quinta-feira, maio 28, 2026

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Carga de fertilizantes avaliada em R$ 240 mil é recuperada no interior de SP



A Guarda Municipal de Paulínia (SP) recuperou cerca de 15 mil litros de fertilizantes, avaliados em R$ 240 mil, que estavam sendo descarregados em uma residência. A carga era de uma empresa que alegou ter sido vítima de um golpe.

Na terça-feira (1), uma equipe da Guarda Municipal estava em patrulhamento quando desconfiou de um caminhão suspeito. Durante a abordagem, foi confirmado que o descarregamento era de 15 mil litros de um fertilizante foliar, sendo 600 galões de 25 litros cada.

Os guardas entraram em contato com um representante da empresa da nota fiscal apresentada pelo motorista, que confirmou a compra dos produtos. Com isso, o condutor e três ajudantes foram liberados.

Porém, horas depois, um representante do setor de vendas da empresa contatou a Guarda e informou que havia sofrido um golpe, pois o comprador identificado na nota fiscal não havia efetuado a compra do produto

Os agentes retornaram ao local e constataram que os galões ainda permaneciam no quintal da residência, com o portão e a porta dos fundos da casa abertos, porém, sem a presença de qualquer pessoa.

A Polícia Civil foi acionada e solicitou que a empresa responsável pela entrega dos fertilizantes enviasse um caminhão para recolher a carga. Um responsável na região recebeu a carga na delegacia de Paulínia.

Por enquanto, ninguém foi preso pela ocorrência.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho volta a cair na B3; Chicago misto


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em baixa com mercado físico começando a reduzir os preços, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “O milho B3 teve um dia de correção neste meio de semana. O mercado físico começou a ceder a pressões e os preços estão começando a recuar com a entrada do milho verão e a reta final do plantio do milho safrinha”, comenta.

“Com os preços altos, o mercado de exportadores de milho, está optando por manter parte desse grão no mercado interno e aumentando a disponibilidade até o grande volume da segunda safra chegar aos armazéns. No entanto ainda existe uma queda de braço entre comprador e vendedor na hora de fechar novos lotes”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia. “O vencimento de maio/25 foi de R$ 77,30 apresentando baixa de R$ -1,23 no dia, alta de R$ 0,32 na semana; julho/25 fechou a R$ 72,70, baixa de R$ -0,67 no dia, alta de R$ 0,86 na semana; o vencimento setembro/25 fechou a R$ 71,80, baixa de R$ -0,80 no dia e alta de R$ 0,53 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou de forma mista com cautela do mercado. “A cotação de maio, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -0,76 % ou $ -4,00 cents/bushel a $ 457,75. A cotação para maio, fechou em baixa de -0,64 % ou $ -3,00 cents/bushel a $ 465,25”, informa.

“O milho está na linha de frente das retaliações dos outros países, o que pode pressionar as cotações. Com isso o mercado teve um dia cauteloso e o milho fechou com leves altas e baixas. A LSEG Commodities Research estimou que a produção de milho da Argentina para a temporada 2024/25 pode chegar a 48,49 milhões de toneladas. O ritmo da colheita está em 13%, o que é melhor do que o ritmo do ano passado de 7% até agora”, conclui.

 





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etanol brasileiro deve continuar entrando nos EUA



Temas que impactam diretamente o agronegócio e os produtores de cana-de-açúcar dominaram as discussões, nesta quarta-feira (2), no primeiro dia do Cana Summit 2025. Dentre as pautas debatidas, destaque para o tarifaço imposto pelos Estados Unidos – Donald Trump anunciou taxação mínima de 10% sobre todos os produtos importados do Brasil – e o Projeto de Lei (PL) da Reciprocidade, aprovado pelo Senado e na Câmara dos Deputados.

O projeto estabelece medidas de resposta a políticas unilaterais adotadas por outros países, o que tem gerado preocupação entre produtores, lideranças do setor e autoridades políticas. O texto vai à sanção presidencial.

