sábado, abril 11, 2026

Política & Agro

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Comercialização da safra de algodão avança, mas ritmo é menor



Preços do algodão caem em dezembro




Foto: Canva

Segundo o boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado nesta segunda-feira (13), 82,11% da produção da safra 2023/24 de algodão em Mato Grosso foi comercializada até dezembro de 2024. Apesar do avanço de 1,16 pontos percentuais em relação ao mês anterior, o índice está 4,82 pontos percentuais abaixo da média das últimas cinco safras.

O preço médio praticado em dezembro foi de R$ 129,83/@, registrando uma queda de 3,05% em relação a novembro. O período foi marcado por preços estáveis e menor volume de negócios, influenciado pelas festividades de fim de ano.

Para a safra 2024/25, 46,14% da produção projetada foi negociada até o momento, representando um avanço de 1,13 pontos percentuais em relação a novembro, mas ainda 11,54 pontos abaixo da média histórica. O preço médio para a safra futura foi de R$ 133,07/@, com queda de 4,77% em comparação ao mês anterior.

Embora os preços futuros continuem mais atrativos do que os preços correntes, o cenário não foi suficiente para impulsionar o ritmo das negociações em dezembro, indicando cautela por parte dos produtores diante das condições de mercado.





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Nitrogênio impulsiona produtividade no cultivo de milho



A aplicação correta desse nutriente contribui para o desenvolvimento do milho


Foto: Agrolink

O uso adequado de nitrogênio tem sido um dos principais aliados para garantir altas produtividades no cultivo de milho. A aplicação correta desse nutriente contribui diretamente para o desenvolvimento saudável das plantas, resultando em grãos de qualidade e em maior rendimento por hectare.

Pesquisas recentes reforçam que o nitrogênio é essencial durante as fases de crescimento vegetativo e reprodutivo da cultura. Ele desempenha um papel vital na formação de proteínas e no processo de fotossíntese, aumentando a resistência das plantas a condições climáticas adversas.

Especialistas alertam, no entanto, para a necessidade de manejo criterioso na aplicação do nutriente. “O excesso de nitrogênio pode causar perdas econômicas e ambientais, enquanto a deficiência prejudica o desenvolvimento das plantas”, explica um pesquisador da área.

Técnicas como a adubação em cobertura e a análise do solo são recomendadas para garantir a dosagem adequada. Além disso, o uso de tecnologias que monitoram as necessidades da cultura em tempo real tem ganhado espaço entre os produtores, otimizando o uso do insumo.

Com o uso eficiente de nitrogênio, os agricultores têm conseguido aumentar a produtividade e manter o equilíbrio ambiental, consolidando o Brasil como um dos maiores produtores mundiais de milho.





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Adubação com potássio é essencial para a produtividade do feijão



O uso correto de potássio tem se mostrado fundamental para o sucesso da cultura


Foto: Canva

O uso correto de potássio tem se mostrado fundamental para o sucesso da cultura do feijão, garantindo altos índices de produtividade e qualidade dos grãos. Pesquisas recentes apontam que a adubação potássica desempenha um papel vital no desenvolvimento das plantas, influenciando diretamente fatores como crescimento radicular, formação dos grãos e resistência a estresses climáticos.

De acordo com especialistas, o potássio está envolvido em processos cruciais para o metabolismo das plantas, como a regulação do balanço hídrico e a fotossíntese. Além disso, a disponibilidade adequada desse nutriente no solo ajuda a melhorar a tolerância a pragas e doenças, otimizando o uso de insumos agrícolas e reduzindo perdas na lavoura.

Estudos também demonstram que a aplicação do potássio deve ser feita de maneira criteriosa, considerando o tipo de solo, as condições climáticas e a fase de desenvolvimento da cultura. Solos deficientes no nutriente podem comprometer não apenas a produtividade, mas também a qualidade final do feijão, como o tamanho e o brilho dos grãos.

