terça-feira, março 24, 2026

Política & Agro

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Produção de grãos cresce 17% em Goiás


A produção total de grãos em Goiás na safra 2024/2025 está estimada em 35,4 milhões de toneladas, representando um crescimento de 17% em relação ao ciclo anterior. Os dados constam no 10º Levantamento da Safra de Grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e consolidam o estado como o terceiro maior produtor nacional.

De acordo com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa), o desempenho é resultado da combinação entre expansão da área cultivada e aumento da produtividade média. “A área total passou de 7,2 para 7,4 milhões de hectares, um avanço de 2,7%, enquanto a produtividade cresceu 13,9%, alcançando 4,7 toneladas por hectare”, detalhou a pasta.

A pesquisa da Conab considera culturas como algodão, arroz, feijão, milho, soja, sorgo, trigo, entre outras. Entre elas, soja e milho seguem como os principais destaques. A soja, principal cultura do estado, teve aumento de 2,5% na área cultivada, totalizando 4,9 milhões de hectares, com crescimento de 18,4% na produtividade, que passou de 3,5 para 4,1 toneladas por hectare. A produção estimada é de 20,4 milhões de toneladas, o que representa um incremento de 21,4% em relação ao ciclo anterior.

O milho também registrou crescimento. A área plantada subiu 3,8%, atingindo 1,8 milhão de hectares, e a produtividade aumentou 6,9%, chegando a 7 toneladas por hectare. A produção prevista é de 12,5 milhões de toneladas, volume 11% superior ao da safra anterior. Goiás mantém a terceira posição no ranking nacional das duas culturas, conforme o divulgado pela Seapa.





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Geadas limitam pastejo e forragem


Mesmo com o avanço do pastejo em áreas cultivadas, as forragens não alcançaram seu potencial produtivo no Rio Grande do Sul, mantendo a necessidade de suplementação alimentar para evitar perdas de escore corporal nos rebanhos. A avaliação consta no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (10).

Segundo o boletim, o tempo seco favoreceu a execução de manejos sanitários, como vacinação contra clostridioses e desvermifugação, além de ter contribuído para a redução da incidência de parasitas nos campos. “As condições climáticas, embora limitantes para o crescimento das pastagens, permitiram cuidados essenciais com o gado”, informou a Emater/RS-Ascar.

Na região de Bagé, os rebanhos enfrentaram estresse térmico devido às baixas temperaturas e à restrita disponibilidade de alimento, comprometendo o ganho de peso. Em São Gabriel, as geadas intensas afetaram os campos nativos. Em resposta, produtores adotaram o uso de sal energético como estratégia para manter o desempenho dos animais. Já em São Borja, diante da baixa qualidade das pastagens, houve intensificação da suplementação no cocho.

A região de Caxias do Sul concentrou esforços em marcações, vacinação e suplementação com silagem de milho. A prioridade tem sido vacas gestantes e touros, que receberam acesso preferencial às áreas com pastagens de melhor qualidade.

Na região de Erechim, a condição nutricional dos rebanhos permanece adequada, e produtores realizam vacinação contra raiva e carbúnculo. Em Frederico Westphalen, a preocupação é com o conforto animal diante das intempéries recentes.

Na região de Passo Fundo, o baixo volume de forragem forçou o uso de alimentos conservados. Em Porto Alegre e Pelotas, rebanhos mantidos em campos nativos perderam condição corporal, ao contrário dos animais criados em áreas com pastagens cultivadas, que conseguiram manter o peso.

Casos de raiva foram confirmados em Piratini, com mortes de animais ainda sem diagnóstico conclusivo. Em Pinheiro Machado, foi realizado um remate com valores médios de até R$ 4.344,44 para vacas com cria ao pé. Em Canguçu, feiras e remates também movimentaram o setor, com destaque para o mercado de exportação de terneiros.

Em Santa Maria, produtores realizaram diagnósticos de gestação, desmame e comercialização de terneiros, ainda impactados pelas geadas recentes. Em Santa Rosa, os rebanhos apresentaram boas condições sanitárias e corporais, impulsionadas pela maior oferta de forragens cultivadas. Já na região de Soledade, iniciou-se o período de parição, com boa condição corporal observada nos terneiros.





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Brasil terá primeira indústria de glúten vital



O glúten vital é usado para melhorar a qualidade da farinha



O glúten vital é usado para melhorar a qualidade da farinha
O glúten vital é usado para melhorar a qualidade da farinha – Foto: Canva

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 290,2 milhões para a instalação da primeira fábrica brasileira de glúten vital, a ser implantada pela Be8 em Passo Fundo (RS), por meio do Programa BNDES Mais Inovação. Atualmente, todo o consumo interno do país depende da importação, que em 2024 atingiu 22,1 mil toneladas, segundo a Abitrigo.

