quinta-feira, junho 25, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Futuros da soja nos EUA se recuperam



Preços futuros da soja nos Estados Unidos seguem em recuperação


Foto: Pixabay

Os preços futuros da soja nos Estados Unidos seguem em recuperação, impulsionados pelo avanço de acordos comerciais entre os governos norte-americano e da China, principal importadora global da oleaginosa. O país asiático comprometeu-se a adquirir dos Estados Unidos US$ 17 bilhões anuais em produtos agrícolas, além de 25 milhões de toneladas de soja.

Soma-se a isso o dólar abaixo de R$ 5,00, o que tende a favorecer as exportações norte-americanas. Apesar disso, pesquisadores do Cepea destacam que a expectativa é de manutenção da forte demanda chinesa por soja brasileira, favorecida pelo menor prêmio de exportação no Brasil.

De acordo com o Cepea, na semana passada, a valorização doméstica da soja em grão esteve atrelada à firme demanda, sobretudo externa, pela oleaginosa brasileira. Segundo dados da Secex, a média diária de exportações neste mês (10 dias úteis) supera em 18,5% a registrada no mês anterior. Vale lembrar que o Brasil já havia registrado recorde de embarques da oleaginosa em abril.





Source link

News

IBGE realiza encontro administrativo com foco na preparação do Censo Agropecuário


IBGE destaca novo Censo Agropecuário em homenagem pelos 90 anos em Sergipe

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realiza entre domingo (25) e terça-feira (27), no Rio de Janeiro, o Encontro Administrativo 2026. A agenda reunirá servidores das áreas de recursos humanos, recursos materiais, planejamento e gestão, além de orçamento e finanças. Segundo o instituto, o objetivo é alinhar procedimentos internos e preparar as equipes para os próximos desafios institucionais, com destaque para a operação do Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola.

De acordo com o IBGE, o encontro será fechado e contará com a participação de equipes da sede e das Superintendências Estaduais (SES) em todo o país. A programação prevê integração entre as áreas administrativas, capacitação técnica, troca de experiências e padronização de procedimentos operacionais.

O primeiro dia terá abordagem comum a todas as áreas envolvidas e transmissão pelo IBGE Digital. Os dois dias seguintes serão dedicados a temas específicos de cada coordenação, com oficinas voltadas a processos técnicos e operacionais. A orientação do instituto é que os participantes retornem às suas unidades para replicar os conteúdos tratados.

Receba no seu e-mail as notícias mais importantes do dia, análises de mercado e os principais fatos que movimentam o agronegócio: assine a newsletter do Canal Rural

A diretora-executiva do IBGE, Flávia Vinhaes, afirmou que esta é a segunda vez, na atual gestão, que a instituição promove um encontro entre as áreas administrativas da sede e das superintendências. Segundo ela, a iniciativa busca preparar as equipes para os próximos censos e ampliar a integração entre servidores. Bruno Malheiros, coordenador de Recursos Humanos, também destacou que a estrutura administrativa é necessária para viabilizar as operações do órgão.

Para o setor agropecuário, a preparação do Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola tem relevância porque o levantamento produz dados sobre estabelecimentos rurais, uso da terra, produção, rebanhos e perfil produtivo. Essas informações costumam servir de base para políticas públicas, planejamento setorial e acompanhamento das cadeias produtivas. No material divulgado, o IBGE não informou detalhes adicionais sobre o cronograma da operação censitária nem sobre etapas futuras de campo.

O encontro administrativo tem caráter interno, mas integra a etapa de organização institucional para futuras operações estatísticas do IBGE. Sem informações adicionais sobre calendário, orçamento ou execução do Censo Agropecuário, a dimensão prática dos próximos passos ainda depende de novos comunicados oficiais do instituto.