Entre os pontos levantados, destacou-se o impacto das normas da ISO (Organização Internacional do Açúcar) sobre o mercado. O CEO da Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana), José Guilherme Nogueira, ressaltou a competitividade do etanol brasileiro, especialmente em relação à descarbonização, fator essencial para o setor.

“A competitividade do etanol brasileiro é muito pujante. O norte-americano compra o etanol brasileiro principalmente pela intensidade de carbono. Produzir aqui no Brasil, através da cana, tem um poder de descarbonização maior do que o próprio etanol de milho dos Estados Unidos”, explicou.

Paticipantes do Cana Summit

A cerimônia de abertura contou com a presença de representantes de entidades do setor, entre eles José Mário Schreiner, vice-presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Tania Zanella, superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (Sistema OCB).

Também estiveram presentes o deputado federal Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema e o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues.

Segurança jurídica no campo

Diferentes parlamentares e, também, o governador mineiro ressaltaram a necessidade de garantir a proteção das propriedades privadas e mencionaram um decreto recente que destinou recursos financeiros para áreas vulneráveis a invasões.

Segundo o CEO da Orplana, a FPA segue atenta a essas questões para assegurar um ambiente seguro e estável. “Ter os produtores junto com os políticos é fundamental. Eles sentem, medem a temperatura e entendem a importância dessa proximidade para fortalecer nossa representatividade”, afirmou.

Agenda

O Cana Summit 2025, evento organizado pela Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana), acontece até hoje (3), em Brasília (DF), e reúne mais de 600 canavicultores de diferentes regiões produtoras do país.

O evento segue nesta quinta-feira, com painéis técnicos e debates que vão tratar das questões estratégicas para o setor, com o objetivo de fortalecer a cadeia produtiva da cana-de-açúcar no Brasil.

Na oportunidade, também será gerada uma atualização da Carta de Brasília, com reivindicações para os poderes Legislativo e Executivo em prol da sustentabilidade e o desenvolvimento da produção canavieira.



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Tarifaço, PL da Reciprocidade e segurança rural são destaques do Cana Summit



Temas que impactam diretamente o agronegócio e os produtores de cana-de-açúcar dominaram as discussões, nesta quarta-feira (2), no primeiro dia do Cana Summit 2025, evento organizado pela Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana). O encontro, que acontece até hoje (3), em Brasília (DF), e reúne mais de 600 canavicultores de diferentes regiões produtoras do país.

A cerimônia de abertura contou com a presença de representantes de entidades do setor, entre eles José Mário Schreiner, vice-presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Tania Zanella, superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (Sistema OCB).

Também estiveram presentes o deputado federal Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema e o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues.

Discussões no Cana Summit

Dentre as pautas debatidas, destaque para o tarifaço imposto pelos Estados Unidos – Donald Trump anunciou taxação mínima de 10% sobre todos os produtos importados do Brasil – e o Projeto de Lei (PL) da Reciprocidade, aprovado pelo Senado e na Câmara dos Deputados. O projeto estabelece medidas de resposta a políticas unilaterais adotadas por outros países, o que tem gerado preocupação entre produtores, lideranças do setor e autoridades políticas. O texto vai à sanção presidencial.

Segurança jurídica no campo

Diferentes parlamentares e, também, o governador mineiro ressaltaram a necessidade de garantir a proteção das propriedades privadas e mencionaram um decreto recente que destinou recursos financeiros para áreas vulneráveis a invasões.

Segundo o CEO da Orplana, José Guilherme Nogueira, a FPA segue atenta a essas questões para assegurar um ambiente seguro e estável. “Ter os produtores junto com os políticos é fundamental. Eles sentem, medem a temperatura e entendem a importância dessa proximidade para fortalecer nossa representatividade”, afirmou.

Durante as discussões foram abordados os desafios e oportunidades do setor sucroenergético em um cenário global. Entre os pontos levantados, destacou-se a importância da reciprocidade comercial e o impacto das normas da ISO (Organização Internacional do Açúcar) sobre o mercado.

