sábado, junho 13, 2026

News

News

Veto da União Europeia gera preocupação entre exportadores de carne de frango


A recente decisão da União Europeia de impor novas exigências para a importação de carne de frango gerou preocupação entre exportadores e entidades do setor. As mudanças, que visam aumentar a rastreabilidade e o controle de antimicrobianos, podem impactar significativamente as exportações brasileiras, especialmente considerando a importância do mercado europeu como vitrine para outros países.

Impacto das novas exigências

Embora a União Europeia não seja o principal destino em volume para a carne de frango brasileira, o mercado europeu é considerado estratégico devido à sua remuneração e influência sobre outros mercados. O analista de mercado Fernando Iglesias destacou que:

  • A carne de frango é um dos principais produtos exportados pelo Brasil para a Europa.
  • As exigências da UE podem ser seguidas por outros mercados relevantes, como a China.
  • A rastreabilidade ao longo da cadeia produtiva se tornará uma exigência crescente.

Preparação do setor

O Brasil precisa se adaptar rapidamente às novas regras para manter sua relevância no comércio internacional. Iglesias mencionou que:

  • A avicultura brasileira já possui um sistema integrado que facilita a comprovação da rastreabilidade.
  • As mudanças regulatórias foram anunciadas em 2019, dando tempo para que o setor se preparasse.
  • Outros países, como Paraguai e Uruguai, já se adequaram e continuarão exportando.

Consequências e próximos passos

A confirmação do veto pela União Europeia exige que o Brasil apresente a documentação necessária para continuar exportando. O vice-presidente Alkman e líderes do setor já estão buscando reverter a situação. Iglesias ressaltou que:

  • As mudanças precisam ser viáveis economicamente para todos os elos da cadeia produtiva.
  • A compensação pelos custos adicionais será crucial para motivar a produção.
  • A legislação rigorosa pode se espalhar para outros mercados, aumentando a pressão sobre o setor.

O post Veto da União Europeia gera preocupação entre exportadores de carne de frango apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Ciclone extra tropical traz temporais para o Sul e Centro-Oeste do Brasil


Um ciclone extra tropical está se formando sobre o Uruguai e deve trazer instabilidades para a região Sul do Brasil. A previsão indica que, ao longo da semana, as chuvas avançarão para o Centro-Oeste, com volumes significativos em estados como Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Previsão de chuvas intensas

Os acumulados de chuva podem ultrapassar os 100 mm em cinco dias, especialmente nas seguintes regiões:

  • Paraná: até 150 mm
  • São Paulo: até 100 mm
  • Mato Grosso do Sul: até 100 mm

Além das chuvas, há a possibilidade de temporais com rajadas de vento intensas e queda de granizo.

Impactos nas atividades rurais

A expectativa é que as chuvas prejudique os trabalhos em campo, especialmente no Paraná, onde o acúmulo de água pode afetar as lavouras.

Condições climáticas em outras regiões

No interior do Mato Grosso, o tempo deve permanecer quente e seco por cerca de 10 dias. A previsão é de que a chuva chegue ao Brasil Central, mas com volumes que não devem recuperar o déficit hídrico da região.

A terça-feira será marcada por sol em boa parte do Sudeste e Centro-Oeste, com máximas chegando a 35ºC, enquanto as mínimas podem oscilar entre 10 e 15ºC.

Previsão para Porto Alegre

A capital gaúcha, Porto Alegre, deve enfrentar chuvas na terça e quarta-feira, com o tempo voltando a ficar firme na quinta-feira, quando há previsão de chuvas passageiras.

O post Ciclone extra tropical traz temporais para o Sul e Centro-Oeste do Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Mato Grosso do Sul deve receber novos volumes de chuva nos próximos dias


Nos próximos dias, Mato Grosso do Sul deve receber volumes significativos de chuva, com a previsão de até 100 mm em algumas regiões, o que pode aliviar a seca que afeta a pastagem local.

Previsão de chuvas

De acordo com o meteorologista Artur Miller, a condição de chuvas se intensificará devido à atuação de um ciclone na região. As chuvas devem ocorrer principalmente no centro-sul do estado, com volumes que podem chegar a:

  • 30 a 40 mm em Paranaíba nos próximos dias
  • 100 mm em cinco dias em outras áreas do centro-sul

Tendências futuras

A previsão indica que, após o dia 19 de junho, o tempo deve se estabilizar, com temperaturas elevadas e secas predominando. A expectativa é que o clima quente e seco se mantenha até o final de setembro, intercalado com algumas chuvas.

