quarta-feira, março 25, 2026

Política & Agro

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milho e soja representam 90% da agricultura estadual



A soja segue como a principal cultura do Maranhão


Foto: Pixabay

A safra nacional de grãos deve bater recorde e alcançar 332,9 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A soja lidera com 168,3 milhões de toneladas, seguida pelo milho, com 126,9 milhões t. No Maranhão, essas duas culturas dominam o cenário agrícola, representando mais de 90% da produção estadual e somando cerca de 7,3 milhões de toneladas de um total estimado de 7,7 milhões.

“Neste momento, as lavouras maranhenses da segunda safra de milho estão em pleno desenvolvimento, com o início de algumas colheitas. A soja foi colhida e há áreas sendo preparadas para o próximo ciclo, programado para o segundo semestre. O principal destaque é que o milho safrinha segue ganhando espaço no estado e o andamento da safra é positivo”, afirma Fernando Melatti, Gerente Técnico da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, especializada em soluções sustentáveis e gestão integrada para o Cerrado.

A soja segue como a principal cultura do Maranhão, ocupando mais de 65% das áreas cultivadas, e o plantio de milho segunda safra está praticamente concluído. As expectativas são favoráveis para a colheita, segundo Melatti. “Nossa equipe no Maranhão atua em todas as etapas da produção — da escolha das sementes ao armazenamento. Estamos ao lado do produtor nas decisões estratégicas, seja no manejo da soja ou na condução do milho safrinha, oferecendo apoio e suporte diante dos desafios climáticos.”

A Conab alerta que a retenção das chuvas no segundo semestre pode comprometer o desenvolvimento do milho, especialmente em fases críticas, como o enchimento de grãos. Diante desse cenário, a ORÍGEO reforça seu papel de parceira no campo, com presença técnica ativa nos estados do MATOPIBAPA, além de Mato Grosso e Rondônia. “Estamos integrados com todos os elos da cadeia”, afirma Fernando. “Nosso suporte técnico e operacional é voltado para garantir que os produtores avancem com confiança e resiliência no segundo semestre.”





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Exportações de maio do agro gaúcho seguem em queda na comparação com 2024


A Farsul divulgou, nesta quarta-feira (02/07), os resultados das exportações gaúchas de maio de 2025. Na comparação com o mesmo período de 2024, houve uma queda de 15% no valor exportado (um total de US$ 1 bilhão em emrelação a US$ 1,1 bilhão no mesmo período de 2024) e de 17% no volume, um total de 1,3 milhão de toneladas. Em maio de 2024, o estado exportou 1,6 milhão de toneladas.

O valor total comercialziado pelo Estado no período foi de US$ 1,5 bilhão, com o agronegócio sendo responsável por 65% deste montante. Em termos de volume, o agronegócio representa 85% do total estadual no período.

No acumulado de 2025, o agro gaúcho exportou um total de US$ 5,1 bilhões, um valor 0,8% menor do que no mesmo período de 2024.

Estiagem segue sendo o principal fator para a queda nas exportações

A queda de valor e volume no período acontece principalmente pelas baixas exportações de soja em grão, que teve uma diminuição de US$ 146 milhões na comparação. fumo, produtos florestais e cereais também tiveram queda nos valores exportados.

A baixa exportação de soja em grão se deve principalmente pelo forte impacto da estiagem. Já o arroz teve pouco estoque formado para exportação no ano passado.

A China, pela primeira vez no ano, teve uma participação acima de 20% nas exportações do setor, mas o acumulado de janeiro a maio ainda está abaixo do registrado no mesmo período de 2024, com quedas importantes na soja e na carne. Um dos fatores que influenciaram essa queda é a suspensão das importações de carne de frango pelo país asiático no período, devido ao caso de gripe aviária que atingiu alguns pontos do estado.

Os principais parceiros comerciais do estado em maio foram a Ásia (sem Oriente Médio), que segue como o principal destino das exportações do agro gaúcho, totalizando US$ 437 milhões e 763 mil toneladas. Em segundo lugar temos a Europa, que atingiu US$ 220 milhões, sendo US$ 203 milhões para a União Europeia. Em seguida temos o Oriente Médio, que atingiu US$ 194 milhões.

Quanto aos países, China aparece em primeiro lugar com US$ 230 milhões e participação de 22,9% no valor. Em segundo lugar temos os Estados Unidos com 9,4%, Indonésia com 6,1%, Bélgica com 5,9% e Turquia com 3,7%.





