sábado, abril 11, 2026

Autor: Redação

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Tensão comercial entre EUA e China afeta mercados e faz dólar disparar


No morning call desta segunda-feira (13), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o aumento das tensões entre EUA e China agravou a aversão ao risco global. O dólar subiu mais de 2% e fechou a R$ 5,50, maior valor em dois meses, enquanto o Ibovespa recuou 0,73% na sexta-feira e 2,44% na semana.

O mercado reage ao anúncio de pacote fiscal, derrota da MP 1.303 e nova política de crédito. Hoje, foco em indicadores de serviços, comércio e atividade no Brasil, além de CPI e PPI nos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Frente fria avança pelo país e traz risco de temporais e ventos de até 90 km/h em várias regiões



A frente fria que se formou no domingo (12) continua avançando pela costa brasileira nesta segunda-feira (13) e deve provocar chuva e ventos fortes em várias regiões do país. De acordo com a Climatempo, o sistema mantém o tempo instável principalmente no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com risco de temporais, rajadas intensas e queda de granizo em algumas áreas.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

No Sul, os núcleos de chuva ainda atuam entre Santa Catarina e Paraná, com pancadas de intensidade variável desde o início da manhã. Em regiões do interior do Paraná, como o oeste, centro, norte e leste, a chuva pode vir acompanhada de raios e trovoadas. No noroeste e norte do estado, há risco de temporais com granizo.

No Rio Grande do Sul, o tempo começa a firmar na maior parte do estado, mas cidades da Serra, Planalto e Litoral ainda podem registrar chuva isolada. Mesmo com a melhora, o ciclone que atua próximo à costa do Uruguai continua provocando ventos fortes, que podem superar 60 km/h em boa parte da metade leste gaúcha. Nas serras gaúcha e catarinense, as rajadas podem chegar a 90 km/h.

Com o deslocamento da frente fria, as instabilidades também se espalham pelo Sudeste. Em São Paulo, a chuva chega já pela manhã, com possibilidade de pancadas fortes e tempestades localizadas. Há risco de raios e ventania, principalmente na capital e no litoral, onde as rajadas podem passar dos 70 km/h — mesmo antes da chuva. Em áreas do Vale do Paraíba, sul de Minas Gerais e regiões serranas do Rio de Janeiro, o vento pode atingir até 90 km/h.

A partir da tarde, as pancadas se intensificam em Minas Gerais e Rio de Janeiro, com potencial para temporais e granizo. À noite, a chuva avança para o sul do Espírito Santo.

No Centro-Oeste, o avanço do sistema mantém o tempo instável em todos os estados e no Distrito Federal. O Mato Grosso do Sul deve ter chuva forte já pela manhã, com risco de raios e rajadas. Ao longo do dia, os temporais se espalham por Mato Grosso, Goiás e DF. Por causa da nebulosidade, as temperaturas ficam mais amenas em comparação aos últimos dias.

No Nordeste, os ventos que sopram do oceano mantêm pancadas irregulares na faixa litorânea, principalmente entre o Rio Grande do Norte e a Bahia, com chuva fraca a moderada. À noite, áreas de instabilidade podem alcançar o sul e oeste baiano. No MATOPIBA (região que inclui Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), há risco de pancadas fortes. Já no interior nordestino, o tempo segue seco e quente, com baixa umidade do ar.

Na Região Norte, a chuva pesada segue concentrada no Amazonas, Acre, sul do Pará, Tocantins e Rondônia, com chance de temporais e ventos fortes. No norte do Pará e Amapá, o tempo continua mais firme, com sol predominando ao longo do dia. Em Belém (PA), a Climatempo prevê chuva moderada por causa da umidade vinda do oceano.



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produtor mineiro mantém receita centenária e conquista prêmio nacional


Produtor de queijos em Minas Gerais, Nonato Santa Rita, como gosta de ser chamado, foi um dos finalistas no Prêmio Brasil Artesanal – edição queijos 2025, organizado pela CNA e que contou com o apoio do Sebrae.

Foi navegando pelas redes sociais que o produtor encontrou o concurso. Movido pela curiosidade, decidiu se inscrever. Para sua surpresa, ficou entre os 15 melhores produtores do país.

“Para mim, essa classificação e participação no concurso são extremamente motivadoras, para que a gente possa superar as intempéries do campo e seguir levando um queijo de qualidade à mesa do consumidor”, conta Nonato.

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A relação do Nonato Santa Rita com a produção de queijos começa ainda criança, quando ajudava o pai no dia a dia na fazenda e também na produção de queijos.

Contudo, o produtor precisou deixar o campo para estudar em Paulistas (MG), e tempos depois, mudou-se para São Paulo, onde se formou em contabilidade e direito: “fui empresário contábil por mais de 30 anos.” 

