quinta-feira, abril 23, 2026

News

News

Preços da soja no Brasil seguem alta de Chicago e não sentem nova baixa do dólar


Monte de soja em grão formando mapa do Brasil. Sobre ele, três notas de 50 reais. Ao redor, moedas de diversos valores
Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja registrou maior volume de negócios na sessão desta quarta-feira (15), com melhora nas cotações nos portos.

Segundo o analista da Safras & Mercado Rafael Silveira, o avanço da Bolsa de Chicago deu suporte ao mercado, enquanto os prêmios permaneceram praticamente estáveis e o dólar operou de forma neutra.

“De maneira geral, foi uma semana calma nas ofertas, com pequenas variações nas cotações, mas hoje tivemos um movimento melhor”, afirma. Com isso, houve reporte de negócios ao longo do dia, acompanhando a leve recuperação dos preços.

Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): avançou de R$ 121,50 para R$ 122,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 122,50 para R$ 123,00
  • Cascavel (PR): passaram de R$ 117,00 para R$ 118,00
  • Rondonópolis (MT): avançaram de R$ 106,50 para R$ 107,00
  • Dourados (MS): subiram de R$ 109,50 para R$ 111,00
  • Rio Verde (GO): foi de R$ 107,00 para R$ 108,00
  • Porto de Paranaguá (PR): aumentou de R$ 127,00 para R$ 128,00
  • Porto de Rio Grande (RS): passou de R$ 127,50 para R$ 128,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Com o dia mais cauteloso e de poucas oscilações no financeiro, as atenções se voltaram para o cenário fundamental, principalmente o início do plantio nos Estados Unidos.

De acordo com Safras, os ganhos foram determinados pela previsão de chuvas no Meio Oeste dos Estados Unidos, que poderia atrasar os trabalhos.

“Foi o pretexto suficiente para recuperar parte das perdas acumuladas durante as últimas sessões. Outro ponto de sustentação foi o ritmo lento das vendas por parte dos produtores americanos, que esperam por preços melhores”, desta Silveira.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 9,00 centavos de dólar, ou 0,77%, a US$ 11,67 por bushel.

A posição julho teve cotação de US$ 11,83 1/4 por bushel, com elevação de 10,50 centavos de dólar ou 0,89%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com alta de US$ 4,70 ou 1,42% a US$ 334,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 67,60 centavos de dólar, com ganho de 1,16 centavo ou 1,74%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,01%, sendo negociado a R$ 4,9921 para venda e a R$ 4,9901 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9849 e a máxima de R$ 4,9999.

O post Preços da soja no Brasil seguem alta de Chicago e não sentem nova baixa do dólar apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

CNA vai ao Supremo contra regras que restringem crédito rural aos produtores


STF
Foto: Ascom STF

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (15) pedindo a suspensão das Resoluções nº 5.268/2025 e nº 5.193/24, do Conselho Monetário Nacional (CMN).

De acordo com as resoluções, instituições financeiras passaram a usar, desde 1º de abril, dados do Programa de Monitoramento do Desmatamento por Satélite (Prodes) como parte das análises para concessão de crédito em propriedades rurais com área superior a quatro módulos fiscais, em todo o território nacional.

Na prática, conforme a CNA, a medida criou uma nova etapa de verificação nas operações de crédito rural utilizando dados de sensoriamento remoto de um sistema que não diferencia automaticamente situações de desmatamento legal, autorizadas pelos órgãos ambientais competentes, de casos de desmatamento ilegal, além de sobreposições de propriedades e polígonos de desmatamento.

“Todos os normativos, sob um pretexto equivocado de proteção ambiental, expurgam dos produtores a presunção de inocência, o direito ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa, culminando na desconsideração do direito de propriedade”, diz a CNA na ação.

A Confederação alega ainda que as normas imputam uma penalidade antes do produtor ter a oportunidade de apresentar uma justificativa, de fazer sua defesa.