Técnicas de manejo como o monitoramento da fertilidade do solo e o uso de adubações equilibradas são recomendadas para garantir o pleno desenvolvimento da lavoura. Com isso, produtores podem maximizar os resultados e atender à crescente demanda por feijão no mercado interno e externo.

A adoção de práticas sustentáveis, como o uso de adubos verdes e a rotação de culturas, também é incentivada como forma de otimizar o aproveitamento 





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Dólar fecha em alta



Foto: Pixabay

Segundo dados do InfoMoney, o dólar encerrou a quinta-feira (15) em alta, cotado a R$ 6,0551 no mercado à vista, registrando avanço de 0,50% no dia. O movimento foi impulsionado pela realização de lucros no mercado brasileiro, mesmo com a moeda norte-americana recuando frente à maioria das divisas no exterior.

Durante a manhã, a moeda chegou a ser negociada abaixo de R$ 6,00, mas a recuperação veio à tarde, com investidores ajustando suas posições em meio à expectativa para o início do governo de Donald Trump nos Estados Unidos e de olho na trajetória das taxas de juros globais.

Na B3, o dólar futuro para fevereiro, o contrato mais negociado no momento, avançou 0,65%, encerrando a sessão a R$ 6,0725. Apesar do fechamento positivo, a moeda acumula baixa de 2,01% em janeiro. No dia anterior, o dólar havia fechado em queda de 0,36%, a R$ 6,0251, marcando a menor cotação de encerramento desde 12 de dezembro de 2024.

O Banco Central anunciou para esta quinta-feira um leilão de até 15.000 contratos de swap cambial tradicional, visando a rolagem de vencimentos programados para fevereiro de 2025.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 6,055
  • Venda: R$ 6,055

Dólar turismo

  • Compra: R$ 6,133
  • Venda: R$ 6,313





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Marco para a estabilidade jurídica no agro



“O PL 4357/2023 não é apenas uma medida legislativa”



"O PL 4357/2023 não é apenas uma medida legislativa"
“O PL 4357/2023 não é apenas uma medida legislativa” – Foto: Agência Brasil

O Projeto de Lei 4357/2023, que propõe excluir o conceito de “função social da terra” como critério para desapropriação de propriedades produtivas, promete transformar o cenário jurídico e econômico do agronegócio no Brasil. Segundo Leandro Viegas, administrador, bacharel em Direito e CEO da Sell Agro, essa iniciativa representa um divisor de águas para o setor, garantindo maior segurança jurídica e estimulando investimentos no campo.  

Com a aprovação do regime de urgência para tramitação na Câmara dos Deputados, o projeto avança como resposta à necessidade de estabilidade no setor agropecuário, essencial para o desenvolvimento sustentável e a segurança alimentar. A medida elimina interpretações subjetivas sobre “função social”, protegendo propriedades produtivas e assegurando que elas não sejam vulneráveis a desapropriações arbitrárias, criando um ambiente mais confiável para produtores e investidores.  

O agronegócio brasileiro, responsável por aproximadamente 25% do PIB e 40% das exportações nacionais, é o motor da economia do país. Qualquer insegurança jurídica nesse setor pode comprometer empregos, renda e o abastecimento de alimentos. Para Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA), “proteger a terra produtiva é garantir que o Brasil continue alimentando o mundo, enquanto sustenta milhões de famílias que dependem direta ou indiretamente do agronegócio”.  

“O PL 4357/2023 não é apenas uma medida legislativa. É um sinal de que o Brasil valoriza quem trabalha, investe e produz. É a certeza de que o campo, mais uma vez, será o alicerce do crescimento nacional”, conclui Viegas.  





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produção cresce 13,2%, mas exportações devem cair



As importações permanecem estáveis




Foto: Divulgação

O quarto levantamento da safra de grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), projeta um crescimento de 13,2% na produção de arroz em relação à safra anterior, alcançando aproximadamente 12 milhões de toneladas. O aumento é atribuído principalmente à expansão da área plantada, estimulada pela excelente rentabilidade do setor, e às condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras, marcadas por um cenário de La Niña moderado.

