sábado, julho 25, 2026

Autor: Redação

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Congresso Nacional retoma atividades em agosto com pauta concentrada


O Congresso Nacional retornará oficialmente aos trabalhos no dia 1º de agosto, após o recesso parlamentar. O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, anunciou um acordo com o presidente da Câmara, Hugo Mota, para a realização de duas semanas de esforços concentrados.

Calendário de votações

O calendário de votações já foi definido e as sessões ocorrerão entre os dias 10 e 14 de agosto e de 31 de agosto a 3 de setembro. Durante essa semana e a próxima, não haverá atividade legislativa em plenário ou nas comissões.

Objetivo das votações

O objetivo é concentrar as votações antes do período eleitoral, uma vez que a presença de parlamentares em Brasília deve diminuir devido às campanhas eleitorais. O primeiro turno das eleições está marcado para o dia 4 de outubro, com um eventual segundo turno no dia 25 do mesmo mês.

Pautas em discussão

  • Projeto de lei complementar 114 de 2026: estabelece regras para a redução de tributos sobre combustíveis.
  • PL 2951 de 2024: trata da modernização da política de seguro rural, com votação prevista para a primeira semana de agosto.
  • PEC 221 de 2019: propõe a redução da jornada semanal de trabalho e a extinção gradual da escala 61, que ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça.

Davi Alcolumbre destacou que a definição da pauta dependerá de acordos entre os presidentes das duas casas e os líderes partidários, visando uma tramitação mais ágil entre Câmara e Senado.

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MP 1376 pode prejudicar produtores que mantiveram contas em dia


A Medida Provisória 1376, que estabelece novas regras para a renegociação de dívidas do setor rural, tem gerado dúvidas e preocupações entre os produtores. Embora a proposta amplie o acesso à renegociação em alguns casos, especialistas alertam que os critérios estabelecidos podem deixar de fora justamente aqueles que se esforçaram para manter seus compromissos em dia.

Critérios de inadimplência

De acordo com a nova regra, as Cédulas de Produto Rural (CPR) precisam estar inadimplentes entre 1º de janeiro de 2024 e 31 de maio de 2026 e, ao mesmo tempo, devem ser emitidas para quitar outra CPR em andamento. O economista Antônio da Luz, colunista do Rural Notícias, explica que essa medida não tem adesão automática e apresenta exigências que podem criar distorções.

Impactos no setor rural

O economista destaca que a MP pode beneficiar produtores inadimplentes enquanto exclui aqueles que permaneceram adimplentes. Ele aponta que:

  • O financiamento por CPR já representa 43% do financiamento do agro.
  • Até maio do ano passado, foram emitidos R$ 185 bilhões em CPR para tomada de crédito.
  • O Rio Grande do Sul é o estado com a maior carteira estressada, apresentando o maior nível de inadimplência.

Consequências para os produtores

Antônio da Luz ressalta que o produtor rural que tem a maior dívida é, paradoxalmente, o menos inadimplente, pois fez sacrifícios para se manter em dia. A medida pode incentivar comportamentos negativos, sugerindo que os produtores não precisam se esforçar para manter a adimplência. Ele conclui que o governo deve corrigir essa falha em uma nova MP, para evitar que milhares de produtores que se esforçaram para permanecer adimplentes sejam prejudicados.

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Fruticultura brasileira registra recorde de exportações em 2026


A fruticultura brasileira alcançou um novo marco no comércio internacional no primeiro semestre de 2026, com um crescimento significativo nas exportações, mesmo em um cenário comercial global desafiador.

Desempenho das exportações

Entre janeiro e junho de 2026, as exportações brasileiras de frutas somaram mais de 707 milhões de dólares e cerca de 619.000 toneladas, representando um crescimento de mais de 20% em valor e quase 14% em volume em comparação ao mesmo período de 2025.

Principais produtos exportados

  • Manga: crescimento de quase 43% em valor e 38% em volume.
  • Maçã: crescimento superior a 200% em volume e valor, destacando-se como o principal produto do semestre.
  • Abacate e melancia também contribuíram para o desempenho positivo.
  • Uvas e melões enfrentaram desafios pontuais, mas não comprometeram o resultado geral.

Expectativas para o futuro

O setor espera continuar a diversificação dos destinos das exportações como estratégia para reduzir riscos e consolidar um novo recorde anual, superando os 1,5 bilhões de dólares exportados em 2025.

