terça-feira, abril 21, 2026

Política & Agro

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Confira como está o milho brasileiro


De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado de milho segue lento em algumas regiões do Sul do Brasil, com produtores elevando as pedidas e negociações pontuais. No Rio Grande do Sul, os valores indicados nas principais praças permaneceram estáveis: Santa Rosa com R$ 73,00, Não-Me-Toque, Marau e Gaurama a R$ 74,00, enquanto Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen apresentam indicações de R$ 75,00. Montenegro mantém o maior preço, a R$ 77,00. Os vendedores, no entanto, estão pedindo valores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas, mas não houve registro de negócios na última sexta-feira.

Em Santa Catarina, a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) destacou o aumento nos preços do farelo de soja e milho, com produtores pedindo ao menos R$ 2,00 acima das indicações de compradores, que variam entre R$ 72,00 no interior e R$ 75,00 CIF fábricas. Negociações recentes envolveram 2 mil toneladas a R$ 76,00 mais ICMS para entrega em novembro no meio-oeste do estado. Nas praças, Chapecó apresenta indicação a R$ 74,00, Campos Novos a R$ 75,00 e Rio do Sul a R$ 76,00.

No Paraná, conforme dados do Deral, o milho teve valorização, e produtores elevaram as pedidas para venda. No porto, as indicações são de R$ 68,00 para novembro e R$ 69,00 para dezembro. Em regiões como Cascavel e Guarapuava, os preços variam de R$ 68,00 a R$ 70,00. O sudoeste e oeste do estado registram valores de balcão em torno de R$ 58,00, enquanto produtores no norte e Campos Gerais pedem entre R$ 77,00 e R$ 80,00 para o FOB interior.

Em Mato Grosso do Sul, o Valor Bruto da Produção (VBP) apresentou queda de 10%, refletindo o ritmo lento das negociações. Em Maracaju, Dourados e Naviraí, as indicações variam entre R$ 53,00 e R$ 54,00, com algumas pedidas FOB a partir de R$ 52,00, concentrando-se em R$ 55,00. Nos portos, as indicações iniciam em R$ 60,00, com vendedores adotando uma postura cautelosa devido ao cenário desfavorável.

 





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Soja fecha em baixa com falta de relatórios nos EUA



A expectativa de uma safra recorde no Brasil contribuiu para esse cenário



A expectativa de uma safra recorde no Brasil contribuiu para esse cenário
A expectativa de uma safra recorde no Brasil contribuiu para esse cenário – Foto: Nadia Borges

Segundo dados da TF Agroeconômica, o mercado de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) registrou queda na última segunda-feira, refletindo uma falta de referência de relatórios regulares que impulsionam decisões de compra e venda. Com a soja para novembro/24, que serve de referência para a safra brasileira, fechando em baixa de 0,49%, a $ 1011,75 por bushel, o mercado viu uma realização de lucros após acumular alta de 3,49% na semana anterior. A cotação de janeiro/25 também fechou em baixa de 0,78%, a $ 1022,25 por bushel, enquanto o farelo e o óleo de soja registraram recuos de 0,39% e 1,29%, respectivamente.

O feriado do Dia dos Veteranos de Guerra nos Estados Unidos foi um dos fatores que influenciaram essa queda, já que atrasou a divulgação de relatórios importantes como o Crop Progress e os dados semanais de exportação, programados para a terça-feira. Sem essas informações, o mercado optou pela estratégia de lucro, interrompendo a sequência de ganhos da semana anterior.

A expectativa de uma safra recorde no Brasil contribuiu para esse cenário de ajuste nos preços, pois os atrasos no plantio da soja no país praticamente desapareceram. Dessa forma, as previsões de uma colheita robusta mantêm-se firmes, tranquilizando o mercado em relação ao fornecimento futuro e impactando a competitividade das exportações brasileiras. Com a volatilidade gerada pela falta de referências do mercado norte-americano e o desempenho esperado da safra brasileira, a CBOT continua a observar o comportamento dos traders que aproveitam para reequilibrar suas posições.





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Oscilações da soja geram oportunidades no RS


Segundo a TF Agroeconômica, a oscilação nos preços da soja trouxe boas oportunidades de negócios em várias regiões, especialmente no Rio Grande do Sul, onde a cotação para entrega em novembro no porto é de R$ 147,70, com pagamento previsto para 29/11. Nos mercados locais, as cotações refletem as características de cada praça: Cruz Alta e Passo Fundo indicam R$ 140,00 por saca, Ijuí apresenta R$ 139,00 e Santa Rosa/São Luiz R$ 138,50, todos com pagamento também no fim de novembro. Em Panambi, o preço de pedra subiu para R$ 126,00 a saca para o produtor.

