sábado, julho 25, 2026

Autor: Redação

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Anec reduz previsão de exportação de soja do Brasil em julho para 13,50 milhões de toneladas


USDA informa venda de 190 mil toneladas de farelo de soja dos EUA para as Filipinas

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) revisou nesta quarta-feira (22) a estimativa de exportação de soja do Brasil em julho para 13,50 milhões de toneladas, abaixo das 13,76 milhões projetadas na semana passada. Se confirmada, a programação ainda ficará 13,0% acima das 11,94 milhões de toneladas embarcadas em igual mês de 2025.

Em junho, os embarques de soja somaram 13,84 milhões de toneladas, com alta de 0,4% na comparação anual e queda de 10,6% ante maio. No acumulado de janeiro a julho, considerando a programação para este mês, as exportações brasileiras da oleaginosa devem alcançar 86,08 milhões de toneladas, avanço de 7,6% sobre as 80,00 milhões de toneladas registradas em igual período de 2025.

Para o milho, a Anec elevou a previsão de embarques em julho para 3,70 milhões de toneladas, acima das 3,44 milhões estimadas na semana anterior. O volume, porém, representa recuo de 6,7% ante as 3,97 milhões de toneladas exportadas em julho de 2025. Em junho, o Brasil embarcou 466,8 mil toneladas do cereal, queda de 17,9% na comparação anual. No acumulado de janeiro a julho, o line-up indica 9,93 milhões de toneladas, alta de 3,1% sobre o mesmo intervalo do ano passado.

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No farelo de soja, a estimativa para julho passou de 2,57 milhões para 2,55 milhões de toneladas. Se o volume se confirmar, o resultado ficará 18,9% acima das 2,14 milhões de toneladas embarcadas em julho de 2025. Entre janeiro e julho, os embarques do produto devem somar 15,29 milhões de toneladas, avanço de 13,9% na comparação anual.

Para DDGS, a programação de julho é de 46,4 mil toneladas, ante 50,7 mil toneladas em igual mês de 2025. Não há previsão de embarques de trigo no mês.

Na semana de 19 a 25 de julho, a programação prevê 3,24 milhões de toneladas de soja, 629,0 mil toneladas de farelo e 1,20 milhão de toneladas de milho. No caso da soja, os maiores volumes estão previstos para Santos, com 1,07 milhão de toneladas, São Luís/Itaqui, com 504,1 mil toneladas, e Paranaguá, com 458,5 mil toneladas.

Na semana anterior, de 12 a 18 de julho, os embarques somaram 2,72 milhões de toneladas de soja, 582,6 mil toneladas de farelo de soja e 647,5 mil toneladas de milho. A nova programação da Anec mostra ajuste negativo para a soja e avanço nas estimativas semanais e mensais do milho.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Entidades defendem leilão do Tecon-10 e pressionam por decisão na Casa Civil


Entidades defendem leilão do Tecon-10 e pressionam por decisão na Casa Civil

Entidades do agronegócio, da indústria, da logística e do setor portuário encaminharam, na noite de terça-feira (21), uma carta à ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, em defesa da realização do leilão do Tecon-10, megaterminal de contêineres no Porto de Santos. O grupo também pediu a preservação da modelagem concorrencial elaborada pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), em duas etapas e sem restrição a armadores.

O movimento reúne a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), a Aprosoja Brasil, a Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), a NTC & Logística, a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (Abir), a Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo), a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Instituto Aço Brasil (Abeaço), o Sindirações, a Aenda, o Siesal, a Sociedade Rural Brasileira (SRB), o Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), o Sindicel, o Ceces e a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE).

Na carta, os signatários afirmam que a definição do modelo licitatório resultou de ampla instrução técnica no âmbito da Antaq e foi submetida ao crivo do Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo as entidades, a preservação desse desenho concorrencial mantém a segurança jurídica, a previsibilidade regulatória e o respeito às competências técnicas das agências reguladoras.

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O grupo sustenta ainda que o Brasil precisa avançar na ampliação da capacidade portuária em Santos e defende a realização célere da licitação. Para os representantes, o terminal é estratégico para a competitividade da economia nacional e para a eficiência da cadeia logística atendida pelos setores que assinam o documento.

