terça-feira, abril 21, 2026

Política & Agro

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chuvas desiguais influenciam semeadura de soja


O Informativo Conjuntural, publicado nesta quinta-feira (14/11) pela Emater/RS-Ascar, revelou um avanço na semeadura da soja no Rio Grande do Sul, que subiu de 23% para 40% da área projetada. Em algumas regiões, especialmente no Noroeste e na Fronteira Oeste, a redução das chuvas no início de novembro reduziu a umidade do solo, dificultando o plantio seguro, especialmente após o dia 7 de novembro.

No Estado como um todo, o clima favoreceu o cultivo, com condições ideais para a semeadura mecânica, germinação e emergência das plantas. A preservação da cobertura de palha no solo tem sido um benefício adicional, promovendo uma deposição de sementes mais uniforme.

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Na região de Bagé, na Fronteira Oeste, a ausência de chuvas e o aumento das temperaturas forçaram produtores a interromper ou desacelerar o plantio, enquanto algumas propriedades de maior porte seguiram o processo. Na região da Campanha, a baixa precipitação facilitou a entrada de maquinário e o replantio em áreas afetadas por chuvas anteriores.

Em Dom Pedrito, o plantio alcançou 35% da área estimada. Na região de Caxias do Sul, a semeadura avançou rapidamente, com germinação uniforme. Já em Erechim, 80% da área projetada foi plantada, com boa emergência e desenvolvimento vegetativo. A região de Frederico Westphalen registrou avanço, atingindo 40% da área.

Em Ijuí, a semeadura seguiu o ritmo das chuvas, alcançando 45% da área. Contudo, em localidades com menos precipitação, surgiram desafios no plantio devido à formação de torrões. Em Passo Fundo, 40% da área foi semeada, mas a diminuição das chuvas reduziu o teor de umidade e o ritmo de plantio.

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Na região de Santa Maria, a área semeada também se aproximou de 40%. Em Pelotas, chuvas nos dias 6 e 7 de novembro interromperam o plantio, que foi retomado em áreas com baixos volumes de precipitação. Em Santa Rosa, o plantio avançou 4%, alcançando 27% da área projetada, mas segue lento em áreas menores que aguardam chuvas para retomar o processo. Na região de Soledade, 45% da área projetada foi semeada antes de a umidade se tornar um obstáculo, mas, até o momento, o clima permanece favorável para o desenvolvimento das plantas.

Segundo a Emater/RS-Ascar, o valor médio da saca de 60 kg de soja registrou um leve aumento de 0,14% na última semana, passando de R$ 129,23 para R$ 129,41.





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Produção de trigo aponta queda de 36% no Paraná



Colheita de trigo está praticamente concluída




Foto: Seane Lennon

De acordo com o Boletim de Conjuntura Agropecuária, divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) nesta quinta-feira (14), a colheita de trigo está praticamente concluída no Paraná, restando apenas 2% da área a ser colhida. Esse percentual corresponde a aproximadamente 25 mil hectares dos 1,15 milhão de hectares plantados no estado em 2024. Com base na estimativa de safra de outubro, a produção deve atingir cerca de 2,3 milhões de toneladas, uma queda de 36% em relação às 3,8 milhões de toneladas colhidas em 2023.

Nas últimas semanas, os rendimentos médios se aproximaram do esperado, mas o volume colhido foi modesto, com avanço de apenas 3 pontos percentuais, passando de 95% para 98% da área. Esses resultados, embora positivos, não serão suficientes para reverter o cenário de perdas que impactou a safra de 2024.

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Com a queda na produção estadual, as importações de trigo pelo Paraná devem se manter em alta em 2025. Durante os meses de agosto e setembro de 2024, período de colheita no estado, foram importadas 194 mil toneladas de trigo — volume dez vezes maior que o registrado no mesmo período de 2023, que foi de 19,6 mil toneladas. A maior parte do trigo importado vem do Paraguai, seguido pela Argentina, que, desde 2018, têm suprido a demanda paranaense.

Além disso, o déficit de trigo no Paraná pode ser parcialmente atendido por outros estados, especialmente o Rio Grande do Sul, que já colheu mais da metade de sua safra, com resultados superiores aos do Paraná em volume e qualidade.