Em Santa Catarina, apesar de ofertas no porto de São Francisco com cotações variadas — R$ 135,50 para fevereiro até R$ 141,50 para junho —, os volumes negociados seguem baixos. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o plantio da soja no estado alcançou 17% da área prevista, inferior aos 24% do ano passado. De acordo com a EPAGRI, a área cultivada deve chegar a 830 mil hectares, com uma produção esperada de 3,171 milhões de toneladas e rendimento médio de 3.840 kg/ha. No porto, o preço atual é de R$ 143,50, enquanto em Chapecó atinge R$ 135,50.

No Paraná, as cotações para entrega em novembro estão em R$ 144 no porto de Paranaguá, com pagamento até 15 de dezembro. Em Ponta Grossa, o preço balcão é de R$ 137,00, e para entrega direta à indústria local, a oferta é de R$ 142 por saca CIF, com pagamento até o final de novembro. As expectativas de produtividade no estado permanecem positivas.

Já no Mato Grosso do Sul, a soja segue como principal produto de exportação em 2024, mas as negociações no mercado spot em Dourados estão limitadas, com produtores pedindo R$ 145 por saca, enquanto compradores ofertam R$ 140. Em Mato Grosso, onde o plantio da safra 2024/25 já alcança 93,7% da área prevista, o mercado spot está parado em Sinop devido à escassez de mercadoria. As cotações variam conforme a localidade: R$ 145,50 em Campo Verde, R$ 143,00 em Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Sorriso, e R$ 147,50 em Primavera do Leste e Rondonópolis.





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Frente fria chega ao Sul com temporais e clima úmido favorece culturas no MATOPIBA


Nesta segunda-feira (11.11), o clima no Brasil traz condições climáticas variadas. De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, uma frente fria avança pelo Sul do país, provocando chuvas no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com volumes esperados entre 20 e 30 mm, especialmente no sudoeste gaúcho.

A frente fria vai trazer temporais na fronteira sul do Rio Grande do Sul, com tendência de avanço pelo estado e chegada a Santa Catarina ainda hoje. Para os produtores, essas precipitações são esperadas e beneficiam algumas culturas de inverno, enquanto podem atrapalhar a colheita em regiões ainda com trigo no campo. A expectativa é que essas chuvas possam ajudar a repor a umidade do solo, fundamental para as plantações de milho e soja que já estão em desenvolvimento.

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No Centro-Norte, os corredores de umidade continuam ativos, promovendo chuvas volumosas na região do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Para hoje, os volumes de chuva podem alcançar até 70 mm, sobretudo no norte do Tocantins, sul do Maranhão, sul do Piauí e na região central da Bahia, alcançando até o recôncavo baiano. A elevada umidade traz alívio para culturas como a soja e o milho, que dependem de umidade constante para um desenvolvimento saudável. No entanto, essa condição também cria uma sensação de abafamento nas áreas atingidas, o que exige atenção dos produtores em relação a doenças nas lavouras, favorecidas pela alta umidade.

Além disso, estão previstas pancadas de chuva em outras regiões centrais, como Mato Grosso, Goiás, Pará, Amazonas e Rondônia, embora com menor intensidade comparada à esperada no MATOPIBA. Esse cenário beneficia a semeadura da soja, que já alcançou 95% de avanço em Mato Grosso e 68,4% da média nacional, conforme dados da Consultoria Pátria Agronegócios.

Para os próximos dias, a frente fria deve avançar para o Sudeste e Centro-Oeste, podendo se ligar com os corredores de umidade no Brasil central, trazendo mais chuvas para áreas agricultáveis do país.





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Ucrânia diz que mísseis russos atingiram dois navios de grãos do Mar Negro


Logotipo Reuters

(Reuters) – Um míssil russo atingiu um navio com bandeira de Palau no porto de Odesa, no sul da Ucrânia, matando um cidadão ucraniano e ferindo cinco tripulantes no segundo ataque do tipo em dois dias, disseram autoridades.

O Ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, disse no X que os dois navios foram danificados no centro de exportação de grãos do Mar Negro, sem dar detalhes sobre as condições dos navios. Ele condenou as ações da Rússia.

“Devemos unir forças de todos os estados e organizações responsáveis ​​para… garantir a liberdade de navegação no Mar Negro e a segurança alimentar global.”

O ministério da defesa da Rússia não respondeu imediatamente a um e-mail solicitando comentários. Moscou negou repetidamente que ataque alvos civis.

O governador regional de Odesa, Oleh Kiper, escrevendo no aplicativo de mensagens Telegram, disse que o homem morto no último ataque era um trabalhador portuário. Os cinco homens feridos eram estrangeiros e membros da tripulação do navio.

