domingo, junho 28, 2026

Autor: Redação

News

IGP-10 sobe 0,89% em maio, após alta de 2,94% em abril


IGP-10 sobe 0,89% em maio, após alta de 2,94% em abril

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-10) subiu 0,89% em maio, depois de avançar 2,94% em abril, informou nesta segunda-feira (18) a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou abaixo da mediana de 1,11% apurada em pesquisa do Projeções Broadcast. No acumulado do ano, o índice registra alta de 3,48%, enquanto em 12 meses aponta avanço de 1,46%.

Segundo a FGV, a desaceleração de maio ocorreu após a aceleração observada em abril, quando o índice foi influenciado por reflexos diretos e indiretos da guerra envolvendo Estados Unidos e Israel no Irã. O período de coleta de preços para o indicador de maio foi de 11 de abril a 10 de maio.

Entre os componentes do IGP-10, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-10), que responde pela maior parcela do indicador e acompanha preços no atacado, avançou 0,95% em maio, após alta de 3,81% em abril. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10) subiu 0,68%, contra 0,88% no mês anterior. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-10) teve elevação de 0,86%, ante 0,88% em abril.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

Para o setor agropecuário, o dado é acompanhado porque o IGP-10 reúne movimentos de preços ao produtor e custos da economia, com reflexos potenciais sobre insumos, fretes, armazenagem, obras e contratos indexados ao índice. No entanto, o material divulgado não detalha, neste recorte, quais grupos agropecuários específicos mais influenciaram o IPA-10 em maio.

O resultado abaixo das projeções também indica perda de ritmo em relação ao mês anterior. O intervalo das estimativas do mercado ia de 0,41% a 2,08%, segundo o Projeções Broadcast.

A leitura técnica do dado mostra desaceleração do IGP-10 em maio, mas sem detalhamento setorial adicional ainda não é possível medir, com precisão, o efeito sobre cadeias específicas do agro. O acompanhamento dos próximos levantamentos da FGV deve indicar se o movimento foi pontual ou se haverá continuidade na perda de ritmo dos preços ao produtor.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post IGP-10 sobe 0,89% em maio, após alta de 2,94% em abril apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Preço do etanol cai em 19 estados e no Distrito Federal, diz ANP


IPTL aponta queda nos preços de diesel, etanol e gasolina na primeira quinzena de maio

Os preços médios do etanol hidratado caíram em 19 estados e no Distrito Federal na semana passada, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. Houve alta em Minas Gerais e Tocantins, estabilidade em quatro estados e ausência de variação apurada no Amapá. Na média nacional, o litro recuou 1,35% e passou a R$ 4,38.

Em São Paulo, principal estado produtor, consumidor e com maior número de postos pesquisados, o preço médio caiu 2,40%, para R$ 4,07 por litro. As únicas altas porcentuais da semana foram registradas em Minas Gerais, com avanço de 2,07%, para R$ 4,43, e em Tocantins, com alta de 1,86%, para R$ 5,48 por litro.

O menor preço encontrado pela ANP em um posto foi de R$ 2,98 por litro, em São Paulo. O maior valor observado foi de R$ 6,59, em Pernambuco. Entre as médias estaduais, o menor preço ficou novamente em São Paulo, com R$ 4,07, enquanto o maior foi apurado no Amapá, com R$ 5,86 por litro. No estado, porém, não foi possível calcular a variação semanal.

Receba no seu e-mail as notícias mais importantes do dia, análises de mercado e os principais fatos que movimentam o agronegócio: assine a newsletter do Canal Rural

Além do movimento de preços, a ANP apontou que o etanol seguiu competitivo frente à gasolina em sete estados e no Distrito Federal. Na média nacional, a paridade ficou em 65,77%, nível considerado favorável ao biocombustível na comparação direta com o derivado de petróleo.

Os percentuais mais favoráveis foram observados em Mato Grosso, com 64,28%, Mato Grosso do Sul, com 65,34%, e São Paulo, com 66,62%. Também houve competitividade na Bahia, com 69,92%, em Goiás, com 68,80%, em Minas Gerais, com 69,87%, no Paraná, com 66,81%, e no Distrito Federal, com 68,64%.

Executivos do setor citados no levantamento observam que a competitividade do etanol pode se manter mesmo acima da paridade de 70%, a depender da eficiência do veículo utilizado.

