sexta-feira, junho 26, 2026

Autor: Redação

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Receita libera consulta do primeiro lote de restituição do imposto de renda; confira como fazer


Imposto, produtores rurais, receita federal
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Receita Federal libera, nesta sexta-feira (22), a consulta ao maior lote de restituição do imposto de Renda da história. Um total de 8.749.992 contribuintes receberão R$ 16 bilhões. O pagamento contempla o primeiro lote da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2026 e restituições residuais de anos anteriores.

Em nota, a Receita informou que o lote recorde se deve à agilidade no processamento das declarações e do avanço das ferramentas de modernização e automação adotadas pelo órgão.

O primeiro lote de 2026, informou o órgão, representa 40% das restituições previstas para serem pagas este ano, tanto em valores quanto em número de contribuintes.

Dos R$ 16 bilhões desse lote, R$ 8,64 bilhões irão para contribuintes com prioridade legal no reembolso.

As restituições estão distribuídas da seguinte forma:

  • 4.959.431 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix (prioridade não determinada por lei);
  • 2.256.975 contribuintes de 60 a 79 anos (prioridade legal);
  • 1.054.789 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério (prioridade legal);
  • 256.697 contribuintes acima de 80 anos (prioridade legal);
  • 222.100 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave (prioridade legal).

Neste lote, não haverá o pagamento a contribuintes sem prioridade.

A consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

O recorde anterior tinha sido registrado no primeiro lote de 2025, que contemplou créditos de R$ 11 bilhões para 6,2 milhões de contribuintes. Neste ano, a Receita reduziu de cinco para quatro o número de lotes regulares de restituições da declaração, com pagamentos no fim de maio, de junho, de julho e de agosto.

Pagamento

O pagamento será feito em 29 de maio, último dia de entrega das declarações deste ano, na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes.

Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.

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Fiscais agropecuários participam de simpósio sobre sanidade e produção suína no RS


Fiscais agropecuários participam de simpósio sobre sanidade e produção suína no RS

Fiscais estaduais agropecuários de diferentes regionais da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) participaram do 18º Simpósio Internacional de Suinocultura (Sinsui), encerrado nesta quinta-feira (21), no Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre. Segundo a pasta, o objetivo foi ampliar a qualificação técnica dos profissionais que atuam na defesa sanitária animal.

De acordo com a Seapi, o encontro abordou temas ligados à produção, reprodução e sanidade suína, com foco na atualização técnica e na integração entre conhecimento acadêmico e práticas de mercado. O número de fiscais participantes não foi informado no conteúdo divulgado.

Conforme o fiscal estadual agropecuário e coordenador do Programa de Sanidade Suína da Seapi, Gustavo Diehl, os debates trataram de temas relacionados diretamente à atuação dos servidores na defesa sanitária. Segundo ele, a participação em eventos técnicos contribui para preparar as equipes para possíveis desafios sanitários e para qualificar o atendimento às demandas da cadeia produtiva de suínos.

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O Sinsui tem como proposta promover atualização técnica e inovação na suinocultura brasileira, com ênfase em sanidade, produção, reprodução e gestão. Também busca estimular o debate sobre o desenvolvimento do setor na América Latina.

Na prática, a atualização de fiscais e equipes técnicas está associada à capacidade de resposta do serviço oficial diante de ocorrências sanitárias, exigências de controle e acompanhamento da produção. Em cadeias como a suinocultura, protocolos sanitários, monitoramento e orientação técnica têm relação direta com a manutenção da produção e com a conformidade exigida pelo mercado.

O conteúdo divulgado pela secretaria não detalha quais painéis foram acompanhados pelos servidores nem apresenta medidas novas ou alterações regulatórias decorrentes do evento.

A qualificação continuada de fiscais e técnicos integra a rotina da defesa sanitária animal e tende a ganhar importância em um cenário de exigências sanitárias permanentes para a produção de suínos. Sem informações adicionais da organização ou da secretaria, não é possível projetar desdobramentos operacionais além da atualização técnica informada.