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Mercado do açúcar fecha em baixa


De acordo com os dados da União Nacional da Bioenergia (Udop), nesta quarta-feira (13), os contratos futuros de açúcar registraram quedas nas principais bolsas internacionais, influenciados pela alta do índice do dólar, segundo analistas consultados pela Reuters. O contrato de março/25 na ICE Futures de Nova York fechou em 21,17 centavos de dólar por libra-peso, queda de 18 pontos ou 0,8% em comparação ao dia anterior. Já o contrato de maio/25 caiu 20 pontos, sendo negociado a 19,73 centavos de dólar por libra-peso. Outros contratos tiveram quedas entre 10 e 16 pontos.

Segundo a UDOP, na bolsa ICE Futures Europe, em Londres, o contrato para dezembro/24 foi negociado a US$ 538,20 a tonelada, recuando US$ 4,80 em relação ao valor anterior. O contrato para março/25 registrou queda de US$ 7,60, fixando-se em US$ 549,30 a tonelada. Outras posições apresentaram recuos entre US$ 2,80 e US$ 5,70.

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No Brasil, as cotações do açúcar cristal também registraram queda, conforme dados do Indicador Cepea/Esalq da USP. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 167,19, ante R$ 167,53 do dia anterior, apresentando uma leve desvalorização de 0,20%.

Em contraste com o açúcar, o etanol hidratado manteve uma tendência de alta pelo sexto dia consecutivo, de acordo com o Indicador Diário Paulínia. Nesta quarta-feira, o biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.758,00 por metro cúbico, contra R$ 2.737,50 do dia anterior, representando uma valorização de 0,75%. No acumulado de novembro, o indicador já soma um aumento de 1,92%, conforme divulgou a Udop.





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Rússia diz que a colheita deste ano é de cerca de 85 milhões de toneladas de…


Logotipo Reuters

MOSCOU, 8 de outubro (Reuters) – A Rússia, maior exportadora mundial de trigo, colheu até agora cerca de 85 milhões de toneladas métricas de trigo e 120 milhões de toneladas de grãos em peso bruto de 90% da área semeada, disse a ministra da Agricultura, Oksana Lut, na terça-feira.

A Rússia previu oficialmente a colheita de grãos deste ano em 132 milhões de toneladas, uma queda de 11% em relação aos 148 milhões de toneladas em 2023 e uma queda de 16% em relação ao recorde de 158 milhões de toneladas em 2022.

No entanto, após o mau tempo, variando de geadas no início da primavera até seca e chuva, atingir muitas regiões produtoras de grãos, a previsão está definida para uma revisão para baixo. A consultoria IKAR prevê a colheita de grãos deste ano em 124,5 milhões de toneladas.

Em comentários postados no canal Telegram do ministério, Lut disse que a qualidade do grão colhido foi melhor do que no ano passado. O ministério previu até agora que a colheita de trigo ficará entre 94 e 86 milhões de toneladas.

A Rússia colheu 92,8 milhões de toneladas de trigo no ano passado e um recorde de 104,2 milhões de toneladas em 2022 em peso limpo. O ministério da agricultura disse que anunciará sua estimativa final para a colheita deste ano em 10 de outubro.

Reportagem de Olga Popova, redação de Gleb Bryanski; edição de Barbara Lewis

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Produtores de mandioca celebram bons resultados



Colheita e bons preços marcam a mandioca na região de Santa Rosa




Foto: Canva

O Informativo Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira (14/11) pela Emater/RS-Ascar, relatou o encerramento do plantio de mandioca na região administrativa de Santa Rosa. As novas mudas apresentam excelente desenvolvimento vegetativo, com boa brotação e estande de plantas. No momento, os agricultores realizam o controle de plantas invasoras por meio de capina manual.

Os valores pagos aos produtores por 25 kg de mandioca estão em torno de R$ 120,00, enquanto o quilo da mandioca lavada e não descascada é vendido ao consumidor a R$ 5,40. A mandioca descascada, direcionada ao mercado varejista, custa R$ 6,00/kg, e nas feiras e vendas diretas, os preços variam de R$ 7,00 a R$ 9,00/kg.

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Na região de Soledade, o plantio da mandioca foi concluído nas áreas de baixa altitude, enquanto em áreas mais altas o processo ainda está em finalização. Nessa região, o cultivo é geralmente voltado ao consumo próprio, com parte do excedente destinada às feiras.

Em municípios como Venâncio Aires e Mato Leitão, algumas lavouras enfrentam problemas com bacterioses, que têm gerado falhas nas plantações, possivelmente ligadas à qualidade das manivas plantadas. Em Mato Leitão, a caixa de 22 kg é vendida a R$ 25,00.





