quinta-feira, julho 2, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Veja a lista de estados que terão queda brusca na temperatura


As temperaturas no Rio Grande do Sul registraram queda de até 14°C entre quinta-feira (7) e sexta-feira (8), com o avanço de uma massa de ar polar sobre o centro-sul do Brasil. Segundo informações do Meteored, o frio deve ganhar força ao longo do fim de semana e atingir também áreas do Sudeste, Centro-Oeste e Norte do país.

A frente fria começou a avançar sobre o Brasil na quinta-feira e provocou temporais e ventos fortes no Rio Grande do Sul. As regiões de fronteira com o Uruguai e a área central do estado foram as mais afetadas, com registros de destelhamentos, queda de árvores, bloqueios em estradas e danos em estruturas. Entre os casos registrados está a queda de uma turbina de um parque eólico devido à força do vento.

Enquanto a frente fria avança sobre estados do Centro-Oeste e Sudeste, a massa de ar polar que atua na retaguarda do sistema derrubou as temperaturas principalmente na metade oeste do Rio Grande do Sul nesta sexta-feira.

De acordo com a previsão, o frio deve se intensificar nos próximos dias, com possibilidade de temperaturas negativas na Região Sul. O sistema também poderá provocar precipitação invernal, incluindo neve e chuva congelada em áreas serranas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Além disso, a massa de ar frio deve alcançar o sul da Região Norte, provocando o fenômeno conhecido como friagem.

A previsão semanal do modelo ECMWF, utilizada pelo Meteored, indica que entre os dias 11 e 18 de maio as temperaturas ficarão abaixo da média em grande parte do país. As maiores anomalias estão previstas para Rio Grande do Sul, Santa Catarina e a metade oeste de Mato Grosso do Sul, onde os termômetros podem registrar valores até 3°C inferiores à média histórica para o período.

No sábado (9), o amanhecer deve ter temperaturas próximas de 0°C entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Nas regiões serranas, as mínimas podem variar entre 1°C e 8°C nas demais áreas. A previsão aponta ainda possibilidade de geada entre a metade norte gaúcha e Santa Catarina. Já na metade sul do Rio Grande do Sul, os ventos mais intensos devem reduzir a formação de geada, mas aumentar a sensação de frio.

Entre Paraná e Mato Grosso do Sul, as mínimas previstas variam entre 10°C e 15°C, com máximas também baixas para o período. Em Mato Grosso do Sul, cidades como Dourados e Campo Grande podem registrar apenas 7°C na segunda-feira (11).

No domingo (10), Dia das Mães, o frio deve aumentar nas áreas serranas do Sul do país. O Meteored prevê mínimas de até -1°C, mas os valores podem chegar a -3°C em alguns pontos. “Entre a madrugada e o amanhecer, há uma pequena chance de neve ou chuva congelada sobre essas áreas”, informa a previsão.

A tarde de domingo também será marcada por temperaturas baixas. Em Mato Grosso do Sul, máximas em torno de 14°C representam uma diferença de cerca de 14°C abaixo da média histórica para esta época do ano.

Na segunda-feira (11), o frio segue avançando. Nas serras gaúcha e catarinense, as mínimas podem atingir até -5°C em alguns municípios. Temperaturas próximas de 0°C também são esperadas entre a metade norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

O sistema ainda deve provocar queda nas temperaturas no interior de São Paulo, onde cidades poderão registrar menos de 10°C. Na capital paulista, o frio deve ser mais intenso a partir de terça-feira (12), quando a mínima prevista é de 12°C.

Segundo o Meteored, o frio intenso durante as noites e madrugadas deve persistir no centro-sul do país pelo menos até quarta-feira (13), embora as temperaturas máximas apresentem leve elevação a partir de segunda-feira.





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Relatório da Cobea aponta avanços no bem-estar animal nas granjas brasileiras


O último relatório da Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (Cobea) revela avanços significativos nas práticas de produção nas granjas brasileiras, destacando que métodos mais adequados podem aumentar a produtividade e reduzir perdas nas cadeias de aves e suínos.

Objetivos do relatório

Idealizado pela Cobea, o relatório visa auxiliar na definição de prioridades e na criação de projetos com sugestões técnicas para o avanço do setor. O estudo analisa os principais setores da produção animal no país e destaca o papel de cada elo da cadeia para ampliar práticas mais sustentáveis e responsáveis.

