quarta-feira, abril 22, 2026

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Dólar encerra semana a R$ 5,01 e bolsa encosta nos 200 mil pontos


dólar
Foto: Pixabay

O dólar voltou a cair no fechamento desta sexta-feira (10) e se aproximou do patamar de R$ 5, no menor nível em mais de dois anos, enquanto a bolsa brasileira renovou recordes em meio a um ambiente externo mais favorável e maior apetite por risco global.

O movimento foi influenciado pela estabilidade do petróleo no mercado internacional, pela repercussão de dados de inflação no Brasil e pela perspectiva de redução das tensões no Oriente Médio, o que favorece ativos de países emergentes.

Dólar em queda com apoio de juros e commodities

O dólar comercial encerrou o dia em queda de 1,02%, cotado a R$ 5,011 — menor nível desde abril de 2024. Ao longo do pregão, a moeda chegou a ser negociada próxima de R$ 5,00.

Na semana, a divisa acumulou recuo de 2,9%. No ano, a desvalorização chega a 8,72%.

Analistas apontam três fatores principais para o movimento: o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos, o bom desempenho das exportações de commodities e o alívio no cenário geopolítico, que reduz a busca por ativos considerados mais seguros, como o dólar.

No cenário interno, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de março, que subiu 0,88% e veio acima das projeções, reforçou a expectativa de manutenção de juros elevados. Esse ambiente aumenta a atratividade do real para o investidor estrangeiro.

Bolsa se aproxima dos 200 mil pontos

Na bolsa, o Ibovespa avançou 1,12% e fechou aos 197.324 pontos, novo recorde histórico. Na máxima do dia, o índice superou os 197,5 mil pontos, se aproximando da marca simbólica dos 200 mil.

Foi o nono pregão consecutivo de alta e o 16º fechamento recorde em 2026, consolidando a melhor sequência recente do mercado acionário brasileiro. Na semana, o índice acumulou ganho de 4,93%.

O principal motor desse movimento tem sido o fluxo de capital estrangeiro. Dados do Banco Central indicam entrada líquida de US$ 29,3 bilhões em investimentos em carteira no acumulado de 12 meses até fevereiro.

Esse fluxo também contribui para a valorização do real frente ao dólar, criando um ciclo favorável para os ativos brasileiros, especialmente em um cenário de maior liquidez global e redução das incertezas externas.

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Guerra eleva custos e pode esfriar o mercado, diz pesquisador do Cepea


Moedas no solo com muda acima. Custos de produção
Foto: Pixabay

O avanço do conflito no Oriente Médio segue no radar do agronegócio. A expectativa por uma negociação entre Estados Unidos e Irã ainda é incerta, enquanto o impacto já aparece nos custos de produção no Brasil.

No Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, o tráfego de navios segue limitado e sob controle iraniano. O cenário pressiona as cotações do petróleo e, na sequência, encarece insumos estratégicos, como fertilizantes e diesel.

Fertilizantes sob pressão

Com o Brasil dependente da importação de cerca de 85% dos fertilizantes que utiliza, o repasse da alta internacional já começa a aparecer no mercado interno.

Um levantamento do Cepea mostra que, desde o início do conflito:

  • A ureia subiu 21% em Mato Grosso e 20,7% no Paraná;
  • O MAP (fosfato monoamônico) avançou 7,3% em Mato Grosso e 13,7% no Paraná;
  • O cloreto de potássio (KCl) teve alta de 2,9% em Mato Grosso, enquanto no Paraná, houve leve recuo de 0,9%.

Apesar disso, os preços ainda não refletem totalmente o movimento do mercado global.

Impacto varia entre culturas

Segundo o pesquisador do Cepea, Mauro Osaki, o efeito dos fertilizantes não é uniforme entre as culturas. No caso da soja, o impacto tende a ser menor. “A cultura não é grande demandante de nitrogenados, devido à fixação biológica de nitrogênio”, explica.

Por outro lado, culturas como milho, arroz, feijão e cana-de-açúcar dependem mais desses insumos e devem sentir com mais intensidade a alta de custos.

Diesel encarece produção

Além dos fertilizantes, o diesel também entra na conta e pressiona o custo operacional no campo.

