segunda-feira, abril 27, 2026

Política & Agro

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Custos de produção do algodão em MT caem


A estimativa atual do COE é a mais baixa desde a safra 2021/22





Foto: Canva

De acordo com o projeto Acapa-MT, o custo de produção do algodão na safra 2024/25 apresentou retração em setembro de 2024. O custeio foi estimado em R$ 9.606,40 por hectare, registrando uma queda de 1,99% em comparação com o relatório anterior e 2% em relação à safra 2023/24.

A principal influência para essa redução foi o recuo de 5,16% nos custos com defensivos, motivado pela queda nos preços desses produtos em razão de uma demanda mais fraca no período atual. Com a revisão dos custos, o Custo Operacional Efetivo (COE) para a safra 2024/25 foi projetado em R$ 13.095,50 por hectare em setembro, uma queda de 1,55% ante o relatório de agosto e 4,37% abaixo do consolidado da safra passada.

A estimativa atual do COE é a mais baixa desde a safra 2021/22, o que tem incentivado os produtores que já contam com infraestrutura adequada a expandir a área de cultivo de algodão em Mato Grosso.





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Preços do açúcar recuam nas bolsas internacionais


No mercado interno, o açúcar cristal apresentou uma leve valorização





Foto: Divulgação

De acordo com as informações divulgadas pela União Nacional da Bioenergia (UDOP), nesta segunda-feira (22), os contratos futuros de açúcar fecharam em baixa nas principais bolsas internacionais, influenciados pela previsão de chuvas no Centro-Sul do Brasil e pela valorização do dólar em relação ao real, de acordo com informações do Barchart. A alta da moeda norte-americana incentivou os produtores brasileiros a aumentarem as exportações, pressionando os preços no mercado internacional.

Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto registrou queda. O contrato de março/25 recuou 35 pontos, fechando a 21,83 centavos de dólar por libra-peso, enquanto o contrato de maio/25 caiu 25 pontos, encerrando a 20,19 centavos de dólar por libra-peso.

De acordo com as informações divulgadas pela Udop, em Londres, na ICE Futures Europe, o açúcar branco também apresentou retração. O contrato de dezembro/24 teve baixa de US$ 3,50, sendo negociado a US$ 563,10 por tonelada. O contrato de março/25 registrou queda de US$ 5,60, encerrando a US$ 569,50 por tonelada.

No mercado interno, o açúcar cristal apresentou uma leve valorização. De acordo com o Cepea/Esalq, as usinas negociaram a saca de 50 quilos por R$ 155,48, um aumento de 0,05%. Em contrapartida, o etanol hidratado sofreu uma leve queda de 0,15%, com o metro cúbico negociado a R$ 2.665,00, segundo o Indicador Diário de Paulínia.





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Produção de feijão cresce 30% mesmo com redução na área plantada


feijão é uma das leguminosas mais importantes para o Brasil. Apesar da redução expressiva na área plantada, a produção aumentou consideravelmente, graças ao uso de novas tecnologias agrícolas, conforme apontou dados da Netafim. De acordo com a Embrapa, entre 1974 e 2021, a área plantada de feijão diminuiu 39%, enquanto a produção total cresceu 30%. Esse aumento é resultado de avanços tecnológicos que têm tornado as lavouras mais produtivas.

Um dos principais fatores que impulsionam essa produtividade é a adoção da irrigação por gotejamento, que otimiza o uso da água e dos nutrientes, permitindo maior colheita sem necessidade de expandir as áreas de cultivo. Warlen Pires, especialista agronômico da Netafim, explica que a fertirrigação melhora a eficiência no uso da água e dos fertilizantes. “Com a fertirrigação, conseguimos fornecer e nutrientes diretamente na raiz da planta, aproveitando cerca de 90% da água utilizada e otimizando o uso de fertilizantes. Isso tem sido essencial para melhorar a produtividade do feijão, especialmente em áreas onde a terra cultivada está diminuindo”, afirma Pires.

