sábado, junho 13, 2026

Autor: Redação

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Participação do Uruguai na Expointer 2026 entra na pauta de reunião em Porto Alegre


Participação do Uruguai na Expointer 2026 entra na pauta de reunião em Porto Alegre

A participação do Uruguai na Expointer 2026 foi o tema central de uma reunião realizada na manhã desta quarta-feira (3), em Porto Alegre. O encontro ocorreu na Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul e reuniu o secretário Márcio Madalena, a subsecretária do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, Elizabeth Cirne-Lima, e representantes diplomáticos do país vizinho.

Segundo as informações divulgadas pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), participaram da agenda a cônsul-geral do Uruguai no Rio Grande do Sul, embaixadora Marión Blanco Espino, a cônsul-adjunta Patricia Pacheco Prado e Alejandro Rivas, representante da Embaixada do Uruguai.

De acordo com a Seapi, a principal pauta da reunião foi a organização da presença uruguaia na Expointer 2026. A feira é realizada no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), e reúne anualmente atividades ligadas à pecuária, agricultura familiar, máquinas, genética animal, agroindústria e negócios do setor.

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Durante o encontro, conforme relato oficial, houve manifestação de interesse mútuo na manutenção da participação institucional do Uruguai no evento. A secretaria também informou que a presença uruguaia na feira é uma tradição de décadas, associada ao intercâmbio entre governos e segmentos produtivos dos dois países.

A agenda tem relevância para o setor porque a Expointer funciona como vitrine de genética, tecnologias, animais de argola, máquinas e iniciativas comerciais ligadas ao agro do Sul do Brasil. Nesse contexto, a participação de delegações estrangeiras pode ampliar o espaço para cooperação técnica e aproximação entre cadeias produtivas regionais, especialmente em atividades ligadas à pecuária.

O material divulgado, no entanto, não detalha cronograma, formato de participação, número de expositores uruguaios ou eventuais acordos técnicos e comerciais discutidos na reunião. Também não foram informados metas, investimentos ou ações específicas decorrentes do encontro.

Até o momento, a informação oficial disponível indica a continuidade das tratativas para a presença do Uruguai na Expointer 2026. Sem detalhamento adicional sobre medidas práticas, o alcance da cooperação deverá ser acompanhado conforme a divulgação da programação e das definições institucionais da feira.

Fonte: agricultura.rs.gov.br

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Produção sustentável de tilápias avança com aprovação de projeto em comissão da Câmara


Produção sustentável de tilápias avança com aprovação de projeto em comissão da Câmara

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (3), o Projeto de Lei 6463/25, que estabelece regras para a produção, o beneficiamento e a comercialização sustentável de tilápias. A proposta busca combinar expansão da atividade aquícola com proteção ambiental e uso responsável dos recursos hídricos. O texto segue em análise conclusiva em outras duas comissões da Casa.

Pelo projeto, o governo federal poderá oferecer apoio técnico e extensão rural aos produtores, estimular a formalização da cadeia produtiva, criar linhas de crédito para a piscicultura sustentável e apoiar a certificação sanitária, ambiental e de origem do produto. O texto não detalha valores, prazos ou fontes orçamentárias para essas medidas.

A proposta também condiciona o incentivo à adoção de práticas de monitoramento e controle da qualidade da água, manejo adequado de resíduos sólidos e efluentes, prevenção da dispersão de espécies em ambientes naturais e proteção da biodiversidade e dos ecossistemas aquáticos.

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O relator, deputado Luiz Nishimori (PSD-PR), recomendou a aprovação do projeto. Segundo o parecer, a medida pretende conciliar expansão produtiva, segurança jurídica e preservação dos recursos hídricos, ponto considerado estrutural para a atividade aquícola.

