sábado, junho 13, 2026

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Dificuldades financeiras dos produtores rurais são discutidas em reunião


A reunião da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) nesta terça-feira abordou a crescente dificuldade financeira enfrentada pelos produtores rurais, destacando a necessidade urgente de políticas públicas mais eficazes.

Contexto da crise financeira

Os sinais de dificuldades financeiras no campo não são recentes. Há meses, entidades do setor alertam sobre os efeitos combinados de juros elevados, adversidades climáticas e a queda de rentabilidade de diversas atividades agrícolas.

Pontos centrais discutidos

  • Aumento dos custos de produção.
  • Necessidade de renegociação de dívidas.
  • Falta de um seguro rural abrangente.
  • Importância de políticas públicas preventivas.
  • Dependência excessiva dos produtores em relação ao governo.

Desdobramentos e soluções propostas

Os especialistas presentes na reunião enfatizaram que é crucial implementar um seguro rural mais robusto, que atualmente cobre apenas 3,5% da área plantada no Brasil, em comparação com países como os Estados Unidos, onde a cobertura é quase total. Além disso, foi ressaltada a necessidade de um planejamento adequado para evitar que os produtores cheguem a situações críticas que exigem medidas emergenciais.

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Estudo revela que agronegócio pode impulsionar florestas no Brasil


Um estudo a ser apresentado nas três COPS deste ano indica que o agronegócio pode desempenhar um papel crucial na expansão das florestas brasileiras. A pesquisa destaca oportunidades para conservação, restauração ambiental e geração de renda no campo, além de reforçar a importância das florestas para o clima e a produção agropecuária.

Importância das florestas para o agronegócio

Roberto Vac, presidente do conselho do Instituto Arapiaú, enfatiza que as florestas são essenciais para a manutenção dos serviços ecossistêmicos, como:

  • Provimento de água
  • Regulação do clima
  • Manutenção da biodiversidade

Esses serviços são fundamentais para a produção agrícola e a rentabilidade do produtor rural.

O papel do agronegócio na conservação

O agronegócio brasileiro detém cerca de 40% da área de florestas do país, o que o torna um grande aliado na conservação ambiental. Vac ressalta que:

  • As florestas contribuem para a regulação das chuvas
  • O Brasil é pouco dependente de irrigação
  • A restauração florestal pode gerar novas oportunidades econômicas

Além disso, a valoração dos serviços ecossistêmicos, como o crédito de carbono, está se tornando uma realidade no mercado nacional e internacional.

Desafios e oportunidades futuras

Vac aponta que o grande desafio para o agronegócio e as florestas é a valoração dos serviços ecossistêmicos, especialmente em relação aos recursos hídricos e polinizadores. O reconhecimento desses serviços pode beneficiar o agronegócio, que já é o maior detentor desse patrimônio natural, essencial para a produção de alimentos e energia.

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Frente fria avança pelo Brasil e impacta colheita do milho


A colheita do milho avança no Brasil, com cerca de 3% das áreas colhidas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB). O estado de Mato Grosso lidera os trabalhos, com 6% da área já colhida, enquanto Tocantins e Maranhão também iniciam suas colheitas, mas com atrasos em relação ao ano passado.

Impactos do clima na colheita

O clima quente e seco tem acelerado a maturação do milho, mas também prejudicado lavouras semeadas mais tarde. A previsão é de que a colheita avance nas regiões do Matopiba e Centro-Oeste, embora a falta de chuvas volumosas possa atrasar o processo em algumas áreas.

  • Mato Grosso: 6% da área colhida
  • Tocantins e Maranhão: cerca de 3% colhido
  • Atrasos em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraná

Previsão de chuvas e suas consequências

Nos próximos dias, a frente fria deve trazer chuvas intensas, especialmente para o Paraná, onde o volume pode ultrapassar 100 mm, inviabilizando os trabalhos em campo. Em Assis Chateaubriand, no oeste do Paraná, as chuvas volumosas podem atrapalhar a colheita até o final da semana.

  • Previsão de chuvas volumosas no Paraná
  • Janela de tempo firme de 3 a 4 dias prevista para a próxima semana
  • Possibilidade de geadas em áreas da Serra Gaúcha e Catarinense

Condições climáticas em outras regiões

No Brasil Central, os trabalhos em campo devem ocorrer normalmente, com previsão de chuvas passageiras que não devem atrapalhar a colheita. No entanto, a combinação de calor e umidade na região Norte pode trazer chuvas significativas, especialmente em Roraima e no Norte do Pará.

  • Roraima: maior volume de chuvas previsto
  • Calor e umidade podem gerar nuvens carregadas
  • Risco de incêndios devido à falta de nuvens no Brasil Central

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Colheita do milho avança em Sorriso, mas custos preocupam produtores


A colheita do milho segunda safra em Sorriso, Mato Grosso, avança com boas expectativas de produtividade, mas os produtores estão preocupados com os altos custos da próxima temporada.