Diferentemente de 2022, quando a guerra entre Rússia e Ucrânia elevou os preços das commodities, o cenário atual traz uma preocupação adicional: os produtos agrícolas não acompanham a alta dos insumos.

“O produto agrícola não está reagindo, e o poder de compra do produtor fica prejudicado”, afirma Osaki.

Com isso, o pesquisador explica que a tendência é de um mercado mais cauteloso, com produtores adiando compras e buscando racionalizar o uso de insumos para manter a produtividade.

Menos investimento e risco de inflação

Diante das margens mais apertadas, a avaliação é que o produtor pode reduzir investimentos e até o ritmo de produção na próxima safra. Segundo Osaki, esse movimento pode ter reflexos mais amplos na economia.

“Pode haver redução de oferta e, lá na frente, pressão sobre preços, o que impacta a inflação e dificulta a queda dos juros”, alerta.

Dependência externa preocupa

A vulnerabilidade brasileira fica ainda mais evidente diante da concentração global na oferta de fertilizantes.

No caso do potássio, por exemplo, o mercado é dominado por poucos países, como Canadá, Rússia e Bielorrússia. Embora o Brasil tenha reservas, a exploração enfrenta entraves, principalmente por estar em áreas sensíveis da região amazônica.

Já no fosfato, há produção nacional, mas com qualidade inferior à de regiões como o Norte da África, o que reduz a competitividade.

“O custo de produção no Brasil precisa ser mais baixo que o dos concorrentes, e isso não tem acontecido”, aponta Osaki.

Bioinsumos ainda não substituem químicos

Apesar do avanço dos bioinsumos, eles ainda não são capazes de substituir integralmente os fertilizantes químicos.

Segundo Osaki, o uso atual é complementar. “É uma transição tecnológica. Ainda não conseguimos, com a tecnologia disponível, substituir totalmente os químicos”, explica.

A tendência, no entanto, é de crescimento gradual desse mercado, especialmente no Brasil, que já tem uso em larga escala.

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Cuba avalia importada maçã do Rio Grande do Sul


O governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), acompanhou nesta quinta-feira (9) a visita de uma missão internacional conduzida pela Organização Nacional de Proteção Fitossanitária (ONPF), de Cuba, no município de Vacaria, nos Campos de Cima da Serra.

Durante a agenda, a Associação Brasileira de Produtores de Maçã apresentou dados da cadeia produtiva, enquanto pesquisadores da Embrapa abordaram as principais pragas que afetam a cultura. A Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da Seapi detalhou aos visitantes o processo de certificação fitossanitária. A missão também visitou duas empresas exportadoras para conhecer o sistema de produção local e avaliar o atendimento às exigências sanitárias.

Segundo a chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal do Departamento de Defesa Vegetal (DDV) da Seapi, Deise Feltes Riffel, a atuação do órgão tem sido determinante para garantir a conformidade do setor. “O trabalho desenvolvido pela Secretaria junto aos produtores trouxe o respaldo que os técnicos cubanos estavam buscando, da rastreabilidade, de saber que tudo está de acordo com as normas. E é importante para o estado, para a cadeia produtiva, a abertura de novos mercados, para garantir o escoamento dos produtos que são de excelente qualidade”, afirmou.

O Rio Grande do Sul é o maior exportador de maçã do Brasil e embarca para 36 países, com destaque para Índia, Portugal e Irlanda. Em 2025, o estado produziu 567,40 mil toneladas, com concentração nos municípios de Vacaria, Bom Jesus e Caxias do Sul, conforme dados da publicação Radiografia da Pecuária Gaúcha 2025, da Seapi.

A missão cubana está no Brasil desde o início da semana para avaliar as condições de abertura do mercado à importação de frutas brasileiras. A agenda incluiu visitas em São Paulo, com análise de programas estaduais de certificação fitossanitária e sanidade de citros, além de áreas produtivas no Vale do São Francisco voltadas à exportação de uva.

A programação foi encerrada com reunião entre auditores da ONPF e representantes do Mapa, quando foram discutidos os resultados da auditoria e os próximos passos para a possível abertura do mercado cubano.





