quarta-feira, julho 22, 2026

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Os biológicos podem controlar a broca da cana?



Essa abordagem integrada permite alcançar o máximo potencial



O controle biológico contra a broca utiliza diferentes agentes em estágios específicos do ciclo de vida da praga
O controle biológico contra a broca utiliza diferentes agentes em estágios específicos do ciclo de vida da praga – Foto: Pixabay

De acordo com informações da BSS Agro, o controle biológico de pragas na cana-de-açúcar, como a broca (Diatraea saccharalis), destaca-se como uma prática essencial para aumentar a sustentabilidade e a eficiência na produção agrícola brasileira. A cultura da cana no Brasil é pioneira nessa abordagem, sendo reconhecida mundialmente por inovações, como o uso de Drones para distribuir agentes biológicos, o que melhora a eficácia e uniformidade do controle. 

De acordo com a empresa, essa prática não apenas reduz a dependência de químicos, mas também agrega valor à produção de açúcar e etanol, atendendo às crescentes demandas por práticas agrícolas sustentáveis.

O controle biológico contra a broca utiliza diferentes agentes em estágios específicos do ciclo de vida da praga. Para o controle dos ovos, destaca-se o parasitoide Trichogramma galloi, que atua prevenindo o nascimento das lagartas. Já as lagartas podem ser combatidas por meio dos parasitoides Cotesia flavipes e Paratheresia claripalpis. Por fim, as pupas da praga podem ser controladas utilizando o parasitoide Tetrastichus howardi. Cada um desses organismos desempenha um papel crucial no manejo integrado da broca, reduzindo as perdas econômicas causadas pela infestação.

Nesse contexto, a chave para o sucesso no controle biológico, segundo a BSS Agro, está na liberação no momento certo e na integração com o controle químico em casos de altas infestações. Essa abordagem integrada permite alcançar o máximo potencial de controle, além de proteger a lavoura de maneira eficiente e sustentável.

 





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Contribuição do MEI vai aumentar a partir de janeiro de 2025



Por Agência de Notícias do Sebrae

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (30) o aumento do salário-mínimo de R$ 1.412 para R$ 1.518.

Com a mudança – um ganho de 7,5% acima da inflação –, alguns benefícios sociais e cobranças também são reajustados.

Entre eles, está o valor do recolhimento mensal dos Microempreendedores Individuais (MEI), que tem uma contribuição fixa mensal, independentemente do faturamento, desde que esteja dentro do limite anual de faturamento de R$ 81 mil.

O novo valor do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS-MEI) em 2025 será a partir de R$ 75,90 e pode ir até R$ 81,90, a depender da atividade exercida. Isso ocorre porque no DAS-MEI está incluso o valor referente à contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Esse custo representa 5% do salário-mínimo para MEI mais R$ 1 para quem exerce atividades sujeitas ao pagamento de ICMS e R$ 5 para quem exerce atividades sujeitas ao ISSQN.

Já para o MEI Caminhoneiro, o valor do DAS mensal será entre R$ 182,16 e R$ 188,16, de acordo com o tipo de produto transportado e local para onde é destinado.

Novas regras de reajuste

O aumento do salário-mínimo entra em vigor a partir de 1º de janeiro. O reajuste considera a inflação acumulada até novembro do ano anterior e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. O Sebrae oferece uma ferramenta gratuita de emissão do DAS-MEI no site da instituição ou via aplicativo.

O pagamento do DAS-MEI é obrigatório e ocorre todo dia 20 de cada mês, mesmo que o microempreendedor individual não esteja em atividade.

Nessa guia de pagamento são recolhidos os impostos de ICMS e ISS, além da contribuição ao INSS. O Simples Nacional isenta o MEI de várias taxas, como o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), e a contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Por meio da contribuição obrigatória, o microempreendedor individual tem direito a vários benefícios previdenciários, como aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade, pensão por morte, aposentadoria por idade e auxílio-reclusão para seus familiares.

O cálculo dos benefícios é efetuado com base nas contribuições realizadas pelo segurado, cumprindo o prazo de carência mínima de cada benefício previdenciário.



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Como ‘entrar com o pé direito’ na lavoura de soja?



A safra de soja 2024/2025 no Brasil promete resultados positivos, com projeções de produção acima de 172 milhões de toneladas, um crescimento de mais de 16 milhões em relação ao ciclo anterior. Esse aumento reflete boas condições climáticas e manejo eficiente nas principais regiões produtoras. No entanto, garantir alta produtividade requer atenção ao controle de doenças e pragas, especialmente com o aumento da umidade esperado no final do ano.

