quinta-feira, abril 23, 2026

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Ciclone provoca chuva e ventos fortes nesta quarta-feira


Imagens geradas por IA para o Canal Rural

A quarta-feira (15) será marcada por mudanças importantes no tempo em várias regiões do Brasil. A formação de um ciclone extratropical no Sul, associada a uma área de baixa pressão, aumenta o risco de temporais, ventos fortes e chuva volumosa, especialmente no Rio Grande do Sul.

Ao mesmo tempo, o padrão climático segue bastante contrastante no país. Enquanto parte do Sudeste enfrenta tempo firme e umidade baixa, áreas do Centro-Oeste, Norte e Nordeste continuam com pancadas de chuva típicas do calor e da alta umidade. Esse cenário exige atenção tanto para volumes elevados de precipitação quanto para o risco de tempo seco em diferentes regiões.

Sul

O Sul concentra as principais instabilidades do dia. No Rio Grande do Sul, há previsão de chuva moderada a forte, com risco de temporais e acumulados elevados, principalmente no sudoeste, oeste e região da Campanha. As rajadas de vento variam entre 40 e 50 km/h, podendo chegar aos 70 km/h em áreas do sudoeste e litoral.

Em Santa Catarina, chove com mais intensidade no litoral, enquanto no Paraná a chuva é mais fraca e isolada na faixa litorânea. No restante da região, o tempo tende a ficar mais estável ao longo do dia.

Sudeste

No Sudeste, a chuva aparece de forma fraca e isolada no litoral, como no Espírito Santo, sul de São Paulo e região dos Lagos no Rio de Janeiro. No interior de Minas Gerais, também há chance de pancadas leves.

Nas demais áreas, o tempo segue firme, com sol entre nuvens e temperaturas em elevação. A umidade relativa do ar entra em atenção em áreas do interior paulista e do Triângulo Mineiro, podendo ficar abaixo dos 30%.

Centro-Oeste

A chuva ganha força ao longo do dia no Centro-Oeste. Há previsão de pancadas moderadas a fortes no sul e oeste de Mato Grosso do Sul e no sudoeste de Mato Grosso, com risco de temporais isolados.

Durante a tarde, a instabilidade avança para o norte de Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal. Nas demais áreas, o tempo segue firme, com calor e umidade baixa em pontos isolados.

Nordeste

O Nordeste terá chuva desde cedo no litoral da Bahia e na faixa entre Rio Grande do Norte e Sergipe. Ao longo do dia, as pancadas se espalham pelo interior, atingindo Maranhão, Piauí, Ceará e outras áreas da região.

Há risco de temporais principalmente entre Maranhão e Ceará, além do litoral norte da Bahia e áreas de Sergipe. Em parte de Pernambuco, a chuva ocorre com menor intensidade.

Norte: calor, umidade e pancadas intensas

Na região Norte, o calor e a alta umidade continuam favorecendo pancadas de chuva ao longo do dia. As instabilidades atingem grande parte dos estados, com possibilidade de chuva moderada a forte.

Há risco de temporais especialmente no Amapá e no nordeste do Pará. As temperaturas seguem elevadas, com sensação de abafamento predominando.

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Calor deve marcar fim de abril no Brasil


A segunda quinzena de abril deve ser marcada por temperaturas acima da média em grande parte do Brasil, segundo informações do Meteored. A previsão indica que episódios de frio mais intenso ainda devem demorar a ocorrer, com a atuação de uma área de calor persistente no país.

Na primeira metade do mês, entre os dias 1º e 13 de abril, as temperaturas se mantiveram próximas da média, com registro pontual de frio e ocorrência de geada na Serra Catarinense. As mínimas ficaram entre a média e ligeiramente acima na maior parte do território, enquanto as máximas apresentaram comportamento inverso, ficando um pouco abaixo da média.

Para o período entre 20 de abril e 4 de maio, o modelo ECMWF, utilizado pela Meteored, projeta temperaturas acima da média em todo o país, com anomalias que podem chegar a 6°C. “A previsão para a segunda quinzena de abril indica uma bolha de calor persistente e temperaturas essencialmente acima da média”, informa a análise.

A tendência aponta que apenas na virada do mês há sinal de temperaturas dentro da média no Rio Grande do Sul, o que pode indicar a atuação de uma massa de ar frio, ainda que sem intensidade suficiente para alterar o padrão predominante.

