domingo, abril 5, 2026

Política & Agro

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Altas temperaturas afetam produção de mel



Comercialização do mel de abelhas sem ferrão segue valorizada




Foto: Divulgação

Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (20), os meliponicultores da região administrativa da Emater/RS-Ascar de Porto Alegre estão em alerta devido às altas temperaturas, que podem provocar derretimento da cera e favorecer a entrada de forídeos nas colmeias, comprometendo a qualidade do mel e do pólen. Para minimizar os impactos, os produtores têm intensificado a revisão das caixas e a captura de novos enxames por meio de ninhos provisórios e iscas.

No mercado, a comercialização do mel de abelhas sem ferrão segue valorizada. O preço médio por 350 ml do produto chega a R$ 75,00, podendo ultrapassar R$ 500,00 por litro, dependendo da espécie e da oferta na região.

Além do mel, a própolis vem ganhando destaque comercial, com meliponicultores investindo na produção de extrato de própolis de ASF. O produto possui grande potencial de crescimento, impulsionado pelos compostos bioativos e benefícios à saúde humana.

 





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produtores detalham exemplos positivos de gestão aplicados em propriedades gaúchas


A 35ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas foi aberta hoje,18 de fevereiro, na Estação Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS). Com uma programação diversificada, que aborda desde desafios da cadeia produtiva e inovações tecnológicas até oportunidades de mercado, entre outros temas, um dos assuntos destacados neste primeiro dia foi o “Painel de Gestão – Casos de Produtores”.

A moderação foi do presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Alexandre Velho. O dirigente enfatizou a quantidade e qualidade de informações que irão circular nos três dias de Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas. “Será uma oportunidade única para troca de experiências com quase 200 municípios participando, mais de 15 estados brasileiros e mais de dez países. E deveremos suplantar este ano as 15 mil pessoas que visitaram a edição de 2024”, projetou. Também se manifestaram representantes parceiros do evento como o superintendente do Senar no Rio Grande do Sul, Eduardo Condorelli, o presidente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Pereira, o chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, Waldyr Stumpf Júnior.

Na sua palestra, o engenheiro agrônomo e gestor da Estância Boa Vista, de Rio Grande (RS), Eduardo Darley Prates, começou descrevendo a propriedade. “São 600 hectares de área de arroz irrigado e 405 hectares de área de soja, e mais 487 hectares que ficaram para a pecuária este ano, porque devido às enchentes de maio do ano passado a área que seria para plantação de arroz não baixou o nível e acabou ficando para a pecuária”, recordou. A propriedade trabalha no chamado “sistema de ping-pong”, ou seja, 1 ano soja e outro ano arroz, com aproximadamente 550 hectares para cada cultura. Prates detalhou todo o sistema de gestão, sobretudo de pessoas e de qualificação, bem como técnicas aplicadas na propriedade nos últimos 15 anos e o correto manejo do solo para permitir o rodízio entre as culturas de arroz e soja, além de pastagem para pecuária.

A segunda palestra foi da diretora executiva da Sementes Costa Beber, de Condor (RS), Ana Lúcia Beber. A executiva recordou que a empresa familiar começou com produção agrícola, mas que, a partir de 2001, desmembrou a atuação também para multiplicação de sementes. “Uma das ações que foram muito importantes para nossa escolha sobre gestão foi fazer a separação dos dois negócios, o que ocorreu a partir de 2018 com dois CNPJs diferentes”, recordou. Ana explicou que houve a necessidade dessa separação até para entender o que cada negócio poderia entregar em termos de resultados ou eventuais atenções especiais que cada atividade poderia necessitar.

Na sequência, Ana discorreu sobre as ferramentas específicas que precisaram ser adotadas na gestão de cada um dos dois negócios. A atividade agrícola produz soja, milho, trigo, aveia branca e aptidão em algumas áreas para pecuária em oito municípios. Já a produção de sementes é distribuída para seis estados e o Paraguai. Tanto no negócio agrícola como na produção de sementes, Ana destacou conceitos modernos aplicados como gestão de pessoas, treinamento, qualificação e valorização dos colaboradores que já atuam nas empresas.

