terça-feira, maio 26, 2026

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IPCA sobe 0,56% em março, ante elevação de 1,31% em fevereiro



A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou março com alta de 0,56%, ante uma elevação de 1,31% em fevereiro, informou na manhã desta sexta-feira (11), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa acumulada pela inflação no ano foi de 2,04%. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 5,48%, número também levemente acima da mediana das projeções do mercado (5,46%), que iam de 4,83% a 5,52%.

O IPCA é um indicador que mede a variação dos preços de bens e serviços consumidos pelas famílias brasileiras com renda mensal entre 1 e 40 salários mínimos, abrangendo diversas áreas como alimentação, habitação, transporte, saúde, entre outros.

Os preços são comparados com os do mês anterior, resultando em um índice que reflete a variação geral dos preços.

A coleta de dados é realizada mensalmente em 13 áreas urbanas do país, abrangendo cerca de 430 mil preços em 30 mil locais. O índice é utilizado pelo Banco Central (BC) para definir a taxa básica de juros (Selic), que influencia outras taxas de juros e o custo de crédito no Brasil.



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AgroNewsPolítica & Agro

Tarifas dos EUA impactam mercado do açúcar


As expectativas em torno do anúncio de novas tarifas comerciais pelos Estados Unidos interromperam o movimento de alta nos preços do açúcar registrado no início da semana, resultado dos fracos números da moagem de março na Índia. A volatilidade aumentou e o adoçante encerrou a sexta-feira cotado a 18,84 centavos de dólar por libra-peso.

Apesar das incertezas, o impacto direto das tarifas sobre o fluxo global de açúcar foi limitado. Isso ocorre porque países como Canadá e México foram isentados das novas medidas. “O tarifaço teve um impacto mínimo sobre o fluxo do açúcar, já que o Canadá e o México estão isentos e espera-se que as cotas TRQ comecem a pagar as novas tarifas — embora esta última permaneça bastante incerta, já que o programa não foi explicitamente mencionado”, afirmou Livea Coda, coordenadora de Inteligência de Mercado da Hedgepoint Global Markets.

Ainda segundo ela, fatores macroeconômicos pesaram no mercado. “As preocupações com uma possível recessão nos EUA e com o aumento da inflação estão pressionando o dólar, aumentando o poder de compra de outras moedas”, explicou.

A queda nos preços do petróleo, que recuou mais de 7%, somada à valorização de moedas emergentes e à instabilidade no dólar, contribuiu para a retração de quase 2,5% nos preços do açúcar na quinta-feira. O movimento foi amenizado pelo suporte encontrado na arbitragem de importações chinesas, que ajudou a manter o adoçante próximo aos 18,7 c/lb.

Na visão dos analistas, o anúncio das tarifas — feito durante o chamado “Dia da Libertação” por Donald Trump — limitou os ganhos que poderiam ter sido impulsionados pela fraca moagem indiana. A reação do mercado também refletiu o receio de possíveis retaliações comerciais por parte da China e da União Europeia, cenário que ampliou a cautela dos investidores.

O México, por sua vez, tende a se beneficiar da situação. Como fornecedor isento das novas tarifas, o país fortalece sua posição como principal exportador de açúcar para os Estados Unidos. Caso as cotas tarifárias (TRQ) passem a ser tarifadas, como especulado, a vantagem competitiva do açúcar mexicano pode se acentuar.

Enquanto isso, a nova safra brasileira surge como um possível fator de equilíbrio. A antecipação da moagem em diversas usinas reforça a expectativa de maior oferta no curto prazo. Analistas acompanham indicadores como o Índice de Saúde da Vegetação para avaliar o impacto da safra na formação de preços. Mesmo com incertezas no cenário externo, a posição do Brasil como grande produtor pode ajudar a moderar oscilações mais intensas no mercado global.





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SP libera R$ 2,5 mi para afetados por mortandade de peixes no Rio Tietê


Com o objetivo de apoiar famílias que dependem da pesca no noroeste paulista, o governo de São Paulo informou que vai liberar uma linha de crédito emergencial no valor de R$ 2,5 milhões para pescadores e piscicultores afetados pela morte de milhares de peixes no Rio Tietê e em seus afluentes.

O desastre ocorre em um dos afluentes do rio, próximo do município de Zacarias (SP), e há meses afeta a biodiversidade e a cadeia produtiva local. A água ficou com uma coloração verde e mal cheirosa. Levantamento aponta que cerca de 800 toneladas de tilápia morreram na tragédia.