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Nova ferramenta no manejo de doenças de plantas


Um novo fungicida voltado ao manejo de doenças em culturas de alto valor econômico chega ao mercado nos próximos dias. A Sipcam Nichino Brasil anunciou o lançamento do Soleado®, produto à base de boscalida, com ação sistêmica e preventiva, indicado especialmente para batata, café e tomate.

Segundo Marcelo Palazim, engenheiro agrônomo da área de desenvolvimento de mercado da empresa, a solução apresentou bons resultados contra doenças como mofo branco, phoma do café, mancha de ascochita, pinta-preta e cercosporioses. Ensaios em campo, conduzidos por consultorias independentes, indicaram eficácia entre 93% e 95% no controle da pinta-preta em tomate, superando outros produtos da mesma categoria.

“Frente à pinta preta no tomate e na batata, o fungicida mostra resultados acima da média”, comenta.

No café, o fungicida também se destacou no controle da phoma, responsável por perdas que podem chegar a 60% da lavoura. Além disso, Soleado® demonstrou seletividade para as culturas indicadas, facilidade de aplicação e bons resultados no manejo de resistência de patógenos.

Com formulação WG, o produto é solúvel em água, o que favorece a absorção e a translocação nas plantas. O registro contempla ainda culturas como alface, alho, cebola, cenoura, feijão, espinafre, melancia, morango e framboesa.

“O fungicida previne a entrada de doenças, além de inibir novos ciclos de doenças. Age eficazmente em patógenos de difícil controle, é seletivo às culturas para as quais está indicado e proporciona praticidade na mistura e na pulverização”, acrescenta Palazim.

 





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Nova mistura aquece demanda por milho e soja



A mudança impacta diretamente o mercado agrícola



A mudança impacta diretamente o mercado agrícola
A mudança impacta diretamente o mercado agrícola – Foto: Divulgação

A partir de 1º de agosto, entram em vigor no Brasil as novas misturas obrigatórias de biocombustíveis: o etanol passa a ser E30 e o biodiesel, B15. Essa medida aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aumenta a participação de renováveis nos combustíveis fósseis de 14% para 15%, com o objetivo de reduzir a dependência das importações e fortalecer a bioindústria nacional.

A mudança impacta diretamente o mercado agrícola, especialmente as cadeias do milho e da soja. A demanda por etanol anidro pode crescer até 2 bilhões de litros ao ano, impulsionando a produção de etanol de milho, que deve ultrapassar 30 milhões de toneladas já em 2025. Regiões como Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e Tocantins devem receber novos investimentos em usinas, promovendo a descentralização da matriz energética e o desenvolvimento regional.

No caso da soja, a ampliação do biodiesel para B15 deve aumentar o processamento interno do grão, estimado em 73 milhões de toneladas em 2025, reduzindo a dependência da exportação. Segundo Yedda Monteiro, analista da Biond Agro, a iniciativa representa um “recado claro” de que o Brasil quer ser protagonista global na transição energética baseada no agro, unindo sustentabilidade, segurança energética e geração de emprego no campo.

“A adoção simultânea do B15 e do E30 é um recado político e econômico claro: o Brasil quer e pode ser protagonista global na transição energética baseada no agro. A cadeia produtiva da soja e do milho será diretamente beneficiada com mais demanda, investimentos e previsibilidade de preços”, afirma Yedda Monteiro, analista de inteligência e estratégia da Biond Agro.

 





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Clima instável atrasa semeadura do trigo



Preço do trigo tem leve recuo no RS




Foto: Canva

A semeadura do trigo no Rio Grande do Sul alcançou 50% da área prevista, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (3). O avanço ocorreu após um período de tempo firme entre os dias 23 e 27 de junho, que permitiu aos produtores retomar as operações paralisadas pelas chuvas recorrentes nas semanas anteriores.

De acordo com o boletim, “a emergência das plantas ocorre de forma relativamente uniforme, com bom estande inicial e sem prejuízos significativos”. No entanto, algumas áreas com declividade acentuada exigiram replantio, especialmente onde houve dessecação prévia à semeadura e maior incidência de erosão laminar.

Nas lavouras onde foi adotada a prática de semeadura de culturas outonais logo após a colheita da soja, os danos causados por erosão foram menores. Mesmo assim, o estabelecimento pleno da cultura depende das chuvas nas próximas semanas.