A 35ª Abertura da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas é uma realização da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) e correalização da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária ( Embrapa) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), além do Patrocínio Premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). O evento tem como tema “Produção de Alimentos no Pampa Gaúcho – Uma Visão de Futuro”.





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produtividade da limeira ‘Tahiti’ tem surpreendido



Projeto impulsiona a produção de lima ácida ‘Tahiti’ no Vale do São Francisco




Foto: Divulgação

Segundo dados divulgados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a limeira ácida ‘Tahiti’ tem se consolidado como uma alternativa promissora para fruticultores do Semiárido nordestino, especialmente no Vale do São Francisco. Com boa adaptação ao clima seco e alta produtividade, a cultura tem ganhado espaço na região, oferecendo novas oportunidades para pequenos e grandes produtores.

Através de um convênio entre a Embrapa Semiárido e a Eletrobras, áreas demonstrativas de 0,5 hectare foram implantadas em Casa Nova (BA) para mostrar o potencial da cultura e incentivar sua adoção pela agricultura familiar. O projeto também conta com o apoio da prefeitura local.

Pesquisas apontam que a limeira ácida ‘Tahiti’ se adapta bem às condições do Semiárido, exigindo técnicas de manejo mais simples em comparação com outras culturas cítricas. Além disso, a fruta se destaca pela rusticidade e facilidade de cultivo, o que atrai produtores de diferentes portes.

Outro fator que impulsiona a expansão da cultura é a crise citrícola enfrentada por estados como São Paulo e Minas Gerais, onde o greening (HLB) tem afetado pomares. O clima seco do Semiárido reduz o risco da doença, tornando a região mais segura para o cultivo.

A produtividade da limeira ‘Tahiti’ tem surpreendido. Em uma área experimental de 0,5 hectare, foram colhidas 341 caixas de 25 kg entre setembro de 2024 e janeiro de 2025, totalizando 17 toneladas por hectare. Os resultados econômicos também são animadores: a receita bruta chegou a R$ 29 mil por 0,5 hectare, com preços variando entre R$ 70 e R$ 100 por caixa.

Além disso, o escalonamento da produção permite atender ao mercado nas épocas de maior demanda e melhores preços, entre agosto e novembro, aumentando as oportunidades de comercialização no Brasil e no exterior.





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Agricultura 4.0, inovação e tecnologia impulsionam o futuro do Campo no Rio Grande do Sul


A tecnologia e a inovação são fundamentais para o desenvolvimento da agricultura gaúcha. Entre outros fatores, elas podem impulsionar a produtividade com, por exemplo, o uso de tratores autônomos e drones, que permitem um cultivo mais eficiente; promovem a sustentabilidade ao adotar técnicas de biotecnologia no desenvolvimento de sementes mais resistentes a pragas e ao clima; reduzem a necessidade de defensivos químicos; enquanto tecnologias de monitoramento e irrigação inteligente ajudam os agricultores a se anteciparem aos efeitos de mudanças climáticas que impactam a produção. E é para divulgar essas possibilidades de aperfeiçoamento para o setor agrícola que a Abertura Oficial da Colheita de Arroz e Grãos em Terras Baixas – que está sendo realizada em Capão do Leão (RS) – promove a segunda edição da Arena Digital.

A abertura oficial das atividades, que ocorreu na tarde desta terça-feira, 18 de fevereiro, contou com representantes de entidades do setor agrícola e de esferas governamentais de âmbito estadual e federal. As autoridades saudaram a retomada da iniciativa, que se propõe a ser um hub de compartilhamento de informações por meio de painéis e palestras sobre temas como meio ambiente, sustentabilidade, tributação e finanças, proporcionando debates enriquecedores para o setor. “É um ambiente que reúne startups, onde se trabalha práticas de cocriação, de conectividade, um ecossistema de inovação. As informações estão aí, muitas vezes dispersas, e o público não sabe, não tem um alcance. Se temos a informação e não conseguimos disponibilizá-la para que chegue onde deveria chegar, ela perde o sentido”, valorizou o chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa, Leonardo Dutra.