Os dados indicam um mercado com recuo disseminado de preços no curto prazo e manutenção da competitividade do etanol em parte relevante do país. Para a cadeia sucroenergética, o acompanhamento das próximas coletas da ANP será necessário para confirmar se o movimento terá continuidade, já que o levantamento divulgado não detalha fatores adicionais de oferta, demanda ou logística.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Preço do etanol cai em 19 estados e no Distrito Federal, diz ANP apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Tratar a doença, não os sintomas: O que falta para o Brasil governar o próprio futuro


Congresso - marco temporal
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O Brasil padece de uma cegueira estratégica crônica. Somos uma potência continental por natureza e uma promessa adiada por escolha política. Dispomos de segurança alimentar garantida o ano todo, matriz energética invejável, vastas reservas de petróleo e os minerais críticos e terras raras que o mundo disputa para a transição tecnológica.

Ainda assim, patinamos em taxas de crescimento medíocres, juros escorchantes e uma concentração de renda que sufoca o mercado interno. Por que um país que tem tudo continua sem entregar o básico?

“O debate econômico em Brasília se resume a uma eterna e ineficiente redistribuição de fatias de um bolo que não cresce.”

A resposta está na incapacidade do nosso Executivo e do nosso Legislativo de diferenciarem a causa da consequência. O debate econômico em Brasília se resume a uma eterna e ineficiente redistribuição de fatias de um bolo que não cresce.

De um lado, criam-se puxadinhos tributários, isenções fiscais para setores corporativos amigos e subsídios temporários. Do outro, aumenta-se a carga de impostos sobre quem produz e consome para fechar as contas de um Estado que gasta mal. Essas medidas são placebos. Tratam os efeitos colaterais de uma doença estrutural, mas mantêm o paciente na UTI.

O X da questão reside na governança e na qualidade do nosso debate público. Enquanto o Parlamento for dominado pelo populismo de engajamento, onde fenômenos de votos vazios de conteúdo orgulham-se de não saber o que faz um deputado, as reformas de base serão preteridas por pautas de curtíssimo prazo e forte apelo digital.

O voto folclórico custa caro. Ele cobra o seu preço na ausência de projetos de Estado e na incapacidade de planejar o país para as próximas décadas, limitando o horizonte nacional ao próximo ciclo eleitoral.

“Atacar a raiz da doença brasileira exige estabelecer regras do jogo que mirem a essência dos nossos gargalos.”

Atacar a raiz da doença brasileira exige estabelecer regras do jogo que mirem a essência dos nossos gargalos. Isso significa focar em três pilares inegociáveis:

  • Segurança Jurídica e Simplificação Real: O investidor, nacional ou estrangeiro, foge de regras que mudam no meio do caminho. Reduzir o Custo Brasil não é dar benefício para uma empresa escolhida, mas sim criar um ambiente onde qualquer empreendedor gaste tempo inovando, e não decifrando burocracias.
  • Infraestrutura e Integração Logística: Não basta produzir alimentos e minérios se o escoamento consome a margem de lucro em estradas esburacadas e ferrovias inexistentes. A expansão dos setores promissores depende de investimentos pesados e de longo prazo em logística.
  • Educação Voltada para a Produtividade: A riqueza de uma nação moderna não está apenas no subsolo, mas na cabeça do seu povo. Sem mão de obra qualificada para processar nossas terras raras e tecnologia para verticalizar nossa produção, continuaremos exportando matéria-prima bruta e importando produtos de alto valor agregado.

“O Brasil não precisa de mais remendos; precisa de diagnóstico correto e cirurgia estrutural.”
O Executivo e o Congresso precisam parar de gerenciar o caos com analgésicos fiscais. O Brasil não precisa de mais remendos; precisa de diagnóstico correto e cirurgia estrutural.

É hora de o Parlamento assumir a responsabilidade de formular uma estratégia de Estado que transforme o nosso gigantismo geográfico em prosperidade real e compartilhada. Chega de tratar os sintomas. Precisamos, urgentemente, curar as causas da nossa estagnação.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.