No entanto, o consumo nacional do grão foi ajustado para 10,5 milhões de toneladas na safra 2023/24, alinhando-se à média dos últimos cinco anos. O ritmo de comercialização também desacelerou, com uma redução de 6,4% em relação à safra 2022/23, segundo dados da Taxa de Cooperação e Defesa da Orizicultura (CDO).

Com os preços internos operando acima das paridades de exportação e a menor disponibilidade interna, as exportações de arroz brasileiro na safra 2023/24 devem recuar para 1,5 milhão de toneladas. Contudo, para 2024/25, a estimativa é de um aumento nas vendas externas, atingindo 2 milhões de toneladas, devido à recuperação produtiva e à expectativa de preços mais baixos.

As importações, por sua vez, permanecem estáveis em 1,4 milhão de toneladas para ambas as safras. Já os estoques de passagem, que refletem o volume remanescente ao final do ciclo, devem crescer, chegando a 1,3 milhão de toneladas ao término da safra 2024/25, em fevereiro de 2026.

Com a recuperação produtiva e o fortalecimento das exportações, o setor orizícola brasileiro segue promissor, mesmo diante dos desafios do consumo interno e do mercado global.





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Drones revolucionam aviação agrícola e impulsionam eficiência no campo


A tecnologia de drones está transformando o futuro da aviação agrícola, abrindo novas possibilidades para o setor e ampliando a eficiência no manejo das lavouras. Com sua capacidade de aplicação de insumos de forma precisa e em áreas de difícil acesso, os drones surgem como uma alternativa promissora aos aviões agrícolas tradicionais, especialmente em pequenas e médias propriedades.

Os drones agrícolas destacam-se pela versatilidade. Equipados com sensores e câmeras avançadas, eles permitem o mapeamento detalhado do solo, identificam focos de pragas e doenças e aplicam defensivos com precisão cirúrgica. Essa tecnologia não só reduz custos com insumos, mas também minimiza impactos ambientais, ao evitar a aplicação excessiva de produtos químicos.

Segundo dados de mercado, o uso de drones na agricultura vem crescendo exponencialmente nos últimos anos, impulsionado por inovações tecnológicas e pela busca por soluções mais sustentáveis. Empresas especializadas no desenvolvimento de drones agrícolas relatam um aumento expressivo na demanda, especialmente em culturas como soja, milho e café, onde a precisão e a agilidade são cruciais.

Embora os drones não substituam completamente os aviões agrícolas, que ainda são indispensáveis para grandes áreas de cultivo, eles se consolidam como uma ferramenta complementar, atendendo propriedades menores e oferecendo suporte em operações específicas. Além disso, sua operação demanda menor custo inicial e menor impacto ambiental, tornando-os acessíveis a um maior número de agricultores.

Apesar das vantagens, o setor ainda enfrenta desafios, como a regulamentação do uso de drones e a capacitação de operadores. No Brasil, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) regula o uso de aeronaves não tripuladas, exigindo treinamento específico e cumprimento de normas de segurança. Especialistas acreditam que, à medida que a tecnologia avance, esses desafios serão gradualmente superados.

Com perspectivas otimistas, o futuro da aviação agrícola passa pela integração de drones e aeronaves tripuladas, promovendo uma agricultura mais eficiente, sustentável e tecnológica. A inovação promete transformar a forma como os agricultores lidam com a produção, garantindo maior produtividade e conservação dos recursos naturais.





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Quais são as principais doenças da soja?