O chefe de Gabinete, Inteligência e Novos Mercados da Secretaria de Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Sul, Joel Maraschin, lembrou que foi o emprego de novas tecnologias que permitiram ao setor agropecuário responder por 40% do PIB do Estado. Ele acredita que iniciativas como a Arena Digital são fundamentais para novos saltos de crescimento, produtividade e competitividade no campo.

Andréia Dullius, diretora do Departamento de Ambientes de Inovação da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Estado, por sua vez, destacou que a palavra “inovação”, muitas vezes evoca nos produtores rurais uma ideia de complexidade que nem sempre é verdadeira. “Na verdade, inovar é simplesmente tentar ajudar as pessoas com conhecimentos que, às vezes, estão muito próximos delas, com ferramentas, formas mais simples. O que importa é realmente chegar a um resultado positivo para elas no campo, conseguir mostrar esse desenvolvimento econômico acontecendo na ponta de uma cadeia que é extremamente complexa”, comentou.

O diretor jurídico da Federarroz, Anderson Belloli, destacou que inovar é fazer as coisas de uma forma diferente do que vinha sido feito, e acrescentou que só os produtores rurais com capacidade de encarar as mudanças necessárias poderão sobreviver em um mercado cada vez mais competitivo e exigente. “Nossa vida mudou muito mais nos últimos 70 anos do que nos últimos 2000. Se o produtor não se atentar, não vai seguir o caminho da agricultura 4.0. Vai quebrar”, disse “Eu vou precisar de mais comida nos próximos 70 anos do que nos últimos 8 mil, porque aumentou a renda, porque aumentou a população e as pessoas estão vivendo mais. A nossa vida mudou e a agricultura tem que acompanhar”.

A 35ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas segue até a próxima quinta-feira, dia 20, na Estação Experimental da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS). O evento é uma realização da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) com correalização da Embrapa e Senar e patrocínio Premium do Instituto Riograndense do Arroz (Irga). A Arena Digital tem o patrocínio de ATM/Affectum, Canoa Mirim, TIM, BRDE e Irga e apoio da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação e da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia. Para conferir a programação completa acesse o site colheitadoarroz.com.br.





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trigo e cevada avançam com umidade do solo



Turquia e Irã recebem chuvas essenciais para a agricultura




Foto: Canva

As condições climáticas no Oriente Médio apresentaram melhorias significativas para o desenvolvimento agrícola, segundo o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta quarta-feira (19) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

A região recebeu chuvas e neve generalizadas, o que ajudou a recuperar a umidade do solo, favorecendo o crescimento das lavouras de trigo e cevada na primavera. O fenômeno foi impulsionado por uma massa de ar frio de movimento lento, que provocou precipitação entre 10 e 80 mm (equivalente líquido) em diversas áreas.

As chuvas foram particularmente benéficas para locais que enfrentavam seca, como o sudeste da Turquia (região GAP) e o sudoeste e nordeste do Irã. Já as temperaturas ficaram, em média, 2 a 6°C abaixo do normal em quase toda a região, exceto no sul do Irã. Esse cenário ajudou a manter os grãos de inverno dormentes no norte, o que pode ser favorável para a safra, mas também resultou em um desenvolvimento mais lento do trigo e da cevada nas áreas centrais e meridionais, onde normalmente o clima é mais quente.

 





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Nova lei impulsiona produção de bioinsumos no Brasil


A sanção da Lei nº 15.070, em 24 de dezembro de 2024, representa um marco para a regulamentação dos bioinsumos no Brasil, estabelecendo regras para sua produção, comercialização e uso. O novo texto legal traz avanços significativos para a agricultura sustentável, reduzindo a dependência de insumos químicos e importados.

Segundo Nelson Freitas, sócio do Lemos Advocacia para Negócios, a medida fortalece o setor agrícola ao criar um marco regulatório específico para os bioinsumos, que antes eram classificados como defensivos agrícolas ou fertilizantes. “Não obstante já serem utilizados no Brasil, tanto na produção para uso próprio, quanto na industrial, os bioinsumos ainda não possuíam um marco regulatório específico. Assim, determinados produtos classificados anteriormente como defensivos agrícolas e fertilizantes, a partir da vigência da nova lei, passam a compor uma categoria própria, com tratamento normativo específico”, explica.

