quinta-feira, abril 30, 2026

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Testes para aumentar mistura de biodiesel no diesel começam em maio


Pesquisadores brasileiros do Instituto Tecnológico de Mauá darão início, em maio, a testes para investigar a viabilidade de aumentar a mistura de biodiesel no diesel de 15% para 20%. O avanço na mistura está sendo realizado com cautela, avaliando os impactos técnicos e garantindo a segurança na operação.

Importância do biodiesel

O debate sobre a mistura de biodiesel vai além do combustível, envolvendo:

  • O papel do agronegócio na redução de emissões
  • A menor dependência de diesel importado
  • O posicionamento do Brasil em relação à demanda global por produção sustentável

Vantagens do Brasil

O Brasil possui vantagens significativas na produção de energia renovável, especialmente com o biodiesel derivado da soja. O país é um dos maiores produtores de soja do mundo, e essa produção pode ser utilizada para:

  • Reduzir a dependência de combustíveis fósseis
  • Contribuir para a sustentabilidade ambiental

Desafios e perspectivas

Apesar das vantagens, o Brasil enfrenta desafios, como:

  • Dificuldades no desenvolvimento de motores que suportem misturas mais altas de biodiesel
  • A necessidade de um projeto governamental claro para o setor agrícola

O especialista Miguel Daú destaca que o Brasil deve acelerar o investimento na produção de biodiesel, garantindo segurança ao produtor e aproveitando a capacidade de produção do país.

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Chuva pode ultrapassar os 100 mm em algumas regiões do país, aponta Inmet


A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia indica um cenário de contrastes no clima brasileiro entre os dias 27 de abril e 4 de maio. Enquanto áreas do Norte e Nordeste devem concentrar os maiores volumes de chuva, a região central do país tende a enfrentar um período mais seco e estável.

Norte

Os maiores acumulados são esperados no Amazonas e no Pará, com volumes que podem ultrapassar 100 mm ao longo da semana. As áreas mais afetadas ficam no entorno dos rios Negro e Amazonas, desde o oeste amazonense até o território paraense.

Nas demais localidades da região, a chuva ocorre de forma mais irregular, com acumulados inferiores a 50 mm no período.

Nordeste

O centro-norte do Maranhão e do Piauí concentra as maiores precipitações, também com acumulados acima de 100 mm em sete dias.

Já no litoral norte e leste, a previsão indica chuvas mais fracas, com volumes abaixo de 40 mm. No interior da região, o tempo permanece seco, com estabilidade atmosférica e baixos índices de umidade.

Centro-Oeste

A previsão aponta chuvas irregulares e de baixo volume. Os acumulados podem chegar a 40 mm no noroeste de Mato Grosso e no sul de Mato Grosso do Sul.

No Distrito Federal, em Goiás e nas demais áreas sul-mato-grossenses, o tempo tende a permanecer firme ao longo da semana, com baixa probabilidade de chuva.

Sudeste

O predomínio será de tempo estável e pouca nebulosidade na maior parte dos dias.

No início da semana, a passagem de uma frente fria pode provocar chuva fraca no litoral e no sul de São Paulo. Em outras áreas litorâneas, há chance de precipitações pontuais associadas à circulação de umidade.

Sul

A atuação de uma frente fria deve provocar instabilidades mais intensas nos primeiros dias da semana.

Há previsão de temporais, com chuva forte, rajadas de vento, descargas elétricas e possibilidade de granizo. Os acumulados podem chegar a 80 mm no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, enquanto no Paraná os volumes não devem ultrapassar 70 mm.

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31ª edição da Agrishow reúne 200 mil visitantes e 800 marcas em Ribeirão Preto


A 31ª edição da Agrishow teve início hoje em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, e deve atrair cerca de 200 mil visitantes ao longo da semana. Considerada a maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, o evento reúne mais de 800 marcas expositoras em uma área de aproximadamente 520.000 m².