As entidades também associam a demora na decisão ao aumento de custos para importadores e exportadores brasileiros, à perda de competitividade no comércio internacional, à pressão sobre o emprego em setores dependentes da eficiência portuária, à redução de arrecadação fiscal e ao risco de redirecionamento de investimentos privados para outros países.

A manifestação amplia a pressão de segmentos do agronegócio e de outras cadeias produtivas pela realização do leilão do Tecon-10 no Porto de Santos, com manutenção da modelagem concorrencial proposta pela Antaq.

Fonte: Estadão Conteúdo

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CNA inicia capacitação sobre direito sindical e representação rural


CNA inicia capacitação sobre direito sindical e representação rural

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) iniciou, nesta quarta-feira (22), em Brasília (DF), uma capacitação de dois dias sobre a organização sindical patronal rural. O treinamento reúne representantes das áreas jurídica, sindical e técnica das 27 federações estaduais de agricultura e pecuária e segue até quinta-feira (23).

A programação é voltada ao debate sobre o arcabouço normativo e a legislação relacionada ao registro sindical, além de temas ligados à representatividade no setor. O encontro ocorre na sede da CNA, na capital federal.

Na abertura, o coordenador trabalhista da CNA, Rodrigo Hugueney, afirmou que a proposta é nivelar o conhecimento das federações sobre direito sindical e o funcionamento do sistema sindical. Segundo ele, a iniciativa busca fortalecer a atuação das entidades na representação dos produtores rurais.

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A primeira palestra foi conduzida pelo advogado e consultor trabalhista Luiz Alberto, responsável pela capacitação. Na exposição inicial, ele tratou da liberdade sindical prevista na Constituição e do registro sindical.

Ao longo dos dois dias, o treinamento também inclui discussões sobre enquadramento sindical patronal e sobre a Portaria nº 3.472/2023, que estabelece os procedimentos para o registro de entidades sindicais no Ministério do Trabalho e Emprego.

A agenda ainda prevê debates sobre fundamentos constitucionais do direito sindical, fases do processo de registro sindical, comunicação, uso da inteligência artificial e governança.

Com a capacitação, a CNA reúne as federações estaduais para discutir normas, procedimentos e instrumentos ligados à organização sindical patronal rural e à representação institucional do setor.

Fonte: cnabrasil.org.br

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Governo brasileiro discute impactos de tarifa de 25% dos EUA


O governo federal iniciou uma série de reuniões com representantes dos setores afetados pelo novo tarifaço de 25% imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. O vice-presidente Geraldo Alckmin recebeu o presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABMAC), José Veloso, e diretores da entidade para discutir medidas de socorro ao setor.

Contexto das tarifas

As reuniões ocorrem poucos dias após a decisão do presidente americano Donald Trump de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre diversos produtos brasileiros. José Veloso defendeu uma saída diplomática para o problema, ressaltando a importância de ampliar mercados para o setor.

Propostas apresentadas

  • Ampliação do plano Brasil Soberano para facilitar o acesso das empresas.
  • Eliminação de parâmetros que dificultam a entrada de algumas empresas no programa.
  • Melhoria da competitividade do setor.

Expectativas futuras

O governo deve ouvir representantes de outros setores afetados e novas reuniões estão previstas. A equipe econômica pretende calibrar as medidas de socorro com base no diagnóstico obtido nas reuniões. Veloso também se manifestou contra a adoção da lei de reciprocidade aprovada pelo Congresso Nacional, que permitiria ao Brasil adotar contramedidas a ações unilaterais de outros países.

Produtos afetados

A lista dos produtos alvo das tarifas é extensa e inclui:

  • Máquinas agrícolas
  • Etanol
  • Roupas e calçados

Itens como mel, café, laranja, suco de laranja e carne bovina ficaram fora da cobrança adicional. A decisão do governo dos Estados Unidos começa a valer já nesta quarta-feira.

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Inteligência artificial e sensores melhoram a suinocultura no Brasil


O uso de inteligência artificial e sensores tem revolucionado a suinocultura no Brasil, proporcionando melhorias significativas na gestão das granjas e no bem-estar dos animais. As inovações tecnológicas, que antes eram apenas tendências, agora são realidade em muitas propriedades rurais.

