sábado, abril 11, 2026

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JBS cria escola de inglês na Austrália para formar profissionais brasileiros


escola de inglês da JBS na Austrália
Foto: JBS

A JBS colocou em prática uma estratégia para ampliar a presença de profissionais brasileiros em operações internacionais. A companhia inaugurou uma escola corporativa de inglês na Austrália, com foco em capacitação técnica, adaptação cultural e experiência prática dentro da indústria.

Batizada de English Academy, a iniciativa prepara colaboradores brasileiros para atuar na unidade da empresa em Dinmore, na cidade de Ipswich, em Queensland. A planta é a maior operação de carne bovina da companhia na Oceania.

O programa combina aulas presenciais e vivência profissional. A primeira turma embarcou em março de 2026, enquanto o segundo grupo tem viagem prevista para abril.

Imersão une idioma, cultura e rotina industrial

O curso pode durar até 12 meses, conforme a evolução de cada participante. A carga horária é de 20 horas semanais, com foco no vocabulário técnico da indústria de alimentos e no contexto cultural australiano.

Além disso, os materiais didáticos foram desenvolvidos internamente e seguem as diretrizes do Australian Education Services for Overseas Students (ESOS) Framework. O conteúdo também foi aprovado pela Australian Skills Quality Authority, órgão regulador da educação vocacional na Austrália.

Estrutura facilita adaptação dos profissionais

Para garantir integração ao novo ambiente, os colaboradores são hospedados em casas mobiliadas próximas à unidade industrial e à escola, a cerca de dois quilômetros de distância.

Esse modelo permite que os profissionais conciliem estudo e trabalho desde o início da experiência internacional. A primeira turma é formada por 30 colaboradores da área de produção que já atuavam na empresa no Brasil.

Preparação começou ainda no Brasil

O treinamento teve início em julho de 2025, com aulas online duas vezes por semana. O mesmo professor responsável por essa etapa acompanha os alunos na fase presencial na Austrália.

Segundo a empresa, a proposta é reduzir barreiras linguísticas e ampliar oportunidades para profissionais com forte conhecimento técnico, mas que não tiveram acesso ao ensino formal de inglês.

“Além da fluência, a adaptação cultural é fundamental para que os profissionais evoluam em suas carreiras”, afirma Ana Ruperez, coordenadora de Mobilidade Global da JBS Austrália.

Estratégia amplia carreira internacional no agro

A English Academy integra o programa JBS Global Talent, que há dez anos promove a mobilidade internacional de colaboradores. A iniciativa já levou profissionais para unidades nos Estados Unidos, Canadá, México, Inglaterra e Austrália.

De acordo com Fernando Meller, diretor executivo de Recursos Humanos da JBS Brasil, a proposta vai além da mobilidade. “Queremos ampliar as oportunidades para que talentos brasileiros atuem globalmente. A escola foi criada para que o idioma não seja um obstáculo nesse caminho”, afirma.

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AgroNewsPolítica & Agro

IA amplia eficiência nas operações agrícolas



Entre os ganhos estão a redução no uso de insumos


A inteligência artificial aplicada a máquinas agrícolas atua nesses pontos ao ajustar automaticamente operações
A inteligência artificial aplicada a máquinas agrícolas atua nesses pontos ao ajustar automaticamente operações – Foto: Pixabay

A digitalização das atividades no campo tem avançado e ampliado o uso de tecnologias na produção agrícola. Artigo de Bruno Ract, executivo de estratégia e novos negócios da Ultra Clean Brasil, destaca que a inteligência artificial passou a apoiar decisões dentro das propriedades rurais.

Em um setor marcado por variáveis como clima, custos e preços, o uso de algoritmos ajuda a identificar perdas que muitas vezes não são visíveis. Falhas no plantio, regulagens inadequadas e uso ineficiente de insumos podem gerar prejuízos relevantes ao final da safra, chegando a dois dígitos percentuais, segundo estudos do setor.

A inteligência artificial aplicada a máquinas agrícolas atua nesses pontos ao ajustar automaticamente operações. Em plantadeiras, há maior precisão na distribuição de sementes e fertilizantes. Já nas colheitadeiras, sensores e algoritmos permitem regulagens em tempo real, reduzindo perdas e aumentando a eficiência. A geração de mapas de produtividade também contribui para decisões mais assertivas.

O texto ressalta que o desempenho da tecnologia depende da manutenção adequada dos equipamentos. A limpeza de mangueiras hidráulicas é apontada como fator importante para evitar falhas e garantir o funcionamento dos sistemas.