Fonte: agenciadenoticias.ibge.gov.br

O post IBGE realiza encontro administrativo com foco na preparação do Censo Agropecuário apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Focus mantém Selic de 2026 em 13,25% e eleva mediana de curto prazo


Tereza Cristina diz que PL das dívidas rurais trata de R$ 170 bilhões

A mediana do relatório Focus para a taxa Selic no fim de 2026 permaneceu em 13,25%, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (25). O levantamento mostra, porém, mudança nas estimativas mais recentes do mercado, em um cenário de incerteza internacional e pressão nos preços do petróleo devido à guerra no Oriente Médio. Atualmente, a Selic está em 14,50% ao ano, após dois cortes de 0,25 ponto porcentual promovidos pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em 2026.

Considerando apenas as 97 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis às novidades do cenário, a mediana para a Selic no fim deste ano subiu de 13,25% para 13,50%. O movimento indica revisão das apostas sobre a extensão do ciclo de afrouxamento monetário.

Para 2027, a mediana do Focus permaneceu em 11,25% pela segunda semana consecutiva. Um mês antes, a projeção era de 11,0%. No recorte das 94 estimativas mais recentes, a taxa passou de 11,50% para 11,38%. Para 2028, a mediana seguiu em 10,0% pela 18ª semana seguida. Para 2029, a expectativa também foi mantida em 10,0%, ante 9,75% um mês antes.

Receba no seu e-mail as notícias mais importantes do dia, análises de mercado e os principais fatos que movimentam o agronegócio: assine a newsletter do Canal Rural

Na ata da reunião mais recente, o Copom informou que seguirá com “cautela e serenidade” na condução da política monetária. Segundo o comitê, a magnitude e a duração do ciclo de calibragem dos juros dependerão de novas informações sobre os conflitos internacionais e de seus efeitos diretos e indiretos sobre a inflação.

Para o setor agropecuário, a trajetória da Selic é um indicador relevante porque influencia o custo do crédito, o financiamento da produção, o capital de giro e os investimentos em máquinas, armazenagem e expansão operacional. Juros mais altos por período prolongado tendem a manter mais restritas as condições financeiras, especialmente em cadeias com maior dependência de financiamento. O relatório, no entanto, não detalha impactos setoriais específicos.

O quadro de juros para os próximos anos segue condicionado ao comportamento da inflação e ao ambiente externo. Com a sinalização de cautela do Banco Central, novas revisões devem continuar dependentes da evolução dos preços de energia, do conflito no Oriente Médio e da leitura do mercado sobre o ritmo de convergência inflacionária.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Focus mantém Selic de 2026 em 13,25% e eleva mediana de curto prazo apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Preço do etanol cai em 20 estados e média nacional recua para R$ 4,27


Preço do etanol cai em 20 estados e recua para R$ 4,27 por litro, diz ANP

Os preços médios do etanol hidratado caíram em 20 estados na semana passada, subiram em quatro unidades da federação e no Distrito Federal e ficaram estáveis em dois estados, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. Na média nacional, o litro recuou 2,51%, para R$ 4,27. Em São Paulo, principal estado produtor e consumidor do biocombustível, o preço caiu 1,97%, para R$ 3,99 por litro.

Entre as altas registradas no período, os maiores avanços percentuais ocorreram em Alagoas, com 3,13%, para R$ 5,27 o litro, e no Acre, com 0,75%, para R$ 5,35. Também houve elevação no Distrito Federal, de 0,68%, para R$ 4,43, no Piauí, de 0,60%, para R$ 4,99, e em Rondônia, de 0,18%, para R$ 5,65.

O menor preço encontrado pela ANP em postos do país foi de R$ 2,98 por litro, em São Paulo. O maior valor registrado foi de R$ 6,59, em Pernambuco. Entre as médias estaduais, o menor preço ficou em São Paulo, com R$ 3,99, enquanto o maior foi apurado no Amapá, com R$ 5,84 por litro.

Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

No recorte de competitividade frente à gasolina, o etanol foi considerado vantajoso em apenas sete estados e no Distrito Federal. Na média nacional, a paridade do hidratado ante a gasolina ficou em 64,50%, nível favorável ao consumo do biocombustível.