Os bioinsumos são desenvolvidos a partir de microrganismos, extratos vegetais e enzimas, sendo usados no combate a pragas e doenças, no desenvolvimento das plantas e até na alimentação animal. A nova legislação se aplica a todos os sistemas de cultivo, incluindo o convencional, orgânico e agroecológico.

Uma das mudanças mais importantes, conforme destaca Freitas, é a permissão para a produção de bioinsumos para uso próprio. “A nova lei autoriza a produção de bioinsumos em unidade de produção para uso próprio, nesta hipótese, será vedada a sua comercialização para terceiros, garantindo que a produção seja utilizada exclusivamente para uso próprio”, pontua o advogado.

Além disso, a legislação possibilita a produção em associações, cooperativas e consórcios rurais, desde que os produtos não sejam comercializados. “Para tanto, a referida unidade de produção de bioinsumos para uso próprio fica dispensada do registro perante os órgãos oficiais, permitindo ao produtor maior liberdade e celeridade na produção. A nova lei determina também que a unidade de produção de bioinsumos para uso próprio estará sujeita ao cadastramento de forma simplificada e, ainda, o referido cadastramento poderá ser dispensado a critério do órgão federal de defesa agropecuária”, comenta.

A agricultura familiar também foi contemplada: unidades de produção de pequeno porte ficam dispensadas do cadastro obrigatório de estabelecimento produtor. “Outra novidade que estabelece a nova lei é que na unidade de produção de bioinsumos para uso próprio, poderá ser desenvolvida a produção para uso próprio individual ou na forma de associação de produtores ou cooperativas, produção integrada, consórcio rural, condomínio agrário ou congêneres, desde que os bioinsumos produzidos não sejam objeto de comercialização. Além disso, a unidade de produção de bioinsumos da agricultura familiar é dispensada da obrigatoriedade de cadastro de estabelecimento produtor de bioinsumos” continua.

Para Nelson Freitas, a sanção da Lei nº 15.070 representa um avanço significativo na busca por um modelo agrícola mais sustentável e seguro. “Esta nova lei é um marco importante para a agricultura sustentável do Brasil, que se torna uma referência na área regulatória, criando segurança jurídica aos diferentes modelos e uso de bioinsumos”, conclui.





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Exportações de frangos seguem estáveis


A oferta de carne de frango seguiu restrita no início de 2025, sustentando os preços da ave mesmo em um período de demanda mais fraca, segundo análise do Itaú BBA. Esse cenário, aliado a custos de produção controlados, elevou o spread do frango abatido, garantindo um início de ano positivo para as processadoras. 

Em São Paulo, o frango inteiro e congelado registrou alta de 1,7% em relação a dezembro de 2024, com média de R$ 8,40/kg, 15% acima de janeiro do ano passado. Apesar da valorização, a carne de frango segue competitiva frente à carcaça dianteira bovina, com a relação de preços alcançando 2,3 kg de frango por kg de dianteiro, contra 1,8 kg um ano antes. 

No mercado externo, as exportações de carne in natura somaram 395 mil toneladas, praticamente estáveis frente a dezembro (-1,1%) e janeiro de 2024 (-0,3%). O preço médio do produto caiu 1,8% no mês, moderando o spread das vendas internacionais, que ainda se manteve em 104%, acima da média histórica de 78% e bem superior aos 58% de um ano atrás. 

Já no mercado doméstico, o spread do frango abatido avançou devido à alta dos preços, superando o leve aumento nos custos de produção (0,8%). Enquanto isso, os preços do frango vivo seguiram em queda, contrariando a tendência do atacado. Com custos ainda favoráveis e preços firmes, o setor de processamento de frango manteve bons resultados no início de 2025.

“Já no mercado doméstico, o spread do frango abatido escalou um pouco mais, dada a elevação do preço, um pouco acima da variação positiva dos custos de produção (0,8%). Por outro lado, os preços do frango vivo continuaram em queda, apesar da direção contrária no atacado. Ou seja, os bons ventos de 2024, com custos contraídos e preços evoluindo, continuaram favorecendo as agroindústrias processadoras de frango no primeiro mês do ano”, comenta.

