quarta-feira, março 11, 2026

Autor: Redação

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Setor projeta novo avanço em 2026; risco sanitário segue no radar



ABPA estima o consumo per capita de carne de frango em 47,3 kg em 2026, alta de 1,2%


Foto: Canva

Pesquisadores do Cepea apontam que a avicultura de corte brasileira deve manter trajetória de crescimento em 2026, sustentada pelo avanço das exportações, pela oferta ajustada às demandas interna e externa e por margens favoráveis ao produtor. Esse cenário, porém, depende da ausência de novos focos de Influenza Aviária, sobretudo durante o período crítico do fluxo migratório de aves.

A ABPA estima o consumo per capita de carne de frango em 47,3 kg em 2026, alta de 1,2% frente a 2025. Agentes consultados pelo Cepea ressaltam que a isenção do imposto de renda para salários até R$ 5 mil deve contribuir para sustentar a demanda interna. O Brasil responde por cerca de um terço da carne de frango exportada globalmente e manteve liderança mesmo diante de restrições pontuais provocadas pela gripe aviária. Projeções do Cepea apontam incremento de 2,4% nos embarques em 2026 e produção de 14,73 milhões toneladas, aumento de 3,8% sobre 2025. A concretização desse desempenho requer controle sanitário rigoroso, já que eventuais focos em granjas podem resultar em barreiras imediatas de importadores – como ocorrido em maio/25.

O Cepea destaca a necessidade de monitoramento contínuo do vírus H5N1, considerando surtos recentes na Europa, nos Estados Unidos e no Japão, impulsionados pela migração de aves. O período crítico coincide com a chegada de aves migratórias, entre maio e julho. Apesar do alerta, o setor brasileiro dispõe de elevado nível de biosseguridade e de capacidade técnica e comercial para responder a eventuais ocorrências, como demonstrado em 2025. 





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Mercados de grãos começam o ano com sinais divergentes


O início de 2026 trouxe movimentos mistos para os principais grãos negociados nos mercados internacionais, com trigo e soja pressionados por fatores de oferta e indicadores  técnicos, enquanto o milho apresentou reação positiva sustentada pela demanda global. Segundo a TF Agroeconômica, o cenário reflete a combinação entre fundamentos amplos, comportamento dos fundos e ajustes típicos do começo do ano.

No mercado de trigo, as cotações recuaram na Bolsa de Chicago, influenciadas pela ampla disponibilidade mundial. Esse volume elevado mantém os compradores confortáveis e reforça um sentimento negativo entre os fundos. Mesmo as tensões no Mar Negro perdem relevância diante da oferta abundante em outras origens, como a Argentina, que pode suprir eventuais falhas logísticas da região. Os preços FOB na América do Sul indicam competitividade, com referências para Argentina, Uruguai e Paraguai em diferentes padrões de qualidade e prazos de embarque.

A soja iniciou o ano sob forte pressão em Chicago, com perdas expressivas nos contratos de curto e médio prazo. No mercado físico brasileiro, os preços também cederam tanto no interior do Paraná quanto no porto de Paranaguá. A China mostrou atividade moderada na última sessão do ano anterior, adquirindo alguns carregamentos de soja brasileira, mas não há expectativa de novas compras no curto prazo devido ao fechamento da Bolsa de Dalian. Os prêmios de exportação da soja subiram levemente, enquanto farelo e óleo mantiveram bases estáveis na América do Sul. 

Indicadores chineses apontaram queda no esmagamento semanal e ajustes pontuais nos estoques. Do ponto de vista técnico, o complexo da soja renovou mínimas, com indicadores negativos e rompimento de suportes relevantes, reforçando perspectivas de pressão adicional. Para o novo ano, pesam fatores como o rebalanceamento de fundos, o clima favorável no Brasil, que eleva estimativas de produção, e a expectativa de aumento de área nos Estados Unidos.

O milho, por sua vez, abriu o ano em alta em Chicago, sustentado pela demanda mundial considerada elástica o suficiente para absorver o crescimento da produção global. No Brasil, os contratos na B3 e o mercado físico mostraram estabilidade, enquanto referências de exportação no Paraguai e no Sul do país indicam níveis firmes. Entre os indicadores externos, o dólar recuou no mercado brasileiro, o petróleo operou em leve baixa, pressionando soja e milho, e o índice do dólar avançou, fator negativo para o trigo.

 





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Rara e pouco estudada, árvore brasileira pode desaparecer com mudanças no microclima


cinzeiro-pataguá
Foto: divulgação/Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade

O Crinodendron brasiliense, conhecido como cinzeiro-pataguá, é uma espécie de árvore rara que ocorre apenas em áreas acima de 1.500 metros na Serra Catarinense, em florestas nebulares e de araucária, onde o clima permanece úmido e frio a maior parte do ano.