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Escorpiões respondem por mais de 65% dos acidentes com animais peçonhentos no Brasil


colônia de escopião-amerelo
Foto: Antônio da Costa e José Felipe Batista/Comunicação Butantan

O Brasil registrou 225.695 casos de picadas por escorpiões em 2025. Segundo dados do Painel Epidemiológico do Ministério da Saúde, o aracnídeo foi responsável por mais de 65% dos acidentes com animais peçonhentos registrados no período.

Embora a maioria das ocorrências sejam leves (89%), as crianças são a população mais vulnerável: dos 265 óbitos registrados em decorrência do envenenamento – o dobro do ano anterior –, mais de 20% envolveram menores de 10 anos. 

Os números também revelam que as pessoas que se autodeclaram pardas foram as vítimas em 55% dos casos e em 62% das mortes, refletindo as desigualdades socioeconômicas que atingem esse público. 

Segundo dados do Painel Cor ou Raça no Brasil do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 56,8% da população parda e 16,1% da população preta vivem em favelas e comunidades urbanas.

Influência da infraestrutura e do ambiente

Espécime de escorpião com filhotes nas costas
Foto: Antônio da Costa e José Felipe Batista/Comunicação Butantan

Diante dos fatos, a ausência de infraestrutura é um dos pontos determinantes para a proliferação de escorpiões no meio urbano, zona que concentra mais de 66% dos acidentes.

O aracnídeo costuma ser encontrado em redes de águas pluviais e esgotos, ambientes propícios à multiplicação de baratas – seu principal alimento. Além disso, o acúmulo de lixo e entulhos complementa o cenário de risco.

No Brasil, o escorpião-amarelo (Tityus serrulatus) é o responsável pela maioria dos casos graves de envenenamento. Isso acontece devido, principalmente, à sua fácil capacidade de adaptação a ambientes antropizados, ou seja, que foram significativamente alterados pela ação humana.

Outro detalhe é que as fêmeas da espécie conseguem se reproduzir sozinhas, sem necessidade de acasalamento com um macho, por conta de um fenômeno conhecido como partenogênese – o que ajuda a explicar a rápida disseminação do animal.

Perfil das vítimas e distribuição dos acidentes

Em 2025, 51% das notificações envolveram pessoas do sexo feminino e 49% do sexo masculino. Entre as faixas etárias, destacam-se os adultos entre 20 e 29 anos, que somaram quase 34 mil registros ao longo do ano passado.

Entre as partes do corpo mais atingidas pelas picadas, estão:

  • Mãos e dedos: 41,26%
  • Pernas, pés e dedos dos pés: 36,9%

Geralmente, os acidentes ocorrem durante a execução de atividades domésticas ou no manuseio de objetos em quintais e depósitos, o que reforça a importância do uso de equipamentos de proteção individual, como luvas grossas e calçados fechados.

Em relação à localidade, há uma forte concentração de casos no Sudeste e no Nordeste, que juntos são responsáveis por mais de 83% das notificações. Considerando os números absolutos, São Paulo e Minas Gerais lideram o ranking nacional, com 50.178 e 42.635 notificações, respectivamente. 

No entanto, o maior impacto proporcional é em Alagoas, onde o coeficiente de incidência ultrapassa os 440 acidentes por 100 mil habitantes — parte desse número pode ser atribuída à ampla presença do escorpião-do-nordeste (Tityus stigmurus) na área.

Como agir em caso de picada por escorpião 

ampolas de soro antiescorpiônico
Foto: Antônio da Costa e José Felipe Batista/Comunicação Butantan

O primeiro passo é procurar atendimento médico imediatamente após o acidente, mesmo que os sintomas iniciais pareçam leves, uma vez que os dados apontam que o tempo entre a picada e o atendimento médico é fator determinante para o desfecho clínico.

A taxa de letalidade salta de 0,10 entre os pacientes atendidos na primeira hora, para 0,13 entre os que demoraram de uma a três horas para receber o socorro. 

Também não se deve aplicar nenhum tipo de produto, nem realizar torniquete ou compressa de gelo no local, uma vez que o frio pode potencializar a sensação de dor. A recomendação é lavar o local com água e sabão e, se possível, aquecer a região com compressas mornas, que ajudam a aliviar o desconforto.