Avanços e desafios

O relatório aponta que, embora tenha havido uma evolução positiva em termos de bem-estar animal, ainda existem desafios, como a necessidade de um padrão mínimo aplicável a todas as granjas, considerando a grande variação do país. Entre as práticas adotadas, destacam-se:

  • Aprimoramento do manejo
  • Redução do estresse dos animais
  • Ambientes mais adaptados
  • Sistemas de criação que priorizam saúde e conforto

Recomendações para o futuro

O documento também apresenta recomendações estratégicas alinhadas à visão da Organização Mundial de Saúde Animal, incluindo:

  • Aderir a sistemas livres de gaiolas na avicultura de postura
  • Eliminar a prática de muda forçada
  • Buscar alternativas ao descarte de pintinhos machos
  • Avançar em programas genéticos na avicultura de corte
  • Incentivar a transição estrutural nas granjas de suínos

Essas diretrizes visam não apenas melhorar o bem-estar animal, mas também garantir a sustentabilidade e a lucratividade do setor.

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Coreia do Sul abre mercado para ovos e produtos derivados do Brasil


Exportações de ovos crescem 39,7% em setembro e acumulam mais de 34 mil toneladas no ano, diz ABPA. Foto: Pixabay.
Foto: Pixabay

O Brasil poderá exportar ovos e produtos derivados para a Coreia do Sul, informaram o Ministério da Agricultura e o Ministério das Relações Exteriores em nota conjunta.

Em 2025, o Brasil exportou US$ 2,4 bilhões em produtos agropecuários para o país asiático, de mais de 50 milhões de habitantes, com destaque para farelo de soja, carne de aves, café, soja em grão, milho, fumo, algodão e couro.

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“A abertura amplia oportunidades para a avicultura brasileira, ao permitir o acesso de bens que serão utilizados tanto no consumo direto quanto na indústria de alimentos”, disseram as pastas em nota.

No ano, o país acumula 77 aberturas de mercado para o agronegócio nacional.

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Campo Futuro levanta custos de produção em seis cadeias produtivas essa semana


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu, essa semana, 10 painéis do Projeto Campo Futuro nas cadeias da avicultura, silvicultura, café, suínos, hortaliças e pecuária de leite.

Aves e suínos – Os painéis de aves e suínos analisaram propriedades modais no município de Rio Verde e Palmeiras de Goiás (GO). Na produção de ovos férteis, o projeto analisou uma propriedade na região que possui três galpões de pressão negativa, com alojamento de 36.864 aves por ano e produção de aproximadamente 6,92 milhões de ovos incubáveis por ano.

O custo operacional efetivo (COE) ficou em R$ 0,17 por ovo. A mão de obra foi o item de maior peso no COE, representando 38,6%. Na sequência, apareceu a manutenção, com 22,1% do COE.

Outro painel levantou os custos de frango de corte no sistema de integração vertical, considerando uma granja modal com quatro galpões de pressão negativa. Segundo observou a análise, por ano, são alojadas 88.656 aves em 6,1 lotes. O peso de abate é de 2,8kg por ave. O custo operacional efetivo foi estimado em R$ 1,01 por ave e a energia elétrica foi o item de maior peso no COE, representando 33%.

Em Palmeiras de Goiás, o projeto analisou uma propriedade modal com quatro galpões do tipo dark house. Anualmente, a propriedade aloja 112.291 aves em 5,93 lotes por ano. O peso final é de 3,1kg aos 45 dias. O custo operacional efetivo (COE) foi estimado em R$ 1,22 por ave. A manutenção foi o item de maior peso no COE, com 26,8%. A energia apareceu na sequência, com 25% do COE.

Na cadeia da suinocultura, o Campo Futuro analisou os sistemas de produção de leitões em uma granja com quatro galpões e 1.170 matrizes. Anualmente, são produzidos 36.673 leitões desmamados, com peso médio de 21,5kg. O COE da atividade foi estimado em R$ 191,18 por leitão. A alimentação representou 51% desse custo, seguida pela sanidade (21,5%) e mão de obra (14,9%).

Com relação às unidades de terminação de suínos, as granjas modais possuem 4 galpões onde são terminados 9.250 suínos por ano, em 2,61 lotes por ano. O peso médio de saída é de 137,3kg por suíno. O COE foi estimado em R$39,95 por suíno terminado. A manutenção representou 44,3% do COE. Na sequência, apareceram a mão de obra (28,9%) e energia elétrica 10%).

