sábado, abril 25, 2026

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Moldando o futuro dos produtos químicos verdes com ambição para mercados globais de agroquímicos


O Hubei Xingfa Chemicals Group Co., Ltd. (“Xingfa Group” ou o “Grupo”) tem uma das histórias de sucesso mais destacadas na história da indústria química da China.

Começando como uma pequena fábrica de fósforo amarelo em 1984, a empresa evoluiu ao longo das últimas décadas para se tornar um dos principais atores no setor de produtos químicos à base de fósforo, classificando-se por anos entre as 500 maiores empresas da China. Essa trajetória de crescimento exemplifica a transformação da indústria química chinesa.

Com coragem para inovar e uma abordagem de cooperação aberta, o Xingfa Group conseguiu se estabelecer nos mercados internacionais, conectando mercados locais a oportunidades globais. A empresa foi pioneira no modelo “Hidrelétrica + Mineração + Fabricação Química”, atendendo clientes em 116 países e regiões ao redor do mundo, e possui a segunda maior capacidade de produção de glifosato do mundo, liderando a indústria em tecnologia ambiental. Hoje, em meio a incertezas econômicas globais e desafios cíclicos da indústria, o Xingfa Group está implementando ativamente estratégias impulsionadas pela inovação, com o objetivo de abrir um novo capítulo no desenvolvimento de seus produtos químicos finos e na indústria agroquímica global, com competitividade e sustentabilidade excepcionais.

Este artigo explora as inovações tecnológicas, desenvolvimentos de produtos, expansão internacional e estratégias de sustentabilidade do Xingfa Group, analisando como a empresa navega por desafios como flutuações de mercado, pressões ambientais e avanços tecnológicos. Essa narrativa não apenas destaca a trajetória de desenvolvimento de uma única empresa, mas também reflete a crescente importância da indústria agroquímica da China no mercado global.

Xingfa Group: Um líder no setor de produtos químicos finos à base de fósforo

Vista aérea do Parque Industrial de Novos Materiais do Grupo Xingfa em Yichang

Vista aérea do Parque Industrial de Novos Materiais do Grupo Xingfa em Yichang

Como líder no setor de produtos químicos finos à base de fósforo na China, o Grupo Xingfa demonstra capacidades excepcionais de inovação e uma influência significativa no mercado. O Grupo é composto por uma empresa listada, 65 subsidiárias e 39 empresas associadas, empregando mais de 15.000 pessoas. Devido ao seu impressionante desempenho operacional, o Grupo Xingfa foi reconhecido entre as 500 maiores empresas chinesas por nove anos consecutivos, ocupando a 410ª posição. Sua entidade listada ocupa a 427ª posição na Fortune China 500 de 2023.

A trajetória do Grupo Xingfa exemplifica a transformação e modernização da indústria química da China. Desde o seu início como uma pequena fábrica de fósforo amarelo na década de 1980, a empresa alcançou um crescimento significativo por meio da diversificação concêntrica e foco em indústrias relacionadas. Em 1999, o Grupo Xingfa abriu seu capital na Bolsa de Valores de Xangai. A empresa integrou de forma inovadora a energia hidrelétrica e os recursos minerais, sendo pioneira no modelo de desenvolvimento “hidrelétrica + mineração + manufatura química” na China.

Desde 2001, o Grupo Xingfa tem perseguido ativamente uma estratégia de expansão global, estabelecendo várias bases de produção domésticas e internacionais. O Grupo desenvolveu sete indústrias centrais, incluindo químicos de fósforo-enxofre, organossilício, produtos químicos eletrônicos, nova energia, pesticidas, fertilizantes e turismo, com linhas de produtos que abrangem oito categorias para atender às diversas necessidades do mercado.

Linha de produtos do Grupo Xingfa

Panorama internacional de negócios do Grupo Xingfa

Em 2023, a receita de vendas do Grupo Xingfa superou RMB 60 bilhões, com desempenho notável nos mercados internacionais. As exportações da empresa experimentaram um crescimento significativo no primeiro semestre de 2024, refletindo o potencial contínuo de expansão do mercado internacional.