Apesar do grande número de picadas que ocorreram em 2025 no Brasil, pouco menos de cerca de 5% dos acidentados precisaram receber o soro antiescorpiônico ou o soro antiaracnídico – ambos utilizados para o tratamento de quadros moderados ou graves de envenenamento causado por escorpiões do gênero Tityus.

O Instituto Butantan produz os antivenenos e disponibiliza gratuitamente à população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

*Sob supervisão de Victor Faverin

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CNA avalia custos de produção de café, leite e cana


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) informou que, por meio do projeto Campo Futuro, realizou nesta semana o levantamento de custos de produção de café, pecuária de leite e cana-de-açúcar em quatro estados. A iniciativa contou com a participação de produtores, sindicatos, técnicos, universidades e centros de pesquisa em Goiás, São Paulo, Espírito Santo e Paraná.

Nos painéis de café realizados no Espírito Santo e no Paraná, foram avaliadas diferentes realidades produtivas. Em Brejetuba (ES), a produtividade estimada para o café arábica em 2026 foi de 36 sacas por hectare, avanço de 9% em relação ao ciclo anterior. Em Jaguaré (ES), no cultivo de conilon, a produtividade recuou de 65 para 60 sacas por hectare, influenciada por baixas temperaturas após a colheita passada. Já em Cachoeiro do Itapemirim (ES), a estimativa foi de 50 sacas por hectare, acima das 42 sacas registradas anteriormente. Em Londrina (PR), a produtividade média considerada foi de 32 sacas por hectare, crescimento de 8% frente ao levantamento anterior.

Segundo a assessora técnica Larissa Mouro, houve aumento no Custo Operacional Efetivo (COE) nas áreas analisadas. “Esse incremento foi impulsionado pelo encarecimento dos insumos agrícolas, principalmente fertilizantes, e maior desembolso com a mão de obra”, afirmou. O assessor técnico Carlos Eduardo Meireles também destacou elevação nos custos em Londrina. “O Custo Operacional Efetivo (COE) teve incremento de 6,3% comparado ao período anterior, puxado por maiores desembolsos com insumos para realização dos tratos culturais. O custo com produtos fitossanitários registrou aumento de 21,9%”, disse.

Nos levantamentos de pecuária de leite em Goiás, realizados nos municípios de Orizona, Piracanjuba e Jataí, a produção nas propriedades modais variou entre 200 e 700 litros por dia. De acordo com o assessor técnico Guilherme Dias, os custos com alimentação do rebanho representam entre 55% e 60% da receita obtida. “Entretanto, mesmo diante desses desafios, a atividade se mostrou competitiva frente outras opções de uso da terra, com a margem bruta por hectare superando os valores pagos pelo arrendamento em todas as praças pesquisadas”, afirmou.

No painel de cana-de-açúcar realizado em Araraquara (SP), foi definida uma propriedade modal de 70 hectares, com estimativa de produtividade de 75 toneladas por hectare no ciclo 2026/2027 e cerca de 120 quilos de Açúcares Totais Recuperáveis por tonelada. Segundo a assessora técnica Eduarda Lee, a receita projetada não cobre todos os custos operacionais. “Os maiores custos operacionais observados são relacionados aos tratos soca, sobretudo com fertilizantes”, disse.





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Mapa e ApexBrasil alinham ações para exportações do agro


O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, reuniu-se nesta sexta-feira (10) com o novo presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, e o ex-presidente da agência, Jorge Viana, em agenda institucional voltada ao alinhamento de prioridades entre as instituições. Também participaram do encontro o secretário-executivo do Mapa, Cleber Soares, e a chefe de gabinete, Andriana Toledo.

A reunião teve como objetivo apresentar o novo dirigente da ApexBrasil e discutir a continuidade da cooperação entre o ministério e a agência na promoção do agronegócio brasileiro no exterior. As instituições mantêm atuação conjunta em iniciativas voltadas à ampliação de exportações e à abertura de mercados.

Durante o encontro, André de Paula destacou a relevância da parceria institucional. “A atuação conjunta tem sido fundamental para fortalecer a presença dos produtos agropecuários brasileiros no cenário internacional”, afirmou.

O ministro também mencionou os resultados da gestão anterior da ApexBrasil, ressaltando a contribuição da agência na promoção comercial e na realização de fóruns internacionais voltados ao setor produtivo.