Impacto nas pastagens

A chuva prevista é considerada muito bem-vinda, pois ajudará a repor a umidade do solo e a manter a qualidade das pastagens, que estavam secando. A temperatura máxima deve voltar a patamares elevados, entre 33º e 34º, conforme avançamos para julho e agosto, especialmente com o retorno do fenômeno El Niño.

O post Mato Grosso do Sul deve receber novos volumes de chuva nos próximos dias apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Escalada tarifária entre Brasil e EUA é principal risco na relação bilateral, diz JPMorgan


Lula critica investigação dos EUA sobre produtos brasileiros e cita Pix em evento em Goiás

A economista-chefe do JPMorgan para o Brasil, Cassiana Fernandez, afirmou nesta terça-feira (9), em São Paulo, que o principal risco para a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos é uma eventual escalada de tarifas após as medidas anunciadas pelo governo do presidente Donald Trump. Segundo ela, o país deve permanecer na negociação para evitar novas barreiras comerciais. A avaliação foi apresentada no Seminário Econômico Brasil-EUA, organizado pelo Lide.

De acordo com Fernandez, a tarifa comercial dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, na média ponderada, era de cerca de 11%. Pelos cálculos apresentados pela economista, esse percentual pode subir para 19% caso se confirme o anúncio adicional de tarifas de 25% ao Brasil.

Segundo a economista, o efeito das tarifas não é uniforme. Ela afirmou que uma alíquota mais alta pode atingir cadeias específicas, ainda que o impacto agregado sobre as exportações brasileiras para os EUA hoje seja limitado, porque esse fluxo ainda é relativamente pequeno em comparação com outros mercados e canais da economia.

Receba no seu e-mail as notícias mais importantes do dia, análises de mercado e os principais fatos que movimentam o agronegócio: assine a newsletter do Canal Rural

A avaliação do JPMorgan é que o maior risco está na resposta brasileira às medidas americanas. Na leitura de Fernandez, uma retaliação com novas tarifas de importação ampliaria a pressão inflacionária doméstica em um ambiente macroeconômico já deteriorado.

Ela também destacou uma assimetria na relação bilateral. De um lado, há pressão tarifária sobre o comércio. De outro, permanece relevante o fluxo de investimento direto dos Estados Unidos no Brasil. Segundo Fernandez, o investimento direto no país neste ano deve somar 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB), dos quais cerca de 19% teriam origem americana. O percentual, segundo ela, supera a participação estimada da China, entre 7% e 8%.

Para setores exportadores, incluindo cadeias agroindustriais, o quadro exige monitoramento porque mudanças tarifárias podem alterar competitividade, custo de acesso ao mercado americano e decisões de investimento. O material apresentado no evento não detalhou quais segmentos seriam mais afetados.

A orientação defendida pela economista é preservar a mesa de negociação e o ambiente de investimento, com foco em previsibilidade regulatória e estabilidade macroeconômica. Sem definição sobre a efetivação das novas tarifas e sem recorte setorial detalhado, ainda não há base suficiente para dimensionar os efeitos sobre cada cadeia produtiva.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Escalada tarifária entre Brasil e EUA é principal risco na relação bilateral, diz JPMorgan apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Fiscalização de concessões de rodovias federais entra em debate na Câmara


Fiscalização de concessões de rodovias federais entra em debate na Câmara

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados realiza nesta quarta-feira (10), às 10 horas, uma audiência pública para discutir a fiscalização dos contratos de concessão de rodovias federais. O debate ocorrerá no plenário 9 e foi solicitado pelo deputado Jorge Solla (PT-BA). Segundo a Câmara, o tema foi incluído entre as prioridades do Plano Anual de Fiscalização e Controle (PAFC 2026), aprovado em março.

De acordo com as informações divulgadas pela Câmara dos Deputados, a audiência tem o objetivo de reunir elementos para instruir os trabalhos de fiscalização e auditoria previstos no PAFC 2026. O plano orienta, ao longo do ano, as ações da comissão em temas considerados prioritários para acompanhamento.

Na justificativa do pedido, o deputado Jorge Solla, relator do plano, afirmou que a audiência pública deverá fornecer informações relevantes para subsidiar a atuação do colegiado sobre os contratos de concessão de rodovias federais. O material divulgado até o momento, no entanto, não detalha quais contratos específicos estarão no foco do debate nem quais pontos da fiscalização deverão receber maior atenção.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

A Câmara também informou que haverá convidados, mas a lista completa não foi apresentada no conteúdo disponível. Sem essa relação, não é possível identificar, neste momento, quais órgãos reguladores, concessionárias, entidades técnicas ou representantes do setor de transportes participarão da audiência.

