sábado, abril 25, 2026

Política & Agro

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Os desafios do agro na América Latina


O setor agrícola na América Latina, especialmente no Brasil, enfrentou desafios significativos em 2023, com impactos diretos nas principais empresas do agronegócio. A combinação de altos estoques de canais e a redução da demanda resultou em menores volumes de vendas. As condições climáticas adversas, como a seca no Brasil, prejudicaram ainda mais a produção agrícola. No contexto econômico, a Argentina continuou enfrentando problemas, como hiperinflação e restrições cambiais, o que limitou a disponibilidade de crédito em várias regiões. Apesar desses desafios, a América Latina continua a ser um mercado crucial para as empresas agroquímicas, oferecendo oportunidades de crescimento e inovação.

O mercado latino-americano de proteção de cultivos, que representa 29% do mercado global, experimentou um leve declínio. Embora os preços de agroquímicos como glifosato e glufosinato tenham caído, eles permaneceram robustos durante as janelas de compra. O crescimento do mercado foi impulsionado pela expansão das áreas plantadas e pela pressão de pragas nas regiões do norte. Enquanto países como Chile, Colômbia e Bolívia tiveram desempenhos positivos, o Paraguai e o México enfrentaram condições secas.

Analisando o desempenho das seis principais multinacionais do setor, observou-se que todas relataram queda na receita em 2023. Exceto a Bayer Crop Science, que teve uma redução de apenas 4,9%, as demais empresas apresentaram declínios de dois dígitos. A Syngenta viu uma queda de 14% nas vendas, impactada pela diminuição dos volumes de produtos herbicidas, enquanto a FMC sofreu uma queda de 35% devido à desestocagem e à seca. No entanto, a região ainda representa uma parte significativa das receitas globais dessas empresas.

Para enfrentar os desafios, as multinacionais estão se concentrando em inovações. A Syngenta e a UPL, por exemplo, lançaram novos produtos biológicos e tecnologias, apostando na demanda por soluções sustentáveis. A UPL, por sua vez, está investindo fortemente em bioinseticidas e bionematicidas, como o Nimaxxa, que promete revolucionar a proteção contra nematoides. A adoção de estratégias digitais, como as plataformas Climate FieldView da Bayer e xarvio FIELD MANAGER da BASF, está permitindo uma agricultura mais eficiente e informada, enquanto parcerias estratégicas estão fortalecendo a distribuição e a pesquisa no setor.
 





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Futuros de soja dos EUA sobem


Os futuros de soja nos Estados Unidos registraram alta durante o pregão noturno desta quarta-feira, 16 de outubro de 2024. O movimento foi impulsionado por compras técnicas e pela expectativa de que a produção brasileira, o maior exportador global da oleaginosa, fique abaixo das estimativas divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, a produção do país deve alcançar pouco mais de 166 milhões de toneladas. Em contraste, o USDA havia projetado, na semana passada, uma colheita de 169 milhões de toneladas para o Brasil. Mesmo que as previsões da Conab se confirmem, o volume ainda representaria um aumento de 13% em relação ao ano anterior.

Nos Estados Unidos, a colheita de soja segue avançando, com 67% da safra já armazenada, conforme dados recentes do USDA. Esse índice está acima dos 47% registrados na semana anterior e supera a média de cinco anos, que é de 51%. O milho, por sua vez, também mostra avanço significativo, com 47% da colheita concluída, comparado aos 30% da semana passada e à média de 39% para o período. O plantio de trigo de inverno progrediu, com 64% das áreas plantadas, contra 51% na semana anterior e uma média histórica de 66%. Cerca de 35% das plantas já emergiram, superando os 25% registrados anteriormente e a média de 38%.

