terça-feira, março 24, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Como o mercado da soja encerrou a semana?


A alta semanal acabou impulsionando as vendas no mercado gaúcho de soja, de acordo com as informações da TF Agroeconômica. “Pagamento Agosto R$ 140,00 (-0,36%) pagamento 30/08, setembro R$ 143,50 pagamento 30/09, outubro R$ 145,00 pagamento 30/10. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça: R$ 133,00 (+1,14%) Cruz Alta – Pgto. 30/08 – para exportador, R$ 133,00 (+1,14%) Passo Fundo – Pgto. fim de agosto, R$ 133,00 (+1,14%) Ijuí – Pgto. 30/08 – para fábrica R$ 135,00 (+1,50%) Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 24/08. Preços de pedra em Panambi caíram para R$ 123,00 a saca ao produtor”, comenta.

A comercialização segue travada em Santa Catarina, apesar da boa safra. “Apesar de uma colheita bem sucedida, a comercialização da soja em Santa Catarina continua lenta. Em 17 de julho, a cotação era de R$ 120,00, mas os volumes negociados seguem abaixo do esperado. O bom desempenho da safra 2024/25 trouxe desafios logísticos e pressões sobre a capacidade de armazenagem, especialmente com a aproximação da safra de inverno”, completa.

Oferta elevada pressiona mercado da soja no Paraná. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 136,20. Em Cascavel, o preço foi 125,38 (+3,58%). Em Maringá, o preço foi de R$ 128,06 (+6,28%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 126,84 (+4,83%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 135,28. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

Mato Grosso do Sul amplia produção, mas enfrenta obstáculos no escoamento da soja. “Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 124,00, Campo Grande em R$ 122,50, Maracaju em R$ 120,29 (-2,20%), Chapadão do Sul a R$ 119,49 (+2,13%), Sidrolândia a em R$ 125,09 (+2,53%)”, informa.

O Mato Grosso amplia vendas, mas logística e decisões judiciais geram alerta. “Outro fator de atenção foi a decisão do Tribunal de Justiça do estado que autorizou a penhora de soja em casos de recuperação judicial com CPRs, o que pode impactar o crédito e a segurança jurídica das operações. Campo Verde: R$ 118,74 (+0,63%). Lucas do Rio Verde: R$ 116,66 (+3,70%), Nova Mutum: R$ 114,10 (+0,97%). Primavera do Leste: R$ 119,37 (+0,73%). Rondonópolis: R$ 120,20. Sorriso: R$ 111,90”, conclui.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Não é o melhor momento para vender milho



Segundo a TF Agroeconômica, três fatores estão no radar como potenciais impulsores



Segundo a TF Agroeconômica, três fatores estão no radar como potenciais impulsores dos preços
Segundo a TF Agroeconômica, três fatores estão no radar como potenciais impulsores dos preços – Foto: Nadia Borges

Julho continua sendo, historicamente, o pior momento do ano para a venda de milho no Brasil. A TF Agroeconômica reforça que, salvo em casos de extrema necessidade para saldar dívidas, os produtores devem evitar comercializar o cereal neste período. Para quem realmente precisa vender, a orientação da consultoria é estratégica: utilizar o valor da venda física para adquirir contratos futuros de compra na B3, buscando recuperar possíveis perdas com as altas que tendem a ocorrer à medida que os estoques forem se reduzindo nos próximos meses.

Segundo a TF Agroeconômica, três fatores estão no radar como potenciais impulsores dos preços. O primeiro é o movimento de hedge por parte dos fundos especulativos em Chicago, que aproveitaram os preços mínimos para ampliar posições, atentos à possibilidade de quebra localizada nas lavouras dos EUA, com previsão de calor excessivo e chuvas abaixo do ideal. O segundo fator é a retomada de negociações comerciais entre Estados Unidos e Japão. Um possível acordo poderia aliviar tarifas e reaquecer as exportações de milho norte-americano, beneficiando os preços globais. Por fim, a saída momentânea de grandes exportadores, como EUA e Argentina, reforça a posição do Brasil como principal fornecedor no mercado internacional, diante da demanda crescente.

No entanto, há risco no horizonte: os EUA elevaram tarifas sobre produtos canadenses, especialmente o etanol — setor que responde por cerca de 35% das exportações americanas e absorve entre 34% e 37% da produção anual de milho para ração. Essa medida pode gerar retaliações do Canadá e impactar negativamente a demanda pelo grão. Diante desse cenário de volatilidade, a recomendação é de cautela e posicionamento estratégico para aproveitar as oportunidades futuras do mercado.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho fecha semana em alta na B3 e em Chicago


O mercado de milho encerrou a semana em alta tanto na B3 quanto na Bolsa de Chicago (CBOT), refletindo uma combinação de fatores favoráveis aos preços. O avanço do dólar, a recuperação técnica em Chicago e o atraso na colheita da safrinha no Brasil contribuíram para sustentar os contratos futuros e animar os investidores.