Expectativas de negócios

Os organizadores esperam que a feira movimente bilhões de reais em negócios. Na última edição, foram registradas intenções de negócios que somaram R$ 14,6 bilhões, um crescimento de 7% em relação ao ano anterior.

Abertura oficial

A abertura oficial da Agrishow contou com a presença de autoridades, incluindo o vice-presidente Geraldo Alckmin e o novo ministro da Agricultura, André de Paula. Durante a solenidade, o setor agropecuário destacou as expectativas para os próximos anos, em meio a desafios como o custo de produção e o acesso ao crédito rural.

Desafios do setor agropecuário

  • Safras recordes, mas com margens baixas ou negativas.
  • Taxas de juros incompatíveis com a atividade agropecuária.
  • Queda na disponibilidade de seguros rurais a nível nacional.

O secretário da Agricultura de São Paulo, Geraldo Melo Filho, ressaltou a necessidade de ações focadas e realistas para enfrentar os desafios do setor, como a viabilização de taxas de juros mais acessíveis e estímulos à produção.

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Governo lança programa de R$ 10 bilhões para financiar máquinas agrícolas


No evento Agrishow, o vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou um novo programa de financiamento voltado para o setor agrícola, que destinará R$ 10 bilhões para a aquisição de máquinas e implementos agrícolas. O objetivo é facilitar o acesso a tratores, colheitadeiras e outros equipamentos com taxas de juros em patamar de um dígito.

Detalhes do programa

O programa será gerido pela FINEP e contará com a participação de cooperativas e bancos parceiros. A iniciativa surge após o sucesso de um programa anterior que disponibilizou crédito para a compra de caminhões, esgotando os recursos em apenas 60 dias.

Benefícios para o setor agrícola

  • Financiamento de R$ 10 bilhões para máquinas agrícolas.
  • Taxas de juros em patamar de um dígito.
  • Participação de cooperativas e bancos na concessão de crédito.
  • Impulso à mecanização e tecnificação da agricultura.
  • Acesso a tecnologia avançada para os produtores.

Com essa nova linha de crédito, o governo espera fortalecer a agricultura brasileira, promovendo a modernização e a eficiência no campo.

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AgroNewsPolítica & Agro

Parceria busca ampliar o uso de bioinsumos no algodão


Representantes da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão e da Biotrop firmaram, na última sexta-feira (24), uma parceria com o objetivo de ampliar o uso de bioinsumos na cadeia produtiva do algodão no Brasil. A iniciativa busca incentivar alternativas ao uso de defensivos químicos no manejo de pragas, como o bicudo-do-algodoeiro.

O encontro contou com a participação do vice-presidente da Abrapa, Celestino Zanella; dos produtores e conselheiros Carlos Alberto Moresco e Luiz Carlos Bergamaschi; do diretor executivo Marcio Portocarrero; do gerente do programa Cotton Brazil, Fernando Rati; e da diretora de relações institucionais Silmara Ferraresi. Pela Biotrop, participaram o presidente Jonas Hipólito, a head de algodão Paula Luporini e o diretor comercial Carlos Baptista.

Durante a reunião, Celestino Zanella destacou o potencial da iniciativa. “O principal objetivo da Abrapa é viabilizar a cotonicultura, e o controle biológico de pragas é de extrema importância neste processo. A Biotrop tem realizado um trabalho brilhante nos últimos anos, e poderá ajudar os produtores na construção do futuro do algodão”, afirmou.

O diretor executivo Marcio Portocarrero apresentou as frentes de atuação da entidade e ressaltou o papel do programa Algodão Brasileiro Responsável no incentivo ao uso de soluções biológicas. “Atualmente 78% das fazendas brasileiras que produzem algodão participam do programa ABR, dentre elas 83,6% usaram no último ano produtos biológicos para o controle de pragas e doenças”, disse.

Para Fernando Rati, o uso de bioinsumos também impacta a percepção do produto no exterior. “O bioinsumo é um instrumento poderoso para reforçar o posicionamento do internacional do algodão brasileiro enquanto produção agrícola ambientalmente responsável”.

