sexta-feira, março 27, 2026

Política & Agro

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Novo tomate combate vírus agressivo



As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral



As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral
As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral – Foto: Canva

A Bayer anunciou o lançamento de novas variedades de tomate que oferecem resistência reforçada contra o Tomato Brown Rugose Fruit Virus (ToBRFV), uma das maiores ameaças à produção mundial de tomates. As novas cultivares estarão disponíveis ainda este ano e são especialmente indicadas para o cultivo em estufas, prometendo uma proteção mais duradoura contra as mutações desse vírus que tem causado prejuízos significativos aos produtores.

O ToBRFV é um vírus de RNA altamente contagioso que provoca manchas marrons, deformações e perda de qualidade nos frutos, comprometendo a produção. Sua capacidade de mutação rápida permite que ele supere resistências genéticas existentes em muitas variedades, tornando a doença um desafio constante para a cadeia produtiva do tomate.

Para enfrentar esse problema, a Bayer desenvolveu tomates com múltiplos genes de resistência, chamados de “multi-stacked”, que garantem uma defesa mais robusta e duradoura mesmo contra variantes do vírus que quebram resistências tradicionais. Segundo Javier Quintero, líder global de Pesquisa e Desenvolvimento em tomate da divisão Crop Science da Bayer, o ToBRFV que rompe resistências representa uma ameaça constante à rentabilidade dos produtores, que precisam de soluções duradouras sem comprometer a qualidade e o desempenho das plantas.

As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral. Enquanto plantas sem resistência apresentaram sintomas graves do vírus em menos de três semanas, os tomates com múltiplos genes de resistência permaneceram saudáveis mesmo diante da cepa padrão e de variantes mais agressivas do ToBRFV. Entre os primeiros híbridos lançados estão os tomates do tipo red beef “Ferreira” e pink beef “Futumaru”, já disponíveis no mercado. A Bayer também anunciou que, ainda em 2025, lançará novas variedades resistentes para os segmentos Large Truss, Medium Truss, Cocktail, Cherry Plum Truss e Beef.





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Estimativa do algodão cresce com chuvas tardias



Produção de pluma pode atingir 2,76 milhões de toneladas no Mato Grosso




Foto: Canva

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) revisou para cima as estimativas da safra 2024/25 de algodão em Mato Grosso. De acordo com o relatório divulgado na segunda-feira (2), a produtividade projetada alcançou 297,04 arrobas por hectare, o que representa alta de 2,73% em relação à estimativa anterior e de 1,83% frente ao desempenho da safra 2023/24.

O Imea atribui o avanço ao “bom desenvolvimento das lavouras no estado”, destacando a influência positiva das chuvas tardias sobre os talhões semeados fora da janela ideal. “Essas precipitações auxiliaram no desempenho das lavouras mais atrasadas”, informou o instituto no boletim.

A área de cultivo permanece estimada em 1,51 milhão de hectares, o que corresponde a um aumento de 2,97% em relação à safra anterior. Combinando área maior e melhor produtividade, a produção de algodão em caroço foi ajustada para 6,71 milhões de toneladas, avanço de 2,73% sobre a projeção de maio e crescimento de 4,85% frente à safra passada.

A produção de algodão em pluma também foi revisada e agora está estimada em 2,76 milhões de toneladas. Se confirmada, será o maior volume registrado na série histórica de acompanhamento do instituto.





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Soluções eficazes contra pragas e doenças dos citros



Produtos foram lançados em feira importante



Produtos foram lançados em feira importante
Produtos foram lançados em feira importante – Foto: Canva

O combate ao psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri), vetor do greening, ganha reforços com as soluções da Sipcam Nichino. A empresa destaca o inseticida Fiera, que atua de forma inovadora na fase de ninfa, e o acaricida Fujimite, que apresenta eficácia de até 100% no controle do inseto, segundo testes realizados na Estação Experimental Sylvio Moreira, do IAC. O Fujimite também foi reconhecido pelo Fundecitrus no programa “Avalia Psilídeo”, que orienta os citricultores no manejo químico da doença.

