terça-feira, abril 7, 2026

Autor: Redação

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Retração produtora sustenta cotações do milho no interior



Os preços do milho no interior brasileiro se mantêm firmes. Isso é o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O suporte vem sobretudo da retração de produtores, que seguem focados na semeadura da safra verão 2025/26. Nos portos, conforme o instituto, os valores do cereal avançam, refletindo as valorizações do dólar e do mercado internacional. 

Pesquisadores destacam que o aumento nos preços nos portos tende a impulsionar também as cotações no interior do país, à medida que esse contexto eleva a paridade de exportação. 

No campo, a semeadura da safra 2025/26 está adiantada na maior parte das regiões produtoras, somando, até o dia 11 de outubro, 31,2% da área nacional, avanço semanal de 2,1 p.p. e acima dos 30,7% da média dos últimos cinco anos, segundo a Conab. 

Relatório divulgado nesta semana pela Companhia aponta que a produção agregada de milho para 2025/26 pode ser de 138,6 milhões de toneladas. Caso atingido o valor representa queda de 1,8% em relação ao volume de 2024/25.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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‘Nariz eletrônico’ identifica metanol em bebidas e até qualidade de alimentos


Em meio a uma onda de casos de intoxicação por metanol devido a bebidas adulteradas, pesquisadores do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) desenvolveram um “nariz eletrônico” que consegue identificar a presença de metanol em bebidas alcoólicas. Basta uma única gota da bebida para o equipamento reconhecer odores estranhos em relação à bebida original.

“O nariz eletrônico transforma aromas em dados. Esses dados alimentam a inteligência artificial que aprende a reconhecer a assinatura do cheiro de cada amostra”, afirma o professor Leandro Almeida, do Centro de Informática.

São apresentadas amostras de bebidas sabidamente verdadeiras para que a máquina seja calibrada para aprender a reconhecê-las e depois são apresentadas versões adulteradas.

A leitura dos aromas é feita pelo equipamento em até 60 segundos. Ele detecta não só a presença de metanol como de qualquer outro tipo de adulteração, como por exemplo, bebidas diluídas em água. Os pesquisadores prometem uma margem de segurança de 98%.

O “nariz eletrônico” desenvolvido pelos pesquisadores. Foto: UFPE/divulgação

Outros usos do nariz eletrônico

A tecnologia foi desenvolvida inicialmente para ser setor de petróleo e gás, como explica Leandro: “Na verdade, essa pesquisa começou há 10 anos para avaliar o odorizante do gás natural”. O odorizante é o cheiro adicionado ao gás de cozinha para detectar vazamentos.

O nariz eletrônico também pode identificar adulterações em alimentos ou mesmo para uso em hospitais para identificar, pelo cheiro, a presença de micro-organismos.

“Você pode falar de, por exemplo, a qualidade de um café, a qualidade de um pescado, de uma carne vermelha, carne branca, peixe, pescados”, conta Leandro Almeida.

Ele lembra, por exemplo, que a indústria de alimentos tem usado para verificar a qualidade do óleo de soja para produção de margarina.

O grupo de pesquisa também pensa em caminhos para viabilizar o uso da tecnologia no setor de bares, restaurantes e adegas. Umas das possiblidades é disponibilizar equipamentos para os donos dos estabelecimentos que revendem a bebida por meio de tótens acessíveis aos clientes. Outra ideia é produzir equipamentos portáteis para que a empresa que fabrica a bebida verifique, ela própria, se o produto oferecida nos estabelecimentos é realmente verdadeiro.

Almeida cogita ainda um produto desenvolvido para ser usado pelo próprio consumidor: “Nós já temos o desenho de uma canetinha para o cliente final. Para que ele mesmo consultar a sua bebida ou alimento”.

Por enquanto, a versão etílica do nariz eletrônico só foi testada em laboratório. Antes de ser comercializada, ela também precisa ser testada em ambiente real. Para tornar a tecnologia acessível estima-se que seria necessário um investimento de cerca de R$ 10 milhões.

O nariz eletrônico foi apresentado na Rec’n’Play 2025, o festival de inovação e tecnologia realizado no Porto Digital, em Recife (PE).



