sábado, abril 11, 2026

Autor: Redação

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Cruzamento entre caracu e devon pode ajudar a potencializar a pecuária moderna; saiba mais



A pecuária moderna busca aliar a rusticidade dos taurinos adaptados à alta produtividade das raças de corte e o cruzamento entre caracu e devon se destaca como uma estratégia eficiente nesse contexto.

Ao programa Giro do Boi, o pecuarista Guilherme Machado, de Barra do Bugres (MT), consultou o zootecnista Alexandre Zadra sobre a viabilidade de inseminar suas vacas caracu puras com touros devon. A resposta do especialista é clara: “a combinação é uma excelente opção que garante bezerros pesados e precoces no abate”. Confira:

O criador possui vacas caracu, que são taurinas adaptadas e tropicais, com alta tolerância ao calor do Mato Grosso. Ao cruzar o caracu (raça de grande porte e biotipo continental) com o devon (raça europeia de menor porte), o pecuarista gera 100% de heterose (vigor híbrido), uma vez que são raças geneticamente distantes. Essa complementariedade resulta em um animal com alta adaptabilidade e excelente desempenho.

Cruzar para melhorar a adaptação

Um dos grandes benefícios do cruzamento é a garantia da adaptação ao clima tropical. O Caracu é reconhecido pela linhagem slick hair (pelo zero). Ao utilizar o devon nessas fêmeas, 100% dos produtos serão de pelo zero, o que otimiza o conforto térmico e o desenvolvimento dos bezerros desde o nascimento. Além disso, o porte menor do devon sobre o caracu de grande porte assegura a facilidade de parto.

O zootecnista Zadra sugere que as fêmeas F1 (devon x caracu) também sejam aproveitadas, seja com a reintrodução do Caracu ou com o uso de um bimestiço, como brangus ou braford, para um cruzamento terminal.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Consumo de ‘falsa couve’ deixa quatro em estado grave em MG



Quatro pessoas da mesma família foram internadas na região do Alto Paranaíba em Minas Gerais após o consumo da nicotiana glauca, planta tóxica conhecida como ‘falsa couve’. O caso aconteceu na última quarta-feira (8), e entre os pacientes intoxicados estão uma mulher de 37 anos, e três homens de 60, 64 e 67 anos.

A ingestão, que ocorreu após a família confundir a planta com um pé de couve, e causou sérios problemas de saúde, deixando as quatro pessoas em estado grave. A mulher, que está internada desde o dia 8, foi diagnosticada com uma lesão cerebral grave e que, possivelmente, deixará sequelas. Um dos idosos saiu do coma enquanto o outro permanece em coma induzido. O homem de 67 anos, por sua vez, recebeu alta na quinta-feira (9). As informações são da Secretaria de Saúde do município de Patrocínio (MG).

A planta, também conhecida como fumo bravo, é comum em áreas rurais e beiras de estrada. A sua característica tóxica se dá pela presença da anabazina, substância que causa paralisia muscular e respiratórias, podendo levar à morte.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a família havia se mudado para a propriedade recentemente, e confundiu a nicoitiana com o vegetal. Apesar da semelhança, as folhas da couve-falsa apresentam coloração verte-acinzentada, textura aveludada e folhas mais finas. Por sua vez, a couve verdadeira, apresenta nervuras bem marcadas. Mas mesmo assim, a orientação é evitar o consumo caso não haja certeza da procedência.

Por volta das 15h na quarta-feira as vítimas, que chegaram a sofrer paradas cardiorrespiratórias, forama tendidas por equipes dos Bombeiros, da Polícia Militar e do Samu. Após o atendimento, todos foram encaminhados para a Santa Casa do município de Patrocínio e para a Unidade de Pronto Atendimento.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.



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Goiás amplia número de cidades aptas a exportar melancia, melão e abóbora ao Mercosul



O município de Itapirapuã, no Oeste de Goiás, foi oficialmente reconhecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) como apto a exportar cucurbitáceas (melancia, melão, abóbora, entre outros) para os países do Mercosul.

A conquista é resultado do trabalho conjunto entre a Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), produtores rurais e responsáveis técnicos. Com o novo reconhecimento, Goiás soma 19 cidades certificadas para a exportação desse tipo de cultivo.

O reconhecimento foi concedido pela Portaria SDA/Mapa nº 1.418/2025, publicada no Diário Oficial da União em 7 de outubro.

O documento inclui o município no Sistema de Mitigação de Risco (SMR) para a praga Anastrepha grandis, conhecida como mosca-das-frutas das cucurbitáceas.