O tema tem relação direta com a malha logística nacional, uma vez que rodovias federais concedidas fazem parte do transporte de cargas em diferentes cadeias produtivas. Em casos desse tipo, a fiscalização contratual costuma envolver aspectos como cumprimento de investimentos, manutenção da infraestrutura, prestação de serviços, cronogramas e execução de obrigações previstas em edital e contrato.

Para o setor produtivo, o acompanhamento desses contratos pode influenciar as condições de circulação de mercadorias, embora a audiência anunciada tenha caráter informativo e fiscalizador, sem indicação, até o momento, de deliberação sobre novas regras ou mudanças imediatas.

O desdobramento técnico da audiência dependerá das informações apresentadas pelos convidados e dos próximos encaminhamentos da comissão no âmbito do PAFC 2026. Até aqui, não há anúncio de medidas operacionais, revisão contratual ou alteração regulatória decorrente do debate.

Fonte: camara.leg.br

O post Fiscalização de concessões de rodovias federais entra em debate na Câmara apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Soja inicia junho com negócios aquecidos no Brasil


O mercado brasileiro de soja iniciou junho com negociações aquecidas, segundo pesquisadores do Cepea. A liquidez elevada é sustentada pelo ritmo forte das exportações e pela demanda da indústria nacional de processamento, fatores que limitaram quedas mais intensas nos preços da oleaginosa.

De acordo com pesquisadores do Cepea, o bom desempenho da demanda tem ajudado a conter recuos mais expressivos nos preços da soja no mercado interno. O movimento ocorre mesmo em um cenário de safra recorde no Brasil e de expectativas favoráveis para a oferta global.

A pressão de oferta vem principalmente do avanço da colheita na Argentina e da semeadura da nova safra nos Estados Unidos. Ainda assim, o interesse de compradores externos e da indústria brasileira mantém o mercado ativo neste início de junho.

Os embarques confirmam a força da procura pela soja brasileira. Segundo dados divulgados pela Secex, o Brasil exportou 14,82 milhões de toneladas do grão em maio.

O volume representa queda de 11,5% frente a abril, mas avanço de 5,1% em relação a maio de 2025. No acumulado de janeiro a maio, os embarques são recordes para o período, de acordo com os dados da Secex.

No campo, produtores brasileiros se preparam para o vazio sanitário da soja, medida fitossanitária adotada para reduzir a presença de plantas vivas de soja e ajudar no controle da ferrugem asiática.

A prática é considerada estratégica para diminuir a pressão da doença entre uma safra e outra e preservar a sanidade das lavouras no próximo ciclo.

No mercado internacional, a atenção também está voltada aos Estados Unidos. De acordo com o USDA, até o encerramento de maio, a semeadura da safra 2026/27 atingiu 87% da área prevista.

O índice supera a média de 80% registrada nos últimos cinco anos, indicando avanço favorável dos trabalhos de campo no país.

Na Argentina, a Bolsa de Cereales informou que a colheita da soja alcançou 91,7% da área. O avanço reforça o cenário de maior disponibilidade da oleaginosa na América do Sul, ao lado da safra recorde brasileira.

Mesmo com esse aumento de oferta, a demanda externa e o consumo da indústria doméstica seguem dando sustentação ao mercado brasileiro da soja.

A tendência para as próximas semanas dependerá do equilíbrio entre a entrada de oferta sul-americana, o avanço da safra norte-americana e o ritmo das exportações brasileiras. Por enquanto, segundo pesquisadores do Cepea, a demanda aquecida tem sido decisiva para evitar quedas mais fortes nas cotações.

 





Source link

News

FGV aponta recuo de preços agropecuários e desaceleração do IGP-DI em maio


Agropecuária desacelera inflação no atacado do IGP-DI em maio

A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou nesta terça-feira (9) que a queda de 0,03% nos preços dos produtos agropecuários ajudou a desacelerar a inflação no atacado em maio, dentro do Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI). No mês, o IGP-DI passou de alta de 2,41% em abril para avanço de 0,87%. Já o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI) saiu de 3,09% para 0,95% no mesmo intervalo.

Segundo a FGV, a perda de força do índice em maio esteve ligada ao comportamento da agropecuária no atacado. Em nota oficial, o economista Matheus Dias, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), afirmou que a desaceleração em relação a abril pode ser atribuída ao recuo de preços no setor, com reflexos sobre o IPA e também sobre o Índice de Preços ao Consumidor (IPC).

Entre os principais alívios do atacado em maio, apareceram cana-de-açúcar, com queda de 8,56%, café em grão, com recuo de 7,69%, álcool etílico anidro, com baixa de 15,71%, milho em grão, com retração de 2,76%, e bovinos, com redução de 1,22%.

