sexta-feira, março 27, 2026

Política & Agro

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Produtor de cana lucrando mais com irrigação


Com a publicação do Decreto nº 12.437/25 no Diário Oficial da União, os produtores de cana-de-açúcar passam a ter direito a uma parcela das receitas obtidas com a venda dos Créditos de Descarbonização (CBIOs) gerados pelas usinas e importadoras de combustíveis. Segundo a Agência Senado, a regra garante ao produtor, no mínimo, 60% dessas receitas, podendo chegar a 85% caso ele forneça os dados primários necessários para o cálculo da Nota de Eficiência Energético-Ambiental (NEEA), já descontados os custos de emissão.

De acordo com Daniel Pedroso, Especialista Agronômico da Netafim, esse decreto é um marco para o setor, reconhecendo o papel do produtor na redução das emissões. E a irrigação tem um papel fundamental nesse processo. Estudo conduzido pela Netafim, em parceria com a Fundação ECO+ e o PECEGE, comprovou que a irrigação por gotejamento reduz em até 52% as emissões de CO2 na produção de cana. Enquanto a produção em sequeiro emite 0,161 kg de CO2 por kg de cana, nas áreas irrigadas esse valor cai para 0,077 kg.

Ao inserir esses dados na plataforma RenovaCalc, a NEEA do etanol produzido com cana irrigada atingiu 61,48 (etanol anidro) e 61,13 (etanol hidratado), com redução de até 70% nas emissões. Já a produção em sequeiro ficou com NEEA de 35,28 e 34,93, respectivamente.

Na prática, um produtor com 500 hectares irrigados, considerando o CBIO a R$ 70, pode alcançar até R$ 1,6 milhão em receita. Na mesma área sem irrigação, o valor ficaria em torno de R$ 900 mil. Além de segurança produtiva, a irrigação alia rentabilidade e sustentabilidade, contribuindo diretamente para os compromissos ambientais do Brasil.

“Com base nesses dados, é possível simular a rentabilidade de um produtor. Considerando uma área de 500 hectares irrigados por gotejamento e a participação de 60% nas receitas dos CBIOs, com o crédito comercializado na B3 ao valor de R$ 70,00 por CBIO, o produtor poderia alcançar cerca de R$ 1,6 milhão em receita. Já para a mesma área em sequeiro, a receita ficaria em torno de R$ 900 mil”, afirma.





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Nova plataforma para o tratamento de sementes é lançada



Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24



Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24
Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24 – Foto: Divulgação

A Sipcam Nichino, multinacional referência em defensivos agrícolas, oficializou sua entrada no mercado brasileiro de tratamento de sementes com o lançamento da plataforma Seed Pro. O anúncio ocorreu em eventos realizados em Gramado, no Rio Grande do Sul, e em Goiânia, reunindo empresas sementeiras, cooperativas, revendas e produtores, além de especialistas do setor.

A plataforma Seed Pro é composta pelos fungicidas Tiofanil FS e Torino, pelo bioestimulante Abyss, além do polímero Blue 2005 e do pó secante Dry Shine. A proposta combina tecnologia em produtos e serviços especializados, com foco na proteção e no desenvolvimento inicial das sementes de culturas como soja, amendoim, feijão e trigo.

“Fazem parte desse conceito os fungicidas Tiofanil® FS e Torino®, o bioestimulante Abyss®, o polímero Blue 2005 e o pó secante Dry Shine”, explica Monção. Ele antecipa que a Plataforma Seed Pro embute a prestação de serviços ao produtor atrelada a uma estratégia vitoriosa para proteção de sementes de soja e cultivos como amendoim, feijão e trigo

Entre os destaques, Tiofanil FS se apresenta como o primeiro fungicida multissítio à base de clorotalonil desenvolvido exclusivamente para tratamento de sementes. Já Torino possui ação sistêmica e de contato, oferecendo amplo espectro de controle contra doenças que afetam o estabelecimento das lavouras, contribuindo para maior vigor e potencial produtivo.

Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24, sob liderança da Embrapa Soja, com 80 testes realizados em parceria com diversas consultorias. A plataforma também inclui o bioestimulante Abyss, que favorece a germinação, o desenvolvimento radicular e a formação de plantas mais uniformes.

 





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Colheita e clima favorável pressionam os preços do café



As chuvas, que se estenderam até abril, contrastam com o cenário seco do ano passado



 As chuvas, que se estenderam até abril, contrastam com o cenário seco do ano anterior
As chuvas, que se estenderam até abril, contrastam com o cenário seco do ano anterior – Foto: Pixabay

O avanço da colheita no Brasil, aliado ao clima favorável, vem pressionando para baixo os preços do café arábica e robusta no mercado interno e externo, segundo análise do Itaú BBA com dados do Cepea. Além disso, houve uma melhora nas estimativas da safra 2025/26, mesmo após os efeitos do veranico registrado em fevereiro.

Após uma recuperação dos preços em abril, puxada pela postergação do tarifaço americano, o mercado voltou a registrar quedas em maio. Em Nova York, o contrato do arábica recuou de pouco mais de USD 4/lp no fim de abril para USD 3,7/lp em 21 de maio, queda de 10,5%. O robusta em Londres seguiu a mesma tendência, negociado próximo de USD 4,9 mil por tonelada. No Brasil, com o câmbio relativamente estável em torno de R$ 5,65 por dólar, os preços no mercado spot acompanharam o movimento internacional: o arábica está na faixa de R$ 2.500 por saca e o conilon em R$ 1.500.

O início da colheita, aliado às revisões para cima nas projeções de safra — inclusive pela Conab — e às boas condições climáticas, contribui para uma perda de sustentação dos preços. As chuvas, que se estenderam até abril, contrastam com o cenário seco do ano anterior, favorecendo as lavouras e abrindo perspectiva positiva para a safra 2026/27, caso o clima continue colaborando.

No campo das exportações, os números seguem robustos. Segundo o Cecafé, foram embarcadas 3,09 milhões de sacas em abril. No acumulado de dez meses, o Brasil já soma 40 milhões de sacas exportadas, indicando que o total do ano-safra pode superar as 44 milhões estimadas pelo USDA. Esse desempenho levanta a possibilidade de que a safra anterior tenha sido maior do que se projetava inicialmente.

 





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Qualidade do leite depende do solo



O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo



O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo
O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo – Foto: Divulgação

No dia 1º de junho, quando se comemorou o Dia Mundial do leite, a empresa Campo Forte aproveitou a data para reforçar um alerta importante aos produtores e à cadeia leiteira: a qualidade do leite começa no solo.

O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo, presentes diariamente na mesa de bilhões de pessoas. No entanto, poucos se dão conta de que, para garantir a qualidade do produto que chega à garrafa, é fundamental olhar para a base da produção: a pastagem.

De acordo com a Campo Forte, a saúde do rebanho leiteiro está diretamente ligada à qualidade do solo. Isso porque nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio são essenciais para o desenvolvimento das pastagens, que, por sua vez, impactam diretamente na nutrição dos animais e, consequentemente, na qualidade e na quantidade de leite produzido.

“Você sabia que o leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo? Mas, para garantir qualidade lá na garrafa, é preciso cuidar da base: a pastagem. Se o solo estiver pobre em nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio, a saúde do rebanho é afetada — e isso impacta direto na produção de leite e carne”, ressalta a empresa em publicação nas redes sociais.

A Campo Forte defende a premissa de que solo bem nutrido é sinônimo de leite de alta qualidade. Com foco em soluções para o fortalecimento da fertilidade dos solos, a empresa busca contribuir para uma pecuária mais produtiva, sustentável e eficiente.

No último dia Mundial do Leite, a mensagem da Campo Forte foi clara: cuidar do solo é garantir qualidade na produção, sustentabilidade no processo e alimentos mais saudáveis para toda a população.