Entre os ganhos estão a redução no uso de insumos, aumento da produtividade e menor ocorrência de erros operacionais. Apesar dos benefícios, fatores como conectividade limitada, custos e necessidade de capacitação ainda impactam a adoção. “Nesse novo cenário, máquinas agrícolas deixam de ser apenas ferramentas operacionais e se tornam ativos estratégicos, capazes de gerar inteligência e direcionar o futuro da produção. A pergunta, portanto, talvez não seja mais “vale a pena investir?”, mas sim: quanto custa não investir?”, conclui.

 





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Entrega de fertilizantes aumenta 5,3% em janeiro, aponta Anda


Fertilizantes no Porto de Paranaguá (PR). Foto: Rodrigo Felix Leal/Seil-PR
Fertilizantes no Porto de Paranaguá (PR). Foto: Rodrigo Felix Leal/Seil-PR

As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro somaram 3,87 milhões de toneladas em janeiro, 5,3% mais em relação a igual mês do ano anterior, quando foram comercializadas 3,67 milhões de toneladas, segundo dados da Associação Nacional para a Difusão de Adubos (Anda).

Mato Grosso liderou as entregas nacionais com 1,14 milhão de toneladas, concentrando 29,7% do total do país.

Na sequência, os maiores volumes foram registrados em Goiás (468 mil toneladas), Paraná (400 mil toneladas), São Paulo (357 mil toneladas) e Minas Gerais (320 mil toneladas).

Produção nacional de fertilizantes cai

A produção nacional de fertilizantes intermediários encerrou o primeiro mês de 2026 em 497 mil toneladas. O resultado indica uma queda de 23% na comparação com janeiro de 2025, período em que foram produzidas 647 mil toneladas.

Já as importações de adubos totalizaram 3,16 milhões de toneladas em janeiro. Segundo a Anda, houve crescimento de 5,4% sobre igual período do ano anterior, quando o volume importado foi de três milhões de toneladas.

Pelo porto de Paranaguá ingressaram 786 mil toneladas no período, alta de 9,5% frente a 2025 (718 mil toneladas). O terminal representou 24,8% do total de fertilizantes que entraram no país por todos os portos em janeiro.

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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Poder360: Governo tem apoio de 11 Estados, mas oposição resiste a acordo do…


O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem apoio de 11 Estados para aderir à subvenção ao diesel importado, mas enfrenta resistência de governadores da oposição, que concentram maior peso no mercado e podem comprometer a eficácia da medida. A proposta estabelece um subsídio de R$ 1,20 por litro, dividido entre União e Estados, em meio à alta dos combustíveis e risco de impacto nos preços de alimentos.

Os Estados com menor resistência política à proposta são: Bahia, Sergipe, Maranhão, Piauí, Ceará, Alagoas, Pará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Espírito Santo e Amapá.

O prazo dado pela Fazenda para uma definição é esta 6ª feira (27.mar.2026), depois de reuniões do Consefaz (Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal) e o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária).

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‘É preciso R$ 50 bilhões para fazer um Plano Safra robusto’, afirma Neri Geller


Neri Geller
Foto: Canal Rural Mato Grosso

“Os cinco últimos Planos Safra foram um desastre”, afirma o ex-ministro da Agricultura, Neri Geller. Ele aponta ainda que o setor passa por um momento complexo, marcado por falta de renda, juros altos e dificuldade de acesso ao crédito.

A avaliação ocorre em meio às mudanças no Executivo — mais de uma dezena de ministros deixou os cargos para disputar as eleições de outubro — e quase dois anos após a saída de Geller da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, em junho de 2024.

Em entrevista ao Canal Rural, o ex-deputado federal por Mato Grosso defende mais recursos alocados para equalização de juros, seguro rural e política de comercialização. “É preciso colocar R$ 50 bilhões para fazer um Plano Safra robusto. Fora disso, não dá para fazer nada”, diz Geller.

Ele também destaca a necessidade de taxas próximas a 7,5% a 8% para viabilizar a produção. “É voltar a ter programa de construção de armazém e de correção de solo com taxa subsidiada e equalizada pelo Tesouro Nacional”, completa.

Crédito rural no limite

Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, em março, a taxa básica de juros caiu 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano. Com a Selic elevada, o custo de equalização atingiu recordes, limitando a oferta de “juros baratos”.

Além disso, o agronegócio registra um aumento considerável dos pedidos de recuperação judicial, seja por causa dos juros altos, quebra de safra ou queda nos preços das commodities. “A questão do crédito no Brasil está completamente bagunçada”, diz Geller.