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Sicoob confirma R$ 70 bilhões em crédito rural para a Safra 2026/2027


Plano Safra 2026/2027 destina R$ 525,1 bilhões à agricultura empresarial

O Sicoob confirmou a destinação de R$ 70 bilhões em crédito rural para a Safra 2026/2027 durante o 17º Workshop Produtor Rural, realizado nos dias 14 e 15 de julho, em Brasília. O encontro reuniu dirigentes de cooperativas, especialistas e representantes do governo federal para debater o Plano Safra, o seguro rural, a segurança jurídica e a sustentabilidade do financiamento ao agronegócio.

Durante o evento, a instituição também apresentou os resultados da safra 2025/2026, quando liberou R$ 59,5 bilhões em financiamentos ao produtor rural, maior volume já registrado pelo sistema. A carteira agro do Sicoob alcançou R$ 95 bilhões.

Segundo o presidente do Conselho de Administração do Centro Cooperativo Sicoob (CCS), Miguel Ferreira, o encontro teve como foco valorizar o produtor rural, reconhecer os resultados alcançados e reforçar o compromisso da instituição com o desenvolvimento do agronegócio. Atualmente, o Sicoob reúne mais de 10 milhões de cooperados, dos quais mais de 600 mil são produtores rurais.

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A programação incluiu um painel sobre o Plano Safra 2026/2027 com representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Ministério da Fazenda, Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e Banco Central. O debate destacou a atuação conjunta entre governo, instituições financeiras e cooperativas para manter as políticas públicas de financiamento e ampliar o acesso dos produtores ao crédito.

O diretor de Desenvolvimento Comercial e de Negócios do Sicoob, Marcelo Carneiro, afirmou que a carteira agro da instituição cresceu cerca de 70 vezes em 17 anos. Segundo ele, a expansão acompanha a evolução dos cooperados e a estratégia de ampliar a presença do sistema em toda a cadeia do agronegócio.

O workshop também tratou da evolução do mercado de seguro rural, dos desafios regulatórios e da segurança jurídica. Para o Sicoob, esses pontos estão entre as bases para ampliar a carteira agro e cumprir a meta anunciada para a próxima safra.

Outro tema da programação foi a parceria entre o Sicoob e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que completa 27 anos. Na última safra, o sistema liberou R$ 4,7 bilhões em operações do BNDES Rural, alta de 33% sobre o ciclo anterior. Foram cerca de 33 mil operações e mais de R$ 10 bilhões em aprovações.

O encontro em Brasília consolidou o crédito rural, o seguro, a sustentabilidade e a articulação entre cooperativas e poder público como temas centrais para a Safra 2026/2027, com o Sicoob projetando novo avanço no financiamento ao produtor rural.

Fonte: sicoob.com.br

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Manejo no inverno é essencial para a produtividade na suinocultura


A chegada do inverno traz desafios significativos para a suinocultura, especialmente em regiões onde as temperaturas caem drasticamente. Especialistas afirmam que, com um manejo adequado e boas instalações, é possível manter a produtividade das granjas durante toda a estação fria.

Impactos do frio nos suínos

Os animais mais jovens, especialmente os leitões, são os que mais sofrem com as baixas temperaturas. Nos primeiros dias de vida, eles necessitam de um ambiente aquecido para manter a temperatura corporal e conseguir se alimentar adequadamente. A falta de calor pode aumentar os riscos de doenças e perdas na produção.

  • Temperatura ideal para leitões: 32 a 34ºC.
  • Temperaturas críticas podem comprometer a saúde e a produção.

Estratégias de manejo

O manejo adequado inclui a separação dos animais por idade e a manutenção de ambientes específicos, o que ajuda a garantir conforto e reduz o risco de transmissões de doenças. Cada fase de crescimento dos suínos exige uma temperatura diferente, sendo essencial que os produtores estejam preparados com instalações e equipamentos adequados.

  • Ambientes separados por idade ajudam a controlar a temperatura.
  • Salas de maternidade e creche devem ter temperaturas ajustadas conforme a idade dos animais.

Importância da ventilação

Embora seja comum manter as instalações fechadas para conservar o calor, é crucial equilibrar isso com a ventilação. A renovação do ar evita o acúmulo de gases e ajuda a prevenir problemas respiratórios nos animais.