“A Resolução CMN 5268/2025 veda a concessão de crédito como uma medida presumida e antecipatória de culpa, permitindo que que o produtor rural demonstre sua regularidade somente após penalizado. Enquanto a instituição financeira não analisar as provas apresentadas de regularidade pelo produtor, há completa paralisação de fornecimento do crédito com alta possibilidade de inviabilização da safra”.

Ainda de acordo com a ação, “não é possível que se presuma a má-fé do produtor que requer crédito e o Prodes verifique uma supressão vegetal. Primeiro porque a supressão pode ter sido legal; segundo porque é uma completa mácula à lógica dos direitos fundamentais”.

Acesso ao crédito

Nos argumentos, a CNA diz que é preciso que normas administrativas que impactam diretamente o direito de propriedade dos produtores rurais guardem estrita relação com todos os demais direitos fundamentais.

“Inviabilizar o acesso ao crédito, sem ao menos estabelecer prazo específico e peremptório para a análise das justificativas, é antecipar uma culpa que sequer pode existir” afirma.

Para a CNA, retirar do produtor rural o acesso ao crédito é o mesmo que “condená-lo a não produzir”. E que o cenário econômico é “complexo e delicado”, com altas no preço dos fertilizantes e queda no preço das commodities.

“A grande maioria dos produtores está sem reservas para suprir negativas de acesso a crédito, o que levará a um cenário catastrófico para o setor.”

A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) que pede a “medida cautelar” foi encaminhada ao ministro Gilmar Mendes.

O post CNA vai ao Supremo contra regras que restringem crédito rural aos produtores apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Seminário regional coloca trabalhadores no centro do debate sobre o futuro do tabaco


 A cadeia produtiva do tabaco, uma das mais relevantes para a economia do Sul do Brasil, estará no centro de um amplo debate institucional no próximo dia 23 de abril, com a realização do primeiro encontro do Ciclo de Seminários Regionais promovido pela Federação Interestadual dos Trabalhadores nas Indústrias do Tabaco (Fentitabaco) em parceria com a Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco). A iniciativa propõe um espaço estruturado de diálogo para tratar dos impactos sociais, econômicos e de saúde que envolvem trabalhadores, produtores e municípios diretamente ligados ao setor.

O encontro em Santa Cruz do Sul marca o início de uma agenda regional que também passará por Santa Catarina e Paraná, consolidando uma mobilização inédita em torno de temas estratégicos como saúde do trabalhador, geração de renda, desenvolvimento regional e perspectivas futuras da atividade. A proposta é reunir trabalhadores da indústria, lideranças sindicais, gestores públicos e especialistas em um ambiente técnico e institucional, capaz de produzir reflexão qualificada e encaminhamentos concretos, representantes dos 525 municípios envolvidos na cadeia produtiva do tabaco na região Sul.

Com participação de especialistas reconhecidas nacionalmente, como a psicóloga Mônica Gorgulho e a toxicologista Silvia Cazenave, o seminário terá abordagem técnica sobre saúde do trabalhador e seus desdobramentos no contexto produtivo. As discussões também irão considerar o papel das políticas públicas, os desafios da proteção social e os caminhos possíveis para a sustentabilidade econômica dos municípios que têm na cadeia do tabaco uma de suas principais bases. Para o presidente da Fentitabaco, Rangel Marcon, a proposta é qualificar o debate a partir de evidências e da realidade vivida no setor. “Estamos promovendo um espaço de escuta e construção, onde a saúde do trabalhador e o contexto produtivo são tratados com seriedade e responsabilidade, conectando conhecimento técnico com a realidade de quem sustenta essa cadeia todos os dias”, afirma.

As contribuições dos encontros serão sistematizadas em um documento-base regional, que servirá como subsídio para uma audiência pública no Congresso Nacional, ainda no primeiro semestre de 2026. Marcon ressalta que a proposta é ampliar o protagonismo dos trabalhadores no debate institucional. “Estamos estruturando um espaço sério, técnico e representativo, onde a realidade de quem está na base produtiva será considerada com responsabilidade. Esse processo é fundamental para qualificar o diálogo nacional sobre o setor.”