A agricultura empresarial domina a produção de feijão no Brasil, sendo responsável por 76,9% do total produzido. A agricultura familiar, por sua vez, responde por uma parcela importante da produção, especialmente no cultivo de feijão preto e de outras variedades regionais. No Nordeste, onde predomina a agricultura familiar, a produtividade média é de 480 kg/ha, enquanto no Centro-Oeste e Sudeste, com sistemas mais avançados de irrigação, as médias são de 2.178 kg/ha e 1.795 kg/ha, respectivamente, de acordo com dados divulgados pela Netafim.

O cultivo de feijão enfrenta desafios, como a alta demanda hídrica e os elevados custos de produção, mas as inovações tecnológicas, especialmente a irrigação por gotejamento, têm sido fundamentais para otimizar o uso dos recursos e aumentar a sustentabilidade do cultivo. Embora a área plantada continue a diminuir, a tendência de aumento na produtividade indica que o futuro da leguminosa no Brasil depende da adoção de soluções tecnológicas e da maximização dos recursos disponíveis. A Netafim, pioneira nessa tecnologia, tem auxiliado produtores a superar esses desafios, oferecendo soluções personalizadas que permitem uma maior eficiência na utilização de recurso importante como água e nutrientes.





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Arroba bovina alcança maior patamar em 16 meses


Em Mato Grosso, o preço da arroba do boi gordo chegou a US$ 46,29





Foto: Kadijah Suleiman

Segundo o relatório semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado nesta segunda-feira (21), a arroba bovina brasileira alcançou, em outubro de 2024, o maior valor dos últimos 16 meses. A alta foi puxada pela menor participação de fêmeas nos abates e pela crescente demanda internacional por carne bovina brasileira.

Em Mato Grosso, o preço da arroba do boi gordo chegou a US$ 46,29, o maior desde maio de 2023, o que representa um aumento de 15,58% em relação a setembro. Em São Paulo, o valor subiu para US$ 53,29, uma elevação de 18,69% no mesmo período. Apesar dessas altas significativas, a carne bovina brasileira permanece competitiva no mercado internacional, principalmente em comparação com os Estados Unidos, onde a arroba foi cotada a US$ 110,16 em setembro, impulsionada pela redução na oferta de gado no país, conforme dados do Imea.

De acordo com dados do relatório semanal, essa competitividade de Mato Grosso, que segue com o preço mais baixo entre os principais países produtores, pode fortalecer as exportações do estado, favorecendo o desempenho da pecuária brasileira no mercado global.





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Chuva alivia seca na Rússia e Ucrânia


Chuvas chegam às áreas agrícolas da Rússia e Ucrânia





Foto: Divulgação

Segundo o relatório Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (22) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o bloqueio atmosférico que afetava a Rússia ocidental por semanas finalmente cedeu, permitindo que chuvas tão aguardadas chegassem às áreas agrícolas centrais e orientais. Pela primeira vez em meses, regiões da Ucrânia oriental e da Rússia ocidental receberam chuvas fortes, com volumes que variaram entre 10 e 50 mm em áreas essenciais para o cultivo de inverno.

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Apesar dessa melhora, algumas regiões, como o Distrito Central sudoeste da Rússia e partes do sul do Distrito Sul, incluindo o norte de Krasnodar Krai e o sul de Rostov Oblast, receberam menos de 10 mm de chuva, ainda permanecendo sob condições de seca. Esta foi a primeira chuva mensurável desde agosto para muitas das áreas agrícolas mais afetadas pela estiagem.

De acordo com o relatório, enquanto as chuvas trouxeram alívio, especialmente no leste da Ucrânia e na Rússia ocidental, o Índice de Saúde da Vegetação (VHI) derivado de satélite continua mostrando que o vigor das culturas permanece de ruim a abismal, indicando que a seca está longe de ser resolvida. Mais precipitação será necessária para garantir um desenvolvimento uniforme das lavouras de inverno nessas regiões. No entanto, o VHI continuou a melhorar na Moldávia e no oeste da Ucrânia devido às chuvas recentes.





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Clima favorece do trigo e cevada na Austrália


Clima seco permitiu que o plantio da safra de verão avançasse em ritmo acelerado





Foto: Canva

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na terça-feira (22), as condições climáticas no sul de Queensland, Austrália, têm favorecido a maturação do trigo de inverno e impulsionado a colheita antecipada. O clima relativamente seco na região também permitiu que o plantio da safra de verão avançasse em ritmo acelerado.