  • Manter uma ventilação higiênica é fundamental.
  • Ambientes confortáveis ajudam os suínos a lidarem melhor com o frio e o calor.

Conclusão

Os especialistas ressaltam que o segredo não é apenas preparar a granja para o inverno, mas sim manter um ambiente confortável durante todo o ano. Com temperatura adequada, limpeza e manejo ajustado, os animais podem enfrentar melhor tanto o frio quanto o calor.

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Alerta para temporais se mantém no Sul do Brasil com chuvas intensas


O alerta para temporais continua nos estados do Sul do Brasil, com previsão de chuvas volumosas e ventos fortes ao longo desta terça-feira. Uma frente estacionária atua na região, trazendo riscos de deslizamentos e alagamentos.

Condições meteorológicas

De acordo com o meteorologista Artur Miller, as rajadas de vento podem ultrapassar os 100 km/h no Rio Grande do Sul, afetando também Santa Catarina e Paraná. A chuva deve acumular mais de 100 mm em 48 horas, superando a média esperada para o mês inteiro.

Previsão de chuvas

  • Mais de 100 mm de chuva nas próximas 48 horas.
  • Possibilidade de 150 mm adicionais nos dias seguintes.
  • Risco de deslizamentos de terra e transbordamentos de rios pequenos.

Impactos esperados

O solo já apresenta excesso de umidade, o que aumenta a probabilidade de alagamentos. Após a passagem do sistema, espera-se um período de tempo firme, mas novas chuvas devem retornar na semana do dia 30 de julho, especialmente na região de Cruzalta, importante para a produção agrícola.

Temperaturas em outras regiões

Enquanto isso, o Brasil Central permanece sob calor intenso, sem previsão de mudanças significativas nos próximos dias. No Nordeste, chuvas continuam na faixa litorânea, e no Norte, as precipitações são escassas, com acumulados de apenas 15 a 20 mm em cinco dias.

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Produtor de queijo na Serra da Mantiqueira conquista prêmio internacional


Henrique, um produtor de queijo artesanal da Serra da Mantiqueira, em Minas Gerais, se destacou ao conquistar a medalha de ouro na Expoqueijo, competição internacional realizada em Araxá. Após anos de desafios e desconfiança em relação ao potencial do queijo, ele retornou à sua terra natal e se tornou um dos maiores produtores da região.

História de superação

Henrique vive em Virgínia, onde produz diariamente cerca de 520 litros de leite. Sua trajetória não foi fácil; ele enfrentou um passado marcado por dificuldades na produção de queijo, que antes não agregava valor. Com a crescente valorização do queijo artesanal em Minas Gerais, ele decidiu investir na produção e se reinventar como queijeiro.

Produção e qualidade

Atualmente, Henrique é presidente da Aproman, a Associação dos Produtores de Queijo Artesanal Mantiqueira de Minas. Ele produz quatro tipos de queijos, todos feitos com leite cru, o que garante características únicas ao produto. Estudos comprovam que o queijo da Mantiqueira, por ser feito com leite fresco e não pasteurizado, é rico em microrganismos que conferem aroma, textura e sabor diferenciados.

  • Produção diária: 520 litros de leite
  • Tipos de queijo: quatro variedades
  • Prêmio: ouro na Expoqueijo em Araxá
  • Presidência: Aproman
  • Leite cru: garante qualidade e sabor

Henrique destaca que seu queijo, após 14 a 15 dias de maturação, já não contém lactose, tornando-se uma opção saudável para consumidores que buscam produtos diferenciados. Com essa inovação, ele se posiciona no mercado como um produtor que alia tradição e qualidade.

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AgroNewsPolítica & Agro

Como identificar cedo a ferrugem da folha do trigo


A ferrugem da folha do trigo está entre as doenças que mais preocupam os produtores durante a safra de inverno e pode provocar perdas expressivas de produtividade quando não é identificada nas fases iniciais. O reconhecimento precoce da doença, ainda com baixa severidade, é apontado como a principal ferramenta para decisões mais precisas de controle e para o uso mais eficiente de Fungicidas e de outras práticas de manejo integrado.

Entre junho e outubro, período crítico para o trigo nas principais regiões produtoras do Sul do Brasil, as condições de clima costumam favorecer o desenvolvimento da ferrugem em muitos anos, principalmente em lavouras mais densas e com cultivares suscetíveis. Por isso, o monitoramento fitossanitário sistemático da área torna-se indispensável desde os estádios iniciais de desenvolvimento da cultura.