Quase todos os indivíduos conhecidos vivem no Parque Nacional de São Joaquim, tornando a unidade fundamental para a preservação da espécie.

Descrita na década de 1970, a árvore permanece pouco documentada, e mudanças no microclima, no regime hídrico ou na estrutura da vegetação podem afetar diretamente sua permanência no ambiente.

Pela distribuição reduzida e pela dependência de condições ambientais específicas, o cinzeiro-pataguá está classificado como “em perigo” pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

A espécie pode atingir cerca de 12 metros de altura. Possui tronco ereto, ramos pendentes e flores brancas em formato campanulado. Frutos e sementes apresentam variação entre indivíduos, o que tem sido observado em pesquisas de campo e contribui para o entendimento da diversidade genética da população.

Por muitos anos, pouco se sabia sobre sua ecologia. Levantamentos e pesquisas vinculadas ao Programa de Pesquisa Ecológica de Longa Duração – Biodiversidade de Santa Catarina (PELD-BISC) vêm ampliando o conhecimento sobre sua distribuição e características.

Estudos recentes indicam que a espécie apresenta taxas de germinação baixas, fator que limita sua regeneração natural e reforça a necessidade de proteção contínua de seu habitat.

Importância do parque na preservação

A maior parte da população do cinzeiro-pataguá conhecida dentro dos limites do Parque Nacional, o que coloca a unidade de conservação no centro das ações de proteção.

O parque, criado 1961, e um dos mais importantes e antigos parques nacionais do sul do Brasil, mantém as condições ambientais necessárias para a espécie e oferece um ambiente seguro para o avanço de pesquisas científicas.

O pesquisador Rafael Barbizan Sühs, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da Clemson University (EUA), destaca o papel decisivo da unidade.

“Sem a proteção legal e o manejo adequado desse território, as chances de sobrevivência seriam menores. O parque não é apenas um refúgio; é um laboratório natural que permite gerar o conhecimento necessário para garantir que essa árvore continue existindo”, destaca.

Ameaça

Mesmo com a proteção, há desafios. A presença de javalis, que podem consumir frutos e sementes, interfere na regeneração da população. O manejo dos campos nativos também é fundamental. O acúmulo de biomassa favorece a propagação de incêndios, como os registrados em 2020, que atingiram áreas florestais dentro parque.

Práticas como queimas prescritas, quando planejadas de forma técnica, ajudam a reduzir esse risco e contribuem para a manutenção do mosaico de vegetação típico da região.

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Centro Tecnológico Araguaia apresentará resultados de pesquisas aplicadas à cultura da soja


Novas cultivares de soja lançadas pela Embrapa
Foto: Embrapa

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) realizará, no dia 28 de janeiro, a Visita Técnica ao Centro Tecnológico do Araguaia (CTECNO Araguaia), em Nova Nazaré. O evento terá início às 7h e tem como objetivo aproximar o produtor rural das pesquisas desenvolvidas para a cultura da soja, com foco em soluções práticas para a realidade do campo. As inscrições já estão abertas.

A iniciativa permitirá que produtores e profissionais técnicos conheçam, diretamente na estação experimental, as principais linhas de pesquisa conduzidas pelo CTECNO Araguaia. Segundo o coordenador de pesquisa do centro, André Somavilla, a proposta é transformar os resultados científicos em ferramentas aplicáveis às lavouras.

Divulgação Aprosoja MT

“O principal objetivo da visita técnica é aproximar o produtor da pesquisa, trazendo-o para dentro da estação para que possa visualizar as temáticas que estão sendo avaliadas e os resultados obtidos no campo, possibilitando que essas informações sejam levadas para dentro das propriedades e aplicadas nas lavouras”, destaca.

Nesta edição, a programação terá como foco escolha varietal e populacional, manejo de solo, nutrição de plantas e sistemas de produção, abordando fatores diretamente relacionados ao desempenho agronômico e à produtividade da soja.

Entre os temas que serão apresentados estão a aplicação de micronutrientes e produtos fisiológicos, os impactos da densidade de semeadura e da arquitetura de plantas, além do manejo do solo, com ênfase no uso de calcário, fósforo e potássio. Também serão discutidos os efeitos das culturas de segunda safra sobre o desenvolvimento e a produtividade da soja nos diferentes sistemas de produção.

