quinta-feira, março 19, 2026

Política & Agro

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Gestão inteligente de combustível vira diferencial



Isso agrega valor ao produto final



Isso agrega valor ao produto final
Isso agrega valor ao produto final – Foto: Pixabay

O agronegócio brasileiro vive um momento decisivo, em que a competitividade internacional depende cada vez mais de critérios ligados à sustentabilidade, rastreabilidade e governança. Segundo Cristian Bazaga, CEO da Excel Fueling Technologies, o recente anúncio dos Estados Unidos sobre sobretaxar produtos agrícolas nacionais reforça que barreiras comerciais deixaram de ser apenas econômicas e passaram a estar diretamente relacionadas ao impacto ambiental.

Para Bazaga, o setor precisa provar como produz, e não apenas quanto produz. Tecnologias como IoT, blockchain e inteligência de dados tornam-se essenciais para atender às novas exigências globais, garantindo transparência e métricas auditáveis. Estudos mostram que práticas de agricultura de precisão podem reduzir em até 80% as emissões de gases como CO2, CO e NO?, fortalecendo a transição energética no campo.

“Monitorar cada litro abastecido, otimizar rotas, registrar automaticamente o consumo e rastrear a pegada de carbono em tempo real não é apenas reduzir custos e emissões. É também agregar valor ao produto final, abrir portas em mercados mais exigentes e atrair investimentos alinhados às novas demandas globais. Isso vale tanto para tratores e colheitadeiras quanto para aeronaves agrícolas, que já incorporam essa lógica de eficiência e governança”, comenta.

Segundo o CEO, os produtores que entendem sustentabilidade como investimento, e não como custo, são os que colhem os melhores resultados. Para ele, o agro que vai liderar a próxima década será aquele capaz de unir produtividade, rastreabilidade e propósito, com a gestão de combustível como um dos pilares centrais dessa transformação.

“O desafio que se coloca não é se o Brasil pode ou não atender às exigências internacionais. A verdadeira questão é: estamos preparados para assumir o protagonismo que nos cabe?”, conclui.

 





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Tecnologia alemã inova na aplicação de fertilizantes



A estrutura também foi desenhada para oferecer maior manobrabilidade



A estrutura também foi desenhada para oferecer maior manobrabilidade
A estrutura também foi desenhada para oferecer maior manobrabilidade – Foto: Canva

A partir de 2026, o setor agrícola contará com um novo distribuidor pneumático de fertilizantes projetado para elevar a precisão no manejo de insumos, mesmo em condições de terreno irregulares ou em velocidades mais altas. O Leeb Xeric 14 FS, desenvolvido pela alemã Horsch, foi apresentado inicialmente na Agritechnica 2023 e passou por aprimoramentos após testes em campo. O equipamento combina capacidade de 14 m³, enchimento rápido e operação em larguras de 36, 39 e 48 metros, com velocidade máxima de trabalho de 20 km/h.

Entre as soluções incorporadas está o sistema BoomControl, que utiliza sensores para monitorar constantemente a distância da lança em relação ao solo ou à cultura. O ajuste automático por meio de um sistema hidráulico reduz falhas na aplicação, evitando desperdícios e garantindo regularidade mesmo em áreas de maior inclinação. Outro ponto de destaque é a calibração automatizada, que permite adaptar rapidamente o distribuidor a diferentes tipos e doses de fertilizantes. Além disso, os sistemas PrecisionSpread Pro e Pro Plus viabilizam controle de seção e compensação de curva, otimizando a distribuição.

A estrutura também foi desenhada para oferecer maior manobrabilidade, com chassi tandem e direção ativa em ambos os eixos. Já como opcional, o modelo traz o controle de pressão dos pneus durante a operação, recurso que ajuda a reduzir a compactação do solo, especialmente em áreas mais sensíveis. Embora a empresa ainda não tenha divulgado valores, o lançamento reforça a tendência de integração entre tecnologia e sustentabilidade no uso de fertilizantes.

