sábado, abril 11, 2026

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Brasil deve exportar menos milho em 2024/25, aponta Conab


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou, em seu 4º levantamento da safra de grãos 2024/25, que o plantio da primeira safra de milho no Brasil alcançou 80,8% da área prevista até o fim de dezembro. Embora o cultivo continue nos estados do Maranhão, Piauí, Bahia e Pará, ele deverá ser concluído até meados de março. O clima tem favorecido o desenvolvimento da cultura, com chuvas frequentes intercaladas com períodos de sol nas principais regiões produtoras. Contudo, a Região Sul, especialmente no Rio Grande do Sul, tem registrado redução nas precipitações, o que vem causando deficit hídrico em algumas lavouras, prejudicando o potencial produtivo.

A área total para o plantio da primeira safra de milho em 2024/25 foi estimada em 3.717 mil hectares, 6,4% inferior ao ano passado, devido à baixa cotação do cereal no mercado, o que motivou os agricultores a diversificarem as opções de cultivo.

O plantio da segunda safra de milho começou no Mato Grosso e deve se intensificar entre o fim de janeiro e fevereiro, dependendo da colheita da soja. A previsão é que a área de plantio da segunda safra atinja 16.596,6 mil hectares, 1% maior do que no ciclo anterior, devido ao aumento de custos de produção e à cotação do milho.

A colheita da terceira safra já foi finalizada, com 643,3 mil hectares plantados e produção estimada de 2.480,3 mil toneladas.

Em termos de produção total, a Conab estima que a safra 2024/25 gerará 119,6 milhões de toneladas de milho, o que representa um aumento de 3,3% em relação à safra anterior. A previsão é que a produtividade aumente 3,8%, embora a área plantada total tenha uma redução de 0,4%.

No mercado interno, a demanda por milho deve aumentar em 3,3%, totalizando 86,4 milhões de toneladas consumidas no Brasil durante 2025. Já nas exportações, a Conab projeta uma redução no volume enviado ao exterior, com 38,5 milhões de toneladas esperadas para 2023/24, representando uma queda de 29,5% em relação ao ciclo anterior. Para 2024/25, espera-se uma leve redução nas exportações devido à maior demanda interna e à menor oferta do cereal para comercialização internacional.

Quanto aos estoques de milho, a previsão é que ao final da safra 2024/25, o Brasil termine com 3,4 milhões de toneladas armazenadas, um aumento de 40,8% em comparação à safra anterior.





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Financiamento em baixa e inovação em alta



Outro ponto relevante da pesquisa é a adoção de novas tecnologias



Por fim, o estudo também revela que os agricultores planejam aumentar os investimentos em calcário (18%) e manter os investimentos em defensivos (79%)
Por fim, o estudo também revela que os agricultores planejam aumentar os investimentos em calcário (18%) e manter os investimentos em defensivos (79%) – Foto: Canva

Uma pesquisa recente realizada pela Fiesp com 514 produtores agropecuários de todo o Brasil revela que uma parcela significativa dos agricultores e pecuaristas não pretende buscar financiamento para a próxima safra. De acordo com o levantamento, 29% dos agricultores e 35% dos pecuaristas preferem utilizar recursos próprios em vez de recorrer a crédito. Entre os principais motivos para essa decisão estão os obstáculos na obtenção de financiamento, como as altas taxas de juros (apontadas por 54% dos entrevistados) e as exigências burocráticas e processos de aprovação lentos (mencionados por 23%).

O estudo também indica que a maioria dos produtores já recorreu a algum tipo de financiamento na última safra, com 69% dos agricultores e 52% dos pecuaristas buscando crédito, principalmente para a aquisição de insumos e equipamentos. Desses, 33% obtiveram recursos em bancos oficiais, 17% em bancos privados, 15% em revendas e 13% em cooperativas de crédito.

Outro ponto relevante da pesquisa é a adoção de novas tecnologias. O Monitor de Tendências do Agronegócio Brasileiro apontou que os custos iniciais elevados e o custo do crédito são os maiores desafios para os produtores ao investir em inovações. Entre os agricultores, a análise de dados e os bioinsumos estão entre as tecnologias mais adotadas, enquanto os pecuaristas têm investido principalmente em nutrição animal. Além disso, 58% dos produtores são considerados adotantes intermediários de tecnologia, enquanto 20% são pioneiros.

