segunda-feira, abril 6, 2026

Política & Agro

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Preços do trigo variam com pouca demanda externa


A demanda por trigo no Brasil segue influenciada por fatores regionais, com os moinhos do Rio Grande do Sul avançando na cobertura de abril, pressionando os preços. Segundo a TF Agroeconômica, o estado ainda possui cerca de 1,15 milhão de toneladas disponíveis, o que mantém uma certa estabilidade no mercado local. As indicações de compradores para trigo comum estão em R$ 1.300,00 por tonelada no interior, com preços de trigos mais fortes chegando a R$ 1.350,00. Para exportação, os compradores ajustam posições conforme as nomeações de navios, com preços entre R$ 1.280,00 e R$ 1.350,00 por tonelada no interior. A cotação da pedra em Panambi segue estável em R$ 65,00 a saca.

Em Santa Catarina, os preços do trigo dependem do desempenho das vendas de farinha, que seguem fracas. As ofertas do Rio Grande do Sul estão em torno de R$ 1.300,00/t FOB, enquanto os preços no leste catarinense chegam a R$ 1.600,00/t com impostos e frete. A demanda por farelo também caiu, pressionando os preços para R$ 1.100,00 a tonelada ensacada. Algumas cooperativas optam por segurar estoques na expectativa de preços melhores. Os preços da pedra se mantiveram estáveis pela quarta semana consecutiva, exceto em Joaçaba, onde subiram para R$ 74,33 a saca.

No Paraná, os preços do trigo estão 0,33% mais altos, segundo o CEPEA. O valor mais frequente para entrega em março e pagamento em abril é de R$ 1.450,00 CIF para moinhos na região centro-sul. Alguns negócios foram fechados a R$ 1.400,00 FOB por necessidade de espaço para soja e milho. No norte e oeste do estado, compradores pagam entre R$ 1.450 e R$ 1.470 por tonelada, com entregas previstas para março. O trigo importado da Argentina, comprado no ano passado, está sendo ofertado a US$ 270/t no porto, enquanto o paraguaio chega ao oeste do estado a R$ 1.450,00 CIF. A média de preços da pedra recuou 0,08% na semana, para R$ 72,85, reduzindo a margem de lucro dos triticultores para 6,07%.

 





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Ibovespa recua e caminha para 4ª queda semanal seguida


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SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa caía nesta sexta-feira, a caminho de registrar seu quarto declínio semanal consecutivo, ainda sob o pessimismo do mercado com o quadro fiscal da economia brasileira e os juros altos, e com uma agenda doméstica vazia sem fornecer gatilhos relevantes que ancorassem o índice.

Por volta de 11h10, o Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, recuava 0,61%, a 119.396,06 pontos, tendo marcado 119.330,34 pontos na mínima e 120.355,51 pontos na máxima da sessão até o momento.

O volume financeiro somava 2,28 bilhões de reais no pregão.

Para o analista-chefe da Planner Investimentos, Mario Mariante, a expectativa é de uma percepção mais clara da tendência do indicador a partir da próxima semana. “Mas seguimos sem otimismo para o mercado no curto prazo, mesmo com preços relativamente descontados em boas empresas”, afirmou.

Estrategistas da XP adotaram uma visão neutra para as ações brasileiras neste ano, com os riscos de revisões de lucro para baixo, devido aos juros mais elevados, ofuscando os preços descontados das ações.

“Ciclos de alta de juros historicamente são negativos para a Bolsa brasileira”, disseram os especialistas, liderados por Fernando Ferreira, em relatório a clientes.

A equipe reduziu a estimativa de valor justo do Ibovespa para o final de 2025 de 150 mil para 145 mil pontos, de modo a levar em consideração o cenário de juros mais elevados.

Segundo Mariante, da Planner, o cenário político adverso e o sentimento de que não haverá mudanças nesse sentido no curto prazo devem manter os investidores aversos ao risco e voltados para a renda fixa, sem apostar numa recuperação da bolsa.

Nos Estados Unidos, os futuros acionários indicavam uma abertura positiva para as bolsas, com investidores atentos aos próximos dados econômicos e se preparando para possíveis mudanças na política sob o novo governo de Donald Trump.