O noroeste paulista é responsável por 70% da produção de tilápia no estado de São Paulo. O município de Zacarias é o segundo maior produtor em tanque-rede do estado, correspondente a 20% do total da espécie de peixe.

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Foto: Max Gazzi/Canal Rural

Segundo o governo paulista, a poluição tem origem multifatorial, incluindo alterações na qualidade da água e despejos irregulares de poluentes. “Desde o início do problema, equipes técnicas da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) intensificaram o monitoramento e investigação das causas”, informa o governo.

Liberação de crédito

A medida entra em vigor a partir da próxima segunda-feira (14) e tem o objetivo de apoiar famílias que dependem da pesca.

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo disse que a linha de crédito será disponibilizada por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP) e terá juro zero, teto de R$ 5 mil para pescadores artesanais e até R$ 20 mil para piscicultores prejudicados pela mortandade de peixes.

O acesso ao recurso poderá ser solicitado nas unidades da Casa da Agricultura dos municípios afetados. A relação de endereços está disponível no site da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI).

Morte de peixes no Tietê e o trabalho de fiscalização

Para o enfrentar o problema, o governo do estado criou um grupo de fiscalização que resultaram na emissão de 19 Autos de Infração Ambiental (AIAs), totalizando R$ 73.198,00 em multas aplicadas.

Os responsáveis por práticas ilegais estão sendo processados conforme a legislação ambiental vigente, reforçando o compromisso do estado com a recuperação da qualidade das águas do Tietê.

Além disso, o governo faz uma articulação com produtores rurais e entidades do setor agropecuário para implementar boas práticas de conservação do solo, com o objetivo de reduzir o escoamento superficial de fertilizantes e resíduos para os corpos d’água. Outras iniciativas de monitoramento também estão em andamento.



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Certificação do ‘Açaí de Feijó’ impulsiona a economia acreana



O açaí produzido em Feijó, no Acre, conquistou uma certificação que promete mudar o rumo da economia local.

O Selo de Indicação Geográfica (IG) de Procedência foi oficialmente lançado em um evento promovido pelo Sebrae/AC, a Prefeitura de Feijó e a AÇAÍCOOP – Cooperativa de Produtores, Coletores e Abatedores de Açaí do município.

Com a certificação, apenas os produtores associados à AÇAÍCOOP terão o direito de usar o nome “Açaí de Feijó” em seus produtos.

A medida assegura que o consumidor estará adquirindo um alimento com origem garantida, colhido e preparado segundo práticas tradicionais transmitidas ao longo de gerações.

Para Laíz Mappes, gerente do Escritório Regional do Juruá, Tarauacá e Envira do Sebrae no Acre, a conquista do selo é um marco para a economia do município.

“O Selo de Indicação Geográfica do Açaí de Feijó é uma importante ferramenta para fortalecer a identidade local, além de agregar valor ao produto, abrindo novas oportunidades de mercado. Esse reconhecimento vai impulsionar a cadeia produtiva, contribuindo diretamente para o desenvolvimento econômico da região“, afirma Laíz

O açaí de Feijó passa a se destacar no mercado como um produto único, 100% orgânico, nativo e cultivado de forma tradicional, sem a utilização de plantios comerciais. Embora o açaí seja produzido em toda a região Norte do Brasil, a qualidade e o processo de produção do açaí de Feijó o tornam único.

O modo tradicional de preparo do açaí em Feijó é um saber ancestral, transmitido de geração em geração, de pais para filhos. Essa prática é um dos principais elementos que conferem ao produto o seu caráter único e autêntico.

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O que é Indicação Geográfica

De acordo com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), a Indicação Geográfica (IG) identifica a origem de um produto ou serviço que possui qualidades específicas graças à sua origem geográfica.

A proteção concedida por uma IG não só preserva as tradições locais, mas também pode diferenciar produtos e serviços, melhorar o acesso ao mercado e promover o desenvolvimento regional, beneficiando produtores, prestadores de serviço e consumidores.



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China eleva tarifas sobre importações dos EUA para 125%



A China anunciou nesta sexta-feira (11), que vai elevar sua tarifa retaliatória sobre importações dos EUA, de 84% para 125%. A nova tarifa entra em vigor neste sábado, dia 12.

Pequim também sinalizou que não vai mais igualar eventuais novas elevações de tarifas pelos EUA, com o argumento de que as importações americanas não são mais comercializáveis nos níveis atuais.