Na Bolsa de Chicago, os futuros de soja para entrega em novembro subiram 4½¢, fechando a US$ 10,08 por bushel. O farelo de soja teve alta de US$ 2,60, chegando a US$ 314,40 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 0,2¢, cotado a 42,65¢ por libra. Os contratos futuros de milho também apresentaram elevação, subindo 2¼¢, para US$ 4,03½ por bushel. Em contrapartida, os futuros de trigo para entrega em dezembro recuaram 3¢, para US$ 5,76½ por bushel, e os contratos de trigo de Kansas City caíram 2¼¢, para US$ 5,80¾ por bushel.





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Arroz registrou alta em setembro


Já na parcial do ano os valores ao produtor acumulam queda


Foto: Pixabay

O arroz teve alta em todos os segmentos no mês de setembro, segundo dados do Cepea na parcial do ano os valores ao produtor acumulam queda, as cotações no atacado e varejo registram altas. 

Conforme dados do  Instituto Rio Grandense do arroz (Irga), a média do arroz beneficiado em setembro foi de R$ 160,05/sc de 30 kg, elevação de 11,4% frente à de ago/24. Já, no mesmo período, os preços ao produtor subiram 1,1%, segundo o Cepea, e no mercado varejista, 0,44%, conforme o IBGE.

Pesquisadores do Cepea chamam a atenção ao fato de os valores do arroz beneficiado no atacado seguirem próximas às variações do arroz beneficiado no mercado externo. Em 12 meses, a média nominal do arroz importado, já em Reais, subiu 38,4%, sendo 27,3% apenas em 2024.





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mercado de maçã espera safra promissora para 2024/25


De acordo com o Boletim Agropecuário de outubro, divulgado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e pelo Observatório Agro Catarinense, o mercado de maçãs em Santa Catarina e no Brasil enfrenta estoques reduzidos nas classificadoras e a expectativa de recuperação na produção para a safra 2024/25. Entre agosto e setembro de 2024, houve uma valorização nos preços das maçãs no atacado catarinense, embora a expectativa seja de queda em outubro, devido à concorrência com frutas importadas e à qualidade do produto nacional.

Na Ceasa/SC, o preço médio das maçãs subiu 4,4% entre agosto e setembro deste ano, registrando um aumento de 30,8% em comparação com setembro de 2023. A variedade Gala teve alta de 1,2% nas cotações no período, e um crescimento de 34,9% em relação ao ano anterior. Já a maçã Fuji apresentou uma valorização de 8,1% entre agosto e setembro, além de um aumento de 26,7% em comparação a setembro de 2023. No terceiro trimestre de 2024, as cotações médias aumentaram 29,4% em comparação ao mesmo período de 2023 e 50,9% em relação a 2022. A Gala valorizou 37,8%, e a Fuji, 20,9% no mesmo período.

Em setembro de 2024, as cotações da categoria 1 subiram 2,1% em relação ao mês anterior, enquanto as categorias 2 e 3 apresentaram altas de 5,4% e 6,2%, respectivamente. No entanto, os estoques continuam baixos nas classificadoras, especialmente em Fraiburgo/SC, onde as frutas com menor resistência ao armazenamento estão sendo comercializadas. O escoamento das maçãs remanescentes da safra atual gera expectativa de redução nos preços, sobretudo em outubro.

Na Ceagesp, a valorização das maçãs catarinenses foi de 1,8% entre agosto e setembro deste ano. Embora a demanda tenha sido menor, as cotações ficaram 24,8% acima dos valores registrados em setembro de 2023. Na Ceasaminas, os preços da maçã subiram 20% em relação ao mês anterior e ficaram 17,7% mais elevados em comparação com setembro do ano passado. A fruta catarinense representou 17,2% do volume comercializado e 15,4% do valor total na central mineira.

