terça-feira, junho 16, 2026

Autor: Redação

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Mapa lança sistema para integrar registro de defensivos agrícolas


Mapa lança sistema para integrar registro de agrotóxicos

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realiza nesta terça-feira (26), às 10h, em Brasília, a cerimônia de lançamento do Sistema Unificado de Informação, Petição e Avaliação Eletrônica (Sispa). Segundo a pasta, a ferramenta foi criada para modernizar e integrar o processo de registro de defensivos agrícolas no país. O evento ocorrerá no Auditório Moacir Micheletto, na sede do ministério.

De acordo com o aviso de pauta divulgado pelo Mapa nesta segunda-feira (25), o Sispa atenderá às determinações da Lei nº 14.785/2023. A proposta, conforme o ministério, é ampliar a integração, a agilidade e a transparência na tramitação dos processos de registro.

O tema tem relação direta com a política regulatória de insumos agropecuários. O registro de defensivos agrícolas envolve etapas administrativas e análise por diferentes órgãos públicos, o que influencia o fluxo de avaliação de produtos destinados à produção agrícola. Nesse contexto, a adoção de uma plataforma eletrônica unificada pode alterar procedimentos operacionais para empresas, consultorias técnicas e áreas responsáveis por protocolos regulatórios.

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A solenidade terá participação confirmada do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula; do presidente da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), embaixador Ruy Pereira; do diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Leandro Safatle; e do secretário nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Adalberto Maluf.

Até o momento, o aviso de pauta não detalha cronograma de implantação, regras de transição, etapas de uso do sistema nem eventuais mudanças práticas para requerentes. Essas informações tendem a ser centrais para o setor, já que o registro de defensivos envolve prazos, documentação técnica e interação com diferentes instâncias regulatórias.

A apresentação do Sispa deve esclarecer o funcionamento da nova ferramenta e o alcance operacional da medida. Sem detalhes adicionais já publicados no aviso oficial, ainda não é possível dimensionar, de forma técnica, o efeito prático do sistema sobre o tempo de tramitação dos registros.

Fonte: gov.br

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Boi gordo inicia a semana com reação e estados se aproximam de arroba a R$ 350


boiada, carne orgânica do Pantanal, boi
Foto: Raquel Brunelli/Embrapa

O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com recuperação dos preços no decorrer desta segunda-feira (25), em um ambiente de negócios pautado por maior dificuldade na composição das escalas de abate.

“A demanda se mostra aquecida, com boa expectativa para a Copa do Mundo e com bons negócios envolvendo a China. A cota [de 1,1 milhão de toneladas de carne bovina reservada ao Brasil para vender ao gigante asiático] está cada vez mais próxima de se esgotar, ainda com um ritmo forte de negócios”, destaca o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, a preocupação tende a aumentar quando o alerta de 80% da cota for emitido pelas autoridades chinesas; desta forma os frigoríficos tendem a interromper momentaneamente a produção de carne destinada à China, o que pode mais uma vez produzir instabilidades no mercado”, disse.

Preço médio da arroba do boi

O Indicador do Boi Datagro, adotado pela B3 como o indicador referência para a liquidação dos contratos futuros de pecuária no mercado brasileiro, mostra que os preços médios da arroba nas principais praças de comercialização ficaram assim:

  • São Paulo: R$ 345,71
  • Bahia: R$ 311,49
  • Goiás: R$ 322,57
  • Minas Gerais: R$ 323,74
  • Mato Grosso do Sul: R$ 346,02
  • Mato Grosso: R$ 349,92
  • Pará: R$ 345,65
  • Rondônia: R$ 340,21
  • Tocantins: R$ 329,83

Mercado atacadista

O mercado atacadista abriu a semana apresentando estabilidade em seus preços. Segundo Iglesias, a última semana do mês tende a ser pautada por uma reposição mais lenta entre atacado e varejo, algo compreensível em um período de demanda menos aquecida.

“Por sua vez, a demanda relacionada à Copa do Mundo passa a ganhar relevância, visto que o evento costuma gerar bom resultado nas vendas do varejo e motivar a firmeza dos preços pecuários durante o período”, assinalou.

  • Traseiro bovino: permanece a R$ 27,00 por quilo
  • Dianteiro: ainda é cotado a R$ 21,50 por quilo
  • Ponta de agulha: segue a R$ 20,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,17%, sendo negociado a R$ 5,0195 para venda e a R$ 5,0175 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9938 e a máxima de R$ 5,0203.

Com informações de Safras News

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Setor da cachaça reage à taxação por teor alcoólico imposta na Reforma Tributária


Cachaça, cachaçaria
Foto: Secretaria de Agricultura do Rio de Janeiro

O Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), que congrega 90 associados entre fabricantes e associações, lançou manifesto nesta segunda-feira (25) solicitando urgência na reavaliação da carga tributária do setor de bebidas alcoólicas no país.