O vice-primeiro-ministro Oleksiy Kuleba identificou o navio como o Optima e disse que ele chegou a Odessa horas antes do ataque.

A Rússia “está tentando, dessa forma, destruir a navegação no Mar Negro, garantindo a segurança alimentar.

As consequências só podem significar maior instabilidade em regiões sensíveis, dependentes de importações de alimentos, e tensão nas relações internacionais”, disse Kuleba.

O Ministério da Restauração da Ucrânia identificou o navio atacado no domingo no porto próximo de

Pivdennyi como o Paresa, de bandeira de São Cristóvão e Nevis, que transportava uma carga de 6.000 toneladas de milho.

Em uma publicação no Facebook, o ministério disse que a tripulação de 15 membros do Paresa, cidadãos sírios e egípcios, não ficou ferida.

O ministério disse que o Paresa foi o 20º navio civil a ser danificado por ataques russos.

No mês passado, o graneleiro Aya, com bandeira de Saint Kitts e Nevis, foi atingido por um míssil russo no Mar Negro. Outra embarcação, um porta-aviões com bandeira de Antígua, foi danificada em um ataque de míssil russo em Odesa.

A Rússia atacou o porto repetidamente na guerra desde sua invasão em grande escala da Ucrânia em fevereiro de 2022.

Reportagem de Yuliia Dysa; Edição de Toby Chopra, Ron Popeski e Cynthia Osterman





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Alta da soja na CBOT: impacto do USDA


Conforme informações da TF Agroeconômica, o mercado de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a semana em alta, impulsionado pela crescente demanda americana e pelo relatório WASDE do USDA. O contrato de soja para novembro de 2024, referência para a safra brasileira, fechou em alta de 0,12%, a $1016,75/bushel, enquanto o contrato para janeiro de 2025 teve um aumento de 0,39%, finalizando a $1030,25/bushel. O farelo de soja para dezembro registrou uma leve baixa de -0,75%, encerrando a $296,3/ton curta, enquanto o óleo de soja subiu 0,93%, cotado a $48,77/libra-peso.

A demanda externa foi um fator-chave para as valorizações semanais, com exportadores americanos reportando vendas de 107 mil toneladas de soja para a China e outras 132 mil toneladas para destinos desconhecidos. Outro ponto de impacto foi a revisão para baixo nas estimativas da safra americana, conforme apresentado no relatório WASDE. O USDA reduziu a produtividade esperada da safra 2024/25 em 2,63%, estimando agora uma produção de 121,42 milhões de toneladas. Esse ajuste fez com que a safra americana deixasse de ser a maior da história, resultado abaixo de todas as projeções de mercado. Para equilibrar os estoques finais, o departamento revisou para baixo as exportações americanas, reforçando o cenário de oferta mais restrita.

Com essas movimentações, o acumulado da semana refletiu altas expressivas: o contrato da soja fechou com aumento de 3,49%, ou $34,25 cents/bushel, enquanto o farelo de soja subiu 0,32% e o óleo de soja avançou 5,33%, cotado a $48,77/libra-peso. Esses ganhos semanais destacam o papel da demanda e das revisões de safra nos Estados Unidos sobre os preços futuros em Chicago, com uma tendência de suporte para os valores no mercado global.

 





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Soja tem oportunidades de negócios


Segundo informações da TF Agroeconômica, o mercado de soja no Brasil apresenta boas oportunidades de negociação, mas com variações pontuais em diversas regiões. No Rio Grande do Sul, o preço para entrega em novembro, com pagamento no dia 29 do mesmo mês, foi cotado a R$ 147,70 no porto. No interior do estado, os preços refletem as cotações das principais praças: Cruz Alta e Passo Fundo a R$ 140,00, Ijuí a R$ 139,00, e Santa Rosa/São Luiz a R$ 138,50, todas para pagamento em 29/11. Em Panambi, o preço para o produtor subiu para R$ 126,00 por saca.

Em Santa Catarina, os preços no porto de São Francisco iniciam em R$ 135,50 para fevereiro com pagamento em abril, subindo gradativamente até R$ 141,50 para junho com pagamento em julho. O plantio de soja no estado está atrasado em comparação ao ano anterior, com 17% da área plantada até agora, segundo dados da Conab. A EPAGRI estima que a safra 2024/25 ocupe 830 mil hectares, com expectativa de produção de 3,171 milhões de toneladas e rendimento médio de 3.840 quilos por hectare. Hoje, o preço no porto foi de R$ 143,50, enquanto em Chapecó a cotação foi de R$ 135,50.