“O potencial produtivo pode ser reduzido em áreas afetadas por lixiviação de nutrientes e encharcamento do solo”, alertou a Emater/RS-Ascar. A condição tem dificultado o perfilhamento das plantas e inviabilizado, em algumas lavouras, a aplicação da adubação nitrogenada no momento ideal.

A previsão é de que a área cultivada com trigo no estado alcance 1.198.276 hectares, com uma produtividade estimada em 2.997 kg/ha. A expectativa é de que o tempo seco e as temperaturas mais baixas favoreçam a continuidade da semeadura dentro do período indicado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), além de permitir a retomada de tratos culturais, como o controle de plantas daninhas e a aplicação de fungicidas.

Em relação aos preços, o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar indicou leve recuo de 0,14% no valor médio da saca de 60 quilos, que passou de R$ 70,60 para R$ 70,50. Em Cruz Alta, o preço do produto disponível manteve-se estável em R$ 78,00.





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preços seguem estáveis em São Paulo



Pará mantém estabilidade após quedas pontuais




Foto: Divulgação

Segundo a análise Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo encerrou a semana com cotações estáveis em São Paulo. De acordo com a consultoria, “a maior parte das negociações foi concentrada até quarta-feira, com queda no volume de transações na quinta e sexta-feira”.

A lentidão no escoamento da carne continua exercendo pressão sobre o mercado interno. A entrada de bovinos de confinamento nas negociações começou de forma moderada, o que ainda não alterou significativamente o cenário. Na sexta-feira (5), as indústrias frigoríficas que buscaram compras relataram resistência dos pecuaristas, que mostraram pouco interesse em negociar nos valores oferecidos. “Houve manutenção dos preços nas principais praças, com escalas de abate médias de nove dias”, informou a consultoria.

No Pará, após as quedas observadas na véspera nas regiões de Marabá e Redenção, os preços se mantiveram estáveis nesta sexta-feira para todas as categorias de animais.

No oeste da Bahia, a situação foi distinta. A maior oferta de animais resultou em escalas de abate alongadas e recuo nos preços do boi gordo. A queda foi de R$ 3,00 por arroba. Para as fêmeas, as cotações seguiram inalteradas.





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fruta tropical domina exportações do país



São Paulo é o 3º maior produtor de manga do país




Foto: Divulgação

A manga se consolidou como a fruta fresca mais exportada pelo Brasil em 2024, segundo dados da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura (SCRI/Mapa). O desempenho reforça o papel de destaque da cultura no setor agropecuário e na balança comercial brasileira.

O estado de São Paulo tem papel central nessa cadeia produtiva. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2023, São Paulo ocupou a terceira colocação entre os maiores produtores nacionais, com uma safra de 212.225 toneladas — o que representou 12,1% da produção nacional da fruta.

Levantamento realizado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) e pela Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), vinculados à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, apontou que quatro regiões concentraram a maior parte da produção estadual em 2024. A região central liderou, com 2,4 milhões de toneladas, seguida por Ribeirão Preto (2,1 milhões), São José do Rio Preto (750,7 mil) e Barretos (655,5 mil). Juntas, essas áreas responderam por 82,8% da produção total no estado.

O valor da produção de manga em São Paulo foi estimado em R$ 489 milhões em 2024, o que a posiciona como a sexta fruta fresca mais valiosa do estado em termos econômicos.

“A manga vem ganhando espaço tanto no mercado interno quanto no externo, não apenas pelo sabor, mas também por sua versatilidade e valor nutricional”, destacou a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

Originária do sul da Ásia, a manga tornou-se uma fruta tropical de ampla aceitação no Brasil, onde encontra condições climáticas favoráveis para seu cultivo em larga escala.





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Umidade dificulta tratos culturais na aveia



Baixa luz e chuvas impactam lavouras de aveia




Foto: Canva

O avanço da semeadura da aveia-branca no Rio Grande do Sul tem sido limitado pelas chuvas frequentes e pela decisão de parte dos produtores em priorizar o cultivo do trigo, que também enfrenta atrasos. A informação consta no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (3).

Segundo o boletim, cerca de 80% da área prevista com aveia-branca já foi implantada no estado. De acordo com a entidade, “96% das lavouras estão em fase de desenvolvimento vegetativo, enquanto 4% se encontram em floração, concentradas especialmente na Região Noroeste”.

