quarta-feira, março 11, 2026

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Soja se valoriza com demanda nos portos e revisão de estoques, aponta Cepea



As negociações com soja no mercado spot brasileiro ganharam ritmo



Foto: Pixabay

As negociações com soja no mercado spot brasileiro ganharam ritmo na última semana, impulsionadas por fatores logísticos e revisões nas estimativas de oferta. Segundo dados divulgados pelo Cepea, o cenário atual estimulou a valorização dos prêmios de exportação e elevou os preços internos do grão.

A intensificação da demanda para fechamento de cargas nos portos brasileiros foi um dos principais motores desse movimento. Ao mesmo tempo, novas estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontaram uma redução nos estoques de passagem da safra 2024/25, em comparação ao relatório anterior. Essas duas variáveis aumentaram a atratividade do produto nacional no mercado internacional.

Com o novo ajuste, os embarques da safra 2024/25 foram projetados pela Conab para o recorde de 106,97 milhões de toneladas — um aumento de 0,3% frente à projeção anterior. Esse volume histórico reforça o protagonismo do Brasil no comércio global de soja, mesmo diante de um ano marcado por desafios climáticos e logísticos.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), até o dia 5 de dezembro, 98,88% desse volume já havia sido embarcado, demonstrando o forte ritmo das exportações neste ciclo. A antecipação e fluidez nos embarques também colaboraram para a pressão altista sobre os preços no mercado interno.

Pesquisadores do Cepea destacam que esse conjunto de fatores sustentou a valorização dos prêmios de exportação, beneficiando diretamente os produtores e comerciantes brasileiros. A alta no mercado físico se estende a diversas praças do país, acompanhando o aquecimento da demanda externa.

Para os próximos dias, a expectativa é de continuidade nesse cenário de firmeza, especialmente diante da proximidade do encerramento do ciclo 2024/25 e da necessidade de finalização de contratos. No entanto, o comportamento do mercado internacional e a logística nos portos ainda serão determinantes para o fôlego dos preços internos.





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Trigo deve manter preços pressionados no curto prazo



Apesar do viés negativo, alguns fatores podem limitar quedas


Apesar do viés negativo, alguns fatores podem limitar quedas
Apesar do viés negativo, alguns fatores podem limitar quedas – Foto: Seane Lennon

O mercado internacional de trigo apresenta um cenário de preços pressionados no curto prazo, refletindo principalmente a ampla disponibilidade do cereal no cenário global. Para os próximos 30 dias, a expectativa aponta para um movimento de preços lateral a levemente baixista, com eventuais repiques técnicos, em um ambiente marcado pela predominância dos fatores de oferta sobre a demanda.

Segundo a TF Agroeconômica, a análise do contrato de trigo com vencimento em março de 2026 na CBOT indica que as cotações seguem próximas das mínimas recentes, girando entre 529 e 534 centavos de dólar por bushel. O comportamento recente mostra pressão vendedora e dificuldade de recuperação mais consistente, reforçada pelo fechamento fraco observado nas últimas sessões e pela ausência de força direcional clara no mercado.

Entre os principais fatores de baixa estão as revisões positivas das estimativas de produção em grandes países exportadores. A safra argentina foi elevada para cerca de 27,7 milhões de toneladas, nível considerado recorde ou muito acima da média, somando-se aos volumes elevados registrados na Austrália e na Rússia. Relatórios internacionais também apontam estoques globais elevados, conforme indicado pelo USDA, enquanto a maior competitividade do trigo argentino pressiona as exportações de outros fornecedores. No Brasil, a Conab revisou a produção para 7,96 milhões de toneladas, reduzindo a necessidade de importações e contribuindo para aliviar os preços internos, com reflexos no mercado internacional.

Apesar do viés negativo, alguns fatores podem limitar quedas mais acentuadas. As exportações americanas seguem positivas, indicando demanda consistente nos Estados Unidos, enquanto questões geopolíticas, especialmente na região do Mar Negro, podem gerar volatilidade pontual. O dólar mais fraco frente ao euro atua como suporte técnico moderado, mas insuficiente para reverter o quadro de oferta abundante. Nesse contexto, a expectativa é de negociação entre 520 e 550 centavos por bushel, com movimentos mais fortes dependendo de revisões adicionais de oferta, surpresas na demanda ou eventos climáticos e geopolíticos inesperados.