Na avaliação apresentada pelo relator, a previsão de assistência técnica, incentivo à formalização, modernização de unidades de beneficiamento e facilitação do acesso ao crédito pode reduzir diferenças tecnológicas entre produtores e elevar a eficiência produtiva. O parecer também aponta que a certificação sanitária, ambiental e de origem tende a ampliar a competitividade da cadeia aquícola nos mercados interno e externo.

Do ponto de vista regulatório, a proposta cria uma base para orientar exigências produtivas e ambientais na tilapicultura. Para produtores e indústrias, o efeito prático dependerá do texto final aprovado e de eventual regulamentação posterior.

O Projeto de Lei 6463/25 ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisará ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. Até essa etapa, não há definição final sobre as obrigações e os instrumentos de apoio previstos no texto.

Fonte: camara.leg.br

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BNDES aprova R$ 10 milhões para ampliar rede de fibra óptica no interior paulista


BNDES aprova R$ 10 milhões para ampliar rede de fibra óptica no interior paulista

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 10 milhões para a Aonet Serviços de Comunicação Ltda ampliar a infraestrutura de telecomunicações no interior de São Paulo. Os recursos saem do programa BNDES Fust e serão usados na construção de cerca de 162 quilômetros de rede de transporte em fibra óptica. A conclusão do projeto está prevista para janeiro de 2028.

Segundo o BNDES, a expansão vai atender sete localidades distribuídas em três municípios paulistas: Lençóis Paulista, Bauru e Pederneiras. A estimativa da empresa é alcançar uma população de 175 mil pessoas nas áreas contempladas. Entre os pontos atendidos estão Alfredo Guedes, Chácara Tia Emília, Chácaras Santo Antônio e Chácara São Judas Tadeu, em Lençóis Paulista, além de Estância Balneária Águas Virtuosas e Vale do Igapó, em Bauru, e Vanglória, em Pederneiras.

O financiamento faz parte do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), criado para ampliar a cobertura, o uso e a qualidade das redes de telecomunicações. De agosto de 2023 a maio de 2026, o BNDES aprovou R$ 3 bilhões com recursos do fundo para projetos de 493 provedores em 1.290 municípios. Desse total, R$ 1,8 bilhão foi destinado à expansão de redes, com 15 mil quilômetros de fibra óptica e 616 estações rádio base.

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No caso da Aonet, o projeto amplia a capacidade de transporte de dados em uma região já atendida pela empresa. Fundada em 2003 e sediada em Duartina (SP), a operadora informa ter cerca de 900 quilômetros de backbone, presença em 29 municípios paulistas, 11 lojas próprias e mais de 58 mil clientes. A empresa também afirma que 99% da base opera em FTTH, modelo de fibra até a residência.

Para o interior e áreas com presença rural, a ampliação da infraestrutura de internet fixa pode sustentar serviços digitais, comunicação empresarial e acesso remoto a plataformas técnicas e de gestão. O material divulgado, no entanto, não detalha recortes específicos de atendimento ao setor agropecuário nas localidades beneficiadas.

A medida se insere na estratégia de expansão da conectividade em regiões do interior por meio de pequenos e médios provedores. Sem detalhamento adicional sobre cobertura em propriedades rurais ou empreendimentos agropecuários, o alcance setorial do projeto dependerá da implantação efetiva da rede e da adesão dos usuários nas áreas atendidas.

Fonte: agenciadenoticias.bndes.gov.br

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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado pecuário inicia junho com alta seletiva



Boi China sobe em Mato Grosso, aponta Scot



Foto: Divulgação

A cotação da vaca e da novilha subiu R$ 2,00 por arroba no mercado paulista nesta terça-feira (2), segundo análise do informativo “Tem Boi na Linha”, divulgado pela Scot Consultoria. Já os preços do boi gordo e do chamado “boi China” permaneceram estáveis em relação ao fechamento do dia anterior.

