terça-feira, março 24, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

UFLA lidera projetos agrícolas na África



Os projetos envolvem a cultura do algodão



Os projetos envolvem a cultura do algodão
Os projetos envolvem a cultura do algodão – Foto: Canva

A Universidade Federal de Lavras (UFLA) consolida sua posição como referência nacional em cooperação internacional para o desenvolvimento agrícola ao liderar dois projetos estratégicos no continente africano: “Aumento do Potencial Produtivo da Cultura do algodão no Cameroun” e “Cotton Solos”. Essas iniciativas, realizadas em parceria com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores (MRE), reforçam o compromisso da UFLA com a ciência aplicada, a capacitação técnica e a inovação sustentável.

Inseridos no Programa Mais Algodão, iniciado em 2013, os projetos têm foco na agricultura tropical, especialmente no manejo do solo, qualificação de profissionais locais e aumento da produção de alimentos. Atualmente, a UFLA é a instituição brasileira com o maior número de projetos de cooperação em andamento na África, atuando em nove países: Burundi, Camarões, Costa do Marfim, Etiópia, Mali, Quênia, Senegal, Uganda e Tanzânia. As ações priorizam o fortalecimento do setor algodoeiro por meio da transferência de tecnologias desenvolvidas no Brasil, adaptadas às condições socioambientais locais.

No projeto Cotton Cameroun, cerca de 290 técnicos locais já foram capacitados em melhoramento genético de sementes, mecanização agrícola e conservação do solo. Já no Cotton Solos, desenvolvido no Mali — maior produtor africano de algodão na safra 2021–2022 —, além de aumentar a produtividade, o projeto atua em saúde, saneamento básico e bem-estar comunitário, com construção de banheiros sustentáveis, instalação de sistemas de captação de água e capacitação de parteiras. Mais de 250 técnicos e agricultores receberam formação em conservação do solo, uso de drones na agricultura e manejo de pragas.

Essas ações destacam o papel estratégico da UFLA na promoção do desenvolvimento sustentável e na disseminação de tecnologias sociais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das comunidades rurais africanas e ampliando a presença da ciência brasileira no cenário internacional.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Fertilizante NPK 11-52-00: essencial para o desenvolvimento



A aplicação do NPK 11-52-00 é versátil



A aplicação do NPK 11-52-00 é versátil
A aplicação do NPK 11-52-00 é versátil – Foto: Canva

O fertilizante NPK 11-52-00 é uma solução mineral simples amplamente utilizada na agricultura para promover o crescimento saudável das plantas, especialmente em fases críticas do seu ciclo de vida, como o início do plantio e a floração. Com alta concentração de Fósforo e Nitrogênio, esse fertilizante é indicado para estimular o desenvolvimento das raízes e a produção de flores e frutos, fatores essenciais para a produtividade das culturas.

Segundo Antonio Julio Vasconcelos Oliveira, especialista em gestão de compras, o NPK 11-52-00 contém 11% de nitrogênio (N), que favorece o crescimento vegetativo, e 52% de fósforo (P), nutriente fundamental para o fortalecimento das raízes e a formação dos órgãos reprodutivos das plantas. A ausência de potássio (K) nessa formulação o torna específico para situações em que esse nutriente não é prioritário. Oliveira destaca que esse fertilizante é especialmente indicado para solos deficientes em fósforo e para culturas como soja, milho, trigo, arroz, hortaliças, frutíferas jovens e cana-de-açúcar.

A aplicação do NPK 11-52-00 é versátil: pode ser feita no sulco de plantio para garantir um forte enraizamento, na cobertura ou via fertirrigação, método que consiste na irrigação acompanhada da adição de fertilizantes solúveis em água. Este produto é muito utilizado em sistemas de produção modernos, inclusive em hortas e estufas, e contribui para a correção de solos ácidos e intemperizados, muito comuns no Brasil. Por sua composição e características, o NPK 11-52-00 é uma ferramenta estratégica para produtores que buscam maximizar o desenvolvimento inicial das culturas e, consequentemente, a produtividade final da safra.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Exportações de feijão brasileiro ameaçadas?



Enquanto isso, no mercado interno, o dia foi de estabilidade



Enquanto isso, no mercado interno, o dia foi de estabilidade
Enquanto isso, no mercado interno, o dia foi de estabilidade – Foto: Canva

As exportações brasileiras de feijão podem ser afetadas por uma nova onda de protecionismo. Em 2024, os Estados Unidos se tornaram o 12º maior destino do feijão nacional, com a importação de pouco mais de 4 mil toneladas. Agora, ameaças de tarifas comerciais lançam dúvidas sobre esse avanço. Apesar de, até o momento, serem apenas declarações, se concretizadas, as barreiras podem comprometer não só os embarques, mas toda a estratégia de expansão internacional do setor.