Avanço da colheita em Sorriso

As máquinas já estão em operação nas áreas irrigadas e nas lavouras semeadas mais cedo. Com chuvas regulares ao longo do ciclo, o cereal apresentou bom desenvolvimento. No entanto, cerca de 25% das áreas foram plantadas fora da janela ideal, o que pode impactar a produtividade.

Custos de produção em alta

Os produtores estão atentos aos custos de produção, que incluem:

  • Preços elevados dos fertilizantes, especialmente a ureia
  • Desafios de rentabilidade
  • Incertezas no mercado internacional

O custo médio do milho na região gira em torno de 108 a 110 saques, o que é considerado alto pelos agricultores.

Expectativas para a safra

A colheita do milho em Mato Grosso está avançando, com 5,85% dos 7,4 milhões de hectares previstos já colhidos até o dia 5 de junho. A expectativa é de uma safra histórica, estimada em 53,3 milhões de toneladas, embora o ritmo de colheita ainda esteja abaixo da média das últimas cinco safras.

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Revisão de jornada poderá ter ajuste específico para caminhoneiros, diz ministro


Custos operacionais mantêm fretes agropecuários em patamar elevado

O ministro dos Transportes, George Santoro, afirmou nesta terça-feira (9) que eventuais ajustes para caminhoneiros, no contexto da revisão das regras de jornada e escala de trabalho, poderão ser definidos por regulamentação específica e por acordos coletivos com a categoria. Segundo ele, o transporte rodoviário de cargas já opera sob legislação própria e, por isso, os motoristas profissionais não devem ser diretamente alcançados pelas mudanças em debate.

Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Santoro disse que o setor de transporte de cargas tem regras específicas e pode receber tratamento regulatório próprio, caso a revisão da escala exija adequações. Na declaração, o ministro afirmou que eventuais efeitos das mudanças tendem a recair mais sobre embarcadores e operadores logísticos do que sobre os caminhoneiros.

Até o momento, o conteúdo detalhado da revisão, os parâmetros exatos da nova escala e o cronograma completo de implementação não foram apresentados no material disponível. Também não há informação, no conteúdo fornecido, sobre quais dispositivos da legislação atual poderão ser alterados nem sobre percentuais, custos ou alcance operacional das medidas.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

Para o setor agropecuário, o tema é acompanhado com atenção porque o transporte rodoviário é a principal base de escoamento de grãos, proteínas, insumos e produtos perecíveis no Brasil. Qualquer mudança em jornada, descanso, escala ou custos operacionais pode interferir na organização de fretes, na disponibilidade de motoristas e no planejamento logístico de tradings, cooperativas, agroindústrias e produtores.

Santoro afirmou ainda que o período de transição previsto deverá permitir adaptação gradual de empresas e trabalhadores. A sinalização de possível regulamentação específica busca acomodar as particularidades do transporte de cargas, segmento que opera com rotas de longa distância, janelas de entrega e exigências legais próprias.

No estágio atual, a principal referência técnica é a indicação de que o transporte rodoviário de cargas poderá ter tratamento regulatório diferenciado. Uma avaliação mais precisa sobre efeitos em frete, operação e logística rural dependerá da publicação das regras, dos prazos de transição e da eventual formalização de acordos coletivos no setor.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & Agro

Entenda o impacto da segunda safra no preço do milho



Compradores nacionais seguem pouco ativos nas aquisições de milho



Foto: Divulgação

O mercado brasileiro de milho iniciou junho com preços em baixa na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo dados divulgados pelo Centro de Pesquisas, a retração está ligada ao afastamento dos compradores no mercado spot, à atenção sobre a colheita da segunda safra e ao recuo das cotações internacionais.

Os compradores nacionais seguem pouco ativos nas aquisições de milho no mercado spot. De acordo com levantamento do Cepea, parte desses demandantes ainda conta com estoques suficientes para atender ao consumo no curto prazo, o que reduz a necessidade de novas compras.

Além disso, agentes do mercado acompanham o avanço da colheita da segunda safra e as quedas recentes nos preços internacionais. Esse movimento reduz a paridade de exportação e aumenta a pressão sobre os valores praticados no mercado doméstico.

Apesar do cenário de baixa, nem todos os vendedores estão dispostos a negociar. Segundo pesquisadores do Cepea, agentes que não precisam fazer caixa ou liberar espaço nos armazéns seguem limitando as vendas.

A expectativa desse grupo é de alguma sustentação nos preços, diante da previsão de menor produção em 2025/26 e dos possíveis efeitos da seca sobre a produtividade. As principais preocupações estão concentradas em Goiás e em partes de Mato Grosso do Sul, além dos impactos das geadas no Paraná.