Receba no seu e-mail as notícias mais importantes do dia, análises de mercado e os principais fatos que movimentam o agronegócio: assine a newsletter do Canal Rural

Dias destacou que cana e milho também influenciaram o comportamento do álcool etílico anidro, já que são matérias-primas do etanol. O movimento mostra como a variação de commodities agrícolas e pecuárias pode se espalhar por outros segmentos do atacado, inclusive energia e biocombustíveis.

Na direção oposta, algumas mercadorias registraram pressão de alta no período. Os maiores avanços foram observados em leite in natura, com 9,08%, batata inglesa, com 81,42%, querosene de aviação, com 51,68%, óleos lubrificantes, com 24,59%, e feijão em grão, com 14,71%.

Para o setor agropecuário, os dados indicam um cenário heterogêneo entre cadeias produtivas. Enquanto parte dos produtos perdeu valor no atacado, outros itens seguiram em alta, o que exige acompanhamento dos custos, das margens e da formação de preços nas próximas divulgações.

Os números de maio mostram que a agropecuária teve papel relevante na moderação do IGP-DI, sobretudo pelo recuo de produtos com peso no atacado. Ainda assim, a composição do índice segue desigual entre cadeias, e a trajetória dos preços nos próximos meses dependerá da continuidade desse movimento, segundo os dados divulgados pela FGV.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post FGV aponta recuo de preços agropecuários e desaceleração do IGP-DI em maio apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Embrapa divulga nota técnica sobre espécies aquícolas em lista de invasoras


Conabio adia por 90 dias decisão sobre inclusão da tilápia em lista de invasoras

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), por meio da Embrapa Pesca e Aquicultura, divulgou nesta terça-feira (9) uma nota técnica sobre espécies aquícolas incluídas em lista de exóticas invasoras da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio). Segundo o material informado, o tambaqui está entre as espécies abordadas no documento. A íntegra da nota e os fundamentos técnicos detalhados não foram apresentados no conteúdo disponibilizado até o momento.

A manifestação da Embrapa ocorre em um tema sensível para a aquicultura brasileira, porque listas de espécies exóticas invasoras podem influenciar regras de cultivo, transporte, licenciamento ambiental e manejo produtivo em diferentes estados. Quando uma espécie passa a ser tratada sob esse enquadramento, produtores, empresas e órgãos reguladores precisam observar efeitos operacionais e jurídicos sobre a atividade.

No conteúdo disponível, a Embrapa Pesca e Aquicultura informa que redigiu uma nota técnica a respeito das espécies aquícolas citadas pela Conabio. A imagem associada ao material destaca o tambaqui, espécie de ampla presença na piscicultura nacional. No entanto, não há, até aqui, detalhamento público sobre quais pontos científicos, produtivos ou regulatórios foram apresentados no documento.

Receba no seu e-mail as notícias mais importantes do dia, análises de mercado e os principais fatos que movimentam o agronegócio: assine a newsletter do Canal Rural

A discussão envolve o equilíbrio entre conservação da biodiversidade e produção aquícola. Em termos técnicos, a classificação de espécies como exóticas invasoras costuma considerar risco de dispersão, interação com ecossistemas locais e potenciais efeitos sobre espécies nativas. Para o setor produtivo, o tema também exige avaliação sobre sistemas de cultivo, contenção, rastreabilidade e normas ambientais aplicáveis.

Sem acesso ao teor completo da nota, não é possível afirmar quais recomendações foram feitas pela Embrapa nem quais desdobramentos regulatórios imediatos poderão ocorrer. Também não foram informados, no material de origem, prazos, medidas administrativas ou eventuais mudanças em regras para produtores.

O tema deve seguir em acompanhamento técnico, porque eventuais definições sobre espécies aquícolas podem afetar planejamento produtivo e exigências regulatórias na piscicultura. Até a divulgação integral da nota técnica e de posicionamentos complementares da Conabio, os efeitos práticos para o setor permanecem sem detalhamento oficial.

Fonte: embrapa.br

O post Embrapa divulga nota técnica sobre espécies aquícolas em lista de invasoras apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Embrapa realiza evento de 51 anos em Sergipe com foco na agricultura familiar


Mostra em Brasília debate autonomia produtiva de mulheres rurais e destaca apoio a quintais

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) realiza nesta quinta-feira (11), em Aracaju, um evento para marcar os 51 anos de atuação da instituição em Sergipe. Segundo o material de divulgação informado nesta terça-feira (9), a comemoração terá como eixo a agricultura familiar agroecológica e ocorrerá na área externa da unidade sediada na capital sergipana.