De acordo com o modelo, a área mais afetada pelo calor deve abranger o norte da Região Sul, a metade leste do Centro-Oeste e grande parte do Sudeste, com anomalias entre 3°C e 6°C acima da média. O restante do país também deve registrar temperaturas elevadas, variando entre 1°C e 3°C acima dos valores habituais.

Esse padrão tende a se manter nas próximas semanas, com expansão da área de calor entre os dias 27 de abril e 4 de maio. Em contrapartida, algumas regiões devem apresentar temperaturas próximas ou abaixo da média em períodos específicos, como a metade sul da Região Norte e o litoral do Nordeste.

A previsão indica que o comportamento das temperaturas está associado à distribuição das chuvas. A tendência é de redução das precipitações no centro-leste do país, abrangendo áreas do Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste.

Segundo a análise, a atuação de um sistema de alta pressão deve inibir a formação de chuvas, favorecendo o aquecimento. Já regiões com previsão de chuva acima da média tendem a registrar temperaturas mais próximas ou abaixo dos padrões climatológicos.

Apesar do predomínio de calor, a previsão não descarta episódios pontuais de frio. “A previsão de temperaturas acima da média não necessariamente quer dizer que não teremos frio nas próximas semanas”, destaca o boletim.

Nesses casos, o resfriamento deve ocorrer principalmente durante a noite e o amanhecer, enquanto as temperaturas voltam a subir ao longo do dia, mantendo o padrão geral acima da média.

Para o fim do período analisado, especialmente na semana entre 27 de abril e 4 de maio, o Rio Grande do Sul pode registrar temperaturas dentro da média, associadas à passagem de uma frente fria, conforme indicam os dados de precipitação.

 





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Trégua entre EUA e Irã derruba preço do petróleo


PODCAST Diário Econômico

No morning call desta quarta-feira (15), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que a sinalização de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã reduziu prêmios de risco e derrubou o petróleo. O Brent caiu 4,6% e o WTI quase 8%, enfraquecendo o dólar global e impulsionando bolsas em NY.

No Brasil, o Ibovespa renovou máxima histórica, com alta de 0,33%, e o dólar fechou em R$ 4,99. Juros recuaram com alívio inflacionário e fluxo estrangeiro seguiu sustentando ativos locais.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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Algodão brasileiro consolida salto de qualidade


A Abrapa divulgou, na sexta-feira (10), o relatório final de qualidade da safra 2024/2025. O documento apresenta um panorama da pluma brasileira após a análise da maior parte da produção nacional já colhida, beneficiada e classificada.

Segundo a entidade, foram avaliados 17,4 milhões de fardos por meio do sistema HVI (High Volume Instrument), o equivalente a cerca de 4,25 milhões de toneladas. O volume corresponde praticamente à totalidade da safra, dentro do programa SBRHVI, que reúne uma rede de 13 laboratórios e 90 equipamentos nos principais estados produtores.

Os dados indicam manutenção do padrão da fibra brasileira para a indústria têxtil. No indicador de resistência, 96,6% das amostras ficaram acima de 28 gf/tex. No comprimento da fibra, 94,2% do algodão apresentou medida igual ou superior a 1,11 polegada.

A uniformidade das fibras também se manteve dentro dos parâmetros, com 94,9% das amostras acima de 80%. O índice de fibras curtas registrou 80,8% dentro do limite considerado adequado, de até 10%. No quesito brilho, 85,6% do algodão apresentou padrão acima de 75, enquanto o grau de amarelamento permaneceu dentro dos parâmetros em 77,5% das amostras.

A análise também aponta avanço na distribuição do comprimento da fibra. Quase 80% da produção está concentrada nas faixas superiores, acima de 1,14 polegada, com aumento das categorias mais valorizadas em relação às safras anteriores.

No aspecto de coloração, predominam classes intermediárias e superiores, como 31 e 41, indicando padrão visual alinhado às exigências do mercado e menor presença de impurezas.

De acordo com o relatório, o desempenho está associado a fatores como investimento em tecnologia, melhoramento genético e padronização dos processos de beneficiamento e classificação.

Atualmente, toda a produção nacional passa por avaliação em HVI dentro do programa SBRHVI, o que, segundo a entidade, garante a confiabilidade das informações apresentadas.