Fonte: agricultura.rs.gov.br

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China suspende três frigoríficos brasileiros por questão sanitária


China suspende compras de três frigoríficos brasileiros de carne bovina

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) informou, nesta sexta-feira (22), que a suspensão das importações chinesas de carne bovina e derivados de três frigoríficos brasileiros tem caráter temporário e preventivo. Segundo a entidade, a medida foi adotada pelas autoridades sanitárias da China após a identificação de resíduos em desacordo com os requisitos do país asiático. O tema, de acordo com a associação, está sendo tratado em âmbito técnico entre Brasil e China.

Segundo a Administração Geral das Alfândegas da China, foram desabilitadas as unidades da JBS S/A, em Pontes e Lacerda (MT), sob o Serviço de Inspeção Federal (SIF) 51; da Prima Foods, em Araguari (MG), SIF 177; e da Vale Grande Indústria e Comércio de Alimentos S/A, a Frialto, em Matupá (MT), SIF 4490.

A alegação das autoridades chinesas é a presença de resíduos de acetato de medroxiprogesterona nas cargas. A substância é usada como medicamento veterinário, mas é proibida na China. Em nota, a Abiec afirmou que a suspensão tem como objetivo permitir a rastreabilidade da matéria-prima e a adoção das providências técnicas necessárias pelas empresas e pelas autoridades competentes.

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A entidade informou ainda que acompanha o caso em conjunto com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Também declarou que as cargas apontadas pelas autoridades chinesas estão sendo tratadas conforme os protocolos sanitários estabelecidos entre os dois países.

No comércio exterior, a medida atinge um mercado central para a carne bovina brasileira. Atualmente, 63 frigoríficos do Brasil estão habilitados a exportar para a China. Em 2025, o país asiático respondeu por embarques de 1,7 milhão de toneladas, com receita de US$ 8,8 bilhões, segundo os dados citados no conteúdo divulgado.

A Abiec afirmou que os demais estabelecimentos habilitados seguem operando normalmente. Com isso, o fluxo das exportações brasileiras de carne bovina para o mercado chinês permanece em curso, embora a suspensão exija acompanhamento técnico por envolver exigências sanitárias de um dos principais compradores do produto brasileiro.

O desdobramento do caso dependerá da apuração técnica sobre a origem dos resíduos, da rastreabilidade da matéria-prima e das tratativas sanitárias entre Brasil e China. Até o momento, não foram informados prazos oficiais para eventual reabilitação das três unidades suspensas.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & Agro

Previsão do tempo divide Brasil entre chuva, frio e seca


A previsão do tempo para sexta-feira, 22 de maio, indica um Brasil dividido entre pancadas de chuva, frio em perda de intensidade e áreas de tempo seco, segundo dados divulgados pelo Inmet. As condições merecem atenção do setor agropecuário porque podem afetar atividades de campo, deslocamento de máquinas, manejo de lavouras, pastagens e planejamento operacional em diferentes regiões do país.

Previsão do tempo mantém chuva no Norte e no Sudeste

De acordo com levantamento do Inmet, as pancadas de chuva continuam na Região Norte nesta sexta-feira, atingindo boa parte do Amazonas e do Pará, além dos estados mais ao norte do país, como Roraima, Amapá e áreas do norte do Amazonas. O destaque fica para o litoral do Amapá, onde os acumulados podem se intensificar e superar os 70 milímetros em algumas localidades.

Para o produtor rural, o volume de chuva exige atenção ao excesso de umidade no solo, às condições de acesso às áreas produtivas e ao andamento de atividades que dependem de janelas de tempo mais firme. Ainda conforme o Inmet, as temperaturas na Região Norte devem variar entre mínima de 17 °C, prevista para Rio Branco, e máxima de 35 °C em Palmas, onde a umidade relativa do ar pode chegar a 30% no período da tarde.

No Sudeste, as condições para pancadas de chuva também permanecem. Segundo o Inmet, há previsão de chuvas isoladas ao longo do litoral de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. No nordeste de Minas Gerais, a possibilidade é de pancadas de chuva, com acumulados mais significativos em relação a outras áreas da região. As temperaturas máximas previstas chegam a 34 °C, enquanto as mínimas ficam em torno de 16 °C.