Certificação de exportação

Para obter o reconhecimento, o município passou por monitoramento fitossanitário rigoroso em lavouras, conduzido por um responsável técnico habilitado pela Agrodefesa, durante um período mínimo de seis meses.

Com base nos dados coletados, a Agência elaborou e encaminhou ao Mapa o Projeto Técnico de inserção no SMR, atendendo a todos os critérios exigidos pela Secretaria de Defesa Agropecuária.

“Essa parceria entre poder público e setor produtivo tem sido fundamental para ampliar o número de municípios goianos reconhecidos”, afirma o gerente de Sanidade Vegetal da Agrodefesa, Leonardo Macedo.

Confira os 19 municípios aptos a exportar:

  • Carmo do Rio Verde;
  • Cristalina;
  • Edealina;
  • Goianésia;
  • Ipameri;
  • Itapirapuã;
  • Itapuranga;
  • Jaraguá;
  • Jussara;
  • Luziânia;
  • Maurilândia;
  • Mundo Novo;
  • Nova Crixás;
  • Porangatu;
  • Rio Verde;
  • Rubiataba;
  • Santa Helena;
  • São Miguel do Araguaia;
  • Uruana.



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Mato Grosso semeou 21% da área prevista de soja na safra 2025/26



A semeadura de soja da safra 2025/26 em Mato Grosso atingiu, na sexta-feira (10), 21,22% da área prevista, avanço de 6,19 pontos porcentuais em comparação com os 15,03% da área semeada até a sexta-feira anterior. A informação foi divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

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Em comparação com igual período da safra 2024/25, quando 8,81% da área havia sido plantada, os trabalhos estão adiantados em 12,41 pontos porcentuais. Já em relação à média dos últimos cinco anos, de 17,17%, há um adiantamento de 4,05 pontos porcentuais.

Trabalhos com a soja em MT

A região médio-norte lidera o plantio, com 30,94% da área semeada, avanço semanal de 6,67 pontos porcentuais. Em seguida aparecem norte, com 29,55% e ganho de 12,29 pontos porcentuais na semana, e oeste, com 28,91% e alta de 10,67 pontos porcentuais. A região noroeste atingiu 25,38%, com avanço de 6,49 pontos porcentuais, enquanto centro-sul chegou a 19,03%, alta de 5,40 pontos porcentuais.

As regiões com menor avanço foram sudeste, com 9,92% da área plantada e ganho de 2,37 pontos porcentuais na semana, e nordeste, com 9,66% e alta de 4,29 pontos porcentuais. Na comparação entre safras, a região médio-norte apresenta o maior adiantamento, de 18,31 pontos porcentuais ante igual período do ano passado, seguida por oeste, com 16,80 pontos porcentuais, e noroeste, com 16,56 pontos porcentuais.



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Incerteza no mercado de soja? La Niña e trabalhos limitados preocupam sojicultores no Brasil



O mercado de soja encerrou a segunda semana de outubro em ritmo cauteloso, com influências vindas tanto do cenário internacional quanto das condições climáticas no Brasil. Segundo a plataforma Grão Direto, o impasse político nos Estados Unidos e o avanço do fenômeno La Niña compõem um cenário de incerteza, mas também de oportunidades para o produtor brasileiro.

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Shutdown nos EUA

O impasse político norte-americano mantém o governo parcialmente paralisado há mais de uma semana. Com isso, Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) segue sem divulgar relatórios essenciais, como o de inspeções de exportação e o acompanhamento da safra, o que aumenta a volatilidade nos mercados futuros.

Clima no Brasil

No Brasil, o clima continua sendo o principal fator de atenção pelos sojicultores. O tempo seco no Centro-Oeste, por exemplo, limitou os trabalhos em campo. Produtores que se anteciparam com as primeiras chuvas enfrentam agora problemas de germinação e necessidade de replantio, especialmente em Mato Grosso e Goiás.

Preços de soja no cenário internacional

Mesmo com o dólar em leve baixa e os preços em Chicago estáveis, os prêmios nos portos brasileiros permanecem sustentados pela forte demanda chinesa.

Em Chicago, o contrato de soja para agosto de 2025 encerrou a semana a US$ 9,67 por bushel, alta de 0,52%. Já o contrato para março de 2026 recuou 0,10%, fechando a US$ 10,22 por bushel.

