sexta-feira, julho 3, 2026

Autor: Redação

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Trump chama Lula de ‘presidente muito dinâmico’ após reunião


trump e lula - reunião na Casa Branca - 7 de maio
Foto: Ricardo Stuckert/PR

A tão aguardada reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump ocorreu nesta quinta-feira (7), na Casa Branca, nos Estados Unidos. O encontro, seguido de almoço, teve duração total de três horas e contou com a participação de ministros dos dois países.

Em postagem na Truth Social, a rede social desenvolvida pelo líder estadunidense, Trump chama Lula de “presidente muito dinâmico” e afirma que diversos temas foram discutidos, incluindo comércio e, especificamente, tarifas.

“A reunião foi muito produtiva. Nossos representantes têm reuniões agendadas para discutir alguns pontos-chave. Outras reuniões serão agendadas nos próximos meses, conforme necessário”, diz trecho da postagem.

Lula chegou à Casa Branca pouco depois do meio-dia (horário de Brasília). A reunião dos dois líderes foi previamente negociada pelas equipes dos dois países há meses, com a expectativa de tratar, também, de combate ao crime organizado, além de questões geopolíticas e de minerais críticos.

Em conversa posterior com a imprensa – que não aconteceu no Salão Oval, como estava previsto – o presidente brasileiro afirmou propôs a Trump a criação de um grupo de trabalho para combater o crime organizado.

“Eu disse para ele [Trump] que estamos dispostos a construir um grupo de trabalho com todos os países da América do Sul, da América Latina, quiçá com todo os países do mundo para a gente criar um grupo forte de combate ao crime organizado”, afirmou.

A fala de Lula remete ao acordo de cooperação mútua feito entre os dois países no mês passado com vistas a combater o tráfico internacional de armas e drogas.

A parceria prevê o compartilhamento de informações sobre apreensões feitas nas aduanas brasileira e estadunidense para viabilizar uma investigação célere de padrões, rotas e vínculos entre remetentes e destinatários de produtos ilícitos.

*Com informações da Agência Brasil

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AgroNewsPolítica & Agro

Embrapa reúne especialistas para debater desafios da fruticultura brasileira


Debate on-line discutirá impactos de crises globais, mudanças geopolíticas e desafios tecnológicos sobre cadeias produtivas

A Rede de Socioeconomia da Agricultura da Embrapa (RSA) realiza, na próxima quinta-feira, 14 de maio, das 9h45 às 12h, o debate on-line “Fruticultura brasileira: como crises globais impactam o que chega à sua mesa”, com transmissão ao vivo pelo canal da Embrapa no YouTube. O evento é gratuito e aberto ao público.

O encontro integra a série Debates em Socioeconomia, iniciativa voltada à análise de tendências, gargalos e perspectivas das principais cadeias produtivas do agro brasileiro. A proposta é discutir os impactos das mudanças econômicas, tecnológicas, geopolíticas e ambientais sobre a agricultura nacional.

Segundo o pesquisador Pedro Gama, da Embrapa Semi-Árido (Petrolina-PE) e integrante da RSA, “o debate pretende ampliar a compreensão sobre os principais desafios da fruticultura brasileira e contribuir para a busca de soluções”. Pedro vai moderar as discussões e afirma que o encontro também buscará identificar demandas prioritárias de pesquisa e os principais desafios tecnológicos e estruturais que limitam o desenvolvimento da fruticultura brasileira”, afirma. “Queremos discutir oportunidades para fortalecer a competitividade do setor diante das mudanças no cenário global,” diz. A proposta é contribuir para o fortalecimento das cadeias produtivas por meio da articulação entre pesquisa, inovação, políticas públicas e estratégias de mercado.

Entre os resultados esperados estão a identificação de gargalos estruturais, a definição de prioridades de pesquisa e o mapeamento de oportunidades para ampliar competitividade e sustentabilidade.