 





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Clima desafia, mas culturas resistem



O impacto das mudanças climáticas varia por região



O impacto das mudanças climáticas varia por região
O impacto das mudanças climáticas varia por região – Foto: Freepok

O clima segue como fator decisivo para os produtores de grãos, influenciando desde o solo até a luz solar e a umidade em momentos críticos do crescimento das plantas. Chuvas fora de época, calor excessivo ou secas prolongadas podem comprometer colheitas de milho, soja, arroz e trigo, criando volatilidade na produção global e exigindo ajustes constantes nas práticas agrícolas. Apesar disso, a produção mundial de grãos deve crescer 3% em 2025-26, atingindo 2,377 bilhões de toneladas, mantendo a tendência de aumento observada nos últimos anos.

Pesquisas recentes mostram que, embora eventos climáticos extremos aumentem a variabilidade local da produtividade, a produção global continua adaptando-se, com rendimentos médios em crescimento constante desde a década de 1980. Estudos da Universidade de Illinois e análises de especialistas indicam que a resiliência agrícola tem se beneficiado de ajustes em híbridos de sementes, manejo do solo e plantio de variedades mais longas, além do avanço tecnológico e genético que permite maior eficiência na utilização da chuva e resistência à seca.

O impacto das mudanças climáticas varia por região, tipo de cultivo e intensidade do aquecimento. Pesquisas da Universidade de Stanford apontam que secas frequentes e calor intenso podem reduzir a produtividade de trigo, cevada e milho em até 13%, enquanto níveis mais altos de CO2, embora aumentem o crescimento em algumas culturas, podem reduzir proteínas e micronutrientes em grãos. Modelos avançados de cultivo e inteligência artificial ajudam cientistas a simular cenários climáticos e identificar genes que protejam as plantas contra estressores, oferecendo alternativas para fortalecer a segurança alimentar global.

Institutos como o Laboratório de Inovação em Cereais Resilientes ao Clima (CRCIL) destacam que a adaptação não depende apenas de rendimentos, mas também da adequação das variedades ao sistema agrícola e às necessidades locais, como biomassa para ração ou qualidade na panificação. A manutenção da produtividade global exige pesquisa contínua, investimento em novas tecnologias e ajustes estratégicos de plantio, irrigação e rotação de culturas, reforçando que a resiliência agrícola é um processo dinâmico e constante diante de um clima cada vez mais imprevisível.

 





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Soja em Chicago fecha em alta



O mercado foi sustentado principalmente pela persistência da falta de chuvas



O mercado foi sustentado principalmente pela persistência da falta de chuvas
O mercado foi sustentado principalmente pela persistência da falta de chuvas – Foto: Abiove

A soja negociada na Bolsa de Chicago encerrou a terça-feira (26) em leve alta, influenciada por fatores climáticos e geopolíticos que movimentaram os contratos futuros. Segundo a TF Agroeconômica, o contrato de setembro fechou em valorização de 0,32% ou US$ 3,25 cents/bushel, a US$ 1.028,75, enquanto novembro subiu 0,17% ou US$ 1,75 cents/bushel, a US$ 1.049,50. O farelo de soja para setembro avançou 0,51%, encerrando a US$ 297,20 por tonelada curta, e o óleo de soja recuou 2,85%, fechando a US$ 52,76 por libra-peso.

O mercado foi sustentado principalmente pela persistência da falta de chuvas no cinturão agrícola dos Estados Unidos, o que eleva os riscos de perda de produtividade nas lavouras em fase de definição do potencial. Nos estados de Illinois e Iowa, as condições caíram em relação ao mesmo período do ano passado, apesar do avanço do indicador nacional. O USDA elevou de 68% para 69% a proporção de lavouras em boas/excelentes condições, acima da média de 67% esperada por investidores, mas os dois principais estados produtores continuam em situação menos favorável.

Outro elemento que limitou a valorização foi a decisão dos EUA de isentar as exportações de óleo de palma da Indonésia de tarifas, medida que aumentou a competitividade frente ao óleo de soja e pressionou as cotações do derivado.

No campo geopolítico, a visita do vice-ministro do Comércio chinês, Li Chenggang, a Washington trouxe expectativas ao mercado. As reuniões trataram de compras de soja e questões tarifárias, e abriram a possibilidade de um encontro futuro entre os presidentes dos dois países, o que pode redefinir os rumos do comércio internacional da oleaginosa.