Com a conclusão da análise da safra 2024/2025, os próximos relatórios da Abrapa devem passar a incorporar dados da temporada 2025/2026, que está em andamento. “A expectativa do setor é manter a trajetória de evolução, consolidando o Brasil como referência global não apenas em volume, mas também em qualidade de algodão.”





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Safra de café 26/27 pode chegar a 75,8 milhões sacas


A Hedgepoint Global Markets revisou as projeções para a safra brasileira de café 2026/27, indicando aumento na produção diante de condições climáticas favoráveis, expansão da área plantada e melhorias no manejo. A estimativa total é de 75,8 milhões de sacas, sendo 50,2 milhões de arábica e 25,6 milhões de conilon.

Segundo a consultoria, desde outubro as condições climáticas têm favorecido o desenvolvimento das lavouras de arábica, principalmente em Minas Gerais e São Paulo. Apesar de volumes de chuva ligeiramente abaixo da média em 2025, a combinação com temperaturas amenas permitiu boa floração e o início do desenvolvimento dos grãos.

Nas principais regiões produtoras desses estados, as precipitações e o manejo contribuíram para a manutenção das lavouras em boas condições, com impacto também do aumento das áreas cultivadas.

Em 2026, durante a fase de enchimento dos grãos, as chuvas ficaram acima da média em fevereiro e março, favorecendo o ganho de peso e tamanho dos grãos. Esse cenário, aliado à expansão da área plantada, sustenta a projeção de 50,2 milhões de sacas de arábica, alta de 33,2% em relação à safra anterior.

Para o conilon, as condições climáticas também foram favoráveis, com chuvas regulares e temperaturas amenas ao longo do ciclo. O aumento de área e o uso de variedades mais produtivas, além de investimentos em manejo, contribuem para manter a produção em níveis elevados.

A estimativa para o conilon é de 25,6 milhões de sacas, o segundo maior volume já registrado no país, com recuo de 5,3% frente ao ciclo anterior. A colheita já começou em algumas áreas e deve avançar entre o fim de abril e o início de maio.

“O clima favorável ao longo do desenvolvimento da safra, combinado ao aumento de área e aos investimentos em manejo, resultou em cafezais em ótimas condições e sustentou a revisão dos números de produção para a temporada 26/27”, afirma Laleska Moda, analista de Inteligência de Mercado da Hedgepoint Global Markets.

De acordo com a consultoria, a safra 2026/27 deve começar com estoques iniciais mais elevados. As exportações do ciclo 2025/26 seguem abaixo do esperado, refletindo menor disposição dos produtores para vender diante da volatilidade dos preços e incertezas de mercado, além de impactos de tarifas aplicadas pelos Estados Unidos em 2025.

Para a nova temporada, a estrutura de mercado pode permanecer invertida, com contratos de curto prazo acima dos de longo prazo. Os custos financeiros mais elevados tendem a adiar a recomposição de estoques por parte de compradores, influenciando os fluxos globais de exportação, embora haja expectativa de aumento nos embarques brasileiros com base na maior oferta.

No mercado interno, a safra 2025/26 registrou maior uso de conilon nos blends, devido ao diferencial de preços em relação ao arábica. Para 2026/27, a tendência é de manutenção desse padrão, ainda que uma safra maior de arábica possa pressionar as cotações da variedade.

Os estoques iniciais também devem ser mais elevados para o conilon, com produtores capitalizados e menor urgência de venda após os preços registrados nos últimos anos.

Diante desse cenário, a consultoria revisou para baixo as exportações da safra 2025/26 e projeta recuperação em 2026/27, sustentada pela maior oferta e pela demanda global por robusta, favorecida por preços mais baixos em relação ao arábica.

A expectativa é de que os preços do robusta permaneçam menores nos próximos meses, influenciados pelo aumento da oferta no Brasil e pela perspectiva de maior produção em países como Vietnã e Uganda. O comportamento do mercado, no entanto, segue condicionado à evolução climática, incluindo a possibilidade de ocorrência de um evento de El Niño.





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Safra de milho tem desempenho irregular


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (9), a colheita de milho no Rio Grande do Sul avançou para 83% da área, ainda em ritmo inferior ao observado nas culturas de soja e arroz. As lavouras remanescentes estão distribuídas entre estádios reprodutivos (7%) e maturação (9%).