Hortaliças – Na Bahia, o levantamento de custos avaliou a produção de cenoura em Irecê, com base em um sistema modal com área de 1,5 hectare cultivada. O painel apontou que os plantios se concentram a partir de novembro, com colheitas até abril, buscando reduzir perdas climáticas. A atividade é conduzida com mão de obra familiar, em sistema irrigado e semimecanizado, com forte terceirização de serviços mecanizados.

A produtividade média na região é de dois mil sacas de 29 kg por hectare, com venda realizada na roça e colheita, lavagem e classificação feitas pelos compradores, o que reduz a remuneração do produtor, observou a análise técnica. Segundo os dados, apesar do volume colhido, apenas cerca de 50% são efetivamente pagos; do restante, 30% são vendidos como cenoura AAA (alto padrão) pelo valor cheio e 20% por cerca de um terço desse preço.

“Aos preços atuais (R$ 110/saca) a atividade teria margem positiva, porém, a maior parte da produção foi vendida a cerca de R$ 50/saca, resultando em margem bruta positiva, mas margem líquida negativa, sem geração de caixa para depreciação e remuneração do produtor”, destaca Letícia Fonseca, assessora técnica da CNA.

Café – Também na Bahia, o Campo Futuro promoveu painel na produção de café arábica em Barra da Estiva. Esse foi o primeiro levantamento de custos da cultura no município, que avaliou uma propriedade modal de três hectares de área produtiva, em sistema manual e sequeiro e com produtividade média no biênio de 20 sacas/ha.

De acordo com o estudo, a composição do custo operacional efetivo (COE), os desembolsos para a colheita, principalmente com a mão de obra contratada para a operação, foi o item de maior peso com uma parcela de 47,5%, seguido pelos desembolsos para a condução da lavoura (35,1%).

“Considerando a receita recebida, as margens da atividade na região estão bastante apertadas, principalmente devido à baixa produtividade e a falta de realização de tratos de pós-colheita visando a qualidade do café, o que poderia proporcionar melhores remunerações aos produtores”, afirmou Carlos Eduardo Oliveira, assessor técnico.

Leite – Na pecuária de leite, a CNA levantou os custos de produção em Tangará da Serra (MT), em propriedades modais de 30 hectares e 100 litros produzidos diariamente. O sistema delineado permitiu cobrir apenas os desembolsos da atividade, ficando aquém da depreciação, prolabore e remuneração do capital imobilizado na atividade, denotando sua viabilidade apenas no curto prazo. Entretanto, a atividade se mostrou competitiva ante outras opções de uso da terra, haja visto que a produção de leite superou o valor pago pelo arrendamento na região em 38%.

Pinus – O painel de pinus em Guarapuava (PR) fechou o levamento de custos da semana. A propriedade modal analisada foi de 50 hectares, com incremento médio anual (IMA) de 30 m3/ha/ano. O corte raso é realizado no 15º ano, com 1 desbaste no nono ano do ciclo. A análise apontou que a praça apresentou resultados positivos, demonstrando a atratividade e sustentabilidade da atividade no curto e longo prazo.





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Cambará (PR) registra inverno quente e chuvoso com previsão de geadas


O município de Cambará, localizado no norte pioneiro do Paraná, enfrenta um inverno caracterizado por temperaturas elevadas e chuvas acima da média. A previsão do tempo para a região indica que a umidade será suficiente para os cultivos, com máximas que podem chegar a 34ºC nos próximos meses.

Previsão de chuvas e temperaturas

De acordo com as informações meteorológicas, a anomalia de chuva para os meses de maio e junho mostra um padrão de precipitação acima do normal, o que deve se manter nos próximos meses. A previsão é de que a chuva continue a ser uma constante no estado do Paraná, com volumes que podem alcançar 200 mm em 30 dias.

  • Chuvas acima da média para todo o estado do Paraná.
  • Temperaturas máximas em torno de 33ºC a 34ºC.
  • Risco de geadas no norte do Paraná em agosto.

Impactos para a agricultura

A umidade disponível será benéfica para os produtores rurais, especialmente para aqueles que dependem de culturas de inverno. No entanto, a expectativa de geadas em agosto pode representar um risco para algumas plantações, exigindo atenção redobrada dos agricultores.