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Abate de bovinos cresce 14,8% no terceiro trimestre



No mercado interno, o cenário de alta nos preços se mantém




Foto: Divulgação

Segundo o indicado no Boletim de Conjuntura Agropecuária do Departamento de Economia Rural (Deral), divulgado nesta quinta-feira (14), com base nos dados do IBGE,  no Brasil, o abate de bovinos apresentou um crescimento de 14,8% no terceiro trimestre de 2024 em relação ao mesmo período do ano anterior. O aumento ocorre mesmo com a alta no preço da arroba, que ganhou força a partir de setembro, devido, principalmente, à demanda do mercado externo.

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O volume de carne bovina exportada para a China, principal destino das exportações brasileiras, registrou aumento de 29,1% em comparação a 2023. No terceiro trimestre do ano passado, foram exportadas 615.782 toneladas, a um preço médio de US$ 4,48/kg. Em 2024, apesar da maior quantidade exportada, o preço médio sofreu leve queda de aproximadamente 3%, acompanhando a tendência do mercado global. Atualmente, cerca de metade das carcaças exportadas pelo Brasil têm como destino o mercado chinês.

No mercado interno, o cenário de alta nos preços se mantém, embora possa enfrentar desaceleração devido à limitada capacidade de compra da população. O preço elevado da arroba também reflete nos custos de reposição de gado. O preço do bezerro atingiu, segundo o Deral, R$ 2.545,04, o maior valor desde o início de 2023, impulsionado pela valorização do boi gordo. Esse cenário, juntamente com o aumento no abate de fêmeas, sustenta uma expectativa de preços elevados para 2025, conforme o boletim.





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Produtores de pêssego intensificam controle de pragas



Colheita de pêssego acelera no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

A colheita do pêssego avança nas regiões produtoras do Rio Grande do Sul. Em Pelotas, a safra das variedades mais precoces, como Citrino e Sensação, está em andamento, enquanto a colheita das cultivares Granada e Jasp acaba de começar. Nas demais variedades, os frutos ainda estão em desenvolvimento, mas já há registros de colheita antecipada em cultivares médias e tardias, conforme aponta o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar divulgado nesta quinta-feira (14).

Segundo o informativo, o monitoramento do Sistema de Alerta do Pêssego detectou uma alta presença da mosca-das-frutas, o que exige intensificação do controle com iscas tóxicas. Em reunião entre o Sindicato das Indústrias de Conservas (SINDOCOPEL) e a Associação dos Produtores de Pêssego, foi definido que o preço de referência para o fruto tipo I (diâmetro maior que 53 mm) será de R$ 2,50/kg e R$ 2,20/kg para o tipo II.

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Na região de Soledade, estão em colheita as variedades intermediárias de pêssego. O manejo da podridão-parda, principal doença da cultura, continua para evitar perdas na produção e na qualidade dos frutos, assim como o controle de pragas, como a grafolita, ou broca-dos-ponteiros. Além disso, os produtores seguem com a poda verde para favorecer o desenvolvimento das árvores.

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De acordo com dados da Emater/RS, em Caxias do Sul, a variedade BRS Kampai está no fim de sua colheita, com bons resultados na produtividade, e a colheita da BRS Fascínio já começou. As condições climáticas favorecem o crescimento e a sanidade dos frutos. Os preços pagos aos agricultores variam: frutos pequenos estão a R$ 1,00/kg, frutos médios a R$ 4,00/kg e frutos grandes a R$ 7,00/kg.





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Pastagens mostram bom desenvolvimento no RS


As pastagens apresentam bom desenvolvimento, tanto no campo nativo quanto nas áreas cultivadas no Rio Grande do Sul. No entanto, em algumas regiões, a baixa umidade do solo devido à escassez de chuvas está afetando a qualidade das pastagens, especialmente nas regiões com menores índices pluviométricos. Em contrapartida, as pastagens perenes de verão vêm demonstrando alta qualidade nutricional e maior volume de forragem, favorecendo o desempenho animal, conforme o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar.

De acordo com o informativo, na região de Bagé, os produtores de São Gabriel já estão colhendo aveia para garantir sementes para o próximo ciclo, com o excedente sendo destinado à venda. Em Quaraí, a planta tóxica maria-mole está em fase de floração, e espera-se uma grande infestação nos campos nativos. Em Caxias do Sul, as temperaturas amenas à noite e mais quentes durante o dia têm favorecido o crescimento das forrageiras perenes, enquanto as pastagens anuais de inverno encerraram seu ciclo.