Controle da soja

O controle preventivo de doenças, como as fúngicas, é indispensável. Aplicar fungicidas de forma preventiva, antes que as doenças se instalem, é mais eficiente e econômico. As primeiras aplicações devem ocorrer quando as entrelinhas da soja seguem visíveis, garantindo que o produto alcance as folhas mais baixas. Com o avanço do ciclo, novas aplicações são necessárias para proteger as folhas novas.

Além disso, as pragas representam outro desafio, principalmente em regiões com cultivo intensivo, como a Bahia, onde a disponibilidade constante de alimentos favorece sua proliferação. A ferrugem asiática, já detectada em algumas áreas, reforça a importância de monitorar não apenas a lavoura, mas também as condições climáticas, que podem acelerar a disseminação de doenças.

Para um manejo eficiente, é essencial planejar as atividades considerando o clima da região, monitorar regularmente a lavoura para identificar sinais iniciais de problemas, utilizar tecnologias avançadas e produtos de qualidade e buscar capacitação em boas práticas agrícola.

Confira a matéria completa aqui.



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Você usaria algas marinhas para fertilizar o milho?



O extrato da alga atua em diversos níveis fisiológicos da planta



O extrato da alga atua em diversos níveis fisiológicos da planta
O extrato da alga atua em diversos níveis fisiológicos da planta – Foto: Divulgação

De acordo com a Algas Brasil, o uso do extrato da alga Kappaphycus alvarezii tem demonstrado benefícios significativos para a cultura do milho, especialmente na safrinha. Em um caso documentado na região de Planura, MG, um produtor evidenciou as melhorias no sistema radicular e no enchimento das espigas, destacando o potencial do produto. Ao ser aplicado no solo, o extrato favorece o desenvolvimento mais vigoroso do sistema radicular, aumentando a capacidade da planta de absorver água e nutrientes, mesmo em condições de estresse hídrico típicas da safrinha.  

De acordo com a empresa desenvolvedora do produto, os principais benefícios incluem maior tolerância ao estresse, como seca e altas temperaturas, aumento da produtividade, com mais espigas por planta e grãos de maior peso e qualidade, além de melhorias na qualidade do solo, com maior retenção de água e nutrientes. O extrato da alga atua em diversos níveis fisiológicos da planta, estimulando seu crescimento, floração e frutificação.  

Além disso, as informações indicam que ele fortalece o sistema imunológico da planta, tornando-a mais resistente a doenças. Esses resultados, segundo a Algas Brasil,  são reforçados por diversas pesquisas científicas que comprovam o potencial da Kappaphycus alvarezii como uma solução eficiente para os desafios da agricultura moderna. A cada dia, novos estudos e casos documentados mostram o impacto positivo dessa alga, destacando seu papel no desenvolvimento de fertilizantes mais sustentáveis e competitivos no mercado agrícola. As informações foram publicadas originalmente no perfil da rede social LinkedIn da Algas Brasil.

 





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Entenda o que caracteriza um imóvel rural



Morar na cidade e ainda assim poder empreender e registrar o imóvel como rural. Sim, é possível, desde que as atividades tenham como objetivo o agronegócio. É o que diz a Lei n.º 8.629, de 25 de fevereiro de 1993, em seu artigo 4.º, inciso I. 

Segundo o texto, caracteriza-se como imóvel rural “ prédio rústico, de área contínua, qualquer que seja sua localização, que se destine ou possa se destinar à exploração agrícola, pecuária, extrativa vegetal, florestal ou agroindustrial”.

O entendimento sobre a real função de um imóvel rural é fundamental para que o terreno siga as exigências de registros e tributações locais e nacionais.

A exemplo do Cadastro Ambiental Rural (CAR), o Certificado de Cadastro do Imóvel Rural (CCIR) e o ITR (Imposto Territorial Rural).

Propriedade ou posse?

Os imóveis rurais podem pertencer tanto à uma pessoa física como à uma jurídica. Mas só é considerado uma propriedade se possuir registro em cartório. Do contrário, é denominado como posse. 

De acordo com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), existem dois tipos de posse: a posse a justo título, quando há documento que pode ser levado a registro e a posse por simples ocupação, quando não há documento ou a declaração não tem validade para ser registrada no cartório de registro de imóveis.