A articulação com os municípios reforça o alcance da iniciativa e a necessidade de integração entre diferentes níveis institucionais. Para o presidente da Amprotabaco, Gilson Becker, o envolvimento das administrações municipais é estratégico para compreender os impactos diretos da atividade. “Os municípios vivem diariamente os efeitos econômicos e sociais da cadeia do tabaco. Participar desse processo é contribuir para construir caminhos que garantam equilíbrio, desenvolvimento e segurança para as comunidades”, destaca.

Programação

Santa Cruz do Sul (23 de abril de 2026)

8h30min – Credenciamento e café de boas-vindas;

8h45min – Abertura institucional;

9 horas – Apresentação técnica sobre saúde do trabalhador;

10h30min – Intervalo;

10h40min – Painel de debate sobre emprego e desenvolvimento regional;

11h40min – Construção do documento-base regional;

12h15min – Encerramento.

Horário: 8h30min às 12h30min

Local: Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Sul

Especialistas convidadas

Mônica Gorgulho é psicóloga formada pela Universidade de São Paulo (USP), com atuação consolidada na área de políticas públicas relacionadas ao uso de substâncias e redução de danos. Possui trajetória vinculada ao Programa de Orientação e Assistência a Dependentes da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com participação em projetos do Ministério da Saúde e atuação em organismos nacionais e internacionais voltados à saúde pública.

Silvia Cazenave é doutora em Toxicologia e ex-superintendente de Toxicologia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Atuou como perita criminal toxicologista por mais de três décadas e como professora titular da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas, sendo referência nacional na área de toxicologia aplicada e políticas relacionadas a substâncias.





Source link

News

Turismo rural ganha força com Ruraltur no Espírito Santo


As edições da Ruraltur atraem milhares de pessoas todos os anos.jpg
Foto: Gabriel Lordello/Mosaico Imagem

Depois de sete anos, o Espírito Santo volta ao centro do turismo rural brasileiro. Entre os dias 16 e 18 de abril, Santa Teresa recebe a Ruraltur, considerada a maior feira gratuita do segmento no país — um movimento que vai além da visitação e se consolida como motor de desenvolvimento para o interior.

Com apoio do Sebrae/ES, o evento transforma o Parque de Exposições de Santa Teresa em um ambiente estratégico de conexão entre empreendedores, produtores e o público. A proposta é fortalecer pequenos negócios, ampliar mercados e impulsionar o turismo como alternativa concreta de geração de renda.

A feira reúne experiências que vão da gastronomia ao artesanato, passando por roteiros turísticos, cultura e inovação. Além da exposição, a programação inclui palestras, workshops e rodadas de negócios — criando oportunidades reais para quem quer crescer no campo.

Ruraltur

Para o superintendente do Sebrae/ES, Pedro Rigo, a realização do evento no estado amplia o alcance dos empreendedores locais e reforça o papel do turismo rural na economia. Segundo ele, “a realização da Ruraltur no Espírito Santo é uma oportunidade estratégica para o fortalecimento da economia estadual. O turismo rural é uma das grandes vocações do Espírito Santo e nossos empreendedores estarão em evidência nacional. É também uma oportunidade para ampliar mercado, ganhar notoriedade e criar conexões que geram negócios concretos e sustentáveis para o campo”.

Mais do que um evento, a Ruraltur é um espaço de transformação — onde tradição e empreendedorismo caminham juntos e mostram que o interior tem cada vez mais protagonismo no desenvolvimento do Brasil.

📍 Programação:
Santa Teresa
📅 16 de abril, quarta-feira
📌 Abertura e programação técnica e cultural
📍 Parque de Exposições

16h | Abertura da feira e credenciamento
17h | Apresentação de Santa Teresa (auditório)
17h | Cozinha-show – cafés especiais
17h30 | Agricultura familiar e educação ambiental
18h | Palestra sobre paisagismo no turismo rural
18h | Cozinha-show – cacau e chocolate
18h | Dança italiana das nonas
19h | Abertura oficial
19h | Chegada dos tropeiros
20h | Produção de goiabada artesanal
20h | Coral italiano
21h | Roda de viola
23h30 | Encerramento