Mais ao sul, em Nova Gales do Sul, chuvas generalizadas de 10 a 30 mm podem ter causado algumas interrupções temporárias na semeadura da safra de verão, mas, por outro lado, essas precipitações mantiveram as expectativas de bom rendimento para grãos e sementes oleaginosas de inverno, que ainda não atingiram a maturidade.

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Essas chuvas também se espalharam pelo sul da Austrália e Victoria, contribuindo para evitar maiores perdas no potencial de rendimento das culturas de inverno, que enfrentaram secas frequentes. As safras, agora em estágio de enchimento de grãos, continuam a se desenvolver de maneira satisfatória.

Na Austrália Ocidental, o clima quente e seco predominante favoreceu a secagem das colheitas de inverno e permitiu a aceleração da colheita no norte. Além disso, as condições climáticas ajudaram a maturação das culturas de trigo, cevada e canola no sul da região. As temperaturas médias variaram de 1 a 3°C acima do normal em grande parte do cinturão de trigo australiano, com máximas entre 20°C e 30°C.





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Ciclone está em formação no Sul do Brasil


Impacto será direto nas operações em campo





Foto: Arquivo

De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, a formação de um ciclone deve alterar o clima no Sul do Brasil nos próximos dias, com impacto direto nas operações em campo. O sistema de baixa pressão, que já atua no Paraguai, vai intensificar as instabilidades e organizar corredores de umidade que se estenderão pelo Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste do país.

Rodrigues alerta que, além da chuva irregular típica dessa época, as precipitações provocadas pelo ciclone devem ocorrer em forma de tempestades, especialmente entre quarta e quinta-feira. Regiões como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná são as mais vulneráveis a chuvas intensas, granizo e ventos fortes que podem chegar a 90 km/h.

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No campo, o excesso de umidade pode dificultar atividades como a colheita de trigo e os preparativos para a safra de verão, especialmente a soja e o milho. Por outro lado, essas chuvas ajudam a manter a umidade do solo, essencial para o desenvolvimento inicial das culturas recém-semeadas. Já nas áreas mais ao norte, como o Tocantins e o Pará, espera-se uma redução nas chuvas devido ao redirecionamento dos fluxos de umidade.

Esse evento climático deve se deslocar rapidamente para o oceano até o final de quinta-feira, trazendo uma leve massa de ar frio que ajudará a reduzir as temperaturas na região Sul e parte do Sudeste, beneficiando o manejo de culturas que demandam menor temperatura.





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Soja valoriza com demanda forte


De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado de soja em Chicago (CBOT) fechou em alta nesta terça-feira, impulsionado pela demanda robusta pelo grão americano e pelo atraso no plantio da safra brasileira. O contrato de soja para novembro de 2024, referência para a safra brasileira, registrou valorização de 1,10%, ou 10,75 cents por bushel, encerrando a $991,75. 

O contrato de janeiro de 2025 também subiu 1,09%, fechando a $1.000,50 por bushel. No entanto, o farelo de soja para dezembro teve uma leve queda de 0,19%, fechando a $317,7 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja para o mesmo período subiu expressivos 3,07%, alcançando $43,69 por libra-peso.

A alta no mercado foi motivada, em grande parte, pelos embarques de soja americana, que tiveram destaque em um relatório divulgado pelo USDA na segunda-feira. Além disso, o preço do óleo de soja, que acumulou um aumento de 4,47% nas últimas três sessões, foi um dos principais fatores que deram suporte às cotações da oleaginosa.

Outro ponto que influenciou o mercado foi o atraso no plantio da safra brasileira, que avançou para 17,6% da área estimada, segundo a Conab, um crescimento em relação aos 9,1% registrados na semana anterior. Mesmo assim, esse número ainda está distante dos 28,4% observados no mesmo período do ano passado, o que acende um alerta sobre a oferta futura do grão no Brasil.

Apesar do progresso na colheita americana, que já atingiu 81% das áreas plantadas, o mercado continua monitorando com atenção o desenvolvimento da safra no Brasil, já que qualquer mudança no ritmo do plantio pode impactar diretamente as expectativas de oferta e, consequentemente, os preços no mercado global.
 