A programação anunciada pela Embrapa insere a data institucional em um contexto de atenção a sistemas produtivos de menor escala, com ênfase em práticas agroecológicas. Esse direcionamento tem relação com um segmento relevante da produção rural do estado, especialmente em cadeias de alimentos, hortaliças, frutas, criação de pequeno porte e abastecimento local.

No comunicado disponível, a instituição informa a realização do evento em 11 de junho de 2026, mas não detalha, no conteúdo fornecido, o número de atividades previstas, os horários da programação, os participantes confirmados nem possíveis demonstrações técnicas. Também não foram apresentados, até o material encaminhado, dados adicionais sobre metas, projetos ou resultados que serão divulgados durante a comemoração.

Receba no seu celular atualizações em tempo real, enquetes interativas e tudo o que impacta o dia a dia no campo: entre agora no Whatsapp do Canal Rural!

Ainda assim, o foco na agricultura familiar agroecológica indica uma linha de atuação conectada à difusão de tecnologias adaptadas, ao manejo com menor dependência de insumos externos e à valorização de sistemas de produção voltados ao mercado regional. Para produtores, cooperativas, técnicos e organizações locais, esse tipo de agenda costuma concentrar informações sobre pesquisa aplicada, capacitação e alternativas produtivas alinhadas às condições do Semiárido e da faixa litorânea nordestina.

A Embrapa é um dos principais órgãos de pesquisa agropecuária do país, e eventos institucionais com recorte temático podem funcionar como vitrine para projetos em andamento e para a aproximação com agricultores, entidades de extensão rural e demais agentes das cadeias produtivas.

Sem a programação completa e sem dados técnicos adicionais no material disponível, ainda não é possível dimensionar os desdobramentos práticos do evento. A expectativa objetiva, a partir do foco anunciado, é de atualização sobre ações de pesquisa e transferência de conhecimento voltadas à agricultura familiar em Sergipe.

Fonte: embrapa.br

O post Embrapa realiza evento de 51 anos em Sergipe com foco na agricultura familiar apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Juros futuros recuam antes de leilões do Tesouro Nacional


Juros futuros recuam e curva perde inclinação nesta segunda-feira

As taxas dos contratos futuros de juros de médio e longo prazo operavam em queda na manhã desta terça-feira (9), em linha com o recuo do dólar, do petróleo e dos rendimentos dos Treasuries dos Estados Unidos. O movimento ocorreu antes dos leilões do Tesouro Nacional previstos para as 11h e após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a possibilidade de um acordo de paz com o Irã.

No mercado doméstico, os vencimentos mais longos mostravam alívio, enquanto os contratos curtos rondavam a estabilidade. Às 9h10, a taxa do depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 subia para 14,505%, ante 14,473% no ajuste anterior. Já o DI para janeiro de 2029 caía para 14,865%, de 14,928%, e o DI para janeiro de 2030 recuava para 14,705%, ante 14,774% no fechamento de segunda-feira (8).

Segundo o material de mercado informado no conteúdo, a leitura dos agentes foi de que o ambiente externo favorecia um movimento de acomodação nas curvas de juros. A redução dos rendimentos dos títulos norte-americanos e o comportamento do petróleo ajudavam a diminuir a pressão sobre os ativos locais no início do pregão.

Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

No centro da atenção doméstica estavam os leilões de títulos públicos NTN-B e LFT do Tesouro Nacional. Em relatório, Luis Felipe Laudisio, cogestor da Warren Investimentos, avaliou que uma oferta elevada poderia exigir prêmios maiores do mercado, o que limitaria o alívio observado no exterior. A avaliação indica que o volume ofertado seria um fator relevante para a formação das taxas ao longo do dia.

Para o setor agropecuário, o comportamento da curva de juros é acompanhado porque serve de referência para o custo de financiamento na economia. Embora o conteúdo não detalhe efeitos imediatos sobre linhas específicas de crédito rural, oscilações nas taxas futuras influenciam o ambiente financeiro de produtores, cooperativas e agroindústrias, especialmente em decisões de capital de giro, investimento e rolagem de dívida.

O resultado dos leilões e a continuidade do movimento externo devem seguir no radar do mercado ao longo desta terça-feira (9). Sem novas informações sobre o volume efetivamente ofertado pelo Tesouro Nacional e sobre o fechamento da sessão, não há base suficiente para projetar a trajetória dos juros nos próximos pregões.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Juros futuros recuam antes de leilões do Tesouro Nacional apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link