Santa Teresa
📅 17 de abril, quinta-feira
📌 Conteúdo técnico, negócios e apresentações culturais
📍 Parque de Exposições

16h | Abertura da feira
16h20 | Regionalização do turismo
16h50 | Região dos Imigrantes
17h | Cozinha-show – pudim de queijo
17h20 | Roda de conversa turismo ES
18h | Banda Circolo Trentino
18h | Cozinha-show – biscotto
18h | Turismo de luxo (palestra)
18h | Chegada dos tropeiros
19h | Dança típica
19h | Cozinha-show – conilon
19h30 | Rodada de negócios
20h | Banda Ferrari
20h | Degustação de cachaças
21h30 | Show musical
23h30 | Encerramento

Santa Teresa
📅 18 de abril, sexta-feira
📌 Cultura, negócios e experiências do turismo rural
📍 Parque de Exposições

11h | Cantoria italiana
12h | Produção de melaço
14h | Abertura da feira
14h | Apresentação cultural carroceiros
14h20 | Nota Fiscal Fácil para produtor rural
15h | Turismo rural criativo
15h | Grupo de violões
15h40 | Case Sergipe
16h | Dança folclórica
16h | Cozinha-show – chocolate
16h | Roda de conversa nacional
17h | Cozinha-show – cantina italiana
18h | Dança pomerana
18h | Cozinha-show – banana chips
18h30 | Rodada de negócios
19h | Pisa da uva
19h | Cozinha-show – risoto
19h30 | Show musical
22h | Show principal
23h30 | Encerramento

O post Turismo rural ganha força com Ruraltur no Espírito Santo apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Indústria de embalagens debate efeitos da guerra no Oriente Médio e aposta na circularidade


Fórum ABRE
Foto: reprodução/redes sociais

Nesta quarta-feira (15), São Paulo recebeu um encontro que reúne representantes da indústria de embalagens para discutir desafios e perspectivas do setor no Brasil, em um momento de pressão sobre a cadeia global de suprimentos.

O cenário internacional, especialmente a guerra no Oriente Médio, já impacta diretamente o mercado de petróleo (principal matéria-prima para a produção de plásticos) e acende o alerta entre os industriais.

O debate ocorre durante o Fórum Abre de Sustentabilidade em Embalagem e Consumo, promovido pela Associação Brasileira de Embalagens. O evento reúne agentes de toda a cadeia produtiva para discutir estratégias que aumentem a resiliência do setor diante das oscilações externas.

Entre os principais temas está a circularidade das embalagens, apontada como uma alternativa para reduzir a dependência de insumos virgens e mitigar os impactos de crises internacionais. A proposta envolve ampliar o uso de materiais reciclados, investir em inovação e repensar o design das embalagens, além de fortalecer sistemas de coleta, reciclagem e logística reversa.

Segundo a presidente executiva da Associação Brasileira Embalagem (Abre), Luciana Pellegrino, o avanço dessa agenda depende de integração entre todos os elos da cadeia.

Ela destaca que novas regulamentações no Brasil já impõem metas relacionadas à reciclagem, reuso e incorporação de matéria-prima reciclada, exigindo alinhamento entre indústria, recicladores e demais agentes do setor.

“Esse é um alinhamento que precisa ser feito entre toda a cadeia, uma discussão de como nós avançamos juntos nessa agenda, que é uma agenda importante aqui no Brasil e no mundo todo, com objetivo de realmente garantir que esses materiais possam circular, possam ser reutilizados, continuar abastecendo a sociedade e trazer sustentabilidade”, reforça.

Cenário no Brasil

O Brasil já ocupa posição de destaque global quando o assunto é reaproveitamento de resíduos, com desempenho consolidado em diferentes cadeias produtivas. Esse avanço coloca o país em um patamar relevante dentro da agenda de sustentabilidade, embora ainda existam desafios

“Nós somos líderes na reciclagem de alguns materiais, como latas de alumínio. Temos índices muito importantes em garrafas PET, em papelão ondulado, em aço e também embalagens de vidro. E estamos agora buscando crescer em outros materiais, como outros tipos de plástico também”, destaca Pellegrino.