Nogueira ressaltou a competitividade do etanol brasileiro, especialmente em relação à
descarbonização, fator essencial para o setor. “A competitividade do etanol brasileiro é muito pujante. O norte-americano compra o etanol brasileiro principalmente pela intensidade de carbono. Produzir aqui no Brasil, através da cana, tem um poder de descarbonização maior do que o próprio etanol de milho dos Estados Unidos”, explicou o CEO da ORPLANA.

Agenda

O Cana Summit 2025 segue nesta quinta-feira, com painéis técnicos e debates que vão tratar das questões estratégicas para o setor, com o objetivo de fortalecer a cadeia produtiva da cana-de-açúcar no Brasil.

Na oportunidade, também será gerada uma atualização da Carta de Brasília, com reivindicações para os poderes Legislativo e Executivo em prol da sustentabilidade e o desenvolvimento da produção canavieira.



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Queijo artesanal de cabra conquista o primeiro ‘Selo Arte’ da Paraíba


O queijo artesanal de cabra da fazenda Coruja, que fica na cidade de Barra de São Miguel, no cariri, Paraíba (PB) ganhou o primeiro Selo Arte do estado em 2024, o certificação concedido pelo Ministério da Agricultura permite a venda de produtos artesanais em todo o território nacional.

Essa conquista reforça a qualidade e a tradição do queijo artesanal de cabra, impulsionando as vendas e consolidando a marca no mercado. O Sebrae foi um parceiro estratégico nesse processo, apoiando a regularização e estruturação da produção. 

Com isso, o Queijo da Coruja pode abrir porteiras e chegar a novos consumidores em diferentes estados do Brasil.

Para Pedro Pedrosa, produtor rural da fazenda Coruja, essa conquista representa um grande avanço.

“Antes do selo, o queijo era vendido no estado da Paraíba. A qualidade do produto não alterou em absolutamente nada. O que alterou com as consultorias do Sebrae/PB foi a possibilidade de nós comercializarmos de forma regular nosso produto em todo o território nacional. O que mudou efetivamente foi no que diz respeito à possibilidade de novas vendas. Hoje, nós estamos vendendo para todo o Brasil”, comentou Pedro Pedrosa”, destaca Pedrosa.

Tradição e inovação garantem selo inédito

O nome ‘Queijo da Coruja’ remete à Fazenda Coruja, onde essa tradição queijeira começou. Inspirado pelo avô materno, Pedro Pedrosa iniciou a produção artesanal com leite de cabra da raça Murciano Granadina, trazendo inovação e um sabor diferenciado ao mercado.

Desde 2018, a marca tem se destacado pela qualidade e pelo aprimoramento das técnicas de maturação. 

O Selo Arte reconhece essa excelência, permitindo que o queijo seja vendido além das fronteiras regionais, sem necessidade de registro em serviços de inspeção federal.

Isso facilita o acesso a novos mercados e aumenta a competitividade do produto. Além do reconhecimento oficial, a certificação garante que o queijo preserva características artesanais e segue boas práticas de produção.

Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Expansão no mercado nacional

Coruja Família/ Foto: Arquivo Coruja

O crescimento do Queijo da Coruja também se deve às parcerias estratégicas. Além do Sebrae, o Senar, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), a Secretaria de Agricultura do Estado e a prefeitura do município têm apoiado o fortalecimento da cadeia produtiva. A Fundação Banco do Brasil (FBB) também investe no aprimoramento da infraestrutura e capacitação dos produtores.

Com a certificação e o suporte técnico, a marca tem expandido sua presença em feiras agropecuárias e eventos gastronômicos. O queijo artesanal já é comercializado em diversos estados, ganhando destaque entre os produtos premium de origem sustentável.

Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Se você quer conhecer mais histórias como a do Pedro Pedrosa, da Paraíba, acompanhe diariamente as novidades aqui no site do Canal Rural/ Empreendedorismo.

Você também pode ter a sua história contada no site, então envie suas dúvidas, sugestões e compartilhe sua história de empreendedorismo no agro pelo WhatsApp.