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Produtores de soja se retraem e preços sobem



Os preços domésticos da soja subiram na última semana de acordo com os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

O impulso veio sobretudo da retração de produtores para vendas envolvendo grandes volumes. Sojicultores estão atentos à valorização do dólar, que torna a commodity brasileira mais atrativa frente ao grão norte-americano. A maior demanda externa e as novas tarifas anunciadas pelo governo dos Estados Unidos à China, que entram em vigor em novembro, também podem ampliar ainda mais as vendas do Brasil.

No entanto, pesquisadores explicam que esse cenário pressionou as cotações futuras da soja nos Estados Unidos. Por sua vez, as desvalorizações externas limitaram as altas no mercado brasileiro. 

Quanto à safra brasileira 2025/26, dados da Conab indicam aumento de área em 3,6%, para um recorde de 49,07 milhões de hectares, o que se deve à substituição do cultivo de arroz por soja. A produção está estimada em 177,6 milhões de toneladas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Line-up prevê aumento de 66% nos embarques de soja no Brasil



O line-up, responsável pela programação de embarques nos portos brasileiros, projeta a exportação de 7,382 milhões de toneladas de soja em grão para outubro. O levantamento, realizado pela consultoria Safras & Mercado, aponta que no mesmo período do ano passado as exportações somaram 4,443 milhões de toneladas. O aumento percentual das exportações foi de 66,1%.

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Exportações de soja

Em setembro, foram embarcadas 6,964 milhões de toneladas. Para novembro, a previsão é de 637,15 mil toneladas.

Análise anual

De janeiro a outubro de 2025, o line-up projeta o embarque de 102,616 milhões de toneladas. De janeiro a outubro de 2024, foram 93,251 milhões de toneladas.



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Contratações de crédito rural caem 18,5% até setembro



O desembolso de crédito rural no Plano Safra 2025/26 totalizou R$ 105,4 bilhões entre julho e setembro, queda de 18,5% em relação ao mesmo período da safra passada. O valor corresponde a 26% do total disponibilizado para o ciclo, de R$ 405,9 bilhões, sem considerar os recursos de Cédula de Produto Rural (CPR).

Os dados foram obtidos pelo Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor/BCB), do Banco Central.

Menor ritmo nos contratos de financiamento

No primeiro trimestre, foram firmados 616.653 contratos em todas as modalidades de crédito rural, redução de 7,8% em relação aos 669.116 registrados no mesmo período de 2024/25. Especialistas afirmam que o desempenho abaixo do esperado reflete uma combinação de fatores, incluindo cautela dos produtores diante da alta de juros e do cenário econômico global mais volátil.

Tradicionalmente, o início da safra concentra o maior volume de contratações, principalmente para custeio e investimento.

Impacto das CPRs no montante total

Quando incluídos os recursos liberados via CPRs direcionadas — títulos emitidos pelos produtores e financiados por bancos com base em Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) — o total desembolsado entre julho e setembro chega a R$ 156,1 bilhões. Com a inclusão desses recursos, a retração frente ao primeiro trimestre da safra 2024/25 cai para 12%.

O Ministério da Agricultura destaca que as CPRs representam uma alternativa importante para ampliar o acesso a crédito, especialmente para pequenos e médios produtores.



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Previsão para a inflação cai mais uma vez; confira as estimativas do mercado



As expectativas do mercado financeiro voltaram a apontar queda na inflação, segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (20) pelo Banco Central.

A mediana das projeções para o IPCA de 2025 caiu de 4,72% para 4,70%, após quatro semanas de redução. Para 2026, a estimativa do indicador passou de 4,28% para 4,27%.

PIB e juros seguem estáveis

A projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 subiu levemente, de 2,16% para 2,17%, enquanto as previsões para 2026 e 2027 permaneceram em 1,80% e 1,82%, respectivamente.

Por outro lado, a expectativa para a taxa Selic foi mantida em 15% ao ano em 2025, com estabilidade também para os anos seguintes: 12,25% em 2026, 10,50% em 2027 e 10% em 2028.

Câmbio e contas externas

O mercado manteve a previsão do dólar em R$ 5,45 no fim de 2025. Para 2026, a projeção segue em R$ 5,50, e para 2027, R$ 5,51.

Na parte externa, a estimativa para o saldo da balança comercial recuou de US$ 62 bilhões para US$ 61,15 bilhões. Enquanto isso, o déficit em conta corrente aumentou de US$ 69 bilhões para US$ 69,5 bilhões neste ano. Já o investimento direto no país foi mantido em US$ 70 bilhões.

