segunda-feira, abril 6, 2026

Política & Agro

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Análise das Intenções de Voto para as Eleições de 2026: Pivetta e Wellington Emergem como Favoritos no Início do Processo

Em um estudo realizado pela Percent, em parceria com a TV Cuiabá e o Portal O Documento, foi revelada uma sondagem significativa sobre as preferências eleitorais para as eleições de 2026 no estado de Mato Grosso. A pesquisa, que abrangeu os dias 22 a 30 de janeiro, concentrou-se em identificar quais candidatos estão ganhando apoio popular e qual é o perfil do eleitorado neste período inicial das atividades políticas.

Em um estudo realizado pela Percent, em parceria com a TV Cuiabá e o Portal O Documento, foi revelada uma sondagem significativa sobre as preferências eleitorais para as eleições de 2026 no estado de Mato Grosso. A pesquisa, que abrangeu os dias 22 a 30 de janeiro, concentrou-se em identificar quais candidatos estão ganhando apoio popular e qual é o perfil do eleitorado neste período inicial das atividades políticas.

Os resultados mais recentes mostram que o vice-governador Otaviano Pivetta, do partido Republicanos, se destaca com 19,2% das intenções de voto, enquanto seu colega Wellington Fagundes, do PL (Partido Liberal), segue em segundo lugar com 15%. Esses números indicam um forte início para as eleições e reforçam a importância da liderança republicana no cenário político.

A seguir ao líder republicano, o senador Jayme Campos do União Brasil completa o quadro com 9% das respostas, mantendo sua posição de destaque na direita brasileira. O empresário Odílio Balbinotti, ainda sem partido, apresenta um desempenho sólido com 7,3%, sugerindo que os eleitores estão dispostos a considerar candidatos independentes e não vinculados a partidos políticos convencionais.

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Milho: é melhor fixar preços



A consultoria recomenda que produtores que fixaram preços na B3 no final de dezembro



A consultoria recomenda que produtores que fixaram preços na B3 no final de dezembro
A consultoria recomenda que produtores que fixaram preços na B3 no final de dezembro – Foto: Divulgação

A TF Agroeconômica destacou que, apesar das especulações sobre o atraso no plantio da segunda safra de milho no Brasil, as chuvas podem compensar parcialmente esse atraso, resultando em uma colheita entre 122 e 123 milhões de toneladas (MT), acima da estimativa da Conab de 119,55 MT. Com isso, as indústrias locais estão se adiantando na compra do cereal para junho de 2025, pagando preços mais altos do que os oferecidos pela exportação, o que pode indicar uma tendência de alta nos preços.  

A consultoria recomenda que produtores que fixaram preços na B3 no final de dezembro já garantiram ganhos de aproximadamente R$ 5,70/saca em relação ao preço atual. No entanto, quem fixar hoje ainda pode obter lucro de 8,44%, um patamar relevante para o milho. A recomendação é evitar esperar pela colheita, quando os preços podem cair para níveis próximos ao prejuízo.  

Entre os fatores de alta, destacam-se o clima quente e seco em áreas agrícolas da Argentina e o atraso no plantio da safrinha no Brasil devido ao atraso na colheita da soja. Além disso, os bons preços do etanol e do boi gordo sustentam uma valorização do milho. Por outro lado, fatores de baixa incluem a imposição de tarifas pelos EUA sobre produtos do México, Canadá e China, que podem gerar retaliações comerciais, e a queda nos preços do frango e do suíno no Brasil, reduzindo a demanda pelo grão.  

Além disso, os preços pagos pelas indústrias de carnes no mercado interno estão mais altos do que os oferecidos pelos exportadores, limitando novas valorizações. As indústrias estão ofertando prêmios de 70 cents/bushel para cobrir estoques em junho e julho, enquanto os exportadores pagam no máximo 30 cents/bushel para embarques em Santos, o que pode influenciar a dinâmica do mercado nos próximos meses.

 





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Empresas brasileiras enfrentam desafios na adoção de normas ESG, aponta pesquisa



47% das empresas no Brasil enfrentam dificuldades na definição de indicadores




Foto: Canva

Uma pesquisa da RSM, revelou que 65% das empresas brasileiras ainda não estão prontas para implementar as normas internacionais IFRS S1 e S2. Essas diretrizes, que exigem maior transparência na divulgação de informações sobre sustentabilidade e riscos climáticos, serão obrigatórias para companhias de capital aberto a partir de 2026.

Segundo Frederico Franco, especialista em Auditoria e Compliance e colunista do Agrolink, as normas IFRS funcionam como um “manual” global para padronizar a forma como as empresas reportam suas práticas ambientais. “O grande diferencial dessas regras é que os dados divulgados serão auditados e integrados aos relatórios financeiros, aumentando a confiabilidade das informações e reduzindo o risco de greenwashing”, explica.