Por fim, o estudo também revela que os agricultores planejam aumentar os investimentos em calcário (18%) e manter os investimentos em defensivos (79%), ao mesmo tempo em que os pecuaristas tendem a investir na recuperação de pastagens (28%) e manter o gasto com concentrados (70%). A pesquisa foi encomendada pelo Departamento do Agronegócio da Fiesp à Kynetec Brasil e visa identificar tendências, necessidades e fornecer subsídios para o planejamento estratégico das agroindústrias.

 





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Diesel comum sobe 3,85% e tipo S-10 2,79% no acumulado de 2024, segundo…


Tipo comum do combustível fecha 2024 a preço médio de R$ 6,20; já o tipo S-10 encerra o ano a R$ 6,27

De acordo com a mais recente análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, os preços médios dos dois tipos de diesel encerraram 2024 em alta no Brasil, com destaque para o comum, que registrou um aumento acumulado de 3,85% ao longo do ano. Já o tipo S-10 teve uma alta de 2,79% no mesmo período, Os combustíveis encerraram o ano com preços médios de R$ 6,20 e R$ 6,27, respectivamente.

“O diesel ficou mais caro ao longo do ano, impulsionado não só pelos reajustes de preço, como também pela recente valorização do dólar em relação ao real, intensificada nas últimas semanas de 2024. Ademais, fatores como a estrutura logística também exercem um papel importante no preço final encontrado pelo consumidor nos postos”, afirma Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

 

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Fonte:

Assessoria de Imprensa





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Colheita de aveia cai 30,3% no Paraná


Segundo o 4º levantamento da safra de grãos 2024/25, apresentado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a colheita da aveia-branca no Brasil, chegou ao fim no Rio Grande do Sul no mês de dezembro. A operação teve início em setembro, atingindo 1% da área cultivada, e seguiu com um ritmo crescente até dezembro, quando 2% das áreas restantes foram colhidas. A produtividade variou consideravelmente devido a fatores como o pacote tecnológico adotado pelos produtores e os eventos climáticos, que impactaram diretamente a cultura.

A semeadura da aveia teve início em maio, com término apenas em julho, o que resultou em um longo período para o plantio. Esse atraso foi causado pelas constantes e volumosas precipitações durante o período. Além disso, o desenvolvimento da cultura foi influenciado pelo excesso de chuvas no início do ciclo, especialmente nas regiões Oeste, Alto Uruguai, Missões e Fronteira Oeste, além de episódios de geadas e falta de radiação solar. A fumaça das queimadas no Centro-Oeste também afetou o crescimento das plantas.

De setembro a outubro, as chuvas, com volumes superiores a 200 mm em algumas regiões, coincidiram com a maturação das lavouras no Oeste e o florescimento e enchimento de grãos nas regiões mais a leste, como Planalto Médio e Superior. Esse cenário resultou em uma produção de aveia de produtividade variável, com a maior parte das lavouras registrando índices entre 2.100 kg/ha e 3.000 kg/ha. A produtividade média da safra 2024 foi de 2.361 kg/ha, representando um aumento de 26% em relação à safra anterior, mas 8% inferior à de 2022, o que gerou descontentamento entre os produtores.

Em relação à área cultivada, houve um pequeno ajuste de 0,1% em comparação ao levantamento anterior, com um total de 356,8 mil hectares plantados com aveia.

Já no Paraná, a cultura foi totalmente colhida. As condições climáticas desfavoráveis, com temperaturas elevadas e falta de chuvas em momentos críticos, impactaram negativamente a safra, que apresentou uma redução de 30,3% em relação ao ciclo anterior. O clima quente e a ocorrência de duas geadas prejudicaram ainda mais a produção. A colheita paranaense foi destinada à indústria de alimentação humana (produção de flocos) e alimentação animal (ração), além de parte da produção ser destinada à semeadura para o próximo ciclo.





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Preços dos combustíveis oscilam perto de estabilidade nos primeiros dias do ano


Os preços dos combustíveis registraram variações discretas nos primeiros quinze dias de 2024, aponta o Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, desenvolvido em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

De acordo com os números nacionais, o preço médio da gasolina comum se manteve praticamente estável nesse período (-0,02%). Comparativamente, o etanol registrou uma discreta elevação de R$ 0,03 em seu preço médio (+0,71%), assim como o diesel S-10, com ajuste positivo de R$ 0,01 (+0,22%). Os resultados evidenciam um cenário de relativa estabilidade nos preços cobrados nos postos brasileiros na abertura do ano.