O manejo integrado continua sendo o pilar para o controle eficaz das doenças


Foto: Pixabay

Segundo informações divulgadas em artigo produzido pelo Blog da Aegro, a cultura da soja, fundamental para a agricultura brasileira, enfrenta o desafio de lidar com doenças causadas por fungos, bactérias e vírus, que podem afetar a produtividade, a qualidade dos grãos e até a sobrevivência das plantas. A seguir, um panorama das principais doenças que acometem a soja e as estratégias para seu controle:

1. Míldio (Peronospora manshurica)

  • Sintomas: Manchas amarelas ou acinzentadas nas folhas, com pó branco na face inferior.
  • Impacto: Compromete a fotossíntese, resultando em menor crescimento e produtividade.
  • Controle: Uso de cultivares resistentes e aplicação de fungicidas.

2. Ferrugem Asiática (Phakopsora pachyrhizi)

  • Sintomas: Manchas amarelas ou alaranjadas que evoluem para marrons.
  • Impacto: Redução severa no rendimento, especialmente sem controle precoce.
  • Controle: Rotação de culturas, fungicidas e variedades resistentes.

3. Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides)

  • Sintomas: Manchas escuras e necrosadas em folhas, vagens e caules.
  • Impacto: Afeta o crescimento e a qualidade dos grãos.
  • Controle: Fungicidas e cultivares resistentes.

4. Cercosporiose (Cercospora sojina)

  • Sintomas: Manchas marrons nas folhas com bordas amareladas.
  • Impacto: Redução da área fotossintética, prejudicando a produtividade.
  • Controle: Fungicidas e manejo adequado.

5. Podridão Radicular (Phytophthora sojae)

  • Sintomas: Murchamento e amarelecimento, especialmente em solos encharcados.
  • Impacto: Prejudica a absorção de água e nutrientes pelas raízes.
  • Controle: Tratamento de sementes e drenagem do solo.

6. Mofo Branco (Sclerotinia sclerotiorum)

  • Sintomas: Manchas brancas e felpudas em vagens e folhas, levando à necrose.
  • Impacto: Perda de produtividade e qualidade dos grãos.
  • Controle: Manejo de rotação de culturas e fungicidas.

7. Viroses (Ex.: Vírus do Mosaico da Soja)

  • Sintomas: Manchas em formato de mosaico que afetam o desenvolvimento da planta.
  • Impacto: Menor vigor e produtividade.
  • Controle: Controle de insetos vetores e uso de sementes certificadas.

8. Mancha-Alvo (Corynespora cassiicola)

  • Sintomas: Manchas circulares com bordas amareladas.
  • Impacto: Queda precoce de folhas e prejuízo na fotossíntese.
  • Controle: Fungicidas e monitoramento.

9. Bacteriose (Xanthomonas axonopodis pv. glycines)

  • Sintomas: Manchas necróticas com bordas amareladas em folhas e caules.
  • Impacto: Redução no vigor e na produtividade.
  • Controle: Sementes livres de patógenos e manejo adequado.

A adoção de boas práticas agrícolas, incluindo o monitoramento constante, rotação de culturas e uso de sementes certificadas, é essencial para manter a saúde da lavoura e garantir uma colheita produtiva. O manejo integrado, aliado a tecnologias modernas, continua sendo o pilar para o controle eficaz das doenças na soja.





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Quais são as principais pragas que ameaçam o trigo?


A cultura do trigo é uma das mais relevantes no cenário global, devido à sua importância como base na produção de alimentos. Com presença marcante em diversas regiões do mundo, esse cereal enfrenta desafios recorrentes causados por pragas que podem comprometer a produtividade e a qualidade da colheita.