A pauta também incluiu iniciativas de promoção e rastreabilidade, como o programa SouABR e o movimento Sou de Algodão. Silmara Ferraresi destacou o engajamento das empresas. “O movimento Sou de Algodão tem atualmente um time de empresas apoiadoras comprometidas com a sustentabilidade e origem do algodão, que estão conquistando um público cada vez mais engajado por valorizarem a transparência e a qualidade daquilo que consomem”, afirmou.

O presidente da Biotrop, Jonas Hipólito, destacou sobre a aplicação prática dos bioinsumos. “O biológico chega como uma ferramenta a mais para o cotonicultor, que permite fazer a gestão das pragas desafiadoras, como é o caso do bicudo. Isso acontece com controle efetivo, custo atrativo e rentabilidade tão necessária para o desenvolvimento da atividade”, afirmou.

 





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91ª edição da Expozebu em Uberaba espera receber 400 mil visitantes


A 91ª edição da Expozebu foi inaugurada neste sábado, em Uberaba, Minas Gerais, reunindo autoridades e lideranças do agronegócio para discutir os desafios da produção sustentável.

Expectativa de público

Segundo a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), a feira deve receber mais de 400.000 visitantes até o dia 3 de maio.

Exposição de animais

A Expozebu conta com cerca de 3.000 animais de 300 criadores, distribuídos em 46 pavilhões. Este evento é considerado a maior exposição das raças zebuínas do mundo.

Desafios do agronegócio

Durante a abertura, foi mencionado o projeto de lei que propõe o fim da escala 6 por 1, que pode impactar o agronegócio. O presidente da ABCZ destacou a importância de discutir esses assuntos com seriedade, considerando as consequências para a economia do setor produtivo.

Importância do agronegócio em Minas Gerais

O governador Mateus Simões ressaltou que Minas Gerais possui 23 milhões de cabeças de gado, posicionando o estado como o quarto maior em agropecuária no Brasil. Ele enfatizou a relevância do agronegócio como motor da economia mineira.

Reconhecimento das raças zebuínas

O evento também celebrou a contribuição das diferentes raças zebuínas para a produção de carne no Brasil, destacando o trabalho dos criadores e selecionadores que ajudaram na adaptação dessas raças ao país.

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Estudantes internacionais visitam Coper Citros em São Paulo


Estudantes internacionais participaram de uma visita técnica na fábrica de ração da Coper Citros, localizada em Colina, interior de São Paulo. O evento teve como foco as práticas de agro sustentabilidade adotadas pela cooperativa, que impressionaram os visitantes.

Experiência dos alunos

Os alunos, oriundos de diversos países, ficaram surpresos com as exigências de qualidade e sustentabilidade do agronegócio brasileiro, que superam até mesmo as normas internacionais. Essa experiência é considerada fundamental para a formação de uma nova geração de profissionais conscientes e engajados.

Importância da interação internacional

A visita também enfatizou a importância da comunicação entre jovens de diferentes nacionalidades, promovendo um intercâmbio de ideias e práticas sustentáveis. O presidente da Coper Citros, Degob, foi elogiado pelo trabalho realizado na cooperativa e pela oportunidade de receber estudantes de todo o mundo.

Reação dos estudantes

  • Os alunos demonstraram entusiasmo com a qualidade dos produtos e processos da Coper Citros.
  • A experiência foi considerada enriquecedora e inspiradora para os futuros profissionais do setor.

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Mais de 700 árvores invasoras são retiradas de manguezais no litoral de São Paulo


mangue-maçã
Foto: Divulgação/Ibama

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em um esforço conjunto com a Fundação Florestal de São Paulo no sentido de preservar a integridade dos ecossistemas costeiros, realizou, na última semana, uma etapa de monitoramento e combate à espécie exótica invasora Sonneratia apetala, popularmente conhecida como mangue-maçã.

A operação das instituições buscar conter o avanço dessa planta, que é originária da Ásia e representa uma ameaça direta à biodiversidade brasileira devido ao seu crescimento acelerado e à sua elevada capacidade de competição por recursos.