O setor diz que tem o desafio de sobreviver à Reforma Tributária em andamento em função das alterações feitas pela Câmara dos Deputados, que trouxe a aplicação das alíquotas ad valorem diferenciadas por categorias de bebidas e, ainda, progressivas com base no teor alcoólico, alterando significativamente o texto enviado pelo Poder Executivo.

De acordo com o texto da entidade, a cachaça é um dos produtos mais taxados do país, com alíquotas nominais de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) cerca de quatro vezes superior ao da cerveja.

O Ibrac reforça que se o Legislativo e o Executivo nada fizerem, a carga tributária da bebida aumentará ainda mais. “É fundamental o cuidado para que a Reforma não caminhe na contramão da valorização do produto mais genuinamente brasileiro que temos.”

Álcool é igual para todas as bebidas

O Instituto reforça que o álcool presente em todas as bebidas é o mesmo, independente de ser destilada ou fermentada, servida em copo ou tulipa.

“A diferença não está no tipo de bebida alcoólica e, sim, na quantidade da bebida consumida. Se usarmos como referência uma dose padrão de consumo de 14 gramas de álcool, 350ml de cerveja com teor alcoólico de 5%, 150ml de vinho com teor alcoólico de 12% e 40ml de cachaça ou outro destilado com 40% de teor alcoólico, todos possuem as mesmas 14 gramas de álcool”, reforça a entidade.

O Instituto ainda argumenta que conforme o padrão de consumo de bebidas alcoólicas no país, o brasileiro consome mais de 80 litros per capita de cerveja por ano, enquanto o de todos os destilados, incluindo a cachaça, é de apenas 4,1 litros per capita.

“Nesse sentido, fica aqui o questionamento: se o álcool é mesmo e o brasileiro consome muito mais cerveja que cachaça, por que a cachaça paga muito mais impostos que a cerveja?”, ressalta o manifesto.

Diante desse cenário, os produtores de cachaça pedem:

  1. Tratamento igualitário para todas as bebidas alcoólicas, garantindo a isonomia tributária no imposto seletivo, ou seja, a mesma alíquota ad valorem e a mesma alíquota específica (ad rem) independentemente do teor alcoólico ou do tipo da bebida alcoólica.
  2. Em um cenário que considere o fim dos atuais privilégios existentes para algumas categorias de bebidas alcoólicas, um tratamento diferenciado para micro e pequenos produtores no imposto seletivo.

O Ibrac destaca que o setor da cachaça gera mais de 600 mil empregos diretos e indiretos, impactando toda uma cadeia produtiva que vai desde a produção da cana-de-açúcar, passando por cooperativas, indústrias de diferentes portes — majoritariamente micro e pequenos produtores — além de distribuidoras de bebidas, grandes e pequenos atacados e varejos até chegar a bares e restaurantes e, finalmente, ao consumidor.

Conforme números do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) de 2023, o país atingiu 10.526 marcas de cachaças e 1.217 cachaçarias registradas.

Exportação ainda é baixa

O Instituto chama atenção para o fato de mesmo com todos os números pujantes do setor, o volume de cachaça exportado ainda é muito baixo em comparação com outros destilados. Isso porque enquanto o Brasil exporta em torno de 8,6 milhões de litros da bebida, o México vende 399 milhões de litros de tequila para mais de 190 países, ou seja, 46 vezes mais.

Por conta desse potencial desperdiçado, o Ibrac diz que a correção das assimetrias tributárias existentes no segmento de bebidas alcoólicas pode proporcionar ao setor o aumento dos embarques, enriquecendo toda a cadeia.

Por fim, a entidade reforça que o aumento dos tributos e a perpetuação das assimetrias tributárias existentes tendem a colapsar o setor. “Teríamos o fechamento de empresas, o aumento do desemprego, o crescimento do mercado ilegal e a redução considerável de um setor essencial para o nosso país, além de um impacto significativo em milhares de famílias que há séculos sobrevivem da cachaça.”

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Influência do El Niño em junho: meteorologista traz atualizações


O mês de junho deve ser marcado pela influência do fenômeno El Niño no Brasil, com previsões de chuvas e temperaturas alteradas em diversas regiões do país. O meteorologista Artur Miller, que deixou um boletim gravado, destacou as tendências climáticas para os próximos meses.

Previsões de chuvas e temperaturas

De acordo com as informações, o El Niño apresenta uma chance de 37% de se tornar um super El Niño até o final do ano, o que pode impactar as condições climáticas já nos próximos meses. As previsões indicam:

  • Chuvas acima da média no centro-sul do Brasil.
  • Chuvas abaixo da média na faixa leste da região nordeste.
  • Calor intenso no centro-norte do país.