Aproveitando suas vantagens em toda a cadeia industrial, o Grupo Xingfa está remodelando o cenário agroquímico global

Com o aumento contínuo da população global e os frequentes surtos de pragas e doenças, os pesticidas estão se tornando cada vez mais cruciais para garantir a segurança alimentar mundial. Reconhecendo isso, o Grupo Xingfa investiu fortemente no setor de pesticidas, buscando se tornar um fornecedor líder mundial de herbicidas. Ao aproveitar suas vantagens de recursos em toda a cadeia industrial e aderir aos princípios de eficiência, segurança e responsabilidade ambiental, a empresa está comprometida em desenvolver produtos agroquímicos econômicos, seguros e de alta qualidade, que aumentem a qualidade e a produtividade agrícola global.

Atualmente, o Grupo Xingfa opera quatro bases de produção agroquímica e seis fábricas em todo o mundo. As bases estão localizadas no Parque Industrial Xiaoting e no Parque Industrial Yidu, na cidade de Yichang, Hubei; no Parque Industrial Wuda, em Wuhai, Mongólia Interior; e em Jacarta, Indonésia. As unidades de produção incluem Hubei Trisun Chemicals, Hubei Xingchen Technology, Inner Mongolia Xingfa Technology, Inner Mongolia Xinnongji Technology, Hubei Jiaxing Chemical e Xingfa AMCO na Indonésia. Além disso, a empresa mantém plantas de fabricação terceirizadas em mercados internacionais de forma cooperativa a longo prazo.

Os principais produtos do Grupo Xingfa incluem herbicidas como glifosato (séries), 2,4-D, MCPA, paraquat (séries), nicosulfuron, imazetapir e imazamox. A empresa ocupa a primeira posição no mercado doméstico e a segunda globalmente em herbicidas à base de fósforo orgânico. Notavelmente, sua capacidade de produção de glifosato atinge 230.000 toneladas anuais, garantindo sua liderança na China e no mercado global. Os processos de síntese verdes e eficientes empregados pelo Grupo Xingfa não só resolvem desafios ambientais significativos, mas também levam ao controle de custos e à produção limpa a nível nacional, tornando-o uma das primeiras empresas a passar por revisões ambientais para o glifosato. A introdução planejada de novas linhas de produtos, como glufosinato-P e piroxassulfona, deve expandir ainda mais seu portfólio agroquímico e aumentar sua influência na indústria.

No cenário internacional, o Grupo Xingfa estabeleceu plataformas no exterior para armazenamento, distribuição e processamento de produção. As principais plataformas no exterior incluem Xingfa USA, Xingfa Wenda Brasil, Xingfa Europa, AMCO Indonésia, Xingfa Argentina e Xingfa Hong Kong. Essas plataformas estão envolvidas em vendas de produtos, processamento de produção e expansão de mercado adaptados às suas respectivas regiões, fornecendo um suporte sólido para a estratégia de globalização do Grupo.

Enfrentando adversidades, o Grupo Xingfa demonstra uma resiliência de desenvolvimento excepcional

Diante de um ambiente econômico internacional complexo e volátil, a indústria global de pesticidas enfrenta um período de declínio cíclico, lidando com desafios como condições climáticas extremas, tensões geopolíticas, ameaças de recessão econômica e crises, que aumentam significativamente a incerteza sobre o futuro da indústria. Apesar dessas dificuldades, o Grupo Xingfa tem demonstrado uma notável resiliência ao implementar medidas estratégicas para garantir a estabilidade e segurança de sua cadeia industrial.

Em primeiro lugar, o Grupo Xingfa prioriza a consolidação de sua base de desenvolvimento, fortalecendo sua capacidade de resistir às flutuações do mercado. A empresa continua a aprofundar seu negócio principal, aproveitando suas vantagens de recursos e capacidades de produção integrada para melhorar a eficiência operacional e as práticas de gestão, reduzindo custos de maneira eficaz e aumentando a competitividade. Paralelamente, tem feito investimentos contínuos para garantir a qualidade de seus produtos pesticidas e em pesquisa e desenvolvimento de aplicações, mantendo sua liderança de marca e reputação no mercado.

Em segundo lugar, a abordagem proativa de expansão de negócios do Grupo Xingfa enfatiza uma gestão de riscos precisa e o aprofundamento da cooperação internacional. Em resposta às tendências de desglobalização, a empresa acelerou sua expansão no exterior. Dado o caráter exportador da indústria de pesticidas da China, uma estratégia de vendas no mercado global é crucial. O Grupo Xingfa tem focado estrategicamente nos EUA e no Brasil, os maiores mercados agroquímicos.

