sábado, abril 11, 2026

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Exportações de açúcar reduzem 47,1% na comparação com a média de fevereiro…


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As exportações de açúcar e melaços pelos Brasil durante os primeiros dez dias úteis deste mês tiveram uma média diária 47,1% inferior à de fevereiro de 2024. Isso é o que mostra relatório divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Enquanto que fevereiro de 2024 teve uma média diária de exportações de açúcar e melaços de 158.125,2 toneladas, sendo que em todo o mês os embarques chegaram a 3.004.379,0 toneladas. No início do mês atual, a média é de 83.709,3 toneladas, com um total de 83.709,3 toneladas até o momento.

Diante de uma queda de 10,6% no preço, que passou de US$ 526,6/tonelada para US$ 471,0/tonelada em 2025. Por isso, houve uma redução de 52,7% na média de faturação, que caiu de US$ 83.263,7 mil para US$ 39.423,7 mil. Dessa maneira, até o momento, em dez dias úteis, o Brasil faturou US$ 394.236,8 mil com embarques de açúcar e melaços, sendo que em todo fevereiro de 2024, em 19 dias úteis, foram US$ 1.582.010,4 mil.

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Fonte:

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Biodefensivos mantêm produtividade da soja no calor intenso



A expectativa é que a participação dos bioinsumos cresça ainda mais nos próximos anos



Assim como todas as culturas agrícolas, a soja enfrenta crescentes desafios sanitários
Assim como todas as culturas agrícolas, a soja enfrenta crescentes desafios sanitários – Foto: Pixabay

O avanço das mudanças climáticas impõem desafios à produção de soja no Brasil, afetando o ciclo produtivo e favorecendo o surgimento de pragas e doenças. Diante desse cenário, o uso de bioinsumos tem ganhado destaque, oferecendo soluções sustentáveis para o manejo da lavoura. Segundo a FarmTrak Bioinsumos, 33% da safra 2022/23 já adotou essa tecnologia, que fortalece a microbiota do solo e reduz impactos ambientais.  

Assim como todas as culturas agrícolas, a soja enfrenta crescentes desafios sanitários devido às mudanças climáticas. Períodos prolongados de seca, chuvas intensas fora de época e aumento agressivo da temperatura média impactam diretamente o ciclo produtivo, dificultando o manejo das lavouras. Essas condições proporcionam comprometimento direto na produtividade, além de favorecer a ação de pragas e doenças. Os prejuízos vêm de diferentes frentes”, detalha.

Para Luiz Marcandalli, gerente Nacional de Marketing da Rainbow, os biodefensivos são aliados essenciais na mitigação dos efeitos climáticos adversos. A Rainbow Agro, por meio da divisão Rainbow Bio, aposta nessa tendência e disponibiliza soluções como Besroute, Besular, Searent e Searoot, fertilizantes que contribuem para o equilíbrio nutricional das plantas.  

A expectativa é que a participação dos bioinsumos cresça ainda mais nos próximos anos, impulsionada pela busca por maior produtividade e menor impacto ambiental. Com mais de 20 anos de experiência e presença em mais de 100 países, a Rainbow Agro reforça seu compromisso em oferecer tecnologias inovadoras para a agricultura brasileira.

“Além dos eficazes Besroute e Besular, Searent é um fertilizante organomineral com alta concentração de potássio K2O. Já Searoot é um fertilizante orgânico organomineral que possui em sua composição alta concentração de carbono e potássio”, detalha o gerente Nacional de Marketing da Rainbow.

 





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Gigante ganha certificação em sementes de algodão



A empresa informou que pretende buscar novas certificações



A empresa informou que pretende buscar novas certificações
A empresa informou que pretende buscar novas certificações – Foto: Canva

A SLC Sementes conquistou, em janeiro, a certificação NBR ISO 9001:2015, que abrange diferentes etapas da produção de sementes de algodão. De acordo com a empresa, a certificação inclui a Fazenda Paysandu (BA), responsável pelo plantio e colheita, além das Fazendas Panorama e Palmares (BA), que também realizam o descaroçamento. A Indústria de Beneficiamento de Sementes em Palmares VIII (BA) foi certificada pelos processos de deslintamento, beneficiamento, tratamento, armazenagem e expedição. A matriz em Porto Alegre (RS) obteve a certificação para processos de apoio à produção e logística.  

