domingo, março 29, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Mato Grosso registra 715 mil abates em outubro



Abates sobem 8,99% e MT supera recorde mensal



Foto: Canva

Segundo análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) na segunda-feira (10), os abates de bovinos em Mato Grosso alcançaram 715,31 mil cabeças em outubro de 2025, avanço de 8,99% frente ao mês anterior.

O instituto informou que o volume superou em 3,79% o recorde mensal registrado em julho de 2024 e que “a participação de fêmeas nos abates recuou para 39,33% no último mês”. O Imea apontou que o aumento da oferta decorreu do maior abate de machos do segundo giro de confinamento, destacando que “o volume de animais confinados em 2025 caminha para atingir o maior volume da história”.

Para os próximos meses, o Imea estima manutenção da oferta em nível elevado, mas com redução gradual a partir de novembro. Segundo o instituto, “o pico de oferta geralmente ocorre no 3º trimestre”, movimento associado ao fluxo de saída dos lotes de confinamento.





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AgroNewsPolítica & Agro

Show Rural dobra espaço do pavilhão da agroindústria familiar em 2026



A próxima edição do Show Rural Coopavel ocorrerá de 9 a 13 de fevereiro de 2026



Foto: Aline Merladete

O Show Rural Coopavel terá, em 2026, um pavilhão ampliado destinado à agroindústria familiar. A Coopavel informou que a nova estrutura é resultado de parceria com a Itaipu Binacional e recebeu investimento de R$ 1,8 milhão. Segundo o divulgado o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), o espaço passará de 525 m² para 1.050 m², o que permitirá a presença de “80 a 105 agroindústrias familiares”, número superior ao registrado na edição anterior, que contou com 45 expositores.

A próxima edição do Show Rural Coopavel ocorrerá de 9 a 13 de fevereiro de 2026, em Cascavel. O evento é anual e reúne expositores nacionais e estrangeiros em área superior a 720 mil m².

A ampliação do pavilhão deve gerar efeitos diretos para os produtores e para a economia regional. Segundo o informado, com o aumento da área e do número de expositores, “crescem as possibilidades de negócios, vendas e contratos”, além de favorecer a aproximação entre produtores, tecnologias e instituições de pesquisa.

As inscrições para agroindústrias interessadas em ocupar o novo espaço começam em 20 de novembro. O cadastramento será feito pelo IDR-Paraná, que, segundo a organização, “publicará edital com regras, prazos e critérios de seleção”.

Com a nova estrutura, o Show Rural 2026 consolida a presença dos produtores familiares no evento e amplia oportunidades de mercado, contribuindo para o desenvolvimento rural e para o avanço do agronegócio paranaense.





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AgroNewsPolítica & Agro

Crédito emergencial atenderá famílias afetadas por fenômenos climáticos



Famílias do Norte e Nordeste receberão auxílio após desastres climáticos


Foto: Canva

A Medida Provisória 1324/25 abre crédito extraordinário de R$ 230,4 milhões no Orçamento de 2025 para o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Segundo a Agência Câmara Notícias, o recurso será destinado ao atendimento de famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional.

O governo informou que o auxílio se volta a famílias afetadas por estiagens prolongadas ou enchentes, fenômenos que têm ocorrido principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

De acordo com dados oficiais, há 529 municípios em situação de emergência, sendo “32 localizados no Norte e 497 no Nordeste”, conforme informado pelo governo.

A mensagem que acompanha a medida afirma que “a escassez de chuvas no semiárido e as cheias na Amazônia resultaram em danos expressivos à produção de subsistência”, com destruição de lavouras, morte de animais e perda de sementes, equipamentos e insumos.

O crédito permitirá o fornecimento de 348 mil cestas de alimentos e o custeio de despesas relacionadas ao Programa de Aquisição de Alimentos em pelo menos 15 estados das regiões afetadas.