Indicadores fiscais

A dívida líquida do setor público deve encerrar 2025 em 65,77% do PIB, ligeiramente acima do boletim anterior. O resultado primário foi mantido em déficit de 0,50% do PIB, e o resultado nominal, em -8,50%.



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Trump diz que pode reduzir tarifas contra a China, mas impõe condições



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (19) que pode reduzir tarifas sobre produtos chineses, mas impôs condições à medida. Entre elas estão a retomada das compras de soja pela China “nos volumes de antes” e o fim do envio de fentanil — droga sintética — ao território americano.

As declarações foram dadas a bordo do avião presidencial, o Air Force One, durante viagem oficial.

Relação com a China e política externa

Trump disse manter uma “boa relação” com o presidente chinês Xi Jinping, mas reforçou que espera compromissos concretos para considerar mudanças nas sobretaxas impostas a Pequim. O republicano também criticou o que chamou de “jogo das terras raras”, referindo-se à dependência dos Estados Unidos desses minerais estratégicos, amplamente dominados pela China.

Questionado sobre o Oriente Médio, o presidente americano afirmou que o cessar-fogo entre Israel e o Hamas continua em vigor, embora reconheça “ações isoladas” de rebeldes dentro do grupo. Ele disse que os Estados Unidos responderão “de forma dura, porém correta”, caso haja novas violações do acordo.

Aceno à Argentina e impacto no setor agropecuário

Durante a conversa com jornalistas, Trump também comentou a situação econômica da Argentina, dizendo que o país “não está bem” e que Washington avalia medidas de apoio. Entre elas, está a possibilidade de compra de carne bovina argentina para reduzir os preços ao consumidor americano — uma estratégia que, segundo ele, faz parte do esforço para conter a inflação interna.

A alta do preço da carne nos Estados Unidos é atribuída à seca que atinge o Texas, importante região produtora, e à redução das importações do México devido a uma praga nos rebanhos. O republicano tem reforçado a aproximação com o presidente argentino Javier Milei, com quem negocia uma linha de financiamento temporária de até US$ 20 bilhões.

Trump destacou que a ajuda financeira e os acordos comerciais dependerão dos resultados das eleições legislativas argentinas, previstas para os próximos meses.



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juros altos e risco global apertam o cerco do produtor


A oferta de crédito rural no Brasil continua robusta no papel, o Plano Safra 2025/26 anuncia R$ 516 bilhões para custeio, investimento e comercialização. Mas quem vive o dia a dia do campo sabe que o número engana: recursos existem, porém o dinheiro real ficou mais caro, seletivo e de difícil acesso.

Com a Selic travada em 15%, o custo financeiro sufoca o produtor. A maior parte das linhas disponíveis depende de funding livre, e não de recursos equalizados, o que empurra o juro efetivo para patamares que inviabilizam margens já apertadas. O resultado é visível nas estatísticas: a inadimplência rural passou de 7%, maior nível em mais de uma década, e cresce especialmente entre produtores médios que carregam dívidas antigas.

Crédito caro e acesso restrito travam o campo

No campo, isso se traduz em crédito curto, exigências altas e pouco apetite dos bancos. O produtor que renegociou dívidas nos últimos anos enfrenta agora outro obstáculo: sem limite de crédito novo, não planta. É um círculo vicioso, e perigoso, que ameaça a sustentabilidade da produção.

O cenário internacional não ajuda. As commodities agrícolas vivem uma fase de preços contidos, pressionadas por excesso de oferta e desaceleração global. Ao mesmo tempo, o endividamento mundial já passa de US$ 330 trilhões, o que encarece o dinheiro e aumenta a aversão ao risco. Cada movimento de juros nos Estados Unidos, na Europa ou na China repercute imediatamente sobre o crédito brasileiro.

Gestão financeira é fator de sobrevivência no agro

Acompanhando o agro há décadas, percebo que o setor entrou numa era em que gestão financeira vale tanto quanto tecnologia e produtividade. O produtor que quiser atravessar essa fase precisa se reinventar

  • planejar custos com base em juros reais;
  • combinar fontes (Pronaf, CPR, Fiagro, barter, cooperativas);
  • travar margens com hedge inteligente;
  • e tratar seguro e gestão de risco como parte do negócio, não como gasto extra.