O post Tratar a doença, não os sintomas: O que falta para o Brasil governar o próprio futuro apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Mercadante defende crédito diferenciado para produção de alimentos


Mercadante defende crédito diferenciado para produção de alimentos

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, afirmou nesta segunda-feira (18), em São Paulo, que a ausência de estímulos públicos e de crédito diferenciado pode levar produtores a priorizar culturas de maior rentabilidade, como a soja, em detrimento de alimentos voltados ao mercado interno. A declaração foi dada em entrevista ao programa Canal Livre, da Band. Segundo ele, a política agrícola precisa combinar apoio ao agronegócio exportador com instrumentos voltados à agricultura familiar e às cooperativas.

Ao comentar a alocação produtiva no campo, Mercadante disse que, sem incentivo específico, a tendência econômica é de migração para culturas com maior retorno financeiro. Na avaliação do presidente do BNDES, esse movimento pode reduzir o estímulo à produção de itens como arroz, feijão e mandioca, que têm peso no abastecimento doméstico.

Mercadante afirmou que o desenho da política agrícola deve equilibrar dois objetivos: manter o apoio à grande produção voltada à exportação, que gera divisas, e ampliar mecanismos de financiamento para cadeias ligadas ao consumo interno. Nesse contexto, ele destacou a necessidade de fortalecer a agricultura familiar e as cooperativas.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

Como exemplo, o executivo citou linhas de financiamento de até R$ 40 milhões para a produção de leite. Segundo ele, a taxa de juros é de 6%, com redução para 4% no caso de agricultores familiares enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

O presidente do banco também informou que o BNDES desembolsou R$ 101 bilhões no ano para micro, pequenas e médias empresas, com parte dos recursos operacionalizada por meio do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI). O recorte específico destinado ao setor agropecuário não foi detalhado no conteúdo disponível.

Do ponto de vista técnico, a fala recoloca no centro do debate a relação entre crédito, rentabilidade e escolha de culturas. Em um ambiente de financiamento direcionado, juros e garantias influenciam decisões de plantio, investimento e permanência de produtores em cadeias de menor margem relativa.

A discussão sobre crédito diferenciado para alimentos e agricultura familiar tende a permanecer vinculada ao desenho da política agrícola e às próximas linhas de financiamento público. Sem detalhamento adicional sobre volume de recursos por cultura ou critérios operacionais, não há base suficiente para estimar efeitos quantitativos imediatos sobre área plantada ou oferta interna.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Mercadante defende crédito diferenciado para produção de alimentos apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Mudanças climáticas podem aumentar produção de soja, mas reduzir valor nutricional do grão


Reprodução Aprosoja Brasil

Um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) aponta que as mudanças climáticas podem provocar alterações importantes na composição nutricional da soja. Segundo a pesquisa, o aumento da concentração de dióxido de carbono (CO2), combinado com altas temperaturas e seca, pode elevar em até 50% a produção dos grãos, mas reduzir a qualidade nutricional da cultura.

O trabalho foi publicado na revista científica Food Research International e utilizou modelagem preditiva por inteligência artificial (IA) para avaliar os impactos simultâneos desses três fatores sobre a soja. A pesquisa foi conduzida pelo Laboratório de Fisiologia Ecológica de Plantas (Lafieco), do Instituto de Biociências da USP.

De acordo com os cientistas, os grãos produzidos sob esse cenário apresentaram redução de 20% no teor de amido e queda de 6% na quantidade de proteína. Em contrapartida, houve aumento de 175% no teor de aminoácidos.

O coordenador do Lafieco, Marcos Buckeridge, afirma que os resultados acendem um alerta para a nutrição animal, já que a soja é uma das principais fontes proteicas utilizadas na alimentação de rebanhos.

“Essa proteína diminui nos cenários drásticos de mudanças climáticas. Além disso, o grão perde amido, o que significa menos energia”, resume o pesquisador.

Efeito do CO2 sobre a planta surpreendeu pesquisadores

Segundo o estudo, o aumento do CO2 atmosférico tende a estimular o crescimento das plantas e aumentar a produção de sementes. Além disso, o gás também ajuda a reduzir os efeitos da seca, já que provoca fechamento parcial dos estômatos das folhas, diminuindo a perda de água.

Os pesquisadores afirmam que o comportamento da soja diante da combinação dos três fatores surpreendeu a equipe.