Para André Somavilla, a participação dos produtores e técnicos da região é fundamental para o fortalecimento do setor. “O evento permite que os participantes visualizem, no campo, estratégias para contornar desafios do dia a dia, como escolha de cultivares, ajustes de população, tomada de decisão para replantios, fertilização e rotação de culturas. São informações precisas que contribuem diretamente para a produtividade e a rentabilidade”, reforça.

A programação ocorre durante toda a manhã e contará com espaço para troca de experiências e debates com a equipe técnica do CTECNO Araguaia e pesquisadores parceiros. Os interessados podem se inscrever pelo site eventos.aprosoja.com.br/evento/236.

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EUA vão administrar a Venezuela durante transição política, afirma Trump


Donald Trump em coletiva de imprensa sobre ação militar na Venezuela
Foto: Reprodução/Youtube

Os Estados Unidos vão assumir a administração da Venezuela por tempo indeterminado após a ofensiva militar que resultou na captura de Nicolás Maduro. A informação foi confirmada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, neste sábado (3).

Em pronunciamento oficial, Trump afirmou que o comando provisório do país seguirá até que seja possível organizar uma transição política considerada “segura” pelo governo dos Estados Unidos. Segundo ele, Washington não pretende indicar um novo líder de forma imediata.

A declaração foi feita poucas horas depois da operação militar que retirou Maduro do poder e marcou uma mudança profunda no cenário político da Venezuela, país-chave para o mercado energético global.

Administração temporária e discurso de transição

De acordo com Trump, a presença norte-americana na Venezuela já está consolidada. O presidente afirmou que o objetivo é evitar a repetição de ciclos de instabilidade política no país.

O discurso indica que os Estados Unidos pretendem exercer controle direto sobre a gestão institucional até a definição de um novo arranjo político. Trump afirmou que a atuação será mantida enquanto a transição não for considerada adequada.

A fala foi transmitida de Mar-a-Lago, residência do presidente na Flórida, e reforçou o caráter excepcional da intervenção, segundo a avaliação do governo norte-americano.

Operação militar e acusações contra Maduro

Trump descreveu a ofensiva como uma ação rápida e coordenada, conduzida durante a madrugada, que teria neutralizado as defesas venezuelanas. Segundo ele, não houve baixas entre militares dos Estados Unidos.

O presidente afirmou que Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram detidos e levados para enfrentar a Justiça norte-americana. Ambos, segundo Trump, respondem a processos relacionados a acusações de narcotráfico.

Ainda segundo o presidente, a operação contou com recursos tecnológicos que teriam afetado a infraestrutura elétrica da capital venezuelana durante a ação.

Petróleo no centro da estratégia

O setor de petróleo foi citado como um dos pilares da nova fase da Venezuela sob administração norte-americana. Trump afirmou que empresas dos Estados Unidos passarão a atuar diretamente na recuperação da infraestrutura petrolífera do país.

A Venezuela detém as maiores reservas de petróleo conhecidas do mundo, mas enfrenta queda acentuada na produção nos últimos anos. Para Trump, investimentos privados norte-americanos podem reverter esse quadro.

O presidente também afirmou que novas ações militares não estão descartadas caso haja resistência interna à presença dos Estados Unidos.

O anúncio amplia as incertezas sobre os impactos econômicos e geopolíticos da intervenção, especialmente para o mercado internacional de energia e para países da América do Sul que mantêm relações comerciais com a Venezuela.

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Safras cheias moldam preços dos grãos em 2025



A soja iniciou 2025 em forte desvalorização


A soja iniciou 2025 em forte desvalorização
A soja iniciou 2025 em forte desvalorização – Foto: Pexels

O cenário macroeconômico do agronegócio em 2025 foi marcado por ampla oferta de grãos e efeitos diretos sobre as cotações das principais commodities. Segundo análise da Céleres, estoques elevados e expectativas de safras cheias pressionaram os preços da soja e do milho ao longo do ano, com movimentos distintos entre os semestres.

A soja iniciou 2025 em forte desvalorização, influenciada por estoques de passagem elevados e pela perspectiva de uma safra recorde no Brasil. Durante o pico da colheita 2024/25, as cotações em Mato Grosso chegaram a R$ 110,0, refletindo o excesso de oferta no mercado interno. Esse movimento limitou a rentabilidade do produtor nos primeiros meses do ano e reforçou a pressão sobre os preços regionais.

No segundo semestre, porém, o quadro mudou. A entressafra coincidiu com o agravamento da guerra comercial entre Estados Unidos e China, o que levou o país asiático a reduzir as importações de soja americana. Nesse contexto, o Brasil consolidou-se como principal fornecedor, com exportações que alcançaram 107,5 milhões de toneladas ao longo do ano. Esse reposicionamento no comércio internacional permitiu a recuperação das perdas acumuladas no início de 2025, com tendência de encerramento do ano em patamar mais valorizado.