A Medida Provisória será analisada pela Comissão Mista de Orçamento e, posteriormente, pelos plenários da Câmara e do Senado. O texto está em vigor, mas depende de aprovação parlamentar em até 120 dias para se tornar lei.





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Futuros do cacau sobem na ICE em meio a inclusão em índice e tensões na África


Logotipo Reuters

NOVA YORK (Reuters) – Os contratos futuros do cacau na ICE subiram nesta terça-feira, depois de avançarem também nas duas sessões anteriores, com investidores avaliando notícias da inclusão do cacau em um importante índice de commodities e tensões latentes na Nigéria e em Camarões, quarto e quinto maiores produtores do mundo.

CACAU

* O cacau de Nova York fechou em alta de US$41, ou 0,6%, a US$6.600 a tonelada, tendo fechado em alta de 6,6% na segunda-feira.

* O cacau de Londres subiu 1,3%, para 4.849 libras por tonelada, depois de atingir 4.864 libras, seu valor mais alto desde o final de setembro.

* O ingrediente do chocolate foi impulsionado pelos planos para que o cacau de Nova York seja incluído no Bloomberg Commodity Index a partir do próximo ano.

* O Citi estima que os futuros do cacau poderão ter um fluxo de investimento de US$2,1 bilhões após a inclusão no índice.

* Em outros lugares, as tensões em Camarões permanecem altas após a contestada eleição da semana passada, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou que os militares se preparem para agir na Nigéria para enfrentar grupos militantes islâmicos.

* “Espera-se que esses dois países produzam um total de 715.000 toneladas métricas (nesta temporada)”, observou a corretora StoneX.

* Do lado negativo, os analistas do Zuercher Kantonalbank estimam que a Barry Callebaut registrará uma queda de 9% nos volumes de vendas do quarto trimestre na quarta-feira.

(Reportagem de May Angel e Marcelo Teixeira)

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AgroNewsPolítica & Agro

MT bate recorde nas exportações de carne bovina



China amplia compras e puxa alta da carne de MT



Foto: Pixabay

Segundo análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) na segunda-feira (10), as exportações de carne bovina de Mato Grosso registraram, em outubro de 2025, volume e receita recorde na série histórica. O estado embarcou 107,94 mil toneladas equivalentes carcaça de carne bovina in natura, aumento de 35,19% em relação a outubro de 2024.

O Imea informou que “o valor médio pago por tonelada também aumentou, alcançando US$ 4.287,90 por tonelada”, o que resultou em faturamento de US$ 462,82 milhões. Segundo o instituto, o desempenho está associado à “maior demanda externa pela carne vermelha de MT”.

No acumulado de janeiro a outubro de 2025, o Imea registrou que o volume destinado à China atingiu 413,65 mil toneladas equivalentes carcaça, crescimento de 45,55% frente ao mesmo período de 2024. O instituto também apontou que Rússia, Chile e Estados Unidos ampliaram suas importações “em 2,29, 1,45 e 1,22 vezes, respectivamente”. Com esse cenário, Mato Grosso mantém posição de destaque nas exportações e, conforme o Imea, pode “se consolidar, pela primeira vez na história, como líder nacional em exportações de proteína bovina em 2025”.





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Conflito em terra indígena no RS deixa 4 feridos e 11 detidos



Um confronto entre grupos indígenas na Terra Indígena Ventarra, no município de Erebango, no norte do Rio Grande do Sul, deixou quatro pessoas feridas entre segunda-feira (10) e a madrugada desta terça-feira (11). Três homens que plantavam na área com autorização de um dos grupos indígenas foram baleados durante o dia. Horas depois, uma mulher de 31 anos também foi atingida por disparos. Todos estão internados, mas não correm risco de morte.

Segundo a Brigada Militar, o conflito envolve dois grupos rivais dentro da própria comunidade indígena, que disputam o controle da área. A Polícia Federal apreendeu seis espingardas e mais de 800 cartuchos no local e instaurou inquérito para investigar os responsáveis pelos ataques. Onze indígenas foram detidos e encaminhados ao presídio de Passo Fundo (RS).