De acordo com a Scot Consultoria, a oferta de bovinos foi suficiente para atender à demanda dos frigoríficos, mas sem excesso de animais disponíveis e sem pressão sobre as cotações. A consultoria destacou que a procura por gado segue firme tanto para abastecimento do mercado interno quanto para exportação, cenário que tem limitado as tentativas de negociação abaixo dos preços de referência.

As escalas de abate em São Paulo atendiam, em média, a sete dias, indicando um mercado equilibrado entre oferta e demanda.

Em Mato Grosso, as cotações permaneceram estáveis para todas as categorias nas quatro principais praças pecuárias monitoradas. A única exceção foi o “boi China”, que registrou valorização de R$ 1,00 por arroba na comparação diária.

Segundo a Scot Consultoria, a oferta de animais segue ajustada no estado, favorecida pelas boas condições das pastagens, que permitem aos pecuaristas reduzir a necessidade de venda imediata. Apesar disso, a demanda não apresentou força suficiente para impulsionar novas altas nas referências de mercado.

No Acre, o mercado manteve estabilidade nas cotações em relação ao dia anterior. As escalas de abate no estado atendiam, em média, a 13 dias, conforme o levantamento da consultoria.





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Setor privado dos EUA cria 122 mil empregos em maio, mostra ADP


PCE dos EUA sobe 4,5% no 1º trimestre de 2026, confirma 2ª leitura

O setor privado dos Estados Unidos criou 122 mil empregos em maio, segundo pesquisa da ADP com ajustes sazonais divulgada nesta quarta-feira (3). O número ficou acima da projeção de 120 mil vagas apurada pela FactSet. O levantamento antecede o relatório oficial de emprego dos EUA, o payroll, previsto para sexta-feira (5), que reúne dados dos setores privado e público.

A leitura de maio indica continuidade na abertura de vagas no mercado de trabalho norte-americano, ainda que em ritmo moderado. A ADP também revisou o dado de abril para 105 mil postos, abaixo da estimativa inicial de 109 mil.

Além da criação de empregos, a pesquisa mostrou avanço médio anual de 4,4% nos salários do setor privado em maio. O dado é acompanhado por analistas porque ajuda a medir o comportamento da renda e possíveis pressões sobre a inflação nos Estados Unidos.

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No calendário econômico, o levantamento da ADP funciona como uma referência prévia para o payroll, embora os dois indicadores tenham metodologias diferentes e possam apresentar resultados distintos. Por isso, o mercado costuma usar o número da ADP como sinal inicial, mas não como antecipação automática do relatório oficial.

Para o ambiente de negócios, os dados de emprego dos Estados Unidos são monitorados porque podem influenciar expectativas sobre a política monetária do Federal Reserve. Mudanças nessas expectativas tendem a repercutir no dólar, nos juros internacionais e nos preços de ativos globais, incluindo commodities agrícolas.

O material divulgado não detalha a distribuição das vagas por segmento econômico no texto disponível. Também não informa, nesta versão, avaliação adicional da ADP sobre o desempenho setorial do emprego em maio.

A divulgação do payroll na sexta-feira (5) deve oferecer um quadro mais amplo do mercado de trabalho norte-americano. Até lá, o dado da ADP serve como referência inicial para a leitura da atividade econômica e das expectativas financeiras, sem permitir conclusão isolada sobre os próximos passos da política monetária dos Estados Unidos.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Juros futuros sobem com tensão no Oriente Médio, dólar forte e tarifas dos EUA


Juros futuros sobem com tensão no Oriente Médio, dólar forte e tarifas dos EUA

Os juros futuros avançavam em toda a curva na manhã desta quarta-feira (3), em meio ao aumento da cautela nos mercados internacionais com as tensões entre Estados Unidos e Irã. O movimento veio acompanhado da alta do petróleo, do rendimento dos Treasuries e do dólar. No cenário doméstico, também pesaram as preocupações com os efeitos econômicos do novo tarifaço dos Estados Unidos ao Brasil e a expectativa com o leilão de títulos prefixados do Tesouro.