Condições climáticas em Minas Gerais

Além disso, a previsão do tempo também menciona uma onda de frio que pode atingir o sul de Minas Gerais, com temperaturas variando entre 10ºC e 12ºC, mas sem risco de geadas na região, onde a colheita de café está em andamento.

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Dólar atinge menor valor em quase 30 meses e impacto no mercado


O dólar atingiu o menor valor em quase 30 meses, refletindo mudanças significativas no mercado financeiro. A projeção da inflação para 2026 foi elevada pela oitava semana consecutiva, indicando um cenário econômico desafiador.

Programa Desenrola 2.0

O governo lançou o programa Desenrola 2.0, que visa facilitar o pagamento de dívidas com instituições financeiras, buscando aliviar a pressão sobre os consumidores.

Crescimento nas exportações

O acordo entre Mercosul e União Europeia pode elevar as exportações do Brasil em até 7 bilhões de dólares, conforme levantamento da Apex Brasil.

Intenção de negócios na Agrichow

A Agrichow registrou mais de 11 bilhões de reais em intenção de negócios, embora isso represente uma queda de 22% em relação ao ano anterior.

Expectativas para o plano safra

O ministro da Agricultura anunciou que o plano safra deve ser divulgado em junho, com expectativa de que os valores superem os do ano passado.

Reunião entre Lula e Trump

Em uma reunião de quase três horas na Casa Branca, o presidente Lula e o ex-presidente Donald Trump discutiram tarifas, crime organizado e terras raras.

Setor de flores e plantas ornamentais

O setor de flores e plantas ornamentais projeta um crescimento de 10% nas vendas em comemoração ao Dia das Mães.

Exportações de carne de frango

As exportações de carne de frango mantêm um ritmo positivo, com crescimento de 2,2% em abril.

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Você pagaria R$ 10 mil em 100g de café? Microlote de alta pontuação é leiloado no Brasil


Café, xícara de café, café solúvel
Foto: Freepik

Um microlote de 100 gramas de café arábica da variedade geisha foi comprado por R$ 10 mil, de forma conjunta pela exportadora Coffee Senses e pela corretora Tribo da Cafeína, em leilão de 24 horas realizado nas redes sociais e concluído nesta sexta-feira (8).

O produto foi selecionado manualmente, fermentado por sete dias a frio e processado pelo produtor Luiz Paulo Dias Pereira Filho, na Fazenda Rarus, em Carmo de Minas, sudoeste de Minas Gerais.

O café arrematado tem avaliação sensorial de 92 pontos, considerando a escala de zero a 100 de avaliação sensorial da Specialty Coffee Association (SCA).

A quantidade comprada permite o preparo de aproximadamente 1,4 litro da bebida, gerando até sete xícaras de 200 ml, ou seja, os R$ 10 mil pagos pelo produto equivalem a mais de R$ 1.400 por cada xícara.

“Certamente esse é um preço recorde pago por uma xícara de café no Brasil, quiçá globalmente, e ele alça o patamar dos cafés de luxo brasileiros a níveis similares de valores pagos pelos melhores vinhos do mundo”, celebra o cafeicultor.

A diretora comercial da Coffee Senses, Ana Flávia Fernandes, que adquiriu 50% do produto, considera que o trabalho de Luiz Paulo é exemplar por sempre estar em busca da ‘xícara perfeita’. “A dedicação, o trabalho e a vontade dele deveriam ser fonte de inspiração para todos nós.”

Já o sócio e cofundador da Tribo da Cafeína, Fábio Ruellas, que arrematou a outra metade do lote raro ressalta que o grão produzido pelo cafeicultor traz algo além do comum. “São raros, de altíssima pontuação, com identidade, complexidade e personalidade […].”

Vocação na produção de cafés especiais

Eleito a primeira lenda mundial do café especial do Brasil, com reconhecimento da Associação
Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e da Alliance for Coffee Excellence (ACE), Luiz Paulo se considera um incansável desbravador e garimpador de cafés, classificados por ele como “verdadeiros diamantes”.

“Mantenho minha ideia de ser um ‘coffee maker’, assim como existem os winemakers para o vinho. Para comprovar o potencial do Brasil na produção de cafés especialíssimos, pretendo cultivar, colher e processar micro e nanolotes de cafés cada vez mais raros, através do Projeto Rarus, para esse público de consumidores que se mostra crescente e também cada vez mais interessado por produtos com essas excelência, elegância e qualidade”, detalha.

