unem tecnologia, economia e respeito ao meio ambiente.





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Dólar cai e fecha abaixo de R$5,70, menor valor do ano



Dólar recuou pelo segundo dia consecutivo


Foto: Pixabay

De acordo com os dados do InfoMoney, o dólar recuou pelo segundo dia consecutivo e encerrou esta terça-feira (18) no menor patamar do ano, cotado a R$5,6887 no mercado à vista. A desvalorização da moeda norte-americana foi influenciada pelo leilão de venda com recompra promovido pelo Banco Central e pelo avanço das negociações entre Estados Unidos e Rússia para um possível fim da guerra na Ucrânia.

O Banco Central realizou uma intervenção no câmbio, ofertando dólares ao mercado para conter a volatilidade da moeda. Paralelamente, declarações do ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, indicando um possível acordo com os EUA para resolver o conflito e reduzir barreiras diplomáticas, trouxeram otimismo aos investidores.

No acumulado de 2025, o dólar já registra uma queda de 7,93% frente ao real. Na B3, o contrato futuro da moeda para março fechou em R$5,6980, com queda de 0,45%.

Dólar comercial

• Compra: R$5,688

• Venda: R$5,688

Dólar turismo

• Compra: R$5,743

• Venda: R$5,923





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