 





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Preços da soja caem em Chicago e preocupam produtores



EUA registram recorde no esmagamento de soja em julho




Foto: Canva

Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente ao período de 15 a 21 de agosto e divulgada na última quinta-feira (21), a soja apresentou variações no mercado de Chicago. O primeiro mês cotado recuou para US$ 10,13/bushel em 19 de agosto, mas voltou a subir no fechamento do dia 21, atingindo US$ 10,34/bushel, contra US$ 10,08 registrados na semana anterior.

O relatório destacou a forte valorização do farelo de soja, que ganhou 11% entre 1º e 21 de agosto, enquanto o óleo apresentou queda de 6,4% entre 1º e 20 de agosto.

As condições das lavouras norte-americanas, em 17 de agosto, indicavam 68% em situação entre boa e excelente, 24% regulares e 8% ruins ou muito ruins. Já na semana encerrada em 14 de agosto, os Estados Unidos exportaram 473.605 toneladas de soja, acumulando 48,9 milhões de toneladas no atual ano comercial.

A Associação Nacional de Processadores de Oleaginosas (NOPA) informou que o esmagamento em julho alcançou 5,33 milhões de toneladas, recorde para o mês, superando em 7% o volume de julho de 2024. No mesmo período, os estoques de óleo de soja ficaram em 1,379 bilhão de libras-peso, o nível mais baixo em 21 anos para julho e 8% inferior ao registrado no ano passado.

A Ceema observou ainda que “em meio ao aumento de custos com insumos e equipamentos, os preços da soja seguem em queda em Chicago e a perspectiva de perda de bilhões de dólares em exportações preocupa o setor, lembrando que os chineses compraram 54% das exportações estadunidenses da oleaginosa em 2023/24”. Atualmente, as compras da China estão próximas de zero, após as medidas tarifárias impostas pelo governo de Donald Trump, que dificultaram os acordos comerciais e afastaram os chineses da soja norte-americana.





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Decreto de Trump impõe tarifa adicional de 25% sobre produtos da Índia


Logotipo Reuters

WASHINGTON (Reuters) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs nesta quarta-feira uma tarifa adicional de 25% sobre produtos indianos, citando como argumento as contínuas importações de petróleo russo por Nova Délhi, em uma medida que aumenta drasticamente as tensões entre as duas nações após impasse nas negociações comerciais.

O novo imposto de importação, que entrará em vigor 21 dias após 7 de agosto, elevará as tarifas sobre algumas exportações indianas para até 50% — alíquota entre as mais altas cobradas de qualquer parceiro comercial dos EUA.

O decreto de Trump impondo a tarifa extra não menciona a China, que também importa petróleo russo. Um funcionário da Casa Branca não forneceu comentários imediatos sobre a possibilidade de um decreto adicional abrangendo essas compras.

Analistas avaliam que a medida de Trump marca a piora mais séria nas relações entre os EUA e a Índia desde seu retorno ao cargo em janeiro. As tarifas ameaçam interromper o acesso da Índia ao seu maior mercado de exportação, onde os embarques totalizaram quase US$87 bilhões em 2024, atingindo setores como têxteis, calçados, pedras preciosas e joias.

O movimento também marca uma mudança em relação aos laços calorosos vistos durante a reunião de Trump e Modi em fevereiro, afirmam analistas, citando os recentes comentários de Trump referindo-se à economia da Índia como “morta” e a suas barreiras comerciais como “detestáveis”, além de acusar o país de lucrar com o petróleo russo barato, ignorando assassinatos de ucranianos na invasão russa ao país vizinho.

O Ministério das Relações Exteriores da Índia classificou a decisão como “extremamente infeliz”, observando que muitos outros países também importam petróleo russo, dentro de seu interesse econômico nacional.

“A Índia tomará todas as medidas necessárias para proteger seus interesses nacionais”, afirmou, acrescentando que as compras foram motivadas por fatores de mercado e pelas necessidades energéticas dos 1,4 bilhão de habitantes da Índia.