Nos últimos anos, a ApexBrasil ampliou sua atuação com a abertura de escritórios no Brasil e no exterior e participação em mais de 20 fóruns internacionais, com foco na expansão de mercados para produtos brasileiros.

O novo presidente da agência, Laudemir Müller, afirmou que dará continuidade às ações em curso. “A agência seguirá atuando de forma integrada para apoiar o setor produtivo, atrair investimentos e promover as exportações brasileiras”, disse.

O ex-presidente Jorge Viana também participou da reunião e destacou a importância da agenda de desenvolvimento regional e da abertura de mercados como instrumentos para geração de emprego e renda. Ele citou experiências na expansão das exportações agropecuárias em diferentes cadeias produtivas.

O secretário-executivo do Mapa, Cleber Soares, ressaltou os resultados obtidos pelo país na abertura de novos mercados. “Os resultados expressivos refletem o trabalho conjunto entre as instituições”, afirmou.





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Temperaturas caem no fim de semana no Brasil


A atuação de uma massa de ar frio segue influenciando as condições do tempo no Brasil neste fim de semana, com queda nas temperaturas, principalmente nas regiões Sul e parte do Sudeste. As informações são da Meteored, que aponta a persistência de mínimas mais baixas após a passagem de uma frente fria pelo país.

De acordo com a previsão, a massa de ar frio já atua sobre a Região Sul, onde as temperaturas mínimas registradas na quinta-feira (9) ficaram em torno de 11°C na Serra Catarinense. Na sexta-feira (10), o sistema avança em direção ao Centro-Oeste e Sudeste, com mínimas previstas próximas de 15°C, enquanto nas serras do Sul os termômetros devem marcar abaixo de 10°C.

Para o sábado (11), a expectativa é de temperaturas abaixo da média em grande parte do país, com maior intensidade no centro-sul. Segundo a Meteored, no Rio Grande do Sul, no leste de Santa Catarina e no Vale do Paraíba paulista, o amanhecer pode registrar até 7°C abaixo da média climatológica.

Nessas áreas, as mínimas devem ficar abaixo de 10°C nas regiões serranas do Sul e também em pontos mais elevados do Sudeste, como na Serra da Mantiqueira. De forma geral, as temperaturas devem variar entre 12°C e 17°C entre a Região Sul e a faixa leste do Sudeste.

Ainda conforme a previsão, as temperaturas máximas tendem a permanecer mais baixas apenas na faixa litorânea, entre o norte do Rio Grande do Sul e o Sudeste, com valores inferiores a 25°C. No interior, no entanto, os termômetros podem se aproximar dos 30°C, configurando amplitude térmica ao longo do dia.

No domingo (12), a massa de ar frio perde intensidade, embora ainda influencie o tempo na faixa leste do Sul e do Sudeste. As temperaturas mínimas devem subir de forma gradual, especialmente na metade sul e oeste do Rio Grande do Sul, onde os valores podem alcançar 20°C ao amanhecer.

As mínimas abaixo de 10°C devem se restringir às áreas mais elevadas do Sudeste, enquanto nas serras do Sul as temperaturas devem variar entre 11°C e 13°C. Já em áreas do centro-leste do Paraná e de Santa Catarina, a presença de chuva e nebulosidade deve manter as máximas abaixo de 20°C, com sensação de frio ao longo do dia.

Segundo a Meteored, “as temperaturas máximas previstas para domingo (12), no entanto, devem ser mais baixas que no dia anterior no geral, mas principalmente entre o centro-norte do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e Paraná”, com redução das máximas em relação ao sábado.





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Agromen Sementes anuncia novo diretor comercial e intensifica portfólio multiculturas


O engenheiro agrônomo Marcelo Junqueira acaba de assumir o cargo de diretor comercial da Agromen Sementes. Formado pela UFU (Universidade Federal de Uberlândia) e pós-graduado em Marketing, o novo diretor apresenta mais de 20 anos de experiência profissional, com passagem por grandes companhias do agronegócio, como Bayer e Ihara Defensivos Agrícolas.