Segundo a entidade, o predomínio de tempo firme tem favorecido o avanço dos trabalhos nas áreas aptas, enquanto as lavouras tardias apresentam desenvolvimento adequado, mas ainda dependem de condições hídricas para a consolidação do enchimento de grãos.

A colheita restante em propriedades de menor escala ocorre de forma gradual, muitas vezes associada à secagem natural dos grãos no campo.

O relatório aponta que a variabilidade climática ao longo do ciclo, com irregularidade das chuvas e períodos de déficit hídrico, resultou em diferenças no desempenho produtivo. As perdas são mais evidentes em lavouras implantadas fora da janela preferencial ou conduzidas com menor nível tecnológico, enquanto áreas com melhor disponibilidade hídrica mantiveram desempenho satisfatório.

A Emater/RS-Ascar estima a área cultivada em 803.019 hectares e produtividade média estadual de 7.424 kg por hectare.

Na região administrativa de Bagé, a colheita avançou de forma pontual, concentrada em pequenas propriedades, onde ocorre de forma escalonada ou após maior permanência das lavouras no campo para redução da umidade. Em Quaraí, há registros de danos causados por javalis, com impacto na produtividade.

Na região de Caxias do Sul, a colheita apresentou avanço, embora as últimas áreas tenham registrado redução de rendimento em função da falta de umidade durante o desenvolvimento. As produtividades variam entre 7.200 e 9.000 kg por hectare.

Em Frederico Westphalen, o milho safrinha representa cerca de 5% da área e está majoritariamente em fase reprodutiva, com desenvolvimento heterogêneo em razão da irregularidade das precipitações.

Na região de Ijuí, 98% da área já foi colhida, com produtividade média em torno de 9.200 kg por hectare, restando áreas de safrinha em formação de grãos.

Em Pelotas, a colheita atinge 38% da área, com lavouras remanescentes em diferentes estágios, incluindo enchimento de grãos, florescimento e maturação. As condições de umidade do solo, ainda que desuniformes, têm contribuído para a manutenção do potencial produtivo.

Na região de Santa Rosa, 93% da área foi colhida, com o milho safrinha ainda em desenvolvimento vegetativo, floração e enchimento de grãos. Não há registros relevantes de pragas e doenças no período.

Em Soledade, a colheita do milho precoce está concluída em 61% da área cultivada, restando áreas pontuais em relevo acidentado e operações realizadas de forma escalonada após a secagem natural dos grãos. As lavouras implantadas em períodos intermediários e tardios permanecem em fases reprodutivas.





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Pragas afetam lavouras de mandioca no RS


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (9), a cultura da mandioca/aipim apresenta avanço em diferentes estágios no Rio Grande do Sul, com início de colheita em algumas regiões e intensificação das operações em outras.

Na região administrativa de Bagé, a colheita está em fase inicial em Uruguaiana. Os produtores aproveitaram a Feira do Peixe realizada na última semana para ofertar as primeiras porções no mercado local. As raízes ainda apresentam diâmetro reduzido, e a expectativa é de aumento na oferta e na qualidade nas próximas semanas, condicionado à redução das temperaturas.

Na região de Lajeado, em Cruzeiro do Sul, a cultura está em fase avançada de colheita e comercialização. Há registro de atraso em relação ao ciclo anterior, associado à falta de ramas no plantio. As lavouras apresentam desenvolvimento considerado adequado, com produtividade em torno de 15 toneladas por hectare. O preço pago ao produtor pela caixa de 22 quilos varia entre R$ 25,00 e R$ 30,00, com tendência de recuo nos próximos dias.

Na região de Santa Rosa, as lavouras estão em desenvolvimento, com início da colheita de raízes novas em algumas propriedades. Foram registrados danos causados por mosca-branca, que afetaram o desenvolvimento das plantas e exigiram monitoramento. O impacto na produtividade varia conforme a intensidade da infestação, o estágio da cultura e o manejo adotado. Em áreas com colheita antecipada, os efeitos tendem a ser menores, enquanto em lavouras destinadas à colheita tardia o controle contínuo é necessário para evitar perdas acumulativas. O preço médio ao produtor é de R$ 6,00 por quilo in natura e R$ 10,00 por quilo para produto industrializado.

Na região de Erechim, a colheita foi iniciada, com bom desenvolvimento das raízes e ausência de registros de pragas ou doenças.