Além disso, o fungicida Vitene se destaca no controle de doenças como pinta-preta, verrugose e podridão floral, problemas recorrentes na citricultura. A empresa também aposta na bioestimulação com os produtos Abyss, Blackjak, Nutex Premium e Stilo Verde, que favorecem o desenvolvimento vegetativo, melhoram a fotossíntese, a fixação de flores e frutos, além de contribuir para pomares mais produtivos e saudáveis.

Essas tecnologias são apontadas como fatores que ajudam a explicar a projeção otimista para a safra de laranja 2025/26, que deve atingir 314,6 milhões de caixas, o melhor resultado em dez anos, segundo o Fundecitrus. Todas essas soluções estão sendo apresentadas pela Sipcam Nichino na Expocitros 2025, que ocorre de 3 a 6 de junho, em Cordeirópolis (SP), maior feira citrícola da América Latina.

“A chegada de novas tecnologias está ajudando o produtor no manejo do inseto e resultando em maiores períodos de controle do ‘psilídeo’”, atesta o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim, da área de desenvolvimento de mercado. “Com a integração dos produtos, obtiveram-se índices de 80% a 100% no controle da praga, nas avaliações a campo”, resume Palazim.

 





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Frio e chuvas não afetam milho no Paraná



Safra de milho avança sem danos causados pelo clima




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O Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (5) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), informou que as recentes ondas de frio registradas no Paraná, acompanhadas por geadas isoladas e chuvas, não causaram danos à cultura do milho no estado.

Segundo os analistas do Deral, “o frio e as geadas ocorridas não trouxeram impactos para a cultura do milho”. A nota técnica explica que a fase atual das lavouras contribuiu para mitigar os riscos. “Atualmente, 40% da área a colher já está em fase de maturação, o que praticamente elimina o risco de prejuízos devido ao frio.”

As chuvas registradas foram consideradas positivas para o desenvolvimento da segunda safra. Ainda de acordo com o levantamento, 65% das lavouras estão em condição boa, 22% em situação mediana e 13% em condição ruim.

Em relação à colheita, o Deral informa que 3% da área total estimada — de 2,72 milhões de hectares — já foi colhida. “Se o clima favorecer, devemos ter um ritmo mais intenso a partir da segunda quinzena deste mês”, afirmam os técnicos.





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Corteva Agriscience traz inovações e tendências para o GAFFFF 2025


A Corteva Agriscience, que atua no setor de sementes, defensivos agrícolas e biológicos, apresenta neste ano, ao lado da XP, o Global Agribusiness Festival (GAFFFF), o maior festival de cultura agro do mundo. Por dois dias consecutivos, o megaevento organizado pela Datagro no Allianz Parque, em São Paulo (SP), vai reunir mais de 90 horas de conteúdo, além de gastronomia, música e negócios.

Para o evento, a Corteva organizou uma programação repleta de conteúdo. A primeira atividade começa na quinta-feira, dia 5 de junho, às 12h30, com uma sessão para a imprensa sobre Biológicos, com a participação de Frederic Beudot, líder global de biológicos da companhia, e de agricultores brasileiros. O encontro trará perspectivas sobre o mercado de produtos biológicos, apresentando exemplos de como o Brasil está acelerando seu uso e de como a Corteva está ajudando a impulsionar seu crescimento por meio de pesquisa, regulamentação e excelência agronômica com foco no cliente. A sessão é restrita a jornalistas e será no Parque Mirante, espaço exclusivo da Corteva no Allianz Parque durante o GAFFFF 2025.

Na sequência, às 14h, no Palco C do evento, Frederic Beudot participa do painel “Intensificando a Sustentabilidade do Agronegócio e a Mega Tendência dos Bioinsumos”. Ele estará acompanhado de Carlos Goulart, secretário de defesa agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Marcio Portocarrero, diretor executivo da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão), e Nelson Ferreira, sócio sênior da McKinsey. A moderação será de Eduardo Leão de Souza, presidente da Croplife Brasil.