Marcelo afirma que é uma grande oportunidade poder cooperar com a continuidade da bela história da Agromen, marcada pela simplicidade e eficiência na operação. “Estou muito animado, e nosso foco continuará sendo promover uma genética que contribua com a lucratividade do agricultor, com sementes de alta qualidade e uma equipe técnica próxima aos parceiros e clientes no campo”, complementou.

Para Thiago Mendonça, Diretor Agrícola da Agromen, a chegada de uma nova liderança comercial será fundamental para impulsionar diversas oportunidades. De acordo com Thiago, a experiência sólida do Marcelo, aliada à sua visão estratégica e histórico de resultados consistentes, certamente contribuirão de forma significativa para o fortalecimento das operações comerciais e o crescimento sustentável da empresa.

Além de liderar uma equipe técnico-comercial com amplitude nacional, Marcelo Junqueira será responsável pelas estratégias de marketing, vendas, e também pelo relacionamento da marca com revendas, cooperativas, distribuidores de insumos agrícolas, produtores rurais e multiplicadores de biotecnologias. Atualmente, a Agromen tem parceria firmada com grandes empresas de biotecnologia, como a Neogen Sementes, licenciando cultivares renomadas de soja.

MERCADO DE SOJA COMO ALAVANCA DE CRESCIMENTO

Há mais de 50 anos, a Agromen Sementes é pioneira na difusão de genética de milho (convencional e transgênico) e sorgo no Brasil, e o licenciamento de cultivares de soja tem acelerado os resultados da empresa. A parceria com conceituados obtentores de biotecnologia, como a Neogen, e o rigoroso controle de qualidade das sementes tem sido o grande diferencial para a evolução da marca no mercado de soja.

A safra brasileira de soja 2025/26 consolidou mais um ciclo recorde no campo, com expansão da área plantada e melhora na produtividade, mesmo com desafios climáticos em regiões produtoras. Com isso, para a safra seguinte, a aposta da Agromen Sementes serão as cultivares NEO700 I2X e NEO802 I2X, ambas com alto potencial produtivo.

De acordo com Flávio Marçal, Gerente Comercial da Neogen, a soja NEO700 I2X é uma cultivar completa, que abrange precocidade, alto teto produtivo e resistência à nematoide de cisto. “A precocidade da cultivar somada à flexibilidade no posicionamento traz para o agricultor a possibilidade de antecipar o plantio de segunda safra e garantir uma excelente produtividade para a cultura da soja”. Já a cultivar NEO802 I2X entrega ao mercado versatilidade de posicionamento em diferentes ambientes e elevado teto produtivo, sendo uma soja que transita muito bem nos diferentes cenários ambientais e de fertilidade do cerrado, destacou Marçal.

Sobre a Agromen Sementes

Empresa brasileira que investe na pesquisa e desenvolvimento de novos híbridos de Milho e Sorgo, há mais de 50 anos no mercado nacional de sementes, levando produtos adaptados e produtivos para todas as regiões do Brasil. Contamos com produção de sementes em áreas próprias e três unidades de beneficiamento para garantir a qualidade e favorecer nossa logística. Atuamos com portfólio de sementes multiculturas, incluindo também o licenciamento de Soja e Trigo. Para obter mais informações visite www.agromen.com.br.





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Pesquisadores apresentam avanços e desafios da acácia-negra


Pesquisadores do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA) da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) participaram de um encontro de viveiristas na sede da empresa Seta S/A, em Estância Velha. O evento, na tarde desta sexta-feira (10), reuniu apresentações técnicas sobre avanços na pesquisa com acácia-negra.

Durante a programação, foram destacados resultados de estudos sobre o uso de bioinsumos na produção de mudas. O pesquisador do DDPA Luciano Kayser Vargas apresentou avanços no uso dessas tecnologias, com base em cinco publicações em periódicos internacionais. “Entre os principais resultados, estão a identificação de alta diversidade de rizóbios noduladores em solos do Rio Grande do Sul, a eficiência das estirpes recomendadas, o aumento da germinação e do vigor de plântulas com a inoculação de sementes e o potencial de uso de bactérias para estimular o enraizamento de estacas”, elencou.

A adoção dessas tecnologias tem impacto direto na qualidade das plantas. “Estudos demonstram que mudas inoculadas com bioinsumos têm potencial de incremento de 15% no volume de madeira de florestas de acácia”, ressaltou o engenheiro florestal e coordenador do Plano ABC+RS, Jackson Brilhante.

