quinta-feira, abril 30, 2026

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Análise sobre verbas para catástrofes climáticas no Brasil


O Brasil enfrenta um desafio significativo na alocação de verbas para catástrofes climáticas, conforme análise de Miguel Daúd. Ele destaca que o orçamento da União de 2025 prevê apenas R$ 1,7 bilhões para um fundo de catástrofes, enquanto as emendas parlamentares deste ano somam R$ 64 bilhões, evidenciando uma discrepância alarmante na destinação de recursos.

Desigualdade na destinação de recursos

Daúd ressalta que a diferença entre os valores destinados às emendas parlamentares e ao fundo de catástrofes é quase 40 vezes maior. Ele menciona que, até o momento, foram investidos cerca de R$ 14 bilhões na reconstrução do Rio Grande do Sul, que ainda necessita de mais recursos para ajudar a população e os produtores rurais endividados.

Crítica à gestão de recursos

  • 94% da arrecadação do Brasil é destinada a despesas obrigatórias.
  • Os parlamentares frequentemente priorizam emendas que atendem a interesses eleitorais.
  • A falta de um seguro agrícola agrava a situação dos produtores rurais.

Consequências das mudanças climáticas

O especialista alerta que o Brasil está cada vez mais sujeito a eventos climáticos extremos, como secas e chuvas intensas, especialmente no Rio Grande do Sul. Ele enfatiza a necessidade de um compromisso mais sério dos parlamentares com a destinação de recursos que realmente atendam às necessidades da população afetada.

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Fabi no Japão: nutricionista revela curiosidades sobre a culinária japonesa


A nutricionista Fabiana Borrego compartilhou suas experiências e curiosidades sobre a culinária japonesa após passar um mês imersa na cultura do Japão. Durante sua estadia, Fabi destacou a importância do cuidado e da valorização que os japoneses têm com a comida, além de apresentar pratos típicos e hábitos alimentares locais.

Experiências gastronômicas no Japão

Fabi mencionou que o Japão é conhecido pela sua hospitalidade, chamada de “omotenashi”, que se reflete no cuidado desde o atendimento até o momento de consumir a refeição. Ela observou que a experiência de comer no Japão envolve ritualísticas, como tirar os sapatos antes de se sentar à mesa, o que promove uma conexão maior com a comida.

Pratos típicos e ingredientes

Durante sua viagem, a nutricionista experimentou diversos pratos que refletem a presença de aves e suínos na dieta japonesa. Entre os pratos destacados estão:

  • Tom Katsu: um prato clássico que utiliza carne de porco.
  • Bentôs: refeições prontas que frequentemente incluem frango e carne suína.
  • Ovos: um ingrediente comum em várias preparações.

Qualidade e frescor dos alimentos

Fabi também comentou sobre a qualidade dos alimentos vendidos nas lojas de conveniência, que são conhecidas por oferecer produtos frescos. Ela explicou que a logística de entrega no Japão permite que os alimentos sejam repostos várias vezes ao dia, garantindo frescor e qualidade.

Reflexões sobre a alimentação no Brasil

A nutricionista fez uma comparação entre os hábitos alimentares japoneses e brasileiros, sugerindo que o Brasil poderia se beneficiar de práticas como a oferta de refeições prontas e equilibradas, que são comuns no Japão. Fabi enfatizou a importância de uma alimentação que considere não apenas a saciedade, mas também o prazer e a conexão emocional com a comida.

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Presidente da Câmara cria comissão especial para analisar fim da escala 6×1


carteira de trabalho
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, criou uma comissão especial para analisar duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que reduzem a jornada de trabalho no país (PEC 221/19 e PEC 8/25).

Na prática, as iniciativas acabam com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1). A comissão será composta de 38 membros titulares e outros 38 suplentes.

De acordo com o regimento da Casa, uma das vagas será destinada a uma das bancadas que não atingem o coeficiente partidário para poder participar do colegiado.

As propostas tiveram sua admissibilidade aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania na última quarta-feira (22). Na ocasião, Motta afirmou que o tema é a matéria mais importante da Câmara em 2026.