O crédito rural segue sendo o combustível do agro, mas hoje exige maturidade. Já não basta plantar bem, é preciso gerir com precisão a empresa. O campo que sempre alimentou o Brasil agora precisa se proteger de uma nova safra de riscos: juros altos, inadimplência crescente e instabilidade global.

O produtor que entender esse novo tempo sobreviverá e sairá fortalecido. O que ignorar os sinais, infelizmente, pode colher dívidas no lugar da colheita. O agro não está em crise, está em transição. E quem souber se adaptar será o verdadeiro vencedor deste ciclo.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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AgroNewsPolítica & Agro

Venda soja sempre que houver lucro



A TF ressalta que a volatilidade vem tanto de fatores climáticos quanto geopolíticos


A TF ressalta que a volatilidade vem tanto de fatores climáticos quanto geopolíticos
A TF ressalta que a volatilidade vem tanto de fatores climáticos quanto geopolíticos – Foto: Pixabay

De acordo com a TF Agroeconômica, o cenário atual do mercado de soja exige prudência e estratégia dos produtores. A consultoria destaca que, mesmo com boas ofertas para 2026, como R$ 121,00 por saca (10% de lucro) e R$ 131,00 (19,09% de lucro), o momento é de incerteza. Por isso, a principal recomendação é clara: todo lucro é lucro e deve ser aproveitado, ainda que pequeno, evitando riscos de quedas futuras e prejuízos mais à frente.

A TF ressalta que a volatilidade vem tanto de fatores climáticos quanto geopolíticos. A influência das políticas comerciais dos Estados Unidos e da China, somada à possibilidade de uma safra brasileira recorde de 177,5 milhões de toneladas, cria um ambiente de alta imprevisibilidade. Caso o clima prejudique a produção no Brasil, Pequim poderá buscar suprimento nos EUA, mas se as condições se mantiverem favoráveis e houver eventual reaproximação comercial entre Trump e Xi Jinping, os preços podem cair para R$ 100 por saca ou até menos no próximo ano.

Entre os fatores de alta, a TF cita a desaceleração da colheita americana devido às chuvas, produtividade menor que a prevista pelo USDA e os bons números de esmagamento nos Estados Unidos. Já entre os fatores de baixa, pesam a demanda chinesa enfraquecida, o aumento das exportações argentinas e a ampla oferta esperada da soja brasileira. O “pêndulo da balança” entre EUA e China, segundo a consultoria, está justamente na performance da safra do Brasil. Diante disso, a TF Agroeconômica recomenda que o produtor venda parte da produção sempre que houver lucro. “Por isso, quando encontrar lucro, agarre-o firme, venda um pouco”.

 





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Mulheres alagoanas impulsionam o agro com protagonismo e inovação



A força da mulher alagoana no agronegócio tem se consolidado como um dos pilares do desenvolvimento rural no estado. Por isso, no dia 27 de outubro, será realizado o 3º Encontro Estadual das Mulheres do Agro de Alagoas, no Espaço Fábrica de Eventos, em Maceió.

O evento, promovido pela Comissão das Mulheres do Agro de Alagoas — criada pelo Sistema Faeal/Senar com apoio do Sebrae Alagoas — reunirá produtoras, lideranças e empreendedoras para celebrar conquistas e impulsionar novas iniciativas.

Segundo o IBGE, cerca de 24.098 estabelecimentos rurais em Alagoas são geridos por mulheres, o que representa 24,59% da participação feminina no setor.

Embora atuem em diversas cadeias produtivas, como olericultura, fruticultura e bovinocultura de leite, essas mulheres também têm se destacado em áreas como apicultura, piscicultura e suinocultura. Portanto, é evidente que elas desempenham papel essencial na dinamização da economia local.

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Para Juliana Almeida, diretora Administrativa e Financeira do Sebrae Alagoas e representante do estado na Comissão Nacional das Mulheres do Agro da CNA, “o protagonismo delas transforma o campo alagoano e inspira novas gerações”. Além disso, ela destaca que o Encontro é uma oportunidade para fortalecer redes, compartilhar experiências e impulsionar o empreendedorismo com propósito.

Dessa forma, o evento não apenas celebra o Mês da Mulher do Agro, como também reafirma o compromisso com a valorização feminina no campo.



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