 





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Safra maior derruba preços do suco de laranja


O Itaú BBA destacou que as estimativas do USDA para a safra 2024/25 indicaram um aumento na produção global de laranjas, pressionando os preços do suco concentrado na bolsa de Nova York. No Brasil, a Fundecitrus revisou para cima sua projeção para o cinturão citrícola, contribuindo para a estabilidade dos preços da fruta no mercado interno. Segundo o Cepea, a laranja posta à indústria foi cotada a R$ 88,24/cx (+0,2%), enquanto a oferta foi beneficiada pelo bom desenvolvimento da quarta florada da safra.  

O suco de laranja concentrado iniciou janeiro em alta, mas após a divulgação do USDA em 10 de janeiro, as cotações caíram. O mês terminou com o produto negociado a USDc 474,7/lb, queda de 4,1% frente a dezembro, e o movimento de baixa persistiu até 11 de fevereiro, com preço de USDc 390,45/lb. Já a Fundecitrus aumentou sua projeção de safra em 2,4%, para 228,52 milhões de caixas, impulsionada pelas chuvas bem distribuídas nos últimos meses, que favoreceram o tamanho dos frutos. Ainda assim, a produção é 26% menor que a safra anterior devido ao impacto do greening.  

Nas exportações, o Brasil embarcou cerca de 519 mil toneladas de suco de laranja (equivalente FCOJ) entre junho de 2024 e janeiro de 2025, uma queda de 23% em relação ao mesmo período do ano anterior, reflexo dos estoques limitados. No entanto, a receita aumentou 38%, atingindo US$ 2,3 bilhões, impulsionada pelos preços mais elevados do produto no mercado externo.

“De acordo com o USDA, a produção global de suco de laranja para 2024/25 está prevista para aumentar em 4%, alcançando 1,4 milhão de toneladas. Essa previsão está pautada no indicativo de uma maior produção no Brasil que terá mais laranjas para o processamento, e espera-se que o país aumente a produção de suco em 9%, para 1 MM t”, conclui.

 





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Pecuária sente efeitos da estiagem nas pastagens



Irrigação ameniza impactos, mas seca ainda preocupa




Foto: Sheila Flores

De acordo com o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (13), a falta de chuvas regulares tem afetado a qualidade e o crescimento das pastagens no Rio Grande do Sul. Em regiões mais secas, especialmente no Oeste do estado, observa-se queda na qualidade forrageira, estresse hídrico e até senescência de plantas, prejudicando a alimentação dos rebanhos.

De acordo com o relatório, pastagens perenes e anuais cultivadas também enfrentam dificuldades de rebrote e queda expressiva na produção forrageira. Em locais onde a irrigação é possível, a técnica tem sido essencial, mas alguns reservatórios já operam em níveis críticos.

Nas áreas que receberam chuvas regulares, a recuperação das pastagens tem permitido a realização de manejos como adubação e roçadas. No entanto, a escassez de água aliada às altas temperaturas segue representando um desafio para a pecuária, tornando indispensável o uso de estratégias de suplementação alimentar para manter a nutrição do gado.

A previsão climática para as próximas semanas será determinante para a recuperação das áreas afetadas e a manutenção da produtividade do setor agropecuário.





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Dólar fecha em alta e volta a superar R$ 5,70



Moeda dos EUA avança apesar de dia sem grandes notícias


Foto: Pixabay

Segundo dados da análise do InfoMoney, o dólar encerrou a sessão desta quarta-feira (14) em alta de 0,65%, cotado a R$ 5,7258, após registrar na véspera o menor valor de fechamento do ano (R$ 5,6887). A valorização da moeda norte-americana ocorreu mesmo sem grandes notícias no cenário econômico, refletindo o viés positivo global para o dólar e as novas ameaças dos Estados Unidos de imposição de tarifas comerciais.

Na B3, às 17h04, o contrato futuro do dólar para março — o mais negociado no momento — subia 0,61%, para R$ 5,7345.

Apesar da valorização no dia, o dólar acumula queda de 7,33% em 2025, após um período de forte desvalorização no início do ano.

Dólar comercial:

Compra: R$ 5,725

Venda: R$ 5,725

Dólar turismo:

Compra: R$ 5,743

Venda: R$ 5,923





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