Segundo análise do Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe), qualquer nova tarifa significaria aumento no custo dos embarques, dificuldades na precificação de contratos de longo prazo e margens mais apertadas para os produtores, que ainda enfrentam custos elevados. O impacto seria ainda maior para quem investiu em áreas irrigadas e em variedades específicas para atender mercados externos. O Ibrafe lembra que o mercado global de feijões secos pode superar os US\$ 53 bilhões até 2035 — e o Brasil tem como meta exportar 500 mil toneladas por ano até 2030.

Além disso, o instituto destaca que exportar feijão exige regularidade, qualidade e confiança — elementos que são facilmente abalados por incertezas tarifárias. A possibilidade de barreiras também acende um alerta sobre a necessidade de fortalecer o mercado interno ou buscar novos destinos, o que exigirá articulação diplomática e estratégia profissional.

Enquanto isso, no mercado interno, o dia foi de estabilidade. Em Minas Gerais e Goiás, os preços se mantiveram, e os negócios seguiram no mesmo ritmo, ainda que com menor intensidade por conta do feriado em São Paulo. O recado do Ibrafe é claro: o jogo não está só na lavoura, mas também na arena internacional. E quem produz precisa estar atento às mudanças, diversificar os mercados e contar com apoio institucional para enfrentar os desafios.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Há possibilidade de alta na soja



Por outro lado, há fatores de baixa que exigem cautela



Por outro lado, há fatores de baixa que exigem cautela
Por outro lado, há fatores de baixa que exigem cautela – Foto: Pixabay

Segundo análise da TF Agroeconômica, com o Brasil praticamente isolado no fornecimento de grandes volumes de soja no mercado internacional, há uma janela favorável para alta dos preços. No entanto, a consultoria alerta que os produtores brasileiros já perderam metade do lucro disponível ao não fixarem preços em maio de 2024. Por isso, a principal recomendação é aprender a operar no mercado futuro de Chicago e dividir a produção em pelo menos 10 lotes, vendendo gradualmente a cada alta.

Entre os principais fatores de alta, estão: o aumento do óleo de soja nos EUA, impulsionado pelas tarifas impostas ao Canadá que reduzem a competitividade do óleo de canola; nova venda de 219.900 toneladas de soja americana para o México; a desvalorização do real, que mesmo após queda de 10,45% no ano, recuperou 2,64% na última semana; o aumento da demanda chinesa pelo grão brasileiro; e a valorização dos prêmios de exportação, que saltaram de -5 para +10 cents/bushel entre os dias 1º e 12 de julho — um ganho de US\$ 3,34/tonelada para a soja brasileira.

Por outro lado, há fatores de baixa que exigem cautela. A China segue sem demonstrar interesse pela soja americana da nova safra, mas as boas condições climáticas no cinturão produtor dos EUA favorecem o desenvolvimento das lavouras. Além disso, a Conab e a ANEC apontam aumento nas exportações brasileiras, o que pode pressionar preços. A Argentina também teve sua produção elevada para 49,9 milhões de toneladas. O USDA, embora tenha reduzido ligeiramente a produção dos EUA, elevou projeções de esmagamento e consumo, mas aumentou os estoques finais para 8,44 milhões de toneladas, o que limita o espaço para altas expressivas.

Diante desse cenário complexo e volátil, a TF Agroeconômica reforça a importância do acompanhamento diário do mercado e do uso de ferramentas de proteção de preços, especialmente em um momento em que os produtores brasileiros têm grande protagonismo nas exportações globais.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produtores agora podem contar com uma nova solução biológica para a defesa da lavoura


Atenta aos desafios fitossanitários que impactam diretamente a produtividade no campo, a Nitro — empresa brasileira referência em insumos agrícolas de nutrição e biológicos — anuncia o lançamento de um produto que chega para fortalecer o manejo sustentável e estratégico nas lavouras. Trata-se do Égide Max, biofungicida foliar formulado com cepas de Bacillus de alta performance.

Com eficácia comprovada em ensaios realizados na safra 2023/24 contra doenças foliares de difícil controle, o novo produto foi desenvolvido para atender às diversas realidades de cada região produtora do Brasil. O lançamento representa uma nova etapa na expansão do portfólio da Nitro, que reforça sua presença no mercado de biológicos, que cresce rapidamente incentivado pela demanda por alternativas eficazes ao controle químico tradicional.

“A realidade do produtor mudou. Os desafios de campo, como as doenças foliares, se tornaram mais complexos e exigem ferramentas específicas e eficazes. Por isso, estamos entregando uma solução altamente estratégica, com formulação robusta, ação comprovada e amplo espectro de controle”, afirma Celso Santi Júnior, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da área de biológicos da Nitro.