Na região de Santa Maria, a maior parte das áreas está em fase de crescimento dos tubérculos, maturação e colheita. Há registros de antracnose em algumas propriedades. Parte da produção está sendo comercializada em feiras e no comércio local.





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AgroNewsPolítica & Agro

Boi gordo inicia semana com alta em São Paulo



Exportações sustentam preço do boi gordo



Foto: Canva

De acordo com a análise da segunda-feira (20) do informativo “Tem Boi na Linha”, publicado pela Scot Consultoria, o mercado do boi gordo iniciou a semana com valorização em São Paulo. Segundo a consultoria, “o mercado esteve firme, e a cotação da arroba começou o dia subindo”. Nas ofertas de compra para o “boi China” e para a vaca, a alta foi de R$ 3,00 por arroba, movimento sustentado pelo desempenho das exportações, pela melhora do consumo interno em relação à semana anterior e pela postura da ponta vendedora.

Ainda conforme a Scot Consultoria, frigoríficos com escalas mais confortáveis adotaram menor agressividade nas compras, enquanto parte dos compradores buscou animais em outros estados em busca de melhores condições de negociação. A escala média de abate foi estimada em oito dias.

Na região Oeste do Maranhão, o levantamento aponta valorização de R$ 3,00 por arroba para a novilha, enquanto as demais categorias mantiveram estabilidade nas cotações.

No Rio de Janeiro, o mercado permaneceu firme, sem alteração nas referências de preço. Segundo a análise, “escalas curtas e oferta enxuta sustentavam os preços”. A escala média de abate no estado foi de quatro dias.

No mercado externo, as exportações de carne bovina in natura registraram avanço até a segunda semana de abril. O volume embarcado somou 97,3 mil toneladas, com média diária de 13,9 mil toneladas, alta de 15,1% em relação ao mesmo período de abril de 2025. O preço médio da tonelada atingiu US$ 6,1 mil, aumento de 20,8% na comparação anual.





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Ações da China terminam em alta com lucros industriais fortes e apesar de…


Logotipo Reuters

 

XANGAI, 27 Mar (Reuters) – As ações da China e de Hong Kong fecharam em alta nesta sexta-feira uma vez que dados fortes de lucros industriais melhoraram o sentimento do mercado, apesar das preocupações persistentes com a intensificação das tensões no Oriente Médio.

Os mercados acionários asiáticos reduziram as perdas já que outro prazo adiado na guerra do Oriente Médio fez com que os preços do petróleo caíssem, embora ainda não haja um fim à vista para a crise de energia que se desenrola na economia global.

No fechamento, o índice de Xangai teve alta de 0,63%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,56%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,38%.

No entanto, na semana, o SSEC perdeu 1,1%, registrando sua quarta queda semanal consecutiva, enquanto o CSI300 caiu 1,4%. O Hang Seng caiu 1,3% na semana, registrando a quarta perda semanal consecutiva.

A ligeira força veio depois que as empresas industriais da China relataram um crescimento mais forte dos lucros no início do ano, reforçando os sinais de recuperação na segunda maior economia do mundo, mesmo com a guerra no Oriente Médio ameaçando o crescimento global.

“Embora um conflito prolongado no Oriente Médio represente riscos materiais, acreditamos que a China reduziu significativamente sua vulnerabilidade aos choques do petróleo na última década e está diante de uma oportunidade de oferecer produtos verdes de tecnologia e soluções de infraestrutura acessíveis para nações que buscam alternativas”, disseram os economistas do Barclays em uma nota.

. Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,43%, a 53.373 pontos.

. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,38%, a 24.951 pontos.

. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,63%, a 3.913 pontos.

. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,56%, a 4.502 pontos.

. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,40%, a 5.438 pontos.

. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,68%, a 33.112 pontos.

. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,21%, a 4.898 pontos.

. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,11%, a 8.516 pontos.





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FPA discute cenário de instabilidade com crédito reduzido e alto endividamento no campo


Agência FPA

A combinação de custos elevados, queda nas commodities e juros altos tem ampliado a pressão sobre o endividamento dos produtores rurais no Brasil, criando um cenário de dificuldade para o setor agropecuário. Nesse contexto, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que reúne 341 parlamentares, levou uma série de propostas ao novo ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), André de Paula, durante reunião realizada nesta terça-feira (14).