Nos EUA, o Grupo Xingfa começou a planejar cuidadosamente seu negócio de processamento e distribuição local de formulações em 2017. Após a guerra comercial entre os EUA e a China em 2018, a empresa rapidamente ajustou sua estratégia para avançar em projetos de processamento e distribuição locais. A pandemia da COVID-19 e o fechamento de fábricas da Bayer resultaram em escassez de oferta no mercado norte-americano, proporcionando ao Xingfa USA oportunidades de rápido crescimento de negócios e mercado. Atualmente, o Xingfa USA está ampliando seu portfólio de produtos e adicionando o fornecimento de herbicidas essenciais, como paraquat e 2,4-D, oferecendo diversas opções para os clientes.

No Brasil, a Xingfa Wenda, uma subsidiária do Grupo Xingfa, obteve o registro técnico de glifosato em 2018, tornando-se o primeiro fabricante chinês de glifosato a alcançar essa marca de forma independente. O desenvolvimento de negócios da empresa no Brasil segue três princípios principais: estrita conformidade com as regulamentações locais, manutenção da imagem da marca com integridade e promoção de cooperação ganha-ganha por meio de parcerias. Atualmente, a empresa conduz principalmente negócios B2B no Brasil, estabelecendo parcerias de longo prazo com corporações multinacionais e empresas locais líderes.

Globalmente, o Grupo Xingfa não está apenas focado nos mercados dos EUA e Brasil, mas também continua a expandir sua presença internacional. O Grupo adquiriu uma participação majoritária em uma instalação de produção de formulações de paraquat e glifosato na Indonésia, estabeleceu uma subsidiária na Argentina e está se preparando para criar a Xingfa Austrália e a Xingfa Banagro Gana.

Produtos aquosos na linha de produção do Grupo Xingfa

Produtos aquosos na linha de produção do Grupo Xingfa

Olhando para o futuro, o Grupo Xingfa pretende intensificar vigorosamente sua estrutura industrial no exterior. As principais iniciativas incluem a expansão de projetos na Indonésia para estabelecer uma base de manufatura no Sudeste Asiático, acelerando a construção de instalações de armazenamento e distribuição no exterior para modelos de negócios mais convenientes e controlados por riscos para distribuidores e clientes locais, continuando a desenvolver subsidiárias no exterior e colaborações de processamento terceirizado, e diversificando as categorias de pesticidas em torno de produtos herbicidas principais para fortalecer sua oferta de produtos. Por meio desses esforços, o Grupo Xingfa está comprometido em fornecer produtos e serviços mais eficazes, diversificados e de alta qualidade para parceiros e clientes globais, demonstrando sua visão estratégica e capacidade de execução como líder da indústria.

Compromisso com a transformação inovadora: Desenvolvendo novas forças produtivas de qualidade e praticando conceitos de desenvolvimento sustentável

Em resposta a desafios globais como poluição ambiental, consumo de recursos e atualizações industriais, o Grupo Xingfa demonstra uma firme determinação em promover uma transformação impulsionada pela inovação. O Grupo foca em cultivar novas forças produtivas de qualidade, enquanto enfatiza o cumprimento de normas e o desenvolvimento sustentável, promovendo vigorosamente a redução de carbono e emissões e aderindo a metas de longo prazo para enfrentar proativamente as mudanças da indústria.

A inovação serve como força motriz por trás do desenvolvimento da empresa. O estabelecimento do Laboratório das Três Gargantas de Hubei reuniu uma equipe de pesquisa com 417 membros dedicados a avanços tecnológicos, dominando tecnologias-chave para produtos químicos de grau eletrônico. A tecnologia de produção limpa para fósforo amarelo foi reconhecida como líder nacional em eficiência energética em indústrias críticas por 11 anos consecutivos.

Laboratório das Três Gargantas de Hubei liderado pelo Grupo Xingfa

Laboratório das Três Gargantas de Hubei liderado pelo Grupo Xingfa

Pesquisadores conduzindo experimentos

Pesquisadores conduzindo experimentos

O Grupo Xingfa otimiza continuamente sua estrutura de produtos e indústrias, desenvolvendo produtos de grau alimentício e farmacêutico de alta qualidade. Está se tornando uma das empresas com a mais ampla gama de produtos finos de fósforo na China. Seus fosfatos de alta qualidade são líderes mundiais, com o hipofosfito de sódio entrando com sucesso no setor de semicondutores de alta tecnologia do Japão, e o dimetilsulfóxido alcançando o maior volume de produção e vendas no setor global de fibras de carbono.