Em sua apresentação, Brilhante também enfatizou a importância do manejo adequado da fertilidade do solo. Segundo ele, é fundamental que o produtor realize a reposição dos nutrientes exportados pela colheita, especialmente cálcio (Ca) e magnésio (Mg). “Em média, a retirada de madeira e casca de acácia-negra implica a exportação de cerca de 300 quilos de cálcio por hectare e 100 quilos de magnésio por hectare, o que reforça a necessidade de práticas regulares de correção e adubação para garantir a sustentabilidade produtiva ao longo dos ciclos”, explicou.

Doenças e estratégias de controle

Outro destaque do encontro foi a palestra da pesquisadora do DDPA Andréia Mara Rotta de Oliveira, que abordou as principais doenças da acácia-negra e estratégias de controle. A apresentação contemplou ocorrências em sementes, viveiros e campo, com ênfase na gomose, causada por fungos do gênero Phytophthora, e na murcha-de-ceratocistose (Ceratocystis fimbriata).

Segundo a pesquisadora, a gomose é considerada a principal doença em plantações florestais no Brasil e em acácia, no Rio Grande do Sul, seguida pela murcha. Andréia também apresentou resultados de pesquisas em andamento voltadas à identificação de fungos fitopatogênicos em viveiros e à seleção de microrganismos com potencial para o controle biológico. “Estamos investigando a presença de fungos que limitam a produção de mudas e selecionando microrganismos capazes de atuar no controle desses fitopatógenos”, afirmou.

Para o diretor-presidente da Seta, Diogo Leuck, o encontro reforça a importância da integração entre pesquisa e produção. “Tudo começa no campo — e, na silvicultura, antes ainda, no viveiro. Por isso, realizamos anualmente o encontro com viveiristas, para informar, trocar experiências e aproximar a empresa e os órgãos do governo de quem aplica, na prática, a tecnologia e a inovação nas mudas”, sintetizou.





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Sefaz-AL paga mais de R$ 1,4 milhão em créditos da Nota Fiscal Cidadã


Os valores depositados correspondem a solicitações realizadas entre 20 de fevereiro e 9 de abril

A Secretaria da Fazenda de Alagoas (Sefaz-AL) efetuou, nesta sexta-feira (10), o pagamento de R$ 1.463.702,97 em créditos da Nota Fiscal Cidadã (NFC), contemplando consumidores e instituições sociais em todo o estado.

Os valores depositados correspondem a solicitações feitas entre 20 de fevereiro e 9 de abril, incluindo créditos do último sorteio, edição especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, e solicitações realizadas anteriormente.

Ao todo, foram registradas 1.573 solicitações, sendo 1.455 de pessoas físicas, vinculadas ao CPF, e 118 de instituições. A iniciativa integra o Programa de Educação Fiscal (PEF) e evidencia o comprometimento do Estado em devolver parte dos tributos à população, além de incentivar a cidadania fiscal e o apoio a instituições sociais em Alagoas.

“A Nota Fiscal Cidadã é uma das principais ações do Programa de Educação Fiscal. Ela amplia a conscientização da população sobre a importância dos tributos e contribui diretamente para o fortalecimento das políticas públicas”, destacou o gerente de Educação Fiscal da Sefaz-AL, Luiz Vasconcelos.

O resgate dos créditos pode ser realizado de forma totalmente online, por meio do site oficial da campanha: http://nfcidada.sefaz.al.gov.br/. Para acessar, o consumidor deve informar CPF e senha cadastrados.

 Após o login, é necessário selecionar a opção “Consultar”, na aba de “Conta Corrente” no menu principal para verificar a existência de saldo disponível. Caso haja créditos, basta clicar em “Utilizar Créditos” e solicitar a transferência para a conta bancária. O valor mínimo para resgate é de R$ 15, e o prazo para recebimento é de até 30 dias úteis.

Vale destacar que, a cada dez notas fiscais com CPF, o consumidor recebe um bilhete para concorrer aos sorteios. Caso opte por compartilhar as notas com uma instituição social cadastrada, o número de bilhetes é duplicado, aumentando as chances de premiação e contribuindo com entidades assistenciais.





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