Além disso, no programa Porteira Aberta Empreender – uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae -, você, micro e pequeno produtor rural, descobre soluções, produtos, serviços e inovações para fortalecer seu empreendimento rural. Acesse o nosso canal canal no YouTube e venha empreender com a gente!



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Câmara aprova Lei da Reciprocidade Comercial



A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira (2), o Projeto de Lei 2.088/2023, que cria a Lei da Reciprocidade Comercial, autorizando o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos que imponham barreiras aos produtos brasileiros no mercado global. Agora, o texto segue para sanção presidencial.

O texto do PL já havia sido aprovado na terça-feira (1) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e no plenário do Senado, por unanimidade.

O tema se tornou prioridade no Congresso após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar “tarifas recíprocas” contra parceiros comerciais. O anúncio do novo tarifaço, realizado mais cedo pelo líder norte-americano, incluiu uma nova sobretaxa de 10% sobre produtos brasileiros. A matéria foi aprovada por unanimidade, em votação simbólica.

“Nas horas mais importantes não existe um Brasil de esquerda ou um Brasil de direita. Existe apenas o povo brasileiro. E nós, representantes do povo, temos de ter a capacidade de defender o povo acima de nossas diferenças”, declarou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que presidiu toda a votação.

Reciprocidade

O Artigo 1º do Projeto de Lei da Reciprocidade comercial estabelece critérios para respostas a ações, políticas ou práticas unilaterais de país ou bloco econômico que “impactem negativamente a competitividade internacional brasileira”.

A lei valerá para países ou blocos que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”.

No Artigo 3º, fica autorizado o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligado ao Executivo, a “adotar contramedidas na forma de restrição às importações de bens e serviços”, prevendo ainda medidas de negociação entre as partes antes de qualquer decisão.

O prazo para que seja sancionada pelo presidente da República e entre definitivamente em vigor são 15 dias úteis após a aprovação.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do milho segue travado no Sul e registra alta no MS


O mercado de milho no Sul do Brasil enfrenta dificuldades de comercialização devido à priorização da colheita da soja pelos produtores, segundo a TF Agroeconômica. No Rio Grande do Sul, a escassez de oferta obriga compradores a aceitar as condições dos vendedores. Com mais de 55% da safra já comercializada, os preços variam de R$ 75,00 a R$ 80,00 no interior, enquanto em Panambi a saca se manteve em R$ 69,00.  

Em Santa Catarina, o mercado está travado, com preços estáveis. No Planalto Norte, a oferta do milho é de R$ 82,00, mas compradores pagam apenas R$ 79,00. Em Campos Novos, vendedores pedem entre R$ 83,00 e R$ 85,00, enquanto compradores ofertam entre R$ 79,00 e R$ 80,00 CIF. Nos portos, os valores variam entre R$ 72,00 para entrega em agosto e R$ 73,00 para outubro. Já no Paraná, a situação é semelhante, com o milho sendo disputado. Os preços alcançam R$ 80,00 nos Campos Gerais para retirada imediata e R$ 82,00 para abril de 2025, com pagamento em maio.  

No Mato Grosso do Sul, os preços subiram 63,25% desde a colheita em julho. Em Dourados, compradores pagam R$ 76,00, e vendedores pedem R$ 78,00. Em São Gabriel do Oeste, a oferta dos compradores é de R$ 72,00, enquanto os vendedores querem R$ 76,00. Para o milho safrinha em Dourados, os preços variam entre R$ 62,00 para compradores e R$ 65,00 para vendedores. A perspectiva para os próximos dias é de mercado ainda travado no Sul, com possíveis ajustes apenas com a definição de preços mais competitivos ou a chegada do milho safrinha.

Em Goiás, a indústria segue ativa na busca por milho da primeira safra e safrinha, mas as negociações ocorrem de forma moderada. Com os produtores focados na colheita da soja e no plantio do milho safrinha, muitos negócios estão travados à espera de preços mais atrativos.

 





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Como o mercado reagirá após tarifaço de Trump? Ouça análise



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o impacto das novas tarifas dos Estados Unidos. O Ibovespa ficou estável, enquanto bolsas globais reagiram com alívio. O dólar subiu levemente, e os juros no Brasil tiveram comportamento misto.