Agro precisa se organizar

O mês de abril marca o último bimestre do Plano Safra 2025/26, mas também levanta dúvidas sobre a construção do próximo plano agrícola e pecuário. Um componente de atenção extra é a saída dos ministros Carlos Fávaro, da Agricultura, e Paulo Teixeira, do Desenvolvimento Agrário, para concorrer às eleições.

Sobre o novo titular do Mapa, o ex-deputado André de Paula, que até então estava à frente do Ministério da Pesca e Aquicultura, Neri Geller avalia que ele tem um perfil “muito acessível”, mas aponta que é importante que o setor agrícola se organize para negociar com o governo.

“Ele foi parlamentar, tem leitura da política do Brasil, é jeitoso e comprometido, mas não tem força política”, pondera.

Nesse contexto, Geller ressalta que o agro tem que se fazer presente para fazer as reivindicações necessárias. “Nós, enquanto liderança classista, temos que nos fazer presentes na esfera de governo para reivindicar junto com a bancada federal e a Frente Parlamentar da Agropecuária o que o setor precisa”, reforça.

Conta que não fecha

De um lado, o país vive a expectativa de colher uma safra recorde, com 353,4 milhões de toneladas, conforme levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). De outro, o cenário é de crédito restrito e custos de produção elevados.

Na avaliação do ex-ministro, a conta não fecha. O principal risco, segundo ele, é a retração da atividade no campo.

“Hoje o governo tem que dar atenção para o setor. Não é porque é ano eleitoral, é porque o setor realmente está passando dificuldade e a economia do Brasil é que vai sofrer com isso”, finaliza.

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AgroNewsPolítica & Agro

Avanço científico brasileiro transforma setor industrial



O método emprega o extrato aquoso da planta como agente redutor natural


O método emprega o extrato aquoso da planta como agente redutor natural
O método emprega o extrato aquoso da planta como agente redutor natural – Foto: Pixabay

As nanopartículas de prata são amplamente empregadas em diferentes segmentos industriais devido às suas propriedades antimicrobianas, antifúngicas e antivirais. Esses materiais estão presentes em itens como curativos, equipamentos médicos, cosméticos e embalagens para alimentos. Apesar da utilidade, o uso dessas partículas levanta preocupações relacionadas à toxicidade, já que podem causar morte celular, inibir microrganismos no ambiente e se acumular com facilidade.

Diante desse cenário, pesquisadores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da USP desenvolveram um método de síntese considerado mais sustentável. A proposta utiliza a chamada síntese verde para produzir nanopartículas de prata a partir da arnica brasileira, reduzindo o uso de substâncias químicas agressivas no processo.

Segundo Paulo Augusto Marques Chagas, integrante da equipe, a iniciativa busca diminuir ou eliminar reagentes tóxicos e solventes perigosos, além de reduzir o consumo energético. A estratégia permite a obtenção de materiais com propriedades funcionais relevantes, aliando eficiência a práticas mais sustentáveis.

O método emprega o extrato aquoso da planta como agente redutor natural, transformando íons metálicos em nanopartículas. Diferentemente dos processos convencionais utilizados na indústria, a técnica evita a geração de resíduos igualmente tóxicos.

A pesquisa teve origem em estudos conduzidos no Laboratório de Controle Ambiental da UFSCar, que já atuava com processos verdes e materiais reciclados. O desenvolvimento da nova técnica surgiu dentro desse contexto de busca por alternativas menos agressivas.

Atualmente, a tecnologia está em fase final de desenvolvimento, com pedido de patente já realizado. Os pesquisadores também avançam na elaboração de um artigo científico que descreve a aplicação das nanopartículas em nanofibras para filtração de ar, com potencial de criar equipamentos com propriedades antibacterianas.

 





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Capim-pé-de-galinha está entre as plantas daninhas mais agressivas da soja e vira tema de curso online


Divulgação Embrapa Soja

O capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) é uma planta daninha que afeta culturas como soja, milho e algodão. Por apresentar comportamento agressivo, seu manejo tem sido um desafio crescente nas lavouras de soja brasileiras, especialmente na região centro-oeste. A planta daninha também se destaca por sua  capacidade de adaptação e resistência a diferentes herbicidas, o que também dificulta seu manejo.

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Com esse intuito, será lançado, nesta terça-feira (7), às 10h30, um curso online voltado ao manejo do capim-pé-de-galinha. A apresentação ocorre durante a vitrine de tecnologias na TecnoShow Comigo, em Rio Verde (GO), e o conteúdo ficará disponível gratuitamente a partir da mesma data na plataforma e-Campo.