A escala 6×1 é adotada, em sua maioria, em indústrias, comércio, hospitais, farmácias, restaurantes, hotéis e em outros serviços considerados essenciais.

Enquanto apoiadores da medida pregam que o fim do modelo visa preservar a saúde física e mental dos trabalhadores, além de aumentar o tempo de lazer e o convívio familiar dos funcionários, os críticos avaliam que haverá aumento de custos para as empresas, risco de desemprego e informalidade e dificuldade operacional para se manter serviços contínuos.

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O som que guarda memórias: a história do último fabricante de concertinas do Espírito Santo


seu Angelino tocando uma concertina
Foto: Julio Huber/divulgação

Há um som que chega antes da palavra. Ele se espalha pelo ar, chama a atenção de quem passa e, quando a gente percebe, já está dentro da gente. É o som da concertina — um instrumento que não toca só música, mas histórias inteiras.

No Espírito Santo, esse som virou identidade. Presente nas comunidades de origem europeia, especialmente entre descendentes de pomeranos, italianos e alemães, a concertina atravessa gerações como um elo vivo entre passado e presente. Mais do que embalar festas, ela sustenta tradições e mantém viva uma cultura que insiste em permanecer.

E é nesse cenário que a história ganha nome. Seu Angelino Zaager, 75 anos, começou cedo. Aos 8, ainda menino, já tocava a concertina que foi do avô. O que começou como brincadeira virou caminho de vida. Décadas depois, ele se tornaria não só músico, mas um dos poucos fabricantes do instrumento no Brasil — o único em atividade no Espírito Santo.

Nos anos 1980, passou a consertar concertinas antigas. Com o tempo, desenvolveu a habilidade de construir as próprias peças, em um processo artesanal que exige precisão e sensibilidade. Cada instrumento carrega não só técnica, mas também memória.

Seu Angelino eu aula de concertina. Foto: divulgação

Mas talvez o maior legado esteja em quem vem depois. Desde 2008, seu Angelino já ensinou mais de 200 alunos. Gente que chega de diferentes lugares, muitas vezes sem nunca ter tido contato com o instrumento, mas que sai dali levando um pedaço dessa tradição.

Ele fala disso com um misto de orgulho e preocupação. A concertina, para ele, não pode parar no tempo. É herança. É continuidade. E também é responsabilidade.

“A concertina precisa continuar, porque essa é uma herança dos nossos antepassados, não só dos pomeranos, mas também dos alemães e italianos. Eu fico triste em ouvir que em muitos locais não tem mais tocadores de concertina”, diz.

Morador da comunidade de Melgaço, município de Domingos Martins, nas montanhas capixabas, desde 1971, quando se mudou após o casamento, ele se tornou referência nacional. Recebe alunos de vários estados e convites para ensinar pelo Brasil. Já foi chamado até em Rondônia, mas a rotina por aqui ainda fala mais alto.

“Eles vêm de longe procurando a gente. E onde levamos os alunos para se apresentarem, todos ficam felizes. Já recebi convites de Rondônia para ensinar a concertina, mas é difícil ficar tanto tempo fora”, conta.

E foi justamente para não deixar essa história se perder que ela ganhou um novo formato.

A trajetória de seu Angelino agora também está registrada no documentário “Concertina: guardiã da cultura e história”, lançado nesta sexta-feira (24), na comunidade de Melgaço, com programação cultural e café típico pomerano.

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Nordeste recebe, pela primeira vez, IV Simpósio Brasileiro de Solos Arenosos


Nordeste recebe pela primeira vez, IV Simpósio Brasileiro de Solos Arenosos
Foto: Divulgação/Getty Images

Entre os dias 1º e 3 de setembro de 2026, a Bahia sediará o IV Simpósio Brasileiro de Solos Arenosos (SBSA), evento de alcance nacional que reunirá pesquisadores, produtores e especialistas para discutir soluções concretas para a produção em solos leves, um dos maiores desafios da agricultura tropical.