Às 15h, no Palco ABC, será a vez de Shona Sabnis, Vice-presidente de Assuntos Públicos da Corteva e keynote speaker do GAFFFF. A executiva vai tratar do tema inovação no agronegócio. A moderação será feita por Plinio Nastari, presidente da Datagro. Para fechar o dia, às 16h, no Parque Mirante, uma sessão especial organizada pela Linha Pastagem da Corteva apresentará uma nova molécula e novos produtos. A apresentação será liderada por Rodrigo Takegawa, Líder de Marketing & Comercial da Linha Pastagem da Corteva Agriscience para Brasil e Paraguai.

Para Felipe Daltro, diretor de Marketing e Experiência do Cliente da Corteva para o Brasil e Paraguai, associar a Corteva com a DATAGRO e a XP reforça a cultura de inovação da empresa e o compromisso de ser o melhor fornecedor de produtos e soluções aos agricultores. “Trata-se de uma oportunidade de conectar o que há de mais moderno na agricultura brasileira com o ecossistema do GAFFFF, que contempla agentes de transformação tão importantes para o nosso setor e para a sociedade como um todo”, diz. A Corteva está levando cerca de 1.200 produtores rurais e parceiros comerciais de diversas regiões do Brasil para o Allianz Parque, promovendo a conexão entre campo e cidade.

Corteva lança molécula e dois herbicidas para o manejo em pastagem

A Linha Pastagem da Corteva celebra 65 anos de atuação no Brasil, incluindo as empresas legadas. Neste período, a companhia seguiu ao lado dos pecuaristas, ajudando a tornar essa atividade cada vez mais rentável, produtiva e sustentável. No evento, a Corteva faz o lançamento de uma molécula e dois herbicidas. As soluções eliminam a matocompetição (competição por água, luz, nutrientes e espaço), além de aumentar a produtividade e a qualidade do pasto, refletindo na maior produção de carne e leite e, consequentemente, na redução da abertura de novas áreas. As soluções também promovem maior eficiência e praticidade no manejo do pasto com sustentabilidade.

Celebração entre o campo e a cidade

Entre os dias 5 e 6 de junho, o GAFFFF vai promover debates sobre tendências, inovações e desafios do setor agropecuário, ao mesmo tempo em que vai valorizar a diversidade cultural e incentivar práticas sustentáveis. É uma oportunidade em que campo e cidade se aproximam, ao reunirem profissionais do agronegócio e o público interessado em conteúdo, entretenimento, gastronomia e cultura.

Serão três palcos simultâneos, com mais de 40 painéis e 200 palestrantes nacionais e internacionais, shows de música com o cantor Leonardo, as duplas Fernando & Sorocaba e Fiduma & Jeca, além do artista Thiago Carvalho e da cantora Fiorella. Nesta edição, a área gastronômica foi ampliada, com novas opções de alimentação. Além das aulas com chefs nacionais e internacionais, haverá também o festival de churrasco com carnes e opções vegetarianas e veganas.





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mercado interno se apoia na exportação



Brasil embarcou 173,80 mil toneladas de carne bovina até a quarta semana de maio




Foto: Pixabay

As exportações brasileiras de carne bovina exerceram papel relevante na sustentação dos preços da arroba do boi gordo durante o mês de maio, conforme aponta a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (2).

Segundo o levantamento, o Brasil embarcou 173,80 mil toneladas de carne bovina até a quarta semana de maio. A média diária de exportações foi de 10,86 mil toneladas, o que representa um avanço de 7,62% em relação ao mesmo período de 2024.

A receita também apresentou crescimento. De acordo com o Imea, o preço médio por tonelada exportada atingiu US$ 5.177,67, uma alta de 14,98% em relação ao valor observado um ano antes. Com isso, o montante financeiro gerado pelas exportações chegou a US$ 899,90 milhões no mês, com média diária de US$ 56,24 milhões — incremento de 23,75% no comparativo anual.

“O aumento nas exportações foi fundamental para equilibrar o mercado diante da alta oferta de carne bovina, típica do mês de maio”, avaliou o Imea. A análise aponta ainda que, mesmo com o volume elevado de carne disponível internamente, o crescimento da demanda externa e a valorização da tonelada exportada impediram recuos mais acentuados nos preços do boi gordo.