Sob uma estratégia que prioriza o desenvolvimento ecologicamente correto, o Grupo Xingfa modernizou e expandiu suas instalações de proteção ambiental, resultando em uma redução de 30% nas emissões gerais e alcançando mais de 95% de utilização de resíduos sólidos, águas residuais, calor e gases. Seu modelo pioneiro de “hidrelétrica + mineração + manufatura química” alcançou um desenvolvimento integrado nos setores de fósforo, silício, sal e enxofre, criando um padrão diversificado de desenvolvimento que integra processos a montante e a jusante e indústrias associadas. O acoplamento e integração de vários processos permitem que subprodutos sejam convertidos em matérias-primas para outros processos, estabelecendo um parque nacional de demonstração para transformação da economia circular.

A transformação digital é crucial para o Grupo Xingfa melhorar a eficiência. O Grupo adota um modelo de “dados + plataforma + aplicação” para impulsionar sua transformação digital. Estabeleceu sistemas de automação DCS e linhas de produção automatizadas e alcançou coleta de dados em tempo real e monitoramento remoto de equipamentos por meio da integração de tecnologia IoT, permitindo a gestão abrangente de “pessoas, máquinas, materiais, métodos e ambiente”. O Grupo também está promovendo vigorosamente a integração de novas tecnologias da informação, como IA, 5G e big data, com o desenvolvimento industrial.

Oficina do Grupo Xingfa

Oficina do Grupo Xingfa

Os esforços em ESG (Ambiental, Social e Governança) são essenciais para o desenvolvimento sustentável social e ambiental, bem como para o crescimento de longo prazo das empresas. O Grupo Xingfa reconhece plenamente essa importância e integrou o conceito de ESG em sua estratégia corporativa. A empresa está alinhada com os objetivos nacionais de “pico de carbono e neutralidade de carbono”, estabelecendo uma equipe de liderança dedicada à gestão de emissões de carbono e incorporando os princípios de desenvolvimento sustentável em suas operações. Desde 2021, o Grupo Xingfa publicou voluntariamente relatórios ESG por três anos consecutivos e lançou de forma independente relatórios de verificação de gases de efeito estufa, avaliações de pegada de carbono e relatórios de avaliação de ciclo de vida de produtos para várias subsidiárias. Em seus esforços de redução de emissões, a empresa prioriza a energia limpa e aumentou os investimentos em energia eólica e solar, projetando reduzir as emissões de CO2 em mais de 400.000 toneladas. Nos últimos anos, o Grupo Xingfa fez investimentos substanciais em tecnologia de proteção ambiental, impulsionando a inovação verde para garantir que sustentabilidade e proteção ecológica se desenvolvam em conjunto.

O Grupo Xingfa não apenas alcançou sucessos notáveis em proteção ambiental e inovação tecnológica, mas também demonstrou um sólido compromisso com a responsabilidade social. Em 2023, a empresa doou RMB 22,07 milhões para iniciativas de caridade, elevando suas doações totais nos últimos três anos a mais de RMB 210 milhões. A empresa apoiou vários projetos, incluindo a construção de uma usina fotovoltaica para fortalecer a economia coletiva da Vila Zhaojun e o apoio à indústria de ervas medicinais na Vila Shukongping, promovendo assim o crescimento das indústrias verdes tradicionais locais.

Olhando para o futuro, o Grupo Xingfa continuará a implementar o conceito ESG, adotando uma abordagem mais aberta para coletar tópicos de interesse dos stakeholders e praticando ativamente esses conceitos, esforçando-se para alcançar as melhores práticas da indústria e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da indústria agroquímica. Através dessas iniciativas, o Grupo Xingfa não só cumprirá suas responsabilidades sociais, mas também impulsionará toda a cadeia industrial em uma direção mais sustentável, promovendo coletivamente uma sociedade harmoniosa.

Conclusão

A trajetória do Grupo Xingfa representa não apenas sua jornada de desenvolvimento, mas também reflete a transformação e modernização da indústria química chinesa, à medida que se integra ao mercado global. Em meio a um cenário internacional complexo e volátil, e diversos desafios setoriais, a resiliência e o discernimento demonstrados pelo Grupo Xingfa oferecem valiosas referências e inspiração para empresas do setor e além.