Promovido pela Sociedade Brasileira de Ciência do Solo e realizado pela Embrapa e pela Fundação Bahia com o apoio da Galvani Fertilizantes e Amasolo, o simpósio se consolida como um dos principais fóruns técnicos do setor, trazendo para o campo discussões que impactam diretamente a produtividade e a sustentabilidade agrícola em diferentes regiões do Brasil.

Considerado como um dos principais encontros técnicos sobre manejo de solos do país, o evento será realizado no auditório da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), em Luís Eduardo Magalhães no Oeste baiano.

A expectativa é reunir participantes de diversos estados, consolidando Luís Eduardo Magalhães e o Nordeste como um polo estratégico para o debate sobre inovação no agro.

Segundo o doutor em Ciência do Solo e presidente do Simpósio Henrique Maluf, o evento foi desenhado para ir além do formato tradicional. “A proposta é fazer com que o participante saia do simpósio com conhecimento aplicável. Não é só ouvir, mas interagir, questionar e entender como implementar soluções na prática”, afirma.

Ciência que vai ao campo

De acordo com a organização, um dos grandes diferenciais desta edição será a imersão prática. O simpósio inclui um dia de campo em uma fazenda da região, onde os participantes poderão acompanhar de perto estratégias de manejo em solos arenosos, observando desafios como retenção de água, compactação e construção da fertilidade do perfil do solo em condições reais de produção.

Além disso, a programação também contempla workshops técnicos voltados aos três pilares da fertilidade: física, química e biologia do solo, com espaço para interação direta com especialistas e discussão de casos práticos.

Grandes nomes e debate qualificado

O evento reunirá alguns dos principais pesquisadores do país na área de solos e fertilidade, reforçando seu caráter técnico e científico. Entre os nomes confirmados estão Maria Eugenia Ortiz Escobar, além de referências como Nilton Curi, Eduardo Caires, Everardo Mantovani e Paulo Pavinato.

A presença desses especialistas posiciona o simpósio como uma oportunidade estratégica para atualização profissional e acesso às mais recentes pesquisas e tecnologias voltadas à produção em solos arenosos.

Além do conteúdo técnico, o SBSA também se destaca como espaço de articulação entre diferentes elos do agro. A proposta é promover conexões entre produtores, consultores, empresas e instituições de pesquisa, incentivando a troca de experiências e a construção conjunta de soluções.


Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.

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Entre custos e crédito, o desafio de André de Paula à frente do Mapa


Foto: Agência Brasil

Estive em Brasília com o novo ministro do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), André de Paula. O ministro veio do setor da pesca e falou como está essa área no Brasil.

Ele afirmou que estar na pesca por 3 anos e 3 meses foi uma grande experiência e que isso será muito valioso também no Mapa.

“O presidente Lula sempre entendeu que a pesca e a aquicultura no Brasil têm um potencial de ordem tal que justificaria a criação de um ministério que trabalha com as diversas áreas de atividade.”

O ministro disse ainda que deixa o setor satisfeito com os resultados alcançados, com objetivos cumpridos e outros próximos de serem concretizados. Segundo ele, a passagem pelo Mapa pode ajudar a realizar um objetivo importante da pesca industrial, que é voltar a oferecer o nosso pescado para o mercado europeu.

Ele lembrou que o Brasil deixou esse mercado em 2014 e destacou que se trata de um destino exigente, que abre portas para outros mercados internacionais.

O ministro explicou que um dos principais desafios foi reestruturar o setor, com a recriação do ministério e a formulação de políticas públicas para retomar compromissos assumidos com a área. “A minha avaliação é de que nós conseguimos avançar muito.”

Ele acrescentou que a pesca vive um momento relevante e vem ganhando espaço, tanto na aquicultura quanto na atividade pesqueira.

Segundo o ministro, essa trajetória contribui para o desafio atual no Mapa. Ele relembrou ainda que sua relação com o agro começou no início da vida pública, quando atuou como secretário estadual em Pernambuco.

“Essas experiências, sem dúvida, vão me ajudar no grande desafio enorme que terei no Mapa.”