Nordeste terá chuva no litoral e tempo seco no Sertão

Na Região Nordeste, a previsão do tempo para sexta-feira aponta chuva isolada ao longo de todo o litoral, principalmente no Recôncavo Baiano e na faixa entre o Maranhão e o Rio Grande do Norte. O Inmet também indica pancadas de chuva no sul da Bahia ao longo de todo o dia, condição que pode interferir em atividades agrícolas, deslocamentos e manejo em áreas mais sensíveis à umidade.

Apesar da instabilidade no litoral, o tempo segue firme e seco no Sertão. Conforme os dados divulgados pelo Inmet, a umidade relativa mínima pode atingir 30% em partes do Piauí, da Paraíba e do oeste da Bahia. Esse cenário reforça a necessidade de atenção ao manejo hídrico, à saúde de animais em sistemas pecuários e à conservação de umidade no solo, especialmente em áreas onde a estiagem já limita o desenvolvimento das culturas.

As temperaturas permanecem semelhantes às registradas no dia anterior, com a principal mudança prevista para o sul da Bahia. Em Teixeira de Freitas, a máxima deve ficar abaixo dos 26 °C, segundo o instituto. A combinação entre chuva no litoral e tempo seco no interior mantém contrastes importantes dentro da própria região, exigindo planejamento local por parte de produtores, cooperativas e técnicos.

Centro-Oeste segue com predomínio de sol e calor

No Centro-Oeste, a sexta-feira não deve trazer mudanças significativas nas condições meteorológicas. De acordo com o Inmet, haverá variação de nebulosidade, mas o sol deve predominar na maior parte dos estados da região. Não há indicação de chuva relevante no material divulgado, o que mantém o padrão de tempo firme observado no dia anterior.

As temperaturas máximas devem ficar em torno de 36 °C, enquanto as mínimas ficam próximas de 15 °C. Para o agro, o cenário favorece algumas operações de campo que dependem de tempo seco, mas também exige atenção ao calor, à baixa umidade e à conservação de água em sistemas produtivos. Em áreas de lavouras, pastagens e armazenamento, o monitoramento das condições ambientais segue importante para evitar perdas operacionais.

A permanência do tempo estável também pode contribuir para o avanço de atividades como colheita, transporte e preparo de áreas, desde que as condições locais de solo permitam. Por outro lado, a ausência de chuva pode ampliar a necessidade de estratégias de manejo em propriedades que dependem de umidade para manutenção de culturas e pastagens.

Frio perde força, mas geada ainda preocupa no Sul

Na Região Sul, o frio começa a perder força nesta sexta-feira, mas o risco de geada ainda permanece. Segundo o Inmet, há previsão de geada no norte do Rio Grande do Sul e na Serra Catarinense, embora com menor intensidade. As mínimas seguem próximas de zero em Santa Catarina e no norte gaúcho, condição que exige atenção especial de produtores em áreas suscetíveis.

A formação de áreas de instabilidade também deve alterar as condições do tempo na região. Conforme o Inmet, são esperadas pancadas de chuva no Paraná e em Santa Catarina. Essa combinação entre frio, umidade e instabilidade pode impactar o manejo de culturas sensíveis, a sanidade de animais e a programação de atividades de campo, especialmente em áreas serranas e regiões produtoras com maior exposição às baixas temperaturas.

As máximas devem ficar em torno de 24 °C no norte do Paraná, indicando recuperação térmica em parte da região. Ainda assim, a previsão de mínimas próximas de zero mantém o alerta para culturas mais vulneráveis à geada e para sistemas pecuários que exigem maior cuidado nas primeiras horas do dia.

 





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Demanda aquecida impulsiona preços do frango, aponta Cepea


carne de frango
Foto: Motion Array

O avanço nos preços da carne de frango em maio diminuiu a competitividade da proteína frente às carnes suína e bovina no mercado atacadista da Grande São Paulo.

Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que, enquanto os valores do frango subiram em relação a abril, os da carne suína recuaram e os da bovina seguiram praticamente estáveis.