“Eu esperava que os três fatores de estresse se anulassem e o crescimento da planta não se alterasse muito. Me surpreendeu o fato de ela crescer mais sob três fatores de pressão”, afirmou Buckeridge.

Apesar do aumento na produção, os cientistas observaram que a planta passa a direcionar mais carbono para fibras estruturais, como celulose e hemicelulose, reduzindo o teor de amido no grão.

Inteligência artificial ajudou a prever impactos

O estudo utilizou dados obtidos em experimentos controlados com soja submetida a condições de seca, calor e aumento de CO2. Com essas informações, ferramentas de inteligência artificial foram usadas para prever o comportamento da planta diante do chamado “triplo impacto”.

Os testes foram realizados em câmaras especiais que simulavam concentração elevada de dióxido de carbono, aumento de temperatura em até 5°C e redução da irrigação.

Os pesquisadores utilizaram um cultivar da Embrapa, o MG/BR-46 (Conquista), amplamente estudado para simulações de seca em condições semelhantes às do campo.

Próximo passo será identificar genes ligados à adaptação

Agora, o grupo pretende identificar quais genes estão relacionados às respostas da soja aos diferentes fatores de estresse climático. O objetivo é desenvolver plantas mais adaptadas às mudanças climáticas, sem perda significativa de proteína e energia nos grãos.

Os pesquisadores também querem aplicar a metodologia em outras culturas agrícolas, como a cana-de-açúcar, para aprimorar modelos de previsão dos impactos climáticos sobre a produção agrícola mundial.

O post Mudanças climáticas podem aumentar produção de soja, mas reduzir valor nutricional do grão apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Semana começa com avanço de frente fria e chuva forte em parte do país


A atuação de uma frente fria sobre o Centro-Sul do Brasil mantém o tempo instável nesta segunda-feira (18), com previsão de chuva frequente, queda nas temperaturas e sensação de frio mais intensa em áreas do Sul e Sudeste. Segundo a Climatempo, o sistema também favorece ventos fortes e mar agitado em trechos do litoral.

Sul

A frente fria se afasta em direção ao oceano, mas a circulação associada ao ciclone extratropical ainda provoca chuva moderada a forte entre o Paraná, Santa Catarina e o norte do Rio Grande do Sul nas primeiras horas do dia. Há risco de temporais isolados no extremo nordeste paranaense, próximo à divisa com São Paulo.

Ao longo do dia, a tendência é de diminuição das instabilidades em parte da região. Mesmo assim, o litoral e áreas do leste do Paraná e norte catarinense seguem com chuva moderada. Já a massa de ar polar que avança na retaguarda da frente fria derruba as temperaturas e aumenta a sensação de frio, especialmente no sul e oeste gaúcho, onde há possibilidade de geada em áreas da Campanha.

As rajadas de vento podem variar entre 40 km/h e 50 km/h em grande parte do litoral catarinense e no litoral norte e médio do Rio Grande do Sul. O mar também permanece agitado na faixa costeira da região.

Sudeste

A frente fria atua de forma mais organizada, mantendo muitas nuvens e chuva frequente em grande parte de São Paulo, no sul e Triângulo Mineiro, Zona da Mata de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

A combinação entre circulação marítima, transporte de umidade e cavados atmosféricos favorece chuva moderada a forte em áreas do interior e litoral paulista, além do extremo sul mineiro. Há risco de temporais isolados, principalmente no interior de São Paulo e no sul de Minas.

Na capital paulista, a previsão indica chuva ao longo de todo o dia, com possibilidade de temporais e máxima de apenas 19°C. A entrada da massa de ar frio também provoca sensação de frio úmido em diversas áreas do estado.

Enquanto isso, o norte de Minas Gerais segue com tempo mais seco e umidade relativa do ar abaixo dos 30%.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, a circulação de umidade vinda da Amazônia mantém condições para pancadas de chuva em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e sul de Goiás. Há risco de temporais isolados entre o extremo norte sul-mato-grossense, sudeste mato-grossense e sudoeste goiano.

Em Mato Grosso do Sul, o avanço do ar frio e o aumento da nebulosidade deixam o dia mais ameno. Já no Distrito Federal e em parte de Goiás, o tempo segue firme e quente.

Nordeste

A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém chuva frequente no litoral e na faixa norte da região. Os maiores volumes são esperados entre Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte e litoral da Paraíba, com risco de temporais na região de São Luís.