Capacitação

Para auxiliar e direcionar o micro e pequeno produtor rural sobre os documentos e as ações necessárias para regularizar o imóvel, o Sebrae disponibiliza cursos gratuitos, presenciais e online.

A fim de capacitar empreendedores para a formalização do imóvel, facilitando assim o acesso a mercados e a benefícios, como incentivos governamentais e selos de qualidade.

De acordo com a instituição, alguns cursos também são oferecidos via WhatsApp ou Telegram. Dentre os temas abordados estão:

  • Passo a passo para a formalização da propriedade  
  • Como fazer o cadastro de Imóveis Rurais (Cafir e CCIR)
  • O que fazer se alguma informação estiver desatualizada?
  • Declaração de Imposto Territorial Rural (DITR)
  • O que é a DAP e qual a documentação necessária para solicitá-lo?
  • Entenda o que é módulo fiscal



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Três tecnologias agrícolas devem tomar conta do campo em 2025


Levantamento da 360 Research & Reports mostra que o mercado global de agricultura digital deve crescer 183% até 2026, com previsão de movimentar cerca de US$ 8,3 bilhões.

Com isso, à medida que 2025 se aproxima, três inovações se destacam como tendências que prometem moldar o futuro da agricultura:

  • Tokenização de commodities;
  • Compras e pagamentos on-line de insumos agrícolas; e
  • Sistemas de monitoramento remoto de máquinas agrícolas, principalmente as de menor porte, destinadas à agricultura familiar.

Tokenização de commodities

A tokenização é uma inovação que está ganhando destaque no mercado agrícola. Através da tecnologia blockchain, commodities como soja, milho, café, trigo, cana-de-açúcar e outros podem ser transformadas em moedas digitais.

Assim, produtores podem ter acesso a uma negociação mais ágil, simples e segura, além de maior liquidez.

Para se ter uma ideia, estima-se que a tokenização de ativos em vários mercados cresça de forma significativa em todo o mundo, alcançando um mercado de aproximadamente US$ 10 trilhões até 2030, conforme análises da consultoria global Roland Berger.

O volume representa um aumento expressivo em relação ao valor atual de aproximadamente US$ 300 bilhões desse mercado.

De acordo com o CEO da Agrotoken, Eduardo Astrada, a adoção de novas tecnologias no agronegócio deixou de ser apenas uma vantagem competitiva para se tornar uma exigência no mercado global.

“Iniciativas como a tokenização de commodities via blockchain representam um marco, permitindo que produtores de todos os tamanhos acessem mercados mais amplos com maior segurança, transparência e agilidade”.

Segundo ele, essas inovações oferecem às indústrias a possibilidade de introduzir soluções como o barter digital, criando novas formas de pagamento para seus clientes.

“O blockchain garante rastreabilidade, imutabilidade e confiabilidade nos processos, trazendo benefícios únicos para toda a cadeia. O diferencial está em integrar essas tecnologias às necessidades reais dos produtores, garantindo que sejam acessíveis e adaptadas às condições locais. Isso fortalece não apenas a produção, mas toda a cadeia do agronegócio”, afirma.

Compras e pagamentos online de insumos

produtor soja Paraná - Personagem Soja Brasilprodutor soja Paraná - Personagem Soja Brasil

Com a digitalização do setor agro, crescem as compras e os pagamentos online de insumos agrícolas. A facilidade de adquirir produtos como fertilizantes, defensivos e sementes pela internet oferece aos produtores a possibilidade de reduzir os custos operacionais.

Dados da McKinsey na pesquisa “A mente do agricultor brasileiro 2024”, revelam que 71% dos produtores rurais já utilizam plataformas online em suas jornadas de compra.

No Brasil, plataformas digitais, como Orbia, AgroGalaxy e Solinftec, por exemplo, já oferecem soluções que integram o processo de compra, pagamento e entrega de insumos. A expectativa é que a adesão a essas tecnologias cresça no próximo ano, à medida que os agricultores busquem soluções para otimizar a cadeia de suprimentos e a gestão financeira.

“Os produtores estão cada vez mais buscando soluções tecnológicas para otimizar as atividades também ‘fora da porteira’, como é o caso da possibilidade de comprar e pagar pelos insumos pela internet. Essa busca por novas tecnologias é impulsionada por diversos fatores, como a necessidade de reduzir custos, uma vez que as plataformas online permitem que os produtores comparem preços de diferentes fornecedores em tempo real, o que além de economia, também garante mais agilidade no processo”, destaca o CEO da Orbia, Ivan Moreno.