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Em Erechim, a chuva de 40 mm foi benéfica, especialmente para as pastagens de verão, que estão em fase inicial de crescimento, além de ajudar no rebrote das pastagens perenes. Na região de Frederico Westphalen, as pastagens anuais estão em bom estado e já são usadas para pastejo. Em Ijuí, o tempo de permanência dos animais nas pastagens foi ampliado, e os produtores reduziram o uso de silagem.

Na região de Passo Fundo, o crescimento das pastagens perenes de verão foi positivo, permitindo um pastoreio intensivo. As pastagens anuais estão em fase de plantio e desenvolvimento, com algumas áreas já sendo utilizadas para pastejo e adubações de cobertura, especialmente com nitrogênio. Em Pelotas, as temperaturas mais amenas e as chuvas leves em municípios como Pelotas e São Lourenço do Sul favoreceram a implantação das pastagens de verão.

Em Porto Alegre, o pastoreio se concentra nas áreas de campo nativo, que apresentam boas condições. Já em Santa Maria, a chuva irregular está dificultando o crescimento das pastagens, mas a oferta de forragem vem aumentando. Em Santa Rosa, o controle da cigarrinha está sendo realizado, pois a praga tem prejudicado o desenvolvimento das pastagens em algumas áreas, comprometendo a disponibilidade de alimento, conforme os dados da Emater/RS.





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Preço do arroz recua com menor saída do RS e aumento das importações



Mercado de arroz no Brasil enfrenta um cenário típico de entressafra




Foto: Divulgação

O mercado de arroz no Brasil enfrenta um cenário típico de entressafra, com redução na disponibilidade interna e aumento nas importações. Segundo informações divulgadas pelo Cepea, os preços do grão recuaram na última semana, atingindo os mesmos níveis observados em julho de 2024. A queda reflete a pressão exercida por atacadistas e varejistas, que buscam ajustar os custos em meio ao crescimento das importações.

Dados do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) indicam que o beneficiamento e a saída de arroz do Rio Grande do Sul, principal estado produtor, caíram 9,13% entre setembro e outubro, totalizando 601,7 mil toneladas em equivalente casca. Paralelamente, as importações do cereal aumentaram 18,1% no mesmo período, alcançando 120,8 mil toneladas.

Pesquisadores do Cepea destacam que o aumento das importações ocorre para suprir a menor oferta interna, o que tem gerado ajustes nos preços. Com a proximidade da nova safra, o mercado deve seguir atento à dinâmica entre oferta e demanda, além das variações cambiais que impactam o custo do arroz importado.





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Agronegócio paulista bate US$ 25,7 bi em exportações



De janeiro a outubro, embarques de café sobem mais de 40%




Foto: Pixabay

No acumulado de janeiro a outubro de 2024, as exportações do agronegócio de São Paulo cresceram 11,2%, totalizando US$ 25,77 bilhões. Com isso, o estado atingiu um superávit comercial de mais de US$ 21 bilhões, impulsionado especialmente pelo aumento de 41,4% nas exportações de café. Os dados são do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), órgão ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA).

De acordo com a Secretaria de Agricultura, o café se destacou como um dos principais produtos agrícolas exportados pelo estado, com participação de 4,1% nas vendas internacionais, somando mais de US$ 1 bilhão no período. A maior parte das exportações de café paulista foi de grãos verdes, com 71,7% do total, seguida pelo café solúvel, que representou 24%.

Além do café, outros produtos agrícolas foram fundamentais para o desempenho da balança comercial paulista: sucos cresceram 30,6%; o complexo sucroalcooleiro teve alta de 23,9%; e produtos florestais, como celulose e papel, registraram aumento de 18,9%. Em contrapartida, o complexo soja apresentou uma queda de 35%, reflexo de oscilações no preço e no volume exportado, conforme os dados divulgados pela SAA.

  • Complexo Sucroalcooleiro: Com participação de 40,7% no agronegócio paulista, o setor registrou US$ 10,48 bilhões em exportações, dos quais o açúcar representou 93% e o etanol 7%.
  • Carnes: O setor respondeu por 11,2% das exportações do agronegócio paulista, somando US$ 2,89 bilhões. A carne bovina foi responsável por 84,1% desse montante.
  • Produtos Florestais: Representaram 10,3% das exportações, totalizando US$ 2,66 bilhões, com destaque para celulose (55,2%) e papel (37,2%).
  • Sucos: Com 9,1% de participação, o setor registrou US$ 2,34 bilhões em exportações, sendo o suco de laranja responsável por 98,2% do valor.
  • Complexo soja: Registrou 8,5% de participação, com US$ 2,18 bilhões em exportações. A soja em grão correspondeu a 77,1% do total.





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