Às 9h20 desta quarta-feira (3), a taxa do depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 subia a 14,220%, ante 14,168% no ajuste anterior. O contrato para janeiro de 2029 avançava a 14,155%, de 14,053%, enquanto o DI para janeiro de 2031 marcava 14,150%, frente a 14,063% no fechamento de terça-feira (2).

Segundo o texto-base informado, a abertura das taxas refletia a combinação entre pressão externa e incerteza doméstica. No exterior, o mercado reagia ao aumento da tensão geopolítica no Oriente Médio, fator que sustentava o petróleo e fortalecia o dólar. Em paralelo, os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos também avançavam, ampliando a pressão sobre ativos de risco e mercados emergentes.

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No Brasil, a produção industrial de abril subiu 0,7% ante março na série com ajuste sazonal, acima da mediana de 0,5%. O dado reforçou a leitura de atividade mais resiliente no curto prazo. Além disso, o Tesouro Nacional realizaria às 11 horas o leilão de Letras do Tesouro Nacional (LTN) e Notas do Tesouro Nacional série F (NTN-F), antecipado por causa do feriado de Corpus Christi na quinta-feira (4).

Em relatório, o cogestor da Warren Investimentos, Luis Felipe Laudisio, afirmou que o Tesouro acumula atraso em relação ao Plano Anual de Financiamento (PAF) e que o mercado testaria se o órgão reduziria o lote ofertado para evitar prêmios maiores ou aceitaria custo mais alto para reforçar o colchão de liquidez.

Para o agronegócio, juros futuros mais altos elevam a referência de custo financeiro da economia, com possível efeito sobre crédito, capital de giro, armazenagem, compra de insumos e investimento. O material disponível, porém, não detalha impactos segmentados por cadeia produtiva ou por linhas específicas de crédito rural.

No curto prazo, o comportamento da curva de juros deve seguir condicionado ao cenário externo, ao leilão do Tesouro e à leitura sobre os efeitos das tarifas dos Estados Unidos sobre a economia brasileira. Sem informações adicionais sobre medidas setoriais ou repasse ao crédito rural, não é possível dimensionar com precisão o impacto imediato sobre produtores e agroindústrias.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Compensação tributária para combustíveis e biocombustíveis entra na pauta da Câmara


Operação apura desvio de nafta e adulteração de combustíveis em quatro estados

A Câmara dos Deputados pode analisar, nesta quarta-feira (3), propostas ligadas a combustíveis, biocombustíveis, saúde, acessibilidade e violência digital contra mulheres. Entre os itens da pauta está o Projeto de Lei Complementar 114/26, que autoriza o uso de arrecadação extraordinária gerada pela alta internacional do petróleo para compensar a redução de tributos federais sobre combustíveis e biocombustíveis. A sessão de votação está marcada para as 10 horas, no Plenário Ulysses Guimarães, em Brasília.

Segundo a pauta divulgada pela Câmara, o texto sobre combustíveis e biocombustíveis é de autoria do deputado Paulo Pimenta (PT-RS). A proposta prevê que o aumento extraordinário da arrecadação, decorrente da valorização internacional do petróleo, possa ser usado para compensar a redução de alíquotas de tributos federais, como PIS/Cofins e Cide.

A relatora, deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO), apresentou parecer favorável na forma de substitutivo. De acordo com a descrição da pauta, a versão busca garantir a manutenção do regime fiscal favorecido aos biocombustíveis. O texto divulgado não informa percentuais de alíquota, estimativa de renúncia fiscal nem prazo de vigência da medida.

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Na mesma sessão, os deputados também podem votar o Projeto de Lei 5695/23, que tipifica o uso de inteligência artificial para manipular fotos, vídeos e áudios em casos de violência contra mulheres; o Projeto de Lei 5538/19, sobre assistência integral a pessoas com epilepsia no Sistema Único de Saúde (SUS); o Projeto de Lei 424/2015, sobre compra de hemoderivados produzidos pela Hemobrás; e o Projeto de Lei 2199/22, que atualiza o Símbolo Internacional de Acessibilidade.