No cenário internacional, o milho registrou forte desvalorização no começo de junho. De acordo com o Cepea, a baixa foi influenciada pela melhora das condições climáticas nas regiões produtoras dos Estados Unidos e pelo aumento da oferta na América do Sul.

A colheita da segunda temporada no Brasil e a boa produção na Argentina também contribuíram para ampliar a disponibilidade do cereal. Outro fator de pressão veio do trigo, que também apresentou queda nos preços e reforçou o movimento de desvalorização do milho.

O mercado do milho deve continuar atento ao ritmo da colheita, à demanda interna e ao comportamento dos preços internacionais. Enquanto compradores mantêm postura cautelosa, vendedores avaliam os riscos climáticos e tentam evitar novas perdas nas cotações.

 

 

 





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‘Respeitar o vazio sanitário é a lição de casa em meio à safra desafiadora’, diz presidente da Aprosoja-SP


soja vazio sanitario solo palhada
Foto: Daniel Popov/Canal Rural

O início do período de vazio sanitário da soja em São Paulo no último dia 1º acende um alerta para os produtores rurais sobre a necessidade de eliminar plantas voluntárias e restos culturais das áreas de cultivo. A medida é considerada fundamental para reduzir a presença da ferrugem asiática, uma das doenças mais severas da soja, e garantir melhores condições para o desenvolvimento da próxima safra.

De acordo com o presidente da Aprosoja São Paulo, Andrey Rodrigues, o cumprimento da determinação é uma responsabilidade dos produtores e uma ferramenta importante para proteger a rentabilidade das propriedades.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

“É muito importante que nós, produtores, preservemos essa situação para que não sobrem restos de cultura ou ‘pés de soja’ que possam nos prejudicar na próxima safra da oleaginosa”, afirma.

Segundo Rodrigues, o setor enfrenta um cenário desafiador, marcado por custos elevados e margens apertadas, o que torna ainda mais importante a adoção de medidas preventivas no campo.

“Passamos por momentos difíceis em termos de custo. A nova safra será desafiadora em relação à rentabilidade. São Paulo colheu bem e, graças à nossa produtividade, estamos relativamente equilibrados”, destaca.

Ele também ressalta que muitos produtores aguardam medidas que possam contribuir para a recuperação financeira do setor, especialmente em relação ao crédito rural e à renegociação de dívidas.

“Uma grande parte dos produtores ainda aguarda ações positivas do governo em relação às prorrogações de dívidas e ao acesso ao crédito em melhores condições. Mais do que nunca, é hora de fazermos a lição de casa em meio à safra desafiadora, preservando o vazio sanitário”, diz.

Para a associação, a eliminação de plantas remanescentes durante o período determinado é uma etapa essencial para evitar problemas fitossanitários e preservar o potencial produtivo das lavouras que serão implantadas na safra 2026/27.

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Mapas mostram concentração de cervejarias no Sudeste e no Sul do Brasil


Mapas mostram concentração de cervejarias no Sudeste e no Sul do Brasil

Mapas sobre a produção de cerveja no Brasil mostram concentração das cervejarias nas regiões Sudeste e Sul, segundo conteúdo divulgado nesta segunda-feira (9). O material trata da organização territorial do setor e da localização das unidades produtivas em um segmento ligado à indústria de bebidas e ao processamento de matérias-primas agroindustriais. O recorte apresentado, no entanto, não detalha no conteúdo disponível o número exato de estabelecimentos por estado nem a base estatística utilizada.

A distribuição regional das cervejarias ajuda a identificar onde estão concentradas etapas de processamento, logística e acesso ao mercado consumidor. No caso brasileiro, Sudeste e Sul reúnem historicamente maior densidade industrial, malha logística mais estruturada e mercados urbanos mais amplos, fatores que costumam influenciar a instalação de unidades fabris.

Embora o conteúdo original mencione mapas da produção de cerveja, não há, no trecho disponibilizado, dados numéricos sobre volume produzido, participação regional, série histórica ou evolução do número de cervejarias. Também não foram informados, de forma explícita, os estados com maior concentração, nem a instituição responsável pelo levantamento cartográfico.

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Do ponto de vista setorial, a localização das cervejarias tem relação com cadeias de suprimento de insumos como cevada, milho, açúcar e água, além de embalagens, energia e transporte. A análise territorial também pode contribuir para avaliar padrões de interiorização industrial, demanda por infraestrutura e integração entre produção agropecuária e agroindústria de bebidas.

Em termos econômicos, mapas desse tipo servem como ferramenta para planejamento regional, identificação de polos produtivos e entendimento da distribuição espacial de empresas ligadas ao processamento de alimentos e bebidas. Sem a publicação completa do estudo, porém, não é possível avançar com precisão sobre impactos regionais, participação de mercado ou tendências de expansão do setor.