Os melhores índices de paridade foram observados em São Paulo, com 61,67%, em Mato Grosso, com 61,76%, e em Mato Grosso do Sul, com 64,26%. Também ficaram abaixo de 70% Bahia, com 68,27%, Goiás, com 66,23%, Minas Gerais, com 68,40%, Paraná, com 65,58%, e Distrito Federal, com 68,15%.

Os dados indicam um movimento de acomodação nos preços ao consumidor, com diferença relevante entre as regiões. Para a cadeia sucroenergética, o comportamento do etanol no varejo segue como referência para o escoamento do biocombustível e para a disputa de mercado com a gasolina.

A leitura sobre os próximos movimentos de preços depende da evolução das cotações dos combustíveis, da oferta nas usinas e da relação com a gasolina. A ANP não apresentou, neste levantamento, projeções para as semanas seguintes. Executivos do setor observam que, em alguns veículos, o etanol pode manter competitividade mesmo com paridade superior a 70%.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Preço do etanol cai em 20 estados e média nacional recua para R$ 4,27 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Preço do etanol cai em 20 estados e recua para R$ 4,27 por litro, diz ANP


Preço do etanol cai em 20 estados e recua para R$ 4,27 por litro, diz ANP

Os preços médios do etanol hidratado caíram em 20 estados na semana passada, subiram em quatro e no Distrito Federal e ficaram estáveis em dois, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. Na média nacional, o litro recuou 2,51% e passou a R$ 4,27. Em São Paulo, principal estado produtor e consumidor, o valor caiu 1,97%, para R$ 3,99 por litro.

Entre as unidades da Federação com alta semanal, os avanços foram registrados no Acre, onde o litro subiu 0,75%, para R$ 5,35; em Alagoas, com alta de 3,13%, para R$ 5,27; no Distrito Federal, com avanço de 0,68%, para R$ 4,43; no Piauí, com elevação de 0,60%, para R$ 4,99; e em Rondônia, com variação positiva de 0,18%, para R$ 5,65.

O menor preço encontrado em postos foi de R$ 2,98 por litro, em São Paulo. O maior valor observado foi de R$ 6,59, em Pernambuco. No recorte por médias estaduais, São Paulo teve o menor preço médio, de R$ 3,99 por litro, enquanto o Amapá registrou o maior, de R$ 5,84.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

No comparativo com a gasolina, o etanol permaneceu mais competitivo em sete estados e no Distrito Federal. Na média nacional, a paridade do biocombustível ficou em 64,50% ante a gasolina, patamar considerado favorável ao consumo do etanol. As relações mais baixas foram observadas em São Paulo, com 61,67%, e em Mato Grosso, com 61,76%. Também houve vantagem na Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal.

Esse indicador é acompanhado de perto pelo setor sucroenergético porque influencia a demanda nos postos e, por consequência, a dinâmica de comercialização do etanol. Segundo executivos do setor citados no levantamento, a competitividade pode se manter mesmo acima da paridade de 70%, a depender do modelo e da eficiência do veículo utilizado.

Os dados da ANP indicam um mercado com recuo disseminado de preços e manutenção da atratividade do etanol em parte relevante do país. Para avaliar os próximos movimentos, ainda será necessário acompanhar o comportamento semanal dos combustíveis nos postos e a evolução da paridade com a gasolina nas principais praças consumidoras.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Preço do etanol cai em 20 estados e recua para R$ 4,27 por litro, diz ANP apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Banco Central aponta alta da incerteza externa com conflito no Oriente Médio


Juros futuros recuam com reabertura parcial do Estreito de Ormuz

O Banco Central informou nesta segunda-feira (25), no Relatório de Estabilidade Financeira (REF) referente ao segundo semestre de 2025, que a incerteza sobre o ambiente externo aumentou no período. Segundo a autoridade monetária, o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã ampliou o risco no cenário global, com efeitos sobre a região e sobre o fluxo de commodities pelo Estreito de Ormuz.

De acordo com o Banco Central, a piora da percepção externa ocorreu em meio ao avanço do conflito no Oriente Médio e ao ambiente de incerteza sobre políticas econômicas ao longo de 2025. O relatório também menciona o aumento de tarifas pelos Estados Unidos, embora destaque que o crescimento global encerrou 2025 acima do esperado no início do ano.