 





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Preços do milho caem após compras antecipadas e oferta elevada



Cenário para o milho no curto prazo tende a ser de preços mais baixos



Foto: Divulgação

Os preços do milho passaram por uma queda ao longo da última semana, após iniciarem o período em patamares mais elevados, conforme aponta levantamento do Cepea. Segundo dados divulgados pelo Centro de Pesquisas, o enfraquecimento da demanda interna foi o principal fator responsável pelos recuos nos preços, já que parte dos consumidores optou por compras antecipadas. Com isso, muitos se afastaram das negociações no mercado spot, o que gerou um alívio temporário nos valores.

Além disso, as estimativas para a safra brasileira de milho 2025/26 seguem indicando uma oferta nacional elevada, o que também colaborou para reforçar a pressão sobre os preços domésticos. A expectativa de uma safra grande para o próximo ciclo deixou os vendedores em uma posição mais retraída nas negociações, aguardando uma possível recuperação nos preços em 2026. A perspectiva é de que, após o recesso de fim de ano, o retorno dos compradores traga novos estímulos para o mercado.

No campo, o cenário se mostra mais favorável para os agricultores. A volta das chuvas em importantes regiões produtoras foi recebida com alívio pelos produtores, que estavam apreensivos quanto aos impactos das condições climáticas sobre o desenvolvimento das lavouras de verão e sobre a semeadura da segunda safra. Com a chegada das precipitações, as expectativas de uma boa colheita aumentaram, o que pode refletir positivamente no fornecimento de milho nos próximos meses.

Em relação à safra 2025/26, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou recentemente um relatório no qual estima uma produção de 138,87 milhões de toneladas de milho no Brasil. Embora essa projeção represente uma leve queda de 1,5% em comparação à temporada anterior, ela ainda representa a segunda maior produção de milho da história da Companhia, que iniciou suas medições em 1976.

Com o aumento da oferta esperada e a retração dos consumidores no mercado interno, o cenário para o milho no curto prazo tende a ser de preços mais baixos. O movimento de espera por uma reação nos preços no começo de 2026, conforme especulado por muitos vendedores, está diretamente ligado à expectativa de recuperação na demanda. A volta do consumo de milho, principalmente no setor industrial e para a ração animal, pode ser um ponto de virada para o mercado.

 





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Confira como está o mercado do milho



O mercado catarinense de milho segue sem reação


O mercado catarinense de milho segue sem reação
O mercado catarinense de milho segue sem reação – Foto: Divulgação

O mercado de milho no Rio Grande do Sul segue pouco dinâmico, segundo informações da TF Agroeconômica. “A demanda doméstica segue moderada e muito seletiva, e as exportações avançam de forma tímida, o custo logístico e os gargalos de armazenagem continuam limitando o escoamento.As referências variam entre R$ 58,00 e R$ 75,00/saca, enquanto a média estadual recuou para R$ 62,17 (-0,81%). A falta de estímulos mantém o spot com liquidez reduzida”, comenta.

O mercado catarinense de milho segue sem reação, ainda marcado pelo forte descompasso entre pedidas e ofertas. “Produtores mantêm indicações próximas de R$ 80,00/saca, enquanto as indústrias seguem ofertando em torno de R$ 70,00/saca, o que impede avanços nas negociações. No Planalto Norte, os poucos negócios registrados variam entre R$ 71,00 e R$ 75,00/saca, mas a falta de consenso continua bloqueando a liquidez”, completa.

O mercado de milho no Paraná segue com poucas negociações. “Produtores continuam buscando cerca de R$ 75,00/saca, enquanto as indústrias indicam interesse próximo de R$ 70,00/saca CIF, o que sustenta o impasse e impede avanços mais consistentes nas negociações”, indica a consultoria.