A leitura técnica do material indica predominância territorial das cervejarias no Sudeste e no Sul, mas uma análise mais aprofundada depende da divulgação da metodologia, dos dados por estado e dos indicadores de produção, emprego e capacidade instalada.

Fonte: embrapa.br

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Mapa confirma primeiros casos de greening em citros no Rio Grande do Sul


Rio Grande do Sul confirma primeiros casos de greening em plantas cítricas

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou na segunda-feira (8) os primeiros casos de greening, também chamado de Huanglongbing (HLB), em plantas cítricas no Rio Grande do Sul. A ocorrência foi identificada em um pomar doméstico no município de Palmitinho, na região do Médio Alto Uruguai, próximo à divisa com Santa Catarina. A confirmação ocorreu após análises laboratoriais da rede do ministério.

Segundo o Mapa, equipes do órgão e da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Estado do Rio Grande do Sul (Seapi-RS) já atuam na região para monitorar áreas próximas ao foco e adotar medidas fitossanitárias para conter a disseminação da doença.

As ações seguem o Plano de Ação previsto na Portaria SDA/Mapa nº 1.326/2025, que institui o Programa Nacional de Controle e Prevenção do Greening. Entre as medidas previstas estão a intensificação da vigilância fitossanitária, com atenção especial aos pomares comerciais, e o controle do trânsito de mudas, ponto considerado sensível para a dispersão do problema.

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De acordo com o protocolo oficial, também será feita a erradicação das plantas infectadas e o controle rigoroso do psilídeo Diaphorina citri, inseto vetor da bactéria associada ao greening. O objetivo é reduzir o risco de avanço da doença para outras áreas produtoras.

O greening não oferece risco à saúde humana, mas tem efeito direto sobre a produção citrícola. Entre os danos técnicos descritos pelo ministério estão a deformação dos frutos, a perda de qualidade e a redução da produtividade das plantas. Por isso, a confirmação do primeiro foco no Estado amplia a necessidade de monitoramento fitossanitário, sobretudo em regiões com atividade citrícola e circulação de material propagativo.

O comunicado oficial não detalha, até o momento, o número de plantas atingidas nem a área total sob investigação na região.

A contenção do foco dependerá da execução das medidas previstas no protocolo oficial, com erradicação das plantas contaminadas, controle do inseto vetor e reforço da fiscalização sobre mudas e pomares. Até a divulgação de novos levantamentos, não há base oficial para estimar o alcance produtivo da ocorrência no Estado.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Semana Genética MS 2026 abre programação com foco em melhoramento animal


Semana Genética MS 2026 abre programação com foco em melhoramento animal

A Semana Genética MS 2026 teve início nesta terça-feira (9) com uma programação voltada ao melhoramento genético e à produção animal. Segundo o conteúdo divulgado, o evento prevê visitas técnicas em fazendas, debates sobre Diferenças Esperadas na Progênie (DEPs) e palestras com especialistas. A iniciativa ocorre em Mato Grosso do Sul e concentra temas ligados à seleção de rebanhos e ao uso de informação técnica na pecuária.

A abertura da programação em junho reforça a agenda de difusão de conhecimento técnico para a pecuária de corte e de reprodução animal. As DEPs, citadas entre os temas do evento, são indicadores utilizados na avaliação genética para estimar o desempenho esperado da progênie em características de interesse econômico, como ganho de peso, fertilidade, habilidade materna e conformação.

Na prática, esse tipo de debate é relevante para produtores, técnicos e selecionadores porque orienta decisões sobre acasalamentos, reposição de matrizes e escolha de reprodutores. O uso de dados genéticos e de avaliações comparativas tem sido um dos instrumentos mais utilizados para elevar eficiência produtiva e padronização dos rebanhos.

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As visitas técnicas em fazendas também indicam uma proposta de aproximação entre conteúdo teórico e manejo de campo. Esse formato costuma permitir a observação de sistemas produtivos, critérios de seleção e aplicação de tecnologias de melhoramento diretamente nas propriedades.

O material disponível informa ainda a participação de especialistas renomados, mas não detalha, até o momento, os nomes dos palestrantes, a programação completa, o número de propriedades visitadas ou a duração total do evento. Também não foram informados dados de público esperado ou instituições organizadoras no conteúdo de referência.

Mesmo com essas limitações, a pauta se insere no contexto de busca por maior eficiência zootécnica, produtividade por área e qualidade do rebanho, pontos centrais para a pecuária em estados com base produtiva relevante como Mato Grosso do Sul.

A programação da Semana Genética MS 2026 deve ampliar a discussão sobre critérios técnicos de seleção e uso de informação genética no campo. Sem a divulgação integral da agenda e dos indicadores do evento, não é possível projetar resultados específicos, mas o tema mantém relevância direta para sistemas pecuários que buscam ganho de produtividade e maior precisão no melhoramento animal.

Fonte: embrapa.br

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