Impactos na agricultura

Os produtores rurais, especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, devem se preparar para atrasar a semeadura da safra 2026/27 devido às chuvas abaixo da média e ao calor excessivo. As chuvas esperadas para outubro devem ser muito acima da média, o que pode afetar a produção agrícola.

Condições climáticas para junho

As previsões para a primeira semana de junho incluem chuvas que podem aliviar a situação de déficit hídrico, especialmente para o milho da segunda safra. As chuvas devem acumular entre 20 e 35 mm, contribuindo para a recuperação da umidade do solo.

Frio e geadas

Uma nova onda de frio está prevista para avançar sobre o Brasil, com mínimas entre 10 e 12 graus Celsius no sul e sudeste. Essa onda de frio pode trazer riscos de geadas, especialmente para a cultura do milho da segunda safra.

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AgroNewsPolítica & Agro

Feriado limita referência externa para grãos


Os mercados agrícolas iniciaram o dia com ajustes pontuais nos preços físicos e menor referência externa, em razão do feriado nos Estados Unidos, que manteve a CBOT sem operações. Segundo a TF Agroeconômica, no trigo, o mercado físico registrou leve queda no Paraná, com preço de R$ 1.356,08, recuo de 0,12% no dia e alta de 1,00% no mês, equivalente a US$ 269,92. No Rio Grande do Sul, a cotação ficou em R$ 1.314,47, estável no dia e com avanço mensal de 4,24%, ou US$ 261,64.

Nas indicações externas, o trigo argentino 11,5% apareceu com vendedor a US$ 250 por tonelada para dezembro de 2026 e US$ 255 para janeiro de 2027. No Paraguai, com referência ao Oeste do Paraná, os valores indicaram vendedor a US$ 270 e comprador a US$ 260 no spot, enquanto para setembro as indicações ficaram em US$ 250 e US$ 235.

Na soja, a ausência da CBOT também limitou novas referências. No físico do interior do Paraná, o preço ficou em R$ 123,48, alta diária de 0,13% e avanço mensal de 0,82%, ou US$ 24,58. Em Paranaguá, a cotação foi de R$ 129,62, baixa de 0,02% no dia e alta de 0,57% no mês, equivalente a US$ 25,80. No Paraguai, com base em Cascavel, junho teve vendedor a US$ 415 e comprador a US$ 405.

No milho, os contratos da B3 abriram mistos, com julho de 2026 a R$ 67,27, queda de 0,06%, janeiro de 2027 a R$ 74,90, alta de 0,13%, e julho de 2027 a R$ 72,02, avanço de 0,19%. No físico, a referência ficou em R$ 65,47, alta diária de 0,09% e queda mensal de 2,15%, ou US$ 13,03. O dólar mini na BMF era cotado a R$ 5,0265, alta de 0,37%, com máxima de R$ 5,0520 e mínima de R$ 5,0015.

 





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Bahia Farm Show 2026 inicia montagem e espera mais de 500 expositores


A Bahia Farm Show 2026, a maior feira de tecnologia agrícola do Norte e Nordeste, iniciou oficialmente a montagem de suas estruturas. O evento ocorrerá entre os dias 8 e 13 de junho e espera receber mais de 500 expositores.

Preparativos para o evento

A montagem das estruturas está sendo realizada por profissionais que trabalharão até o dia 7 de junho. A expectativa é de que a feira gere mais de 8.000 empregos diretos e indiretos.

Expectativa de expositores

Este ano, a feira contará com aproximadamente 120 expositores a mais do que no ano anterior, o que requer um aumento na mão de obra e equipamentos. O complexo da Bahia Farm Show ocupará uma área de 380.000 m², equivalente a 53 campos de futebol.

Investimento e infraestrutura

O investimento total estimado para o evento é de R$ 180 milhões. Além dos expositores, haverá um espaço especial para produtores, novos restaurantes e praças de alimentação ampliadas.

Convite ao público

Os organizadores convidam todos a visitarem a feira, destacando que tanto os visitantes habituais quanto os novos terão uma experiência surpreendente.

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Chuvas em Sítio do Quinto (BA) trazem alívio, mas ainda são insuficientes


As chuvas em Sítio do Quinto, na Bahia, trazem um alívio temporário para os agricultores, mas a previsão indica que a quantidade de precipitações será abaixo da média nos próximos meses, o que pode impactar a produtividade das lavouras.