Olhando para o futuro, a direção do desenvolvimento da indústria agroquímica é clara: mais eficiente, mais ecológica e mais sustentável. Essa evolução exige que as empresas agroquímicas inovem e desenvolvam produtos mais inteligentes e direcionados. A integração da tecnologia digital está prestes a trazer mudanças revolucionárias para o setor agroquímico. Nesse contexto, empresas como o Grupo Xingfa não apenas definirão seus futuros, mas também influenciarão o caminho mais amplo de toda a indústria.

Finalmente, é crucial reconhecer que o desenvolvimento da indústria agroquímica transcende considerações meramente tecnológicas e econômicas; está fundamentalmente ligado ao bem-estar humano. Cada avanço abre caminho para um futuro mais promissor para o nosso planeta e para as futuras gerações. Aguardamos com expectativa que o Grupo Xingfa continue a criar mais histórias de sucesso no cenário químico global, oferecendo produtos e serviços químicos mais verdes, eficientes e sustentáveis para o mundo, abraçando juntos um futuro mais próspero e harmonioso.

Esta matéria foi publicada originalmente na revista 2024 Latin America Focus. Confira mais artigos aqui.





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Carne de frango ganha competitividade com alta nos preços


Valorização mais suave torna a proteína avícola uma opção mais acessível





Foto: Divulgação

A carne de frango tem se destacado no mercado, ampliando sua competitividade em relação às carnes bovina e suína, que apresentam altas mais acentuadas. Essa valorização mais suave torna a proteína avícola uma opção mais acessível para os consumidores no início de setembro.

Segundo dados informados pelo Cepea, a menor valorização da carne de frango, em comparação com as concorrentes, está relacionada ao aumento do poder de compra da população e à maior demanda. Enquanto a oferta restrita impulsiona os preços das carnes suína e bovina, o setor avícola responde ao incremento da procura, com o atacado reforçando estoques para atender à demanda aquecida.

 

 





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Drones terão alíquota zero na importação


Essa decisão vem em um contexto de crescente importação de drones




“O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório"
“O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório” – Foto: Arquivo Agrolink

Uma decisão inédita no Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf) reconheceu a função essencial dos Drones como veículos aéreos não tripulados, alterando sua classificação fiscal na importação. O caso, conduzido pelo Martinelli Advogados, resultou na aplicação de uma alíquota zero para o Imposto de Importação e 10% para o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), diferentemente da classificação anterior, que os tratava como câmeras fotográficas digitais, resultando em uma carga tributária maior.

A advogada Fernanda Bandinelli Baccim, sócia do Martinelli, argumentou que o Fisco não poderia ignorar as características técnicas dos drones, estabelecidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), que os reconhecem como veículos aéreos remotamente pilotados (VARP) ou veículos aéreos não tripulados (VANT). “O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório, de modo que temos que considerar a característica essencial do equipamento que é a de voar”, afirma a advogada

Essa decisão vem em um contexto de crescente importação de drones, especialmente para o agronegócio. A Receita Federal, por sua vez, defendia que a classificação correta seria como câmera fotográfica digital, o que resultaria em maior tributação. No entanto, essa vitória no Carf alinha a classificação fiscal com regulamentações internacionais, como as da Anac.

Além dessa decisão, a 12ª Vara Cível Federal de São Paulo já havia anulado uma instrução normativa da Receita Federal, que também classificava drones como câmeras fotográficas, reforçando que o entendimento do Carf segue uma tendência de reconhecimento jurídico da função essencial dos drones como aeronaves.
 





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Drones terão alíquota zero na importação


Essa decisão vem em um contexto de crescente importação de drones




“O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório"
“O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório” – Foto: Arquivo Agrolink

Uma decisão inédita no Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf) reconheceu a função essencial dos Drones como veículos aéreos não tripulados, alterando sua classificação fiscal na importação. O caso, conduzido pelo Martinelli Advogados, resultou na aplicação de uma alíquota zero para o Imposto de Importação e 10% para o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), diferentemente da classificação anterior, que os tratava como câmeras fotográficas digitais, resultando em uma carga tributária maior.