Além da falta de preparo, 47% das empresas no Brasil enfrentam dificuldades na definição de indicadores de desempenho (KPIs) e na supervisão das práticas ESG. Hoje, muitas organizações utilizam o método GRI (Global Reporting Initiative), que, segundo especialistas, permite relatórios pouco transparentes e pode mascarar dados ambientais. Com a adoção obrigatória das IFRS S1 e S2, as informações precisarão ser comprovadas e auditadas, tornando a comunicação sobre sustentabilidade mais rigorosa e confiável para investidores e o mercado.

 





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Milho novamente em baixa na B3


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou o dia em baixa, mas o saldo semanal e mensal foi positivo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Semana fechou com alta de 0,47% e o acumulado de janeiro com ganhos de 3,10%. O milho da B3 sentiu a pressão da queda de Chicago no dia e na semana e a forte queda do dólar em janeiro”, comenta.

“A possível guerra tarifária dos EUA, contra, até agora, Canadá, México e China pressionaram as cotações nos EUA e tiraram a atenção dos atrasos da colheita do milho primeira safra e soja, assim como a lentidão para o plantio do milho safrinha. O milho brasileiro pode ser um grande beneficiado nesta disputa, visto que é um dos poucos países com capacidade de suprir a demanda de diversos destinos. No entanto ainda é cedo para dizer se acordos efetivos ou as tarifas sairão dessas negociações forçadas do novo governo americano. Caso a Casa Branca consiga bons acordos, as exportações brasileiras podem ser afetadas. Com isso o investidor está buscando segurança, principalmente agora que a primeira safra já está sendo colhida e retira da indústria a pressão para repor os estoques”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia. “O vencimento de março/25 foi de R$ 75,56 apresentando baixa de R$ -0,52 no dia, alta de R$ 0,35 na semana; maio/25 fechou a R$ 75,40, baixa de R$ -0,62 no dia, alta e R$ 0,57 na semana; o vencimento julho/25 fechou a R$ 71,12, baixa de R$ -0,65 no dia e baixa de R$ -0,02 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou dia e semana em baixa, mas o saldo de janeiro ainda foi positivo. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -1,68 % ou $ -8,25 cents/bushel a $ 482,00. A cotação para maio, fechou embaixa de -1,69 % ou $ – 8,50 cents/bushel a $ 493,00”, conclui.

 





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Preços do milho sofrem queda no RS e SC


De acordo com a TF Agroeconômica, os preços do milho no Rio Grande do Sul registraram uma leve queda na última semana, com uma redução de 0,81%, passando de R$ 68,00 para R$ 67,45, conforme levantamento da Emater/RS-Ascar. As recentes chuvas na Região Oeste, que enfrentava um déficit hídrico, foram benéficas para as lavouras, especialmente para as que estavam em fase vegetativa ou no início do período reprodutivo. A expectativa para a safra de milho comercial no estado é de 4,8 milhões de toneladas, com 30% já comercializado, sendo 600.000 toneladas destinadas à exportação.

Em Santa Catarina, a área destinada à primeira safra de milho caiu 11,3% devido aos custos elevados de produção, riscos de pragas e os preços desfavoráveis. Contudo, a expectativa é de aumento da produtividade, com a média estimada de 8.594 kg/ha. Apesar disso, os preços continuam em baixa, com a cotação em janeiro apresentando retração, embora os contratos futuros da Bolsa de Chicago projetem uma leve alta. No mercado portuário, os preços variaram entre R$ 72,00 e R$ 72,50 para entregas em agosto e outubro, respectivamente.

No Paraná, a colheita do milho da primeira safra começou de forma mais lenta, mas as condições climáticas têm favorecido a formação dos grãos, o que pode resultar em uma produção superior às expectativas. A área de milho de inverno está sendo semeada de maneira irregular, com algumas dificuldades na germinação, e o replantio de algumas áreas já está sendo considerado. As ofertas no mercado local para o milho giram em torno de R$ 72,00/saca, com valores variando dependendo da entrega e do pagamento.

Em Mato Grosso do Sul, o preço da saca de milho subiu em cidades como Dourados, Maracaju e Sidrolândia, com valorização de 35,65% em comparação ao mesmo período de 2024, alcançando R$ 63,56 no final de janeiro. A comercialização da safra 2024 já atingiu 77%, um atraso de 3,55 pontos percentuais em relação ao ano passado. No mercado físico, as cotações variaram entre R$ 60,00 e R$ 65,99, com destaque para o aumento em algumas regiões do estado.