 





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Novo tomate combate vírus agressivo



As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral



As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral
As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral – Foto: Canva

A Bayer anunciou o lançamento de novas variedades de tomate que oferecem resistência reforçada contra o Tomato Brown Rugose Fruit Virus (ToBRFV), uma das maiores ameaças à produção mundial de tomates. As novas cultivares estarão disponíveis ainda este ano e são especialmente indicadas para o cultivo em estufas, prometendo uma proteção mais duradoura contra as mutações desse vírus que tem causado prejuízos significativos aos produtores.

O ToBRFV é um vírus de RNA altamente contagioso que provoca manchas marrons, deformações e perda de qualidade nos frutos, comprometendo a produção. Sua capacidade de mutação rápida permite que ele supere resistências genéticas existentes em muitas variedades, tornando a doença um desafio constante para a cadeia produtiva do tomate.

Para enfrentar esse problema, a Bayer desenvolveu tomates com múltiplos genes de resistência, chamados de “multi-stacked”, que garantem uma defesa mais robusta e duradoura mesmo contra variantes do vírus que quebram resistências tradicionais. Segundo Javier Quintero, líder global de Pesquisa e Desenvolvimento em tomate da divisão Crop Science da Bayer, o ToBRFV que rompe resistências representa uma ameaça constante à rentabilidade dos produtores, que precisam de soluções duradouras sem comprometer a qualidade e o desempenho das plantas.

As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral. Enquanto plantas sem resistência apresentaram sintomas graves do vírus em menos de três semanas, os tomates com múltiplos genes de resistência permaneceram saudáveis mesmo diante da cepa padrão e de variantes mais agressivas do ToBRFV. Entre os primeiros híbridos lançados estão os tomates do tipo red beef “Ferreira” e pink beef “Futumaru”, já disponíveis no mercado. A Bayer também anunciou que, ainda em 2025, lançará novas variedades resistentes para os segmentos Large Truss, Medium Truss, Cocktail, Cherry Plum Truss e Beef.





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Estimativa do algodão cresce com chuvas tardias



Produção de pluma pode atingir 2,76 milhões de toneladas no Mato Grosso




Foto: Canva

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) revisou para cima as estimativas da safra 2024/25 de algodão em Mato Grosso. De acordo com o relatório divulgado na segunda-feira (2), a produtividade projetada alcançou 297,04 arrobas por hectare, o que representa alta de 2,73% em relação à estimativa anterior e de 1,83% frente ao desempenho da safra 2023/24.

O Imea atribui o avanço ao “bom desenvolvimento das lavouras no estado”, destacando a influência positiva das chuvas tardias sobre os talhões semeados fora da janela ideal. “Essas precipitações auxiliaram no desempenho das lavouras mais atrasadas”, informou o instituto no boletim.

A área de cultivo permanece estimada em 1,51 milhão de hectares, o que corresponde a um aumento de 2,97% em relação à safra anterior. Combinando área maior e melhor produtividade, a produção de algodão em caroço foi ajustada para 6,71 milhões de toneladas, avanço de 2,73% sobre a projeção de maio e crescimento de 4,85% frente à safra passada.

A produção de algodão em pluma também foi revisada e agora está estimada em 2,76 milhões de toneladas. Se confirmada, será o maior volume registrado na série histórica de acompanhamento do instituto.





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Soluções eficazes contra pragas e doenças dos citros



Produtos foram lançados em feira importante



Produtos foram lançados em feira importante
Produtos foram lançados em feira importante – Foto: Canva

O combate ao psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri), vetor do greening, ganha reforços com as soluções da Sipcam Nichino. A empresa destaca o inseticida Fiera, que atua de forma inovadora na fase de ninfa, e o acaricida Fujimite, que apresenta eficácia de até 100% no controle do inseto, segundo testes realizados na Estação Experimental Sylvio Moreira, do IAC. O Fujimite também foi reconhecido pelo Fundecitrus no programa “Avalia Psilídeo”, que orienta os citricultores no manejo químico da doença.

Além disso, o fungicida Vitene se destaca no controle de doenças como pinta-preta, verrugose e podridão floral, problemas recorrentes na citricultura. A empresa também aposta na bioestimulação com os produtos Abyss, Blackjak, Nutex Premium e Stilo Verde, que favorecem o desenvolvimento vegetativo, melhoram a fotossíntese, a fixação de flores e frutos, além de contribuir para pomares mais produtivos e saudáveis.