Cotações desiguais no estado do Mato Grosso do Sul e bioenergia como foco. “O mercado de milho no Mato Grosso do Sul continua com liquidez limitada, mas várias regiões registraram novas altas, com cotações agora entre R$ 52,00 e R$ 57,00/saca. O setor de bioenergia segue dando sustentação às cotações, com usinas absorvendo boa parte da oferta disponível e reforço adicional do biogás e biometano na demanda estadual”, conclui.

 





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Preços registram movimentos distintos dentre as regiões



As cotações do feijão seguem registrando oscilações


Foto: Canva

As cotações do feijão seguem registrando oscilações distintas dentre regiões acompanhadas pelo Cepea. Enquanto o valor do carioca de melhor qualidade vem sendo mais pressionado, os de notas 8,0 e 8,5 encontram sustentação vinda da maior demanda por lotes sem defeitos.

No campo, os baixos preços do feijão e as condições climáticas desfavoráveis em algumas regiões desestimularam os produtores a cultivar o grão de primeira safra, levando a Conab a revisar para baixo suas estimativas de área e de oferta. Agora, a oferta agregada da temporada 2025/26 (considerando primeira, segunda e terceira safras), a ser colhida em 2026, é apontada em 3 milhões de toneladas, sendo 2,3% abaixo da estimada no relatório anterior e 1,8% inferior à da temporada 2024/25. 





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Oferta mantém pressão sobre cotações pela 6ª semana



Demanda permaneceu enfraquecida, com mais empresas reduzindo o esmagamento


Foto: Canva

Apesar de chuvas terem limitado o avanço da colheita de mandioca no início da semana passada, a disponibilidade de matéria-prima seguiu elevada no período, aponta o Cepea. Produtores continuaram mostrando interesse na comercialização, visando se capitalizar ou com expectativas baixistas para o início de 2026, conforme explicam pesquisadores.

Por outro lado, a demanda permaneceu enfraquecida, com mais empresas reduzindo o esmagamento ou já em férias coletivas. Como resultado, levantamentos do Cepea mostram que os preços da raiz caíram pela sexta semana consecutiva. Entre 8 e 12 de dezembro, a média nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 515,16 (R$ 0,8959/grama de amido), queda de 2,94% em relação ao intervalo anterior e de 8,4% no acumulado das últimas quatro semanas. 





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Oferta global pressiona abertura dos grãos



No complexo da soja, o movimento segue sustentado mais por expectativas


No complexo da soja, o movimento segue sustentado mais por expectativas
No complexo da soja, o movimento segue sustentado mais por expectativas – Foto: Ivan Bueno/APPA

Os mercados agrícolas começaram a semana com comportamento misto, refletindo o peso da oferta global elevada, incertezas regulatórias e movimentos cambiais que seguem orientando as negociações no exterior e no mercado interno. De acordo com a TF Agroeconômica, o trigo abriu a semana em queda na Bolsa de Chicago, pressionado por uma oferta mundial recorde que obriga os exportadores a manterem preços competitivos para preservar participação de mercado.

A tendência negativa foi reforçada pela notícia do primeiro carregamento de trigo argentino com destino à China, em um cenário em que o produto do país vizinho aparece como o mais barato para os compradores internacionais. A recente redução das tarifas de exportação argentinas e a entrada de uma produção abundante no Hemisfério Sul ampliam as preocupações com a competitividade do trigo dos Estados Unidos. No mercado físico brasileiro, os preços mostraram leve alta diária no Paraná e no Rio Grande do Sul, embora ainda acumulem perdas no comparativo mensal.

No complexo da soja, o movimento segue sustentado mais por expectativas do que por fatos concretos. As compras chinesas de soja norte-americana avançam, mas sem confirmação de compromissos duradouros, o que limita reações mais firmes nos preços. A retomada dos leilões de estoques estatais pela China indica restrições logísticas de curto prazo e reduz a necessidade imediata de novas importações, enquanto a maior competitividade das ofertas do Brasil e da Argentina pressiona os prêmios sul-americanos. O elevado posicionamento comprado dos fundos aumenta a vulnerabilidade do mercado a correções.

O milho iniciou a semana com pequenas oscilações em Chicago, influenciado pela safra recorde dos Estados Unidos e pela indefinição sobre as regras de mistura de biocombustíveis para 2026. O ritmo consistente das exportações americanas segue oferecendo suporte às cotações, apesar do ambiente de cautela.