Transformações na gestão da suinocultura

As tecnologias modernas, como câmeras inteligentes e sistemas de monitoramento, permitem que os produtores acompanhem os suínos em tempo real, o que resulta em:

  • Redução de perdas na produção;
  • Melhoria no bem-estar animal;
  • Maior eficiência na alimentação e manejo.

Desafios enfrentados pela indústria

O professor Bruno Silva, coordenador do núcleo de estudos em produção de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais, destaca que a indústria enfrenta pressões crescentes, como:

  • Aumento dos custos com ração;
  • Escassez de mão de obra;
  • Problemas sanitários.

Benefícios da alimentação de precisão

A alimentação de precisão, uma das áreas que mais avançou, permite que os produtores ajustem a nutrição dos suínos de acordo com suas necessidades específicas, resultando em:

  • Melhor desempenho dos animais;
  • Eficiência na utilização de recursos;
  • Sustentabilidade financeira para os produtores.

Monitoramento do bem-estar animal

As câmeras inteligentes e sistemas de inteligência artificial são capazes de identificar sinais de estresse e desconforto nos suínos, permitindo intervenções antes que problemas sérios ocorram. Isso é crucial, especialmente em fases críticas da vida dos animais, como a transição da lactação para a creche.

Resultados em granjas experimentais

As tecnologias têm mostrado resultados promissores em granjas experimentais e comerciais, especialmente na redução da mortalidade por esmagamento nas maternidades, um dos principais desafios da suinocultura moderna.

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AgroNewsPolítica & Agro

Portos sustentam alta nos preços da soja


O mercado da soja encerrou a terça-feira com estabilidade em Chicago e valorização em importantes praças brasileiras, sustentada por exportações, câmbio e demanda interna. Segundo a TF Agroeconômica, os contratos mais curtos recuaram após as altas da véspera e diante da melhora das lavouras norte-americanas, enquanto o clima ainda oferece suporte às cotações.

Na CBOT, o contrato de agosto caiu 0,53%, para US$ 12,1950 por bushel, e o de setembro perdeu 0,41%, cotado a US$ 12,1050. O farelo de soja para agosto avançou 0,99%, enquanto o óleo recuou 0,51%. Nos Estados Unidos, 66% das lavouras foram avaliadas em condições boas ou excelentes, acima dos 65% da semana anterior. A ausência de novas vendas à China também pressionou os vencimentos mais longos.

No Brasil, os preços ganharam força nos portos e em parte do interior. No Rio Grande do Sul, a saca chegou a R$ 143 em Rio Grande, apoiada pelos prêmios de exportação e pelo câmbio favorável. No Paraná, Paranaguá alcançou R$ 145, alta de 2,11%, enquanto Ponta Grossa registrou R$ 139. Em Santa Catarina, São Francisco do Sul marcou R$ 137.

Mato Grosso do Sul teve avanços, com Dourados e Campo Grande a R$ 127. O estado já comercializou cerca de 64% da safra, mas o déficit de armazenagem superior a 12,4 milhões de toneladas reduz o poder de negociação. Em Mato Grosso, as cotações chegaram a R$ 126 em Rondonópolis, em meio a exportações recordes, fretes elevados e disputa por espaço nos silos.

A armazenagem aparece como um dos principais limites do mercado. A entrada do milho safrinha e do trigo pressiona estruturas ocupadas pela soja, enquanto o diesel caro mantém os fretes elevados. Esse cenário restringe o repasse das altas externas ao interior e força vendas antecipadas em algumas regiões.





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Miguel Daoud analisa impacto da sobretaxa de 25% dos EUA no Brasil


A sobretaxa de 25% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, que entrou em vigor nesta quarta-feira (22), pode ter impactos significativos na economia do Brasil, especialmente no setor agrícola. O especialista Miguel Daoud analisa as possíveis reações do governo brasileiro diante dessa nova realidade.

Impactos da sobretaxa

De acordo com Daoud, a sobretaxa afetará diretamente o Rio Grande do Sul, um dos principais exportadores de produtos como o fumo. Ele ressalta que a imposição dessa tarifa pode prejudicar a exportação, mas também destaca que o Brasil ainda pode continuar a vender para os EUA, uma vez que a tarifa é um imposto que será pago pelos americanos.