O mais recente episódio entre Índia e Estados Unidos ocorre no momento em que o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, se prepara para sua primeira visita à China em mais de sete anos, sugerindo um possível realinhamento nas alianças, à medida que as relações com Washington se deterioram.

Na semana passada, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, advertiu a China de que a manutenção das compras de petróleo russo poderia desencadear novas tarifas, já que Washington se prepara para o fim de um cessar-fogo tarifário entre os EUA e a China em 12 de agosto.

O comércio entre os Estados Unidos e a Índia — a maior e a quinta maiores economias do mundo, respectivamente — vale mais de US$190 bilhões.

Exportadores e analistas de comércio alertam que as tarifas — apresentadas por Trump como um motor para reduzir os déficits comerciais dos EUA e revigorar a produção nacional — podem prejudicar seriamente as exportações indianas.

Autoridades indianas reconhecem a pressão para retornar às negociações com o governo Trump. Um corte gradual nas importações de petróleo russo e a diversificação poderiam fazer parte de um compromisso.

“Ainda temos uma janela”, disse uma autoridade indiana sênior, solicitando anonimato. “O fato de as novas tarifas entrarem em vigor em 21 dias sinaliza que a Casa Branca está aberta a negociações.”

Outra autoridade afirmou que não havia planos imediatos para Modi ou líderes seniores viajarem para Washington, nem estavam sendo consideradas quaisquer medidas de retaliação.

Em vez disso, o governo estuda um alívio para os exportadores, incluindo subsídios de juros e garantias de empréstimos.

A decisão de Trump ocorre após cinco rodadas de negociações comerciais inconclusivas, paralisadas devido às exigências dos EUA de maior acesso aos mercados indianos de agricultura e laticínios. A recusa da Índia em cortar as importações de petróleo russo — que atingiram um recorde de US$52 bilhões no ano passado — acabou desencadeando a escalada tarifária.

Autoridades norte-americanas e indianas disseram à Reuters que uma mistura de erros políticos, sinais perdidos e amargura atrapalhou as negociações do acordo comercial.

(Reportagem de Doina Chiacu e Andrea Shalal, Manoj Kumar, Ira Dugal, Sarita Chaganti Singh)





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Governo Federal estabelece medidas para compras públicas de alimentos afetados por tarifas dos EUA


O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) publicaram, nesta sexta-feira (22), a Portaria Interministerial nº 12/2025, que dispõe sobre procedimentos excepcionais e emergenciais relativos às compras públicas de gêneros alimentícios. A medida atende exclusivamente produtores e exportadores brasileiros impactados pela aplicação de tarifas adicionais de importação pelos Estados Unidos.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro disse que a iniciativa garante uma alternativa para escoamento da produção nacional atingida pelas barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos, assegurando renda a produtores rurais e empresas exportadoras. “A portaria estabelece as regras para as aquisições de produtos da agricultura e da agricultura familiar afetados pelos impostos do governo dos Estados Unidos. São vários produtos que agora podem ser comercializados com o Governo Federal, estados e municípios, minimizando os impactos do tarifaço. Também estamos atentos caso outros produtos necessitem entrar nesta lista. O governo do presidente Lula está atento, garantindo os empregos, o crescimento econômico e buscando novos mercados para direcionar os produtos brasileiros,” afirmou.

Segundo a norma, poderão participar produtores e pessoas jurídicas que deixaram de exportar em razão das novas tarifas. Para se habilitar, as empresas exportadoras deverão apresentar uma Declaração de Perda (DP) e comprovar, via Sistema Integrado de Comércio Exterior (SISCOMEX), que realizaram exportações desde janeiro de 2023. Já os produtores que fornecem diretamente a essas empresas deverão apresentar uma Autodeclaração de Perda (AP). Nos casos de produtores que exportam diretamente, serão exigidos os mesmos documentos das empresas.