Nas regiões produtoras de Santa Catarina, como Fraiburgo e São Joaquim, as variedades Gala e Fuji já estão em floração, com percentual variando entre 25% e 75%, dependendo da fase de cultivo. A recuperação da produção é aguardada para a safra 2024/25, com aumento previsto de 55,5% em relação ao ciclo anterior no estado. Entre os municípios com maior participação na área plantada estão São Joaquim, Fraiburgo e Bom Jardim da Serra. A produção da maçã Fuji, que representa 53,9% do total, deve crescer 59,6% em relação à safra anterior, enquanto a variedade Gala, com 46,2%, tem expectativa de aumento de 54,0%.





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Preços do arroz mantêm estabilidade após alta em Santa Catarina


Segundo o Boletim Agropecuário de outubro, divulgado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e pelo Observatório Agro Catarinense, os preços do arroz em casca em Santa Catarina mantiveram uma tendência de estabilidade durante setembro e no início de outubro, após um longo período de alta iniciado em abril. O mercado tem sido influenciado pela entressafra, o que reduziu a oferta interna do grão e sustentou os preços em patamares elevados. No entanto, fatores como o desaquecimento da demanda e a queda do dólar, que desestimula exportações, estão pressionando os preços para baixo, estabilizando o mercado nos últimos meses.

A comercialização do arroz catarinense se concentra no primeiro semestre do ano, com cerca de 95% da produção já vendida até o momento, o que reflete a necessidade dos produtores de honrar compromissos financeiros e preparar a safra seguinte. Entre as regiões do estado, houve variações nos preços. Na Grande Florianópolis e no Litoral Norte, os preços subiram entre agosto e setembro, enquanto no Alto Vale do Itajaí os valores se mantiveram estáveis, e no Litoral Sul houve uma leve retração, influenciada pelo comportamento do mercado no Rio Grande do Sul.

No comércio internacional, as exportações de arroz catarinense entre janeiro e setembro de 2024 totalizaram US$ 2,67 milhões, com destinos principais como Trinidad e Tobago, Gâmbia e Senegal. Este valor é 71% menor em comparação com o mesmo período de 2023, resultado da menor competitividade do produto brasileiro devido à desvalorização do dólar. Em contrapartida, as importações cresceram 51,18% no mesmo período, devido à menor oferta interna e preços internacionais competitivos, sendo o Uruguai, Tailândia e Paraguai os principais fornecedores.

Com 76% da área de arroz já semeada para a safra 2024/25, estima-se uma produção estável em 145 mil hectares, mas com aumento de 9,9% na produtividade média, chegando a 8,74 toneladas por hectare. O clima favorável e o investimento em tecnologia devem garantir uma produção de 1,269 milhão de toneladas. As condições atuais das lavouras são predominantemente boas, com expectativa de resultados positivos para o ciclo.





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Preços da soja registram alta em Santa Catarina


De acordo com o Boletim Agropecuário de outubro, produzido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e divulgado pelo Observatório Agro Catarinense, o mercado de soja em Santa Catarina registrou uma leve alta de 2,6% nos preços pagos ao produtor em setembro, após dois meses consecutivos de queda. O movimento de alta continua em outubro, com um aumento de 2,2% nos primeiros 10 dias do mês, em comparação com o preço médio de setembro.

A elevação das cotações é atribuída à menor oferta interna do produto, aliada às condições climáticas desfavoráveis, como a estiagem que afeta o início da safra 2024/25 na região Centro-Oeste do Brasil. Apesar desse movimento positivo nos preços, os fatores predominantes no mercado indicam uma estabilização e até uma possível queda das cotações, em função da oferta e demanda global de soja, principalmente pela incerteza sobre o volume de compras da China até o final do ano.

Nos Estados Unidos, o clima favoreceu uma safra recorde em 2024. No Brasil, embora o clima tenha se mostrado irregular no início do plantio, o país, maior produtor mundial de soja, ainda se encontra na janela ideal para semeadura, conforme o zoneamento agroclimático. A oscilação do mercado também tem sido influenciada por investimentos na Bolsa de Chicago e por iniciativas do governo brasileiro, como a sanção da Lei do Combustível do Futuro, que aumenta a demanda pelo biodiesel, feito a partir de óleo de soja.