No documento, o BC afirma que os impactos do conflito vêm se estendendo na região e atingindo o fluxo de commodities pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio internacional. O relatório não detalha, no trecho informado, quais produtos foram mais afetados nem apresenta números sobre volume ou preço dessas mercadorias.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Para o agronegócio, o tema é acompanhado porque mudanças no transporte internacional de commodities e de energia podem alterar custos logísticos, formação de preços e condições de comércio exterior. Além disso, oscilações no cenário internacional costumam influenciar câmbio, fretes e acesso a financiamento, pontos relevantes para produtores, cooperativas, tradings e agroindústrias.

Apesar do aumento da incerteza, o Banco Central registrou que a oferta de linhas de funding externo ao Sistema Financeiro Nacional segue abundante e acima da demanda, sem indícios de pressão de preços no curto prazo. Essa avaliação indica, segundo o documento, que não há sinal imediato de restrição nas condições externas de financiamento.

O REF é um dos relatórios usados pelo Banco Central para monitorar riscos ao sistema financeiro e às condições de crédito, em um ambiente que combina eventos geopolíticos, comércio internacional e liquidez global.

A sinalização do Banco Central sugere atenção ao ambiente internacional, especialmente em rotas de commodities e no custo de capital externo. No entanto, o relatório indica que, até o momento, não há evidência de pressão imediata sobre o funding externo no curto prazo. A extensão dos efeitos sobre preços, logística e cadeias produtivas dependerá da evolução do conflito e de novos dados de mercado.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Banco Central aponta alta da incerteza externa com conflito no Oriente Médio apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Focus eleva projeção do IPCA de 2026 para 5,04%


Câmara analisa urgência de projeto sobre normas que afetam produção agropecuária

A mediana das projeções do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026 subiu de 4,92% para 5,04% no relatório Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (25). O resultado marca a décima primeira alta semanal consecutiva e mantém a estimativa acima do teto da meta contínua de inflação, fixado em 4,50%. O movimento ocorre em meio à elevação das incertezas externas e à alta do petróleo, que pressiona combustíveis e outros custos da economia.

De acordo com o Banco Central (BC), ao considerar apenas as 115 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana para o IPCA de 2026 avançou de 5,04% para 5,07%, sinalizando deterioração mais recente das expectativas. Para 2027, a mediana passou de 4,00% para 4,01%. No recorte das 112 projeções mais recentes, subiu de 4,00% para 4,04%.

Para 2028, a mediana permaneceu em 3,65%, enquanto a expectativa para 2029 ficou em 3,50% pela 38ª semana consecutiva. Na ata da reunião de abril, o Comitê de Política Monetária (Copom) informou preocupação com a desancoragem das expectativas em horizontes mais longos e citou efeitos de segunda ordem do choque de oferta do petróleo.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

O próprio Copom revisou em abril suas projeções de inflação. A estimativa para 2026 subiu de 3,9% para 4,6%, e a de 2027 passou de 3,3% para 3,5%. Ainda assim, a trajetória projetada pelo mercado segue acima da calculada pela autoridade monetária.

Para o agronegócio, o quadro é acompanhado com atenção porque inflação mais alta pode sustentar juros elevados por mais tempo, além de ampliar pressões sobre diesel, fertilizantes, defensivos, frete e energia. Esses itens têm peso relevante no custo de produção agropecuária, no processamento industrial e na logística de escoamento.

Desde 2025, a meta de inflação passou a ser contínua, com centro de 3,0% e intervalo de tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos. Se o IPCA acumulado em 12 meses permanecer fora dessa faixa por seis meses consecutivos, o Banco Central considera descumprido o objetivo.