Monitoramento de máquinas para agricultura familiar

Trator implemento agrícolaTrator implemento agrícola
Foto: Pixabay

O monitoramento remoto de máquinas agrícolas, aliado à agricultura de precisão, também tem sido uma tendência que cresce rapidamente no Brasil e no mundo e que deve perdurar em 2025.

Sensores e sistemas de rastreamento com comunicação via GPRS e GPS oferecem aos produtores, principalmente os de pequeno e médio porte, também a possibilidade de acompanhar em tempo real o desempenho de suas máquinas, prevenindo falhas e otimizando o uso de recursos como combustível e tempo.

De acordo com um estudo conduzido pela pesquisadora Maira de Souza Regis, da Universidade de Brasília (UnB), mais de 95% dos produtores rurais utilizam algum tipo de tecnologia digital em suas propriedades. Apesar da alta adesão, o avanço mais robusto dessas ferramentas é dificultado pela conectividade precária no campo.

O levantamento mostra que o uso de softwares e aplicativos de gestão é maior no Centro-Oeste, adotado por 80% dos produtores, enquanto no Nordeste, essa porcentagem é de apenas 41%.

Nesse contexto, de acordo com o gerente de pós-vendas da Yanmar South America, sistemas de monitoramento mais acessíveis e aplicáveis em modelos de máquinas de menor porte, a exemplo de tratores com somente 26 cavalos de potência, já começam a dar as caras no mercado.



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Marrocos suspende impostos sobre importação de arroz



Essa decisão tem como objetivo estabilizar os preços do arroz no mercado local



Essa decisão tem como objetivo estabilizar os preços do arroz no mercado local
Essa decisão tem como objetivo estabilizar os preços do arroz no mercado local – Foto: Pixabay

O Ministério da Indústria e Comércio de Marrocos anunciou, por meio de um comunicado oficial, a suspensão temporária dos direitos de aduana e do IVA sobre as importações de arroz classificadas sob o código aduaneiro n° 1006.20.90.00. A medida, que entra em vigor em 1º de janeiro de 2025 e vai até 31 de dezembro de 2025, afeta um limite de 55.000 toneladas de arroz, destinado principalmente às empresas industriais do setor.

Essa decisão tem como objetivo estabilizar os preços do arroz no mercado local, garantindo uma oferta suficiente para atender à demanda das famílias marroquinas. A medida surge em um momento de flutuações nos preços dos alimentos, buscando proteger o poder aquisitivo da população. Embora seja uma solução temporária, a iniciativa destaca a necessidade de fortalecer a produção local de arroz e reduzir a dependência das importações.

O Ministério ressalta que, apesar da ação emergencial, é fundamental que Marrocos invista em sua produção interna e diversifique suas fontes de fornecimento para garantir maior autonomia alimentar no futuro. Além disso, a suspensão dos impostos favorece as relações comerciais com os principais países produtores de arroz, especialmente na Ásia, e assegura a qualidade do produto importado.

Para garantir transparência e eficácia no processo, o Ministério estabelecerá critérios rigorosos para a alocação do cupo de importação. A medida temporária reforça a importância de fortalecer a resiliência do país frente a possíveis crises alimentares globais e impulsionar a sustentabilidade da produção local a longo prazo.

 





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Tecnologia é fundamental na produção de frutas



O crescimento da fruticultura no Brasil não se dá apenas pelo aumento das áreas



O crescimento da fruticultura no Brasil não se dá apenas pelo aumento das áreas cultivadas
O crescimento da fruticultura no Brasil não se dá apenas pelo aumento das áreas cultivadas – Foto: Canva

O Brasil tem se destacado como um dos maiores produtores de frutas do mundo, e a produção de abacate e laranja tem evoluído significativamente, especialmente com o uso de tecnologias avançadas. Daniel Rocha, Gerente Agrícola da Fazenda Matrice, enfatiza que o avanço tecnológico é fundamental para garantir a qualidade e a sustentabilidade na produção dessas frutas. Em Minas Gerais, por exemplo, a adoção de técnicas inovadoras de cultivo e pós-colheita tem sido decisiva para atender a uma demanda crescente por frutas de alto padrão, como o abacate.

A laranja, que sempre foi uma das principais frutas brasileiras, também têm se beneficiado de inovações tecnológicas. O uso de irrigação de precisão, controle biológico de pragas e tecnologias de monitoramento têm permitido aumentar a produtividade e melhorar a qualidade dos frutos, atendendo tanto o mercado interno quanto o externo. Rocha destaca que essas tecnologias estão sendo implementadas em larga escala, especialmente em estados como São Paulo, Minas Gerais e Bahia, onde grandes áreas estão sendo cultivadas com foco na sustentabilidade.