No mercado de milho, o primeiro semestre foi marcado por valorização no mercado interno. Problemas climáticos na safra de verão, associados aos efeitos do El Niño, além de estoques de passagem restritos e demanda doméstica aquecida, especialmente pela indústria de etanol, sustentaram o avanço das cotações. Já no segundo semestre, a combinação de produção recorde e retração das exportações, impactadas pela valorização do real e pela elevação da paridade de exportação, resultou em sobreoferta no mercado interno, pressionando os preços para baixo.

 





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Primeira massa de ar frio do ano já tem chegada prevista; saiba onde


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Foto: Freepik

Os primeiros dias do ano seguem marcados pela atuação de sistemas típicos do verão, mas uma mudança importante no padrão das temperaturas já começa a ser observada em áreas do Sul e do Sudeste do Brasil.

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Segundo informações da Climatempo, o avanço de uma frente fria pela costa dessas regiões abre caminho para a primeira massa de ar frio de origem polar. O fenômeno, embora não seja intenso, será suficiente para reduzir as temperaturas e aliviar o calor e o abafamento registrados nas últimas semanas.

Frente fria avança e organiza a instabilidade

A frente fria atua inicialmente provocando chuvas em amplas áreas do centro-sul do país. Nos próximos dias, o sistema tende a permanecer semiestacionário sobre a costa, contribuindo, em conjunto com outros mecanismos atmosféricos, para a formação de um novo episódio de Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS).

Enquanto a chuva ganha destaque em várias regiões, o deslocamento da frente fria permite a entrada de uma massa de ar frio de origem polar, que avança logo na retaguarda do sistema.

Ar polar provoca queda das temperaturas no Sul

A primeira massa de ar polar do ano não apresenta características extremas, mas será suficiente para provocar uma queda significativa das temperaturas, especialmente no Sul do Brasil. O impacto mais evidente ocorre nas temperaturas mínimas, trazendo alívio para noites, madrugadas e manhãs que vinham sendo marcadas por forte abafamento.

Em áreas da Serra Gaúcha e da Serra Catarinense, as temperaturas podem ficar abaixo dos 10 °C nas primeiras horas da manhã deste domingo (04). Ao longo do dia, o efeito do ar frio também será sentido, principalmente na metade leste do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná, onde as tardes ficam mais amenas.

Esse padrão de temperaturas mais baixas deve persistir até o início da próxima semana, com retomada gradual do aquecimento a partir de terça-feira (06).

Alívio no calor também chega ao Sudeste

No Sudeste, os efeitos da massa de ar frio serão mais perceptíveis no leste do estado de São Paulo, incluindo a Região Metropolitana da capital. A segunda-feira deve ser marcada por redução das temperaturas máximas e mínimas, proporcionando alívio no calor intenso dos últimos dias.

No Rio de Janeiro, inclusive na capital, a queda de temperatura tende a ser mais sutil, mas suficiente para diminuir a sensação de calor excessivo, sem expectativa de frio intenso.

Tendência para os próximos dias

O avanço dessa massa de ar polar marca um breve período de temperaturas mais amenas em parte do Sul e do Sudeste. No entanto, a tendência é de que o calor volte a ganhar força de forma gradual ao longo da próxima semana.

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‘Venezuela teve que ‘brincar um pouco’ para ver o que somos capazes’, diz secretário de defesa dos EUA


Venezuela
Foto: Pixabay

Em coletiva realizada neste sábado (3), o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante uma operação conduzida pelas forças americanas, foi uma demonstração clara da capacidade militar dos EUA de atuar em qualquer lugar do mundo.

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Segundo Hegseth, a ação foi um ataque conjunto executado por tropas de elite, com alto nível de coordenação, precisão e letalidade. “Foi uma força feita com precisão e com a glória dos americanos. Nossos guerreiros são a elite da América e não se comparam a ninguém”, declarou.

O secretário ressaltou que nenhum outro país ou presidente havia demonstrado um poder semelhante, destacando o apoio do presidente Donald Trump às forças armadas. “Mais uma vez, Trump mostrou que apoia os guerreiros da América. Os Estados Unidos podem projetar seu poder em qualquer lugar, a qualquer hora”, afirmou.

Hegseth disse ainda que Maduro “teve sua chance”, fazendo uma comparação com o Irã. “Eles tiveram que brincar um pouco para ver quem somos e do que somos capazes de fazer. É uma questão de força”, declarou.