O cenário foi similar à apuração nas capitais, onde o destaque também ficou por conta da pequena elevação de R$ 0,03 no preço médio do etanol hidratado (proporcionalmente, +0,62%) e de R$ 0,01 no caso do diesel S-10 (que correspondeu ao acréscimo proporcional de +0,12%). Em contraste, o preço médio da gasolina comum apresentou um recuo marginal de R$ 0,01 nas capitais, o que correspondeu a um ajuste de -0,09% em relação ao valor médio apurado pelo levantamento ao final de dezembro.

Na esteira dessas oscilações observadas, a análise de custo-benefício entre etanol e gasolina, dada pelo Indicador Custo-Benefício Flex, que mede a relação entre o preço e o rendimento de ambos combustíveis, permaneceu na faixa de indiferença adotada pelo levantamento, com valor de 70,4% no âmbito nacional e 70,6% nas capitais. Assim, embora ambos percentuais tenham se situado acima do patamar de 70%, os resultados não representam vantagem significativa no abastecimento entre as duas opções.

Em todo caso, é importante ressaltar que essas diferenças podem ser mais relevantes em certas regiões ou cidades, tendo em vista os níveis de preços nessas localidades.





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Dólar comercial recua para menos de R$ 6,04 nesta sexta



Dólar opera em baixa antecipando posses presidenciais


Foto: Pixabay

Segundo dados do InfoMoney divulgados nesta sexta-feria (17), o dólar comercial apresentava queda durante o dia, com o mercado focado na posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, programada para segunda-feira, e nas perspectivas para as taxas de juros das principais economias globais. Às 13h05, a moeda norte-americana operava com baixa de 0,23%, cotada a R$ 6,038 na compra e R$ 6,039 na venda.

No mercado futuro, o contrato de dólar de primeiro vencimento registrava queda de 0,32%, a 6.047 pontos.

O Banco Central anunciou que realizará um leilão de até 15.000 contratos de swap cambial tradicional, com o objetivo de rolar o vencimento previsto para 3 de fevereiro de 2025.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 6,038
  • Venda: R$ 6,039

Dólar turismo

  • Compra: R$ 6,133
  • Venda: R$ 6,313





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Poder de compra de fertilizantes registra alta em dezembro


O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF) registrou uma ligeira alta em dezembro de 2024, fechando em 1,05, superando o valor registrado no mês anterior. Esse índice reflete a relação entre os preços dos fertilizantes e das commodities agrícolas e indica que o início de 2025 será marcado por um cenário de planejamento estratégico para os produtores rurais, especialmente durante a curta janela de plantio de milho segunda safra. Produtores que realizam compras antecipadas tendem a obter preços mais favoráveis, além de evitar congestionamentos logísticos nas entregas de insumos e garantir que os fertilizantes cheguem no momento ideal para a aplicação.

No período analisado, o preço médio dos fertilizantes apresentou um aumento de cerca de 2%, impulsionado principalmente pela alta de 4% no cloreto de potássio (KCl). Por outro lado, as commodities registraram uma queda média de 6%, com destaque para a soja, que foi impactada pela valorização do dólar, que subiu cerca de 5% em relação ao mês anterior. Essa desvalorização das commodities, no entanto, não afetou a demanda interna de milho, que segue firme, especialmente devido à procura das usinas de etanol, o que tem sustentado os preços da commodity no mercado doméstico.

O mercado permanece atento ao início da colheita da soja e ao clima, com a janela de plantio do milho de segunda safra se aproximando. Aproximadamente 20% dos fertilizantes ainda precisam ser negociados para esta safra. Para os próximos meses, a orientação é que os produtores busquem antecipar suas compras para garantir melhores condições de mercado.

O IPCF, divulgado mensalmente pela Mosaic, é um indicador que reflete a relação entre os preços de fertilizantes e as commodities agrícolas. Seu cálculo considera as principais lavouras brasileiras – soja, milho, açúcar, etanol e algodão – e é ponderado pelo câmbio. Quanto menor a relação, mais favorável é o índice e, consequentemente, a troca entre fertilizantes e commodities. A metodologia utiliza dados de preços de fertilizantes fornecidos pela CRU e de commodities apurados pela Agência Estado e CEPEA.