DESTAQUES

– PETROBRAS PN caía 0,41%, apesar da recuperação nos preços do petróleo no exterior, onde o barril de Brent ganhava 0,22%. A estatal informou na véspera que elevou em aproximadamente 7% o preço médio do querosene de aviação (QAV) que será vendido a distribuidoras em janeiro, em praças como Guarulhos (SP), Betim (MG) e Duque de Caxias (RJ).

– VALE ON perdia 1,01%, tendo como pano de fundo a baixa dos contratos futuros do minério de ferro na China, com alguns traders liquidando posições compradas devido à demanda fraca depois que a maioria das siderúrgicas da China concluiu o reabastecimento de matérias-primas antes do feriado. O contrato mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou as negociações do dia com queda de 2,18%, a 764 iuanes (104,66 dólares) a tonelada.

– ITAÚ UNIBANCO PN perdia 0,56%, BRADESCO PN cedia 0,56%, SANTANDER BRASIL UNIT tinha em baixa de 0,67% e BANCO DO BRASIL ON recuava 0,46%.

– ENEVA ON subia 4,82%, após forte queda na véspera em meio à divulgação de regras pelo Ministério de Minas e Energia para a realização de um leilão de energia, algumas das quais impediriam a Eneva de tentar recontratar certas usinas. Analistas do BTG Pactual consideraram a reação desproporcional e disseram que há uma oportunidade de negociação muito assimétrica sobre o papel.

imétrica sobre o papel.





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Soja valoriza, milho sofre ajuste e trigo se recupera



O milho opera em baixa na CBOT



Já o trigo se recupera após quatro dias de perdas
Já o trigo se recupera após quatro dias de perdas – Foto: Agrolink

Os preços da soja estão sendo negociados em leve alta na Bolsa de Chicago (CBOT), com o contrato para março cotado a US$ 1.028,75 por bushel (+1,0), segundo a TF Agroeconômica. O movimento reflete expectativas de cortes na produção argentina, enquanto a nova safra brasileira pressiona os limites de alta. Nos EUA, a desaceleração das exportações segue como um fator de cautela, podendo ser agravada pela possível escalada tarifária proposta por Donald Trump. No Brasil, a soja recuou 0,75% no dia, para R$ 131,64/sc (Cepea), mas acumula alta de 2,05% no mês.  

O milho opera em baixa na CBOT, com o contrato para março a US$ 489,0 por bushel (-1,25), impactado por uma realização de lucros e pelo novo impasse tarifário entre os EUA, México e Canadá. Por outro lado, os preços encontram suporte no atraso da semeadura da safrinha brasileira e no bom desempenho das exportações americanas. No Brasil, o milho subiu 1,33% no dia e acumula alta de 5,35% no mês, com a cotação Cepea em R$ 79,00/sc.  

Já o trigo se recupera após quatro dias de perdas, avançando US$ 5,0 na CBOT, com o contrato para março a US$ 579,25 por bushel. A alta decorre de compras estratégicas por investidores e das promessas de Donald Trump para aliviar tensões no Mar Negro, após conversas com os presidentes da Rússia e da Ucrânia. Além disso, as exportações russas e ucranianas desaceleram devido à redução dos estoques internos e ao risco de perdas por frio intenso. No Brasil, o trigo segue estável, com a cotação Cepea no Paraná em R$ 1.430,96 e no Rio Grande do Sul em R$ 1.318,67.  

 





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Trator compacto facilita operação e amplia uso no campo e na cidade



Agricultura e jardinagem: trator versátil ganha espaço em diferentes setores




Foto: Agrolink

A facilidade de operação e a versatilidade no uso são os principais destaques do novo trator J25, lançado durante o Show Rural. Com 25 cavalos de potência e transmissão hidrostática, o modelo se posiciona como uma alternativa acessível tanto para pequenos produtores rurais quanto para atividades urbanas, como jardinagem e manutenção de condomínios.

Segundo Felippe Vieira, diretor comercial da LS Tractor, o crescimento da demanda por tratores menores e mais fáceis de operar impulsionou o lançamento. “Esse trator vem crescendo muito em volume de vendas nos últimos anos. Ele foi pensado para atender o produtor de hortifruti e jardinagem, que demanda um equipamento mais compacto e versátil”, explica.