A Terra Indígena Ventarra, localizada a cerca de 350 km de Porto Alegre, já foi palco de episódios de violência. Há quatro anos, uma operação da Polícia Federal mobilizou mais de 140 agentes para conter disputas internas que resultaram em depredações, agressões e um indígena baleado. Na ocasião, o cacique chegou a ser expulso da aldeia.

Em agosto deste ano, integrantes de um dos grupos já haviam ocupado uma área utilizada para cultivo por agricultores da região. À época, moradores registraram vídeos com disparos de arma de fogo e relataram tensão crescente em torno da posse da terra.

Produtores e moradores da área rural afirmam estar apreensivos com o risco de novos confrontos.

“Esperamos que a Justiça seja ágil. O clima é de nervosismo e insegurança”, disse o presidente do Sindicato Rural de Getúlio Vargas, à época da ocupação registrada em agosto.

A Brigada Militar permanece na região para evitar novos episódios de violência. A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o Ministério da Justiça ainda não se manifestaram sobre os desdobramentos.



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Boi gordo tem preços firmes e indica tendência de alta em algumas praças



O mercado do boi gordo iniciou a semana com preços estáveis na maior parte do país. Em São Paulo, a arroba segue negociada em torno de R$ 321,94, de acordo com a analista da Datagro Pecuária, Beatriz Bianque, em análise ao Rural Notícias desta terça-feira (11).

Segundo ela, o cenário atual é de preços firmes, com algumas praças começando a sinalizar um viés de alta no curto prazo. Esse movimento está associado principalmente à redução da oferta de animais terminados a pasto em regiões que dependem da alimentação natural — um efeito típico do período de entressafra e transição das águas.

“Nas regiões onde a pecuária é mais atrelada ao pasto, as escalas de abate estão mais curtas, o que dá suporte aos preços”, explicou a analista.

Por outro lado, nos estados onde os confinamentos ainda estão ativos, a disponibilidade de animais para abate segue maior. A relação de troca entre boi gordo e milho continua favorável ao produtor, o que mantém ritmo de terminação e garante abastecimento às indústrias nessas áreas.

Mercado interno e exportações

No consumo doméstico, novembro começou com algum fôlego, mas sem repetir o ritmo de alta observado no mesmo período do ano passado. Ainda assim, o cenário é considerado positivo o suficiente para não pressionar quedas de preço.

No mercado externo, os embarques de carne bovina seguem aquecidos. Dados parciais da primeira semana do mês mostram desempenho muito favorável, segundo informações do governo federal.

Ao mesmo tempo, o setor monitora as negociações sanitárias com a China, que avalia eventuais salvaguardas, o que pode representar algum risco ao fluxo comercial. Beatriz destaca, porém, que os Estados Unidos surgem como uma oportunidade adicional para a indústria brasileira de proteína bovina, podendo compensar eventual desaceleração no país asiático.



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Canal Rural celebra 29 anos e reforça seu papel como voz do produtor rural



O Canal Rural completa 29 anos nesta terça-feira (11). Desde 1996, a emissora tem como missão conectar o campo à cidade, valorizar a atividade rural e dar voz a quem impulsiona o agronegócio brasileiro. São quase três décadas acompanhando as mudanças do agronegócio brasileiro, das primeiras safras recordes à consolidação da inovação tecnológica e das práticas sustentáveis no campo.

Criado com o propósito de levar informação de qualidade e fortalecer a imagem do produtor rural, o Canal Rural evoluiu junto com o público e com o próprio setor.

“O Canal Rural sempre teve um propósito, defender o produtor rural. As pessoas dizem que o Canal Rural não tem que ter lado, mas tem que ter lado sim. O nosso lado é o do produtor”, destacou o comentarista Miguel Daoud, que integra a equipe desde 2005.