O índice é calculado levando em consideração os preços de fertilizantes como MAP, SSP, ureia e KCl, ponderados conforme o uso em diferentes culturas. As commodities incluem soja, milho, açúcar, etanol e algodão, com os preços ponderados pelo consumo de fertilizantes. O índice também leva em conta o câmbio, sendo que 70% do peso dos fertilizantes e 85% do peso das commodities é influenciado pela moeda estrangeira.

Dados referentes a dezembro de 2024.





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Preço do leite cai 2,29% em MT



Produção de leite cresce 8,45% em novembro




Foto: Divulgação

Segundo os dados do boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado nesta segunda-feira (13), o preço do leite captado em novembro de 2024 apresentou queda de 2,29% em relação ao mês anterior, fixando-se em R$ 2,31 por litro. Essa retração reflete a elevação na produção do período, impulsionada pelas chuvas sazonais que melhoraram tanto a quantidade quanto a qualidade das pastagens no estado.

O Índice de Captação do Leite (ICAP-L) atingiu 61,23% em novembro, um crescimento de 8,45 pontos percentuais em comparação ao mês anterior, evidenciando o aumento da oferta. Essa expansão também afetou os preços dos derivados lácteos no mercado atacadista: a muçarela registrou queda de 4,52%, sendo comercializada a R$ 33,24 por quilo, enquanto a manteiga apresentou recuo de 3,77%, com preço médio de R$ 36,47 por quilo.

A redução no preço do leite cru também está atrelada ao menor poder de compra dos consumidores, pressionado pelas despesas típicas do início do ano, como matrículas escolares, IPVA, IPTU e seguros. Além disso, a continuidade do período de alta produção de leite reforça a tendência de preços mais baixos para o produtor no curto prazo.

A expectativa do setor é de que as condições climáticas favoráveis continuem sustentando a boa produtividade, enquanto o mercado observa a possibilidade de estabilização de preços diante da recuperação gradual do consumo interno.





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Comercialização de soja 2023/24 avança, mas preço cede



MT registra avanço nas vendas de soja




Foto: Pixabay

Segundo o boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgado nessa segunda-feira (13), a comercialização da soja da safra 2023/24 em Mato Grosso atingiu 99,73% da produção em dezembro de 2024, representando um avanço de 0,50 ponto percentual em relação ao mês anterior. O índice é 1,72 ponto percentual superior ao registrado no mesmo período da safra passada e 0,78 ponto percentual acima da média histórica, reflexo da redução na oferta devido à quebra de produção nesta temporada.

Em termos de preços, houve uma retração de 3,12% no comparativo mensal, com a saca sendo negociada, em média, a R$ 134,98.

Para a safra 2024/25, as vendas alcançaram 45,20% da produção estimada até dezembro, apresentando um crescimento de 4,11 pontos percentuais em relação a novembro. As boas condições das lavouras motivaram os produtores a negociarem volumes maiores.

Por outro lado, o mercado enfrentou desafios de preços, influenciados pela queda na cotação da soja no CME Group, pela pressão sobre o prêmio portuário e pela valorização do dólar, que, apesar de alta, não foi suficiente para sustentar os valores da commodity. O preço médio da saca da soja foi negociado a R$ 111,23, uma queda de 0,40% em relação ao mês anterior, conforme dados divulgados.





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Brasil exporta 39,75 milhões de toneladas de milho



Exportação de milho cai 8,47% em MT




Foto: Canva

Segundo o boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgado nessa segunda-feira (13), com base nos dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações brasileiras de milho em 2024 registraram queda de 29,84% em relação ao ano anterior, totalizando 39,75 milhões de toneladas exportadas. Apesar da retração, o volume é o quarto maior da série histórica.

Mato Grosso, principal estado produtor, respondeu por 68% das exportações nacionais, com 27,03 milhões de toneladas enviadas ao exterior, uma redução de 8,47% em comparação a 2023. O estado manteve sua liderança, tendo como principais destinos o Egito, Vietnã e Irã, que juntos representaram 9,79 milhões de toneladas do total exportado.

O cenário de redução é atribuído à menor oferta do grão na safra 2023/24, especialmente no segundo semestre de 2024. A tendência sazonal também deve impactar o desempenho do milho no início de 2025, com volumes de exportação menores no primeiro semestre em relação ao segundo, o que pode resultar em uma redução ainda mais expressiva dos envios da safra vigente.





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