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Segundo o Cepea, o frango inteiro resfriado foi comercializado, em média, a R$ 7,31 por quilo até o dia 20 de maio, alta de 1,6% frente ao mês anterior. A valorização foi impulsionada pela demanda interna aquecida e pelo bom desempenho das exportações de produtos avícolas.

Apesar do movimento de alta, pesquisadores do Cepea apontam que a liquidez começou a enfraquecer na segunda quinzena do mês, o que já provocou ajustes negativos nos preços. Caso o ritmo mais lento de negociações persista, o avanço mensal do frango pode perder força ou até dar lugar a novas quedas nas próximas semanas.

No atacado da Grande São Paulo, o frango inteiro resfriado é negociado atualmente a R$ 1,38 por quilo abaixo da carcaça especial suína. Já em relação à carne bovina, a diferença permanece maior: o frango está R$ 7,31 por quilo abaixo da carcaça casada bovina.

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Chuvas e melhora das pastagens ajudam a segurar oferta de boi gordo no mercado


boi
Foto: Fabiano Marques/Embrapa

O retorno das chuvas em importantes regiões pecuárias do país começou a influenciar diretamente o comportamento do mercado do boi gordo. Com melhora das condições das pastagens, produtores ganham maior capacidade de retenção dos animais no campo, reduzindo a pressão de oferta em algumas praças.

Ainda assim, frigoríficos seguem abastecidos e operando com escalas de abate confortáveis, o que mantém os preços estáveis e o ritmo de negócios lento, segundo análise divulgada pelo Cepea no podcast Bom Dia do Boi Cepea.

De maneira geral, o mercado permaneceu travado nesta quinta-feira (22), sem alterações significativas nos preços em grande parte das regiões monitoradas. Mesmo sem excesso de animais disponíveis, as indústrias conseguem preencher as programações de abate sem necessidade de elevar os valores pagos pela arroba.

Pará

No Pará, as chuvas registradas recentemente favoreceram as condições de pastagem e reduziram a oferta de animais para venda. Com isso, os pecuaristas passaram a reter mais o gado no pasto. As escalas de abate no estado variam entre seis e 12 dias, enquanto as negociações do boi gordo ficaram entre R$ 335 e R$ 345 por arroba.

Mato Grosso

Em Rondonópolis, no Mato Grosso, a melhora na oferta de lotes compostos principalmente por animais de pasto contribuiu para alongar as escalas até o início de junho, entre cinco e 11 dias. As negociações na região ocorreram entre R$ 340 e R$ 345 por arroba.

Minas Gerais e São Paulo

Já no Triângulo Mineiro, o mercado teve movimentação reduzida devido às escalas confortáveis das indústrias frigoríficas, que seguem afastadas das compras mais agressivas. O boi gordo registrou média de R$ 320,71 por arroba.

Em São Paulo, a liquidez permaneceu baixa e o mercado continuou pressionado. Os negócios variaram entre R$ 345 e R$ 350 por arroba. O indicador Cepea/Esalq fechou com média à vista de R$ 345,45, consolidando mais um dia de estabilidade na principal praça pecuária do país.

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Embrapa destaca sistemas agroflorestais como alternativa de produção sustentável


Embrapa destaca sistemas agroflorestais como alternativa de produção sustentável

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apresentou, na 4ª semana de maio de 2026, uma edição do programa Prosa Rural dedicada aos sistemas agroflorestais. Segundo o conteúdo divulgado para todas as regiões do país, os chamados SAFs combinam árvores com culturas agrícolas, hortaliças, forrageiras e espécies frutíferas em uma mesma área de produção. A proposta, de acordo com a estatal, é associar produção de alimentos, conservação ambiental e uso mais eficiente dos recursos naturais.

No material de divulgação, a Embrapa informa que os sistemas agroflorestais reúnem diferentes espécies no mesmo espaço produtivo, com foco na diversificação da produção. Entre os componentes citados estão plantas de lavoura, hortaliças, forrageiras, frutíferas e árvores, em arranjos que podem ser adaptados às condições locais.

A instituição afirma que esse modelo contribui para a conservação do solo e para a maior retenção de água. Esses dois pontos são apresentados como parte da estratégia de enfrentamento aos efeitos das mudanças climáticas sobre a produção vegetal, especialmente em sistemas mais dependentes da regularidade das chuvas e da manutenção da umidade no solo.