O cenário para os próximos meses dependerá da evolução do conflito no Oriente Médio, do comportamento do petróleo e da reação das expectativas inflacionárias. No momento, os dados do Focus indicam pressão persistente acima da meta, mas não permitem concluir, isoladamente, qual será a trajetória futura dos juros sem novas sinalizações do Banco Central.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Focus eleva projeção do IPCA de 2026 para 5,04% apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Comissão da Câmara debate concessão da BR-364 entre Mato Grosso e Rondônia


Ministro cita R$ 240 bilhões contratados em obras rodoviárias em três anos

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados realiza, nesta terça-feira (26), às 10 horas, uma audiência para discutir questões relacionadas à concessão da BR-364, no trecho que liga Mato Grosso a Rondônia. O debate será interativo e deve tratar da cobrança de pedágio, do plano de obras e das obrigações previstas no contrato firmado após a conclusão do processo de concessão em 2025.

O requerimento para a audiência foi apresentado pelo deputado Rafael Fera (Pode-RO). Segundo o parlamentar, a BR-364 integra um eixo logístico relevante para Rondônia, com ligação à região Centro-Oeste, por onde passa parte da produção do estado.

Entre os pontos levantados pelo deputado está a cobrança antecipada de pedágio antes da execução de obras de infraestrutura no trecho concedido. Ele afirma que o processo deveria ter sido antecedido por procedimentos técnicos e por ampla discussão com a sociedade local.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

A audiência também deve abordar o acesso ao plano de execução das obras, aos documentos que embasaram os valores das tarifas autorizadas em contrato e à autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para a cobrança antecipada, já com valores corrigidos. O material com a lista de convidados e eventuais documentos técnicos complementares não foi detalhado no conteúdo disponível.

Outro foco do debate são as obrigações da concessão, como duplicação, implantação de faixas adicionais, acostamentos, passarelas, pontos de parada de ônibus e áreas de descanso para caminhoneiros. Em corredores usados para transporte de grãos, proteína animal, insumos e combustíveis, a execução ou o atraso dessas etapas pode alterar tempo de viagem, previsibilidade operacional e custo logístico.

O resultado da discussão pode indicar o nível de transparência sobre o contrato e o andamento das intervenções previstas, tema acompanhado por transportadores, embarcadores e agentes das cadeias produtivas da região.

Até o momento, o conteúdo divulgado informa a realização da audiência, mas não apresenta cronograma atualizado de obras, valores detalhados das tarifas nem manifestação técnica da concessionária ou da ANTT. Esses pontos tendem a orientar os próximos desdobramentos regulatórios e operacionais da concessão.

Fonte: camara.leg.br

O post Comissão da Câmara debate concessão da BR-364 entre Mato Grosso e Rondônia apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

China amplia compras dos EUA, mas demanda por soja brasileira segue alta, avalia Cepea


grãos - soja
Foto: R.R. Rufino/Embrapa

Os preços futuros da soja negociados nos Estados Unidos seguem em recuperação, impulsionados pelo avanço dos acordos comerciais entre os governos norte-americano e chinês. A China, principal compradora global da oleaginosa, comprometeu-se a adquirir dos Estados Unidos cerca de US$ 17 bilhões por ano em produtos agrícolas, incluindo 25 milhões de toneladas de soja.

Outro fator que reforça a competitividade norte-americana é a queda do dólar abaixo de R$ 5,00, cenário que tende a favorecer as exportações dos Estados Unidos no mercado internacional.

Apesar disso, pesquisadores do Cepea avaliam que a demanda chinesa pela soja brasileira deve permanecer elevada. Segundo o centro de pesquisas, o menor prêmio de exportação praticado no Brasil continua sendo um diferencial competitivo importante para o mercado nacional.

Demanda externa sustenta valorização no Brasil

De acordo com o Cepea, a valorização doméstica da soja em grão observada na última semana esteve atrelada à firme demanda, principalmente do mercado externo, pela oleaginosa brasileira.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que a média diária de exportações de soja neste mês, considerando 10 dias úteis, supera em 18,5% o volume registrado no mês anterior.

O desempenho reforça o ritmo aquecido dos embarques brasileiros após o recorde exportado em abril, mantendo o Brasil em posição estratégica no abastecimento global da commodity.

