sábado, junho 27, 2026

Autor: Redação

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Vendas externas de milho dos EUA somam 2,13 milhões de toneladas na safra 2025/26


Trump afirma que China comprará soja e aviões dos EUA e nega debate sobre tarifas com Xi

Exportadores dos Estados Unidos venderam 2,13 milhões de toneladas de milho da safra 2025/26 na semana encerrada em 14 de maio, informou nesta quinta-feira (21) o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume representa alta em relação à semana anterior e avanço de 71% sobre a média das últimas quatro semanas. O resultado também superou as projeções de analistas consultados pela Dow Jones Newswires.

Considerando as duas safras, 2025/26 e 2026/27, as vendas externas somaram 2,4 milhões de toneladas no período. Desse total, 281,4 mil toneladas foram registradas para o ciclo 2026/27, com destino ao México, a destinos não revelados e à Jamaica. O volume consolidado ficou acima da faixa estimada por analistas, que projetavam vendas entre 1 milhão e 1,8 milhão de toneladas.

Na safra 2025/26, os principais compradores foram Japão, com 779,8 mil toneladas, Coreia do Sul, com 463,8 mil toneladas, México, com 342,2 mil toneladas, Colômbia, com 157,6 mil toneladas, e Espanha, com 124 mil toneladas. Parte do volume foi compensada por reduções de 356,5 mil toneladas para destinos desconhecidos.

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Já os embarques efetivos de milho dos Estados Unidos totalizaram 1,45 milhão de toneladas na mesma semana. O resultado representa queda de 13% ante a semana anterior e recuo de 21% em relação à média das últimas quatro semanas. Os principais destinos dos embarques foram Japão, com 441 mil toneladas, México, com 385,3 mil toneladas, Colômbia, com 93,9 mil toneladas, Taiwan, com 81,3 mil toneladas, e Arábia Saudita, com 74,2 mil toneladas.

Os dados do USDA são acompanhados pelo mercado porque indicam o ritmo da demanda internacional pelo cereal norte-americano. Em um cenário de concorrência entre grandes exportadores, o desempenho das vendas e dos embarques dos Estados Unidos serve como referência para a formação de preços e para a competitividade do milho no comércio global, incluindo o mercado brasileiro.

No curto prazo, o relatório reforça um ritmo de vendas externas acima do esperado para o milho dos Estados Unidos. O efeito sobre preços e fluxos de comércio dependerá da continuidade da demanda nas próximas semanas, além da evolução da oferta e da competitividade entre origens exportadoras.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Presidente do Líbano diz que futuro acordo não cederá território


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17 Abr (Rtrs) – O presidente do Líbano, Joseph Aoun, disse nesta sexta-feira que qualquer acordo futuro alcançado pelo governo não cederia nenhum território ou prejudicaria os direitos nacionais do Líbano, sem dizer se estava se referindo a possíveis negociações com Israel.

O discurso televisionado foi seu primeiro discurso desde que os EUA intermediaram um cessar-fogo para acabar com os combates entre Israel e o grupo armado Hezbollah na quinta-feira. O texto do acordo diz que Israel e o Líbano manteriam conversações diretas para produzir uma “paz entre os dois países”.

(Reportagem de Enas Alashray e Laila Bassam)

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China suspende compras de três frigoríficos brasileiros de carne bovina


China suspende compras de três frigoríficos brasileiros de carne bovina

A China suspendeu as importações de carne bovina e derivados de três frigoríficos brasileiros, segundo registros da Administração Geral das Alfândegas da China (GACC). A medida passou a valer na quarta-feira (20) e envolve unidades da JBS, em Pontes e Lacerda (MT), da PrimaFoods, em Araguari (MG), e da Frialto, em Matupá (MT). O motivo informado foi a detecção de resíduos de acetato de medroxiprogesterona, substância proibida pela China em animais de corte.

As desabilitações constam no sistema Ciferquery SingleWindow, plataforma da GACC para registro de empresas importadoras de alimentos. As plantas suspensas são a JBS S/A, de Pontes e Lacerda (MT, SIF 51), a PrimaFoods, de Araguari (MG, SIF 177), e a Vale Grande Indústria e Comércio de Alimentos S/A, Frialto, de Matupá (MT, SIF 4490).

De acordo com comunicado consultado pelo Broadcast Agro, a suspensão foi informada ao governo brasileiro ainda na quarta-feira (20) pela adidância agrícola em Pequim, em ofício enviado ao Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Até a publicação do conteúdo-base, as desabilitações ainda não apareciam integradas ao Sistema de Informações Gerenciais do Serviço de Inspeção Federal (SIGSIF).