Ainda assim, a memória do campo nunca deixou de pulsar. Em 2017, Nonato Santa Rita decidiu retornar à fazenda Sobrado. Dessa forma, reiniciou a produção do queijo ‘Sô Toni’: “seguindo a mesma receita que existe há mais de 300 anos.”

Atualmente, com um rebanho de cerca de 40 vacas, ele produz cerca de 80 peças de queijos por dia. Além disso, busca eficiência diária, porque acredita que só com continuidade o campo prospera.

Portanto, a trajetória de Nonato Santa Rita mostra que tradição, dedicação e inovação podem andar juntas, valorizando a cultura rural e até, inspirando novas gerações.

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais sobre produção de queijos? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, às sextas-feiras, às 18h. O programa é uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, trazendo dicas, orientações e mostrando histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Às sextas-feiras, às 18h, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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Manejo fitossanitário eficiente é essencial na soja



É fundamental adotar estratégias


É fundamental adotar estratégias
É fundamental adotar estratégias – Foto: USDA

Um manejo fitossanitário eficiente e bem planejado é essencial para alcançar altas produtividades na cultura da soja. Segundo informações da Mais soja, as doenças fúngicas estão entre os principais fatores que comprometem o rendimento das lavouras, com destaque para a ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi), a mancha-alvo (Corynespora cassiicola), o oídio (Erysiphe diffusa), o mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum), a podridão dos grãos (Diaporthe spp. e Fusarium spp.) e as doenças de final de ciclo (Cercospora spp. e Septoria glycines). Em casos extremos, essas enfermidades podem causar perdas de até 90%, inviabilizando a produção.

Além de reduzir o potencial produtivo, essas doenças afetam diretamente a qualidade das sementes, diminuindo sua viabilidade e valor de mercado. Diante desse cenário, é fundamental adotar estratégias de manejo integradas que reduzam os danos e garantam a sustentabilidade econômica da atividade.

Embora existam diversas práticas disponíveis, o controle químico com fungicidas ainda é o método mais utilizado em escala comercial. Contudo, o posicionamento correto dos produtos exige conhecimento técnico e atenção ao desempenho de cada ingrediente ativo frente às condições climáticas e fitossanitárias de cada região.

Para orientar o uso eficiente de fungicidas, a Rede Fitossanidade Tropical e a Embrapa conduzem ensaios cooperativos desde a safra 2003/2004, avaliando a eficácia dos principais produtos disponíveis no país. Os resultados indicam diferentes níveis de controle das doenças e reforçam a importância de rotacionar fungicidas com distintos modos de ação, reduzindo o risco de resistência dos fungos e assegurando o equilíbrio produtivo das lavouras.

 





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como prevenir as principais doenças



Enfermidades podem causar perdas significativas


Enfermidades podem causar perdas significativas
Enfermidades podem causar perdas significativas – Foto: Emater MG

As doenças fúngicas Cercosporiose e Mancha-de-Phoma estão entre os principais desafios fitossanitários enfrentados pelos cafeicultores. Segundo o consultor de campo Marcos Antônio Rosa, essas enfermidades podem causar perdas significativas de produtividade e qualidade dos grãos, sendo fundamental adotar estratégias de manejo preventivo e atenção constante às condições climáticas da lavoura.

A Cercosporiose, causada pelo fungo Cercospora coffeicola, provoca manchas marrons com halo amarelado em folhas e frutos. Seu desenvolvimento é favorecido por altas temperaturas, radiação solar intensa e deficiência nutricional, podendo levar à desfolha, queda na qualidade dos grãos e redução da produtividade. Já a Mancha-de-Phoma, causada por Phoma sp., caracteriza-se por lesões escuras e irregulares nas bordas das folhas, curvaturas foliares e secamento de ramos, ocorrendo com maior intensidade em condições de alta umidade, ventos constantes e temperaturas mais baixas, em torno de 20 °C, resultando em perdas produtivas importantes.

Para o manejo dessas doenças, Rosa destaca a importância de práticas culturais, como adubação equilibrada, poda adequada e espaçamento correto entre plantas, além do uso de fungicidas preventivos antes e depois da florada, sempre com rotação de ingredientes ativos para reduzir o risco de resistência. O monitoramento constante da lavoura permite identificar sintomas precocemente e ajustar as estratégias de controle conforme as condições climáticas.

O consultor reforça que o controle eficiente da Cercosporiose e da Mancha-de-Phoma depende da prevenção, do equilíbrio nutricional e do acompanhamento técnico contínuo, garantindo plantas mais saudáveis, grãos de qualidade e produtividade estável ao longo do ciclo.

 





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China amplia compras e consolida liderança nas importações globais de soja


As exportações brasileiras de soja seguem em ritmo acelerado, puxadas principalmente pela demanda chinesa. Em setembro, a China importou 6,5 milhões de toneladas da oleaginosa brasileira, representando 93% do total embarcado pelo Brasil no mês, segundo dados da Secex. Essa concentração reforça o protagonismo do país asiático no comércio global da commodity.