Segundo a SLC Sementes, a implementação e manutenção do Sistema de Gestão da Qualidade visam melhorias contínuas nos processos. A certificação ISO 9001:2015 estabelece critérios para a padronização e controle de qualidade na produção, com requisitos voltados à eficiência operacional e à satisfação do cliente.  A empresa informou que pretende buscar novas certificações para ampliar a padronização de suas operações no segmento de sementes de algodão.  A SLC Sementes também destacou o trabalho das equipes da SLC Agrícola S/A na obtenção da certificação.

“Além disso, implementamos e mantemos o Sistema de Gestão da Qualidade, garantindo melhorias contínuas em nossos processos. Essa certificação e as que ainda virão, reforçam nosso compromisso em cultivar um futuro agrícola sustentável gerando satisfação aos nossos clientes. Nosso agradecimento especial aos times SLC Sementes e SLC Agrícola S/A pelo trabalho incansável para tornar essa certificação realidade!”, disse a empresa, em uma publicação em seu perfil oficial na rede social LinkedIn.

 





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Feijão barato para o consumidor, prejuízo para o produtor



“Enquanto isso, no exterior, o cenário é outro”



Apesar do excesso de oferta, não há iniciativas do governo para subsidiar o escoamento via exportação
Apesar do excesso de oferta, não há iniciativas do governo para subsidiar o escoamento via exportação – Foto: Canva

O mercado de feijão-carioca e feijão-preto segue com bom volume de negócios, mas os preços continuam abaixo do custo, segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE). Com negociações entre R$ 140 e R$ 150 por saca, os produtores e empacotadores acumulam prejuízos, enquanto os consumidores não percebem a diferença, já que o rendimento no prato permanece o mesmo, mesmo com feijões danificados pela chuva.  

Apesar do excesso de oferta, não há iniciativas do governo para subsidiar o escoamento via exportação ou cobrir custos de frete, acelerando a comercialização. O maior entrave, no entanto, está na burocracia do Ministério da Agricultura (MAPA), que sofre com a falta de fiscais para emissão dos certificados necessários ao comércio internacional. Enquanto a inteligência artificial já otimiza processos no setor privado, no serviço público, a estrutura engessada ainda impede avanços.  

Um concurso anunciado para maio prevê a admissão de 520 servidores no MAPA, o que pode aliviar a situação, mas a urgência é imediata. Exportadores enfrentam altos custos logísticos devido à demora na liberação de documentos nos portos, comprometendo a competitividade do produto brasileiro no mercado externo.  

“Enquanto isso, no exterior, o cenário é outro: os Estados Unidos e a Índia possuem mais de 20 profissionais dedicados exclusivamente à promoção comercial do agro, enquanto o Brasil conta com um único adido comercial, um verdadeiro herói que faz milagres para atender às demandas de exportação. No Brasil, as manchetes diárias seguem focadas em disputas ideológicas e brigas pelo poder. Como diz o ditado indiano: ‘Enquanto os elefantes brigam, quem sofre é a grama’”, conclui.





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Mercado brasileiro de inoculantes em expansão



O gênero Bradyrhizobium se destaca



"Os inoculantes seguem desempenhando um papel estratégico na redução da dependência de fertilizantes nitrogenados"
“Os inoculantes seguem desempenhando um papel estratégico na redução da dependência de fertilizantes nitrogenados” – Foto: Canva

Segundo Tiago Zucchi, fundador da MAVEZ ASSESSORIA, a crescente demanda por práticas agrícolas sustentáveis tem impulsionado o uso de inoculantes no Brasil, promovendo maior qualidade biológica do solo e redução nos custos de produção. Estudos recentes de Andreata e colaboradores (2024) indicam um avanço significativo desse mercado, com 636 produtos registrados até abril de 2024, sendo 366 específicos para a soja. Além disso, feijão e milho representam juntos cerca de 20% dos registros, enquanto os demais se distribuem entre 34 culturas, incluindo amendoim e trigo.  

“É nesse contexto que o uso de inoculantes ganha destaque, promovendo não apenas a melhoria da qualidade biológica do solo, mas também otimizando os custos de produção, tornando a agricultura mais rentável e sustentável”, comenta.