O desenvolvimento da cultura tem sido considerado satisfatório, embora o crescimento de parte das lavouras esteja comprometido por baixa luminosidade. A Emater/RS-Ascar destacou ainda que o excesso de umidade no solo dificultou a realização de tratos culturais, especialmente o controle de plantas daninhas.

A projeção é de que a área cultivada com aveia-branca nesta safra chegue a 401.273 hectares, com produtividade estimada em 2.254 quilos por hectare.

Na região administrativa de Frederico Westphalen, 97% das lavouras seguem em fase vegetativa. A baixa radiação solar e a umidade elevada favoreceram a incidência de doenças, com destaque para o complexo de manchas foliares. Em Ijuí, apesar da coloração pálida das plantas, atribuída à pouca luz solar, o desenvolvimento segue adequado, com folhas e colmos preservados.

A Emater/RS-Ascar também observou acamamento em áreas que atingiram os estágios de emissão de panícula e floração, causado pelo excesso de chuvas. Há ainda relatos de possíveis danos por geada, cuja extensão ainda está sendo avaliada.





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90% das lavouras estão em fase vegetativa


As lavouras de canola no Rio Grande do Sul avançam em meio a condições climáticas adversas. Conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (3), cerca de 95% da área prevista com a cultura já foi semeada no estado, mas o excesso de chuvas e as recentes geadas causaram impactos variáveis no desenvolvimento das plantações.

“O tempo firme no início do período favoreceu o crescimento das lavouras, mas os volumes elevados de precipitação registrados no final de semana dificultaram a realização de tratos culturais e prejudicaram a aeração do solo”, informou a Emater.

Segundo a entidade, 90% das lavouras encontram-se em fase de desenvolvimento vegetativo, enquanto 10% estão em floração. O registro de geadas levantou preocupações quanto a possíveis danos, especialmente em áreas com cultivos mais adiantados, que permanecem sob monitoramento.

A estimativa da Emater/RS-Ascar é de que 203.206 hectares sejam cultivados com canola nesta safra, com produtividade média projetada em 1.737 kg/ha.

Na região de Bagé, dos 6.500 hectares já semeados em São Borja, 20% estão em floração. A expectativa é concluir a área inicialmente prevista de 8.000 hectares, desde que o clima se mantenha favorável. Em Manoel Viana, as chuvas causaram perdas significativas, e há áreas onde se avalia a substituição da cultura, uma vez que o período ideal de plantio, conforme o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), já se encerrou.

Em Frederico Westphalen, 75% das lavouras estão em floração. Já na região de Ijuí, os impactos das geadas ainda estão sendo avaliados. A baixa luminosidade tem limitado o crescimento das plantas, embora lavouras implantadas entre o fim de maio e início de junho apresentem bom estande.

Na região de Santa Rosa, 97% da área prevista está implantada, com 30% das lavouras em floração. A Emater alerta para possíveis prejuízos causados pelas geadas de 24 e 25 de junho, ainda sob avaliação.

Em Soledade, mesmo com altos volumes de chuva, o desenvolvimento da cultura segue dentro do esperado. As lavouras iniciam a emissão da haste floral e seguem recebendo adubação nitrogenada e monitoramento fitossanitário.

No mercado, o preço da saca de 60 quilos variou entre as regiões: R$ 107,10 em Ijuí; R$ 108,00 em Frederico Westphalen; R$ 108,74 em Santa Rosa; e R$ 94,00 em Santana do Livramento.





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Preços do leite caem 2,18% em junho em Goiás



Creme a granel lidera queda no setor lácteo




Foto: Divulgação

O Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano, divulgado nesta segunda-feira (30/6) pela Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), apontou retração nos preços médios dos principais produtos derivados do leite em Goiás. O levantamento foi elaborado pela Câmara Técnica e de Conciliação da Cadeia Láctea de Goiás.

Segundo o boletim, o creme a granel foi o item com maior desvalorização no período, registrando queda de 8,34% em relação ao mês anterior. Na sequência, os recuos foram verificados nos preços do queijo muçarela (-2,66%), leite UHT integral (-1,73%) e leite em pó integral (-1,10%). Já o leite condensado apresentou a menor variação negativa, com redução de 0,67%.

De acordo com a Seapa, “ao considerar os pesos relativos de cada item na composição da cesta de produtos lácteos, a variação média no mês de junho foi de -2,18%”.

O boletim está disponível no site oficial da secretaria e reúne dados utilizados para subsidiar decisões do setor produtivo e orientar políticas públicas voltadas à cadeia leiteira em Goiás.





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