Essas tecnologias são apontadas como fatores que ajudam a explicar a projeção otimista para a safra de laranja 2025/26, que deve atingir 314,6 milhões de caixas, o melhor resultado em dez anos, segundo o Fundecitrus. Todas essas soluções estão sendo apresentadas pela Sipcam Nichino na Expocitros 2025, que ocorre de 3 a 6 de junho, em Cordeirópolis (SP), maior feira citrícola da América Latina.

“A chegada de novas tecnologias está ajudando o produtor no manejo do inseto e resultando em maiores períodos de controle do ‘psilídeo’”, atesta o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim, da área de desenvolvimento de mercado. “Com a integração dos produtos, obtiveram-se índices de 80% a 100% no controle da praga, nas avaliações a campo”, resume Palazim.

 





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Frio e chuvas não afetam milho no Paraná



Safra de milho avança sem danos causados pelo clima




Foto: Canva

O Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (5) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), informou que as recentes ondas de frio registradas no Paraná, acompanhadas por geadas isoladas e chuvas, não causaram danos à cultura do milho no estado.

Segundo os analistas do Deral, “o frio e as geadas ocorridas não trouxeram impactos para a cultura do milho”. A nota técnica explica que a fase atual das lavouras contribuiu para mitigar os riscos. “Atualmente, 40% da área a colher já está em fase de maturação, o que praticamente elimina o risco de prejuízos devido ao frio.”

As chuvas registradas foram consideradas positivas para o desenvolvimento da segunda safra. Ainda de acordo com o levantamento, 65% das lavouras estão em condição boa, 22% em situação mediana e 13% em condição ruim.

Em relação à colheita, o Deral informa que 3% da área total estimada — de 2,72 milhões de hectares — já foi colhida. “Se o clima favorecer, devemos ter um ritmo mais intenso a partir da segunda quinzena deste mês”, afirmam os técnicos.





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Corteva Agriscience traz inovações e tendências para o GAFFFF 2025


A Corteva Agriscience, que atua no setor de sementes, defensivos agrícolas e biológicos, apresenta neste ano, ao lado da XP, o Global Agribusiness Festival (GAFFFF), o maior festival de cultura agro do mundo. Por dois dias consecutivos, o megaevento organizado pela Datagro no Allianz Parque, em São Paulo (SP), vai reunir mais de 90 horas de conteúdo, além de gastronomia, música e negócios.

Para o evento, a Corteva organizou uma programação repleta de conteúdo. A primeira atividade começa na quinta-feira, dia 5 de junho, às 12h30, com uma sessão para a imprensa sobre Biológicos, com a participação de Frederic Beudot, líder global de biológicos da companhia, e de agricultores brasileiros. O encontro trará perspectivas sobre o mercado de produtos biológicos, apresentando exemplos de como o Brasil está acelerando seu uso e de como a Corteva está ajudando a impulsionar seu crescimento por meio de pesquisa, regulamentação e excelência agronômica com foco no cliente. A sessão é restrita a jornalistas e será no Parque Mirante, espaço exclusivo da Corteva no Allianz Parque durante o GAFFFF 2025.

Na sequência, às 14h, no Palco C do evento, Frederic Beudot participa do painel “Intensificando a Sustentabilidade do Agronegócio e a Mega Tendência dos Bioinsumos”. Ele estará acompanhado de Carlos Goulart, secretário de defesa agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Marcio Portocarrero, diretor executivo da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão), e Nelson Ferreira, sócio sênior da McKinsey. A moderação será de Eduardo Leão de Souza, presidente da Croplife Brasil.

Às 15h, no Palco ABC, será a vez de Shona Sabnis, Vice-presidente de Assuntos Públicos da Corteva e keynote speaker do GAFFFF. A executiva vai tratar do tema inovação no agronegócio. A moderação será feita por Plinio Nastari, presidente da Datagro. Para fechar o dia, às 16h, no Parque Mirante, uma sessão especial organizada pela Linha Pastagem da Corteva apresentará uma nova molécula e novos produtos. A apresentação será liderada por Rodrigo Takegawa, Líder de Marketing & Comercial da Linha Pastagem da Corteva Agriscience para Brasil e Paraguai.