Em Santa Catarina, a safra 2024/25 de soja está sendo plantada com maior intensidade em outubro. A área plantada deve crescer 1,78%, atingindo 768 mil hectares, com uma expectativa de aumento significativo na produtividade. A projeção indica um incremento de 10,8% na produtividade média, que deve alcançar 3.837 quilos por hectare. Com isso, a produção catarinense de soja da primeira safra deve crescer 13,5%, chegando a aproximadamente 2,94 milhões de toneladas.

As regiões de Chapecó e São Miguel do Oeste registraram o maior avanço no plantio até o início de outubro, com 8% a 12% da área prevista já semeada. As chuvas intensas no estado, que chegaram a acumular mais de 180 mm até o dia 10 de outubro, atrasaram o ritmo do plantio, mas os produtores ainda estão dentro da janela ideal para a semeadura.

Entre janeiro e setembro de 2024, as exportações catarinenses de soja somaram 1,22 milhão de toneladas. A expectativa é de que o volume total exportado seja inferior ao de 2023, devido à queda na produção da safra 2023/24. As exportações atingiram seu pico em abril e mantiveram uma média entre 119 mil e 158 mil toneladas mensais. Em setembro, o volume exportado foi de 129 mil toneladas, com a China sendo o principal destino, absorvendo 78% das vendas externas do estado. No entanto, houve uma redução de 6% nas exportações para o mercado chinês, enquanto outros destinos mostraram crescimento.

O mercado global de soja e outras oleaginosas tem mostrado volatilidade. Enquanto os preços da soja subiram devido às condições climáticas adversas na América do Sul, eles recuaram ligeiramente com a chegada das chuvas no Brasil em outubro. Produtos derivados, como o farelo de soja, acompanharam as oscilações de preço da commodity. Já os óleos vegetais, incluindo óleo de soja nos EUA e óleo de palma, registraram alta de preços, impulsionados pela menor oferta esperada de outros óleos, como palma, colza e girassol.





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valorização do feijão se mantém em outubro


De acordo com os dados da edição de outubro do Boletim Agropecuário produzido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) divulgado pelo Observatório Agro Catarinense, o mercado de feijão em Santa Catarina apresentou forte valorização em setembro. O preço do feijão-carioca subiu 11,30% em comparação ao mês anterior, enquanto o feijão-preto teve uma alta de 25,05%. Na comparação anual, o feijão-preto está 25,52% mais caro, enquanto o feijão-carioca registrou aumento de 10,26%.

Nos primeiros 10 dias de outubro, a tendência de alta se manteve: o feijão-preto subiu 1,21% e o feijão-carioca 0,34%. Esses aumentos estão relacionados às condições climáticas adversas, que têm impactado diretamente a produção e a oferta do produto.

A variação nos preços do feijão está fortemente ligada à oferta, que sofre com oscilações causadas por fenômenos climáticos, como cheias, secas e geadas. Essas variações afetam as épocas de plantio, o desenvolvimento das lavouras e a colheita. As condições climáticas influenciam diretamente a produção, criando uma sazonalidade que também reflete nos preços, tanto para os produtores quanto para os consumidores.

Em setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou suas estimativas para a safra 2024/25, apontando uma queda de 9,54% na produção nacional de feijão, resultado principalmente da seca nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. Enquanto a produção deve diminuir, o consumo deve crescer 1,64%, aumentando a necessidade de importação em 51,2% em relação ao ano anterior. A expectativa é de que o estoque final seja 17,43% maior ao término do ciclo.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), o início da safra 2024/25 de feijão pode ser influenciado pelo fenômeno La Niña, que tende a reduzir as chuvas na Região Sul do Brasil, afetando negativamente as plantações em Santa Catarina e Paraná. Por outro lado, o Rio Grande do Sul pode ser beneficiado por chuvas mais regulares, o que favoreceria as lavouras de inverno e o plantio da nova safra. Contudo, há o risco de uma redução na umidade do solo em dezembro, caso o fenômeno La Niña se intensifique.