Sobre a atuação à frente da pasta, André de Paula afirmou que não há uma ruptura, mas continuidade do trabalho já em curso.

“Nós não estamos iniciando um trabalho, estamos dando sequência ao que vem sendo realizado desde o início do governo, e que até há pouco tempo foi liderado com muito sucesso pelo ex-ministro Carlos Fávaro.”

Ele avaliou que o momento é desafiador, com fatores externos que impactam o agro, como a guerra, que pressiona custos de insumos como fertilizantes e diesel.

Segundo o ministro, o apoio ao produtor rural será central, especialmente diante de dificuldades relacionadas a crédito e inadimplência. Ele defendeu a manutenção de políticas públicas e a construção de um Plano de Safra robusto, com atenção às taxas de juros.

“Não adianta só disponibilizar recursos significativos se você não viabilizar o acesso a eles.”

Por fim, destacou que encontrou uma equipe técnica eficiente no ministério e reforçou a importância de atuação conjunta entre governo, iniciativa privada e setor produtivo.

“O sucesso é necessariamente algo que precisamos conjugar de forma coletiva, unindo os três níveis de governo, iniciativa privada, produtor, academia, pesquisadores da Embrapa, enfim, todo o setor para que possamos avançar com sucesso.”

José Tejon

*José Luiz Tejon é jornalista e publicitário, doutor em Educação pela Universidad de La Empresa/Uruguai e mestre em Educação Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.

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Agro muda de fase e coloca sustentabilidade na conta do negócio


Agtechs, inteligência artificial
Foto: Freepik

A sustentabilidade deixou de ser um diferencial e passou a integrar a estratégia de competitividade do agronegócio brasileiro. Pressionado por exigências ambientais, rastreabilidade e disputa por mercados, o setor vem incorporando práticas ESG como parte central do negócio.

Esse movimento foi destaque na Conferência Livre da Rede ODS da Embrapa, realizada em Brasília nos dias 22 e 23 de abril. O evento reuniu especialistas, setor público e empresas para discutir o papel da ciência, da inovação e da governança na implementação da Agenda 2030 no campo.

Segundo a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, a agenda já está incorporada ao planejamento da instituição.

“Seguimos atuando de forma integrada e responsável para entregar ciência, inovação e soluções à agricultura brasileira e à sociedade.”

ESG avança na prática e ganha escala no setor

A agenda de sustentabilidade vem sendo traduzida em ações concretas. Em 2025, a Embrapa lançou o programa “Embrapa ESG na Prática”, em parceria com o Instituto Global ESG.

Desde então, a iniciativa foi ampliada para as 43 unidades da empresa e passou a ser apresentada como referência na aplicação de práticas ESG no agro.

Para a diretora do Instituto Global ESG, Ana Clara Moura, o avanço depende de articulação entre diferentes agentes.

“Inovação sustentável no agro não depende só de tecnologia, mas da capacidade de conectar conhecimento, alinhar interesses e organizar cooperação.”

Segundo ela, a agenda ESG deixou de ser acessória e passou a influenciar diretamente os negócios. “ESG é transversal, essencial e amplia oportunidades.”

Foto: Embrapa/divulgação

Governança e gestão entram no centro da competitividade

O avanço da sustentabilidade no agro ocorre em um momento de forte desempenho do setor. Em 2025, o PIB da agropecuária cresceu 11,7%, enquanto a economia brasileira avançou 2,3%, segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil.

Sem o agro, o crescimento do país teria sido de apenas 1,5%, o que evidencia o peso do setor na economia. A participação da agropecuária atingiu 7,5% do PIB, o maior nível desde o início da série histórica, em 1996.

Esse desempenho foi impulsionado principalmente pela agricultura, com destaque para milho (+23,6%) e soja (+14,6), em um cenário de recuperação de produtividade e demanda externa aquecida.

Exportações reforçam pressão por padrões internacionais

No mercado externo, o agronegócio brasileiro também atingiu resultados recordes. Em 2025, as exportações somaram US$ 169,2 bilhões, o equivalente a 48,5% de tudo o que o Brasil vendeu ao exterior.