De acordo com o secretário, a operação evidenciou “a combinação de poder mais forte que o mundo já viu”, com uma atuação marcada por coordenação, precisão, letalidade e alcance de longo prazo. Ele afirmou que a chamada “justiça americana” foi exibida em uma ação realizada durante a madrugada.

Ao encerrar a coletiva, Hegseth afirmou que o governo Trump está determinado a combater gangues de drogas acusadas de roubar petróleo e tentar dominar regiões estratégicas. “É uma questão de prosperidade para o povo americano. Isso é paz por meio da força. Bem-vindo a 2026. A América está de volta”, concluiu.

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Orçamento: FPA reage à veto de Lula que retira proteção ao seguro rural e à Embrapa


atraso na votação do orçamento afeta o Plano Safra
Foto: José Cruz/Agência Brasil

O veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a dispositivos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 gerou reação imediata da bancada do agronegócio no Congresso Nacional. Entre os pontos barrados está a proteção contra contingenciamento de recursos do seguro rural e de áreas como a Embrapa.

Publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 31 de dezembro de 2025, a lei teve o total de 26 vetos. Segundo o governo, a exclusão dessas despesas busca preservar o cumprimento das metas fiscais previstas no arcabouço fiscal.

Em uma publicação nas redes sociais, o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR), classificou a decisão como preocupante para o setor produtivo. “Começamos o ano com uma notícia muito ruim para o agro brasileiro”, afirmou.

De acordo com ele, o Congresso havia incluído no texto da LDO um dispositivo justamente para impedir cortes no orçamento do seguro rural. Além disso, o deputado lembrou que, em 2025, não houve liberação de recursos para a subvenção ao seguro agrícola. Mesmo assim, segundo ele, os produtores seguem pagando esses custos.

Para Lupion, o produtor rural acaba arcando com o impacto das decisões fiscais do governo. “Mais uma vez, quem paga a conta é o produtor rural brasileiro”, concluiu.

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Indústria recebe R$ 643 bilhões e amplia projetos no país


O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) informou que, em 2025, consolidou e ampliou programas e ações estruturantes desenvolvidos desde 2023, no âmbito da política industrial brasileira. Segundo a pasta, as iniciativas reforçam o compromisso com um modelo industrial voltado à inovação, à exportação, à sustentabilidade, à competitividade e à inclusão.

Sob a gestão do vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin e a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o MDIC atuou para ampliar o acesso a novos mercados, atrair investimentos estrangeiros e melhorar o ambiente de negócios. De acordo com o ministério, essas ações contribuíram para mitigar os efeitos do aumento de tarifas imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

O MDIC destacou que as negociações para a redução das tarifas adicionais exigiram meses de diálogo com autoridades norte-americanas e representantes do setor empresarial dos dois países. Como resultado, foi estruturado o Plano Brasil Soberano, que disponibilizou R$ 40 bilhões em crédito para empresas afetadas, além de outras medidas. Paralelamente, o processo levou à eliminação das tarifas sobre grande parte dos produtos exportados pelo Brasil ao mercado norte-americano.

Ainda em 2025, os recursos do Plano Mais Produção, instrumento de financiamento da Nova Indústria Brasil (NIB), alcançaram R$ 643,3 bilhões. Segundo o MDIC, 93% desse montante já foi contratado e direcionado a cerca de 406 mil projetos industriais em todas as regiões do país.

Entre os programas vinculados à NIB, o ministério apontou como destaques o Carro Sustentável, que zerou o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos de entrada, e a Política Nacional de Datacenter. Esta última criou o programa Redata, com foco no estímulo à construção de centros de dados no Brasil e no desenvolvimento de cadeias produtivas associadas a semicondutores, tecnologia da informação e cabos submarinos, em articulação com investimentos em energia renovável.

Em um contexto de retração do comércio internacional, marcado pelo avanço do protecionismo e de barreiras tarifárias, o governo brasileiro reafirmou, em 2025, a defesa do multilateralismo. Conforme o MDIC, esse posicionamento se traduziu na busca pela abertura de novos mercados para produtos nacionais, com destaque para a assinatura do Acordo de Livre Comércio entre o Mercosul e os países da EFTA e o avanço do acordo entre Mercosul e União Europeia.

O ministério informou ainda que avançaram, ao longo do período, iniciativas voltadas à redução de custos e prazos para a realização de negócios, por meio da facilitação, simplificação e desburocratização de processos. Também foram intensificados esforços para ampliar a competitividade da indústria nacional, com medidas de defesa comercial, contenção de surtos de importação e redução tarifária para produtos e insumos não produzidos no país.





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