O gênero Bradyrhizobium se destaca, somando 340 registros, com a combinação B. japonicum + B. elkanii como a mais frequente. Também cresce a formulação de produtos com múltiplos isolados, reforçando a eficiência da fixação biológica de nitrogênio. A co-inoculação tem ganhado espaço no campo, e os números refletem essa tendência: na safra 2019/2020, a prática foi aplicada em 25% das áreas de soja, gerando economia de US$ 15,2 bilhões na substituição da ureia, além de um lucro estimado de US$ 914 milhões. Na safra 2022/2023, a adoção aumentou para 35%, consolidando o crescimento dessa tecnologia.  

“Apesar de terem sido introduzidos na agricultura brasileira na década de 1960, os inoculantes seguem desempenhando um papel estratégico na redução da dependência de fertilizantes nitrogenados. Sua adoção contínua não apenas reforça a produtividade agrícola, mas também impulsiona uma agricultura mais sustentável e eficiente para o futuro”, conclui.





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Sindag pede reforço na fiscalização de drones ilegais



O uso de drones agrícolas é regulado pelo Mapa e pela Anac



“A subida de tom da entidade contra os ilegais busca barrar a concorrência desleal"
“A subida de tom da entidade contra os ilegais busca barrar a concorrência desleal” – Foto: Pixabay

O Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) enviará ofícios a órgãos de vigilância agrícola e ambiental estaduais na próxima semana, solicitando apoio no combate a Drones ilegais usados na pulverização de lavouras. O anúncio foi feito na quinta-feira (13) pelo diretor-executivo da entidade, Gabriel Colle, durante reunião com associados do setor. No encontro, também foi apresentado o Plano de Reestruturação da Associação de Drones, com ações previstas para 2025.  

Segundo o Sindag, a maioria dos drones em operação no país não possui registro junto ao Ministério da Agricultura (Mapa), exigência obrigatória para prestadores de serviços e agricultores. A entidade busca coibir a concorrência desleal de operadores que atuam sem seguir normas ambientais e de segurança.  

“A subida de tom da entidade contra os ilegais busca barrar a concorrência desleal de operadores que atuam sem seguir as regras de segurança ambiental e de proteção às pessoas”, indica.

O uso de drones agrícolas é regulado pelo Mapa e pela Anac, exigindo registro do equipamento, maioridade do operador, curso de aplicação remota e supervisão de um engenheiro agrônomo ou florestal. O Sindag defende que os Estados intensifiquem a fiscalização, cruzando dados de compra e registro e realizando inspeções em campo.  

“Porém, a expectativa é de os Estados (que controlam o uso de agrotóxicos e a proteção ao meio ambiente) a estreitar a malha da rede de vigilância sobre a atividade. Por exemplo, com forças-tarefa para  comparar informações sobre compras de equipamentos com os dados de quem realmente registrou seus drones. Isso além de ir a campo para assegurar o cumprimento da lei nas propriedades rurais”, comenta.

 





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Cozinha Solidária recebe cestas para famílias carentes



A iniciativa faz parte de um esforço governamental




Foto: Pixabay

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), realizou, na quinta-feira (13), a entrega de 120 cestas de alimentos para famílias em situação de insegurança alimentar em Santa Catarina.

Os alimentos serão destinados à Cozinha Solidária do projeto “Além dos Olhos”, no município de São José (SC), que utilizará os produtos para abastecer ações sociais em Florianópolis e São José durante um período de oito semanas.

A iniciativa faz parte de um esforço governamental para garantir o direito à alimentação em regiões afetadas por emergências, como as fortes chuvas que atingiram Santa Catarina em janeiro deste ano.

A Conab é responsável pela aquisição e distribuição dos alimentos, enquanto a Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan/MDS) identifica as comunidades beneficiadas. Entre os principais públicos atendidos estão povos indígenas, comunidades tradicionais e populações em vulnerabilidade social.





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Show Rural Coopavel 2025 bate recorde de público e vendas



A 38ª edição do Show Rural Coopavel já tem data marcada




Foto: Aline Merladete

A 37ª edição do Show Rural Coopavel entrou para a história ao registrar números impressionantes. O evento, realizado entre os dias 10 e 14 de fevereiro, em Cascavel (PR), recebeu um público recorde de 407.094 visitantes e movimentou R$ 7,05 bilhões, superando em quase R$ 1 bilhão a edição anterior.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (14) pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, que celebrou o sucesso da feira e agradeceu aos envolvidos. “Estamos muito felizes com o resultado e só temos a agradecer a todos que fazem este grande evento acontecer”, afirmou.