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Segundo a comunicação chinesa, o composto identificado foi o acetato de medroxiprogesterona, um hormônio sintético usado como medicamento veterinário no controle do ciclo reprodutivo. A China proíbe a substância em animais destinados ao abate para produção de carne.

Com a nova decisão, sobe para quatro o número de frigoríficos brasileiros de carne bovina com embarques suspensos para o mercado chinês. Em abril, a China já havia interrompido as compras da Pantaneira Indústria e Comércio de Carnes e Derivados Ltda., do grupo Frigosul (SulBeef), em Várzea Grande (MT, SIF 1206), também sob alegação de resíduo da mesma substância em lote de carne bovina congelada desossada.

Procurados, JBS, PrimaFoods, Frialto e o Mapa não haviam se manifestado até a publicação do conteúdo original. O espaço permanece aberto para posicionamento.

A suspensão recai sobre plantas específicas, mas o caso amplia a atenção sobre controles sanitários e exigências do principal destino da carne bovina brasileira. Sem manifestação oficial das empresas e do ministério até o momento, não há informação pública sobre prazo para eventual revisão da medida ou sobre o volume diretamente afetado.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Câmara aprova projeto que garante benefícios a trabalhadores safristas


A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 715 de 2023, que garante aos trabalhadores safristas o direito de continuar recebendo benefícios sociais, como o Bolsa Família, durante o contrato de safra, que pode durar até 6 meses. A proposta agora segue para sanção presidencial.

Detalhes da proposta

O projeto assegura a compatibilidade entre o contrato de trabalho por safra e a condição de titular de benefícios sociais. O relator da matéria, deputado Evair Vieira de Melo, destacou que as regras atuais prejudicam tanto os trabalhadores quanto os empregadores rurais.

  • A nova regra visa aumentar a oferta de mão de obra no campo.
  • Desestimula a informalidade no setor agrícola.
  • O Senado havia aprovado um limite de 3 meses, que foi ampliado pela Câmara para 6 meses.

Importância do contrato de safra

O contrato de safra desempenha um papel essencial na manutenção da produção agrícola e da pecuária nacional. No entanto, as regras atuais do Bolsa Família não contemplam adequadamente a especificidade do trabalho do safrista, especialmente em regiões com limitações de culturas agrícolas.

Expectativas e reações

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, Pedro Lupion, comemorou a aprovação, ressaltando a importância de garantir acesso à mão de obra e a formalização do trabalho temporário de safra.

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Projeto une cultivo de soja e apicultura para promover sustentabilidade no Paraná


soja abelha
Foto: Pixabay. Montagem Canal Rural

Um projeto desenvolvido no Centro Estadual de Educação Profissional (Ceep) Assis Brasil, em Clevelândia, no Sudoeste do Paraná, tem aproximado estudantes da agricultura sustentável por meio da integração entre a apicultura e cultivo de soja. A iniciativa é realizada em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

A proposta busca desmistificar a ideia de que a cultura da soja prejudica as abelhas. Durante as atividades, os alunos acompanham todas as etapas do processo produtivo e observam, na prática, os benefícios da polinização para a lavoura.

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Além do contato com práticas sustentáveis, os estudantes também aprendem sobre tecnologias utilizadas no agronegócio moderno, como GPS agrícola, pulverização de alta precisão, drones e aplicação de microrganismos no plantio. O objetivo é ampliar a eficiência produtiva e reduzir perdas no campo.

Segundo a Secretaria de Estado da Educação, o projeto fortalece a formação técnica dos estudantes e contribui para a conscientização ambiental, aproximando os jovens das inovações do setor agrícola.

Estudos acompanhados pelo IDR-Paraná e informações da Embrapa Soja reforçam a importância das abelhas para a produtividade agrícola. De acordo com os pesquisadores, a soja possui flores ricas em néctar, favorecendo o desenvolvimento das colmeias e aumentando a produção de mel.

As informações são do Governo do Estado do Paraná.

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Comissão aprova incentivo a cooperativas e negócios comunitários na Amazônia


Comissão aprova incentivo a cooperativas e negócios comunitários na Amazônia

A Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (21), um projeto de lei que prevê incentivo a cooperativas e pequenos negócios comunitários na região Norte. O texto busca ampliar apoio técnico, gerencial e de assistência a produtores locais, como comunidades ribeirinhas, indígenas e quilombolas, por meio de incubadoras adaptadas às condições da Amazônia.

A proposta aprovada é um substitutivo ao Projeto de Lei 3616/25. Em vez de criar um novo programa federal, o texto incorpora a prioridade de fomento à Amazônia na Lei do Sistema Nacional de Economia Solidária (Lei 15.068/24), que já está em vigor e conta com previsão orçamentária. Segundo a relatora, deputada Dandara (PT-MG), a mudança busca evitar entraves legais e fiscais.