Blindagem contra doenças foliares

O Égide Max chega ao mercado com o objetivo de elevar a proteção foliar nas lavouras de soja, milho, algodão, café, cana-de-açúcar e HF. Sua formulação combina duas cepas de alto desempenho no controle de patógenos como Corynespora cassiicola (mancha-alvo), Phakopsora pachyrhizi (ferrugem-asiática), entre outras. Com aplicação recomendada em diferentes fases do ciclo produtivo, é uma solução que atua por meio de barreira física, controle direto e indução de resistência nas plantas.

“Com esse produto, entregamos ao produtor um aliado fundamental no controle de doenças foliares de difícil manejo, contribuindo para o controle de resistência e com a sustentabilidade da lavoura. É um ativo que dialoga com as exigências do futuro, sem abrir mão da performance agronômica”, reforça.

Crescimento expressivo e mudança de paradigma no campo

O mercado de produtos biológicos no Brasil vem apresentando crescimento exponencial nos últimos anos. De acordo com dados da Kynetec FarmTrak 2025, mais de 133 milhões de hectares já são potencialmente tratados com soluções biológicas no país; sendo 11,5 milhões com biofungicidas. O dado é ainda mais relevante quando se considera que apenas 7% dos agricultores utilizam fungicidas biológicos, o que demonstra o amplo espaço para crescimento desse segmento.

Esse avanço é impulsionado por três fatores principais: aumento da resistência de patógenos aos defensivos tradicionais, pressão por legislações ambientais mais rigorosas e demanda do consumidor por práticas agrícolas mais sustentáveis. Nesse cenário, o desenvolvimento do Égide Max representa uma resposta técnica às dores do produtor rural, com foco em doenças foliares que causam prejuízos bilionários se não forem adequadamente controladas.

“Nosso compromisso é oferecer ferramentas que ajudem o produtor a proteger sua lavoura com eficiência, segurança e respeito ao meio ambiente. A biotecnologia é, sem dúvida, um caminho certo e promissor na agricultura moderna”, conclui Celso.

Sobre a Nitro

A Nitro é uma multinacional brasileira com quase 90 anos de história, com atuação nos segmentos de insumos para o agronegócio, especialidades químicas e químicos industriais. A Nitro ingressou no agro em 2019 e, em cinco anos no segmento, se consolidou como uma das três maiores empresas de nutrição e biológicos do setor. A Nitro conta com 6 unidades de produção no Brasil e 4 centros de Pesquisa e Desenvolvimento, além dos centros de distribuição, unidades internacionais e escritório administrativo em São Paulo (SP).

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Setores do Paraná temem prejuízo com tarifa dos EUA


A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) emitiu nota técnica nesta semana manifestando preocupação com a tarifa de 50% que será aplicada pelos Estados Unidos a todos os produtos brasileiros a partir de 1º de agosto de 2025. A entidade afirma que a medida representa “um cenário de profunda preocupação para a economia do Paraná”.

De acordo com a FAEP, os Estados Unidos consolidaram-se como o segundo principal parceiro comercial do estado, com exportações que somaram US$ 1,587 bilhão em 2024. “Essa medida unilateral ameaça uma relação comercial historicamente importante para o Estado, principalmente no que se refere ao setor do agronegócio”, destacou a entidade.

Entre os setores mais expostos ao impacto da tarifa estão produtos florestais, café, couros, pescados e alimentos processados. A FAEP aponta que o aumento no custo de exportação pode inviabilizar economicamente a operação de muitos desses segmentos. “A análise técnica indica a inviabilidade comercial para muitos desses produtos, o que pode levar a aumento nos custos de produção, desemprego e queda nos preços internos”, afirma o documento.

No primeiro bimestre de 2025, os Estados Unidos figuraram como o terceiro maior destino das exportações paranaenses, com US$ 214,05 milhões. Apenas em janeiro, as vendas ao país somaram US$ 94,37 milhões. Para a FAEP, essa regularidade confirma que os EUA não são apenas um mercado eventual, mas um elemento estrutural na pauta exportadora do Paraná.

A nota também chama atenção para os efeitos diretos sobre produtos com margens de lucro reduzidas, como o setor de couros, que já enfrentou queda de receita em 2024. “A elevação dos custos de exportação em 50% significa que os produtos paranaenses se tornariam mais caros para os importadores americanos, resultando em uma perda direta de mercado, e não apenas em uma contração temporária”, ressalta a entidade.