Além do público tradicional da agricultura, o modelo também se destaca por ser mais intuitivo, podendo atrair novos operadores. “Como ele tem transmissão hidrostática, funciona de forma similar a um carro automático. Basta um pedal para frente, outro para trás e uma alavanca de velocidade. Isso facilita para quem nunca teve contato com tratores, incluindo o público feminino”, afirma Vieira.

Outro diferencial do equipamento é sua aplicabilidade fora do campo. Vieira destaca que a demanda por tratores em condomínios e áreas de jardinagem tem crescido no Brasil. “Hoje, esses locais utilizam outros tipos de equipamentos. Esse trator, por contar com uma roçadeira interna, pode executar serviços de manutenção de grandes jardins de forma eficiente”, comenta.

A proposta do modelo é oferecer mais acessibilidade para quem está adquirindo o primeiro trator agrícola. “É um produto com valor acessível e muito fácil de operar. Qualquer pessoa pode aprender a manuseá-lo em poucas horas”, garante Vieira.

O lançamento reforça a tendência do setor de mecanização agrícola em buscar soluções mais intuitivas, que facilitem a entrada de novos perfis de operadores no campo e ampliem o uso de tratores em diferentes cenários.





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Coopavel premia os melhores avicultores de 2024



A cerimônia foi realizada no Espaço Impulso


Foto: Canva

O setor de Fomento Avícola da Coopavel fez na terça-feira (11), durante a 37ª edição do Show Rural, a entrega de premiação aos melhores colocados da avicultura de 2024 – integrados da cooperativa. A cerimônia, com a participação de autoridades, técnicos e criadores, foi realizada no Espaço Impulso. O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e o ex-governador do Paraná, Orlando Pessuti, participaram das entregas das premiações.

O gerente do Centro Tecnológico da Avicultura (CTA), Eduardo Leffer, explica que a classificação leva em conta o melhor índice de conversão alimentar, que é calculado pela quantidade de quilos de ração que o frango come para produzir um quilo de carne, um quilo de peso vivo. 

Os premiados foram: como melhores produtores ficaram Altevir Ferneda, Guaraniaçu, com 1,452; em segundo Genésio Gregolon, de Campo Bonito, com 1,453.  Em terceiro Arlindo Ferneda, de Guaraniaçu, com uma conversão de 1,476. 

Dilvo Grolli refletiu sobre os avanços obtidos ao longo dos anos. Mencionou a ausência desse índice de conversão e controle rigoroso da produção quando iniciou a criação de aves. Orlando Pessuti reforçou a linha de raciocínio de Dilvo. “Há 50 anos levávamos 60 dias para terminar um frango e hoje a gente chega aqui e vê essas conversões maravilhosas através da ciência, das nossas universidades e de nossas cooperativas. Fico muito feliz em saber que fazemos parte dessa história. Isso é um exemplo para mudar o mundo”, frisou.





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Degustação de carnes agrada visitantes do Show Rural



A 37ª edição proporciona experiências nas mais diversas áreas


Foto: Pixabay

No Salão Tecnológico da Pecuária, os visitantes do Show Rural podem desfrutar de uma degustação especial de carnes de aves, peixes e suínos, e saborear produtos exclusivos da Coopavel. A 37ª edição proporciona experiências nas mais diversas áreas, seja em soluções tecnológicas, mas também produtos que satisfazem o paladar do consumidor. 

Basta visitar o estande da cooperativa para participar dessa experiência gastronômica gratuitamente. “Temos cortes temperados, panceta, sobre paleta, linguicinhas, o joelho cozido e defumado. Temos aqui também o filé de tilápia feito em iscas. O tempero que a utilizamos é o mais natural possível, livre de condimentos fortes, então o público come e não sai com aquele gosto forte do temperado”, relata o coordenador industrial do Frisuínos, Vinicius Noraldino Borborema. 

A degustação inclui também a coxinha da asa, petisco, sassami, frango a passarinho e outros cortes temperados. Esse mesmo produto é o que o cliente vai achar na área de venda do supermercado. Todos os produtos da linha foram desenvolvidos para serem diferenciais. A média de degustações diárias varia de 8 mil a 12 mil degustações, mas estima-se que até o término do evento sejam entregues 100 mil pratinhos com os deliciosos produtos da Coopavel. 