O post China amplia compras dos EUA, mas demanda por soja brasileira segue alta, avalia Cepea apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Semana começa com chuva e alerta de temporais em algumas regiões do país


temporais na previsão do tempo
Foto: Pixabay

A segunda-feira (25) começa com redução gradual da instabilidade em parte do país, mas ainda há alerta para temporais em áreas do Sul e chuva persistente no litoral do Sudeste. Segundo a previsão da Climatempo, a massa de ar frio perde intensidade aos poucos, embora as manhãs continuem com temperaturas amenas em várias regiões.

Sul

No Rio Grande do Sul, o tempo firme predomina durante a manhã, mas a nebulosidade continua elevada ao longo do dia. Entre a tarde e a noite, há risco de pancadas de chuva moderadas a fortes no noroeste, nordeste, Serra, litoral norte, Grande Porto Alegre e Costa Doce.

O avanço da umidade em baixos níveis e a atuação de um cavado meteorológico favorecem a formação de temporais, especialmente no extremo norte gaúcho, com destaque para Erechim e Passo Fundo. Durante a madrugada, as chuvas também avançam para áreas do centro-sul do estado, embora com intensidade mais fraca.

Em Santa Catarina e no Paraná, a instabilidade diminui em relação ao fim de semana, mas a circulação marítima ainda mantém muitas nuvens e chuva fraca a moderada entre o litoral, Serra e leste catarinense. Já no oeste catarinense e no interior paranaense, as pancadas podem ganhar força ao longo da tarde, acompanhadas de trovoadas.

Sudeste

A atuação de um cavado em médios níveis da atmosfera e a circulação de umidade mantêm o tempo instável, principalmente no leste paulista. Em São Paulo, a previsão ainda é de céu encoberto e chuva em vários momentos do dia, especialmente no litoral, Vale do Paraíba e Grande São Paulo. Apesar disso, a tendência é de diminuição gradual da intensidade das precipitações em relação ao fim de semana.

No interior paulista, o tempo fica mais aberto, com possibilidade apenas de chuvas rápidas e isoladas em cidades como Franca e Presidente Prudente.

Minas Gerais também terá maior presença de nuvens no sul do estado, Zona da Mata e Triângulo Mineiro, onde podem ocorrer pancadas fracas a moderadas com trovoadas. No Rio de Janeiro, a chuva deve persistir principalmente no litoral, Costa Verde e sul fluminense. Já no sul do Espírito Santo, a circulação marítima mantém o risco de chuva ao longo do dia.

As temperaturas seguem mais baixas no centro-sul paulista, sul mineiro e parte do território fluminense devido ao tempo fechado e à infiltração marítima.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, o tempo firme predomina em grande parte da região. Mato Grosso e Goiás terão sol entre poucas nuvens e temperaturas elevadas durante a tarde, aumentando a sensação de calor e tempo seco.

Em Mato Grosso do Sul, especialmente nas regiões sul e sudeste, a combinação de umidade e cavado meteorológico favorece pancadas isoladas de chuva ao longo do dia, com possibilidade de maior intensidade durante a noite.

Nordeste

A circulação marítima continua favorecendo chuva em parte da faixa leste do Nordeste. Entre o litoral da Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco, há previsão de chuva fraca a moderada em vários momentos do dia, principalmente nas áreas costeiras. Em Salvador, as pancadas podem ocorrer com maior intensidade.

Já no Maranhão e norte do Piauí, a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém o risco de temporais isolados. Enquanto isso, o interior nordestino segue com predomínio de tempo seco e baixa umidade relativa do ar, principalmente no oeste da Bahia, sul do Maranhão e sul do Piauí.

Norte

Na região Norte, o calor e a alta umidade mantêm a atmosfera instável. Capitais como Belém, Manaus, Boa Vista e Macapá começam o dia com muitas nuvens e pancadas de chuva. Ao longo da tarde e da noite, os temporais se espalham pelo Amapá, Roraima, norte do Amazonas e litoral do Pará.

O post Semana começa com chuva e alerta de temporais em algumas regiões do país apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link