Tecnologia

Durante as ações, a equipe técnica do Ibama aplicou metodologias avançadas para garantir a precisão no mapeamento da bioinvasão:

  • Mapeamento aéreo: utilização de aeronaves remotamente pilotadas (drones) para a cobertura de áreas estratégicas e geração de imagens de altíssima resolução.
  • Análise especializada: os dados coletados foram submetidos à fotointerpretação e sensoriamento remoto, permitindo a detecção precisa de indivíduos em diferentes estágios de desenvolvimento.
  • Validação terrestre: inspeções em campo para assegurar a consistência dos mapas gerados e subsidiar o planejamento das próximas remoções.

Erradicação

Como o mangue-maçã foi identificado, até o momento, apenas nos manguezais de Cubatão (SP), na Baixada Santista, os especialistas acreditam que a erradicação total ainda é viável, desde que as ações de resposta rápida sejam mantidas.

Próximos passos

Até o momento, o trabalho já resultou na retirada de mais de 700 árvores da espécie invasora. Além da supressão direta, o Ibama atua na identificação de novas áreas para intervenção e na testagem de tecnologias inteligência artificial para ampliar a escala dos levantamentos futuros.

A ação reafirma o papel do Ibama na vanguarda da gestão ambiental ao integrar operação técnica para mitigar impactos irreversíveis à biodiversidade e a atividades econômicas locais, como a pesca.

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Queda do dólar e perda de força dos EUA: o impacto no agro brasileiro


Close-up do dólar
Foto: Freepik

Perto do fim da Segunda Guerra Mundial, em 1944, potências globais decidiram que o sistema financeiro precisava de maior fluidez. Até então, o valor do dinheiro era lastreado no ouro — com o Padrão-Ouro, cada nota emitida precisava ter um equivalente em metal guardado em um cofre.

Em Bretton Woods, no estado de New Hampshire, nos Estados Unidos, delegados de 44 nações aliadas do governo norte-americano definiram que o dólar seria a única moeda conversível em ouro. Foi a criação do chamado Padrão Dólar-Ouro. De lá para cá, o dólar se consolidou no comércio internacional e se transformou na principal moeda de reserva do mundo.

Mais de 80 anos depois, o cenário em que o dólar está inserido é diferente. Em destaque, a saída recorde de capitais do mercado de títulos norte-americano e o aumento da dívida e da inflação no país. O índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de moedas principais, caiu de níveis acima de 100 no início do mês para cerca de 98,34 em 27 de abril.

Desvalorização: estratégia ou tiro no pé?

Segundo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um dólar excessivamente valorizado prejudica as exportações e acelera a desindustrialização do país. O que o governo norte-americano quer, na prática, é tornar os produtos “Made in USA” mais baratos e competitivos no exterior.

Fernando Berardo, chefe de Commodities da Barchart no Brasil, classifica o movimento de Trump como relevante, mas sem risco do ponto de vista da segurança econômica global.

“Isso já havia ocorrido alguns anos atrás e se estendeu no segundo governo do presidente Donald Trump. A própria China, desde cerca de 2010, começou a vender parte das suas posições em títulos do Tesouro americano, migrando principalmente para ouro”, diz.

Apesar de não ser exatamente uma surpresa para o mercado financeiro, o especialista aponta uma deterioração do “soft power” dos Estados Unidos, minando a influência do país perante o mundo. “Na minha visão, não está claro qual é a estratégia do governo americano, mas o efeito é uma desvalorização da moeda com perda de credibilidade”, afirma.

Berardo também cita a relação direta da guerra no Oriente Médio — iniciada por EUA e Israel contra o Irã — como um fator decisivo para a desvalorização do dólar. Segundo ele, os investidores não reagem bem a conflitos e tensões geopolíticas. “O mercado financeiro não gosta de incerteza”, pontua.