O superávit do setor chegou a US$ 149,07 bilhões, reforçando a importância da credibilidade e da adaptação às exigências internacionais.

Nesse contexto, sustentabilidade, governança e transparência passam a ser critérios de acesso a mercado, e não apenas diferenciais.

Sustentabilidade deixa de ser discurso e entra na estratégia

A ampliação de programas ESG e a incorporação da agenda na Rede ODS indicam uma mudança de posicionamento do setor. A sustentabilidade deixa de ser tratada como pauta institucional e passa a operar como linguagem de mercado.

Na prática, o movimento aponta para um novo padrão de competitividade, em que inovação, gestão e responsabilidade ambiental caminham juntas.

Em um setor que responde por quase metade das exportações brasileiras, essa transformação tende a impactar não apenas a imagem do agro, mas sua posição na economia global.

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Grupo Calpar leva à Agrishow soluções em correção de solo e armazenagem


silos Granfinale
Foto: Klé Gabriel/Grupo Calpar

As instabilidades geopolíticas que impactam o cenário político e econômico global, com efeito colateral no agronegócio, reforçam ainda mais o protagonismo do Brasil enquanto player mundial de abastecimento e segurança alimentar. Um ambiente de oportunidades, mas que aumenta o desafio no campo, em especial diante das recentes e intensas oscilações desse mercado. Cotação das commodities, variação no preço de insumos, entre outras instabilidades geram uma equação que impõe ao produtor rural a busca constante pela redução de custos. E como fazer isso com responsabilidade? A resposta precisa contemplar eficiência e competitividade, em um racional de custos que garanta produtividade e rentabilidade.

É com essa proposta, alinhada ao momento do agronegócio no Brasil e no mundo, que a Calpar chega à 31ª Agrishow, uma das maiores feiras de tecnologia agrícola do mundo. Do tradicional uso do calcário agrícola ao pós-colheita, com a Granfinale, vertical de armazenagem do Grupo, traz soluções de ponta-a-ponta da cadeia produtiva que otimizam custos, direcionam e maximizam investimentos, nos principais e mais sensíveis elos da cadeia produtiva. Com produtos que abrangem toda a jornada do produtor, como a preparação do solo com a Calpar, os empreendimentos agrícolas e o pós-colheita com a Granfinale, o objetivo é oferecer tecnologia, segurança na armazenagem e otimização dos resultados produtivos.

Foto: Klé Gabriel/Grupo Calpar

“Há uma clara oportunidade para o produtor rural investir no agronegócio com mais segurança e previsibilidade, mesmo diante das recentes oscilações e instabilidades do cenário global”, explica Paulo Bertolini, diretor comercial da Calpar. Segundo o executivo, o uso do calcário se apresenta como uma solução eficaz para a correção da acidez do solo, contribuindo diretamente para o aumento da produtividade e redução de custos. “Uma tecnologia acessível, especialmente em um contexto de alta nos preços dos fertilizantes.”

Em 2026, com a volatilidade dos mercados internacionais e a pressão sobre custos de importação, a correção do solo com calcário se torna uma estratégia ainda mais relevante para melhorar a eficiência do uso de nutrientes e reduzir gastos. Com vantagem econômica frente a outros insumos, o calcário reduz a necessidade de fertilizantes químicos em solos corrigidos, com aumento da produtividade por hectare e a melhoria na qualidade das lavouras.

Pós-colheita Granfinale

Ao mesmo tempo, na outra ponta da cadeia, os sistemas de armazenagem e as tecnologias da Granfinale oferecem ganhos relevantes no pós-colheita. “Nossa proposta é otimizar processos, reduzir perdas e aumentar a eficiência operacional”, diz Marcos Bertolini, diretor administrativo da companhia. Ele defende a estrutura própria de armazenagem como um investimento estratégico, que verticaliza essa etapa da produção e permite ao produtor maior autonomia na gestão de custo e comercialização da safra, com ganho na qualidade do pós-colheita.