A advogada Fernanda Bandinelli Baccim, sócia do Martinelli, argumentou que o Fisco não poderia ignorar as características técnicas dos drones, estabelecidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), que os reconhecem como veículos aéreos remotamente pilotados (VARP) ou veículos aéreos não tripulados (VANT). “O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório, de modo que temos que considerar a característica essencial do equipamento que é a de voar”, afirma a advogada

Essa decisão vem em um contexto de crescente importação de drones, especialmente para o agronegócio. A Receita Federal, por sua vez, defendia que a classificação correta seria como câmera fotográfica digital, o que resultaria em maior tributação. No entanto, essa vitória no Carf alinha a classificação fiscal com regulamentações internacionais, como as da Anac.

Além dessa decisão, a 12ª Vara Cível Federal de São Paulo já havia anulado uma instrução normativa da Receita Federal, que também classificava drones como câmeras fotográficas, reforçando que o entendimento do Carf segue uma tendência de reconhecimento jurídico da função essencial dos drones como aeronaves.
 





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alta nos preços do trigo contraria expectativas


Seca e geadas elevam preço do trigo





Foto: Canva

De acordo com a análise do Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 6 a 12 de setembro, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, o preço da saca de trigo registrou uma alta de 4% no último mês, passando de R$ 75,57 em 12 de agosto de 2023 para R$ 78,70 na cotação de 11 de setembro de 2024. Esse aumento ocorre em um período atípico, visto que coincide com a colheita, que já alcançou 18% da área plantada, um avanço considerável comparado ao 1% registrado em agosto. No mesmo período da safra anterior, os preços de setembro de 2023 caíram 19% em relação a agosto do mesmo ano.

Essa alta nos preços, no entanto, não beneficia os produtores de trigo de maneira integral, uma vez que resulta de perdas estimadas em 17%, causadas por secas e geadas. Essas perdas podem ser ainda maiores, já que, quando o levantamento foi realizado, 42% das lavouras estavam em boas condições. No entanto, com a estiagem persistente e os danos das geadas se tornando mais aparentes, apenas 32% da área total atualmente se encontra em condições favoráveis, conforme da dados do boletim.

A elevação nos preços, além de não compensar integralmente os prejuízos dos produtores, também dificulta a redução de preços no mercado varejista, afetando o valor de produtos como farinha e pães, que agora dependem mais do mercado internacional. Tradicionalmente, a entrada da nova safra no segundo semestre reduz os preços desses produtos. Em 2023, o pão francês teve uma queda média de 4% no segundo semestre em comparação ao primeiro, e o preço da farinha caiu 10% no mesmo período. Apesar da importância do Paraná como produtor de trigo, essa tendência de redução de preços em 2024 dependerá do desempenho das safras de trigo na Argentina e no Rio Grande do Sul.





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Produção de carne bovina no Brasil deve crescer 10% em 2024


No Brasil, as exportações de carne bovina seguiram em ritmo acelerado




Segundo o Rabobank, a tendência de preços mais altos, iniciada em julho de 2024, deve se manter
Segundo o Rabobank, a tendência de preços mais altos, iniciada em julho de 2024, deve se manter – Foto: Pixabay

De acordo com o Global Beef Quarterly Q3 2024 divulgado pelo Rabobank, o mercado global de carne bovina apresentou resultados acima das expectativas no primeiro semestre deste ano. O Brasil teve um desempenho excepcional, registrando produção e exportações recordes no segundo trimestre. A China também se destacou com um volume recorde de importações, enquanto os Estados Unidos viram a produção de carne bovina crescer além do esperado. Na Europa, os preços permaneceram altos, refletindo a forte demanda pelo produto.

No Brasil, as exportações de carne bovina seguiram em ritmo acelerado, e em julho o país alcançou o maior volume da história, com 266.000 toneladas exportadas. Esse aumento foi impulsionado por dois fatores principais: a queda nos preços do gado vivo, que atingiram seu menor valor em junho, e a significativa desvalorização do real frente ao dólar entre junho e julho. Esses elementos ajudaram a tornar a carne bovina brasileira ainda mais competitiva no mercado internacional.

A China continua sendo o principal destino das exportações brasileiras, respondendo por 44% do total exportado nos primeiros sete meses de 2024. A forte demanda chinesa, somada à redução nos custos de bezerros e ração, deve garantir uma oferta elevada de carne bovina no segundo semestre. Esse cenário otimista deve manter o Brasil em destaque no mercado global.

Segundo o Rabobank, a tendência de preços mais altos, iniciada em julho de 2024, deve se manter até o fim do ano. Além disso, a produção brasileira de carne bovina deve alcançar um novo recorde em 2024, com um aumento de 10% em relação ao ano anterior, consolidando o Brasil como um dos maiores exportadores globais de carne bovina.