“Esse projeto está alinhado aos objetivos da Nova Indústria Brasil de incentivar a inovação, agregar valor à produção nacional e reduzir gargalos históricos. Com essa planta pioneira financiada pelo Banco, o Brasil deixa de ser 100% dependente da importação de glúten vital e passa a ocupar um novo espaço estratégico na cadeia de trigo”, destacou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Extraído da farinha de trigo, o glúten vital é usado para melhorar a qualidade da farinha de panificação e está presente em medicamentos e produtos de higiene pessoal. A nova planta processará 525 mil toneladas por ano de cereais, fomentando a produção local de trigo — o RS é o maior produtor do Brasil — e gerando 29 empregos diretos e cerca de 500 indiretos.

Integrada a uma biorrefinaria para produção de etanol a partir de cereais, a unidade permitirá a otimização de custos e a geração de subprodutos como farelo DDGS para ração animal. A Be8 estima produção anual de 25,6 mil toneladas de glúten vital e 209 mil metros cúbicos de etanol anidro, com possibilidade de atender também mercados externos na América do Sul.

“Celebramos aqui mais etapa muito importante de um projeto que tem a marca registrada da inovação que a Be8 promove”, disse Erasmo Carlos Battistella, Presidente da Be8. “Este é um parque fabril que integra um conceito importante de geração de energia renovável e produção de alimento, confirmando que esses dois desafios podem ser superados de forma conjunta”, destacou.

 





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Colheita da soja avança no Nordeste do Brasil



Soja tem bom desempenho em AL e TO, diz Conab




Foto: Pixabay

O Boletim da Safra de Grãos, divulgado nesta quinta-feira (10) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), destacou o encerramento da colheita da soja no Maranhão e o avanço das lavouras nos estados de Alagoas e Tocantins.

Segundo o levantamento, a colheita no Maranhão foi concluída em junho. As boas condições climáticas na maior parte das regiões produtoras contribuíram para o aumento da produtividade. “Os municípios de Grajaú, Itinga, Bom Jesus das Selvas, Buriticupu e, especialmente, a regional de Açailândia registraram médias de produtividade superiores às safras anteriores”, informou a Conab.

Já nas regiões de Caxias e Colinas, a ocorrência de veranicos durante fases críticas do ciclo da soja comprometeu o desempenho das lavouras. Apesar disso, a produtividade média no estado alcançou 3.491 quilos por hectare, resultado 5,4% superior ao da safra passada.

Em Alagoas, o plantio foi encerrado e as áreas semeadas mais precocemente já avançaram para os estádios reprodutivos. A Conab indica que o clima tem favorecido tanto o desenvolvimento da cultura quanto a realização dos tratos culturais. A colheita no estado está prevista para começar em agosto.

No Tocantins, o plantio também foi concluído nas regiões de Formoso do Araguaia e Lagoa da Confusão, destinadas exclusivamente à produção de sementes. Algumas lavouras já entraram em fase reprodutiva e apresentam bom desempenho vegetativo, segundo a análise da Conab.

 





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Paraná bate recorde em exportações de carne suína


O Paraná alcançou, entre janeiro e junho de 2025, o maior volume já registrado de exportações de carne suína em um primeiro semestre, segundo dados da plataforma Comex Stat/MDIC analisados pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (10) no Boletim de Conjuntura Agropecuária.

No período, o estado embarcou 110,7 mil toneladas do produto, o que representa um aumento de 39,4% em comparação com o primeiro semestre de 2024, quando o volume foi 31,3 mil toneladas menor. O total exportado também superou em 6,1% o recorde anterior, de 104,3 mil toneladas, registrado no segundo semestre de 2024.

O desempenho obtido neste primeiro semestre quebra uma sequência de recordes que, até então, ocorriam sempre no segundo semestre. O histórico de exportações mostra que os maiores volumes haviam sido registrados no segundo semestre de 2024 (104,3 mil t), 2023 (87,5 mil t), 2021 (83,5 mil t), 2022 (80,6 mil t), e no primeiro semestre de 2023 (80,5 mil t).

Segundo o Deral, o desempenho atual foi impulsionado pela ampliação de vendas a países parceiros. Hong Kong liderou as compras, com 20,5 mil toneladas adquiridas, um aumento de 23,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Uruguai também ampliou suas aquisições em 23,7%, somando 3,4 mil toneladas adicionais. A Argentina registrou o maior crescimento proporcional, com aumento de 471%, o que corresponde a 13,5 mil toneladas a mais.