Na Agrishow

Para seu estande na Agrishow, além de apresentar tecnologias reconhecidas como referência mundial e acessíveis ao produtor, a Calpar e a Granfinale trazem uma abordagem integrada, que fortalece a rentabilidade em todas as etapas da produção. A presença na Agrishow evidencia produtos e soluções que fazem sentido econômico para o produtor rural e privilegia a indústria nacional, reforçando o papel da companhia, defendem os executivos do Grupo Calpar.

Durante a feira, as equipes técnica, comercial e consultiva estarão à disposição dos produtores rurais, especialmente daqueles que buscam soluções tecnológicas, eficiência produtiva e alternativas economicamente viáveis para enfrentar os desafios do setor.

O estande do Grupo Calpar está no localizado em C4D1, no quadrante 1 da esquina das ruas C com a 4. A Agrishow ocorre de 27 de abril a 1º de maio de 2026, das 8 às 18 horas, em Ribeirão Preto (SP).

Sobre o Grupo Calpar

Com quase 60 anos de atuação no Brasil, o grupo se apresenta como parceiro estratégico do agronegócio. Enquanto a Calpar se consolida pela qualidade na correção de solo, a Granfinale representa o avanço tecnológico em sistemas de armazenagem e soluções para o pós-colheita. Com tadição e inovação, juntas as marcas reforçam um compromisso contínuo com o desenvolvimento do agro brasileiro, oferecendo soluções completas, confiáveis e alinhadas às necessidades do campo.

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Mercado de fertilizantes especiais evolui e inicia aposta em sistemas integrados


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Foto: Wenderson Araujo/Trilux/CNA

O mercado global de fertilizantes especiais está avançando para além das formulações convencionais de nutrientes, indo em direção a sistemas integrados de desempenho. A análise é do diretor de Tecnologia e sócio da consultoria DunhamTrimmer, Vatren Jurin.

Com base na combinação de dados globais de patentes, tendências de pesquisa acadêmica e inteligência proprietária de mercado, o executivo enxerga uma transformação estrutural na forma como a inovação é conduzida no setor.

Para ele, em vez de se concentrar apenas na composição dos nutrientes, as empresas estão priorizando cada vez mais os sistemas de entrega, a eficiência de uso e a integração com materiais avançados e componentes biológicos.

“Estamos diante de uma transição de produtos isolados para sistemas de desempenho projetados para entregar resultados agronômicos específicos”, afirmou Jurin. “O valor tende a se concentrar nas empresas capazes de projetar e controlar esses sistemas complexos.”

Jurin estenderá a análise durante a NewAG International Conference & Exhibition 2026, marcada para os dias 28 e 29 de abril, em Madri, Espanha.

Pressão que impulsiona a inovação

A mudança no setor de fertilizantes vem sendo acelerada por uma combinação de desafios sistêmicos que impactam a agricultura global. De acordo com o diretor da DunhamTrimmer, entre eles estão a persistente ineficiência no uso de nutrientes, o endurecimento das regulações, especialmente na Europa, o aumento dos custos de insumos e a volatilidade nas cadeias de suprimento.

“Esses fatores têm impulsionado a demanda por soluções mais precisas e eficientes, capazes de maximizar o aproveitamento dos nutrientes e, ao mesmo tempo, reduzir impactos ambientais”, enxerga.

Como resultado disso, os investimentos em inovação estão cada vez mais direcionados a tecnologias de liberação controlada, fertilizantes de eficiência aumentada e soluções integradas com insumos biológicos.

Um dos avanços mais relevantes é a crescente incorporação de biológicos aos sistemas fertilizantes. Em vez de produtos independentes, bioestimulantes e microrganismos estão sendo desenvolvidos como parte de formulações integradas, com o objetivo de potencializar a disponibilidade de nutrientes e a resposta das plantas.

No entanto, Jurin destaca que essa complexidade traz desafios técnicos importantes, sobretudo relacionados à compatibilidade e estabilidade das formulações.

Convergência tecnológica redefine o setor

A análise da DunhamTrimmer aponta quatro frentes principais de convergência tecnológica: sistemas avançados de entrega, inibidores e estabilizadores, ciência dos materiais e integração biológica.