No Brasil, o dólar caiu 1,98%, cotado a R$ 5,44, e os preços físicos mantiveram-se estáveis, sustentados pelos prêmios portuários.

O que esperar do mercado de soja?

A NOAA confirmou oficialmente que o fenômeno La Niña está ativo desde setembro e deve persistir até o início de 2026, abrangendo o período crítico de plantio da safra 25/26. Segundo os modelos climáticos, trata-se de um evento fraco, mas suficiente para alterar o regime de chuvas na América do Sul.

Entre outubro e dezembro, o fenômeno pode provocar irregularidade nas chuvas, especialmente nas regiões centrais do Brasil, exigindo atenção redobrada dos produtores para evitar perdas na germinação e no estabelecimento das lavouras.

Taxação dos EUA

O cenário externo volta a ser marcado por incertezas. Na última sexta-feira (10), o presidente Donald Trump anunciou tarifas de 100% sobre importações chinesas, em resposta a uma nova política de Pequim que impõe relatórios obrigatórios sobre exportações de terras raras aos EUA. A medida intensificou as tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo e pressionou as cotações da soja em Chicago.

No curto prazo, o movimento tende a favorecer o Brasil, com o real desvalorizado e a necessidade da China de recompor estoques até dezembro, os prêmios nos portos brasileiros devem continuar elevados, ampliando a competitividade da soja nacional.

Câmbio

O dólar encerrou a semana em alta, após uma sequência de quedas. A oscilação foi provocada por fatores internos e externos. No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a redução do compulsório da poupança, medida que libera cerca de R$ 37 bilhões para investimentos em infraestrutura e construção civil.

Embora a iniciativa estimule a economia, a entrada de recursos tende a pressionar a inflação no curto prazo, o que pode aumentar a volatilidade cambial nos próximos dias.



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Tensões entre EUA e China não ‘mudam jogo’ para soja brasileira, diz analista



Os recentes eventos envolvendo China e Estados Unidos seguirão reverberando no mercado agrícola, especialmente na soja. Na última sexta-feira (10), Donald Trump anunciou uma tarifa adicional de 100% contra o país asiático, após a limitação das exportações de terras raras e produtos fabricados a partir desses elementos.

O governo dos EUA, entretanto, voltou atrás e adiou a medida, que passaria a valer em 1º de novembro. Para o consultor em agronegócios, Carlos Cogo, esse movimento não “muda o jogo” para o Brasil. Sobre um possível acordo entre os dois países, ele avalia que esse cenário fica cada vez mais distante.

Impactos na soja em Chicago e no Brasil

Na avaliação de Cogo, o cenário mais provável a partir de agora é de pressão sobre as cotações futuras em Chicago, mas sem avanço significativo, já que não há demanda por soja norte-americana. Nesse sentido, o Brasil segue abastecendo o mercado chinês. Das 12,87 milhões de toneladas compradas pela China em setembro, 78% correspondem à soja brasileira.

“Os chineses continuam comprando grandes volumes aqui e já se preparam para a nova safra brasileira e na América do Sul, o que deve fortalecer os prêmios no Brasil”, explica. Segundo o especialista, o movimento deve ocorrer principalmente no primeiro semestre de 2026, gerando preços melhores para o produtor.

Diante desse cenário, Cogo afirma que não há impacto relevante ou mudança significativa para o mercado brasileiro. “Com a colheita, nossa soja já tende a ser mais valorizada, o que praticamente não muda o jogo para nós neste momento”, conclui.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produção de milho para silagem deve crescer 8,29% no RS



Emater prevê crescimento na produção de milho



Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (9), a semeadura do milho destinado à silagem no Rio Grande do Sul alcança 59% do total previsto. Para a safra 2025/2026, a Emater/RS-Ascar projeta incremento de área de 2,74% em relação à safra anterior, passando de 356.300 hectares, segundo o IBGE, para 366.067 hectares.

A produtividade média também deve registrar avanço de 5,28%, subindo de 36.416 para 38.338 quilos por hectare. Como resultado, a produção estadual de milho para silagem deve atingir 14,03 milhões de toneladas, crescimento de 8,29% frente às 12,96 milhões de toneladas da safra passada.

Segundo a Emater/RS-Ascar, o aumento é impulsionado pela importância do alimento conservado na manutenção dos rebanhos durante períodos de escassez hídrica e pela dedicação de produtores que atuam na comercialização regional, inclusive para bovinos de corte.

Na região administrativa de Erechim, a área projetada terá elevação de 3,25% em relação à safra 2024/2025, totalizando 18.350 hectares, com expectativa de produtividade de 43.795 quilos por hectare.