Entre os produtos elegíveis para aquisição estão: açaí (purê, preparações alimentícias e frutas congeladas), água de coco (com valor Brix superior ou não superior a 7,4), castanha de caju (in natura sem casca, além de preparações, sucos e extratos), castanha-do-brasil (fresca ou seca, sem casca), manga (fresca ou seca), mel natural, uvas frescas e pescados, incluindo corvina, pargo, outros peixes frescos, refrigerados ou congelados, além de tilápia em diferentes apresentações (filés frescos, congelados ou refrigerados, e peixes inteiros frescos ou congelados).

Essas aquisições excepcionais serão realizadas pela administração pública conforme previsto na Medida Provisória nº 1.309/2025 e na Lei nº 14.133/2021, a nova Lei de Licitações e Contratos. A Portaria entrou em vigor na data de sua publicação.

Plano Brasil Soberano

A Portaria Interministerial nº 12/2025 integra as ações do Plano Brasil Soberano, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que reúne medidas para mitigar os impactos econômicos da elevação das tarifas de importação pelos Estados Unidos. O pacote prevê apoio a exportadores, preservação de empregos e estímulo a investimentos em setores estratégicos, além de facilitar a comercialização de alimentos produzidos no país por órgãos públicos.

Entre as ações, estão a destinação de R$ 30 bilhões do Fundo Garantidor de Exportações (FGE) para crédito com taxas acessíveis, a ampliação de linhas de financiamento às exportações, a prorrogação da suspensão de tributos, o aumento do percentual de restituição de tributos via Reintegra e a facilitação da compra de alimentos por órgãos públicos.





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Argentina amplia área de milho em quase 10%



Chicago registra valorização do milho na semana




Foto: Pixabay

Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente ao período de 15 a 21 de agosto e publicada na última quinta-feira (21), o milho apresentou leve valorização no mercado de Chicago. O primeiro mês cotado fechou a US$ 3,87/bushel, contra US$ 3,75 registrados na semana anterior.

De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em 17 de agosto, 71% das lavouras norte-americanas estavam em condições de boas a excelentes, 21% regulares e 8% entre ruins e muito ruins.

Na semana encerrada em 14 de agosto, os embarques de milho dos EUA alcançaram 1,05 milhão de toneladas, cerca de 500 mil toneladas abaixo do volume da semana anterior. No acumulado do atual ano comercial, o país exportou 64,2 milhões de toneladas, contra 50,2 milhões no mesmo período do ano anterior.

Na Argentina, a expectativa é de aumento de 9,6% na área destinada ao milho, que deve atingir 7,8 milhões de hectares, segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires. Caso a projeção se confirme, será a segunda maior área cultivada com o cereal no país, que ocupa a terceira posição entre os maiores exportadores mundiais.





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Mercado do milho reage com alta do dólar



Exportações e câmbio impulsionam recuperação




Foto: Divulgação

O mercado do milho apresentou uma mudança de cenário ao longo da última semana. Mesmo com a colheita já em fase final, a pressão de queda perdeu intensidade e algumas regiões chegaram a registrar leve valorização nas cotações, trazendo um novo fôlego ao setor.

De acordo com informações divulgadas pelo Cepea, a sustentação dos preços foi resultado da postura mais firme dos vendedores e das valorizações nos portos. O movimento foi impulsionado pela melhora no ritmo dos embarques e pelos avanços tanto do dólar quanto das cotações internacionais. Esse conjunto de fatores trouxe maior suporte às negociações internas.

Outro ponto que contribuiu para essa estabilidade foi a decisão de parte dos vendedores de limitar a oferta no mercado spot. Muitos produtores ainda estão concentrados nas atividades de campo, enquanto outros, que já armazenaram o cereal colhido, não demonstram pressa em vender, aguardando oportunidades mais favoráveis.

Do lado da demanda, compradores domésticos seguem cautelosos. A maioria prioriza o consumo dos estoques disponíveis e adia novas aquisições, mesmo diante das recentes altas. Esse comportamento tem funcionado como um limitador para uma recuperação mais expressiva dos preços no mercado interno.

O cenário mostra que o milho continua sendo influenciado por fatores externos, como câmbio e exportações, mas também pela estratégia de comercialização adotada pelos produtores brasileiros. A tendência é que, no curto prazo, os preços sigam acompanhando o movimento nos portos e a disposição dos vendedores em colocar o produto à venda.

