terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

veja como manter a disposição na folia



Guaraná, café e chá verde ajudam na energia do folião




Foto: Pixabay

Segundo o apontado pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, com blocos de rua, bailes e desfiles de escolas de samba, o Carnaval oferece diversas opções de diversão para os paulistanos. Para garantir energia e disposição durante os cinco dias de folia, a nutricionista Sizele Rodrigues, da Coordenadoria de Segurança Alimentar (Cosali), ligada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, recomenda uma alimentação equilibrada com alimentos naturais estimulantes.

O guaraná em pó é um dos destaques, pois contém cafeína, um estimulante do sistema nervoso que melhora o ânimo e acelera o metabolismo. Outras fontes de energia são o café e o chá verde, que, além de estimulantes, ajudam a melhorar o humor. Já o gengibre, além de aumentar a disposição, tem ação anti-inflamatória e antioxidante, contribuindo para a digestão e a manutenção do metabolismo acelerado.

Além da alimentação, a hidratação é essencial para enfrentar o calor do verão paulista. Com as altas temperaturas, o risco de desidratação aumenta, tornando a água indispensável para o bom funcionamento do organismo, conforme informou a Secretaria da Agricultura.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

temporais atrasam colheita de arroz e óleo de palma



Chuvas fortes afetam colheitas no Sudeste Asiático




Foto: Divulgação

O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (25) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), apontou que fortes chuvas atingiram o leste e o sul do Sudeste Asiático, com algumas regiões registrando volumes superiores a 200 mm e um pico de 444 mm nas Filipinas.

As precipitações intensas atrasaram ou interromperam as colheitas de óleo de palma na Malásia e Indonésia, além da colheita do arroz nas Filipinas e em Java, Indonésia.

Apesar dos impactos no trabalho de campo, o excesso de umidade beneficia o próximo ciclo agrícola, garantindo boas condições para novas plantações.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produção de maçã cai 30% devido a chuvas



Colheita da maçã Gala avança na Serra Gaúcha




Foto: Pixabay

O boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (27), destacou que as condições climáticas favoreceram o desenvolvimento da maçã na região de Caxias do Sul, impulsionando a colheita da variedade Gala, a principal da Serra Gaúcha.

A safra, no entanto, foi afetada pelas chuvas excessivas durante o florescimento, resultando em uma redução de 30% na produção.

Mesmo com a qualidade e sanidade mantidas, os produtores não estão sendo remunerados como esperado, com os frutos a granel sendo comercializados a R$ 2,85/kg.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

SP intensifica inspeção de pomares contra Greening



Ação inspeciona 3,3 milhões de plantas contra Greening




Foto: Agrolink

De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, entre os dias 10 e 21, uma força-tarefa formada por engenheiros agrônomos e técnicos agropecuários da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) percorreu as regionais de Avaré, Itapeva e Mogi Mirim para inspecionar pomares e combater o Huanglongbing (HBL), conhecido como Greening, uma das principais ameaças à citricultura.

“Dando sequência às ações de combate ao Greening, demos início aos trabalhos em 2025 em propriedades de regionais em que mais percebemos a ausência da entrega do relatório semestral Cancro/Greening que teve seu prazo encerrado no último dia 15 de janeiro”, explica Danilo Romão, gerente do Programa Estadual de Pragas Quarentenárias Presentes (PEPQP).

No total, foram inspecionadas 3,37 milhões de plantas em 48 propriedades, resultando na emissão de 48 notificações. Os produtores notificados devem adotar medidas para o controle do inseto vetor, reduzindo a incidência da doença nos pomares e minimizando sua disseminação.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do boi gordo segue estável em São Paulo



As escalas de abate estão atendendo, em média, oito dias




Foto: Canva

De acordo com o boletim Tem Boi na Linha, o mercado do boi gordo em São Paulo iniciou o último dia de fevereiro com cotações estáveis para todas as categorias, com algumas indústrias fora das compras. As escalas de abate estão atendendo, em média, oito dias.