Até o final de setembro, cerca de 17% da área destinada ao cultivo de feijão em Santa Catarina já havia sido plantada, com as condições climáticas sendo favoráveis ao desenvolvimento das lavouras. As regiões de Araranguá, Criciúma e Tubarão apresentaram 88% da área já semeada, e as plantas estão se desenvolvendo bem. Em Chapecó, Xanxerê e São Miguel do Oeste, 30% da área de cultivo foi semeada, com boa germinação e desenvolvimento das lavouras.

Nas regiões de Canoinhas, São Bento do Sul, Curitibanos, Joaçaba e Campos de Lages, o plantio comercial deverá começar na segunda quinzena de outubro, para evitar perdas causadas por possíveis geadas tardias. Em Curitibanos, muitos produtores preferem semear o feijão após a colheita do trigo, entre o final de novembro e o início de dezembro.

A estimativa para a safra 2024/25 de feijão em Santa Catarina é de um crescimento de 3,9% na área plantada, com uma produtividade média de 1.926 kg/ha, um aumento de 11,4% em relação ao ciclo anterior. A produção total deve atingir 55,6 mil toneladas, um crescimento de 15,8%.





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Exportação de milho: Prêmios variam


Para o mês de novembro, o prêmio de venda subiu para 127 (+4)




Para o mês de novembro, o prêmio de venda subiu para 127 (+4)
Para o mês de novembro, o prêmio de venda subiu para 127 (+4) – Foto: Canva

Os prêmios de exportação de milho em Paranaguá seguem demonstrando pouco interesse dos compradores por posições mais próximas, enquanto se observa um aumento na demanda por posições mais distantes, como janeiro de 2025, segundo dados da TF Agroeconômica. Em outubro, os prêmios de venda e compra mantêm-se em 115 e 95, respectivamente, com base Z4, sem variações. 

Para o mês de novembro, o prêmio de venda subiu para 127 (+4), e o de compra está em 110 (sC), ambos com base Z4. Já para dezembro, os prêmios são de 140 (+5) para venda e 125 (sC) para compra, mantendo a base Z4. Em janeiro de 2025, os valores são 135 (+5) para venda e 125 (sC) para compra, com base H5. Não há cotações registradas para julho e agosto.

No mercado chinês, as informações indicam que o milho teve alta de 15 CNY/t tanto para novembro quanto para janeiro. O amido de milho também apresentou alta, com aumentos de 19 CNY/t para novembro e 21 CNY/t para janeiro. Já os preços dos ovos subiram 138 CNY/500kg para outubro e 24 CNY/500kg para novembro. Por outro lado, as cotações do suíno recuaram pelo terceiro dia consecutivo, com queda de 505 CNY/t para setembro e 215 CNY/t para novembro.

Na Argentina, o preço do milho para entrega disponível e para fixações ficou em A$ 175 mil/t, uma queda de A$ 5 mil/t em todas as posições diárias. Para novembro-dezembro de 2025, o valor foi de A$ 175 mil/t, representando uma diminuição de A$ 7 mil/t em relação ao dia anterior. No MATBA, o preço oscilou para US$ 186,50/t para abril, contra US$ 190,00 anteriores, enquanto em Chicago foi registrado US$ 160,72.
 





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moinhos ajustam preços no Sul


Os vendedores reduziram os preços do trigo já colhido para R$ 1.250,00




Os vendedores reduziram os preços do trigo já colhido para R$ 1.250,00
Os vendedores reduziram os preços do trigo já colhido para R$ 1.250,00 – Foto: Canva

Conforme informações da TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul enfrenta pequenos problemas de qualidade, com vendedores ajustando os preços para atrair compradores. No caso da safra velha, não há mais interessados, pois o foco já está na safra nova, que retomou suas atividades com a colheita alcançando 4% das áreas. Houve registro de quedas de PH em cerca de 5% das áreas, com valores abaixo de 77, direcionando pequenos volumes para ração. A maior parte do trigo, no entanto, continua sendo adequado para a indústria.