 





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Casa da MSD Saúde Animal na Expointer proporciona experiências e troca de conhecimento aos pecuaristas


A presença da MSD Saúde Animal na 48ª Expointer, de 30 de agosto a 7 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, terá como tema Exzolt Experience. O intuito é proporcionar dias de muitas interações, compartilhamento de ideias, direcionamentos técnicos e bate-papos produtivos sobre temas que impulsionam a evolução do setor. O ectoparasiticida Exzolt® 5%, que revolucionou o controle de carrapatos, incluindo os mais resistentes, é o carro-chefe da empresa no evento.

O produto foi desenvolvido com a inovadora molécula fluralaner, trazendo à produção bovina uma eficácia inédita no controle de carrapatos, moscas-dos-chifres, bernes e bicheiras. Especificamente sobre carrapatos, que representa um desafio complexo e de grande impacto econômico na pecuária brasileira, o Exzolt® 5% combate todas as fases do ectoparasita, quebrando seu ciclo e limpando o animal e o ambiente.

“O Exzolt® 5% foi lançado em setembro de 2022 e se estabeleceu como pioneiro em driblar a resistência parasitária, proteger os animais com alta eficácia e impulsionar os ganhos produtivos. Após três anos, a solução continua em destaque e contribuindo para o bem-estar dos animais, do meio ambiente e das pessoas, além de seguir impulsionando a criação de gado e sua rentabilidade”, diz Pablo Paiva, gerente de mercado de Gado de Corte na unidade de negócio de Ruminantes da MSD Saúde Animal.

Rodas de conversa

Entre as ações no evento estará o Projeto Mulherada da Pecuária, que dá voz ao protagonismo feminino e incentiva a participação das mulheres no setor. Por meio dessa iniciativa, a MSD Saúde Animal promove encontros para discutir a transformação do mercado e, principalmente, a mudança de mentalidade da área. E na Expointer a troca de experiências será entre produtoras do Rio Grande do Sul, além de contar com a presença de Laura Villarreal, diretora executiva da unidade de negócio de Ruminantes da companhia, e Ana Doralina, presidente da Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável.

Para quem quiser acompanhar o bate-papo, basta comparecer à Casa da MSD Saúde Animal, no pavilhão da feira, no dia 1 de setembro, às 16h. Também terá transmissão no Youtube da companhia.

Já no dia 4 de setembro, pecuaristas estarão na Casa da MSD Saúde Animal para uma roda de conversa conduzida pelo engenheiro agrônomo Antony Luenenberg, coordenador técnico de Bem-Estar Animal na MSD Saúde Animal. Na ocasião, os profissionais compartilharão as mudanças e conquistas a partir do programa Criando Conexões, que, neste ano, completou 10 anos de realização, somando 1 bilhão de animais manejados por meio de suas técnicas, entre bovinos, aves e suínos, mais de 300 propriedades atendidas e mais de 15 mil pessoas impactadas.

“O Criando Conexões visa democratizar os conhecimentos sobre bem-estar animal e, de forma simples, as técnicas utilizadas promovem a criação de conexões entre homem e animal por meio de interações positivas durante todo o processo de manejo. E esse encontro será um momento de multiplicar esse conhecimento e compartilhar como o programa renovou e aprimorou as técnicas, a fim de promover o bem-estar animal, facilitar o manejo e melhorar a qualidade de vida dos profissionais”, detalha Antony. O bate-papo será transmitido ao vivo no Youtube da MSD Saúde Animal, às 18h.

Também no dia 4 haverá o primeiro encontro de veterinários Exzolt® 5%, no qual serão apresentados resultados inéditos do uso do produto e que trarão impactos ainda mais positivos para os profissionais e produtores.

Pablo pontua que a programação da empresa está robusta e diversificada para atender a todos os interessados e amparar o setor com informações que somem à atividade agropecuária. “Esperamos por todos na feira, onde nossa equipe estará a postos para receber na Casa da MSD Saúde Animal, em frente ao pavilhão de gado de corte, e esclarecer dúvidas e orientar sobre as melhores estratégias sanitárias.”





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