“Mesmo que os EUA continuem impondo tarifas mais altas, isso não fará mais sentido econômico e se tornará uma piada na história da economia mundial”, diz comunicado da comissão de tarifas do Conselho Estatal chinês.

Ontem, a Casa Branca esclareceu que a tarifa cumulativa dos EUA a produtos chineses é de 145%, e não de 125%, como o presidente Donald Trump havia postado na quarta-feira (09), ao anunciar uma pausa de 90 dias nas tarifas recíprocas da maioria dos países, exceto China.

“Se os EUA seguirem impondo tarifas a bens chineses exportados para os EUA, a China vai ignorar”, acrescenta.

EUA X China: bolsas caem na Europa

As bolsas europeias viraram para baixo, revertendo ganhos da abertura do pregão desta sexta-feira, após nova retaliação da China às tarifas dos EUA. Por volta das 6h35 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 recuava 1,15%, a 481,68 pontos.

Antes da último lance da guerra comercial entre EUA e China, os mercados europeus vinham subindo, ainda favorecidos pela decisão dos EUA e da União Europeia de suspender tarifas para buscar um acordo comercial.

Às 6h50 (de Brasília), a Bolsa de Londres caía 0,09%, a de Paris recuava 0,86% e a de Frankfurt cedia 1,43%. Já as de Milão e Madri tinham perdas de 1,46% e 0,70%, respectivamente.



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Aprovado plano de recuperação judicial Agrogalaxy



Ao todo, são 15 modalidades de pagamento



A reunião, marcada por atrasos e tensões, contou com a liderança dos principais credores
A reunião, marcada por atrasos e tensões, contou com a liderança dos principais credores – Foto: Divulgação

Segundo Isan Rezende, presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado do Mato Grosso (FEAGRO MT), o plano de recuperação judicial do Grupo AgroGalaxy foi aprovado na madrugada desta quinta-feira, 10 de abril, após exaustivas negociações com credores durante a Assembleia Geral realizada em Goiânia. A informação foi divulgada em suas redes sociais.

A reunião, marcada por atrasos e tensões, contou com a liderança dos principais credores, como o Banco do Brasil (R$ 391 milhões), Banco Santander (R$ 273 milhões) e a trading LDC (R$ 7 milhões), que questionaram as condições propostas pela empresa. O principal ponto de discórdia foi o tratamento mais favorável dado aos chamados “parceiros”, que seguiram operando com a AgroGalaxy mesmo após o pedido de recuperação.

Apesar das resistências iniciais, a proposta foi ajustada e acabou sendo aprovada com o apoio da maioria dos 1.410 credores presentes. Um dos argumentos decisivos foi a expectativa de entrada de recursos no próximo dia 30 de abril, oriundos da venda de insumos da última safra. Com a aprovação, o plano segue agora para homologação na 19ª Vara Cível e Ambiental da Comarca de Goiânia (GO), último passo para que a AgroGalaxy possa tentar reequilibrar suas finanças e manter as atividades no setor agroindustrial.

Ao todo, são 15 modalidades de pagamento, com diferentes regras para cada tipo de credor. Os créditos trabalhistas terão prioridade, com pagamento integral para valores até R$ 205,8 mil. A primeira parcela, de R$ 6 mil, será paga em até 30 dias após a homologação, e o restante em até 12 meses. Valores acima desse limite seguirão as mesmas condições dos credores sem garantias.

 





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Setor de serviços cresce acima do esperado no Brasil: acompanhe o Diário Econômico



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o aumento da cautela nos mercados com novas incertezas na guerra comercial entre EUA e China.

O dólar subiu 0,88%, a R$ 5,89, pressionando os juros futuros. O CPI dos EUA surpreendeu com queda, mas o foco segue nas tensões geopolíticas.

No Brasil, o setor de serviços cresceu acima do esperado. Hoje, destaque para o IPCA de março.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!



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Curuquerê exige controle no algodão



O manejo pode ser feito com o uso de inseticidas


Foto: Embrapa

A presença do curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argillacea) nas lavouras tem exigido atenção dos produtores, especialmente nas fases iniciais do desenvolvimento da cultura. Segundo o engenheiro agrônomo Lucas Barros, em artigo publicado no blog da Aegro, práticas culturais inadequadas contribuem diretamente para o surgimento da praga. “O dano dessa praga pode ser observado no início de desenvolvimento da cultura do algodão em decorrência de práticas culturais mal executadas, como por exemplo a não destruição de plantas de algodão da safra anterior”, alerta.