 





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Ceará tem novembro com maior número de focos de calor desde 2005



Ceará ocupou a terceira posição no ranking


Foto: Pixabay

No cenário nacional, o Ceará ocupou a terceira posição no ranking de estados com maior número de focos de calor no período (FOTO: Soldado Fernandes/Bombeiros)

O Ceará encerrou o mês de novembro de 2025 com o maior número de focos de calor já registrado para o período desde 2005, conforme dados analisados pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). As informações têm como base as detecções diárias do satélite AQUA, utilizado como satélite de referência no monitoramento desses eventos no território brasileiro.

A análise de tendência é realizada a partir de uma série histórica consistente, que data de junho de 1998, permitindo identificar padrões de ocorrência e variações ao longo dos anos. Os registros entre 1º de janeiro de 2020 e 30 de novembro de 2025 evidenciam um crescimento significativo dos focos de calor no Ceará, especialmente nos últimos meses do ano.

O ponto central da análise está em novembro de 2025, quando foram detectados 2.902 focos de calor no estado, o maior volume já observado para esse mês desde 2005. O número representa um aumento de aproximadamente 56% em relação à média histórica de novembro, que é de 1.858 registros, além de um acréscimo de cerca de 17% na comparação com o mesmo período de 2024. Os dados indicam um cenário atípico e preocupante, com intensificação das condições favoráveis à ocorrência de queimadas e incêndios.

No ranking nacional de focos de calor, o Ceará ocupou a terceira posição, ficando atrás apenas do Maranhão, com 5.784 registros, e do Pará, com 5.659. O levantamento completo, assim como mapas e informações detalhadas, está disponível na plataforma Focos de Calor da Funceme, que reúne dados atualizados sobre a ocorrência desses eventos em todo o país.

 





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Governo do Estado estabelece obrigatoriedade da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para produtores rurais a partir de 5 de janeiro


O governo do Estado, por meio da Secretaria da Fazenda (Sefaz), efetiva a implementação do processo de modernização da documentação fiscal no setor agropecuário no Rio Grande do Sul no início de 2026. A partir do dia 5 de janeiro, a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) passa a ser obrigatória para todos os produtores rurais.

A mudança, que vinha sido implementada em outros Estados, atende à legislação nacional do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Também a partir de 5 de janeiro de 2026, deixa de ser permitido o uso do modelo 4 da Nota Fiscal, o chamado “talão do produtor”.

“Entendemos que, com os adiamentos, os produtores rurais tiveram tempo para fazer uma transição do modelo, saindo do papel para o formato digital. Essa modernização torna o processo de emissão de notas mais ágil e seguro, reduzindo a burocracia e evitando o risco da perda de documentos. O sistema digital também minimiza falhas no preenchimento, já que toda a complexidade tributária fica a cargo da Receita”, explica o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira.

A emissão digital também facilitará a substituição para o novo cenário econômico e fiscal do Brasil, após a Reforma Tributária, que deve extinguir completamente a emissão de notas em papel.

Prazo para adaptação

A adaptação vem sendo feita de forma escalonada no Estado. A obrigatoriedade começou a valer em 2021 para produtores com faturamento superior a R$ 4,8 milhões. Em janeiro de 2025, foram abrangidos também aqueles que tiveram receita bruta de R$ 360 mil ou mais com a atividade rural, além de todas as operações interestaduais. Agora, a nova regra passa a contemplar a totalidade dos produtores gaúchos, cujo quantitativo é calculado em cerca de 800 mil.

Em diversos momentos, atendendo a pedidos do setor, a medida foi adiada pela Receita Estadual, subsecretaria vinculada à Secretaria da Fazenda (Sefaz), que coordena a implantação. A elasticidade no prazo vinha sendo tomada para que mais produtores pudessem obter informação sobre o tema e adaptar sua emissão eletrônica. A prorrogação ocorreu, inclusive, em 2024, logo após as enchentes que atingiram fortemente o setor rural.

Como emitir

Em operações interestaduais, a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) já era obrigatória. Agora passam a ser exigidas também em operações dentro do Rio Grande do Sul. Caso elas não sejam emitidas, as transações ficam sem documentação fiscal, o que é considerado descumprimento da legislação tributária.