A tendência, segundo o Instituto, é de que os preços no mercado interno continuem sustentados nos próximos meses, diante do cenário favorável nas exportações.





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Copercampos assume protagonismo na agricultura e torna-se pioneira no uso de tecnologia regenerativa no Brasil


Uma nova era na agricultura: mais produtividade, mais saúde para o solo e sustentabilidade de verdade

A Copercampos acaba de dar um passo histórico e se torna a primeira cooperativa no Brasil a adotar a Tecnologia do Consórcio Probiótico (TCP), uma inovação que está transformando a forma de produzir alimentos de maneira sustentável, rentável e regenerativa.

Desenvolvida por Altamiro Alvernaz, a TCP é baseada na fermentação de ingredientes naturais, gerando um ecossistema vivo de microrganismos benéficos. Esses aliados invisíveis ao olho humano trabalham diretamente no solo, restaurando sua vitalidade, promovendo o equilíbrio biológico e, como consequência, aumentando a produtividade das lavouras de forma consistente e comprovada.

Testada na safra 2024/2025 pelos associados da cooperativa e na Fazenda Experimental da Copercampos, a tecnologia surpreendeu com resultados sólidos, apresentados em um encontro realizado no dia 15 de maio entre a equipe técnica da cooperativa e representantes da Global Biotecnologia.

“Com a adoção desta biotecnologia, nossos associados reforçam seu compromisso com a inovação e a sustentabilidade na produção de alimentos”, destacou Fabrício Jardim Hennigen, gerente de assistência técnica da Copercampos.

A TCP não é apenas uma promessa, mas uma realidade validada em campo e reconhecida nacionalmente e internacionalmente. A tecnologia recebeu o prêmio da revista norte-americana Life Science Review, sendo apontada como uma das maiores inovações biotecnológicas da América Latina. E a Fundação Getúlio Vargas a reconheceu como uma evolução para o agro brasileiro.

Mas, afinal, como funciona a TCP?

Segundo Altamiro Alvernaz, pesquisador e desenvolvedor da biotecnologia, a TCP oferece ao solo as ferramentas que ele perdeu ao longo das décadas de manejo convencional.

“Com a TCP, o próprio solo volta a fazer suas interações naturais, aquelas que deveriam ocorrer, mas foram perdidas com o tempo. A consequência é simples e poderosa: solos mais vivos, plantas mais fortes, produtividades mais altas e sistemas agrícolas mais resilientes ao estresse hídrico e às doenças,” explica Altamiro.

A aplicação da TCP em culturas como soja, milho, trigo e pasto mostrou que, assim como os fertilizantes, ela se torna essencial para o pleno desenvolvimento da lavoura.

“A maioria dos nutrientes já está no solo: fósforo, silício, potássio, manganês, magnésio, cálcio, boro… O problema não é a falta, mas sim a indisponibilidade. É o microbioma do solo que faz essa ponte entre o que existe e o que a planta precisa. Quando devolvemos a vida ao solo, ele passa a oferecer tudo o que a planta necessita para crescer mais forte, saudável e produtiva,” complementa o pesquisador.

Sustentabilidade que gera lucro e segurança produtiva

O uso da TCP vai além da produção. Ela representa uma nova mentalidade, alinhada com os princípios da agricultura regenerativa, que alia alta produtividade à preservação dos recursos naturais, fortalecendo os produtores frente às mudanças climáticas e aos desafios dos sistemas agrícolas modernos.

A Copercampos demonstra sua vocação em ser protagonista na adoção de tecnologias inovadoras, que não apenas aumentam a rentabilidade dos seus cooperados, mas também contribuem para a construção de uma agricultura mais equilibrada, sustentável e resiliente.





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Entregas de fertilizantes crescem 9%


As entregas de fertilizantes no Brasil somaram 9,44 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2025, representando um crescimento de 9,1% frente às 8,65 milhões de toneladas registradas no mesmo período de 2024. Os dados são da Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). Segundo a entidade, o desempenho reflete a expectativa de uma colheita recorde no país, além das boas condições logísticas e do esforço do setor em garantir o fornecimento no prazo aos produtores.