Já no interior nordestino, o tempo permanece firme, seco e quente. A umidade do ar pode ficar abaixo dos 30% em áreas do norte e oeste da Bahia, sul do Maranhão, centro-sul do Piauí e oeste de Pernambuco.

Norte

O calor e a alta umidade favorecem pancadas frequentes de chuva, especialmente entre Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Amapá e Pará. Há risco de temporais e chuva volumosa, principalmente no Amazonas e no norte do Pará.

No Tocantins, o tempo segue mais aberto, mas a umidade relativa do ar continua baixa no leste do estado, com índices inferiores a 30%.

O post Semana começa com avanço de frente fria e chuva forte em parte do país apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

EUA projetam alta de dois dígitos nas compras agrícolas da China


Trump afirma que China comprará soja e aviões dos EUA e nega debate sobre tarifas com Xi

Os Estados Unidos esperam um “aumento de dois dígitos” nas compras agregadas de produtos agrícolas pela China, segundo afirmou neste domingo (17) o representante comercial do país, Jamieson Greer. A declaração foi dada à emissora CBS após a cúpula realizada nesta semana entre o presidente Donald Trump e o presidente chinês, Xi Jinping. Entre os itens citados estão soja, carne bovina, grãos e laticínios.

De acordo com Greer, a expansão prevista envolve o conjunto das compras agropecuárias chinesas de produtos americanos. Em postagem na rede X, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) informou que a China está adotando medidas para ampliar o acesso de produtos dos EUA ao seu mercado.

Entre os pontos divulgados pelo órgão estão a extensão, por cinco anos, dos registros de centenas de frigoríficos de carne bovina dos Estados Unidos e a previsão de compra de 25 milhões de toneladas métricas de soja americana, conforme acordo firmado em outubro de 2025. O USTR também citou a compra de 200 aeronaves da Boeing, embora esse item não integre o comércio agropecuário.

Receba no seu e-mail as notícias mais importantes do dia, análises de mercado e os principais fatos que movimentam o agronegócio: assine a newsletter do Canal Rural

Até o momento, o governo americano não informou o percentual exato dessa alta de “dois dígitos”, nem detalhou cronograma, valores financeiros ou divisão por produto. Também não foram divulgadas, no material disponível, datas para execução integral das compras adicionais.

Do ponto de vista do mercado, o anúncio reforça o peso da China como principal destino global de grandes volumes de soja, proteínas e outros produtos agropecuários. Como Estados Unidos e Brasil disputam espaço no fornecimento dessas commodities, qualquer mudança no fluxo de compras chinesas tende a ser acompanhada por exportadores, tradings e analistas. No entanto, o efeito sobre preços, prêmios ou participação de mercado ainda depende de detalhes operacionais que não foram apresentados.

Sem informações completas sobre volume adicional por produto, prazo de embarque e condições comerciais, ainda não há base técnica suficiente para dimensionar os desdobramentos sobre o comércio agrícola global. O acompanhamento das próximas divulgações oficiais será determinante para avaliar o alcance do acordo.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post EUA projetam alta de dois dígitos nas compras agrícolas da China apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Soja recua com cautela externa e custo logístico


A soja encerrou a semana sob pressão no mercado internacional, em meio à frustração dos operadores com os sinais vindos da cúpula entre Estados Unidos e China e à cautela no mercado físico brasileiro. Segundo a TF Agroeconômica, o contrato de julho na Bolsa de Chicago fechou em baixa de 1,30%, a US$ 11,77 por bushel, enquanto agosto recuou 1,11%, a US$ 11,765 por bushel.

A queda refletiu a percepção de que a retórica da Casa Branca sobre o compromisso chinês de comprar 25 milhões de toneladas na safra 2026/2027 não convenceu o mercado. A pressão foi ampliada pelo esmagamento de soja divulgado pela NOPA, de 5,77 milhões de toneladas em abril, abaixo do esperado devido a paradas sazonais para manutenção. Na semana, a soja acumulou perda de 2,57%, enquanto o farelo subiu 4,57% e o óleo recuou 0,59%.