Diante do cenário, a FAEP defende uma atuação diplomática coordenada para tentar reverter ou mitigar os efeitos da medida. “Reiteramos o compromisso com um sistema de comércio multilateral justo, não discriminatório, aberto, equitativo e transparente”, conclui o posicionamento.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Safra de trigo no Brasil deve ser a menor desde 2020



Mercado interno poderá continuar dependente do trigo importado




Foto: Canva

Mesmo com estabilidade nas cotações, o mercado nacional de trigo está em alerta. A CEEMA estima que o Brasil deverá colher apenas 6,9 milhões de toneladas em 2025, uma queda de 10,5% em relação às previsões anteriores. Caso se confirme, será a menor safra desde 2020, quando o país produziu 6,2 milhões de toneladas.

A redução se deve à menor área semeada e aos impactos das geadas, especialmente no Paraná. O estado já concluiu a semeadura, enquanto o Rio Grande do Sul tem entre 70% e 80% da área plantada. Os preços, por sua vez, seguem firmes: R$ 70,00/saca no RS e R$ 78,00/saca no PR, com demanda sustentada por um volume crescente de importações.

Somente em junho, o Brasil importou 487.040 toneladas de trigo, sendo 94,1% da Argentina e 5,9% do Paraguai. No acumulado do semestre, foram 3,58 milhões de toneladas, um crescimento de 6,3% sobre 2024.

A CEEMA alerta que o mercado interno poderá continuar dependente do trigo importado, diante da quebra na produção nacional e da manutenção dos preços internacionais relativamente competitivos.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Trump e clima pressionam o milho em Chicago



Cotações do milho recuam em Chicago diante de incertezas comerciais




Foto: Pixabay

A Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema) informou, em análise referente ao período de 4 a 10 de julho, publicada nesta quinta-feira (12), que as cotações do milho recuaram de forma significativa na Bolsa de Chicago. O contrato com vencimento mais próximo fechou o dia 10 cotado a US$ 4,07 por bushel, contra US$ 4,31 na semana anterior.

Segundo o Ceema, o movimento de queda foi influenciado pela retomada das ameaças tarifárias do ex-presidente Donald Trump, com o fim da trégua de 90 dias se aproximando. A expectativa em torno do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para o dia 11, e as condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da safra norte-americana também contribuíram para o viés de baixa no mercado.

No campo, as lavouras de milho nos Estados Unidos apresentavam, em 6 de julho, 74% de área em condições consideradas boas a excelentes, ante 68% no mesmo período do ano passado. Outras 21% estavam em situação regular e apenas 5% entre ruins e muito ruins, conforme dados oficiais.

Quanto às exportações, os embarques de milho norte-americano totalizaram 1,5 milhão de toneladas na semana encerrada em 3 de julho. O volume ficou dentro das expectativas do mercado. Com esse resultado, os Estados Unidos alcançaram 56,4 milhões de toneladas exportadas no atual ano comercial, um aumento de 30% em relação ao mesmo período do ciclo anterior.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Associação afirma que tarifa de 50% compromete competitividade do arroz beneficiado e pede ação diplomática imediata do governo brasileiro



Atualmente os EUA absorvem 19% do valor exportado de arroz branco do Brasil




Foto: Pixabay

A Associação Brasileira da Indústria do arroz (Abiarroz) emitiu nota oficial manifestando “profunda preocupação” com a decisão do governo dos Estados Unidos de impor uma tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras, incluindo o arroz beneficiado. A entidade alerta que a medida compromete diretamente a sustentabilidade da cadeia orizícola nacional, responsável por milhares de empregos e por parte importante da geração de renda no país.

Segundo a Abiarroz, os Estados Unidos atualmente absorvem 13% do valor exportado de arroz branco do Brasil — um produto de maior qualidade e alto valor agregado. “Essa decisão elimina, na prática, a competitividade do nosso arroz no mercado americano”, destaca o comunicado. A entidade estima que as perdas para a indústria arrozeira brasileira podem chegar a US$ 25 milhões por ano, caso a tarifa seja mantida.

A associação também chama a atenção para a desigualdade histórica na relação comercial entre os dois países. Enquanto os Estados Unidos possuem facilidade para substituir o arroz importado, o Brasil depende desse mercado para escoar volumes significativos de sua produção beneficiada, que é resultado de décadas de investimento e promoção internacional.

Diante do cenário, a Abiarroz defende uma postura imediata de diplomacia e negociação por parte do governo brasileiro. A entidade pede que o Itamaraty adote medidas “diligentes e altivas, mas também cautelosas”, visando preservar o acesso do arroz brasileiro a mercados estratégicos.

A nota ressalta que a Abiarroz continuará atuando para defender os princípios do livre comércio, da competitividade e da sustentabilidade do setor orizícola nacional, reforçando a necessidade de reação coordenada diante da ameaça imposta pela nova taxação norte-americana.





Source link