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Mercado da soja pautado pelo plantio


Os negócios da soja praticamente não ocorreram no Rio Grande do Sul, porque o estado está focado no plantio, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “R$ 142,50 para entrega em novembro, e pagamento 14/11, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 135,00 Cruz Alta – Pagamento em 14/11. R$ 135,00 Passo Fundo – Pagamento em 14/11. R$ 134,50 Ijuí – Pagamento em 14/11. R$ 134,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 14/11. Preços de pedra, em Panambi, subiram para R$ 125,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Em Santa Catarina o plantio está atrasado. “A semeadura no estado de Santa Catarina está atrasada em relação a 2023, apontou a Conab nesta segunda-feira. Até o momento o plantio está em 8%, ante 3% da semana anterior e 12% da mesma época do ano passado.  O preço no porto foi de R$ 140,00, Chapecó a R$ 120,00”, completa.

No Paraná, o plantio arrancou bem. “No Porto de Paranaguá, a soja subiu R$ 0,50, para R$ 143,50 por saca CIF, com pagamento no fim do mês. No interior, em Maringá, compradores ofereceram R$ 137 por saca FOB, com retirada imediata e pagamento em novembro, mas produtores pedem R$ 140. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 132,00”, indica.

O Mato Grosso do Sul está com o plantio acima do visto no ano anterior. “O preço da soja no spot subiu nesta terça-feira, para R$ 141 por saca FOB em Dourados, com embarque e
pagamento em novembro, representando um aumento e R$ 2 em relação ao início da semana, com poucos volumes negociados. Dourados R$ 136,50. Campo Grande: R$ 136,50. Maracaju: R$ 130,00. Chapadão do Sul: R$ 131,50. Sidrolândia: R$ 135,50”, informa.

Enquanto isso, a semeadura avança no Mato Grosso, mas o ritmo é menor que do ano passado. “O mercado na região está descolado de Chicago, com compradores da indústria local pagando mais pelo que restou da safra 2023/24, mas ninguém tem vendido devido à escassez. Campo Verde: R$ 129,00, Lucas do Rio Verde: R$ 129,50. Nova Mutum: R$ 129,50. Primavera do Leste: R$ 129,50. Rondonópolis: R$ 129,00. Sorriso: R$ 128,50”, conclui.
 





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Milho tem nova alta na B3


O milho registrou nova alta na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), com dados de exportação, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os principais contratos de milho encerraram o dia com preços em alta nesta terça-feira (22). O milho na B3 subiu acompanhando a alta de Chicago (1,71%) e do dólar (0,11%). A Conab indicou um pequeno atraso no plantio da primeira safra no Brasil”, comenta.

“A Anec elevou suas projeções de exportações de milho. A estimativa para os embarques do cereal foi atualizada para 6,24 milhões de toneladas, acima dos 6,22 milhões previstos na semana anterior. A Anec projeta embarques de 1,308 milhão de toneladas de milho na semana de 20 a 26 de outubro. O Brasil figurou entre os cinco principais países de originação de milho para União Europeia no atual ciclo comercial. Até o momento o bloco importou 7% a mais de milho que no ano comercial anterior”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em preços em alta no dia. “O vencimento de novembro/24 foi de R$ 70,88, apresentando alta de R$ 0,85 no dia, alta de R$ 2,27 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 73,40, alta de R$ 0,54 no dia, baixa de R$ 1,53 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 74,48, alta de R$ 0,49, no dia e alta de R$ 1,52 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago o milho fechou em alta com o quinto dia consecutivo de vendas volumosas. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em alta de 1,71% ou $ 7,00 cents/bushel a $ 416,50. A cotação para março25, fechou em alta de 1,42% ou $ 6,00 cents/bushel a $ 429,25”, informa.

“Mais uma vez, a força das vendas externas se sobressaiu ao forte ritmo de colheita nos EUA. A perspectiva era de baixa para o dia, com a colheita da segunda maior safra americana de milho em 65% a área semeada, acima dos 55% do ano anterior (a maior) e dos 52% da média histórica”, conclui.





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