O crescimento da fruticultura no Brasil não se dá apenas pelo aumento das áreas cultivadas, mas também pela incorporação de práticas tecnológicas que visam a eficiência e a preservação ambiental. O uso consciente de recursos naturais, aliado à inovação tecnológica, tem garantido uma produção contínua de frutas de alta qualidade, sem a necessidade de expandir áreas agrícolas de maneira predatória.

“A expansão da produção de frutas no Brasil, especialmente de abacate e laranja, é um reflexo do potencial agrícola do país e da capacidade de inovar e sustentar a produção. Com um olhar atento às demandas do mercado e às práticas sustentáveis, o Brasil continua a consolidar sua posição como um dos principais produtores de frutas do mundo.

Ative para ver a imagem maior”, conclui.

 





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Temporais em 6 estados e uma capital; veja previsão para a virada do ano



O ano de 2024 se encerra hoje, mas não sem lágrimas: chove muito na virada para 2025, especialmente no Sul, Sudeste e Nortedeste. A capital Brasília tem alto risco de temporal, assim como estados no topo do mapa.

Veja a previsão do tempo para as cinco regiões brasileiras nesta terça-feira (31):

Sul

Véspera de ano novo com previsão de pancadas de chuva sobre o Sul do Brasil. Precipitações são esperadas durante a virada no litoral de Santa Catarina e do Paraná. As demais áreas seguem com previsão de chuva entre tarde e começo da noite, diminuindo a chance entre o final da noite de terça e a madrugada de quarta-feira (1).

Sudeste

Chove forte em grande parte da Região. Alerta entre o norte do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, assim como no centro-norte e leste de Minas Gerais. Pode chover durante a virada para 2025 em Belo Horizonte e Vitória. Já pancadas mais irregulares são previstas durante a tarde e à noite em São Paulo e no sul fluminense, mas sem condições de chuva durante a virada. Pode chover de forma mais isolada em Petrópolis e na Serra fluminense.

Centro-Oeste

A virada para 2025 será com risco de temporal em Brasília, com risco para a noite de terça e a madrugada de quarta. Chance de pancadas mais irregulares entre Goiás e Mato Grosso. Chance alta de chuva em Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul e Goiânia, em Goiás.

Nordeste

Véspera de ano novo com pouca chuva no Nordeste. Dia de muito sol e calor na costa norte e leste da Região e pancadas mais rápidas. Pode chover durante a virada no interior do Maranhão, oeste e sul da Bahia e na capital Fortaleza, no Ceará.

Norte

Último dia do ano de 2024 com muita chuva na Região. Alerta de temporais entre o Amazonas, Pará, Tocantins, Rondônia, Acre e Roraima. Chance alta de chuva durante a virada para 2025 em várias cidades do Amazonas e no Pará. O tempo permanece abafado.



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Cotação do boi China sobe R$ 5,00/@ no Pará



O escoamento de carne seguiu dentro das expectativas típicas para o período de festas




Foto: Divulgação

A análise do informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, apontou que após registrar altas pontuais no início da semana, o mercado pecuário apresentou estabilidade nas cotações nesta sexta-feira, encerrando o período sem grandes oscilações. Com o ano se aproximando do fim, muitas indústrias mantêm uma postura mais cautelosa, adquirindo apenas o necessário para completar as escalas de abate.

O escoamento de carne seguiu dentro das expectativas típicas para o período de festas, sem sinais de elevação na demanda. Para a primeira semana de janeiro de 2025, analistas do setor acreditam que o volume de negócios deve manter um comportamento semelhante ao atual, com movimentações pontuais nos preços.

Nas principais praças do estado do Pará, o mercado apresentou ajustes variados nas cotações:

  • Marabá – O preço do boi comum teve um avanço de R$ 5,00/@, enquanto os valores para vacas e novilhas permaneceram estáveis.
  • Redenção – A região também registrou alta de R$ 5,00/@ para o boi comum e a novilha, mantendo os preços das vacas inalterados.
  • Paragominas – Diferente das demais, essa praça manteve-se estável ao longo do dia, sem variações nas cotações.
  • Já no segmento do “boi China”, direcionado ao mercado externo, todas as regiões acompanhadas no Pará registraram um incremento de R$ 5,00/@, refletindo a demanda aquecida para exportação.






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