Nessa esfera, fertilizantes solúveis e de liberação lenta continuam evoluindo, apoiados por inovações em revestimentos poliméricos e materiais carreadores. O executivo pontua que, paralelamente, cresce a adoção de inibidores que reduzem perdas de nutrientes por volatilização e lixiviação, em resposta à maior pressão regulatória.

A ciência dos materiais também ganha protagonismo, permitindo o desenvolvimento de novas estruturas que aumentam a eficiência de absorção pelas plantas. Ao mesmo tempo, a integração biológica está reformulando o desenho dos produtos, exigindo abordagens mais sofisticadas de formulação.

“O desafio deixou de ser apenas inovar, passando a ser integrar diferentes tecnologias em sistemas estáveis e previsíveis”, contextualizou.

Quais as perspectivas?

Para os próximos anos, a expectativa é de que o mercado avance ainda mais na direção de sistemas multifuncionais, nos quais nutrientes, materiais e componentes biológicos são co-desenvolvidos para entregar resultados agronômicos específicos, adaptados a diferentes culturas e condições ambientais.

Nesse cenário, a geração de valor estará cada vez mais associada à capacidade de integrar dados, pesquisa e desenvolvimento em soluções comerciais escaláveis. Empresas capazes de gerenciar essa complexidade tendem a capturar maior participação no mercado.

A NewAG International Annual 2026 refletirá essas transformações com uma programação dividida em duas trilhas principais: fertilizantes especiais e insumos biológicos. O evento abordará avanços em fertilização sustentável, tecnologias BioAg e inovações impulsionadas por regulamentações na Europa.

Entre os principais temas estão novas formulações de fertilizantes, bioestimulantes, soluções de biocontrole e iniciativas de economia circular, como fertilizantes produzidos a partir de resíduos.

Serviço:

O que: NewAG International Annual 2026
Quando: 28 e 29 de abril de 2026
Onde: Hotel Riu Plaza España, Madrid, Espanha
Mais informações aqui

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AgroNewsPolítica & Agro

Santa Catarina bate recorde em exportação de carnes


Santa Catarina alcançou no primeiro trimestre de 2026 o melhor resultado da série histórica nas exportações de carnes, considerando tanto receita quanto volume. De janeiro a março, o estado embarcou 518,4 mil toneladas, com faturamento de US$ 1,17 bilhão, o que representa crescimento de 4% em quantidade e de 9,6% em receita na comparação com o mesmo período de 2025.

Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e organizados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), que acompanham o desempenho do setor.

A carne suína foi o principal destaque do período. O estado exportou 182,4 mil toneladas, com receita de US$ 454,3 milhões, avanços de 4% em volume e 7,5% em faturamento. O resultado também representa o melhor desempenho da série histórica para o trimestre.

O Japão liderou os destinos da carne suína catarinense, respondendo por 31,7% da receita total, seguido por Filipinas e China. O mercado japonês registrou expansão significativa, com aumento de 59,8% no volume exportado e de 53,7% na receita, impulsionado pela demanda asiática. No cenário nacional, Santa Catarina concentrou 47,8% do volume e 50,1% das receitas das exportações brasileiras de carne suína no período.

As exportações de carne de frango também apresentaram crescimento. Foram embarcadas 316,7 mil toneladas, com faturamento de US$ 664,3 milhões, altas de 3,2% em volume e 7,7% em receita. O resultado configura o maior faturamento da série histórica e o segundo maior volume já registrado para o trimestre.

Apesar do desempenho geral positivo, houve recuo nos embarques para o Oriente Médio em março. Segundo o analista da Epagri/Cepa, Alexandre Giehl, “A retração reflete tensões geopolíticas na região, que têm provocado atrasos logísticos e aumento de custos”. Ainda de acordo com ele, o crescimento das exportações para mercados como Japão, China e Chile compensou a queda registrada naquele destino.

No consolidado nacional, Santa Catarina respondeu por 24,5% da receita e 22,3% do volume das exportações brasileiras de carne de frango no trimestre, mantendo posição relevante no setor.





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