Com esse desempenho, o Brasil exportou 6,99 milhões de toneladas de soja em setembro, superando em 6,6% o volume de igual período de 2024. No acumulado do ano, o país já enviou ao exterior 93 milhões de toneladas, o maior volume registrado entre janeiro e setembro.

Para outubro, a expectativa é ainda mais otimista: a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) projeta 7,12 milhões de toneladas exportadas, superando em quase 60% o volume do mesmo mês do ano anterior. “A ausência dos Estados Unidos no mercado, devido à guerra tarifária com a China, abriu ainda mais espaço para o Brasil”, analisa Argemiro Brum, da CEEMA.

O recuo das exportações de farelo de soja — estimadas em 1,92 milhão de toneladas para outubro — indica mudança no perfil da demanda global, com maior foco no grão in natura. Mesmo assim, os embarques acumulados de farelo em 2025 já ultrapassam 19 milhões de toneladas.

Com a participação chinesa nas importações brasileiras de soja saltando para 79,9% neste ano, contra média de 74% entre 2021 e 2024, especialistas apontam risco de excesso de dependência. “A concentração pode aumentar a vulnerabilidade comercial do Brasil frente a oscilações na política externa chinesa”, alerta Brum.

Apesar dos números expressivos, a atenção do mercado internacional se volta para a nova safra sul-americana, que enfrenta alta nos custos de produção e incertezas climáticas. Esse cenário poderá redefinir o equilíbrio global de oferta e preços nas próximas safras.





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Colheita de milho nos EUA avança, mas impasse fiscal paralisa dados e gera incerteza global


A colheita de milho nos Estados Unidos avança e já alcança cerca de 40% da área plantada, mas o mercado global opera em meio à incerteza. A crise fiscal que paralisou parte do governo norte-americano impediu a divulgação do relatório de oferta e demanda do USDA, ferramenta fundamental para o equilíbrio internacional da commodity.

Em Chicago, os contratos futuros recuaram levemente, fechando o dia 9 de outubro a US$ 4,18 por bushel. A ausência de informações oficiais gerou volatilidade e ampliou o espaço para especulações. “Sem as estatísticas do USDA, o mercado fica no escuro, e isso afeta decisões comerciais em todo o mundo”, observa Argemiro Brum, da CEEMA.

Apesar disso, a demanda interna dos EUA segue firme, especialmente puxada pela indústria de etanol, o que contribui para limitar quedas mais acentuadas nos preços. Contudo, com a entrada da safra recorde americana no mercado, os principais concorrentes, como Brasil e Ucrânia, devem enfrentar desafios para manter seus volumes exportados.

No Brasil, as exportações acumuladas entre fevereiro e setembro somam 18,8 milhões de toneladas — 4% abaixo do mesmo período de 2024. Especialistas apontam que o ritmo deve cair ainda mais, diante da concorrência agressiva dos Estados Unidos, que volta com força ao mercado internacional.

Outro fator relevante é a valorização do real frente ao dólar, que reduz a competitividade brasileira. Segundo analistas, a conjuntura atual favorece a hegemonia dos EUA nas vendas internacionais, ao menos no curto prazo.

Enquanto isso, a China se mantém atenta às oportunidades de compra, avaliando fornecedores com base em preço, volume e previsibilidade logística — aspectos que poderão ser redefinidos conforme se desenrola a crise fiscal norte-americana e avança a colheita nos demais países produtores.





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Custos da nova safra de soja sobem e preocupam produtores


A análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente à semana de 3 a 9 de outubro e publicada nesta quinta-feira (9), apontou estabilidade nos preços da soja no Brasil, com leve tendência de alta em algumas regiões. O câmbio variou entre R$ 5,30 e R$ 5,35 por dólar, e os prêmios permaneceram estáveis. No Rio Grande do Sul, a média estadual foi de R$ 122,77 por saca, enquanto as principais praças registraram R$ 120,00. Nas demais regiões do país, os preços oscilaram entre R$ 113,00 e R$ 122,00 por saca.

As exportações brasileiras de soja atingiram volume recorde para o mês de setembro, impulsionadas pela demanda internacional, especialmente da China, e pela menor presença dos Estados Unidos no mercado, devido à guerra tarifária. O Brasil embarcou 6,99 milhões de toneladas, um aumento de 6,6% em relação a setembro de 2024, embora tenha ocorrido queda de 30,3% em comparação a agosto, conforme dados da Secex. O Ceema destacou que “a Argentina tem atuado de forma mais agressiva nas vendas externas, o que limita os embarques brasileiros no momento”. Entre janeiro e setembro, o país exportou 93 milhões de toneladas, recorde para o período.