Ao longo dos anos, a emissora acompanhou de perto a expansão do agronegócio nacional e a modernização das fazendas. “Lá no começo, os produtores anotavam o clima em cadernos.” lembrou Daoud.

Além de celebrar quase três décadas no ar, o aniversário reforça o papel do canal como ponte entre o campo e os centros urbanos, levando informação confiável, inovação e credibilidade para milhões de brasileiros.

Neste 11 de novembro, o Canal Rural celebra o passado, vive o presente e segue olhando para o futuro com o mesmo compromisso de sempre, ser a voz do produtor rural e o principal veículo de informação do agronegócio brasileiro.



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29 anos dando voz a quem sustenta o Brasil


O Canal Rural completa 29 anos de história e, com ele, o agronegócio brasileiro celebra um dos seus principais aliados. Desde o começo, o Canal entendeu algo que muitas vezes Brasília demora a enxergar: o campo precisa ser ouvido todos os dias. Não apenas quando há crise, safra recorde ou eleição. Precisa ser ouvido quando falta crédito, quando o clima virá, quando a sanidade animal e vegetal do país é ameaçada, quando o produtor familiar precisa de orientação.

Falo com propriedade porque estou nessa estrada como comentarista há pouco mais de duas décadas. Nesse período, vi o Canal Rural crescer, modernizar sua programação, entrar no digital, apostar em multiplataformas e, ao mesmo tempo, manter o que o tornou referência: dar espaço ao pequeno produtor. O agricultor familiar, o pecuarista do interior, o cooperado — todos sempre tiveram um lugar no Canal. E isso não é detalhe: é linha editorial.

A evolução do agro brasileiro foi impressionante. Máquinas conectadas, genética avançada, integração lavoura-pecuária, rastreabilidade, crédito estruturado. E o Canal caminhou junto. Um ponto decisivo dessa evolução foi a meteorologia agrícola. Hoje, em um cenário de extremos climáticos, com estiagens severas, chuvas fora de época e eventos cada vez mais frequentes, informação de clima virou insumo de produção. O Canal Rural entendeu isso cedo e passou a levar ao produtor previsões, análises e alertas que ajudam a mitigar perdas e a planejar melhor o calendário agrícola. Em muitos casos, é a diferença entre perder a lavoura e salvar parte da produção.

Mas houve outra frente em que o Canal foi, e continua sendo , fundamental: a defesa da preservação e da segurança sanitária do Brasil. Ao longo desses anos, o canal nunca tratou de forma leviana temas como febre aftosa, influenza aviária, PSA, ferrugem, pragas quarentenárias ou exigências de mercados internacionais. Pelo contrário: ajudou a informar o produtor sobre protocolos, vacinação, barreiras sanitárias, rastreabilidade e boas práticas. E fez isso porque sabe que a sanidade é patrimônio estratégico do agro brasileiro. É ela que garante mercados abertos, preços melhores e respeito lá fora. Sem sanidade, o Brasil perde competitividade. Sem comunicação sobre sanidade, o produtor fica exposto.

Em todo esse tempo, mantive meu trabalho com a mesma postura: me posicionar a favor do agro nas questões essenciais. Nem sempre foi confortável. Houve momentos em que fui questionado por representantes do governo, por setores que não compreendiam a realidade do campo ou que encaravam o agro apenas pela ótica fiscal ou ideológica. Mas sigo firme no propósito: defender quem produz, quem gera riqueza e quem alimenta o Brasil, porque esse é o lado certo.

O Canal Rural também escolheu esse lado. É mais que um veículo; é uma trincheira de informação. É o espaço em que o produtor é tratado como agente econômico estratégico, e não como figurante. É o lugar onde se explica ao país urbano que o agro moderno pode, e deve, produzir preservando, cumprindo regras ambientais e sanitárias, mas sem ser criminalizado.