Somente em março, foram entregues 2,36 milhões de toneladas, alta de 13,6% na comparação com as 2,08 milhões do mesmo mês de 2024. O Mato Grosso segue como líder nas entregas, concentrando 24,9% do volume mensal, com 2,35 milhões de toneladas. Na sequência aparecem Paraná (1,34 milhão), Goiás (1,06 milhão), Minas Gerais (978 mil) e São Paulo (967 mil toneladas).

No quesito produção nacional, o volume de fertilizantes intermediários chegou a 535 mil toneladas em março, uma queda de 6,1% em relação às 570 mil toneladas do mesmo mês de 2024. Entretanto, no acumulado do trimestre, a produção nacional somou 1,68 milhão de toneladas, crescimento de 10,1% frente às 1,53 milhão do mesmo período do ano passado.

As importações também registraram forte avanço. Foram 2,49 milhões de toneladas de fertilizantes intermediários importados em março, alta de 24,3%. No acumulado dos três primeiros meses, o total chegou a 8,49 milhões de toneladas, um incremento de 13,9% sobre as 7,45 milhões de 2024. O Porto de Paranaguá manteve a liderança nas operações, movimentando 2,45 milhões de toneladas no trimestre, alta de 3,6% e participação de 28,9% no total nacional.

 





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Preço do caroço de algodão recua no Mato Grosso



A desvalorização reflete o comportamento dos cotonicultores




Foto: Unsplash

O preço do caroço de algodão disponível em Mato Grosso apresentou leve recuo na última semana, segundo análise do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (2). A cotação média no estado foi de R$ 1.659,60 por tonelada, queda de 0,45% em relação à semana anterior.

De acordo com o Imea, a desvalorização reflete o comportamento dos cotonicultores, que têm buscado negociar os estoques remanescentes da safra 2023/24 antes do início da colheita da temporada 2024/25. “O movimento do mercado está sendo influenciado pela tentativa dos produtores de escoar o produto armazenado, o que gera uma pressão sobre os preços”, avaliou o instituto.

O levantamento também apontou diferenças regionais nas cotações. Em Sapezal, o preço médio ficou em R$ 1.680,00 por tonelada, com queda de 1,47% na comparação semanal. Já em Campo Verde, o coproduto foi comercializado a R$ 1.751,31 por tonelada. Nessa região, a oferta ainda restrita tem sustentado os preços em patamar mais elevado.

Com a proximidade da colheita da nova safra, a expectativa do setor é de maior pressão sobre os valores praticados no mercado. “A entrada da produção da safra 2024/25 deve aumentar a disponibilidade e impactar as cotações nas próximas semanas”, informou o Imea.





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milho e soja superam ritmo de 2024



Iowa lidera com milho de boa qualidade




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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou nesta terça-feira (3) que o plantio das safras de milho e soja segue em ritmo ligeiramente superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Os dados constam no boletim semanal Weekly Weather and Crop Bulletin, com informações atualizadas até 1º de junho.

Segundo o USDA, 93% da área prevista para o milho já foi plantada, percentual três pontos acima do registrado no mesmo período de 2024, mas em linha com a média dos últimos cinco anos. Além disso, 78% das lavouras já haviam emergido, avanço de seis pontos percentuais em relação ao ano anterior.

Quanto à qualidade das lavouras, 69% do milho plantado foi classificado como em condições de boas a excelentes. Em Iowa, principal estado produtor da cultura, esse percentual chegou a 84%.

No caso da soja, 84% da área total estimada foi plantada até 1º de junho. O índice representa avanço de sete pontos percentuais frente ao ano passado e quatro pontos acima da média quinquenal. Em Minnesota, 97% da área destinada à cultura já estava semeada até o início do mês.

O boletim também destacou que 63% das lavouras de soja haviam emergido no país até a data de referência. A qualidade da safra foi considerada boa a excelente em 67% dos casos.





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