Segundo análise da TF Agroeconômica, a valorização semanal na CBOT foi de 3,16%, impulsionada por previsões de calor intenso no cinturão agrícola dos Estados Unidos, o que elevou as compras técnicas e o interesse por hedge. O dólar também teve alta de 0,71% na semana, o que favoreceu as exportações brasileiras e impulsionou os preços internos. A colheita da safrinha segue atrasada, o que está sustentando os preços no mercado futuro e começa a impactar o físico — a média Cepea subiu 0,76% na semana.

Na B3, o contrato de setembro/25 fechou a R\$ 65,48, com alta de R\$ 1,00 no dia e de R\$ 1,50 na semana. O novembro/25 terminou em R\$ 68,25 (+R\$ 0,48 no dia e +R\$ 1,02 na semana), enquanto o janeiro/26 encerrou cotado a R\$ 71,97 (+R\$ 0,35 no dia e +R\$ 0,57 na semana). Em Chicago, o contrato de setembro subiu 1,62% no dia, a US\$ 4,08/bushel, e o dezembro teve alta de 1,60%, a US\$ 4,27/bushel.

Apesar da valorização, o mercado internacional segue pressionado por questões comerciais. Recentes campanhas para substituir o xarope de milho por açúcar de cana em grandes empresas geram preocupação entre produtores. Segundo a Associação de Refinadores de Milho, mudanças nesse sentido poderiam impactar a receita agrícola em até US\$ 5,1 bilhões.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Como o mercado de milho encerrou a semana?


Em relação ao milho do Rio Grande do Sul, o mercado segue estagnado e dependente do milho externo, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indicações de compra para entrega em agosto recuaram para entre R$ 66,00 e R$ 70,00/saca, mas os produtores seguem pouco dispostos a negociar. As cotações permanecem enfraquecidas: R$ 64,00 em Santa Rosa e Ijuí, R$ 65,00 em Não Me Toque, R$ 67,00 em Marau, Gaurama e Seberi, e R$ 68,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro”, comenta.

Negociações paradas e mercado sem direção em Santa Catarina. “O comércio de milho em Santa Catarina segue sem avanços, com liquidez quase nula e forte divergência entre compradores e vendedores. Em Campos Novos, as pedidas variam entre R$ 83,00 e R$ 85,00, enquanto as ofertas CIF não passam de R$ 75,00/saca. No Planalto Norte, a discrepância continua: compradores oferecem até R$ 75,00, contra pedidas mínimas de R$ 80,00/saca”, completa.

Colheita avança, mas mercado segue sem reação no Paraná. “O ritmo das negociações de milho no Paraná continua travado, com baixa liquidez e distanciamento entre pedidas e ofertas. Produtores pedem em média R$ 76,00/saca FOB, com registros pontuais de até R$ 80,00, mas o setor de rações permanece ofertando R$ 73,00 CIF, o que tem impedido fechamentos”, indica.

Mercado parado, mas Dourados antecipa possível reação no Mato Grosso do Sul. “O mercado de milho em Mato Grosso do Sul continua travado, com liquidez muito baixa e cotações em torno de R$ 46,00/saca, mesmo após semanas de quedas. Apesar da estabilidade nas principais praças, Dourados registrou alta inesperada nos últimos dias, o que pode sinalizar um movimento semelhante nas demais regiões”, conclui.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do trigo segue pressionado



Quem precisa vender grãos, deve aguardar



Quem precisa vender grãos, deve aguardar
Quem precisa vender grãos, deve aguardar – Foto: Pixabay

O mercado de trigo permanece sob pressão, principalmente devido à vantagem competitiva dos moinhos localizados no litoral, que recebem grãos de alta qualidade a preços similares aos praticados no interior do Brasil. A proximidade desses moinhos com os centros consumidores reforça essa competitividade. Além disso, a colheita antecipada no Centro-Oeste contribui para a pressão baixista. No entanto, o cenário pode mudar a partir do segundo mês de 2026, caso se confirmem danos na qualidade da safra nos estados do Sul do país.

Segundo análise da TF Agroeconômica, a recomendação aos produtores se mantém: quem precisa vender grãos deve aguardar, enquanto os compradores devem agir rapidamente. Entre os fatores de alta estão a recente desvalorização do dólar frente ao euro, que favorece exportações americanas, o acordo comercial entre EUA e Indonésia, o atraso na colheita da região do Mar Negro e a leve alta nos preços no Brasil (0,28% no RS e 0,26% no PR). Porém, esses movimentos positivos ainda são limitados pela concorrência com preços internacionais mais baixos, especialmente os do trigo argentino.