Até a conclusão da sessão, não há definição sobre quais itens serão efetivamente votados nem sobre o texto final que poderá ser aprovado. No caso dos combustíveis e biocombustíveis, a tramitação deve seguir como ponto de atenção para agentes do setor energético e das cadeias agroindustriais ligadas à produção de matéria-prima para biocombustíveis.

Fonte: camara.leg.br

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CNA debate contratos de trabalho e benefícios sociais no meio rural


CNA debate contratos de trabalho e benefícios sociais no meio rural

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu, nesta terça-feira (2), uma live sobre benefícios sociais e contratos de trabalho no meio rural. O encontro reuniu especialistas para esclarecer dúvidas sobre modalidades de contratação de trabalhadores rurais, direitos trabalhistas e a relação entre programas de transferência de renda e o emprego formal. A iniciativa foi realizada em Brasília, com divulgação feita nesta quarta-feira (3).

A transmissão foi mediada pelas assessoras jurídicas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Carolina Melo e Jéssica Nascimento, e contou com a participação do auditor-fiscal do trabalho Jackson Sena Brandão.

Durante o debate, os participantes detalharam formas de contratação previstas na legislação trabalhista aplicável ao meio rural. Também explicaram os procedimentos necessários para a formalização do vínculo empregatício, tema relevante para produtores e empregadores que precisam adequar a gestão de mão de obra às exigências legais.

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Outro ponto abordado foi o cumprimento das normas de saúde e segurança no trabalho. Segundo a CNA, a discussão incluiu orientações sobre obrigações legais nas relações de trabalho rural, aspecto que interfere na rotina operacional das propriedades e na redução de passivos trabalhistas.

Jackson Sena Brandão também apresentou regras ligadas ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) e ao Bolsa Família, com foco nos mecanismos que permitem a transição de beneficiários para o mercado formal de trabalho. De acordo com as informações divulgadas pela entidade, a live tratou ainda dos efeitos econômicos e sociais dos programas de transferência de renda no país.

Os dados numéricos citados durante a transmissão não foram detalhados no material disponível. Por isso, não é possível precisar, neste momento, quais indicadores econômicos foram apresentados nem sua abrangência.

Para o setor agropecuário, o debate reforça a necessidade de atenção à contratação regular de trabalhadores, à documentação exigida e à observância das regras trabalhistas e previdenciárias no campo.

A discussão indica que a gestão de contratos de trabalho no meio rural segue como tema central para a conformidade jurídica das propriedades. Como a CNA não detalhou novas medidas ou mudanças regulatórias no material divulgado, não há base, por ora, para projetar alterações práticas além do reforço às regras já vigentes. A íntegra da transmissão está disponível no canal do Sistema CNA no YouTube.

Fonte: cnabrasil.org.br

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OCDE alerta para desaceleração global maior se conflito no Oriente Médio se prolongar


Entidades alertam para esvaziamento recorde de reservas de petróleo

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) afirmou, em relatório trimestral divulgado nesta quarta-feira (3), que a economia global deve desacelerar em 2026 com o avanço dos custos de energia. Segundo a entidade, o Produto Interno Bruto (PIB) mundial pode crescer 2,8% neste ano em um cenário de normalização do tráfego no Estreito de Ormuz, mas a taxa pode cair para 2,1% em 2026 e 1,8% em 2027 se o conflito no Oriente Médio se prolongar.

No cenário base apresentado pela OCDE, a produção de energia no Golfo Pérsico começaria a se recuperar ainda em junho e a navegação pelo Estreito de Ormuz voltaria ao normal. Ainda assim, haveria desaceleração em relação ao crescimento global de 3,4% registrado no ano passado.