A fruticultura será o foco desta edição. O Brasil produz frutas em todas as regiões, mas Nordeste e Sudeste concentram as principais cadeias voltadas à exportação. Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte se destacam na produção de manga, melão, melancia e uva; São Paulo, em limões e limas; e o Espírito Santo, em mamão. Juntos, esses estados respondem por cerca de 77% da receita brasileira com exportação de frutas, que se aproximou de US$ 1,5 bilhão em 2025.

Além da importância econômica, a atividade tem forte impacto social, especialmente no Nordeste, por ser intensiva em mão de obra e importante geradora de emprego e renda. A região do Vale do Submédio São Francisco, por exemplo, tornou-se referência nacional e internacional em produção irrigada de frutas.

Ao mesmo tempo, o setor enfrenta um ambiente internacional mais instável. As cadeias de manga e uva vêm sendo afetadas por tarifas impostas pelos Estados Unidos, tensões geopolíticas, como a Guerra no Irã, e mudanças em acordos internacionais. O cenário reduz a competitividade brasileira, pressiona a rentabilidade de produtores e exportadores e aumenta a incerteza para novos investimentos. Também entram na discussão desafios relacionados a custos logísticos, mudanças climáticas, disponibilidade de mão de obra e adaptação tecnológica.





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Saldo da balança comercial brasileira sobe 43,5% em abril


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Foto: Freepik

A balança comercial brasileira registrou superávit acumulado de US$ 24,782 bilhões de janeiro a abril de 2026, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (7) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

O resultado foi formado por US$ 116,552 bilhões em exportações e US$ 91,770 bilhões em importações. Na comparação com o mesmo período de 2025, o saldo avançou 43,5%.

O desempenho do quadrimestre foi sustentado por uma expansão mais intensa das vendas externas do que das compras internacionais. No acumulado de 2026, as exportações cresceram 9,2% em relação ao mesmo intervalo do ano passado.

Desempenho de cada setor

Entre os setores exportadores, a agropecuária somou US$ 26,39 bilhões, com alta de 6,6%. A indústria extrativa alcançou US$ 29,33 bilhões, avanço de 22,2%. Já a indústria de transformação respondeu por US$ 60,18 bilhões, crescimento de 4,8%.

Pelo lado das importações, a elevação foi mais moderada, de 2,5% no período. As compras do setor agropecuário recuaram 21,4%, para US$ 1,80 bilhão. Na indústria extrativa, houve queda de 5,3%, para US$ 3,86 bilhões. A indústria de transformação, por sua vez, registrou aumento de 3,6%, totalizando US$ 85,49 bilhões.

Na prática, a diferença entre o ritmo de crescimento das exportações e das importações ampliou o saldo positivo da balança. Esse movimento reforça a entrada líquida de divisas no país e indica maior contribuição do comércio exterior para a atividade econômica no início de 2026.

Os dados também mostram que a pauta exportadora seguiu apoiada em diferentes segmentos, com destaque para a indústria extrativa e para o volume negociado pela indústria de transformação.

A Secex não detalhou, nesse recorte divulgado, os produtos e destinos que mais influenciaram o resultado do quadrimestre.

O comportamento da balança nos próximos meses dependerá da continuidade do crescimento das exportações e da trajetória das importações. Até abril, os números oficiais indicam um quadro de saldo comercial mais amplo do que o observado no mesmo período de 2025.

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Exportações de carne de peru crescem 34% no Paraná


Carne de Peru; Paraná
Foto: divulgação/Secretaria da Agricultura e do Abastecimento

O Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgado nesta quinta-feira (7), aponta que o setor de perus no Paraná encerrou o primeiro trimestre de 2026 com resultados expressivos, registrando um crescimento de 34,1% no volume exportado. É um resultado histórico para o primeiro trimestre.

Ao todo, foram enviadas ao exterior 3.879 toneladas da proteína, o que gerou uma receita cambial de US$ 18,432 milhões, um salto de 199,1% em faturamento na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Esse desempenho contribuiu para que a receita cambial nacional do segmento saltasse 124,6%, impulsionada pela valorização do preço médio da carne in natura, que atingiu US$ 3.994,94 por tonelada.