Para outubro, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) projeta embarques de 7,12 milhões de toneladas, superando em quase 2,7 milhões o volume do mesmo mês do ano passado. Em relação ao farelo de soja, as exportações devem totalizar 1,92 milhão de toneladas, abaixo das 2,46 milhões registradas em outubro de 2024. A entidade estima que, entre janeiro e outubro, o Brasil alcance 102,2 milhões de toneladas exportadas, superando os totais de 2023 e 2024, que foram de 101,3 milhões e 97,3 milhões de toneladas, respectivamente, segundo a Secex.

A China manteve-se como o principal destino da soja brasileira, respondendo por 93% das exportações de setembro, o equivalente a 6,5 milhões de toneladas. “A participação chinesa nas exportações totais de soja do Brasil atingiu 79,9%, acima da média de 74% observada entre 2021 e 2024”, destacou a Anec. A projeção é de que o país exporte até 110 milhões de toneladas de soja em 2025. No caso do farelo, o volume acumulado até outubro deve ultrapassar 19 milhões de toneladas.

A principal preocupação do setor agora recai sobre a nova safra 2025/26. Segundo a Ceema, a safra “está se mostrando como uma das mais problemáticas dos últimos ano”, com alta nos custos de produção, queda nos preços internacionais e incertezas climáticas que ameaçam a rentabilidade dos produtores. No Centro-Oeste, os custos por hectare devem subir cerca de 4% em relação à safra anterior, podendo ultrapassar R$ 5.600,00 em regiões como Rio Verde (GO) e Sorriso (MT). O aumento é impulsionado, sobretudo, pela valorização dos fertilizantes, que tiveram alta próxima de 10%, reflexo de tensões comerciais entre China e Estados Unidos e da guerra no Leste Europeu.

De acordo com dados da Outofino Agrociência, a produtividade mínima necessária para cobrir os custos também aumentou. No Mato Grosso, já ultrapassa 56 sacas por hectare, enquanto em Goiás gira em torno de 51. “Será necessário um clima muito favorável para alcançar produtividade que assegure rentabilidade”, observou a Ceema. No Rio Grande do Sul, o quadro é agravado pela sequência de secas registradas nos últimos cinco anos, o que eleva ainda mais o risco para a próxima safra.





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China reage às tarifas de 100% anunciadas por Trump



A China reagiu, neste domingo (12), à decisão do presidente Donald Trump de impor tarifas de 100% sobre produtos chineses. ”A China não quer uma guerra tarifária, mas não a teme”, declarou o Ministério do Comércio do chinês em resposta à medida que amplia a taxação já existente de 30%.

Aplicação de tarifas pelos EUA

Trump justificou como uma forma de pressionar a China diante do déficit comercial americano e das políticas industriais do país asiático. O anúncio foi feito em uma postagem na rede social Truth Social, na noite de sexta-feira (10), após o fechamento dos mercados, e entrará em vigor em 1º de novembro de 2025. Segundo o presidente, a decisão é uma resposta à “posição extraordinariamente agressiva da China em relação ao comércio”.

O presidente também sinalizou que a data de implementação poderá ser antecipada, “dependendo de quaisquer ações ou mudanças futuras tomadas pela China”. Ele afirmou ainda que o plano de controle de exportações do país asiático seria “um projeto elaborado por eles anos atrás” e concluiu: “O resto é história”.



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Alface/Cepea: Clima e baixa demanda mantêm preços em queda no cinturão verde…


O mercado de alface continua em ritmo lento em Ibiúna e Mogi das Cruzes (SP). Levantamentos do Hortifrúti/Cepea mostram que, nesta semana (15 a 19/09), os preços caíram, se aproximando dos custos de produção. Em Ibiúna, a crespa foi comercializada à média de R$ 10,86/cx com 20 unidades (-4,3%), e, em Mogi das Cruzes, a R$ 14,80/cx com 20 unidades (-1,3). As quedas estão atreladas à maior oferta e à demanda retraída. As temperaturas mais altas têm acelerado o ciclo das folhosas e elevado o volume disponível; com as vendas lentas, registra-se acúmulo de produto nas roças.

Em Mogi, as chuvas insuficientes também preocupam produtores – no início desta semana, foram apenas 5 mm na região. Esse cenário e a consequente baixa disponibilidade de água nos reservatórios já vêm limitando o ritmo de plantios, além de afetar os demais elos da cadeia. Viveiristas locais relatam que parte das mudas em ponto de plantio deve ser perdida, justamente pela redução de compra dos produtores.

De acordo com a Climatempo, são previstas chuvas acima de 20 mm nas regiões paulistas a partir da próxima segunda-feira (22), o que deve trazer algum alívio ao setor, mas com investimentos ainda contidos – tanto pela questão de mão de obra escassa, quanto pelos baixos patamares de preços.

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