Outros destaques foram as exportações para as Filipinas, que se tornaram novo destino da carne suína paranaense, além de crescimentos para o Vietnã (+29,7%) e Costa do Marfim (+41,4%). Por outro lado, houve retração nos embarques para Singapura, Geórgia e Cuba.

Com base na tendência observada nos últimos dez anos, em que o segundo semestre costuma superar o primeiro em volume exportado, a expectativa do Deral é de que o Paraná possa alcançar novo recorde até o fim de 2025.





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Brasil amplia produção de óleo e farelo de soja



Consumo de óleo de soja cresce com demanda interna




Foto: United Soybean Board

A produção de óleo e farelo de soja no Brasil registrou crescimento, impulsionada pelo maior volume de esmagamento da oleaginosa. Os dados constam no Boletim da Safra de Grãos divulgado nesta quinta-feira (10) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

De acordo com o levantamento, a produção de óleo de soja foi revisada para cima em 186 mil toneladas, totalizando agora 11,37 milhões de toneladas. A elevação está associada, principalmente, ao aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel mineral, que ampliou a demanda pelo produto.

O crescimento também se refletiu no consumo interno. Segundo a Conab, a demanda nacional por óleo de soja subiu de 9,69 milhões para 9,88 milhões de toneladas.

Já a produção de farelo de soja teve incremento de 717 mil toneladas, alcançando 43,78 milhões de toneladas. Como consequência, os estoques de farelo aumentaram de 1,43 milhão para 2,28 milhões de toneladas.





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Produção de morango é afetada pelo frio, mas segue em andamento


As condições climáticas adversas têm impactado o desenvolvimento e a colheita do morango em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, conforme apontado pelo Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (10). As baixas temperaturas e as geadas prejudicaram principalmente a maturação dos frutos e causaram danos às plantas em algumas localidades.

Na região de Caxias do Sul, embora as plantas jovens apresentem boa sanidade, o frio intenso e as geadas causaram queimaduras em parte das lavouras adultas. A maturação dos frutos está lenta, e a produção permanece limitada. A comercialização continua pressionada pela entrada de morangos de Minas Gerais. Segundo relatos de produtores, o produto mineiro tem sido oferecido a R$ 28,00/kg, com revenda por aproximadamente R$ 35,00/kg. Já os preços recebidos diretamente do consumidor variaram entre R$ 35,00 e R$ 45,00/kg, enquanto os praticados em Ceasas, por intermediários ou mercados, ficaram entre R$ 30,00 e R$ 40,00/kg.

Em Pelotas, as lavouras de segundo ano produzem em pequenas quantidades. As mudas precoces estão em desenvolvimento vegetativo e com floração reduzida. Mudas transplantadas recentemente, em razão de atrasos na entrega, estão em fase de pegamento. As baixas temperaturas e o tempo nublado favoreceram a incidência de oídio.

Na região de Lajeado, em Feliz, a cultura está em entressafra. Os sistemas de plantio em bancadas ainda não iniciaram a produção. As mudas importadas da Espanha foram implantadas no solo e em slabs, mas a elevada umidade causada pelas chuvas tem favorecido o surgimento de fungos. O morango foi comercializado entre R$ 30,00 e R$ 40,00/kg.

Em Santa Rosa, a colheita ocorre em ritmo lento. A produção está abaixo da média para o período, em decorrência de geadas que provocaram abortamento floral. Os produtores seguem com o plantio de novas mudas, adubação e controle fitossanitário. O preço médio recebido foi de R$ 30,00/kg.

Na região de Soledade, o tempo seco e ensolarado, apesar das geadas, contribuiu para a emissão floral e para a qualidade da produção. A cultura está em estágio de desenvolvimento e colheita.





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Incêndio de grandes proporções atinge silo da Cotribá



Fogo iniciou na noite de sexta-feira (11)




Foto: Reprodução

Um incêndio de grandes proporções atinge, desde a noite de sexta-feira (11), um silo de grãos localizado próximo à BR-116, a poucos quilômetros do centro de Arroio Grande, no sul do Rio Grande do Sul. As chamas permanecem ativas e já causaram o desabamento parcial do teto da estrutura.

A área permanece isolada por risco de colapso, e os trabalhos de combate seguem intensos. Equipes continuam atuando na tentativa de conter o fogo, enquanto toneladas de soja armazenadas no local precisam ser removidas para que o incêndio possa ser completamente extinto.