Discussões

O setor também precisa garantir que as embalagens mantenham suas funções essenciais, como proteção do conteúdo, eficiência logística e segurança ao consumidor. Outro ponto destacado é a necessidade de informar corretamente sobre o descarte adequado.

A discussão reforça que a circularidade não depende apenas da indústria, mas de toda a cadeia econômica da reciclagem. Para que o modelo funcione, é necessário gerar valor ao material reciclado e garantir a remuneração de todas as etapas do processo, viabilizando sua reinserção no ciclo produtivo.

O post Indústria de embalagens debate efeitos da guerra no Oriente Médio e aposta na circularidade apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Capim Mombaça: manejo correto garante boa produção de carne, diz especialista


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

O Capim Mombaça, também conhecido como Colonião, é um verdadeiro “tanque” para produzir carne, mas exige precisão cirúrgica no manejo. Segundo o engenheiro agrônomo Marcius Gracco, a altura é o que separa o pecuarista que lucra daquele que produz apenas “vassoura” e talo no pasto, perdendo o valor nutricional que essa forrageira pode oferecer.

O segredo para dominar o Capim Mombaça está em respeitar sua fisiologia. O objetivo é colher o máximo de folhas antes que a planta gaste energia alongando o colmo (talo).

Confira:

Período crítico para o Capim Mombaça

Estamos em meados de abril, um período crítico onde o Capim Mombaça tende a penduar (florescer) e endurecer para enfrentar a seca. Para que o Capim Mombaça entregue sua alta performance, ele exige um pacote tecnológico mínimo.

O boi ganha peso comendo folha, não talo. Manejar o Capim Mombaça com a régua na mão garante uma taxa de lotação superior e um acabamento muito mais rápido dos animais. É a forrageira perfeita para quem faz Recria Intensiva a Pasto (RIP) e busca giro rápido no estoque.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

O post Capim Mombaça: manejo correto garante boa produção de carne, diz especialista apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Carga com quase 40 toneladas de laranja é interceptada com documentação falsa


40 toneladas de laranja interceptadas
Foto: Divulgação/Seagri

A Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) interceptou durante fiscalização uma carga de quase 40 toneladas de laranja, transportada com documentação adulterada e sem comprovação de origem, na BR-116, em Jequié, após identificação de fraude.

A abordagem ocorreu no posto fixo da Agência, uma das barreiras sanitárias mantidas em rodovias e áreas de divisa, que integram a atuação permanente da Adab em diferentes regiões do estado no controle do trânsito agropecuário.

Nesse sentido, as autoridades verificaram que o condutor apresentou uma Permissão de Trânsito de Vegetais (PTV), mas o documento não correspondia à carga. Após consulta aos sistemas oficiais, a Adab considerou o documento inválido, o que permitiu identificar inconsistências.

Além disso, também constataram que a PTV havia sido adulterada a partir de um documento legítimo, emitido anteriormente para outra carga, com frutos transportados e volume diferentes.

Cargas sem procedência

caminhão interceptado com laranjas
Foto: Divulgação/Seagri

Na conferência, a documentação indicava o transporte de 20 toneladas de limão, enquanto o caminhão transportava laranja, em volume superior ao declarado, quase 40 toneladas. A divergência envolvia tanto os frutos transportados quanto a quantidade informada.

De acordo com a investigação, como a documentação apresentada não era válida, não foi possível confirmar a origem dos frutos nem o trajeto da carga, o que compromete a rastreabilidade e o controle do trânsito de vegetais.

Nessas condições, cargas sem procedência podem circular entre diferentes regiões produtoras do estado, como o Recôncavo, Litoral Norte e Chapada Diamantina, com risco para essas áreas.

Dessa forma, a Adab reteve o carregamento, a empresa responsável foi autuada por irregularidades na documentação e o caso encaminhado às autoridades policiais.

O transportador foi conduzido para os procedimentos legais e, após audiência de custódia, foi liberado e seguiu viagem com destino ao estado de São Paulo.