No campo dos fatores de baixa, a colheita acelerada na França está gerando estoques elevados e pode pressionar ainda mais os preços globais. A FranceAgriMer estima exportações modestas para fora da UE e um aumento de 66% nos estoques finais, o maior patamar em 21 anos. No Brasil, a possível ocorrência de geadas severas em agosto preocupa o setor, não pela quebra de safra em si, mas pelos efeitos colaterais observados nas últimas temporadas, quando a baixa qualidade permitiu a alguns moinhos forçar os preços para baixo, retraindo margens e demanda.

Diante desse cenário, o mercado segue com cautela, especialmente atento às condições climáticas e seus impactos na qualidade da safra nacional. A expectativa de maior necessidade de importação ainda não foi completamente considerada pela Conab, o que pode agravar o descompasso entre oferta e demanda interna nos próximos meses.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Demanda para esmagamento impulsiona preço da soja no Brasil



Mesmo com produção recorde global, soja segue valorizada




Foto: Divulgação

A demanda consistente da indústria de esmagamento continua sendo um dos principais motores de sustentação para os preços da soja no mercado brasileiro. Apesar da pressão exercida pela ampla oferta global, os valores internos seguem firmes, refletindo o apetite das indústrias por matéria-prima para a produção de farelo e óleo.

Segundo informações divulgadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), essa tendência de valorização tem sido observada tanto no mercado interno quanto nas exportações. No Brasil, os Indicadores CEPEA/ESALQ – Paranaguá (PR) e CEPEA/ESALQ – Paraná registraram avanços de 1,8% e 1,3%, respectivamente, na parcial deste mês até o dia 17. No entanto, os pesquisadores alertam que a trajetória de alta dos preços pode encontrar resistência devido ao crescimento da produção mundial. O relatório mais recente do USDA projeta um novo recorde para a safra global de soja, que deve passar de 421,99 milhões de toneladas na temporada 2024/25 para 427,68 milhões de toneladas em 2025/26.

A elevação nos preços domésticos, mesmo que moderada, é reflexo direto da competitividade da soja brasileira no mercado internacional e da demanda sólida por derivados. O movimento também tem sido acompanhado por agentes atentos ao câmbio e à movimentação dos estoques nos principais portos.

Com o cenário global projetando maior produção, o comportamento dos preços nos próximos meses deve depender do ritmo das exportações brasileiras e da dinâmica interna do esmagamento. Para os produtores, o momento é de atenção às oportunidades de comercialização e à evolução dos mercados futuros.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

produtividade preocupa após geadas no Paraná



Deral aponta queda na qualidade do milho




Foto: Agrolink

A colheita da segunda safra de milho 2024/25 no Paraná alcançou 29% da área total estimada nesta semana, segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (17) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). De acordo com os técnicos do Deral, esse desempenho está levemente acima da média das últimas cinco safras, que girava em torno de 20% no mesmo período.

Apesar do avanço nos trabalhos de campo, os analistas do Deral alertam para o agravamento nas condições das lavouras ainda não colhidas. Conforme o boletim, a proporção de áreas classificadas como em boas condições recuou de 68% para 64% em uma semana. Já as lavouras em situação mediana passaram de 18% para 20%, enquanto as áreas consideradas ruins subiram de 14% para 15%.

“O impacto das geadas registradas no final de junho em parte das regiões produtoras pode estar diretamente relacionado a essa piora”, destacou o Deral. A equipe técnica também informou que uma avaliação mais precisa dos efeitos sobre a produtividade deverá ser realizada nas próximas semanas.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

avanço lento da colheita interrompe queda nos preços



Ritmo da colheita segue abaixo do registrado no mesmo período de 2023




Foto: USDA

Os preços do milho deixaram de cair em algumas regiões do país na última semana, refletindo um cenário de menor pressão de venda por parte dos produtores. Apesar da continuidade da colheita da segunda safra, o mercado mostra sinais de estabilidade pontual, impulsionado por fatores relacionados à oferta e à demanda interna.

De acordo com informações divulgadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o ritmo da colheita segue abaixo do registrado no mesmo período de 2023 e de anos anteriores. Além disso, muitos vendedores têm se retraído, optando por adiar as negociações em meio à expectativa de preços melhores. Por outro lado, os compradores também estão mais cautelosos nas aquisições no mercado spot, influenciados por previsões de uma safra recorde no Brasil e pela fragilidade nas exportações.

Os pesquisadores do Cepea observam que grande parte dos demandantes está operando com estoques de contratos já fechados anteriormente, o que reduz ainda mais a movimentação no mercado físico. Com a baixa liquidez, o setor permanece atento aos próximos desdobramentos da colheita e ao comportamento da demanda interna e externa.