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Instituto Mineiro de Agropecuária inicia atualização anual de rebanho


Começou em Minas Gerais a atualização anual de rebanho junto ao Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). O cadastro é fundamental para reforçar o trabalho de vigilância em saúde no campo.

Importância da atualização

Durante a campanha, os produtores rurais devem informar os dados de todos os animais das propriedades, independentemente do tamanho das criações. O descumprimento do prazo impede a emissão da guia de trânsito animal, documento indispensável para a comercialização e a movimentação dos animais.

Dados essenciais para vigilância

Segundo o governo de Minas, essa informação é essencial para orientar as estratégias de vigilância sanitária, permitindo ao IMA acompanhar a distribuição dos rebanhos e atuar de forma mais precisa na prevenção e no controle de doenças.

Dados do rebanho em Minas Gerais

  • Cerca de 166 milhões de aves de ovos férteis
  • 24 milhões de bovinos
  • 4 milhões de suínos
  • 31.000 caprinos

Reconhecimento internacional

Em 2023, Minas Gerais conquistou o reconhecimento da Organização Mundial da Saúde Animal como área livre da febre aftosa sem vacinação, representando maior segurança para os consumidores e fortalecendo a agropecuária e a economia do estado.

De Uberaba, Minas Gerais. Bruno Dourado.

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Preços mundiais dos alimentos atingem maior nível em três anos


Os preços mundiais dos alimentos subiram em abril, alcançando o maior valor em mais de três anos, conforme informou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). O aumento foi impulsionado principalmente pelo fechamento do estreito de Ormus, afetando os óleos vegetais.

Dados sobre os preços

O índice de preços da FAO subiu pelo terceiro mês consecutivo, atingindo uma média de 130,7 pontos, o que representa um aumento de 1,6% em relação ao nível revisado de março e o mais alto desde fevereiro de 2023.

Desempenho da soja e biodiesel

O PIB da cadeia de soja e do biodiesel cresceu 11% em 2025, com destaque para:

  • Crescimento de 23,4% na produção de soja.
  • Desempenho do biodiesel superior em 8,5% em relação a 2024.

Esse avanço foi impulsionado pela recuperação da safra de soja após perdas em 2024, além da expansão da área plantada e maior demanda por insumos.

Exportação de café

A exportação total de café pelo Brasil em abril alcançou mais de 3 milhões de sacas de 60 kg, representando um pequeno aumento de 0,32% em comparação ao mesmo mês de 2025. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (CESEX) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

No acumulado dos primeiros quatro meses de 2026, a exportação de café totalizou cerca de 10,6 milhões de sacas, uma queda de 24% em relação ao mesmo período de 2025.

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Exportações de carnes de frango e suíno crescem em abril, diz ABPA


As exportações brasileiras de carnes de frango e suíno registraram um aumento significativo em abril, conforme dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O crescimento foi impulsionado pela demanda internacional, especialmente da China, que se manteve como o principal destino das exportações.

Crescimento nas exportações de frango

  • Em abril, os embarques de frango cresceram 2,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
  • A China liderou as importações, com mais de 52.000 toneladas, um aumento de 0,6% em relação a 2022.
  • O Japão e a Arábia Saudita também se destacaram, com crescimentos de 13,1% e 23,1%, respectivamente.
  • O México apresentou o maior crescimento entre os principais mercados, com um aumento de 50,2% nas importações.

Resultados da suinocultura

  • No mesmo mês, as exportações de carne suína totalizaram 140.000 toneladas, um crescimento de 8,3% em relação ao ano anterior.
  • A receita gerada foi de 328 milhões de dólares, representando um aumento de 8,8%.
  • O quadrimestre acumulado mostrou um desempenho ainda mais positivo, com 532.000 toneladas exportadas e crescimento de 14,2%.
  • As Filipinas, Japão, Hong Kong, Chile e Argentina foram os principais destinos das exportações de carne suína.

O mês de abril trouxe boas notícias para o setor de aves e suínos do Brasil, com um total de 486.000 toneladas de carne de frango exportadas, resultando em uma receita cambial de 940 milhões de dólares. No acumulado do quadrimestre, as exportações de carne de frango somaram 1.943.000 toneladas, com um crescimento de 4,3% e receita de 3,7 bilhões de dólares, um aumento de 6,1%.

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