A capacitação aborda desde as características da planta daninha até sua relação com os sistemas de produção, além de apresentar estratégias práticas de manejo. Segundo o pesquisador Edison Ulisses Ramos Jr., o objetivo é preparar agrônomos, produtores e estudantes para reconhecer a importância do controle dentro do sistema produtivo.

Mesmo com acesso livre e por tempo indeterminado, a recomendação é que os participantes concluam os módulos em até 30 dias, para melhor aproveitamento do conteúdo. O curso tem duração total de quatro horas e será ministrado pelo pesquisador Fernando Adegas, agrônomo com atuação na área de manejo de plantas daninhas, com foco em ecologia, manejo integrado e resistência a herbicidas.

A proposta é permitir que os participantes identifiquem as características da planta, seu ciclo de vida, forma de crescimento e os fatores que dificultam o controle. Além disso, o curso traz uma análise do comportamento do capim-pé-de-galinha nos cenários brasileiro e internacional, destacando as melhores estratégias para o seu manejo.

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Feijão perde força no fim de março, mas fecha mês com alta expressiva


feijão-preto BRS Esteio, da Embrapa
Foto: Sebastião José de Araújo/Embrapa

O final do mês de março marcou uma queda nos preços do feijão. As cotações que chegaram a bater recordes no meio do mês, começaram a cair devido a baixa procura dos compradores pelo produto, muito por conta da dificuldade de repassar a mercadoria para o atacado e varejo. Apesar disso, vendedores buscaram se aproveitar da alta mensal e fechar mais negociações.

Pesquisadores do Cepea apontam que, apesar da queda na última semana, o mês de março foi forte para o mercado do grão, visto que o feijão carioca aumentou sua média do período, enquanto o feijão preto ficou estável neste intervalo de tempo.

Comparação de preços

Em números, o avanço das cotações no terceiro mês do ano ficou registrado da seguinte forma:

Feijão carioca (notas 8 e 8,5): valorização de 6,7% comparada a fevereiro e valorização de 41,6% comparada a março de de 2025.

Feijão carioca (notas 9 ou superior): avanço de 8,1% comparado a fevereiro e de 33,6% comparado ao mesmo período em 2025.

Feijão preto: queda de apenas 0,2% comparado a fevereiro e praticamente estável comparado a 2025.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Especulações sobre fim da guerra no Oriente Médio faz preço do milho subir


De janeiro a agosto, a China importou 930 mil toneladas de milho, recuo de 92,7% na comparação anual, segundo o Gacc. Foto: Pixabay.
De janeiro a agosto, a China importou 930 mil toneladas de milho, recuo de 92,7% na comparação anual, segundo o Gacc. Foto: Pixabay.

A semana passada no mercado spot do milho, ficou marcada pelo afastamento dos vendedores nas negociações. A incerteza do cenário externo, as variações nas cotações do petróleo e a subida dos fretes brasileiros influenciaram nesse distanciamento e nas pequenas alterações de preços.

De acordo com o Cepea, em Campinas, o indicador que havia recuado na semana anterior, foi recuperado nos últimos dias. Outro fator que influenciou as cotações, foi o bom clima em várias regiões, que favoreceu o avanço de colheita da primeira safra e na plantação da segunda.

Mercado externo

As diversas especulações sobre o encerramento do conflito no Oriente Médio impactou na queda dos preços do cereal no exterior. Segundo o Cepea, a pressão nos valores do petróleo na última semana, influenciarem nas cotações.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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EUA, dólar e estoques em alta derrubam preço da soja, aponta Cepea


Reprodução Aprosoja Brasil

O mercado externo de soja ficou em baixa na última semana. A grande oferta na América do Sul e a expectativa de expansão nos EUA influenciaram a queda dos preços. Somado a desvalorização do dólar em relação ao real, pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), relatam que o recuo também chegou ao Brasil.

O avanço recente das cotações do óleo de soja, devido a alta demanda para a produção de biodiesel, não foram suficientes para manter os valores registrados nas semanas anteriores do cereal, quando as cotações eram sustentadas pelos conflitos no Oriente Médio.

Segundo o Cepea, compradores de cereal indicam ter estoque suficiente até o final de abril, o que tem abaixado a demanda pelo farelo e influenciado nos preços. A expectativa entre os agentes é que os valores se mantenham em baixa nas próximas semanas, visto que a procura pelo óleo deve aumentar a oferta do farelo. Vale ressaltar que para cada tonelada de soja processada, são gerados cerca de 190 kg de óleo e 780 kg de farelo.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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