*Sob supervisão de Victor Faverin

O post Carga com quase 40 toneladas de laranja é interceptada com documentação falsa apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Operação da JBS Terminais no Porto de Itajaí cresce 330% em um ano e meio


JBS Terminais_jan26_Crédito Foto Tanajura_0011
Foto: Tanajura

A JBS Terminais iniciou atividades no Porto de Itajaí, em Santa Catarina, em outubro de 2024 e, desde então, expandiu sua capacidade operacional em cerca de 330%, anuncia a companhia nesta quarta-feira (15).

Neste intervalo, a empresa movimentou mais de 560 mil TEUs, com crescimento médio mensal de 12%.

“Para alcançar esse patamar, a JBS Terminais investiu no ativo. Hoje, mais de três mil clientes confiam na companhia e na estrutura ofertada no Porto de Itajaí como uma das principais portas de entrada e saída do comércio internacional”, afirma o presidente da JBS Terminais, Aristides Russi Junior.

Segundo ele, no primeiro trimestre de 2026 ante o mesmo período do ano passado, foi registrado um avanço de mais de 60% na movimentação de TEUs. O executivo destaca que a estratégia para o ramp-up da operação passa por investimentos para potencializar o terminal e foco comercial em nichos específicos, como carnes, madeira, maquinário e o setor automotivo.

Russi destaca que a companhia enxerga a infraestrutura logística como vetor de desenvolvimento econômico regional e nacional. “Nosso compromisso é conectar Itajaí e Santa Catarina aos grandes mercados globais.”

Investimentos realizados

Desde o início da operação, a companhia investiu aproximadamente R$ 220 milhões em modernização tecnológica e infraestrutura. O aporte viabilizou a aquisição de dois guindastes móveis com capacidade para 125 toneladas e alcance de até 20 fileiras de contêineres, o que garantiu a ampliação da produtividade nas operações de embarque e desembarque.

A estratégia também fortaleceu a vocação do terminal para o setor de proteína e cargas refrigeradas, com a instalação de 1.708 tomadas para reefers. A expansão da capacidade elétrica posicionou Itajaí como um dos principais hubs para produtos perecíveis no Sul do país, atendendo às demandas de exportadores e importadores com alto padrão de controle.

A JBS Terminais ainda implementou oito gates reversíveis – acessos de entrada e saída que podem ter o sentido ajustado conforme a necessidade operacional. A iniciativa teve como objetivo trazer agilidade e redução de filas, aumentando a eficiência na integração entre porto e rodovias.

“Para a retomada do Porto de Itajaí foi fundamental o investimento, para oferecer uma estrutura moderna e segura, para equiparar com outros terminais relevantes. A combinação de equipamentos de alta performance, infraestrutura consistente e gestão focada em eficiência é o que sustenta esse novo ciclo de crescimento”, destaca o executivo.

Infraestrutura do terminal

Atualmente, o terminal conta com área operacional de 180 mil metros quadrados, 1.030 metros de cais e quatro berços com 14 metros de profundidade.

A estrutura permite operar com 10 linhas de navegação regulares e sete escalas semanais, conectando o estado de Santa Catarina a destinos estratégicos na Ásia, na Europa, em toda a América, Oriente Médio e África.

O volume de embarcações atendidas no Porto de Itajaí em 2025 foi 50% superior ao registrado em 2022, período pré-paralisação. Essa tendência de alta se consolida no primeiro bimestre de 2026, que já apresenta um fluxo de navios 26% acima do patamar anterior à interrupção das atividades.

Ao todo, a JBS Terminais soma cerca de 400 escalas em um ano e meio de operação.

O post Operação da JBS Terminais no Porto de Itajaí cresce 330% em um ano e meio apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Garantia-Safra: veja lista dos que receberão pagamento em abril


produtor rural
Foto: Agência Brasil

O governo federal divulgou nesta quarta-feira (15) a lista dos municípios cujos agricultores receberão, neste mês de abril, parcela do programa Garantia-Safra 2024-2025. A norma entra em vigor nesta quinta-feira (16).

Portaria publicada no Diário Oficial da União inclui agricultores familiares dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minhas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Veja aqui a lista completa.