No cenário interno, a produção industrial avançou apenas 0,1% em fevereiro, reforçando sinais de desaceleração. O mercado segue atento aos desdobramentos das tarifas e à agenda econômica internacional.



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Três regiões brasileiras sofrerão temporais causados pela frente fria



A frente fria continua trazendo impactos ao Sul e Sudeste do país, impactando também áreas do Centro-Oeste. Norte e Nordeste têm risco de temporais em sete estados. Confira a previsão completa:

Sul

Ao longo do dia, a frente fria avança pelos estados de Santa Catarina e do Paraná, aumentando a chance de chuva forte. A quinta-feira já começa instável e chuvosa nos municípios do norte gaúcho e em todo o território catarinense e paranaense. À tarde, a chance de temporais aumenta com possibilidade de granizo. Florianópolis e Curitiba terão chuva forte. Na Campanha Gaúcha, um sistema de alta pressão influencia o tempo e afasta as nuvens carregadas. As temperaturas começam a cair na região de Bagé (RS).

Sudeste

Durante a quinta-feira, os volumes de chuva aumentam em São Paulo por conta da frente fria. O dia ainda será quente e com nebulosidade variável. À tarde, esquenta até os 30ºC e depois chove forte com ventos e raios em todo o estado paulista, trazendo alerta de atenção à capital. Entre Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, a previsão é de pancadas rápidas de chuva com raios. Destaque para o calorão de 37ºC na capital fluminense.

Centro-Oeste

O avanço de uma frente fria pelas Regiões Sul e Sudeste aumenta a chance de chuva em Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul. À tarde, pode chover forte com raios em todos os estados. Tem alerta de temporal em Campo Grande (MS).

Nordeste

Os maiores volumes continuam concentrados entre o Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. O dia terá bastante presença de nebulosidade e chuva a qualquer hora. Em Salvador (BA), dia abafado e com pancadas rápidas, sem alertas.

Norte

Chance alta de temporais em Manaus (AM), Boa Vista (RR) e no Amapá. À tarde, previsão de pancadas de chuva em pontos isolados em todos os estados.



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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita do algodão baiano começa em maio



“As chuvas recentes estão ajudando a diminuir um pouco as nossas preocupações”



“As chuvas recentes estão ajudando a diminuir um pouco as nossas preocupações"
“As chuvas recentes estão ajudando a diminuir um pouco as nossas preocupações” – Foto: Pixabay

Com o retorno das chuvas no final de março, após períodos de veranico no Oeste da Bahia, a Associação Baiana dos Produtores de algodão (Abapa) projeta o início da colheita da safra 2024/2025 para a segunda quinzena de maio. Segundo maior produtor nacional, a Bahia deve alcançar 787,6 mil toneladas de algodão em pluma, cultivadas em 413 mil hectares, sendo quase 99% dessa área localizada no Oeste do estado, com uma pequena parcela no Sudoeste.  

Caso a previsão se concretize, a produção superará em 14% o volume da safra 2023/2024, que totalizou 691,3 mil toneladas. O clima será um fator decisivo para garantir esse crescimento. De acordo com a Abapa, cerca de um terço das lavouras do cerrado baiano foi cultivado sob irrigação, uma estratégia que minimiza riscos climáticos e proporciona maior estabilidade na produtividade.  

Nesse contexto, segundo informações da Abapa, a atual safra enfrentou dificuldades em março devido ao estresse hídrico em algumas regiões do cerrado. Os produtores acompanham a regularidade das chuvas ao longo de abril para confirmar as projeções divulgadas pela Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

“As chuvas recentes estão ajudando a diminuir um pouco as nossas preocupações sobre o quanto os veranicos que tivemos poderão impactar a produção. Mas o algodão é uma cultura de ciclo mais longo, e é muito resiliente à estiagem. Mesmo assim é importante ressaltar que o Oeste é uma região muito vasta, com áreas de características muito distintas entre si, então é difícil generalizar”, pondera a presidente da Abapa, Alessandra Zanotto Costa





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