Com 600 expositores do Brasil e do exterior, o Show Rural reafirmou sua posição como um dos maiores eventos do setor agropecuário do país, apresentando inovações e tecnologias voltadas para o agronegócio.

O quinto e último dia de evento recebeu 58.404 visitantes, ultrapassando a marca do ano passado, quando 58.216 pessoas passaram pelo parque tecnológico da Coopavel. O recorde geral de público também superou a melhor marca anterior, registrada em 2024, que havia reunido 391.316 pessoas.

Além do crescimento no número de visitantes, a movimentação financeira de R$ 7,05 bilhões superou os R$ 6,1 bilhões de 2024, consolidando a feira como um motor do agronegócio nacional.

A 38ª edição do Show Rural Coopavel já tem data marcada: o evento acontecerá de 9 a 13 de fevereiro de 2026.





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produtores otimistas, mas irrigação preocupa



Escassez de água ameaça lavouras de arroz




Foto: Divulgação

Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (13), a safra de arroz no Rio Grande do Sul apresenta cenários distintos entre as regiões. Enquanto Pelotas mantém boas condições para o cultivo, com 57% das áreas em fase vegetativa, 28% em floração e 15% em enchimento de grãos, outras regiões enfrentam desafios com a irrigação devido à falta de chuvas.

A produtividade média na região de Pelotas está estimada entre 9 mil e 10 mil kg/ha, sem relatos de escassez de água ou dificuldades na irrigação. No entanto, em Santa Maria, os baixos níveis de mananciais e açudes já impactam o manejo da irrigação por inundação, afetando as lavouras que dependem de arroios e sangas, com possíveis perdas no rendimento.

Situação crítica em Santa Rosa e manejo racional em Soledade

Na região de Santa Rosa, a disponibilidade de água para irrigação é considerada crítica, e os produtores aguardam as chuvas previstas para decidir se será necessário o bombeamento de água dos córregos.

Já em Soledade, a estratégia adotada é o uso racional da água para garantir o suprimento ao longo do ciclo. Em algumas propriedades, a irrigação foi temporariamente suspensa, sendo complementada com a água da chuva. Apesar da escassez hídrica, as lavouras mantêm sanidade e bom estado nutricional.

A comercialização da saca de 50 quilos segue acompanhada pela Emater/RS-Ascar, com preços médios monitorados semanalmente.





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Produtividade do girassol varia no RS; MT diminui plantio



Goiás aposta no girassol como alternativa ao milho




Foto: Divulgação

O quinto levantamento da safra de grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta que a colheita do girassol no Rio Grande do Sul está em fase final, enquanto Mato Grosso segue reduzindo sua área plantada e Goiás aposta na cultura como alternativa ao milho.

No Rio Grande do Sul, a colheita do girassol está praticamente concluída, restando apenas 4% das áreas em maturação. A expectativa é que o processo seja finalizado até fevereiro. A produtividade tem variado entre 1.500 kg/ha e 3.000 kg/ha, influenciada pelo nível de investimento tecnológico, uso de insumos e condições climáticas.

A regularidade das chuvas durante o desenvolvimento da cultura e as temperaturas amenas na floração e enchimento de grãos favoreceram a safra. No final do ciclo, o clima seco contribuiu para uma boa maturação e qualidade dos grãos.

Já em Mato Grosso, o cenário não é favorável para o girassol. A cultura tem perdido espaço para milho, feijão-caupi e gergelim, que oferecem melhor retorno financeiro, maior facilidade logística e melhor adaptação ao clima da segunda safra.

Em Goiás, a estimativa de plantio para a safra 2024/25 é de 60 mil hectares. O girassol tem se consolidado como uma opção viável em regiões com histórico de estiagem, devido ao seu sistema radicular profundo, que permite maior tolerância ao déficit hídrico em comparação ao milho.

A rentabilidade e a resistência da cultura à seca têm incentivado produtores a adotá-la como uma alternativa promissora para a segunda safra.





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