Os produtores rurais têm liberdade para escolher o emissor de nota fiscal que passarão a utilizar. Há soluções oferecidas por associações e por cooperativas, por exemplo. A Sefaz oferece duas alternativas: o aplicativo Nota Fiscal Fácil (NFF) e o sistema Nota Fiscal Avulsa (NFA-e).

Simples e gratuito

O NFF pode ser baixado no celular e acessado via login gov.br, e é recomendado pela simplicidade e gratuidade. Para realizar uma operação, basta que os produtores preencham dados como o produto, o nome do(a) cliente e a forma de transporte. A Fazenda oferece acesso ao Manual de Orientação ao Produtor Rural para aprendizado e orientação sobre a utilização da NFF.

À medida que mais usuários vão ingressando na plataforma, mudanças vão sendo incorporadas, como melhorias no layout e disponibilização de novos recursos. Os produtores também podem solicitar, por exemplo, a inclusão de um produto para transação que ainda não está disponível.

Desde 2023, servidores da Receita Estadual têm promovido capacitações para detalhar o uso do app. Em 2024, foram realizados mais de 100 encontros. A informação tem sido replicada por entidades do setor rural para seus associados. Atualmente, mais de 113 mil produtores estão cadastrados na ferramenta, o que representa um crescimento de 789,6% em relação a julho de 2024.

Outra opção para a emissão eletrônica é o sistema Nota Fiscal Avulsa (NFA-e). Ele é indicado para operações mais complexas, como as emissões relacionadas à exportação. A Receita Estadual trabalha para promover melhorias na plataforma, buscando torná-la mais prática e intuitiva.

 





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Pêssego auxilia saúde intestinal e controle glicêmico


De acordo com informações do portal “Tua Saúde”, revisadas pela nutricionista Tatiana Zanin, o pêssego tem elevado teor de fibras e água, característica que “ajuda a prolongar a saciedade e diminuir a fome ao longo do dia”, sendo apontado como uma opção adequada para dietas voltadas à perda de peso. O conteúdo nutricional do fruto inclui betacaroteno, vitamina C e ácido clorogênico, compostos antioxidantes associados à prevenção de doenças como diabetes, câncer, infarto e aterosclerose.

O material destaca que o pêssego possui baixo índice glicêmico e pouca quantidade de carboidratos, fatores que contribuem para maior controle da fome e menor ingestão calórica. Segundo a análise, o consumo favorece ainda o funcionamento do intestino por conta das fibras, como a pectina, que auxiliam na formação do bolo fecal e na prevenção da prisão de ventre. Essas fibras também servem de substrato para bactérias benéficas, fortalecendo a flora intestinal e reduzindo o risco de condições como síndrome do intestino irritável, colite ulcerativa e doença de Crohn.

O conteúdo aponta que os antioxidantes presentes no fruto ajudam a combater radicais livres e a prevenir alguns tipos de câncer, como de pele, mama, pulmão e cólon. Em relação ao controle da diabetes, o portal afirma que o pêssego contribui para o equilíbrio da glicemia devido ao baixo índice glicêmico e à presença de antioxidantes que protegem as células do pâncreas.

Outro benefício detalhado é a redução do colesterol LDL, resultado da ação das fibras que diminuem a absorção de gorduras. Os compostos antioxidantes, como antocianinas e flavonoides, também auxiliam na proteção contra a oxidação das células de gordura. O pêssego contém ainda potássio, que colabora para eliminar o excesso de sódio do organismo e ajuda no controle da pressão arterial, além de antioxidantes que favorecem a elasticidade dos vasos sanguíneos.

O portal acrescenta que os flavonoides e antocianinas presentes no fruto atuam na prevenção do envelhecimento precoce ao proteger as células da pele dos radicais livres. Para a saúde ocular, o betacaroteno contribui para evitar catarata e degeneração macular, melhorando a manutenção da visão. O pêssego também fortalece o sistema imunológico por ser rico em vitamina C, flavonoides e antocianinas, ajudando na prevenção de infecções como gripes e resfriados.





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