Para Felipe Daltro, diretor de Marketing e Experiência do Cliente da Corteva para o Brasil e Paraguai, associar a Corteva com a DATAGRO e a XP reforça a cultura de inovação da empresa e o compromisso de ser o melhor fornecedor de produtos e soluções aos agricultores. “Trata-se de uma oportunidade de conectar o que há de mais moderno na agricultura brasileira com o ecossistema do GAFFFF, que contempla agentes de transformação tão importantes para o nosso setor e para a sociedade como um todo”, diz. A Corteva está levando cerca de 1.200 produtores rurais e parceiros comerciais de diversas regiões do Brasil para o Allianz Parque, promovendo a conexão entre campo e cidade.

Corteva lança molécula e dois herbicidas para o manejo em pastagem

A Linha Pastagem da Corteva celebra 65 anos de atuação no Brasil, incluindo as empresas legadas. Neste período, a companhia seguiu ao lado dos pecuaristas, ajudando a tornar essa atividade cada vez mais rentável, produtiva e sustentável. No evento, a Corteva faz o lançamento de uma molécula e dois herbicidas. As soluções eliminam a matocompetição (competição por água, luz, nutrientes e espaço), além de aumentar a produtividade e a qualidade do pasto, refletindo na maior produção de carne e leite e, consequentemente, na redução da abertura de novas áreas. As soluções também promovem maior eficiência e praticidade no manejo do pasto com sustentabilidade.

Celebração entre o campo e a cidade

Entre os dias 5 e 6 de junho, o GAFFFF vai promover debates sobre tendências, inovações e desafios do setor agropecuário, ao mesmo tempo em que vai valorizar a diversidade cultural e incentivar práticas sustentáveis. É uma oportunidade em que campo e cidade se aproximam, ao reunirem profissionais do agronegócio e o público interessado em conteúdo, entretenimento, gastronomia e cultura.

Serão três palcos simultâneos, com mais de 40 painéis e 200 palestrantes nacionais e internacionais, shows de música com o cantor Leonardo, as duplas Fernando & Sorocaba e Fiduma & Jeca, além do artista Thiago Carvalho e da cantora Fiorella. Nesta edição, a área gastronômica foi ampliada, com novas opções de alimentação. Além das aulas com chefs nacionais e internacionais, haverá também o festival de churrasco com carnes e opções vegetarianas e veganas.





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mercado interno se apoia na exportação



Brasil embarcou 173,80 mil toneladas de carne bovina até a quarta semana de maio




Foto: Pixabay

As exportações brasileiras de carne bovina exerceram papel relevante na sustentação dos preços da arroba do boi gordo durante o mês de maio, conforme aponta a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (2).

Segundo o levantamento, o Brasil embarcou 173,80 mil toneladas de carne bovina até a quarta semana de maio. A média diária de exportações foi de 10,86 mil toneladas, o que representa um avanço de 7,62% em relação ao mesmo período de 2024.

A receita também apresentou crescimento. De acordo com o Imea, o preço médio por tonelada exportada atingiu US$ 5.177,67, uma alta de 14,98% em relação ao valor observado um ano antes. Com isso, o montante financeiro gerado pelas exportações chegou a US$ 899,90 milhões no mês, com média diária de US$ 56,24 milhões — incremento de 23,75% no comparativo anual.

“O aumento nas exportações foi fundamental para equilibrar o mercado diante da alta oferta de carne bovina, típica do mês de maio”, avaliou o Imea. A análise aponta ainda que, mesmo com o volume elevado de carne disponível internamente, o crescimento da demanda externa e a valorização da tonelada exportada impediram recuos mais acentuados nos preços do boi gordo.

A tendência, segundo o Instituto, é de que os preços no mercado interno continuem sustentados nos próximos meses, diante do cenário favorável nas exportações.





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