O ministro participou do encontro com a bancada, ocasião em que os parlamentares apresentaram o Projeto de Lei 5.122/2023, de autoria do deputado Domingos Neto (PSD-CE), como uma das principais alternativas para aliviar o endividamento no campo. A proposta prevê o uso do Fundo Social para estruturar uma linha de crédito voltada à renegociação de dívidas rurais em diferentes regiões do país.

O texto tramita na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal e será relatado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL). Na última semana, a vice-presidente da FPA no Senado, senadora Tereza Cristina (PP-MS), articulou uma reunião com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o relator da proposta, com o objetivo de avançar na construção do texto.

A solicitação dos parlamentares agora é para que o Ministério da Agricultura também reforce essa articulação dentro do Executivo. A proposta prevê cerca de R$ 30 bilhões para a linha de financiamento, mas o valor já é considerado insuficiente diante do nível atual de endividamento do setor.

“Nós estamos dando todo o apoio necessário para que o projeto tenha celeridade, inclusive pedimos ao ministro o apoio institucional do governo para que a gente consiga achar minimamente um alento. Vamos lembrar que os R$ 30 bilhões que estão previstos no PL 5.122 já são completamente insuficientes para o tamanho do problema enfretado”, destacou o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR).

A FPA também entregou ao ministro um ofício com os principais pleitos do setor junto ao Mapa, incluindo:

  • Revisão das resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) que restringem o crédito rural com base exclusiva no PRODES
  • Garantia de que o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara) tenha função apenas consultiva e técnica, sem sobreposição regulatória ao Mapa e demais órgãos
  • Definição de cronograma para regulamentações da Lei de Pesticidas, Lei do Autocontrole e Lei dos Bioinsumos
  • Ampliação do Plano Safra para facilitar o acesso ao crédito por pequenos e médios produtores
  • Construção de soluções estruturantes para renegociação das dívidas rurais no campo
  • Atuação junto ao Ministério da Fazenda para publicação de lista complementar de insumos agropecuários com redução de 60% de IBS e CBS
  • Participação nas discussões sobre a atualização da Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras, com foco em critérios técnicos
  • Suspensão ou revisão de portaria sobre classificação e comercialização de morangos
  • Articulação nas negociações do Regulamento Europeu de Desmatamento (EUDR)
  • Maior participação do setor produtivo em acordos comerciais internacionais
  • Esclarecimentos sobre portarias de rastreabilidade de pesticidas
  • Revisão da norma de Verificação Agrícola e Conformidade de grãos para garantir caráter opcional e contratual da certificação
  • Definição de cronograma para o Sistema Unificado de Informação, Petição e Avaliação Eletrônica (SISPA)
  • Aprimoramento das regras de uso de drones na agropecuária, com foco em segurança jurídica e viabilidade tecnológica
  • Criação de solução normativa para indenização de serviço voluntário em folga remunerada para auditores fiscais federais agropecuários

Ministro fala em aproximação

O ministro André de Paula ouviu dos parlamentares a demanda por uma maior participação da FPA nas decisões relacionadas às políticas públicas do setor agropecuário. Uma das sugestões apresentadas pela ex-ministra da Agricultura, senadora Tereza Cristina, foi a manutenção de encontros periódicos entre a bancada e a gestão do ministério.

“Todo governo, seja ele de que matiz for, enfrenta problemas, porque a agricultura tem necessidades e o cobertor é curto. Outras áreas também têm as suas demandas, e esse embate é necessário. Mas, quando o senhor tem uma frente como essa, ajudando a remar para a frente, facilita muito a vida”, disse a parlamentar.

O ministro afirmou que pretende acolher a iniciativa. “Eu tenho disposição para isso e vou conversar com o presidente da FPA para que a gente construa essa possibilidade”, destacou André de Paula.

Além da pauta de crédito e endividamento, o vice-presidente da FPA na Câmara, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), também reforçou a necessidade de uma “implantação radical” do Código Florestal.

“Nós falamos das restrições de crédito via PRODES e é urgente. São problemas que vão surgindo porque não há essa matriz da análise do Cadastro Ambiental Rural (CAR)”, comentou Jardim, ao citar as resoluções do Conselho Monetário Nacional que têm restringido o acesso ao crédito rural para produtores em situação ambiental regular.

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