Mesmo após mais de 48 horas, a fumaça continua densa e já é percebida na área urbana da cidade. A inalação da fumaça pode causar irritação nos olhos, nariz e garganta, além de agravar problemas respiratórios em pessoas sensíveis.

Mangueiras foram posicionadas estrategicamente em estruturas próximas para levar água diretamente ao foco do incêndio, o que possibilitou avanços no controle das chamas. No entanto, a expectativa é de que os trabalhos se estendam pelos próximos dias.

 





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Mato Grosso se consolida como potência global na venda de carne bovina, com…


Mato Grosso é responsável por aproximadamente 3% das exportações globais de carne bovina. Se fosse um país, ocuparia a 9ª posição no ranking mundial de exportadores, segundo dados do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Em 2024, o estado produziu 1,7 milhão de toneladas de carne bovina, liderando o ranking nacional com 17,1% da produção brasileira. Foram abatidos 6,6 milhões de animais no período, consolidando a liderança de Mato Grosso como maior produtor da proteína animal no Brasil.

“Mato Grosso é um importante polo de produção de carne bovina e tem ganhado destaque no mercado internacional não apenas pelo volume de carne in natura, mas também pela exportação de miúdos e subprodutos de origem animal. O crescimento contínuo das exportações nos últimos anos tem deixado o setor cada vez mais otimista”, avalia o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade.

Em 2025, o ritmo de produção segue aquecido, com perspectivas de abertura de novos mercados. De janeiro a maio, o estado já abateu 7,3 milhões de bois, com destaque para o mês de maio, quando mais de 553,2 mil cabeças foram processadas.

Entre os fatores que sustentam o otimismo do setor está a recente autorização, concedida em junho, para a exportação de subprodutos de origem animal destinados à fabricação de extratos para uso farmacêutico aos países da União Econômica Euroasiática.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Rússia, Cazaquistão, Belarus, Armênia e Quirguistão passam agora a importar itens como retina, próstata, cartilagem escapular, ovários e glândulas do timo de bovinos brasileiros.

“A União Econômica Euroasiática representa um mercado de 185 milhões de habitantes e tem ampliado sua demanda por insumos farmacêuticos de origem animal. Essa nova autorização faz parte da estratégia de diversificação da pauta exportadora, com o objetivo de reduzir a dependência de poucos países compradores e ampliar o alcance global dos nossos produtos”, reforça o diretor do Imac.





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Tarifa de Trump pode gerar demissões no agro


A nova tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos deve atingir em cheio o agronegócio brasileiro, especialmente os setores de carne e café, que estão entre os principais produtos exportados para o mercado americano, segundo o advogado tributarista especializado no setor rural, Fernando Melo de Carvalho. A medida pode provocar queda no faturamento das exportações, pressionando margens e levando a cortes de empregos em um setor que emprega mais de 28 milhões de pessoas no país, conforme dados da CNA.

O aumento da tarifa ocorre em um momento já delicado para o agro, que enfrenta juros elevados, menos recursos no Plano Safra e dificuldades no acesso ao crédito. A elevação dos custos para entrar no mercado americano pode reduzir a competitividade dos produtos brasileiros e desestimular a atividade exportadora, afetando diretamente produtores que dependem desse canal de vendas.

“Essa tarifa vem em um momento muito delicado e deve impactar a rentabilidade de quem depende das exportações para os Estados Unidos. Apesar dos preços terem uma tendência de queda, por outro lado, isso desestimula as atividades ligadas à exportação, reduz o faturamento e pode levar a demissões”, alertou.

Além do agronegócio, setores da indústria também devem ser impactados, especialmente aqueles que utilizam insumos importados. O encarecimento desses itens pode comprometer cadeias produtivas e aumentar os custos internos de produção.

Tarifas de importação são ferramentas frequentemente utilizadas por países para proteger mercados internos ou estimular segmentos estratégicos. No entanto, o uso desse instrumento de forma abrupta pode gerar desequilíbrios e prejudicar tanto exportadores quanto consumidores nos países envolvidos.

“Na nossa Constituição, existe a previsão de utilizar certos impostos como mecanismo de controle. Por exemplo, pode-se aumentar o imposto de importação sobre determinado produto que não se deseja no mercado brasileiro, para proteger a produção nacional. Mas esse tipo de medida deve ser usado com cautela, justamente para não prejudicar não só as exportações de produtos agropecuários, mas também os importadores, como o mercado americano, que consome fortemente a nossa carne”, completou.

 





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