A agricultora de Quedas do Iguaçu, Ivani Goldani (72), foi uma das inúmeras visitantes de todas as idades que degustou e aprovou os petiscos servidos. “Nossa, está uma delícia, tudo ótimo, nota 10. Gostei de fazer a degustação, é bom para conhecer os sabores. São produtos de primeira qualidade”, elogiou. 

Os pratinhos são servidos todos os dias entre 9h e 11h da manhã e das 14h às 16h. Esse é o terceiro ano que o frigorífico da Coopavel está presente na feira oportunizando essa experiência aos visitantes. O objetivo é tornar cada vez mais conhecidos os produtos da cooperativa. 





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Show Rural 2025 bate recorde de público nos primeiros dias



Show Rural conta com a participação de 600 expositores nacionais e internacionais




Foto: Divulgação

A 37ª edição do Show Rural Coopavel, realizada em Cascavel (PR), registrou um novo recorde de público. Na quarta-feira (12), o evento recebeu 112.498 visitantes, superando a marca anterior de 109.091, alcançada na mesma data da edição de 2024.

O crescimento na visitação também foi notável nos dias anteriores. Na terça-feira (11), o público chegou a 84.086 pessoas, um novo recorde para o segundo dia do evento, ultrapassando os 83.280 visitantes da edição passada. Já na segunda-feira (10), primeiro dia do Show Rural 2025, 56.510 pessoas passaram pelo parque, superando os 55.356 da abertura de 2024.

Nos três primeiros dias, o evento já atraiu 253.498 visitantes, 5.771 a mais que no mesmo período do ano passado, quando o total foi de 247.727 pessoas. A expectativa é que os números sigam crescendo até o encerramento do evento, na sexta-feira (14).

Com o tema “Nossa natureza fala mais alto”, o Show Rural 2025 conta com a participação de 600 expositores nacionais e internacionais. A entrada e o estacionamento são gratuitos, garantindo amplo acesso ao público interessado nas inovações do agronegócio.





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comercialização do milho supera safra anterior



Comercialização do milho avança, mas preço cai




Foto: Divulgação

No Mato Grosso, a comercialização de milho avançou na safra 2023/24, atingindo 96,62% da produção total, conforme dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) em 10 de fevereiro. O percentual representa um avanço de 2,96 pontos percentuais em relação a dezembro de 2024.

Segundo a análise semanal do Imea, crescimento nas vendas foi impulsionado pela necessidade dos produtores de liberar espaço nos armazéns, já que o preço do milho apresentou queda de 4,45% no último mês, fechando em média a R$ 55,97 por saca. Ainda assim, os negócios desta safra estão 8,30 pontos percentuais à frente do registrado no mesmo período da safra passada.

Para a safra 2024/25, os negócios alcançaram 32,16%, um avanço de 5,50 pontos percentuais ante dezembro de 2024. Esse aumento foi influenciado pela valorização de 1,75% no preço do cereal, que atingiu R$ 46,42 por saca, cobrindo os custos operacionais da produção no estado.

Apesar do avanço, o ritmo de comercialização da safra 2024/25 ainda está 12,81 pontos percentuais atrás da média das últimas cinco safras, evidenciando uma cautela maior do mercado em relação ao futuro dos preços e da demanda pelo grão.





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primeiro caso de Ferrugem Asiática é registrado na safra 24/25 na Bahia



Ferrugem Asiática pode causar grandes perdas de produtividade




Foto: Aline Merladete

Na Bahia, a safra 2024/25 de soja registrou o primeiro caso de Ferrugem Asiática (Phakopsora pachyrhizi) neste mês de fevereiro. O foco foi identificado no núcleo produtor de Rosário, em Correntina, no dia 5, por meio do Programa Fitossanitário da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba). A confirmação ocorreu após análise laboratorial com apoio da Fundação BA, em Luís Eduardo Magalhães.

O monitoramento da doença contou com o suporte do sistema Caça-Esporos, que monitora constantemente os principais núcleos produtivos da região, incluindo o Anel da Soja (Estrada do Café), Placas, Bela Vista, Paraíso e Rodovia da Soja. O registro tardio da Ferrugem Asiática nesta safra contrasta com anos anteriores, quando os primeiros focos foram detectados em novembro e dezembro. Esse atraso é atribuído ao fortalecimento das ações de monitoramento fitossanitário, ao uso de boas práticas agrícolas e à assistência técnica dos produtores.