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a união gaúcha que brinda o mês farroupilha


O Food Hall Dado Bier, em parceria com a indústria de erva-mate Baldo, anuncia uma novidade para o mês de setembro: uma cerveja Dado Bier especial com erva-mate. A colab entre as duas marcas genuinamente gaúchas visa homenagear o Mês Farroupilha, celebrando as tradições com uma proposta inovadora que une a cultura do chimarrão e a produção artesanal de cerveja. 

Neste sábado, dia 14 de setembro, a partir das 10h, será iniciada a produção da nova cerveja na microcervejaria localizada no segundo andar do Bourbon Shopping, dentro do Food Hall Dado Bier. Oportunidade para o público acompanhar de perto todo o processo de criação da bebida.

A Receita e o processo 
A base escolhida para a cerveja é uma Belgian Blonde Ale, famosa por sua complexidade de notas frutadas e condimentadas, características que se harmonizam perfeitamente com a erva-mate Baldo, conhecida pelas suas propriedades únicas. É encorpada, intensa e dourada, resultado de um processo que vem sendo aprimorado desde 1920 e que traz um equilíbrio ideal entre o frescor das ervas verdes brasileiras e a intensidade da erva repousada ao padrão uruguaio.

Segundo Thiago Martini, mestre cervejeiro da Dado Bier, o processo de fabricação envolve a utilização da erva-mate tanto na fase quente, durante a fervura, quanto na fase fria, durante a maturação. “Vamos buscar trazer o sabor característico da erva-mate, mas sem deixar a cerveja pesada. A ideia não é simular um chimarrão, mas sim evocar a memória e as características dessa planta tão importante para o povo gaúcho”, afirma Martini.

Diferente da já conhecida Ilex, cerveja sazonal que a Dado Bier produziu no passado também com erva-mate, essa nova criação promete trazer uma abordagem inédita. A Belgian Blonde Ale será clara, com teor alcoólico moderado (cerca de 5%) e corpo médio, ideal para equilibrar o amargor suave da erva-mate. O baixo índice de amargor (IBU) também foi pensado para não competir com as notas sutis da planta.

Uma homenagem à história 
Além de ser uma celebração ao 20 de setembro, a data máxima dos gaúchos, a cerveja também presta homenagem à Dado Bier Ilex, a primeira cerveja no mundo a usar erva-mate em sua composição. Lançada em 2006, a Ilex utilizava a Ilex paraguariensis (erva-mate), lúpulos, água mineral e uma combinação de maltes importados. 

Embora essa cerveja já não faça parte do portfólio da Dado Bier, a nova produção colaborativa com a Baldo – maior exportadora de erva-mate do Brasil cuja matriz se localiza em Encantado – busca resgatar a memória dessa inovação, trazendo um toque moderno e diferente. Além de Encantado, a Baldo administra unidades em Canoinhas-SC, São Mateus do Sul-PR, onde opera a fabricação da linha Chá Mate, Prudentópolis-PR e Palmeira de Goiás-GO. São mais de 500 colaboradores diretos. A organização ainda tem o comando acionário da renomada marca Canárias, no Uruguai, um dos maiores mercados da Baldo. Buscando agregar o portfólio da marca, a empresa centenária fundada em 1920 também atua no desenvolvimento de uma linha de chás derivados da erva-mate, que podem ser consumidos quentes ou gelados, puros ou com saborizantes.

“Estamos muito orgulhosos por essa colab com uma marca consagrada como a Dado Bier. Para a Baldo, qualidade é um valor inegociável. Somos uma marca que desde 1920 prima por excelência em processos do início ao fim da produção de erva mate pura folha. Todos os nossos produtos são pensados para uma experiência de sabor memorável, desde o chimarrão até os chás e produtos de food service. Temos verdadeira obsessão com isso. Portanto, esse novo conceito da cerveja Dado Bier com a erva mate Baldo é também uma comprovação e reconhecimento de nossa qualidade e das possibilidades que nosso produto oferece”, destacou o diretor da Baldo, Leandro Gheno.