No Rio Grande do Sul, a produção estimada chega a 21,44 milhões de toneladas, alta superior a 57% frente ao ciclo anterior, com 79% da área colhida. A umidade elevada limita o avanço dos trabalhos, exige secagem artificial e aumenta custos. A disputa por armazéns com o milho, já colhido em 92% da área, mantém fretes pressionados e acelera o escoamento para o Porto de Rio Grande.

Em Santa Catarina, a colheita alcança 74%, com Palma Sola avançando para R$ 113,00 e o porto de São Francisco cotado a R$ 132,00. O estado acompanha a necessidade de importação de grãos do Paraná e do Rio Grande do Sul para abastecer fábricas de ração.

No Paraná, a produção é estimada em 22 milhões de toneladas, com colheita praticamente encerrada no Oeste e Sudoeste. O frete interno ficou 17,1% mais caro em relação ao ano anterior, enquanto o diesel subiu 23% em pouco mais de um mês, pressionando margens e ampliando a apreensão entre produtores.

Em Mato Grosso do Sul, a colheita está em 91,6%, com produtividade média reduzida pelas intempéries. Já em Mato Grosso, a safra recorde de 51,56 milhões de toneladas contrasta com o custo projetado de R$ 8.037,13 por hectare para 2026/2027 e fretes mais altos nas rotas de exportação.

 





Source link

News

Novas tensões entre EUA e Irã fazem petróleo disparar novamente


PODCAST Diário Econômico

No morning call desta segunda-feira (18), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que a persistência das tensões no Estreito de Ormuz mantém o petróleo próximo de US$ 110, pressionando juros globais e fortalecendo o dólar.

O mercado começa a reprecificar juros elevados por mais tempo nos EUA. No Brasil, o real teve uma das piores performances entre emergentes, o dólar subiu 1,63% a R$ 5,07 e o Ibovespa caiu 0,61% aos 177.283 pontos. Atenção ao IBC-Br, Focus e ata do FOMC na semana.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

O post Novas tensões entre EUA e Irã fazem petróleo disparar novamente apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Produção industrial da China desacelera para 4,1% em abril


BNDES abre nova etapa do Brasil Soberano com R$ 21 bilhões para empresas estratégicas

A produção industrial da China cresceu 4,1% em abril na comparação anual, informou o Escritório Nacional de Estatísticas do país (NBS, na sigla em inglês) nesta segunda-feira (18). O resultado desacelerou em relação a março, quando a alta foi de 5,7%, e ficou abaixo da projeção de 5,8% de analistas consultados pela FactSet. No mesmo período, as vendas no varejo avançaram 0,2%, também abaixo das estimativas do mercado.

Os dados divulgados pelo NBS mostram perda de ritmo em diferentes frentes da atividade chinesa. Depois de registrar expansão anual de 5,7% em março, a produção industrial passou para 4,1% em abril. A leitura também veio abaixo do consenso de mercado, de 5,8%, segundo levantamento da FactSet.

No varejo, o avanço anual foi de 0,2% em abril. Em março, o indicador havia subido 1,7%. A expectativa dos analistas era de crescimento de 1,9%. O resultado sugere desaceleração do consumo no período, embora o material de referência não detalhe quais segmentos tiveram maior influência sobre o índice.

Receba no seu celular atualizações em tempo real, enquetes interativas e tudo o que impacta o dia a dia no campo: entre agora no Whatsapp do Canal Rural!

Outro dado divulgado foi o de investimentos em ativos fixos. Entre janeiro e abril de 2026, houve queda de 1,6% na comparação com igual intervalo do ano passado. No acumulado entre janeiro e março, esse indicador ainda mostrava alta de 1,7%.

Os números da China são acompanhados pelos mercados globais porque ajudam a calibrar expectativas sobre atividade econômica, consumo e demanda por matérias-primas. No caso do agronegócio, o conteúdo fornecido não apresenta efeitos imediatos sobre produtos específicos, preços ou fluxo de importações. Ainda assim, o desempenho da economia chinesa permanece no radar de exportadores, tradings e analistas por sua relevância para o comércio internacional.

Os indicadores de abril apontam desaceleração em relação a março e desempenho abaixo das projeções de mercado. Com as informações disponíveis, não há detalhamento oficial no material sobre impactos diretos em cadeias agropecuárias específicas, o que limita projeções setoriais mais precisas neste momento.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Produção industrial da China desacelera para 4,1% em abril apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link