A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), responsável pelo registro oficial da doença no estado, acompanha a situação e reforça que não há motivo para alarde. O monitoramento das lavouras baianas conta com a colaboração de Aiba, Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Embrapa e Fundação Bahia. Coletores de esporos instalados em pontos estratégicos do oeste baiano são ferramentas essenciais para detectar precocemente a Ferrugem Asiática da Soja e outras doenças, como a Ramulária do Algodão. “Nós estamos acompanhando a situação por meio do Programa Fitossanitário, em parceria com a Aiba, Abapa e Fundação Bahia. É fundamental que o produtor esteja atento às informações técnicas para monitorar sua lavoura e realizar as aplicações de fungicidas quando necessário. Não há motivo para alarde, pois a ferrugem asiática está ocorrendo em baixa pressão e de forma tardia na nossa região. A recomendação é intensificar o controle e seguir as orientações técnicas”, explica Nailton Almeida, fiscal estadual agropecuário da Adab.

A Aiba recomenda que produtores comuniquem imediatamente qualquer suspeita da doença ao Programa Fitossanitário ou à Adab para a adoção de medidas adequadas. Segundo Aloisio Junior, gerente de Agronegócios da Aiba, a identificação tardia da Ferrugem nesta safra demonstra a eficiência das estratégias de controle.

A Ferrugem Asiática pode causar grandes perdas de produtividade se não for manejada corretamente. O uso adequado de fungicidas e o cumprimento do plano de manejo são essenciais para reduzir os impactos na lavoura.





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Estiagem agrava dívidas e Farsul pede prorrogação de prazos



“Produtores querem pagar, mas precisam de tempo”, diz Gedeão Pereira




Foto: Divulgação

A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) promoveu, na noite de quarta-feira (12), uma reunião com sua diretoria e representantes de sindicatos rurais para discutir os impactos da estiagem severa que afeta o estado e o crescimento do endividamento dos produtores rurais. A seca, que sucede um período de excesso de chuvas, tem comprometido gravemente a produção agrícola e agravado a situação financeira do setor.

O presidente do Sistema Farsul, Gedeão Pereira, destacou a gravidade do cenário em vídeo divulgado nas redes sociais da entidade, alertando que os agricultores não buscam perdão de dívidas, mas sim mais tempo para quitar seus compromissos. “Sabemos e estamos a par da situação. Fizemos uma assembleia com nossos sindicatos rurais para discutir realmente aquilo que está acontecendo no Estado. Mais uma vez, o Estado de uma calamidade pública causada pelo excesso de chuvas e entrou noutra calamidade agrícola agora pela falta da mesma chuva. Isso está trazendo um pesado endividamento aos produtores que vem se estendendo no tempo e que nós não estamos enxergando uma solução de curto prazo”, comenta o presidente.

Diante do cenário de perdas, Gedeão Pereira ressaltou que a prorrogação das dívidas é essencial para garantir a sobrevivência da atividade agrícola no estado. Segundo ele, o setor produtivo precisa de um plano estruturado para lidar com os impactos climáticos, que têm sido recorrentes. “Temos que estar unidos as nossas entidades principalmente para junto com as pessoas que têm o mando nesta nação descobrirmos um caminho, uma solução não mais de curto prazo, porque curto prazo foi o que nós fizemos ano passado. Agora nós temos que alongar o prazo dessa dívida dos produtores que não querem perdão. Querem pagar as suas contas sem dúvida nenhuma, mas precisa de tempo”, continua.

A preocupação da Farsul se estende ao impacto da estiagem na safra de verão, que já apresenta perdas expressivas. De acordo com a entidade, a falta de chuvas compromete o desenvolvimento das lavouras e, consequentemente, a rentabilidade dos produtores. “Tempo é tudo aquilo que nós vamos trabalhar para que os produtores possam ter viabilidade para o futuro, porque novamente, infelizmente, nós estamos tendo mais uma importante perda nesta safra de verão”, completa o presidente.





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