As lagartas apresentam coloração variável, geralmente com listras longitudinais, escurecendo em casos de alta infestação. Na fase adulta, as mariposas são de coloração marrom avermelhada e têm hábitos noturnos.

Os ataques provocam desfolha nas plantas, afetando diretamente o limbo foliar. A severidade da desfolha está relacionada à densidade populacional da praga e pode atingir níveis totais, caso não haja controle adequado. A tolerância média considerada aceitável é de até 25% de desfolhamento em qualquer fase de desenvolvimento. A partir desse limite, o controle químico ou biológico é recomendado.

“As condições favoráveis para sua ocorrência são temperaturas elevadas e após períodos chuvosos”, explica Barros.

O manejo pode ser feito com o uso de inseticidas reguladores de crescimento e biológicos. Além disso, a liberação massal da microvespa Trichogramma pretiosum, parasitoide de ovos, tem se mostrado uma alternativa viável e eficiente. “A liberação massal de T. pretiosum pode ser feita uma vez por semana ou a cada cinco dias na dose de 100.000 a 120.000 parasitoides por hectare assim que se observar a presença da praga no campo”, orienta.





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confira a previsão de hoje



Tempo firme em grande parte do país, enquanto no Centro-Oeste duas capitais ficam sob atenção para chuva forte. Confira a previsão de hoje:

Sul

Os ventos que sopram do oceano formam as nuvens carregadas desde o litoral sul do Rio Grande do Sul até o litoral do Paraná. Nessas áreas, o sol aparece entre nebulosidade variável e chove em vários momentos, mas sem temporais. Dia de chuva em Florianópolis (SC) e em Curitiba (PR). No interior gaúcho, catarinense e paranaense, tempo firme e nada de chuva.

Sudeste

Chove rápido e em pontos isolados em Minas Gerais, no Espírito Santo, Rio de Janeiro e litoral de São Paulo por conta dos ventos úmidos. Não há alertas de temporais. Na capital paulista, dia de sol entre nuvens, com baixas chances de chuva.

Centro-Oeste

A previsão é de pancadas à tarde com raios em Mato Grosso e na metade norte de Goiás. Cuiabá (MT) e Brasília ficam em atenção. Em Mato Grosso do Sul chove rápido, sem alertas.

Nordeste

O tempo será abafado e com alertas no Maranhão, Piauí, litoral do Ceará e no interior da Bahia. São Luís continua na rota dos temporais. Na costa leste, dia de sol, poucas nuvens e chuva rápida.

Norte

A semana termina com chuva sobre todos os estados. Os maiores volumes se concentram no Amazonas, Roraima e Amapá.



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AgroNewsPolítica & Agro

Queda no preço do arroz preocupa produtores



Clima atrasa colheita do arroz no estado




Foto: Pixabay

A colheita do arroz tem enfrentado dificuldades causadas pelas chuvas recorrentes no Rio Grande do Sul. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (10) pela Emater/RS-Ascar, a colheita foi interrompida em dois momentos distintos ao longo do período e só foi retomada em grande parte do Estado a partir de 4 de abril.

Produtores que cultivam outras culturas, como soja e milho, optaram por priorizar o arroz devido ao risco de deterioração da qualidade dos grãos. Esse prejuízo é resultado dos ciclos sucessivos de umedecimento e secagem provocados pelas chuvas intermitentes. Também há preocupação com o acamamento das plantas diante da possibilidade de ventos fortes e precipitações mais intensas, o que pode dificultar a colheita mecanizada, aumentar perdas e comprometer o rendimento industrial.

Atualmente, 68% da área cultivada já foi colhida. A produtividade média registrada é de 8.376 quilos por hectare. Nas áreas ainda em pé, que representam 32% do total, os produtores têm intensificado os trabalhos de drenagem para facilitar a entrada de máquinas, melhorar o escoamento dos grãos e preparar o solo para o manejo da resteva. A Emater/RS-Ascar aponta que a maioria dessas lavouras encontra-se em maturação fisiológica e que o avanço da colheita depende da manutenção de condições climáticas adequadas nas próximas semanas.

Na comercialização, o cenário é de apreensão. Os produtores estão preocupados com a queda dos preços em diversos municípios e com a manutenção de patamares considerados baixos nos demais, o que compromete a rentabilidade da atividade. Conforme o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar, o preço médio da saca de 50 quilos caiu 2,81% em relação à semana anterior, passando de R$ 78,73 para R$ 76,52.





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