No Paraná, as perspectivas de produtividade são boas. Em Paranaguá, o preço da soja para entrega em novembro e pagamento em 15 de dezembro é de R$ 144. Em Ponta Grossa, o preço para entrega na indústria local é de R$ 142 CIF, com pagamento até 30 de novembro, enquanto no balcão, o valor ficou em R$ 137,00.

No Mato Grosso do Sul, as negociações spot estão travadas, com produtores pedindo R$ 145 por saca FOB em Dourados, enquanto compradores oferecem R$ 140, refletindo uma alta de R$ 2 em relação ao preço anterior. No Mato Grosso, a diferença entre as ofertas de compra e venda ainda é significativa, o que preocupa produtores quanto à janela de plantio da próxima safra de milho. As cotações no estado variam entre R$ 143,50 em Lucas do Rio Verde e R$ 145,50 em cidades como Campo Verde, Primavera do Leste e Rondonópolis.

 





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Fatores de alta e baixa


A TF Agroeconômica recomenda que produtores aproveitem o momento para fixar preços do milho, mesmo que o lucro esteja baixo, pois há maior probabilidade de queda nos valores a médio e longo prazos. Além disso, sugere-se que o próximo inverno seja aproveitado para o plantio de trigo em vez de milho, dado o maior potencial de lucro da cultura do trigo para 2024.

Entre os fatores de alta para o milho, destaca-se a demanda crescente dos Estados Unidos, impulsionada por compras do México, que enfrentou seca e aumentou suas importações, e pela China, que antecipou compras devido a possíveis sanções. O USDA reportou vendas de milho acima das expectativas, com o México adquirindo 1,39 milhão de toneladas. 

Outro ponto de elevação foi o ajuste feito pelo USDA no rendimento médio do milho, reduzindo a previsão de colheita dos EUA para 384,64 milhões de toneladas, abaixo das expectativas de mercado. No Brasil, a forte demanda interna, puxada pelo setor de carnes, tem mantido os preços do milho em patamares levemente lucrativos, uma disputa que pode continuar até a colheita de verão em estados como RS e MG.

Já entre os fatores de baixa, um aspecto relevante é a diminuição nas importações de milho pela China, que foi ajustada pelo USDA para 16 milhões de toneladas, representando uma queda de 30,43% em relação a estimativas anteriores. Esse declínio poderá afetar mais o mercado brasileiro do que o norte-americano, dada a importância do país sul-americano como fornecedor para a China desde o final de 2022. 

Outro fator de baixa é o clima favorável na América do Sul, com chuvas benéficas tanto para as colheitas iniciais quanto para o desenvolvimento da Safrinha. No Brasil, as boas condições climáticas permitem que o plantio da soja siga dentro do cronograma ideal, essencial para o sucesso da segunda safra de milho. Por fim, a iminência da colheita de verão e o aumento dos preços do milho acima dos custos de produção para as indústrias de carne podem reduzir a demanda a curto prazo, buscando um equilíbrio nos custos.





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Exportações de milho impulsionam alta na B3 e CBOT


As exportações de milho norte-americano seguem em ritmo acelerado, impulsionando os preços na Bolsa de Chicago (CBOT) e na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo a TF Agroeconômica. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as vendas líquidas de milho mantiveram crescimento constante até o final de outubro, com um salto significativo na última semana do mês. 

Esse movimento resultou no contrato de dezembro/24 na CBOT fechando a US$ 4,31 por bushel, uma alta de 1,00%. Além disso, o dólar alcançou R$ 5,790 durante o dia, encerrando cotado a R$ 5,737 (+1,09%), o que também contribuiu para as valorizações na B3, segundo análise da TF Agroeconômica.

Na B3, os contratos futuros de milho registraram altas expressivas. O vencimento de novembro/24 fechou a R$ 73,80, representando um aumento de R$ 0,23 no dia e de R$ 0,81 na semana. O contrato de janeiro/25 também apresentou valorização, encerrando o dia a R$ 76,76, com alta de R$ 0,47 no dia e de R$ 0,30 na semana. Já o contrato para março/25 finalizou a R$ 77,24, subindo R$ 0,35 no dia e R$ 0,09 na semana.

Essas movimentações refletem o impacto das exportações norte-americanas e da valorização do dólar sobre o mercado brasileiro. Com o aumento da demanda externa, os preços internacionais ganham força, impulsionando também as cotações no Brasil, à medida que os investidores acompanham as tendências globais e as flutuações cambiais.

Esses fatores, além das perspectivas de continuidade no ritmo das exportações, indicam um cenário favorável para o milho no mercado brasileiro e internacional. A B3 deverá manter uma atenção especial à variação cambial, visto que o dólar exerce papel crucial na competitividade dos produtos brasileiros no mercado externo.

 





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