De acordo com informações divulgadas pelo Blog da Aegro, as pragas que afetam o trigo variam conforme a localização da produção, mas podem ser agrupadas em duas categorias principais: pragas de campo e pragas de armazenamento. Entre os insetos que mais impactam a cultura estão pulgões, lagartas, percevejos, corós e gorgulhos. Conheça as principais ameaças e como elas interferem na triticultura:

Pulgões

Os pulgões são pequenos insetos que sugam a seiva da planta, resultando em perda de vigor, menor germinação das sementes, redução do número e peso dos grãos e até falhas nas espigas. As espécies mais comuns incluem:

  • Pulgão-do-colmo-do-trigo (Rhopalosiphum padi)
  • Pulgão-da-folha-do-trigo (Metopolophium dirhodum)
  • Pulgão-da-espiga-do-trigo (Sitobion avenae)
  • Pulgão-verde-dos-cereais (Schizaphis graminum)

Lagartas Desfolhadoras

As lagartas, especialmente da família Noctuidae, atacam desde as plântulas até as espigas, podendo causar danos se não controladas. As espécies mais frequentes são:

  • Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera)
  • Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax)
  • Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda)

Percevejos

Os percevejos do gênero Dichelops, conhecidos como percevejos-barriga-verde, são pragas importantes na fase de emborrachamento do trigo. Eles causam redução no desenvolvimento das plantas e má formação das espigas. As espécies mais comuns incluem:

  • Dichelops furcatus
  • Dichelops melacanthus

Corós

Considerados as pragas de solo mais danosas, os corós se alojam a até 10 cm de profundidade e atacam sementes, raízes e plântulas. Eles são capazes de puxar as plantas para dentro do solo, causando perdas significativas. Entre as espécies, destacam-se:

  • Coró-das-pastagens (Diloboderus abderus)
  • Coró-do-trigo (Phyllophaga triticophaga)

Essas pragas podem estar presentes desde a implantação da lavoura até o armazenamento do grão. Para mitigar os danos, é essencial adotar práticas como:

  • Monitoramento constante das áreas cultivadas;
  • Uso de inseticidas específicos e manejo integrado de pragas;
  • Rotações de culturas e controle biológico com inimigos naturais.

Com a aplicação de estratégias de controle eficazes e manejo adequado, a produção de trigo pode ser mantida em níveis satisfatórios, assegurando o abastecimento e a qualidade do produto final.





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Como será o clima no Brasil em janeiro?


A previsão indica chuvas concentradas em grande parte das Regiões Norte, Nordeste e Sul do país

A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o mês de janeiro indica chuvas entre a média climatológica (tom cinza) e acima da média (tom azul) em grande parte das Regiões Norte, Sul e do leste e norte do Nordeste. No entanto, em algumas áreas dessas Regiões, como Rondônia, sudeste e norte do Pará, sul e norte do Tocantins, região central do Maranhão, oeste da Bahia e sul do Rio Grande do Sul, os acumulados poderão variar entre próximo e abaixo da média histórica, conforme representado pelos tons cinza e amarelo no mapa da Figura 1a.

Por outro lado, em São Paulo e áreas localizadas no centro-sul do Rio de Janeiro, os acumulados poderão ficar na normalidade ou acima da média (tons azuis), enquanto que Minas Gerais e Espirito Santo poderão registrar precipitação abaixo da média (tom amarelo).

Na Região Centro-Oeste, a previsão aponta para precipitação dentro da normalidade e acima da média em grande parte do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Porém, em Goiás e áreas no noroeste e sudeste do Mato Grosso do Sul, os volumes de chuva podem ficar abaixo da climatologia.

TEMPERATURA

Quanto às temperaturas, a previsão indica que deverão ser acima da média em grande parte do país (tons em amarelo e laranja no mapa da Figura 1b), com possibilidade de ocorrência de alguns dias de calor em excesso (tons em vermelho), principalmente no norte do país, onde as temperaturas médias do ar podem ultrapassar os 28ºC.

Em áreas pontuais do Amazonas, Amapá, sudoeste do Paraná, leste de Santa Catarina e sul do Rio Grande do Sul, são previstas temperaturas próximas ou ligeiramente abaixo da média (tons em cinza e azuis no mapa da Figura 1b), devido a ocorrência de dias consecutivos com chuva que podem amenizar a temperatura.

inmet clima janeiro 2025
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