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Do ponto de vista econômico, a Embrapa destaca que os SAFs permitem plantios variados em uma mesma área, com colheitas e comercialização em diferentes períodos do ano. Na prática, essa diversificação pode distribuir a oferta de produtos ao longo do calendário produtivo e reduzir a dependência de uma única cultura.

O conteúdo divulgado não detalha indicadores de produtividade, área implantada, custo de adoção ou resultados regionais específicos. Também não informa exemplos de propriedades, culturas predominantes ou comparação direta com outros sistemas produtivos. Ainda assim, o tema tem relevância técnica para produtores, sobretudo da agricultura familiar, por envolver manejo integrado, sustentabilidade e adaptação produtiva.

A edição foi disponibilizada no Prosa Rural, programa de rádio da Embrapa, com versão estendida em podcast nas plataformas digitais informadas pela instituição.

Com base nas informações apresentadas pela Embrapa, os sistemas agroflorestais aparecem como uma alternativa de diversificação produtiva e conservação de recursos naturais. A adoção prática, no entanto, depende de planejamento técnico, definição das espécies e adequação às condições de cada propriedade, pontos que não foram detalhados no material de divulgação.

Fonte: embrapa.br

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Programa amplia renda de produtoras rurais em Rio Bonito do Iguaçu


Programa amplia renda de produtoras rurais em Rio Bonito do Iguaçu

Três produtoras rurais de Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, ampliaram ou estruturaram atividades econômicas após atendimento pelo programa Nossa Gente Paraná/Renda Agricultor e Fomento Rural, com acompanhamento do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná). O caso reúne produção de morango, agroindústria de panificados e inserção em canais de comercialização locais e institucionais. O município havia sido atingido por um tornado em novembro do ano passado, contexto que reforçou a busca por alternativas de reconstrução da renda no campo.

Na comunidade Nossa Senhora Aparecida, Elisiane de Almeida Fin implantou uma estufa para cultivo de morango após ingressar no programa em 2024. Segundo as informações divulgadas, a estrutura produz atualmente 40 quilos por semana. A comercialização ocorre com vizinhos, pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e em eventos do município. A família também prepara uma segunda estufa, com mais 1.200 pés de morango.

Na comunidade Charqueado, Mareli Ratajewski estruturou uma agroindústria de panificados com apoio técnico do IDR-Paraná. A produção abastece consumidores da vizinhança, programas oficiais e pontos ligados ao turismo local. Na comunidade Sede, Janete Borges ampliou a linha de produtos de sua agroindústria, que passou de um portfólio inicial para mais de dez itens, entre pães, cucas e doces.

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Além do atendimento do IDR-Paraná, as produtoras participaram de cursos promovidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e pela Secretaria Municipal da Agricultura. O conteúdo original, porém, não informa o valor dos recursos aplicados em cada projeto nem o volume total de investimento público.

As três também integram a Rota Renascer, circuito criado após o tornado para estimular o turismo rural e agregar renda às propriedades. Nesse modelo, a produção agropecuária e agroindustrial passa a operar em múltiplos canais, combinando venda direta, abastecimento institucional e fluxo turístico.

Os casos mostram que, quando há assistência técnica, capacitação e acesso a mercados, pequenos empreendimentos rurais podem ampliar a geração de renda e diversificar a atividade produtiva. Sem dados oficiais sobre investimento, faturamento e número de beneficiários, a dimensão econômica total da iniciativa no município ainda não pode ser medida com precisão.

Fonte: agricultura.pr.gov.br

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Sentimento do consumidor nos Estados Unidos cai para 44,8 em maio


Dólar cai 1,37% e fecha abaixo de R$ 5,00

O índice de sentimento do consumidor nos Estados Unidos caiu de 49,8 em abril para 44,8 em maio, segundo pesquisa final divulgada pela Universidade de Michigan nesta sexta-feira (22). O resultado ficou abaixo da leitura preliminar, de 48,2, e também da projeção de analistas consultados pela FactSet, que esperavam 48,4. O levantamento ainda apontou avanço nas expectativas de inflação de curto e de médio prazo.