Tocantins – No sul do estado, o boi gordo permaneceu estável, enquanto as fêmeas registraram queda: vaca (-R$3,00/@) e novilha (-R$2,00/@). No norte do estado, apenas a novilha apresentou recuo de R$2,00/@.

Oeste da Bahia – Queda de R$2,00/@ para as fêmeas, enquanto o boi gordo manteve o valor.

Santa Catarina – O boi gordo e a vaca registraram queda de R$3,00/@, enquanto a novilha permaneceu estável. As escalas de abate no estado atendem, em média, seis dias.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Sorgo e algodão se beneficiam de clima ensolarado na Austrália



Tempo seco favorece desenvolvimento de culturas




Foto: Pixabay

O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (25) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), apontou que, após chuvas intensas na última semana, o clima seco e ensolarado predominou no leste da Austrália, beneficiando o desenvolvimento de algodão, sorgo e outras culturas de verão.

Embora a secura tenha aumentado a demanda por irrigação em algumas áreas, os níveis de umidade do solo seguem próximos do normal, favorecendo o crescimento das lavouras. O sorgo de maturação precoce também foi beneficiado pelo tempo seco, com melhores condições para a secagem e colheita.

As temperaturas ficaram abaixo da média na região, variando de 1 a 2°C menores no sul de Queensland e norte de Nova Gales do Sul, e chegando a 3 a 4°C abaixo do normal no sul de Nova Gales do Sul. As máximas, em torno de 30°C, minimizaram o estresse térmico nas culturas ainda imaturas.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Colheita da noz-pecã começa com expectativas mistas



Noz-pecã tem boas perspectivas, mas clima preocupa produtores




Foto: Pixabay

O mais recente boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (27), revelou cenários distintos para a produção de noz-pecã no Rio Grande do Sul. Enquanto algumas regiões apresentam boa frutificação, outras registram expectativas frustrantes para a safra.

Na região de Pelotas, em Turuçu, os produtores enfrentam baixa produtividade na primeira colheita comercial, frustrando as projeções iniciais. Já na região de Santa Rosa, os pomares estão em fase de frutificação e demonstram bom desenvolvimento.

Em Erechim, a colheita começou e há forte demanda dos setores de panificação e agroindústria. A produção deve superar os números de 2024. Em Soledade, a cultura está na fase de formação da amêndoa, e apesar da falta de chuvas em janeiro e fevereiro, que causou queda de frutos, a situação já se estabilizou. As chuvas recentes ajudaram no enchimento das amêndoas e a sanidade dos pomares é considerada satisfatória.

Com a demanda em alta e produção variada, o setor segue atento às condições climáticas e à qualidade dos frutos para garantir o abastecimento do mercado.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Cotações mistas, mas com pequenas mudanças, encerram esta segunda-feira (17)…


Logotipo Notícias Agrícolas

Esta segunda-feira (17) terminou com cotações mistas para o mercado do frango, mas mudanças sutis nos preços. De acordo com dados do Cepea, o mercado de carne de frango está mais aquecido nesta primeira quinzena de fevereiro em São Paulo. Segundo pesquisadores do órgão, além da maior procura típica neste período – por conta do recebimento dos salários por parte da população –, a oferta está controlada, cenário que eleva os valores da proteína avícola negociada no atacado da Grande São Paulo.

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo subiu 1,85%, custando, em média, R$ 5,50/kg, enquanto a ave no atacado cedeu 0,37%, custando, em média, R$ 8,00/kg.

No caso do animal vivo, o preço ficou estável no Paraná, com valor de R$ 4,65/kg, assim como em Santa Catarina, com preço de R$ 4,61/kg.

Conforme informações do Cepea/Esalq,Vivo, referentes à sexta-feira (14), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado ficaram com preços estáveis, custando, respectivamente, R$ 8,41/kg e R$8,40/kg.