Em Pelotas, a área destinada à silagem deve chegar a 17.813 hectares, alta de 26,54% em comparação à safra anterior. Já na região de Santa Maria, a semeadura atinge 40% da área prevista, que totaliza 11.485 hectares.





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Plantio de soja avança e atinge 14% no Brasil, aponta consultoria



O plantio da safra 25/26 de soja chegou a 14% da área total prevista até a última quinta-feira (9), segundo levantamento da AgRural. O índice representa avanço de cinco pontos percentuais em relação à semana anterior (9%). Esta é a terceira safra com o ritmo de semeadura mais rápido, atrás somente de 2018/19 e 2023/24.

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De acordo com a consultoria, Mato Grosso apresentou desempenho melhor que o esperado, mesmo com chuvas ainda irregulares. Ainda assim, o Paraná segue liderando o ritmo nacional, beneficiado por condições climáticas favoráveis desde o início da safra, o que garante ao estado o plantio mais rápido de sua história.



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Média da mandioca sobe pela 8ª semana consecutiva



Mesmo com as chuvas recentes, que foram isoladas e pouco volumosas, a baixa umidade continua predominando na maioria das regiões produtoras de mandioca. Isso é o que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Ao mesmo tempo, o interesse de produtores pela comercialização segue limitado, especialmente no caso das raízes mais novas, em razão da menor produtividade e do teor de amido reduzido. Assim, em muitas praças, a oferta permanece abaixo da demanda industrial, impulsionando os preços pela oitava semana consecutiva, conforme o centro de pesquisas. 

O valor médio nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 563,83 (R$ 0,9806/grama de amido), alta semanal de 2% e de 7,5% em quatro semanas. Já em termos reais, com base no IGP-DI, a média está 10,7% abaixo da registrada em igual período do ano anterior.

Com a oferta de mandioca abaixo das expectativas e o menor rendimento industrial, a produção de fécula segue limitada em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea.

A demanda, por outro lado, permanece aquecida, e muitas empresas têm enfrentado dificuldades para recompor estoques, que caíram pela décima semana consecutiva, ao menor patamar desde maio.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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BNDES anuncia R$ 10 milhões para restauração florestal



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou, na última sexta-feira (10), novo edital com R$ 10 milhões para projetos para restauração florestal em terras indígenas no âmbito do Floresta Viva, informou o banco em nota.

A chamada alcança uma área potencial de 61 terras indígenas em Mato Grosso, Tocantins e Maranhão. O edital será em parceria entre BNDES, a Fundação Bunge e a Agrícola Alvorada S.A.

Detalhes do edital

As propostas selecionadas pelo edital terão recursos não reembolsáveis, com aporte pelo BNDES (50%), Fundação Bunge (40%) e Agrícola Alvorada (10%). Os projetos terão apoio ainda para gestão e certificação de carbono. Em nota, o BNDES informou que a implantação dos projetos vai contribuir para o Arco da Restauração, iniciativa do BNDES e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) que visa recuperar áreas degradadas no bioma Amazônia.

Além da restauração ambiental, o BNDES destacou que estão previstas ações de estímulo à agricultura familiar indígena, com o uso de sistemas agroflorestais.

“O BNDES tem usado diversos instrumentos para apoiar a conservação e restauro dos biomas brasileiros”, observou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. “Este edital do Floresta Viva apoia projetos que recuperam áreas degradadas em uma zona de transição entre a Amazônia e o Cerrado, que é crucial para a regulação hídrica e para a estabilidade do clima na região”, acrescentou.

Compromisso com a agricultura sustentável

Para o vice-presidente de agronegócio e country manager da Bunge no Brasil, a parceria com o BNDES reforça o compromisso com uma agricultura sustentável.

“Ao unirmos esforços, ampliamos o impacto das nossas ações voltadas à restauração e à adoção de práticas regenerativas no campo. Por meio do projeto Semêa, que faz parte do nosso programa de Agricultura Regenerativa, incluímos não somente os grandes produtores, mas também pequenos agricultores e povos tradicionais nas boas práticas por uma economia de baixo carbono”, afirmou na nota.

O Floresta Viva já mobilizou R$ 358 milhões em 13 editais e mais de 80 projetos aprovados ou em vias de aprovação, segundo o BNDES. Estes recursos vão permitir restauração de mais de 10 mil hectares de áreas degradadas em biomas brasileiros.



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