Os primeiros sintomas da ferrugem da folha, causada pelo fungo Puccinia triticina, aparecem como pequenas pústulas de coloração ferrugem a marrom-alaranjada, geralmente arredondadas, salientes e com aspecto de “pó de ferrugem” na superfície das folhas. Os focos iniciais costumam surgir nas folhas medianas e superiores, em plantas isoladas ou em pequenos agrupamentos. Diferentemente de outras manchas foliares, as pústulas apresentam limites bem definidos, liberam pó de esporos que mancha o dedo quando tocado e não formam halos amplos ou lesões alongadas. O acompanhamento deve começar cedo, a partir do início do alongamento das plantas, com caminhamento em zigue-zague pela lavoura e atenção especial ao terço médio da planta, às bordaduras e às áreas com histórico de pressão da doença.

A ferrugem da folha exige vigilância constante porque é uma doença policíclica, capaz de completar vários ciclos de infecção durante a mesma safra. Poucas pústulas iniciais podem evoluir rapidamente para grandes áreas afetadas quando há temperatura amena e molhamento foliar. Em lavouras suscetíveis e sem manejo adequado, as perdas podem comprometer tanto o rendimento quanto a qualidade dos grãos. Entre os erros mais comuns estão iniciar o monitoramento apenas quando a folha bandeira já apresenta sintomas, confundir a ferrugem com outras manchas foliares, tomar decisões de controle apenas pelo calendário e ignorar o histórico da área e o nível de suscetibilidade da cultivar.

O fungo sobrevive entre safras em plantas voluntárias de trigo e em outros hospedeiros suscetíveis, mantendo o inóculo para a safra seguinte. Os esporos são produzidos em grande quantidade nas pústulas e podem ser dispersos pelo vento a longas distâncias. Quando encontram água livre na superfície da folha e temperatura favorável, germinam, penetram no tecido e originam novas pústulas poucos dias depois. Esse ciclo repetitivo explica por que pequenas infecções iniciais podem se transformar em epidemias em curto período.

O diagnóstico precoce depende principalmente da observação correta dos sintomas. As pústulas medem cerca de 0,5 a 1 milímetro, são salientes ao toque e apresentam coloração marrom-alaranjada intensa. No início, aparecem de forma dispersa e não ocupam grandes áreas da lâmina foliar. O conteúdo em pó é uma característica importante: ao passar o dedo levemente sobre a lesão, o dedo fica manchado de ferrugem.

A diferenciação em relação a outras doenças é fundamental para evitar atrasos no manejo. A mancha amarela forma lesões alongadas e amareladas, sem conteúdo em pó. A mancha marrom produz lesões planas, escuras e frequentemente cercadas por halo amarelado. Já a ferrugem do colmo concentra suas pústulas principalmente em colmos e bainhas, com coloração mais escura. Em situações de alta pressão de doenças, mais de uma enfermidade pode ocorrer na mesma lavoura, o que exige avaliação cuidadosa do conjunto de sintomas.

O monitoramento deve começar ainda nos estádios vegetativos mais avançados e ser intensificado do emborrachamento até o enchimento de grãos. Em condições menos favoráveis à doença, avaliações semanais podem ser suficientes. Quando há chuvas frequentes, alta umidade e uso de cultivares suscetíveis, o intervalo entre as vistorias deve ser reduzido para poucos dias, já que o fungo consegue completar ciclos de infecção rapidamente.

Para que a amostragem seja representativa, o produtor deve percorrer a área em zigue-zague ou em “W”, incluindo tanto o interior da lavoura quanto as bordaduras e áreas próximas a estradas ou matas. Em cada ponto, é importante observar um número fixo de plantas consecutivas, com atenção especial às folhas medianas e superiores, que têm maior contribuição para a fotossíntese e para o enchimento dos grãos.

Além de registrar a presença ou ausência de pústulas, o acompanhamento deve incluir a estimativa da incidência, da severidade visual da doença, da posição das folhas afetadas e do estádio da cultura. Esse histórico permite avaliar se a ferrugem está estável, aumentando lentamente ou em rápida expansão, informação essencial para o planejamento das intervenções.