Previsão de chuvas

De acordo com a previsão do tempo, a região deve receber cerca de 40 mm de chuva nos próximos 30 dias, com um aumento esperado na segunda semana de junho. Para julho, a expectativa é de que as chuvas atinjam entre 50 e 60 mm.

Impacto nas lavouras

Apesar do alívio proporcionado pelas chuvas, as lavouras em Sítio do Quinto ainda enfrentam um déficit hídrico. Os agricultores precisam de mais precipitações para garantir um bom desenvolvimento das culturas. A previsão aponta que as chuvas, embora benéficas, ainda estão longe do ideal para alcançar a máxima produtividade.

Temperaturas e condições climáticas

  • A temperatura máxima deve ficar acima da média, com máximas chegando a 32 e 33 graus Celsius.
  • O fenômeno El Niño pode influenciar as condições climáticas na região.
  • As chuvas de julho e agosto devem somar entre 40 e 50 mm.

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Projeção do VBP deve superar R$ 1,4 trilhão em 2023, aponta Mapa


O Ministério da Agricultura projeta que o valor bruto da produção agropecuária (VBP) deste ano deve superar R$ 1,4 trilhão, embora isso represente uma queda de 4,2% em relação ao ano anterior. Essa perspectiva de queda é atribuída ao menor preço esperado para as commodities agrícolas e à desaceleração da produtividade das lavouras.

Desenvolvimento da safra de milho

A segunda safra de milho apresenta desenvolvimento satisfatório na maior parte das regiões produtoras, com exceção de áreas pontuais em Goiás, Paraná e Mato Grosso do Sul, onde as condições climáticas geram preocupações quanto à produtividade.

Mercado de feijão

O mercado de feijão registrou novas e expressivas valorizações, reforçando o movimento de alta observado ao longo de maio. De acordo com pesquisadores do CPEIA, a demanda por lotes recém-colhidos sustentou o avanço das cotações do feijão preto, em um cenário marcado por impactos climáticos no sul do país e pela menor área cultivada nesta temporada.

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Senado discute uso do fundo do pré-sal para dívidas de produtores rurais


A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado se reunirá amanhã para votar uma proposta que visa utilizar o fundo do pré-sal para financiar dívidas de produtores rurais. A votação, que estava prevista para a semana passada, foi adiada a pedido do governo federal, que busca negociar o texto final com a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CAI).

Objetivo da proposta

A proposta em discussão tem como objetivo principal o refinanciamento das dívidas dos produtores rurais, utilizando recursos do fundo social do pré-sal para cobrir parte dos custos financeiros. O governo aguarda a publicação de uma medida provisória que definirá critérios de enquadramento, juros, carência e prazos de pagamento de até 10 anos.

Impacto fiscal e garantias

O ministro da Fazenda, Daril Durigan, destacou que a medida visa reduzir o impacto fiscal, estimado em até R$ 17 bilhões em 13 anos, sem prejudicar os produtores. Ele defendeu a criação de um modelo estruturante de garantias para o agronegócio, inspirado em mecanismos como o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) do setor bancário.

Contribuições e celeridade

O ministro enfatizou a necessidade de contribuição não apenas do poder público, mas também de instituições financeiras e dos próprios agricultores, para a constituição de um fundo garantidor que facilite o acesso ao crédito, especialmente em momentos de crise. A celeridade na implementação das regras é considerada fundamental, já que o próximo plano safra se aproxima.

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Santa Catarina registra crescimento histórico na produção de suínos e agropecuária


Santa Catarina registrou um desempenho histórico na produção de suínos e no agronegócio, com um aumento significativo na produção e nas exportações. O estado se destacou pelo crescimento de 9,5% no volume produzido e uma valorização média de 6,3% nos preços agropecuários.

Resultados da produção

O crescimento da agropecuária catarinense foi impulsionado por diversos fatores, entre eles:

  • Aumento de 9,5% na produção de suínos.
  • Valorização média de 6,3% nos preços agropecuários.
  • Contribuição significativa das cadeias produtivas de milho, maçã, tabaco, soja e bovinos.

Desempenho das exportações

Em 2025, o agronegócio de Santa Catarina teve um valor recorde de 75 bilhões de reais, representando um crescimento de 15,4% em relação ao ano anterior. O setor também teve forte presença no mercado internacional, respondendo por mais de 65% das exportações catarinenses, com vendas externas totalizando 7,9 bilhões de dólares, um aumento de 5,8% em comparação ao ano anterior.

Desafios e perspectivas

Apesar do resultado positivo, a Ipagricepa alerta para a volatilidade dos preços no campo, que pode impactar a renda dos produtores rurais, especialmente em culturas com margens mais apertadas. No entanto, o desempenho do agronegócio catarinense reafirma a importância das cadeias produtivas na economia do estado.

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