A entidade informou que uma interrupção mais longa na produção de energia e no transporte marítimo elevaria os custos energéticos e pressionaria a inflação. Nesse caso, a inflação nas economias do G-20 subiria para 4,4% neste ano e para 4,7% em 2027. Como resposta, bancos centrais poderiam elevar as taxas básicas entre 0,5 e 0,75 ponto porcentual.

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Para o agronegócio, a OCDE destacou um ponto central: países mais pobres e dependentes de importações de energia também usam fertilizantes agrícolas ligados a produtos químicos fabricados no Golfo. Isso cria um canal direto de transmissão para o campo, com possível aumento de custos em insumos, frete e processamento industrial.

O economista-chefe da OCDE, Stefano Scarpetta, afirmou que esse cenário mais severo não é o mais provável, mas serve para medir o custo potencial de um conflito prolongado. Segundo ele, a duração da crise é um fator decisivo para as consequências econômicas e sociais.

A OCDE também manteve a projeção de crescimento de 2% para os Estados Unidos neste ano, estimou expansão de 0,8% para a zona do euro, 0,6% para o Japão e elevou a previsão da China para 4,5%.

O relatório indica que o principal vetor de risco está na permanência das restrições sobre energia e logística no Golfo. Para o setor agropecuário, a leitura técnica é de atenção sobre combustíveis, fertilizantes, crédito e demanda global. A OCDE não detalhou, no material citado, estimativas específicas para commodities agrícolas.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Banco Central aponta cautela adicional na concessão de crédito


Juros futuros recuam e curva perde inclinação nesta segunda-feira

O Comitê de Estabilidade Financeira do Banco Central (Comef/BC) informou nesta quarta-feira (3), em ata da 65ª reunião, que o ambiente de taxa básica de juros em nível contracionista e o endividamento elevado de famílias e empresas exigem cautela e diligência adicionais na concessão de crédito. Segundo o colegiado, a materialização de risco segue pressionada, com avanço entre empresas de diferentes portes e também no crédito às famílias.

Na avaliação do Banco Central (BC), as empresas continuam sentindo os efeitos do aperto monetário, embora a maior parte das corporações ainda apresente resiliência. A ata registra que a materialização de risco permaneceu elevada e em ascensão para todos os portes de empresas.

No segmento das famílias, o Comef afirmou que os níveis de ativos problemáticos e a probabilidade de default seguem indicando pressão sobre o risco de crédito. O colegiado acrescentou que o endividamento e o comprometimento de renda das famílias permanecem em patamar historicamente elevado e continuam avançando.

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O documento também destaca a mudança na composição da dívida. Segundo a ata, o aumento da participação de modalidades mais onerosas tende a pressionar ainda mais o comprometimento de renda. O comitê informou que continuará aprofundando o debate sobre esse tema.

Do ponto de vista econômico, a sinalização do BC reforça um cenário de crédito mais seletivo, com análise de risco mais rigorosa por parte das instituições financeiras. Para o setor produtivo, esse ambiente tende a manter atenção elevada sobre custo financeiro, capacidade de pagamento e perfil de endividamento. A ata não traz recorte setorial nem detalha efeitos específicos sobre o agronegócio, o crédito rural ou segmentos da agroindústria.

Ainda assim, juros elevados e maior cautela bancária são fatores acompanhados por produtores, cooperativas e empresas do campo, porque influenciam capital de giro, investimento, armazenagem, compra de insumos e gestão de fluxo de caixa, a depender da linha de financiamento e das condições oferecidas no mercado.

Sem apresentar medidas novas, a ata do Comef indica continuidade do monitoramento sobre inadimplência, endividamento e qualidade do crédito. Como o documento não detalha prazo para mudança de cenário, a referência técnica disponível é de manutenção da cautela nas concessões enquanto persistirem juros elevados e pressão sobre a capacidade de pagamento.

Fonte: Estadão Conteúdo

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