De acordo com o autor da proposta, deputado Duda Ramos (Pode-RR), menos de 3% dos empreendimentos solidários da região Norte já passaram por incubadoras de negócios. Essas estruturas oferecem capacitação, apoio à gestão e assistência técnica para empreendimentos em fase inicial.

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O texto determina que esse apoio leve em conta as condições logísticas e produtivas da Amazônia. Na justificativa apresentada à comissão, a relatora afirmou que o funcionamento das incubadoras precisa considerar fatores como isolamento de comunidades e transporte condicionado ao ciclo dos rios.

A medida também prevê estímulo às chamadas tecnologias sociais amazônicas. Pela proposta, o conceito passa a abranger soluções técnicas de baixo custo, sustentáveis e desenvolvidas com participação de universidades e comunidades locais. Entre os exemplos citados estão sistemas de conservação de polpas de frutas para transporte fluvial e uso de energia solar em áreas sem acesso regular à rede elétrica.

Para o setor produtivo regional, o projeto pode ampliar o suporte a cadeias da sociobiodiversidade, como açaí e castanha, ao estruturar assistência técnica e organização coletiva. O texto ainda não traz estimativa de recursos adicionais nem detalhamento operacional sobre a implementação das incubadoras.

O projeto tramita em caráter conclusivo e seguirá para análise da Comissão de Finanças e Tributação e da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, ainda precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. Até essa etapa, o alcance prático da medida dependerá da redação final e da regulamentação posterior.

Fonte: camara.leg.br

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TRF-1 mantém tramitação da homologação do leilão de reserva de capacidade


CPFL Energia eleva lucro líquido para R$ 1,909 bilhão no primeiro trimestre

A Justiça Federal, por meio do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), negou o recurso da Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes das Indústrias de Energias (Abraenergias) que buscava barrar a homologação do leilão de reserva de capacidade. A decisão foi proferida na véspera de uma reunião extraordinária da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sobre o certame e manteve o processo em andamento, embora o mérito da discussão ainda siga sob análise judicial.

Segundo a decisão do juiz federal Ailton Schramm De Rocha, a homologação do leilão não impede controle posterior pela Justiça. Na prática, isso significa que o certame pode avançar administrativamente, mas eventuais irregularidades ainda poderão ser examinadas ao longo do processo.

O magistrado também determinou a intimação da Aneel, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e da União. Esses órgãos terão prazo de 15 dias para apresentar argumentos contrários ao agravo de instrumento apresentado pela Abraenergias.

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Na decisão, o juiz afirmou que a suspensão dos atos de homologação, adjudicação e celebração de contratos, neste estágio do processo, poderia provocar ruptura na estabilidade regulatória e afetar agentes vencedores que já adotam providências técnicas, operacionais e financeiras para cumprir futuras obrigações contratuais.

O caso ocorre após a 6ª Vara Federal Cível de Brasília manter o indeferimento do pedido de tutela de urgência relacionado ao leilão. As decisões foram tomadas às vésperas da análise do tema pela diretoria da Aneel.

O conteúdo disponível não informa o número de empreendimentos envolvidos, os valores contratados nem a capacidade negociada no leilão. Esses dados são relevantes para dimensionar os efeitos econômicos do certame sobre o setor elétrico. Ainda assim, a continuidade da homologação preserva o calendário regulatório de contratação de energia, ponto acompanhado por consumidores intensivos, agroindústrias e atividades rurais dependentes de fornecimento elétrico para processamento, armazenagem e irrigação.

A decisão mantém o rito administrativo do leilão, mas não encerra a disputa judicial. O alcance prático sobre contratos e agentes dependerá das manifestações dos órgãos intimados e da análise de mérito nas próximas etapas do processo.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Comissão da Câmara aprova programa de pesquisa em biotecnologia na Amazônia Legal


Comissão da Câmara aprova programa de pesquisa em biotecnologia na Amazônia Legal

A Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (21), o Projeto de Lei 411/25, que cria o Programa Nacional de Fomento à Pesquisa em Biotecnologia na Amazônia Legal. A proposta segue em análise na Casa e busca estimular pesquisas com base na biodiversidade amazônica, apoiar o desenvolvimento de medicamentos e outros produtos sustentáveis e ampliar a formação de recursos humanos na região.

O texto aprovado foi o substitutivo apresentado pela relatora, deputada Socorro Neri (PP-AC), ao projeto de autoria do deputado Thiago Flores (União-RO). Segundo a relatora, a nova versão incluiu salvaguardas para povos indígenas e comunidades tradicionais, com previsão de participação desses grupos em todas as etapas do programa, da pesquisa à eventual comercialização dos produtos.