Por isso, ao celebrar os 29 anos do Canal Rural, celebramos também um modelo de jornalismo que acompanha a tecnologia, dá previsões de clima, orienta sobre sanidade, fiscaliza políticas públicas e, ao mesmo tempo, mantém o pé no chão do produtor. Poucos veículos conseguiram fazer esse equilíbrio.

Nesses 29 anos, o Canal não apenas contou a história do agro brasileiro. Ajudou a escrevê-la. E é uma honra dizer: eu estava lá. É contínuo.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Chuva nos próximos dias pode chegar a 200 mm em algumas regiões do país, alerta Inmet



A semana será marcada por contrastes no clima entre as regiões brasileiras. No Norte, áreas de instabilidade se intensificam principalmente no oeste do Amazonas e nas áreas de fronteira com Rondônia, Pará e Mato Grosso. Nessas localidades, os volumes de chuva podem superar 150 mm, e, em pontos específicos, chegar a 200 mm ao longo dos próximos dias.

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Por outro lado, no Amapá, no norte e leste do Tocantins e no norte e leste do Pará, a previsão é de acumulados baixos, próximos de 10 mm na semana, com possibilidade apenas de chuvas rápidas e isoladas. A umidade relativa permanece elevada em grande parte da região, acima de 50%, mas pode cair para 25% a 30% nessas áreas mais secas a partir de quarta-feira (12).

Quase todo o Nordeste segue sem previsão de chuva significativa durante a semana. A exceção é o sul e leste da Bahia, especialmente o Recôncavo Baiano e a Região Metropolitana de Salvador, onde são esperados episódios de chuva recorrente entre os dias 10 e 13. Os acumulados podem chegar a 50 mm por dia, totalizando entre 200 mm e 300 mm em algumas áreas.

No interior da região, especialmente na faixa que abrange Piauí, Ceará e Pernambuco, a umidade relativa deve cair para níveis muito baixos, abaixo de 20%, podendo atingir valores inferiores a 15%, o que aumenta o risco de queimadas e desconforto térmico.

Centro-Oeste terá chuvas intensas no Mato Grosso do Sul e pancadas isoladas em Goiás

No Centro-Oeste, as chuvas ganham intensidade ao longo da semana, principalmente no Mato Grosso do Sul, onde os volumes podem variar entre 100 mm e 200 mm entre quinta (13) e sexta-feira (14). Em Mato Grosso, a precipitação será mais bem distribuída, com alguns pontos recebendo acumulados mais expressivos. Já em Goiás, a chuva ocorre de forma isolada, principalmente no norte do estado.

No Distrito Federal, podem ocorrer pancadas rápidas, mas sem acumulações significativas. A umidade relativa deve se manter acima de 50%, caindo para 30% a 40% no DF e em Goiás ao final da semana, com a elevação das temperaturas.

No Sudeste, a semana começa com chance de chuva na metade sul de São Paulo e no noroeste de Minas Gerais até a madrugada de terça-feira (11). Após esse período, o tempo volta a ficar estável na maior parte da região, com retorno da chuva apenas na sexta-feira (14) no estado de São Paulo, quando um novo sistema provoca acumulados de 20 mm a 50 mm.

A umidade relativa deve cair em Minas Gerais a partir de quinta-feira, com índices entre 30% e 40%, enquanto nos demais estados permanece próxima de 50%.

Sul terá retorno das chuvas intensas a partir de quarta-feira

A Região Sul começa a semana sem precipitações significativas, mas o cenário muda a partir de quarta-feira (13), com a chegada de um novo sistema atmosférico que avança da América do Sul.

Os maiores acumulados devem se concentrar no oeste do Paraná e de Santa Catarina, onde a chuva pode ultrapassar 100 mm em um único dia.

A umidade relativa inicia a semana entre 40% e 50%, mas aumenta para cerca de 70% na segunda metade da semana com o retorno das chuvas.



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