Os vendedores reduziram os preços do trigo já colhido para R$ 1.250,00, enquanto os moinhos locais indicaram valores entre R$ 1.150,00 e R$ 1.170,00 para trigos de fora do estado. Em relação às vendas futuras, o preço pedido para trigo com PH mínimo de 77 e qualidade panificável é de R$ 1.200,00 FOB, mas esse valor não está sendo alcançado no mercado, com moinhos locais preferindo não fazer indicações e os de fora sugerindo entre R$ 1.150,00 e R$ 1.170,00, sem gerar negócios. No mercado de exportação, os preços chegaram a R$ 1.320,00 para entrega em dezembro, no melhor momento do câmbio futuro.

Em Santa Catarina, moinhos estão atentos à safra gaúcha e ao início da própria colheita. Muitos continuam a se abastecer no sudoeste do Paraná, onde os preços estão em torno de R$ 1.400 FOB, e o frete é mais vantajoso. A preocupação principal é com as chuvas que podem afetar o trigo quase pronto para colheita. No Paraná, o mercado segue firme, com alguns trigos locais apresentando escurecimento, o que aumenta a procura por trigo gaúcho e paraguaio. Os preços do trigo paraguaio subiram para R$ 1.430 CIF em Cascavel e R$ 1.460 CIF em Ponta Grossa, mantendo-se competitivos.
 





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CNA diz que é preciso superar desafios de financiamentos para mitigar…


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SÃO PAULO (Reuters) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) defendeu nesta quarta-feira que é preciso superar desafios para ampliar os financiamentos para programas que possam mitigar as emissões de gases de efeito estufa pela agropecuária, enquanto o mundo se prepara para a conferência climática COP29.

As emissões do Brasil, uma potência agrícola global, estão mais ligadas ao uso da terra, queimadas e desmatamentos, diferentemente de outros países, onde o uso de combustíveis fósseis pesa mais.

O setor agrícola brasileiro, visto como essencial para o cumprimento das metas de mitigação e adaptação às mudanças do clima, considera que tem instrumentos para oferecer uma produção sustentável, ao mesmo tempo garantindo segurança alimentar, climática e energética.

Mas, acrescentou a CNA, é necessário viabilizar acordos cooperativos e regras compatíveis de participação do setor agropecuário dentro do mercado de carbono.

Neste contexto, a entidade considera que o governo federal não pode definir as novas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), que são as ações de redução de emissão de gases de efeito estufa (GEE) a partir de 2031, sem ouvir o setor agropecuário.

A principal entidade do setor agropecuário do Brasil disse ainda que é preciso evitar que o “agro” responda por outros segmentos.

“Esperamos superar os desafios em buscar financiamento e tipificar os recursos a serem tratados no escopo das soluções climáticas na agricultura”, disse a CNA no documento de posicionamento sobre as propostas para a 29ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29), que acontecerá de 11 a 22 de novembro, em Baku, no Azerbaijão.

“Sem financiamento, as ações de mitigação e adaptação, o acesso a tecnologias e recursos para perdas e danos e as ações de transparência ficam limitados, o que reduz o alcance das ações necessárias para atingir os objetivos do Acordo de Paris”, diz a CNA no documento de posicionamento.

Segundo a entidade, uma nova meta de financiamento deve apoiar os países na implementação de suas NDCs e dos Planos Nacionais de Adaptação dentro do objetivo de limitar o aquecimento global a 1,5ºC até o final deste século, a partir da redução da emissão de gases de efeito estufa (GEE).

(Por Roberto Samora)





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