Comparativo

Em relação ao ano anterior, considerando o período em análise, os três estados do Sul tiveram crescimento na exportação de carne de peru (toneladas): Paraná (+34,1%), Santa Catarina (+15,7%) e Rio Grande do Sul (+4,7%). Os principais destinos das exportações brasileiras foram México, Chile, África do Sul, Peru e Guiné Equatorial.

A avicultura de corte paranaense também apresentou sinais de recuperação em abril, com o preço nominal médio do frango vivo atingindo R$ 4,62/kg, uma leve reação de 0,7% frente a março. No entanto, o setor permanece sob vigilância por causa da instabilidade geopolítica no Oriente Médio, que pressiona os custos logísticos e de insumos.

Paralelamente, a bovinocultura de corte passa por um momento de ajuste sazonal, com a arroba cotada a R$ 353,80 na B3, reflexo de uma maior oferta de animais e escalas de abate confortáveis.

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‘Hoje essa conta passa dos R$ 100 bilhões’, diz Lupion sobre dívida rural


Pedro Lupion fala sobre o Plano Safra na FPA
Foto: FPA/divulgação

O cenário para o sojicultor brasileiro ganha contornos mais preocupantes com o agravamento da crise financeira no campo.

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, alertou para um “impacto absurdo” em toda a cadeia produtiva, impulsionado pela alta dos custos de produção, dificuldades contratuais e entraves ao crédito rural.

Custos de produção pressionam

Segundo Lupion, o produtor já enfrenta dificuldades severas na compra de fertilizantes e defensivos, incluindo problemas contratuais envolvendo a China. Somado a isso, a alta dos combustíveis encarece o frete, as operações no campo e o uso de máquinas, elevando os custos desde o plantio até a colheita da soja.

“É mais um fator de endividamento do produtor. As planilhas de custo de produção estão cada dia mais díspares e inconsistentes, fazendo com que a dívida só cresça”, afirmou o deputado.

Renegociação preocupa produtores

Um dos principais pontos levantados pela FPA é o valor necessário para renegociar as dívidas do setor. O projeto, que inicialmente previa R$ 30 bilhões aprovados na Câmara, agora já é estimado em R$ 120 bilhões.

Lupion classificou a proposta atual do governo federal como “incipiente” e disse que ela não atende às necessidades do agro. As negociações seguem no Senado, com participação da senadora Tereza Cristina e diálogo com o relator Renan Calheiros.

Seguro rural e crédito travam planejamento

A situação também preocupa pela falta de recursos para a subvenção do seguro rural. Segundo o presidente da FPA, houve vetos do governo que impedem o não contingenciamento dos recursos.

A previsão para os anos de 2024 a 2026, segundo Lupion, é de “zero centavo” para a subvenção, cenário que torna o crédito mais caro e menos acessível ao produtor.

Outro ponto criticado foi o Prodes. Lupion afirmou que as anotações automáticas na matrícula do produtor acontecem antes mesmo da notificação de irregularidades, o que pode travar o acesso ao financiamento bancário de forma inesperada.

Menos investimento em máquinas

A falta de liquidez e o aumento do endividamento já refletem nos investimentos das fazendas. Dados da última Agrishow apontam queda de 22% nas intenções de pedidos de máquinas agrícolas.

Para a FPA, o produtor prioriza a manutenção da safra atual e adia investimentos em renovação de frota e tecnologia. O impacto, segundo a entidade, pode atingir diretamente a produtividade e a rentabilidade do setor nos próximos anos.

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Fiscalização encontra duas toneladas de alimentos e bebidas estragados


cena de apreensão em estabelecimento no RS
Foto: Divulgação/Ministério Público do Rio Grande do Sul

Agentes da Força-Tarefa do Programa Segurança dos Alimentos fiscalizaram nesta quarta-feira (6) quatro estabelecimentos no município de Tapera, noroeste do Rio Grande do Sul. Durante a ação, cerca de duas toneladas de produtos impróprios para o consumo foram apreendidas e inutilizadas.