Diante desse cenário, outros ativos e moedas emergentes acabam ganhando relevância. “O Brasil aparece como um porto relativamente seguro”, explica o especialista. A taxa de juros elevada também contribui para a valorização do real, bem como os impactos limitados do conflito no Oriente Médio na economia brasileira.

O ‘tombo’ do dólar e o impacto nos preços agrícolas

Mas afinal, o que o enfraquecimento da moeda tem a ver com a economia e o agronegócio brasileiro? Carlos Cogo, consultor em agronegócios, explica que o exemplo da soja é o melhor para demonstrar o forte tombo do dólar e o impacto sobre os preços.

“Desde o início de 2025, em dólares ao produtor brasileiro, a soja subiu 10%”, afirma.

O resultado, contudo, não é tão positivo quanto se imagina. De acordo com ele, nesse mesmo período o câmbio recuou 20%, fazendo com que o preço ao produtor brasileiro acumulasse queda de 12%. Isso significa que com a queda do dólar e a consequente valorização do real, o lucro acabou sendo diluído na conversão.

Em 2026, o cenário ficou ainda mais crítico, quando o dólar registrou um novo recuo de 8%. Segundo Cogo, enquanto a cotação de referência da soja em Chicago oscilou pouco, com queda de apenas 2%, o preço em reais sofreu um impacto muito mais severo, acumulando um recuo de 11% apenas neste início de ano.

“Ou seja, se esse tombo do dólar favorece a importação de fertilizantes, a queda no valor da commodity em dólar é a mesma, anulando qualquer ganho na relação de troca”, pondera o consultor.

O ouro pode substituir o dólar?

A cotação do ouro encerrou o ano passado na casa dos US$ 4.200 – US$ 4.300, com uma valorização acumulada em 2026 que até o momento gira em torno de 9% a 11%. Questionado se o metal poderia desbancar o dólar no futuro, Berardo afirma que não.

“O ouro é um ativo de segurança, não uma moeda que vai substituir o dólar”, reforça. Atualmente, segundo o especialista, não existe uma moeda forte o suficiente para competir com o dólar. “O yuan [moeda chinesa] ainda não tem essa escala”, diz.

O enfraquecimento do dólar também levanta dúvidas sobre o possível fim da hegemonia econômica norte-americana. Na avaliação dele, se por um lado a China deve ultrapassar o país comandado por Donald Trump muito em breve, isso não significa que a maior economia vai desaparecer.

“Para o dólar perder força de forma relevante, seria necessário surgir um ativo com o mesmo nível de segurança do Tesouro americano — o que hoje ainda não existe”, conclui.

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Governo do RS faz balanço após dois anos da maior enchente da história


O governo do Rio Grande do Sul apresentou, nesta sexta-feira, um balanço das ações realizadas após a maior enchente da história do estado, que completou dois anos. O fenômeno climático, ocorrido em 2024, afetou 478 municípios e deixou um saldo trágico de 185 mortes e 23 desaparecidos.

Reconstrução e desafios

A reconstrução das áreas atingidas ainda está em andamento, com investimentos de R$ 14 bilhões em 227 projetos, incluindo obras em rodovias e estruturas para contenção de enchentes. Apesar dos esforços, muitos produtores abandonaram suas propriedades, enfrentando dificuldades para recuperar os solos e renegociar dívidas.

Impactos e previsões

Os primeiros dados da operação Terraforte, que visa recuperar solos, indicam que 80% das 5.000 propriedades visitadas apresentam problemas de erosão. O governo também alertou para a previsão de um inverno chuvoso, mas destacou que não há motivos para pânico em relação a novas enchentes, com base em análises científicas.

Necessidade de apoio federal

O governo estadual enfatizou a necessidade de um fundo de catástrofes mais robusto, já que o orçamento da União de 2025 destinou apenas R$ 1,7 bilhão para essa finalidade, em contraste com os R$ 64 bilhões previstos para emendas parlamentares. A falta de recursos adequados pode dificultar ainda mais a recuperação das áreas afetadas e o suporte aos produtores.

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