A proposta estabelece que essa participação deve observar a Lei da Biodiversidade, marco legal que regula o acesso ao patrimônio genético, aos conhecimentos tradicionais associados e à repartição de benefícios. O projeto também determina articulação com o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio) e com políticas de ciência, tecnologia e inovação.

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Além disso, o texto autoriza a formação de parcerias com instituições de pesquisa, empresas e organismos internacionais. O objetivo, segundo os autores da proposta, é ampliar a capacidade de investigação científica e criar ambiente mais estruturado para inovação baseada em ativos biológicos da Amazônia Legal.

Do ponto de vista regulatório e produtivo, o avanço da proposta pode interessar a segmentos ligados à bioeconomia, à pesquisa aplicada e ao desenvolvimento de insumos e produtos derivados da biodiversidade. No entanto, o projeto ainda não define orçamento, metas quantitativas ou cronograma de implementação, pontos que dependem das próximas etapas de tramitação e de eventual regulamentação.

O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Ciência, Tecnologia e Inovação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisará ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. Até lá, o alcance prático da medida para pesquisa, empresas e cadeias produtivas da bioeconomia permanece condicionado ao texto final aprovado pelo Congresso.

Fonte: camara.leg.br

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Governo federal inicia testes para ampliar mistura de biodiesel até B25


O governo federal deu um passo significativo para aumentar a participação dos biocombustíveis na matriz energética brasileira. O Ministério de Minas e Energia publicou uma portaria que autoriza oficialmente o início dos testes para avaliar a viabilidade técnica da ampliação da mistura de biodiesel no diesel, que atualmente é de B15, para B25.

Objetivos dos testes

A medida faz parte da política do combustível do futuro e prevê uma ampla agenda de ensaios que envolverá:

  • Desempenho e segurança operacional
  • Emissões
  • Comportamento das misturas em motores, veículos e máquinas agrícolas

Os testes serão realizados em duas etapas: a primeira até B20 e, posteriormente, avançando para B25.

Impactos no setor produtivo

Jerônimo Gorgen, presidente da Aprobille, destacou a importância dessa decisão para o setor produtivo, afirmando que o cronograma oficializado traz previsibilidade ao setor. Ele ressaltou que a qualidade do biodiesel B15 já melhorou e que os próximos passos serão testados, o que é crucial para a busca de mercado externo para o biodiesel.

Expectativas para o futuro

A previsão é que os testes estejam concluídos até fevereiro ou março de 2024. Gorgen enfatizou que o Brasil possui uma capacidade instalada que pode atender a 22% da demanda de diesel, o que poderia levar à autossuficiência no fornecimento desse combustível, reduzindo a dependência de importações.

Além disso, a ampliação da mistura de biodiesel pode influenciar positivamente a produção de proteína animal e o preço da soja, consolidando o Brasil como um player importante no cenário internacional de biocombustíveis.

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Câmara aprova projeto que beneficia trabalhadores safristas com Bolsa Família


A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 715 de 2023, que assegura aos trabalhadores safristas o direito de continuar recebendo benefícios sociais, como o Bolsa Família, durante o contrato de safra, que pode durar até 6 meses. A matéria agora segue para sanção presidencial.

Detalhes do projeto

O projeto garante a compatibilidade entre o contrato de trabalho por safra e a condição de titular de benefícios sociais. O relator da proposta, deputado Evair Vieira de Melo, do Republicanos do Espírito Santo, destacou que as regras atuais prejudicam tanto os trabalhadores quanto os empregadores rurais.

  • A nova regra visa aumentar a oferta de mão de obra no campo.
  • Desestimula a informalidade no setor agrícola.
  • O Senado havia aprovado um limite de 3 meses, mas a Câmara ampliou para 6 meses.

Importância do contrato de safra

O contrato de safra desempenha um papel essencial na manutenção da produção agrícola e da pecuária nacional. Entretanto, as regras atuais do programa Bolsa Família não contemplam adequadamente a especificidade do trabalho do safrista, especialmente em regiões com limitações de culturas agrícolas.

Expectativas e desdobramentos

O projeto pretende manter o direito à percepção dos benefícios sociais para trabalhadores rurais com contratos de safra. O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, Pedro Lupion, comemorou a aprovação, ressaltando a importância de garantir acesso à mão de obra formal.

  • O PL 715 busca resolver problemas de informalidade no setor.
  • Permite que trabalhadores temporários mantenham benefícios sociais com carteira de trabalho registrada.
  • O Bolsa Família, criado em 2003, agora se adapta a novas realidades do mercado de trabalho.

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