Em algumas praças, especialmente no Centro-Oeste, a lentidão na colheita tem limitado a oferta disponível no curto prazo, contribuindo para a interrupção na tendência de queda dos preços. Já no Sul, o excesso de umidade em determinadas áreas também tem atrasado os trabalhos de campo, o que influencia diretamente o volume colocado no mercado neste momento.

A expectativa dos agentes é que, com a intensificação da colheita nas próximas semanas e diante da pressão de uma grande produção, os preços possam voltar a ceder. No entanto, esse movimento dependerá do ritmo das exportações e da capacidade de escoamento interno, que segue sendo um dos principais desafios da cadeia do milho em 2024.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Agrosolidário amplia cuidado com idosos por meio de parceria com a AAPI de Lucas do Rio Verde


Há 13 anos, a Associação de Aposentados, Pensionistas e Idosos (AAPI) de Lucas do Rio Verde realiza um trabalho essencial de assistência social, atendendo mensalmente mais de 50 pessoas com a doação de cestas básicas, fraldas geriátricas e, recentemente, essa missão ganhou um reforço com a bebida de soja. Este último item passou a ser distribuído graças à parceria com o programa Agrosolidário, da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), como forma de oferecer uma alternativa nutricional aos idosos atendidos.

O presidente da AAPI, Hercílio Girardi, conta que a associação foi fundada em 7 de janeiro de 2012 com o objetivo de apoiar idosos em situação de vulnerabilidade por meio de itens de primeira necessidade, bem como fraldas e cestas básicas. “A Aprosoja MT nos ajuda com a bebida de soja, que é muito importante para nós. É uma excelente bebida que muitos idosos estão gostando e, inclusive, falam que é o produto do amor”, relata Hercílio.

Com mais de 400 associados, a entidade conta com apoio de voluntárias que também fazem uso da bebida de soja e percebem os efeitos positivos do suplemento para o dia a dia dos idosos. Para Emília Ferreira, que atua voluntariamente na associação, a bebida trouxe benefícios concretos para sua saúde e a de outros beneficiários.

“Eu vejo a parceria com a Aprosoja Mato Grosso como uma oportunidade para os idosos e, para mim, foi um excelente complemento para minha saúde. Eu super recomendo. As pessoas com quem converso falam que melhora a memória, fortalece as unhas e dá mais disposição. Eu agradeço à Aprosoja MT e à associação, que tem contribuído muito com os idosos da nossa cidade”, reconhece Emília.

Outra voluntária, Conceição Zena Zaltron, também percebeu mudanças positivas após o consumo da bebida. Além disso, ela ressalta que o impacto social da AAPI na vida dos idosos que enfrentam dificuldades para suprir suas necessidades básicas.

“Eu gostei muito do suplemento. Tinha dificuldade para dormir e, depois que comecei a tomar, até nisso ajudou. Também notei melhora nas unhas, no cabelo e passei a me sentir mais disposta e tranquila. É uma parceria muito boa. Assim como eu, os que tomaram também gostaram. Todo mundo está pedindo mais. O trabalho da associação vai ao encontro das necessidades de muitos, pois a aposentadoria, muitas vezes, não é suficiente. A cesta básica ou a fralda que recebem faz a diferença, e eles ficam felizes”, afirma Conceição.

A voluntária Lucinda Nunes Pereira também relata ganhos pessoais com o consumo da bebida. “Ajudou na minha pele, parece que ficou mais macia. Diminuiu as manchinhas e melhorou minha disposição”, conta.

A parceria entre o Agrosolidário da Aprosoja Mato Grosso com instituições como a AAPI é exemplo de como a união entre o setor produtivo e entidades sociais podem promover saúde, dignidade e bem-estar à população, principalmente aos idosos. Mostrando que, com solidariedade e cuidado, é possível transformar vidas.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Abertura de mercado agrícola para o Brasil na África do Sul



Negociação fitossanitária foi concluída




Foto: Pixabay

O governo brasileiro e o governo da África do Sul concluíram negociação fitossanitária para que o Brasil exporte sementes de canola para aquele país.

Com mais de 63 milhões de habitantes, a África do Sul importou cerca de USD 635 milhões em produtos agropecuários do Brasil em 2024, com destaque para carnes, açúcar, cereais e café.

Além de promover a diversificação dos parceiros comerciais do Brasil, esta abertura de mercado representa uma nova oportunidade de negócios para o setor privado brasileiro, uma vez que a África do Sul é um produtor relevante de oleaginosas no contexto regional.

Com o anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 394 aberturas de mercado desde o início de 2023.

Tais resultados são fruto do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

 





Source link