De acordo com a pesquisa, a expectativa de inflação para os próximos 12 meses subiu de 4,7% em abril para 4,8% em maio. O número também superou a leitura preliminar do mês, que indicava 4,5%.

No horizonte de cinco anos, a expectativa inflacionária avançou de 3,5% para 3,9%. Nesse caso, o dado final também veio acima da estimativa preliminar, de 3,4%. A combinação entre confiança mais baixa e inflação esperada mais alta reforça a percepção de maior cautela entre as famílias norte-americanas.

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Como os Estados Unidos seguem como referência para a política monetária global, indicadores dessa natureza são acompanhados de perto por agentes de mercado. Expectativas de inflação mais elevadas podem influenciar a trajetória dos juros no país e, por consequência, afetar o comportamento do dólar, dos títulos do Tesouro americano e das bolsas internacionais.

Para o agronegócio, esse ambiente é relevante porque mudanças em juros e câmbio nos Estados Unidos costumam repercutir sobre o fluxo financeiro para commodities, sobre a formação de preços internacionais e sobre a competitividade das exportações brasileiras. Também podem alterar o custo de insumos dolarizados, como fertilizantes e defensivos.

O levantamento divulgado nesta sexta-feira (22) não detalha, no material informado, os fatores específicos que levaram à piora do indicador em maio nem traz reação imediata de mercados ou setores produtivos.

Sem novos dados sobre atividade, emprego e inflação ao consumidor nos Estados Unidos, não há base suficiente para projetar mudança imediata de cenário. Ainda assim, a combinação entre menor confiança e expectativas inflacionárias mais altas tende a permanecer no radar de exportadores, indústrias e agentes ligados às commodities.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Comissão da Câmara debate demandas de trabalhadores rurais assalariados na terça-feira


Comissão da Câmara debate demandas de trabalhadores rurais assalariados na terça-feira

A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados realiza, na terça-feira (26), às 16h30, uma audiência pública para discutir as demandas dos trabalhadores rurais assalariados. A reunião ocorrerá em plenário ainda a ser definido. O debate foi solicitado pelo deputado Bohn Gass (PT-RS) e deve reunir representantes dos trabalhadores, do poder público e de entidades da sociedade civil.

Segundo a justificativa do requerimento, o foco da audiência será o mercado de trabalho rural assalariado. De acordo com o parlamentar, o Brasil tem atualmente 4 milhões de trabalhadores rurais assalariados. A audiência deve abordar temas como saúde e segurança no trabalho, combate ao trabalho análogo à escravidão, redução da informalidade, valorização da remuneração, igualdade de gênero e raça e fortalecimento da negociação coletiva.

O debate também deve contar com a apresentação de um documento da Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados e Assalariadas Rurais (Contar), com um resumo dos principais pontos defendidos pela entidade. O texto pode servir de base para discussões legislativas e para o detalhamento de demandas do segmento.

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A Câmara informou que a audiência será realizada em plenário ainda não definido. O material divulgado também menciona convidados para a reunião, mas a lista nominal não foi apresentada no conteúdo disponível até o momento.

Na prática, a discussão envolve aspectos regulatórios e operacionais do trabalho no campo. Questões relacionadas à formalização, segurança ocupacional e negociação coletiva têm conexão direta com a gestão de mão de obra em propriedades rurais e empresas ligadas à produção agropecuária. O tema também alcança cadeias produtivas que dependem de trabalhadores contratados em atividades permanentes ou sazonais.

Em declaração divulgada pela Câmara, Bohn Gass afirmou que o debate busca aprofundar o diálogo entre o Parlamento, os representantes dos trabalhadores, o poder público e entidades da sociedade civil, com o objetivo de qualificar o processo legislativo sobre o trabalho rural.

A audiência poderá indicar prioridades para futuras propostas legislativas ou ajustes em políticas públicas voltadas ao trabalho no campo. Até a realização da reunião, ainda não há detalhes adicionais sobre o plenário nem sobre a lista completa de participantes.

Fonte: camara.leg.br

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