 





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Como se adequar fora do Simples Nacional



A exclusão do Simples Nacional pode ocorrer por vários motivos



Para uma transição eficiente, é fundamental fazer uma análise tributária para escolher o novo regime
Para uma transição eficiente, é fundamental fazer uma análise tributária para escolher o novo regime – Foto: Pixabay

A partir de fevereiro de 2025, muitas empresas brasileiras precisarão se adaptar à nova realidade tributária ao saírem do Simples Nacional. Isso pode ocorrer por não cumprimento das exigências fiscais ou pelo crescimento da empresa, que ultrapassa o limite de faturamento anual permitido, de até R$ 4,8 milhões. A transição para um novo regime, como o Lucro Presumido ou o Lucro Real, exige ajustes significativos na gestão financeira e fiscal. Richard Domingos, diretor da Confirp Contabilidade, alerta sobre a importância de planejar a mudança de regime tributário, considerando o perfil da empresa.

Para uma transição eficiente, é fundamental fazer uma análise tributária para escolher o novo regime, levando em consideração o faturamento e os custos operacionais. Além disso, é necessário revisar os preços de produtos e serviços para garantir que a competitividade seja mantida, mesmo com as mudanças fiscais. A adaptação ao novo sistema fiscal inclui a atualização dos sistemas de emissão de notas e a entrega das declarações fiscais exigidas, como a DCTF e a EFD-Contribuições. Outro ponto importante é ajustar a folha de pagamento, considerando os novos encargos previdenciários e FGTS, além de revisar os impactos do ICMS e ISS, que podem variar conforme o estado e o município. Por fim, a empresa deve repensar suas políticas comerciais, priorizando produtos com menor impacto tributário ou maior rentabilidade.

A exclusão do Simples Nacional pode ocorrer por vários motivos, como ultrapassar o limite de faturamento, não regularizar débitos tributários, realizar atividades não permitidas, ou ter sócios com restrições específicas. Empresas que enfrentam essa mudança devem estar preparadas para os desafios fiscais e buscar otimizar sua gestão financeira, repensando sua estrutura de custos e estratégias de crescimento. As informações são de Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Contabilidade.

 





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Pequenos produtores se destacam no cenário global de carnes


A RAMAX-Group, multinacional com sede no Brasil, está transformando pequenos e médios pecuaristas brasileiros em grandes players globais, conectando-os aos mercados mais exigentes do mundo. A empresa atua com transparência e compromisso com a qualidade da produção de proteína animal, gerando oportunidades para os produtores locais e agroindústrias. No setor de carne bovina, o Brasil se destaca como o maior exportador global, com 11,9 milhões de toneladas de produção, representando 19,5% da oferta mundial, e a RAMAX-Group tem sido essencial para expandir esse protagonismo.

A companhia divide suas operações entre duas frentes principais: Global, que engloba exportação para mercados internacionais, e Ramax, com atividades de confinamento, abate e produção voltadas para o mercado interno e externo. Além disso, oferece suporte completo a seus parceiros, fornecendo consultoria para adequação às normas internacionais, gerenciamento de logística, soluções financeiras e apoio na gestão do confinamento. 

“Com a nossa expertise geramos oportunidades a todos os elos da cadeia produtiva. Por meio de parcerias, auxiliamos os pequenos produtores ou frigoríficos a se tornarem fornecedores internacionais”, destacou, Magno Alexandre Gaia, CEO da Ramax Group.

Em termos de desempenho, a RAMAX projetou um crescimento significativo, com a previsão de engordar 45 mil bois em 2024 e um faturamento projetado de R$ 1,4 bilhão, com expectativa de ultrapassar R$ 2 bilhões em 2025. O grupo também está expandindo suas operações no Brasil, com planos de abrir novas unidades em Mato Grosso e Pará nos próximos anos.

“Cuidados de toda a parte burocrática para tornar o parceiro apto, além, disso, orientamos quanto a importação e compra de insumos, atenção com a logística e documentação aduaneira, estocagem, soluções financeiras, marketing e ainda gestão do confinamento, garantindo segurança no pagamento e na entrega do produto ao destino final”, detalhou o executivo.

 





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Desaceleração econômica afeta produção agroindustrial



A análise final sugere um fechamento de ano com desafios para o setor



Apesar das dificuldades enfrentadas, a perspectiva para o próximo ano não é totalmente negativa
Apesar das dificuldades enfrentadas, a perspectiva para o próximo ano não é totalmente negativa – Foto: Pixabay

De acordo com pesquisa do FGVAgro, a produção agroindustrial em novembro de 2024 sofreu uma retração de 3,1% em comparação com o mesmo mês de 2023. Esse desempenho negativo foi observado de forma generalizada entre os principais segmentos analisados, com destaque para o setor de Produtos Alimentícios e Bebidas, que registrou a maior queda: –5%. Vale destacar que esse segmento apresenta uma trajetória de contração em três dos últimos quatro meses, o que levanta questionamentos sobre seu desempenho ao longo de 2025.