A doença reduz a área foliar ativa, diminui a capacidade de produção de assimilados e acelera o secamento das folhas. Na prática, isso se traduz em menor número de grãos por espiga, redução do peso de mil grãos e queda do peso hectolítrico. O impacto final depende da suscetibilidade da cultivar, do momento em que a infecção se instala, das condições climáticas durante o espigamento e o enchimento de grãos e da eficiência do manejo fitossanitário.

Identificar cedo a ferrugem não significa necessariamente aplicar fungicida imediatamente, mas sim dispor de informação de qualidade para definir o momento mais adequado de intervenção. Quando as primeiras pústulas surgem em baixa severidade, especialmente a partir do emborrachamento, é possível planejar aplicações preventivas ou no início da infecção, reduzindo a pressão da doença antes que ela atinja as folhas superiores. A escolha dos produtos, o número de aplicações e os intervalos devem sempre seguir as recomendações de bula, o receituário agronômico e a orientação de um profissional habilitado.

O monitoramento deve ser integrado a outras práticas de manejo, como o uso de cultivares com melhor nível de resistência, o controle de plantas voluntárias de trigo, a rotação de culturas, o ajuste da densidade de semeadura e da adubação e o uso racional de fungicidas. A ferrugem da folha precisa ser tratada como parte de um programa mais amplo de fitossanidade, e não apenas como um problema a ser combatido quando os sintomas já são visíveis.

Qualquer decisão envolvendo defensivos agrícolas exige acompanhamento técnico, respeito às recomendações de bula, uso de equipamentos de proteção individual e atenção à tecnologia de aplicação e às normas ambientais. O diagnóstico precoce contribui justamente para racionalizar o uso de produtos e reduzir riscos econômicos, ambientais e de saúde.

Em resumo, reconhecer rapidamente as pústulas de coloração ferrugem, manter um monitoramento frequente ao longo do ciclo e registrar a evolução da doença permite intervir no momento correto, proteger as folhas mais importantes para o enchimento dos grãos e preservar o potencial produtivo da lavoura de trigo. O conteúdo tem caráter informativo e não substitui a avaliação de um engenheiro agrônomo em condições reais de campo.





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Confinamento bovino deve ter margens maiores com queda no custo da alimentação


O valor bruto da produção agropecuária deve atingir R$ 1,4 trilhão neste ano, conforme previsão do Ministério da Agricultura. Este número representa uma queda de 4,9% em relação ao ano anterior e é inferior ao estimado pela pasta no mês passado. A redução é atribuída ao menor preço esperado para as commodities agrícolas e à desaceleração da produtividade das lavouras.

Expectativas para o confinamento bovino

O confinamento bovino deve registrar margens elevadas no terceiro trimestre de 2023, favorecido pela expectativa de redução dos custos da alimentação animal. Essa redução é impulsionada pelo avanço da colheita da safrinha de milho e da safra de cana-de-açúcar.

Impacto da colheita da safrinha

A colheita da safrinha deve ampliar o alívio sobre os custos dos ingredientes energéticos, especialmente na região Centro-Oeste. Além disso, a demanda global por farelo de soja tem impulsionado as negociações do derivado tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.

Mercado de soja

No mercado brasileiro, a disputa entre compradores externos e domésticos elevou os prêmios de exportação e os preços, refletindo diretamente na elevação dos valores internos. Esse cenário sustentou as cotações da soja em grão, apesar de um aumento na oferta mundial que limitou ganhos mais expressivos.

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Previsão do tempo em São Paulo: chuvas e calor intenso nos próximos dias


São Paulo deve enfrentar chuvas entre quarta e sexta-feira, mas a previsão indica que o calor intenso continuará nos próximos dias. As chuvas, que devem atingir principalmente a porção oeste e sudeste do estado, trarão volumes de 20 a 30 mm, podendo ser acompanhadas de temporais e rajadas de vento.

Detalhes da previsão

  • Chuvas devem ocorrer entre quarta e sexta-feira.
  • Volume esperado de 20 a 30 mm.
  • Possibilidade de temporais e rajadas de vento.

Calor intenso

Após a passagem das chuvas, a temperatura deve se elevar, com máximas variando entre 33º e 36º nos próximos dias. A tendência é que, conforme se aproxima a primavera, as temperaturas possam ultrapassar os 40º em algumas regiões do interior.

Expectativas para agosto

A previsão para a segunda metade de agosto aponta para uma escassez de chuvas significativas, com a possibilidade de um aumento nas temperaturas, especialmente no interior do estado.

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