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio

Fonte:

Notícias Agrícolas





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado da soja segue cauteloso no Sul


A demanda por esmagamento mantém os preços da soja no Rio Grande do Sul elevados, apesar da cautela no mercado, segundo a TF Agroeconômica. A quinta-feira registrou pouca movimentação e algumas quedas nos preços, mas os valores seguem acima da média nacional. 

A alta do dólar e a queda na Bolsa de Chicago influenciaram o cenário, enquanto os prêmios permaneceram firmes. A incerteza climática segue pesando nas projeções da safra, que variam entre menos de 17 milhões e quase 25 milhões de toneladas. No porto, a saca foi cotada a R$ 137,00, enquanto no interior os preços ficaram em R$ 130,00 nas principais praças. Em Panambi, o preço de pedra manteve-se em R$ 125,00.  

Em Santa Catarina, a safra de soja sofre com o clima irregular, reduzindo a produtividade de 70 para 50 sacas por hectare. A colheita começa na segunda semana de março, mas a expectativa é de um volume inferior ao da temporada passada. No porto de São Francisco, a cotação para junho ficou em R$ 130,87. No Paraná, a projeção da safra é de 21,2 milhões de toneladas, uma leve queda de 0,65% em relação ao mês anterior. O preço em Paranaguá chegou a R$ 135,00, enquanto no interior variou entre R$ 122,91 em Cascavel e R$ 127,00 em Ponta Grossa.  

No Mato Grosso do Sul, a colheita avança rapidamente, com algumas regiões, como Sidrolândia, superando 50% da área colhida. A produtividade varia entre 15 e 80 sacas por hectare, refletindo as chuvas irregulares. Em Dourados, Campo Grande e Sidrolândia, o spot foi cotado a R$ 117,65. No Mato Grosso, a colheita entra na fase final com produtividade entre 50 e 70 sacas por hectare. Apesar da boa safra, os preços seguem baixos, com cotações de R$ 106,64 em Sorriso e Lucas do Rio Verde, e R$ 116,09 em Rondonópolis e Primavera do Leste.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Demanda interna impulsiona alta do milho na B3



O milho na CBOT registrou sua quinta sessão consecutiva de queda



Nos contratos futuros da B3, o vencimento para março de 2025 fechou a R$ 86,83,
Nos contratos futuros da B3, o vencimento para março de 2025 fechou a R$ 86,83, – Foto: AgResource

O milho negociado na B3 encerrou o dia em alta nesta quinta-feira (27), descolando-se da tendência de queda observada na Bolsa de Chicago (CBOT), de acordo com informações da TF Agroeconômica. A forte demanda interna, especialmente impulsionada pela produção de etanol, tem sustentado os preços no mercado físico e na bolsa, mesmo em um período que tradicionalmente apresentaria recuo. Além disso, a valorização do dólar compensou a baixa externa, favorecendo as cotações brasileiras.

Nos contratos futuros da B3, o vencimento para março de 2025 fechou a R$ 86,83, com alta diária de R$ 0,47 e avanço de R$ 4,11 na semana. Já o contrato para maio de 2025 subiu R$ 0,41 no dia, encerrando a R$ 82,61, enquanto julho de 2025 teve um leve acréscimo de R$ 0,01, fechando a R$ 74,17. A dificuldade logística e a menor disponibilidade de grãos no mercado físico também contribuem para essa valorização.

Em contraste, o milho na CBOT registrou sua quinta sessão consecutiva de queda. O contrato de março fechou em baixa de 2,82%, cotado a US$ 4,64 por bushel, enquanto o vencimento para maio caiu 2,53%, encerrando a US$ 4,81 por bushel. A pressão negativa veio de fatores como a declaração do ex-presidente Donald Trump sobre a imposição antecipada de tarifas comerciais e a divulgação de dados pelo USDA, que apontaram uma redução de 45% nas exportações semanais do cereal.

A combinação desses fatores demonstra um cenário de divergência entre os mercados interno e externo. Enquanto o milho brasileiro se mantém valorizado pela demanda interna e pela alta do dólar, a Bolsa de Chicago segue pressionada por incertezas comerciais e queda nas exportações.

 





Source link