O benefício, de R$ 1,2 mil, ocorrerá em parcela única. O pagamento começa ainda em abril e ocorre na mesma data do calendário do Bolsa Família.

O que é o Garantia-Safra

O Garantia-Safra é um programa de seguro destinado a pequenos agricultores com renda de até 1,5 salário-mínimo, que cultivam feijão, milho ou mandioca em áreas de 0,6 a 5 hectares e com o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) ativo e atualizado.

O pagamento é feito aos agricultores com perda comprovada de pelo menos 40% a 50% da produção, em razão do fenômeno da estiagem ou do excesso hídrico e que aderiram ao programa.

O benefício pode ser solicitado via aplicativo Caixa Tem, lotéricas ou agências da Caixa.

Os agricultores com alguma pendência ou imprecisões cadastrais têm até 30 dias para regularizar a situação e, posteriormente, receber o benefício. A consulta pode ser feita no site do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).

O Garantia-Safra é vinculado ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com a finalidade de assegurar condições mínimas de sobrevivência aos agricultores familiares cujas produções sejam sistematicamente afetadas por perdas decorrentes de estiagem ou excesso hídrico.

O post Garantia-Safra: veja lista dos que receberão pagamento em abril apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Diesel sobe e deve impactar em R$ 612,2 milhões nos custos operacionais do RS


A escalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio já impacta o agronegócio do Rio Grande do Sul, segundo estudo técnico da Assessoria Econômica da Farsul. Em menos de dois meses, o barril de petróleo Brent subiu de US$ 70,99 para próximo de US$ 100, refletindo no aumento do diesel S10, que avançou 21,1% entre o fim de fevereiro e o início de abril de 2026, atingindo R$ 7,23 por litro. O movimento ocorre durante a colheita da safra de verão e o planejamento do plantio de inverno, com impacto estimado em R$ 612,2 milhões nos custos operacionais das principais culturas do estado.

De acordo com a entidade, o cenário representa uma mudança estrutural no mercado energético. O estudo aponta que a instabilidade envolvendo o Irã e as rotas no Estreito de Ormuz elevou custos logísticos e prêmios de risco. “O movimento reflete uma “reprecificação estrutural do risco energético global””, informa a análise.

O impacto varia entre as culturas, com o arroz sendo o mais afetado. O aumento do diesel representa um acréscimo de R$ 185,72 por hectare, equivalente à perda de 2,95 sacos por hectare. “O valor atual do arroz ainda mal remunera o custo operacional. Uma perda de três sacos por hectare pode frustrar expectativas e comprometer o resultado da safra”, aponta o relatório.

Na soja, o impacto individual é menor, estimado em R$ 48,74 por hectare ou 0,41 saco por hectare, mas o efeito agregado é maior devido à extensão da área cultivada, com prejuízo de R$ 331,2 milhões. Segundo a análise, em um cenário de margens reduzidas e endividamento elevado, pequenas variações podem comprometer o resultado financeiro dos produtores.

O levantamento também mostra diferenças regionais nos preços do combustível dentro do estado. Em Porto Alegre, o diesel é cotado a R$ 7,05 por litro, enquanto em Bagé chega a R$ 7,95, o que amplia a pressão de custos conforme a localização das propriedades.

As projeções indicam que o impacto pode se intensificar. Caso o diesel atinja R$ 8,00 por litro, o custo adicional ao agronegócio gaúcho pode chegar a R$ 986,3 milhões. Em um cenário de R$ 9,00 por litro, o prejuízo estimado sobe para R$ 1,47 bilhão.

O estudo também avalia medidas de política econômica e aponta limitações na adoção de desonerações fiscais amplas. Segundo a entidade, esse tipo de medida tende a ter baixa efetividade para o setor produtivo e pode comprometer as contas públicas, além de dificultar o controle da inflação e retardar a redução da taxa de juros.

A análise conclui que o diesel passou a ocupar papel central na estrutura de custos do agronegócio em 2026. Enquanto persistirem as tensões geopolíticas, a margem dos produtores deve seguir pressionada.





Source link