Estratégias de reação

O comentarista enfatiza que retaliar a decisão dos EUA seria um erro estratégico. Ele sugere que o Brasil deve focar em negociações, considerando que os Estados Unidos precisam de produtos brasileiros. Daoud afirma:

  • Retaliação não é uma opção viável.
  • Negociações são essenciais para minimizar os impactos.
  • O Brasil deve se posicionar de forma pragmática e inteligente.

Contexto geopolítico

Daoud também menciona que a decisão de Donald Trump em impor essa sobretaxa é parte de uma estratégia geopolítica maior, visando manter a hegemonia dos EUA na América Latina. Ele alerta que o Brasil deve estar ciente dessa dinâmica ao formular sua resposta.

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Atraso na equalização de juros do Plano Safra retém R$ 140 bilhões para produtores


O atraso na publicação da portaria que autoriza a equalização de juros pelo Tesouro Nacional está retendo mais de R$ 140 bilhões destinados a linhas de crédito para produtores rurais. O Plano Safra, anunciado há três semanas, ainda não disponibilizou os recursos necessários, impactando diretamente o acesso ao crédito subsidiado.

Motivos do atraso

O Ministério da Fazenda não publicou a portaria que permite a liberação dos recursos, o que impede bancos e cooperativas de oferecerem linhas de crédito com juros subsidiados, como as do PRONAF.

Posição do Ministério da Agricultura

Guilherme Campos, secretário de política agrícola do Ministério da Agricultura, afirmou que os recursos não estão atrasados e devem ser liberados ainda este mês. Segundo ele, o processo segue o rito normal do Plano Safra, que inclui a adequação das instituições financeiras às definições do programa.

Impactos no mercado

  • Recursos retidos: mais de R$ 140 bilhões.
  • Linhas de crédito afetadas: PRONAF e PRONAMP.
  • Taxa de juros acessível: 9% para o mercado.

O secretário destacou que a liberação dos recursos é fundamental, especialmente para o custeio, e que a situação deve ser normalizada em breve, permitindo que os produtores tenham acesso ao crédito necessário para suas atividades.

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Previsão do tempo em Japira: chuvas e variação térmica nos próximos dias


A cidade de Japira, no Paraná, enfrentará um período de chuvas intensas e variações térmicas nos próximos dias, conforme as previsões meteorológicas. O alerta é para temporais que devem se espalhar por todo o estado.

Previsão de chuvas

  • Expectativa de 50 a 60 mm de chuva até o final de semana.
  • Possibilidade de uma janela de tempo firme entre 27 de julho e 1º de agosto.
  • Acumulado de chuvas pode ultrapassar 100 mm na primeira semana de agosto.

Variação térmica

  • Temperaturas máximas devem variar entre 24ºC e 34ºC nos próximos dias.
  • Com a chuva, as temperaturas ficam em torno de 24ºC a 25ºC.
  • Períodos secos podem elevar as temperaturas acima de 30ºC.

Impactos e considerações

Apesar da entrada de ar mais frio, não há risco significativo para as áreas produtoras na região, garantindo a segurança das lavouras em Japira e arredores.

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Produtor de Minas Gerais cria caverna para maturação de queijos


Na Serra da Mantiqueira, um produtor de queijos desenvolveu uma estrutura inovadora chamada “caverna”, localizada no subsolo, para aprimorar a maturação de seus queijos. A iniciativa visa proporcionar um ambiente ideal que contribui para a qualidade e características únicas do produto.

Estrutura da caverna

A caverna foi projetada para manter condições específicas de umidade e temperatura, essenciais para a maturação do queijo Mantiqueira de Minas. O produtor explica que:

  • A caverna permite um controle rigoroso da umidade e temperatura.
  • O ambiente escuro é fundamental para a qualidade do queijo.
  • A maturação ocorre por um longo período, garantindo características especiais.

Reconhecimento e qualidade

Os queijos produzidos na queijaria têm se destacado em competições, com prêmios que incluem:

  • Bronze no Mundial de Queijos.
  • Reconhecimento por sua textura, aroma e sabor diferenciados.

O produtor ressalta que a maturação na caverna permite que o queijo absorva a microbiota do território, resultando em um produto exclusivo e de alta qualidade.

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