Apesar das dificuldades enfrentadas, a perspectiva para o próximo ano não é totalmente negativa. A expectativa de uma safra maior para várias matérias-primas, como soja, milho e cana-de-açúcar, pode impulsionar a produção agroindustrial. Porém, fatores como o dólar mais elevado e a desaceleração da economia brasileira, que impacta diretamente o mercado interno, geram incertezas sobre o futuro do setor em 2025.

Embora o mês de novembro tenha registrado resultados negativos, a agroindústria ainda acumula um crescimento de 2,2% no ano de 2024, o melhor resultado acumulado nos primeiros onze meses desde 2010. No entanto, com o desempenho abaixo das expectativas para novembro, o FGVAgro revisou suas projeções, e agora espera que o crescimento anual da agroindústria fique abaixo do cenário base de 2,7%, aproximando-se mais do cenário pessimista de 2%.

A análise final sugere um fechamento de ano com desafios para o setor, que dependerá de fatores internos e externos, como a recuperação econômica e a evolução do câmbio, para determinar seu ritmo de crescimento no próximo ano.

 





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Estratégia crucial na safra de grãos 2024/25



No milho, a demanda interna segue aquecida



No milho, a demanda interna segue aquecida
No milho, a demanda interna segue aquecida – Foto: Bing

A safra de grãos 2024/25 no Brasil se destaca pela produção robusta de soja e preços favoráveis para o milho, mas também traz desafios, como a oferta superior à demanda no caso da soja e gargalos logísticos. O Barter surge como uma alternativa estratégica para garantir insumos e reduzir riscos financeiros.

Apesar de boas condições climáticas, algumas regiões enfrentam seca, o que afeta a qualidade dos grãos, como no Rio Grande do Sul e no Paraná.“O produtor está diante de uma safra cheia, mas precisa lidar com preços menores devido à alta oferta e ao recuo do dólar, que já está na casa dos R$5,90. Além disso, os gargalos logísticos no auge da colheita encarecem o transporte e reduzem a margem de lucro no campo”, explica Christian Queiroz, analista de Operação Estruturadas da ADAMA. 

“O Barter é essencial nesse momento porque permite travar os custos com insumos antes que os preços caiam ainda mais. Assim, o agricultor reduz sua exposição às volatilidades do mercado e garante maior segurança financeira”, acrescenta.

No milho, a demanda interna segue aquecida, com preços elevados, especialmente pela indústria de ração animal e etanol. Queiroz destaca que, neste caso, o Barter pode ajudar a reduzir os riscos e garantir maior previsibilidade, mesmo com o crédito restrito e juros elevados.

A competitividade da Argentina, com a redução das taxas de exportação, pode pressionar os preços das commodities brasileiras. Além disso, as intenções de plantio nos EUA, divulgadas pelo USDA em março, também podem impactar o mercado. O Barter se consolida como uma ferramenta estratégica para o produtor navegar as incertezas e garantir segurança financeira.

 





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Selic atinge 13,25% e expectativa de inflação cresce



O Copom ajustou sua projeção de inflação no horizonte relevante da política monetária



O Copom ajustou sua projeção de inflação no horizonte relevante da política monetária
O Copom ajustou sua projeção de inflação no horizonte relevante da política monetária – Foto: Pixabay

Na primeira reunião com Gabriel Galípolo como presidente do Banco Central, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic em 100 pontos base, fixando-a em 13,25%. A decisão seguiu as expectativas do mercado, que observa uma deterioração nas projeções de inflação. Para 2025, a expectativa passou de 4,6% para 5,5%, e para o terceiro trimestre de 2026, a projeção foi ajustada de 4,0% para 4,4%. Além disso, as previsões para 2026 e 2027 também subiram, passando para 4,2% e 3,9%, respectivamente.

O Copom ajustou sua projeção de inflação no horizonte relevante da política monetária (3T26) para 4,0%, 20 pontos base acima da reunião de dezembro de 2024 e 100 pontos base acima da meta. Esse ajuste reflete as expectativas do mercado de que a Selic atingirá 15,00% até junho de 2025, com estabilidade nas taxas no segundo semestre de 2025. O Comitê continua a ver uma assimetria altista no balanço de riscos à inflação, destacando a depreciação do câmbio como risco inflacionário maior, mas também mencionando a possível desaceleração da atividade econômica doméstica como fator baixista.

O Copom manteve o guidance de alta de 100 pontos base para a próxima reunião, em março de 2025, mas não se comprometeu com ajustes nas reuniões subsequentes. O Rabobank acredita que a Selic atingirá 15,00% em 2025, com uma alta adicional de 50 pontos base em maio e 25 pontos base em junho. Cortes de juros são esperados a partir de 2026, caso as expectativas de inflação se alinhem com a meta de 3,0%. A ata da reunião, a ser divulgada na próxima terça-feira, trará mais detalhes sobre as análises do Banco Central. As informações são do Rabobank.

 





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