Entre os itens recolhidos estavam carne, bebidas, queijo, embutidos, pizzas congeladas, biscoitos e pães.

Foto: Divulgação/Ministério Público do Rio Grande do Sul

Os agentes constataram como principais irregularidades a grande quantidade de itens com prazo de validade vencido, além de alimentos armazenados fora da temperatura adequada e mercadorias sem indicação de procedência.

Foto: Divulgação/Ministério Público do Rio Grande do Sul

Nesse caso, destacaram-se os produtos coloniais, como aipim, mel, banha, vinho, cachaça e amendoim, representando risco à saúde dos consumidores.

Após avaliação veterinária, parte da carne apreendida que ainda apresentava mínimas condições de consumo foi doada para zoológicos de Santa Maria e de Passo Fundo, ambos no território gaúcho.

*Sob supervisão de Victor Faverin

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Governo define limite de captura da lagosta para 2026 e reforça regras de controle


lagostas, pixabay
Foto: Divulgação/Ministério da Pesca

Os Ministérios da Pesca e Aquicultura (MPA) e Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) publicaram a Portaria Interministerial MPA/MMA 56, de 30 de abril de 2026 que estabelece o limite de captura para a pesca da lagosta vermelha (Panulirus argus) e da lagosta verde (Panulirus laevicauda).

As medidas de monitoramento e controle dessa pesca para o ano de 2026, além de alterar a Portaria nº 221/2021 da Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. 

Fica estabelecido o limite máximo de 6.192 toneladas para a pesca de ambas as espécies, em todo o território nacional no ano de 2026. Esse limite máximo engloba a soma de captura das duas espécies.

Ainda, o tamanho mínimo para captura da lagosta vermelha é: 13 cm de comprimento da cauda e 7,5 cm de comprimento do cefalotórax, e da lagosta verde: 11 cm de comprimento da cauda e 6,5 cm de comprimento do cefalotórax.

As lagostas somente poderão ser armazenadas a bordo, desembarcadas, transportadas e entregues às empresas pesqueiras se estiverem vivas.

Monitoramento

O monitoramento do limite máximo de captura das lagostas será realizado por meio da “Declaração de entrada de lagosta em Empresa Pesqueira”, conforme o Anexo I da portaria.

A empresa pesqueira que adquirir lagosta deverá informar o recebimento da produção, por meio da declaração, em até 3 dias úteis, a contar da data constante na nota de produtor, nota fiscal de primeira venda ou da nota de entrada na empresa.

A declaração de entrada de lagosta deverá ser preenchida e enviada por meio de formulário eletrônico disponível no portal eletrônico oficial do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

Importante

Durante a temporada de pesca de 2025 para a captura das lagostas, será disponibilizado, no portal eletrônico do Ministério da Pesca e Aquicultura em: Menu principal > Assuntos > Pesca > Principais Recursos Pesqueiros > Lagosta, o painel de acompanhamento das capturas.

A captura será encerrada quando for atingido 95% do limite, com divulgação no portal eletrônico e redes sociais do MPA.

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Dois anos após enchente, produtores do Rio Grande do Sul se reerguem


Dois anos após a enchente histórica que atingiu o Rio Grande do Sul, muitos produtores rurais da região enfrentam desafios significativos para recuperar suas fontes de renda. A devastação causada pela enchente exigiu investimentos e adaptações, com alguns agricultores mudando de atividade ou até de propriedade.