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Tecnologia promete soja mais resistente à seca


Evento ocorreu nesta quarta-feira (11)




Foto: Abiove

Uma nova solução tecnológica voltada para o combate ao estresse hídrico em lavouras de soja foi apresentada em Porto Alegre nesta quarta-feira (11), durante o evento “Elicit Talks”. A inovação busca melhorar a eficiência no uso da água pelas plantas, o que pode resultar em maior produtividade em cenários de mudanças climáticas. Especialistas discutiram os desafios do agro e como tecnologias emergentes podem ser fundamentais para enfrentar condições extremas de clima.

Novo produto aumenta resistência da soja ao estresse hídrico

Durante um evento em Porto Alegre, foi apresentada uma tecnologia inovadora desenvolvida para aumentar a resiliência das lavouras de soja em condições de estresse hídrico. O novo produto, fruto de três anos de pesquisas, visa melhorar a produtividade em culturas afetadas pelas mudanças climáticas, proporcionando soluções sustentáveis para o agro.

Solução agrícola promete enfrentar desafios climáticos na soja

Especialistas discutiram em Porto Alegre novas tecnologias que ajudam a mitigar os impactos das mudanças climáticas nas lavouras de soja. A inovação mais recente, uma tecnologia que aumenta a resistência das plantas à seca, foi destaque como um fator-chave para o futuro da produção agrícola sustentável.

Inovação agrícola oferece esperança para produtores diante de clima extremo

Com foco na sustentabilidade e resiliência das lavouras de soja, foi lançada uma nova tecnologia que melhora o aproveitamento de água pelas plantas, visando aumentar a produtividade em meio às condições climáticas adversas.





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Brasil teve 11,39 milhões de hectares atingidos pelo fogo


De janeiro a agosto de 2024 os incêndios no Brasil já atingiram 11,39 milhões de hectares do território do país, segundo dados do Monitor do Fogo Mapbiomas, divulgados nesta quinta-feira (12). Desse total, 5,65 milhões de hectares foram consumidos pelo fogo apenas no mês de agosto, o que equivale a 49% do total deste ano.

Nesses oito primeiros meses do ano, o fogo se alastrou principalmente em áreas de vegetação nativa, que representam 70% do que foi queimado. As áreas campestres foram as que os incêndios mais afetaram, representando 24,7% do total. Formações savânicas, florestais e campos alagados também foram fortemente atingidos, representando 17,9%, 16,4% e 9,5% respectivamente. Pastagens representaram 21,1% de toda a área atingida.

Para o período, os estados do Mato Grosso, Roraima e Pará foram os que mais atingidos, respondendo por mais da metade, 52%, da área alcançada pelo fogo. São três estados da Amazônia, bioma mais atingido até agosto de 2024. O fogo consumiu 5,4 milhões de hectares do bioma nesses oito meses.

O Pantanal, até agosto de 2024 queimou 1,22 milhão de hectares, um crescimento de 249% nas áreas alcançadas por incêndios, em comparação à média dos cinco anos anteriores. A Mata Atlântica teve 615 mil hectares atingidos pelo fogo, enquanto que na Caatinga os incêndios afetaram 51 mil hectares. Já os Pampas tiveram apenas 2,7 mil hectares no período de oito meses.

Agosto
Na comparação entre agosto de 2023 e de 2024, os incêndios afetaram 3,3 milhões de hectares a mais este ano, registrando um crescimento de 149%. De acordo com a instituição, foi o pior agosto da série do Monitor de Fogo, iniciada em 2019.

Os estados do Mato Grosso, Pará e Mato Grosso do Sul foram os mais atingidos no mês. Chama a atenção o crescimento de 2.510% sobre a média de agosto de incêndios no estado de São Paulo, em relação a média dos últimos seis anos. Foram 370,4 mil hectares queimados este ano, 356 mil hectares a mais do que nos meses de agosto de anos anteriores.

“Grande parte dos incêndios observados em São Paulo tiveram início em áreas agrícolas, principalmente nas plantações de cana-de-açúcar, que foram as áreas mais afetadas do estado”, destaca a pesquisadora Natália Crusco.

Os biomas Cerrado e Amazônia, foram os que mais queimaram, representando respectivamente 43% e 35% e de toda a área antiqueimada no Brasil no período.

De acordo com a coordenadora técnica do Monitor do Fogo, Vera Arruda, o aumento das queimadas no Cerrado foi alarmante em agosto “O bioma, que é extremamente vulnerável durante a estiagem, viu a maior extensão de queimadas nos últimos seis anos, refletindo a baixa qualidade do ar nas cidades.”





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