Desafios enfrentados

Os produtores que permaneceram na região tiveram que lidar com a recuperação do solo e a reestruturação de suas atividades. Entre os principais desafios, destacam-se:

  • Preparação do solo afetado pelo lodo
  • Troca de rebanhos devido à fraqueza dos animais
  • Investimentos altos para retomar a produção

Histórias de superação

A família Fran, em Arroio do Meio, conseguiu retomar a produção de silagem, enquanto a família Sheren, que produzia leite há mais de cinco décadas, abandonou a atividade devido aos altos custos e ao medo de novas enchentes. A região de Arroio do Ouro, em Estrela, viu cerca de 70% dos moradores deixarem suas casas, resultando em muitas propriedades abandonadas.

Iniciativas de recuperação

Para ajudar na recuperação, iniciativas como a instalação de unidades de referência tecnológica têm sido implementadas. Essas unidades visam:

  • Restaurar áreas afetadas
  • Promover o plantio de árvores nativas e frutíferas
  • Desenvolver tecnologias para prevenir futuros desastres

A Embrapa e outras instituições de pesquisa estão trabalhando para fornecer conhecimento e tecnologia aos agricultores, visando melhorar a resiliência da produção agrícola na região.

Expectativas futuras

Apesar dos desafios, há esperança entre os produtores. A necessidade de investimento é clara, e muitos acreditam que a próxima safra será ainda mais difícil devido ao aumento dos custos de insumos. No entanto, a expectativa é de que os preços do leite melhorem, permitindo um planejamento mais eficaz para o futuro.

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El Niño pode causar chuvas intensas e enchentes no sul do Brasil


O fenômeno climático El Niño, previsto para este ano, gera preocupações sobre a possibilidade de chuvas intensas e enchentes no sul do Brasil. Especialistas alertam para a necessidade de medidas preventivas para mitigar os impactos desse fenômeno.

Previsões e riscos

De acordo com meteorologistas, a formação do El Niño pode resultar em eventos climáticos extremos, especialmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. É fundamental que os governos estaduais e federais se preparem para possíveis desastres naturais.

Medidas preventivas

  • Emissão de decretos de emergência climática, como o feito pelo governo de Santa Catarina.
  • Preparação de defesas civis para respostas rápidas a enchentes.
  • Investimentos em infraestrutura para recuperação de áreas afetadas.

Expectativas de chuvas

As previsões indicam que as chuvas podem ser intensas, com volumes de até 300 mm em algumas regiões, especialmente no Paraná. A expectativa é de que as chuvas ajudem a aliviar a seca, mas também trazem riscos de alagamentos.

Importância da informação

Os meteorologistas ressaltam a importância de informações precisas e a necessidade de evitar alarmismos. A previsão de enchentes pode ser feita com antecedência, mas a localização exata dos impactos ainda é incerta.

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Barista brasileira conquista título nacional e representará o Brasil no mundial de café filtrado


Uma barista brasileira conquistou o título nacional de preparo de café filtrado e agora representará o país no campeonato mundial da categoria. A vitória ressalta a qualidade dos cafés especiais produzidos no Brasil e o protagonismo do país no cenário global.

Competição em São Paulo

A competição foi realizada no mercado municipal de São Paulo e reuniu os melhores profissionais do país. A campeã se destacou pela técnica e pela escolha de um café brasileiro, evidenciando a diversidade e a qualidade da produção nacional.

Café de Vargem Alta

A barista utilizou um café de Vargem Alta, nas montanhas do Espírito Santo, produzido pelo agricultor Rodrigo Mazoco. O café é descrito como:

  • Complexo
  • Floral
  • Frutado
  • Delicado
  • Doce

Valorização do café brasileiro

Além da valorização do produto, o resultado destaca o avanço técnico dos profissionais do café no Brasil e o fortalecimento da cadeia de cafés especiais, cada vez mais conectada ao mercado internacional. A barista enfatizou a importância de mostrar que o café brasileiro pode ser muito mais do que sabores tradicionais como chocolate e caramelo.

Expectativas para o mundial

A expectativa agora é para o campeonato mundial na Bélgica, onde a barista levará não só a técnica, mas também a representatividade do café brasileiro e o protagonismo feminino no setor. Ela expressou gratidão por representar o café brasileiro e a importância das mulheres na produção de café.

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